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Marconi Perillo, presidente do PSDB, é alvo de operação da PF por desvios na saúde em Goiás

Político é o atual presidente nacional do PSDB e teve a casa visitada por equipes p.oliciais em busca de documentos que podem auxiliar na investigação.

O ex-governador de Goiás e atual presidente nacional do PSDB, Marconi Perillo, é alvo de uma operação da Polícia Federal deflagrada nesta quinta-feira (6/2). A ação investiga desvios de recursos da saúde entre os anos de 2012 e 2018. A Controladoria-Geral da União (CGU) também participa das diligências, segundo o Correio Braziliense.

Perillo é alvo de mandados de busca e apreensão. As equipes policiais foram até a casa dele em Goiânia logo cedo. A ordem e para apreender documentos, arquivos de informática e aparelhos eletrônicos, como celulares e computadores, que podem ser utilizados para aprofundar as investigações.

Ao todo, são cumpridos 10 mandados de busca e apreensão na capital de Goiás e um em Brasília. Dois deles contra Marconi Perillo. As ordens foram expedidas pela 11ª Vara de Justiça Federal, que também determinou o sequestro de R$ 28 milhões dos investigados.

Os desvios teriam ocorrido por meio da contratação de uma organização social para atuar na saúde de Goiás. A entidade teria subcontratado empresas ligadas a políticos e aos gestores da própria organização. Com isso, parte dos recursos seriam desviados para os próprios políticos e agentes privados envolvidos no esquema.

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Projeto que obriga o SUS a ofertar sangue e remédios a pacientes é integralmente vetado por Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro vetou integralmente o projeto de lei aprovado pelo Congresso que obrigava o Sistema Único de Saúde (SUS) a garantir sangue, hemoderivados, medicamentos e demais recursos a todos os pacientes da rede. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (27) no Diário Oficial da União.

Ao vetar o projeto, Bolsonaro alegou inconstitucionalidade e contrariedade ao interesse público. Citando os ministérios da Economia e Saúde, a publicação diz que disponibilização “institui obrigação ao Poder Executivo e cria despesa obrigatória ao Poder Público, sem que se tenha indicado a respectiva fonte de custeio”.

O texto original do projeto, de autoria do ex-governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), inicialmente previa a disponibilização de tratamento a pacientes portadores de coagulopatias congênitas, as hemofilias. Porém, o texto sofreu alterações ao tramitar no Senado e foi aprovado estendendo a medida para todos os pacientes do SUS.

A decisão de Jair Bolsonaro de vetar integralmente o projeto de lei ainda pode ser derrubada pelo Congresso.

 

 

*Com informações da Forum