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Polícia Federal faz busca e apreensão na casa de Bolsonaro por divergência em registro de arma apreendida

A Polícia Federal realizou uma operação de busca e apreensão na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro após identificar divergências relacionadas ao registro de uma arma de fogo apreendida durante investigações em andamento. A medida foi autorizada pela Justiça no âmbito de apurações que buscam esclarecer a origem, a regularidade documental e a situação cadastral do armamento.

Segundo informações da investigação, os registros encontrados apresentariam inconsistências que levantaram dúvidas sobre a documentação vinculada à arma. Os agentes federais procuraram documentos, mídias digitais e outros elementos que possam auxiliar na reconstituição dos fatos e na verificação das informações prestadas aos órgãos de controle.

A operação amplia a lista de procedimentos investigativos envolvendo Bolsonaro após o término de seu mandato. Embora a defesa do ex-presidente sustente que todas as armas sob sua posse estariam devidamente regularizadas e que não houve qualquer irregularidade, os investigadores consideram necessário confrontar dados constantes nos sistemas oficiais com os documentos apresentados.

Especialistas em direito penal observam que divergências cadastrais nem sempre configuram crime, mas podem justificar diligências quando há indícios de inconsistências relevantes ou informações contraditórias. O objetivo da apuração é determinar se houve erro administrativo, falha documental ou eventual irregularidade mais grave relacionada ao registro do armamento.

A defesa de Bolsonaro afirmou que colaborará com as autoridades e classificou a medida como parte de um processo que deverá esclarecer definitivamente os fatos. Já a Polícia Federal não divulgou detalhes adicionais sobre o conteúdo recolhido durante a operação, alegando sigilo das investigações.

O caso segue sob análise das autoridades competentes e poderá resultar em novos desdobramentos à medida que os materiais apreendidos forem examinados pelos peritos e confrontados com os registros oficiais.

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Política

E se gritar pega..: PF faz busca e apreensão contra Sóstenes Cavalcante e Carlos Jordy por desvio de cota parlamentares

Mandados de busca e apreensão atingem parlamentaresa do PL e assessores

A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (19) uma nova fase de uma investigação que apura o suposto desvio de recursos públicos provenientes de cotas parlamentares. A operação tem como foco parlamentares e assessores suspeitos de envolvimento em um esquema de uso irregular dessas verbas, além de possíveis práticas de lavagem de dinheiro e atuação em organização criminosa.

De acordo com informações do G1, a ação cumpre mandados de busca e apreensão contra os deputados federais Sóstenes Cavalcante (PL), líder do PL na Câmara, e Carlos Jordy (PL). As diligências fazem parte de um desdobramento de uma operação iniciada em dezembro de 2024, que já havia identificado indícios de irregularidades na gestão de recursos públicos vinculados à atividade parlamentar.

A Polícia Federal investiga crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. O objetivo desta nova etapa é reunir provas adicionais, aprofundar o rastreamento do fluxo financeiro e esclarecer o papel de cada um dos investigados no suposto esquema.


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Política

PF realiza operação contra esquema milionário em obras com desvio de emendas

CGU identifica fraude escondida em contratos de pavimentação com dinheiro público

A Polícia Federal realizou nesta sexta-feira (28) a Operação Fake Road, em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU), para investigar possíveis fraudes em contratos de pavimentação vinculados ao Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (DNOCS) e financiados por emendas parlamentares.

A ação teve início após auditorias da CGU identificarem indícios de irregularidades em obras contratadas pelo órgão. Entre os problemas levantados estão suspeitas de superfaturamento, serviços executados apenas parcialmente ou não realizados, além de medições consideradas fraudulentas

As análises também apontaram possíveis favorecimentos indevidos a empresas responsáveis pelas obras. Segundo a Polícia Federal, os elementos reunidos até o momento sugerem a participação de servidores públicos e de representantes de companhias privadas em um esquema voltado ao desvio de recursos federais.

O prejuízo estimado supera R$ 22 milhões, conforme os dados informados pelas autoridades envolvidas na investigação.

Foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com a Forum, as ordens judiciais foram distribuídas em duas capitais do Nordeste: nove em Fortaleza (CE) e dois em Natal (RN). As equipes também executaram medidas adicionais, como bloqueio de bens, indisponibilidade de imóveis e veículos, além de buscas pessoais e em automóveis.

As determinações judiciais incluem ainda a quebra de sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático de investigados, medida utilizada para aprofundar a coleta de informações consideradas relevantes ao caso.

A operação mobilizou cerca de 50 policiais federais. De acordo com a corporação, o objetivo das diligências é reunir novas provas, interromper eventuais práticas ilícitas e garantir a continuidade das apurações sobre o possível esquema de desvio de verbas públicas.


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Política

Marconi Perillo, presidente do PSDB, é alvo de operação da PF por desvios na saúde em Goiás

Político é o atual presidente nacional do PSDB e teve a casa visitada por equipes p.oliciais em busca de documentos que podem auxiliar na investigação.

O ex-governador de Goiás e atual presidente nacional do PSDB, Marconi Perillo, é alvo de uma operação da Polícia Federal deflagrada nesta quinta-feira (6/2). A ação investiga desvios de recursos da saúde entre os anos de 2012 e 2018. A Controladoria-Geral da União (CGU) também participa das diligências, segundo o Correio Braziliense.

Perillo é alvo de mandados de busca e apreensão. As equipes policiais foram até a casa dele em Goiânia logo cedo. A ordem e para apreender documentos, arquivos de informática e aparelhos eletrônicos, como celulares e computadores, que podem ser utilizados para aprofundar as investigações.

Ao todo, são cumpridos 10 mandados de busca e apreensão na capital de Goiás e um em Brasília. Dois deles contra Marconi Perillo. As ordens foram expedidas pela 11ª Vara de Justiça Federal, que também determinou o sequestro de R$ 28 milhões dos investigados.

Os desvios teriam ocorrido por meio da contratação de uma organização social para atuar na saúde de Goiás. A entidade teria subcontratado empresas ligadas a políticos e aos gestores da própria organização. Com isso, parte dos recursos seriam desviados para os próprios políticos e agentes privados envolvidos no esquema.

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Política

Carlos Bolsonaro acordou na mira da PF

Carlos Bolsonaro amanhece esta segunda com a Polícia Federal fungando no seu cangote.

A Polícia Federal fez uma operação nesta segunda-feira (29) para apurar ações da Abin durante o governo Bolsonaro.

Carluxo é um dos alvos da operação de busca e apreensão.

Bolsonaro, ontem, em pleno domingo, provavelmente sabendo por suas “fintes” da operação da PF de hoje, que chegaria em Carluxo, não disse nada de prestável. Era só pra enxertar com robôs comandados pelo próprio Carlos para bancar o fisiculturista de janela que tem o peito bombado e as pernas de saracura.

Robô não ganha eleição e nem impede Carlos Bolsonaro de ir para prisão.

Este é o balanço daquela live Mandrake de ontem às vésperas da visita da PF à casa de Carluxo.

Moral da história: Bolsonaro, com a live extemporânea, feita a toque de caixa, acabou confessando que, não só tinha, como mantém arapongas dentro da estrutura do Estado, que o informaram, possivelmente, neste domingo, que, na manhã deste segunda-feira, Carlos Bolsonaro receberia a visita da Polícia Federal. Toc toc toc.

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Investigação

Moraes retira sigilo da busca e apreensão em casa de Ramagem

Alexandre de Moraes retirou o sigilo da operação que fez busca e apreensão em endereços do deputado federal Alexandre Ramagem, que era diretor da Abin no governo Bolsonaro

Na decisão de retirada do sigilo, o ministro do STF diz que Ramagem usou a Abin para favorecer a família Bolsonaro.

Também houve espionagem de promotora que investigava o caso da Marielle Franco.

*Sleeping Giants Brasil

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Justiça

Polícia do DF faz busca e apreensão em casa do 04 de Bolsonaro, Jair Renan

Jair Renan Bolsonaro, filho mais novo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), é alvo de operação da Polícia Civil do Distrito Federal na manhã desta quinta-feira (24/8). São cumpridos, com apoio da Polícia Civil de Santa Catarina, dois mandados de busca e apreensão em endereços ligados a ele, um em Brasília e outro em Santa Catarina.

A operação, que mira em um esquema de estelionato, também tem outro alvos e cumpre outros três mandados de busca e apreensão e dois de prisão preventiva. De acordo com a corporação, a ação da polícia apura crimes contra a fé pública e associação criminosa.

A Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Ordem Tributária (DOT), vinculada ao Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (Decor) da Polícia Civil, comanda a operação.

*Com informações do Correio Braziliense

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Justiça

PF faz busca e apreensão em endereço de Carla Zambelli e decreta prisão do hacker

A Polícia Federal cumpre nesta quarta-feira (2) mandados de busca e apreensão contra a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) e Walter Delgatti, o “hacker de Araraquara”. As primeiras informações dão conta de que há um mandado de prisão contra Delgatti.

Neste momento, a PF realiza busca e apreensão no apartamento funcional e no gabinete de Carla Zambelli.

A Polícia Federal divulgou que há cinco mandados de busca e apreensão (três no DF e dois em SP) e um mandado de prisão.

A operação acontece após Walter Delgatti revelar em depoimento à Polícia Federal que invadiu o Banco Nacional de Monitoramento de Prisões a mando de Carla Zambelli, diz a Forum.

O ministro da Justiça, Flavio Dino, repercutiu a operação em suas redes sociais.

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Justiça

PF cumpre mandados de busca e apreensão na casa de família que atacou Moraes

As diligências foram deferidas pela ministra Rosa Weber, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF).

A Polícia Federal cumpre, na tarde desta terça-feira, mandados de busca e apreensão em dois endereços do empresário Roberto Mantovani Filho, de sua mulher, Andréia Munarão, e do genro do casal, Alex Zanatta, na cidade de Santa Bárbara do Oeste, no interior paulista. O grupo é investigado pelos crimes de injúria, perseguição e desacato supostamente praticados contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no aeroporto internacional de Roma. As diligências foram deferidas pela ministra Rosa Weber, presidente da Corte e chefe do plantão durante o recesso dos magistrados, estando responsável pela análise dos pedidos de urgência.

Mais cedo, Mantovani Filho negou, em depoimento à Polícia Federal, ter agredido o filho do ministro. Segundo a defesa dele, o empresário admitiu ter agido para “afastá-lo” de sua esposa, Andréia Munarão, mas que agiu assim para defendê-la de “ofensas pesadas”.

— Ele nega ter havido empurrão, ele disse que, em razão de ofensas que eram proferidas à sua esposa, ele afastou essa pessoa. Ele sequer sabia quem era, mas era uma pessoa que fazia ofensas bastante pesadas e desrespeitosas à sua mulher — afirmou o advogado Ralph Tórtima Stettinger Filho, que representa o casal.

Como antecipado pela coluna da jornalista Malu Gaspar, em representação à PF para apuração do episódio, Moraes relatou que estava na área de embarque do aeroporto por volta das 19h quando Andreia Munarão se aproximou e deu início aos xingamentos. Em seguida, Roberto Mantovani Filho, “passou a gritar e, chegando perto do meu filho, Alexandre Barci de Moraes, o empurrou e deu um tapa em seus óculos. As pessoas presentes intervieram e a confusão foi cessada”.

Também na representação, o ministro disse que, momentos depois, “a esposa Andréia e Alex Zanatta, genro do casal, retornaram à entrada da sala VIP onde eu e minha família estávamos e, novamente, começaram a proferir ofensas”. Moraes não estava acompanhado de escolta policial no momento da abordagem, quando voltava de uma palestra na Universidade de Siena, onde participou de um fórum internacional de direito.

À PF, Moraes contou ainda que foi falar com o grupo para pedir que parassem com as agressões. “Alertei que seriam fotografados para identificação posterior, tendo como resposta uma sucessão de palavras de baixo calão.” As fotos foram incluas na representação. Depois disso, o ministro e sua família entraram na sala VIP e os agressores ficaram do lado de fora.

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Justiça

Urgente: PF faz busca e apreensão em endereços do senador Marcos do Val

Ação foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) e ocorre em Brasília e no Espírito Santo. As informações são do Metrópoles.

Homens da Polícia Federal (PF) cumprem na tarde desta quinta-feira um mandado de busca e apreensão contra o senador Marcos do Val (Podemos).

O pedido foi feito pela PF há algumas semanas e acolhido pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.

No começo do ano, Marcos do Val afirmou ter tratado com Jair Bolsonaro sobre um plano para gravar Moraes e tentar anular a eleição presidencial.

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