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Política

Interpretando o Datafolha: Mercado virou religião e religião virou mercado com a bênção da mídia

Dogmas: “o mercado quer”, “o mercado reage”, “o mercado não gostou”. Virou entidade sagrada. Se a bolsa cai 2% porque o Lula falou de juros, manchete diz que o mercado puniu igual Deus castigando infiel.

Em suas professias, analistas de banco viram oráculo. Relatório do Itaú é tratado como escritura divina. É eresia falar em taxar dividendos ou mexer em BC independente, isso é blasfêmia.

Mercado responde com dólar subindo igual praga divina.

Fé cega: muita gente defende livre mercado sem sequer saber o que é. Só repete. O troço virou crença, não cálculo.

A religião virou mercado. O templo, empresa. Igreja que vende lote no céu, campanha no carnê, corrente da prosperidade. Pastor é CEO, fiel é cliente.

Voto freguês: bancada evangélica negocia ministério e emenda. Fé vira moeda de troca política. Datafolha mostrou que voto evangélico decide eleição e candidato vai a púlpito fazer promessa.

Concorrência: igreja disputa fiel igual mercado disputa consumidor. Marketing, gingle, show, quem dá mais milagre, leva.

Produto: bênção, unção, objeto ungido, tudo precificado. R$ 900 no “cajado de Moisés” para abrir caminho.

O Datafolha mostrou tudo isso com empate técnico entre Lula e Flavio Bolsonaro e indicou que, religião pesa mais que economia na decisão do voto de 38% do eleitorado. Ao mesmo tempo, mostrou que mercado fica volátil a cada fala sobre juros ou gasto.

Aí juntou tudo: o candidato vai na igreja para ganhar votos. O mercado reage à pesquisas. O pastor fala de economia no culto. O analista fala de “vontade de Deus” no relatório.

Resumo: quando o mercado dita a política como se fosse mandamento, e a igreja dita voto como se fosse contrato, a frase faz sentido. Um virou fé, outro virou balcão.

Sim, a grande mídia não só abença isso, ela é o próprio altar onde esse culto acontece.

Dá voz para o profeta: o pastor vira banqueiro, fala que juro alto é sacrifício necessário e o povo tem que aceitar.

Resultado prático: você liga a TV e aprende que juro é vontade divina e que Deus quer 10% dos seu salário. As “duas igrejas” se realimentam e a mídia vende ingresso da primeira fileira.

Datafolha entra em campo, solta pesquisa de empate técnico, mídia transforma em guerra santa, mercado opera em cima e igreja prega em cima.

Resumo: a mídia industrial, como a Globo, não é torre neutra de marfim. É empresa. E empresa reza na cartilha de quem paga o dízimo publicitário. Cobertura econômica vira catequese e religião vira publieditorial.

Fé e lucro se misturam, e quem não tem nenhum dos dois fica só com a conta para pagar.


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Economia

Na contramão dos catastrofistas, Mercado reduz previsão da inflação para 3,91% este ano

A turma do deixa que eu chuto, que erra previsão até mesmo do passado, certamente desaparecerá da mídia para se omitir de explicar a infâmia absolutamente equivocada de seus contos econômicos.

Esse mesmo departamento de balão da mídia não cochila para contas auspiciosas de fatos criados pela própria cachola para vender a ideia de que o Brasil está aos cacos ou num poço.

O problema é que, numa hora dessas, a grande alegria dos tais conservadores não tem como impedir que o parteiro revele um Brasil voando baixo, perfurando a língua dos falastrões e seus galões de gasolina que deveriam ser usados para incendiar o Brasil.

A notícia verdadeira corre e a turma de pés inchados tem que correr atrás para inventar outro sofisma em substituição ao atual.

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – referência oficial da inflação no país – passou de 3,95% para 3,91% em 2026. A estimativa está no boletim Focus desta segunda-feira (23), pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2027, a projeção da inflação se manteve em 3,8%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,5% para os dois anos.

Pela sétima semana seguida, a previsão para a inflação de 2026 foi reduzida e se mantém dentro do intervalo da meta para a variação de preços que deve ser perseguida pelo BC.

Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.

É estabilidade econômica que chama.

Luz e gasolina
Em janeiro, a alta dos preços da conta de luz e da gasolina fez a inflação oficial do mês fechar em 0,33%, mesmo patamar de dezembro. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o resultado levou o IPCA a acumular alta de 4,44% em 2025.

Taxa Selic
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros (Taxa Selic), definida atualmente em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC.

Apesar do recuo da inflação e do dólar, o colegiado não mexeu nos juros pela quinta vez seguida na última reunião, no fim de janeiro.

A taxa está no maior nível desde julho de 2006, quando se situou em 15,25% ao ano. Em ata, o Copom confirmou que começará a reduzir os juros na reunião de março, caso a inflação se mantenha sob controle e não haja surpresas no cenário econômico. Ainda assim, os juros serão mantidos em níveis restritivos.

A estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica foi reduzida nesta edição do Boletim Focus – de 12,25% ao ano para 12,13% ao ano até o final de 2026. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 9,5% ao ano.

Juros
Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando a Taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio
Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano passou de 1,8% para 1,82%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,8%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.

Puxada pelas expansões da indústria e da agropecuária, no terceiro trimestre de 2025 a economia brasileira cresceu 0,1%, o que é considerado pelo IBGE como estabilidade. A divulgação do PIB consolidado de 2025 está agendada para 3 de março.

Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando alcançou 4,8%.

A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,45 para o fim deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,50.

*Com informações da Agência Brasil


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Política

Pré-candidatura de Flávio Bolsonaro desagrega direita, mercado e evangélicos

Líderes da direita no Congresso já tratam como provável a pulverização de candidatos do campo na disputa eleitoral contra Lula

A pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à presidência da República desagrega a direita que apostava no governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), como o único adversário do campo para enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na disputa eleitoral deste ano.

Sem o governador no páreo, líderes da direita no Congresso já tratam como provável a pulverização de candidatos do campo na disputa eleitoral contra Lula, ou seja, uma clara resistência ao projeto do ex-presidente Jair Bolsonaro em lançar o filho 01 para manter o espólio eleitoral na família.

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, disse nesta terça-feira (17) que se encontra de saída do União Brasil para disputar a sucessão de Lula: “Eu já informei o presidente do partido, o [Antônio] Rueda, o ACM Neto, que é meu amigo-irmão, e já disse que entendo a dificuldade do partido. Só que, nessa situação, eu já estou buscando também uma alternativa para ter outro partido pelo qual me candidatar”.

Depois de lançada a pré-candidatura de Flávio, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), disse que irá manter a sua candidatura “até o final”. “O que eu posso dizer é que eu levarei a minha pré-candidatura até o final, isso vai contribuir e muito para nós elevarmos o debate”, disse.

O presidente do PSD, Gilberto Kassab, foi outro a jogar um balde de água fria no projeto do ex-presidente, segundo o Vermelho.

“O PSD tem uma posição muito clara. Todos sabem que se o governador Tarcísio for candidato, o PSD irá apoiar. Caso o governador não seja candidato, nós temos dois pré-candidatos no partido, dois excelentes governadores, o governador do Paraná, que é o Ratinho, e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite”, disse Kassab à CNN.

O pré-candidato do PL ainda enfrenta dificuldade em viabilizar palanques eleitorais no Nordeste.

Faria Lima

No mercado financeiro o projeto do filho 01 de Bolsonaro também enfrenta resistência. Economistas da Faria Lima disseram ao site Metrópoles que nem “mesmo a indicação de Paulo Guedes para liderar o plano econômico da pré-campanha presidencial de Flávio daria viabilidade política à intenção do senador em concorrer à Presidência da República em 2026”.

“Ele pode ter melhores intenções, mas se ele não ganhar, não adianta nada. Então, o mercado vai observar a viabilidade da candidatura. O que está em jogo agora não é essa questão do programa dele, quem é que vai estar junto dele. Isso é o segundo problema”, afirma o economista-chefe de uma gestora de investimentos, em conversa reservada com o site.

Evangélicos

O pastor evangélico Silas Malafaia, fiel aliado de Bolsonaro, também manifestou desacordo com a candidatura do filho do ex-presidente. Para ele, o senador não possui “musculatura” para enfrentar Lula.

“A questão não é ter a competência para ser presidente da república, a questão é quem pode vencer essa corja que está destruindo o país. (…) Eu não tenho nada pessoal contra o Flávio, eu sou amigo deles, mas eu aprendi que a verdade tem que ser absoluta. Eu não vejo o Flávio com musculatura para derrotar Lula”, disse em entrevista ao SBT.


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Economia

Mercado reduz para 4,05% expectativas da inflação para 2026

Demais índices do Boletim Focus permanecem estáveis

O mercado financeiro reviu para baixo as expectativas de inflação para o ano de 2026. De acordo com o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (12) pelo Banco Central (BC), o ano fechará com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 4,05%.

Na semana passada, este índice, que serve de referência para a inflação oficial do país, estava em 4,06%. E há quatro semanas em 4,10%.

Para os anos subsequentes (2027 e 2028) as projeções são as mesmas há dez semanas, em 3,80% e 3,50%, respectivamente.

Meta de inflação
Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação para 2025 é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior, 4,5%.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), a inflação medida em dezembro teve alta de 0,33%, ante ao 0,18% registrado no mês anterior. Com isso, o IPCA de 2025 ficou em 4,26%, dentro da meta do governo.

Segundo o IBGE, com exceção do grupo habitação, que registrou queda de 0,33%, os demais grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta em dezembro.

A maior variação (0,74%) e o maior impacto (0,15 p.p.) vieram dos transportes, seguido, em termos de impacto, por saúde e cuidados pessoais, com alta de 0,52% e 0,07 p.p.

PIB
Os demais índices do Boletim Focus divulgado hoje se mantiveram estáveis em relação às semanas anteriores.

No caso do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no Brasil), o mercado projeta que a economia do país crescerá 1,80% em 2026 – percentual que vem sendo projetado há cinco semanas consecutivas, e o mesmo projetado para 2027.

Para 2028, as expectativas são de que o PIB feche o ano com um crescimento de 2%.

Câmbio
Com relação ao câmbio, as projeções do mercado permanecem estáveis há 13 semanas consecutivos, com uma expectativa de que o dólar feche 2026 cotado a R$ 5,50 – o mesmo valor projetado para 2027.

Para 2028, as expectativas são de que a moeda estadunidense termine o ano cotada a R$ 5,52.

Selic
A taxa básica de juros (Selic) deverá ser reduzida dos atuais 15% para 12,25% até o final de 2026, segundo o mercado financeiro; e para 10,50% em 2027. Para o ano subsequente (2028), as expectativas são de que ela caia ainda mais, para 9,88%.

A Selic, atualmente, está em seu maior nível desde julho de 2006, quando registrou 15,25% ao ano. Após chegar a 10,5% ao ano em maio do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro de 2024.

A Selic chegou a 15% ao ano na reunião de junho, sendo mantida nesse nível desde então.

Variações da Selic
Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

*Agência Brasil


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Economia

Mercado eleva a previsão de aumento do PIB para 2025

Informação é do Boletim Focus publicado nesta segunda-feira (26).

A projeção do mercado para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2025 deu um pulo na edição mais recente do Boletim Focus: foi dos 2,02% da semana passada para 2,14% na edição publicada nesta segunda-feira (26).

O Focus é um relatório divulgado periodicamente pelo Banco Central, compilando as projeções de analistas do mercado financeiro para os principais números da economia. Como a frequência de publicação é alta (semanal) e o relatório exibe a mediana dentre um alto número de projeções, as oscilações nos números entre um relatório e outro tendem a ser de pequena escala.

Nesse contexto, a variação de 0,12 ponto percentual registrada da semana anterior para cá é expressiva, indicando que o mercado absorveu indícios que apontam para uma economia mais aquecida do que se esperava antes. Segundo o Congresso em Foco, na semana anterior, a prévia do PIB acima do previsto apontou nessa direção.

O relatório também aponta outras previsões para a economia em 2025:

  • Depois de uma sequência de cinco quedas, a previsão para a inflação oficial, representada pelo IPCA, ficou estacionada em 5,55% ao ano – acima da meta estabelecida pela equipe econômica.
  • O dólar, segundo o mercado, deve fechar o ano a R$ 5,80. Há uma semana, a previsão era de R$ 5,82; há quatro semanas, estava em R$ 5,90.
  • Para o mercado, a taxa Selic de juros deve fechar o ano no patamar atual, de 14,75% anuais.

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Economia

Mercado se surpreende com Lucro bilionário da Petrobras

A Petrobras fechou 2024 com R$ 36,6 bilhões de lucro, destacando forte geração de caixa, investimentos robustos e impacto bilionário na economia brasileira A Petrobras encerrou 2024 com lucro líquido de R$ 36,6 bilhões (US$ 7,5 bilhões). A companhia segue com forte e consistente geração de caixa, registrando um Fluxo de Caixa Operacional (FCO) de […]

A Petrobras fechou 2024 com R$ 36,6 bilhões de lucro, destacando forte geração de caixa, investimentos robustos e impacto bilionário na economia brasileira

A Petrobras encerrou 2024 com lucro líquido de R$ 36,6 bilhões (US$ 7,5 bilhões). A companhia segue com forte e consistente geração de caixa, registrando um Fluxo de Caixa Operacional (FCO) de R$ 204 bilhões (US$ 38 bilhões), gerados pelas suas operações regulares durante o ano. A dívida financeira atingiu cerca de US$ 23,2 bilhões no final do ano, menor nível desde 2008. Foram investidos R$ 91 bilhões (US$ 16,6 bilhões) em projetos nos diversos segmentos de atuação da companhia e pagos R$ 270 bilhões em tributos aos cofres públicos.

“O excelente resultado operacional e financeiro de 2024 demonstra, mais uma vez, a capacidade da nossa empresa de gerar valores que são revertidos para a sociedade e para os nossos investidores. Destaco a geração operacional de US$ 38 bilhões e a dívida financeira de US$ 23 bilhões, o menor nível desde 2008”, afirma a presidente Magda Chambriard.

Segundo a Petrobras, o resultado da companhia foi influenciado, principalmente, por eventos exclusivos, em maior parte sem efeito no caixa da companhia. Sem os efeitos dos eventos exclusivos, o lucro líquido seria de R$ 103 bilhões (US$ 19,4 bilhões) no ano.

“O resultado da Petrobras em 2024 foi impactado principalmente por um item de natureza contábil: a variação cambial em dívidas entre a Petrobras e suas subsidiárias no exterior. São operações financeiras entre empresas do mesmo grupo, que geram efeitos opostos que ao final se equilibram economicamente. Isso porque a variação cambial nestas transações entra no resultado líquido da holding no Brasil e impactou negativamente o lucro de 2024. Ao mesmo tempo, houve impacto positivo direto no patrimônio”, explica o diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores, Fernando Melgarejo.

Outro fator que afetou o resultado anual foi a adesão da Petrobras, em junho de 2024, ao edital de contencioso tributário. Evento exclusivo do 2º trimestre de 2024, a decisão foi positiva e possibilitou o encerramento de relevantes disputas judiciais envolvendo afretamentos de embarcações ou plataformas e seus respectivos contratos de prestação de serviços, sem impacto relevante no caixa da companhia.

Além disso, fatores do ambiente externo, como variação do preço do Brent e da redução de 40% do crackspread de diesel (diferença do preço médio do diesel no mercado mundial em relação ao do petróleo) em relação a 2023, trouxeram instabilidade para todo o mercado, não apenas a Petrobras. As grandes refinadoras globais também foram impactadas por menores margens internacionais de diesel e tiveram redução de Ebitda no segmento de refino e comercialização.

Ao longo de 2024, a Petrobras cumpriu a sua estratégia comercial, que considera as suas melhores condições de produção e logística para a precificação do diesel e da gasolina na venda para as distribuidoras. Isso permitiu à companhia praticar preços competitivos frente a alternativas de suprimento e mitigar a volatilidade do mercado internacional e da taxa de câmbio.

Investimentos
A Petrobras investiu R$ 91 bilhões (US$ 16,6 bilhões) em projetos durante o ano de 2024. A realização acima da projeção ( guidance ) não representa um custo adicional e sim uma antecipação, uma vez que foi reduzido o gap entre a evolução física e financeira das plataformas em Búzios. Essa redução do descasamento era esperada ao longo de 2025, mas com uma atuação forte na gestão contratual, a solução foi antecipada totalmente para 2024. A companhia ganha na redução de riscos e no aumento do potencial de antecipações, reforçando o foco na execução no plano de investimentos e nas metas de produção.

Esses investimentos foram responsáveis por sustentar 250 mil empregos e representam 5% do investimento brasileiro no ano passado.

Dividendos e contribuição para a sociedade
A Petrobras realizou o pagamento de R$ 102,6 bilhões em dividendos em 2024. A decisão de pagamento de dividendos é definida com base no caixa da companhia e nos fluxos futuros, conforme estabelece a Política de Remuneração aos Acionistas da Companhia. Com Cafezinho.

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Política

Se os senhores do mercado reagiram mal ao nome de Gleisi, é sinal de que Lula marcou um gol de placa

Se os Pitecantropos Erectos do dinheiro grosso estão contra a Gleisi, eu só posso estar fechadíssimo com ela.

Se os veneráveis donos da terra, que sempre arrastam o país para o abismo, ficaram enfurecidos com sua indicação para a articulação política, é porque Lula escolheu uma pedra polida pra enfrentar os pedras lascadas.

De saída, já deu certo, porque o tal mercado reagiu mal ao nome da ministra da Secretaria de Relações Institucionais, com longo e irretocável histórico de luta em prol do povo brasileiro, sobretudo das camadas mais pobres da população.

Esses trogloditas da agiotagem tropical têm pavor a cheiro de povo.

Então, deixa arder e o mercado relinchar!

Gleisi é olho vivo e faro fino!

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Economia

Contra as previsões catastróficas da mídia e do mercado, PIB do Brasil cresceu 3,8% em 2024 mostrando aceleração e robustez da economia

Ora, ora, que surpresa nenhuma as previsões compradas pela mídia a peso de ouro contra a economia brasileira darem com a cara na porta.

O Índice de Atividade Econômica (IBC-BR) do Banco Central, considerado a “prévia” do Produto Interno Bruto (PIB), registrou expansão de 3,8% em 2024 na comparação com o ano anterior, informou a instituição nesta segunda-feira.

O ritmo de crescimento do consumo das famílias e da formação bruta de capital fixo [taxa de investimentos] evidencia uma demanda interna crescendo em ritmo bastante intenso.

Ministério da Fazenda, que avaliou, na semana passada, que o ritmo de crescimento surpreendeu mais uma vez em 2024, citou os seguintes indicadores:

O desemprego atingiu patamar histórico mínimo em cenário de expansão da população ocupada e força de trabalho;
Houve aceleração no ritmo de expansão das concessões de crédito;

Pela perspectiva da demanda, o crescimento do consumo e o ritmo de recuperação dos investimentos foram surpresas positivas, contrabalanceando a contribuição negativa vinda do setor externo;

Do lado da oferta, a expansão da indústria e dos serviços mais que compensou o recuo na atividade agropecuária em 2024;

Na indústria, o crescimento foi impulsionado pela recuperação da transformação e da construção;

A aceleração no ritmo de crescimento do setor de serviços refletiu o crescimento das atividades de comércio, informação e comunicação e dos serviços prestados às famílias.

É como escrevi ainda hoje sobre os especuladores do caos.
Quem segue guru fanfarrão de mercado futuro não precisa de charlatães como Infomoneys da vida.

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Política

As mais criminosas fake news são do mercado

As mais criminosas fake news são do mercado, elas vêm imantadas de “análise” e são amplamente difundidas pela grande mídia.

A mídia brasileira tem horror a água e sabão., o mercado, idem.

O bolsonarismo é o próprio bueiro de ratazanas.

Quando isso tudo se funde em um único excremento para atacar o governo Lula, dá no que dá.

É fedentina em estado puro a partir de mentiras grosseira, calúnias e difamação. Isso não pode ser chamado de fakenews. É eufemismo, pois suaviza a imagem de quem pratica ações criminosas.

É só observar o mercado e sua parceria charlatã com a mídia.

Cria-se uma onda baseada no Nostradamos do mercado que preconiza através de um médio de araque uma premunição sobre a economia brasileira.

Lógico que, sendo contra o governo Lula, a previsão é  a de que o tempo vai fechar e o dilúvio se imporá do céu contra os diabos antimercado.

E se é antimercado “é a favor da gastança e da inflação.”

Gastança é sinônimo de pobre incluído no orçamento do governo

A partir disso, entra-se naquele ciclo de “quem conta um conto aumenta um ponto”

Aí, o inferno é o limite.

O problema é que não ha qualquer regulamentação pra isso. É só o nós contra eles que tanto odeiam.

Se odeiam, é porque é bom para a sociedade e para quem encara a frente de batalha enfrentar os criminosos contratados pela Faria Lima com o intuito de espalhar injúria e difamação contra quem essa gente julga ser do mal.

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Política

O mercado e o fenômeno Lula

Em sua fala, Lula deu um sossega leão nos agentes do mercado e mandou recados diretos aos investidores.

Resultado foi bola na rede.

Ibovespa sobe quase 3% tem maior alta em quase 2 anos, mesmo após

Copom subir juro, e Dólar cai pela nona sessão consecutiva, a R$ 5,85.

Nem o anúncio de Trump, de que irá impor uma tarifa de 25% sobre as importações do México e do Canadá minou o fôlego no pregão brasileiro.

Ibovespa, agora, acumula uma valorização de 5,51% em janeiro.

Então, surge s pergunta, onde estão os terroristas econômicos agora?
Enfiaram a viola no saco, ora.

É para isso que essa turma serve. Fazer barulho a mando do especulador e depois cair no mundo e sumir.