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Opinião

Como enfrentar os vermes que comandam o mercado no Brasil?

A giárdia financeira, que atua no corpo da nação, debilitando a economia e, consequentemente detonando a população, é fruto de vermes da pior espécie.

Administrar uma mazela com tal voracidade, depende de ações combinadas e muito bem sincronizadas.

Brasil abre 1,693 milhão de postos de trabalho em 2024, 16,5% a mais que no ano passado.

Isso deveria ser motivo de comemoração na mídia nativa, mas como essa mesma mídia está tomada por um tipo de protozoário rentista, a agiotagem nacional, que é quem paga a orquestra, dita, não só o repertório, mas pontua cada compasso nas redações da mídia de banco.

Jornalistas se transformam em agentes tóxicos para contaminar a população com desinformação ou informações deformadas.

É a política do dinheiro grosso, estúpido!

O mercado brasileiro, é antes de tudo antinacional. Que isso fique bem claro.

Ou seja, tudo que vem do Brasil para esse mercado das XPs deve ser olhado com nariz torcido. O melhor é investir nos EUA.

Assim, também se faz uma política predatória que eleva pilantras do baixo clero à condição de autoridade máxima do país e os benefícios para a classe mais endinheirada, é questão consagrada automaticamente.

Essa é a realidade que o país enfrenta nos intermúdios do poder da grana.

Como lidar com essa chaga nefasta da direita no Brasil?

É um grande desafio para a nação.

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Mundo

Enquanto Trump e Netanyahu, lançam o guia definitivo do inferno, China come silenciosamente os dois pelo fígado

Convenhamos, Israel é um EUA de papelão.

Não dá um traque sem largar a mão do Tio Sam.

Por isso o sionista, Benjamin Netanyahu, acha que Trump pratica o nazismo do bem. Tudo depende de uma palavrinha ajeitadora.

Mas há um mundo correndo por fora na raia 6 que está vindo com tudo pra atropelar essa parceria das trevas.

As empresas de tecnologia dos EUA, perdem US$ 1 trilhão após anúncio de IA chinesa mais eficiente.

Em bom português, Nvidia dos EUA e ações de techs, desabam com a chinesa “DeepSeek”

Modelo acessível da chinesa DeepSeek provoca quedas históricas em ações de gigantes dos EUA, como Nvidia e Microsoft.

Dilma avisou:

Os chineses em tecnologia de ponta, estão há cinquenta anos luz na frente dos EUA.

O pânico é geral inclusive entre analistas de mercado no Brasil, incrédulos com o chocolate de 7×1 que a China está dando nos EUA.

De nada adianta os EUA promoverem ataques cibernéticos contra a chinesa DeepSeek. A bola já está no fundo das redes yankees.

Enquanto isso, Trump em picadeiro, segue com essas politicagens diversionista de pão e circo, de deportação em massa.

Na verdade, ele está apenas confessando ao mundo que não tem como os EUA travarem economicamente a China.

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Economia

Mercado errou 95% das previsões desde 2021, mostra levantamento

Um levantamento feito pelo UOL mostra que o mercado financeiro errou cerca de 95% de suas previsões sobre a economia brasileira nos últimos quatro anos. Todos os anos, economistas e especialistas de mercado fazem previsões sobre indicadores econômicos fundamentais, como a taxa de juros, o câmbio, o PIB e o comportamento da Bolsa de Valores.

No entanto, ao longo dos últimos anos, as previsões apresentadas no início do ano têm mostrado um elevado índice de erro. O levantamento analisou as estimativas feitas para os anos de 2021, 2022, 2023 e 2024, revelando que, em muitos casos, as expectativas não se concretizaram, mesmo com base em pesquisas detalhadas como o Boletim Focus, do Banco Central, e a pesquisa “LatAm Fund Manager Survey”, do Bank of America.

Para 2025, o cenário é um tanto cauteloso, com previsões de crescimento moderado. O Ibovespa deve se manter entre 110 mil e 140 mil pontos, enquanto a Selic deve alcançar 15%. O PIB deve crescer 2,02%, e a inflação, medida pelo IPCA, ficará em 4,99%. O dólar deve ser cotado a R$6,00. Contudo, como mostra o histórico, os especialistas costumam errar o rumo da economia.

Erros e acertos nas previsões anteriores:

2024

  • Ibovespa: A principal previsão era que o índice superaria os 140 mil pontos, mas ele caiu 10,36%, fechando a 120.283,40 pontos. (Errou)
  • Selic: A expectativa era que a taxa de juros ficasse em 9%, mas ela subiu para 12,25% ao ano. (Errou)
  • PIB: A previsão era de um crescimento de 1,59%, mas a alta acumulada até setembro de 2024 foi de 3,1%. (Provavelmente errou)
  • Dólar: A estimativa era que o dólar terminasse o ano em R$5,00, mas ele subiu para R$6,18, uma alta de 27,3%. (Errou)
  • Inflação/IPCA: A previsão era de uma inflação de 3,90%, mas o índice foi de 4,83%. (Errou)

2023

  • Ibovespa: Esperava-se que o índice ficasse entre 110 mil e 120 mil pontos, mas ele fechou em 134.185 pontos, com uma alta de 22,28%. (Errou)
  • Selic: A estimativa era que a Selic ficasse em 11,75%, mas ela terminou o ano em 12,25%. (Errou)
  • PIB: A previsão era de crescimento de 0,78%, mas o PIB cresceu 2,9%. (Errou)
  • Dólar: Esperava-se que o dólar ficasse em R$ 5,28, mas ele terminou o ano em R$4,85, uma queda de 8,06%. (Errou)
  • Inflação/IPCA: A previsão era de 5,36%, mas a inflação de 2023 ficou em 4,62%. (Errou)

2022

  • Ibovespa: A maioria previu que o índice ficaria abaixo dos 120 mil pontos, mas ele terminou o ano com uma alta de 4,69%, a 109.735 pontos. (Acertou)
  • Selic: Esperava-se que a Selic ficasse em 11,75%, mas a taxa subiu para 13,75%. (Errou)
  • PIB: A previsão era de 0,28% de crescimento, mas o PIB cresceu 2,9%. (Errou)
  • Dólar: A estimativa era que o dólar ficasse em R$ 5,60, mas a moeda terminou o ano em R$ 5,27, com uma queda de 5,32%. (Errou)
  • Inflação/IPCA: A previsão era de 5,03%, mas a inflação foi de 5,79%. (Errou)

2021

  • Ibovespa: A maioria previu que o índice ficaria acima de 120 mil pontos, mas ele teve uma queda de 11,93%, fechando a 104.822,44 pontos. (Errou)
  • Selic: Esperava-se uma Selic de 3,25%, mas ela terminou o ano em 9,25%. (Errou)
  • PIB: A previsão era de 3,41% de crescimento, mas o PIB cresceu 4,8%. (Errou)
  • Dólar: A previsão era que o dólar ficasse em R$ 5,00, mas ele subiu para R$ 5,57, uma alta de 7,47%. (Errou)
  • Inflação/IPCA: Esperava-se uma inflação de 3,34%, mas ela ficou em 10,06%. (Errou)

Taxa de acerto – Em um levantamento geral, a taxa de acerto foi de apenas 5%, o que significa que, de cada 20 previsões feitas, apenas uma se confirmou. A única projeção bem-sucedida foi a previsão do desempenho da Bolsa em 2022, quando a alta do Ibovespa foi de 4,69%.

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Política

Mercado usa mulas sem cabeças e, no escuro das tocas, faz suas molecagens especulativas para criar pânico econômico no país..

O mundo do mercado, é como a rotação da terra que produz a noite. A noite produz o medo. O medo gera o sobrenatural.

Essas divindades que gente das XPs da vida chamam de “analistas”, sem dizer quem são, na verdade são demônios que tem origem comum nas trevas.

Mas quem é essa gente que arrasta consigo o mal contra o país?
São agiotas, rentistas, especuladores e numa fulgurante apoteose, os banqueiros.

Pior, usam a velha maldade da “previsão” que na imensa maioria dos casos só produz pesadelos e depois que nada fecha com a realidade, desaparecem como fantasmas nas primeiras horas do dia e vão pastar mansamente.

Todo o grande espetáculo que essa fauna inteira de sabotadores fabricaram na grande mídia ou nas mídias das próprias agencias de investimentos, contra o governo Lula, deu em nada, deu errado.

Venderam uma economia aprisionada em poças de lama, e o que se viu na realidade, é que a economia brasileira em 2024, produziu resultados extraordinários, no PIB, no desemprego, na queda da inflação e no equilíbrio fiscal, recorde de vendas, etc etc O oposto do que foi anunciado por essa corja de morcegos da nação.

Ainda assim, os sovacões das grotas hoje, estão anunciando novas hecatombes econômicas pra 2025, numa especie de funeral do Brasil.

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Política

Mercado ataca Lula porque não tem candidato da Faria Lima à altura para disputa eleitoral de 2026

Arthur Lira, quando diz que a direita só tem um defunto político como Bolsonaro pra representar a direita, ele banca o coveiro da Faria Lima.
Detalhe: ele está com a razão. A direita não tem outro troço qualquer para “causar” em 2026.

Bolsonaro é um celular sem bateria. Não pode e não será candidato a nada, Até porque não existe eleição na Papuda.

Sentindo isso, o mito tonto, hoje, um reles condenado ao nada, com sua pena que não será menor que trinta anos de cadeia, vive de frases funestas que não encantam nem adoradores de pneus e convocadores de ETs.

Esse produto acabou, apodreceu, putrefazeu!
Tarcísio não é candidato nem do clã. Marçal, sequer terá aquele sucesso que vinha tendo (segundo o cascata) no mundo dos negócios, que fará na política.

Assim, a Faria Lima, numa bofetada de realidade que tomou da vida, sabe que Lula nunca foi tão destinado a se manter sentado na cadeira da presidência. Então os “gênios”, do mercado resolveram ser eles mesmos a oposição de direita que hoje não tem bala pra enfrentar Lula, que tem imagem internacional cada dia maior e mais forte. Só isso….

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Política

“Eu não indico presidente do Banco Central para o mercado”, diz Lula

“Ele vai ter que tomar conta dos interesses do Brasil. Mercado tem que se adaptar a isso”, concluiu o petista.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta quarta-feira (26) que indica o presidente do Banco Central pensando no Brasil e não no mercado.

“Eu não indico presidente do Banco Central para o mercado. Ele vai ter que tomar conta dos interesses do Brasil. Mercado tem que se adaptar a isso”, argumentou Lula.

Lula foi questionado por jornalistas sobre nomes cotados para ocuparem a vaga na instituição, após a saída de Roberto Campos Neto, em dezembro deste ano.

Os jornalistas questionaram se Aloizio Mercadante e Guido Mantega poderiam ser opções para a vaga.

Até o momento, o nome mais cotado seria o de Gabriel Galípolo, diretor de Política Monetária do BC.

Lula voltou a criticar a atuação do BC em manter a taxa de juros da Selic em 10,50%. O presidente também alfinetou o mercado.

“O Banco Central tem necessidade de manter a taxa de 10,50% quando a inflação está a 4%? Não é culpa sequer do BC, é culpa da estrutura que foi criada. BC vai ter plano de meta de crescimento? A gente vai avançar para isso”, questionou.

“Continuo criticando a taxa. Acho que não deveria ser o presidente que criticasse, mas é preciso que empresários do setor produtivo, CNI, Fiesp, ao invés de reclamar do governo deveriam fazer passeata contra taxa de juros”, completou.

Segundo o presidente, a economia brasileira vai crescer acima das previsões de especialistas.

“Mercado sempre precifica desgraça, sempre trabalhando para não dar certo, sempre torcendo para as coisas serem pior. Economia vai crescer mais do que especialistas falam até agora”, afirmou.

As declarações foram dadas em entrevista ao portal UOL nesta quarta-feira (26).

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Economia

Mercado eleva expectativa de crescimento do PIB para 1,89% em 2024, aponta Focus

Estimativa de crescimento para 2025, no entanto, permaneceu em 2,00%; previsão para o IPCA não apresentou mudanças com relação ao último boletim.

Os economistas consultados pelo Banco Central (BC) melhoraram as expectativas para o crescimento da economia brasileira em 2024.

De acordo com o Boletim Focus, divulgado nesta terça-feira (2), o mercado espera um avanço de 1,89% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano. No relatório anterior, a expectativa era de uma alta de 1,85%. A estimativa de crescimento para 2025, no entanto, permaneceu em 2,00%.

Sobre a inflação, a previsão para o IPCA não apresentou mudanças com relação ao último boletim, e deve encerrar 2024 com alta de 3,75%. Em 2025, os economistas preveem para o índice de preços é de um avanço de 3,51%.

Para um prazo mais longo, as projeções de inflação de 2026 e 2027 seguiram em 3,50% pela 39ª semana.

O centro da meta oficial para a inflação em 2024, 2025 e 2026 é de 3,00%, sempre com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos

As previsões também foram mantidas para a taxa básica de juros. A pesquisa semanal mostrou que a Selic deve terminar 2024 em 9,0%. Em 2025, o mercado espera os juros no patamar de 8,50% ao ano.

Já o câmbio, teve um leve ajuste para cima e agora os economistas enxergam que o dólar encerre o ano cotado a R$ 4,95. Na pesquisa anterior, a expectativa era de R$ 4,93. Para o ano que vem, o câmbio segue sendo previsto a R$ 5,00.

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Pesquisa

Aprovação de Haddad pelo mercado sobre 7 pontos e chega a 50%, aponta pesquisa Quaest

Expectativa de piora recuou de 55% para 32%.

A avaliação positiva do mercado financeiro sobre o trabalho do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, cresceu para 50% em março, uma alta de 7 pontos percentuais em comparação a novembro do ano passado, de acordo com pesquisa da Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (20).

A avaliação negativa da atuação do ministro caiu para 12%, ante 24% no levantamento anterior. Já os que consideram o trabalho regular, somam 38% — alta de 5 pontos em relação à última pesquisa divulgada.

Essa simpatia do mercado com Fernando Haddad também se reflete nas expectativas sobre a economia. Apesar da maioria (71%) avaliar que a política econômica está no rumo errado, a expectativa de piora na economia nos próximos 12 meses recuou de 55% em novembro para 32%. Para 47%, a situação permanecerá como está, diz a CNN.

Com relação ao Produto Interno Bruto (PIB), 32% dos entrevistados esperam que em 2024 o resultado fique acima do índice projetado pela pesquisa Focus, do Banco Central, de 1,78%. Apenas 10% apostam em um PIB menor. Já 58% acreditam que a expansão da economia ficará no patamar estimado.

O cenário de inflação também tem viés positivo: 46% esperam redução ante 2023, quando o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) encerrou com alta de 4,62%, enquanto 36% apontam para estabilidade, e 19% para um número maior.

Para a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) sobre a taxa básica de juros, 73% dos entrevistados esperam mais dois cortes na Selic em 0,50 ponto percentual (p.p). O colegiado divulga hoje os próximos passos dos juros. A próxima reunião será em maio.

O levantamento ainda mostrou bastante indecisão dos analistas na taxa terminal dos juros ao fim deste ano. Do total, 22% apontam em 9,5%, enquanto 21% afirmam que a Selic ficará em 9,25%. Já previsões de 9% e 9,75% ou mais foram apontadas por 20%, respectivamente.

Na média, os entrevistados projetam juros de 9,26% até o final do ano.

Perguntados sobre quem preferiam como sucessor de Roberto Campos Neto, presidente do BC, a maioria citou os atuais diretores Paulo Picchetti (26%), seguido de Gabriel Galípolo (21%).

Esse cenário pode ser afetado pelo que o mercado considera o maior risco do governo Lula: o intervencionismo na economia, apontado por 50% dos entrevistados. Em segundo lugar, vem o estouro da meta fiscal (23%) e a perda de popularidade do presidente (19%).

A avaliação pode ser explicada pela opinião sobre fatos recentes envolvendo a Petrobras e a Vale. Para 97% dos entrevistados, a decisão da estatal de não pagar dividendos extraordinários aos investidores foi uma decisão errada, e 85% veem reflexos negativos na bolsa de valores.

Mas o mercado espera que a decisão seja revertida: 52% acreditam que a distribuição dos dividendos da estatal será feita ainda este ano, contra 29% que esperam a transformação desses recursos em investimentos.

No lado da Vale, 89% avaliam que uma possível interferência do governo na escolha do futuro CEO poderia afetar os investimentos estrangeiros no Brasil.

Outros 57% disseram que as declarações de Lula sobre as duas empresas os fizeram mudar sua carteira de investimentos.

Essa é a sexta edição da pesquisa quantitativa intitulada “O que pensa o mercado financeiro”, da Genial/Quaest.

Ao todo, foram realizadas 101 entrevistas com fundos de investimento com sede no Rio de Janeiro e em São Paulo, entre os dias 14 e 19 de março. As entrevistas foram feitas online, através da aplicação de questionários estruturados.

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Opinião

Chamando de aberração os juros do BC, mercado anuncia queda da taxa Selic na próxima reunião do Copom

Há uma nítida irritação do mercado com Campos Neto, que reclama de uma taxa de juros que, comparada à previsão de inflação em 2024, soma quase 10% de juros reais.

Diante de um frio realismo, os analistas chamam esse ganho, que esguicha do lombo dos brasileiros direto para os muitos ricos, rentistas e banqueiros, de juros obscenos.

Na verdade, a maior atenção da economia é para o próximo Copom. Ou seja, é o fim oficial de uma mentira sistemática com os quatro anos de Paulo Guedes e governo Bolsonaro.

Mais que isso, há uma mobilização natural da economia que, a partir do grau de confiança no governo Lula, os gráficos mostram o caminho idêntico que o Brasil tomou em 2003, também com Lula.

Diante de uma bagagem degradante que Lula pegou de FHC e, agora herdou de Bolsonaro, seu governo tem transformado continuamente, num processo de inversão, ou seja, de melhoria no ambiente econômico e, consequentemente, na vida dos brasileiros.

O fato que, em última análise, é que todo aquele processo ultradoloroso que os brasileiros viveram com Bolsonaro, que produziu milhões de miseráveis, a partir do posto Ipiranga, protagonizado pelo último remanescente dos Chicago Boys, o pinochetista Paulo Guedes, já é passado.

Essa é a razão do mercado olhar para a bolsa de forma tão otimista. O que já está sendo anunciado é a queda de juros que devora empresas e o orçamento doméstico dos brasileiros.

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Opinião

Ao mercado o que é do mercado, ao Brasil o que é do Brasil

Não se chega a 33 milhões de miseráveis por acidente. Somente uma plutocracia pode chegar a um feito desse. Pior, isso revela o quanto uma classe de abastados pode sequestrar uma nação, ou seja, a riqueza produzida pelo povo, sem que se perceba que um mecanismo nefasto com capacidade de pressionar governos fracos, frouxos e vis, como foi o de Bolsonaro e Temer, opera para beneficiar uma minoria em detrimento da imensa maioria .

Ora, qualquer sujeito, e não precisa ser economista, entende que isso não é economia, mas sim rapinagem, pilhagem, roubo descarado, utilizando a força do dinheiro para impor políticas que anabolizem ainda mais essa força, sugando o hormônio que poderia fazer crescer o país.

É essa maromba financeira que faz o dinheiro crescer sozinho, assim como os músculos de um marombeiro anabolizado.

É isso que está em questão no chilique dos homens do dinheiro grosso, a quem a mídia chama de mercado, como se isso não fosse o exercício de poder e, muitas vezes, de governo das classes abastadas, como é a tradução do governo Bolsonaro. Um governo que promoveu uma profunda desigualdade de renda e uma tragédia social inimaginável.

Tudo isso acontece porque os ploutos se acham os próprios deuses do poder, ou seja, essa gente de sangue azul é quem controla a grande riqueza nacional.

Na verdade, a plutocracia, que é irmanada com a corporocracia, nesses tempos bicudos do Brasil, brindou-nos com o mais duro, o mais extremista pensamento neoliberal que é o esteio do fascismo nacional.

Trocando em miúdos, o que essa gente quer é a destruição, a demolição e o desmanche do Estado para que as oligarquias tenham o controle de cada grão de arroz, de cada gota de água e de cada gota de combustível, com o domínio total de poder e a predominância absoluta dos ricos em todo o país.

Daí esse faniquito dos muito ricos do mercado contra o financiamento público do desenvolvimento nacional, através do BNDES e a não privatização da Petrobras.

Em resumo e definição, é isso.

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