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Moraes envia à PGR pedido para incluir Moro na investigação sobre Milícias Digitais

Sem provas, o ex-juiz suspeito insinuou que eleição de 2022 foi ilegítima e fez ataques ao presidente Lula

Pré-candidato ao governo do Paraná e ex-juiz declarado suspeito pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o senador Sergio Moro (PL-PR) está na mira do Inquérito das Milícias Digitais após o ministro do STF Alexandre de Moraes encaminhar à Procuradoria-Geral da República (PGR) um requerimento para que o parlamentar seja formalmente incluído na investigação. A informação foi publicada nesta quinta-feira (26) pela Carta Capital.

Sem qualquer embasamento, Moro colocou em dúvida a legitimidade do resultado das eleições presidenciais de 2022, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) derrotou Jair Bolsonaro (PL). O autor do pedido enviado à PGR foi o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ). De acordo com o 247, a Procuradoria tem cinco dias para se manifestar, e após receber o parecer do procurador-geral da República, Paulo Gonet, Moraes poderá expedir uma decisão sobre a inclusão de Moro no inquérito.

O gatilho para o pedido foi uma fala do senador durante cerimônia de filiação ao PL, realizada na última terça-feira (24). Na ocasião, Moro afirmou: “A visão que o cidadão tem é que o nosso presidente da República hoje, que não é nosso, mas foi eleito — entre aspas — aqui no Brasil está do lado dos criminosos e minimiza o crime a todo momento.” A declaração foi interpretada como mais um capítulo na disseminação de narrativas que contestam a validade do processo eleitoral brasileiro.

De acordo com Lindbergh Farias, ao sustentar esse tipo de discurso, Moro contribui para manter em circulação o que o parlamentar classificou como “o repertório simbólico da fraude, da suspeição eleitoral e da ilegitimidade institucional” — argumento central para embasar o pedido de inclusão do senador no inquérito.

Histórico polêmico
O histórico de Sergio Moro é marcado por controvérsias judiciais e políticas. Ex-juiz federal da Operação Lava Jato em primeira instância, Moro teve sua suspeição declarada pelo próprio STF em 2021, decisão que culminou na devolução dos direitos políticos do presidente Lula.

Após a condenação que retirou Lula da corrida eleitoral de 2018, Moro aceitou o convite de Jair Bolsonaro para ocupar o Ministério da Justiça, cargo que exerceu até abril de 2020, quando pediu demissão em meio a uma crise com o então presidente. Anos depois, em 2023, o ex-magistrado foi derrotado no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo por fraude em domicílio eleitoral, ficando impedido de concorrer pelo estado paulista.

O Inquérito das Milícias Digitais investiga a organização e o financiamento de redes de desinformação voltadas a atacar instituições democráticas brasileiras, incluindo o próprio STF. A eventual inclusão de Moro no inquérito ampliaria o alcance das investigações a um dos nomes mais proeminentes da oposição ao governo federal.


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O humor da Globo com o STF quando o Supremo condenou Moro por sua parcialidade e libertou Lula

A ferocidade de Merval Pereira contra os ministros do STF exige de nós uma lembrança simples. A Globo, que era sócia de Sergio Moro na Lava Jato com toda orientação estética imposta durante aquele espetáculo de cartas marcadas, comandado por Moro, era parte da podridão dos Marinho, o que significa que a conclusão do STF de que Moro era parcial, tendencioso, faccioso, favorável aos interesses da direita e, logicamente, suspeito como juiz da Lava Jato, todos esses atributos cairam com perfeição no colo da própria mídia, que até hoje trata Moro e sua Lava Jato como operação heróica, mesmo sabendo que o ex-juiz, junto com Deltan Dallagnol, tentou roubar R$ 2,5 bilhões da Petrobras.

Todas as revelações do Intercept, trouxeram à luz o concluio dos dois vigaristas para condenar Lula sem qualquer priova de crime.

Merval, num papo na GloboNews com Natuza Neri, Flávia Oliveira e até com Miriam Leitão, em que seus colegas disseram que a mídia, ou seja, a própria Globo carregou a mão nos ataques injustíficáveis ao STF e Mercal se alterou, escomungando os ministros, dizendo que eles não mandam no Brasil.

O mesmo Merval, que escreveu um livro exaltando a farsa do mensalão e que lhe deu um desingonçado fardão da ABL, virou piada nacional.

Dia desses, num programa com Julia Duailibi, em que Marco Aurélio Mello e Ayres Brito eram os entrevistados, Marco Aurélio disse, em tom áspero contra o STF que, quando ambos eram ministros do Supremo jamais foram hostilizados na rua.

Então, fica a pergunta, eles alguma vez contrariaram os interesses da Globo em seus votos? Não. O que explica por que eles jamais foram hostilizados nas ruas porque jamais sofreram campanha negativa orquestrada pelos Marinho, como é feita contra o STF desde a liberdade de Lula.


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Moro pode estar por trás dos ataques a Moraes e Toffoli, do STF

Avaliação de ministros do Supremo é compartilhada por Kakay, Eugênio Aragão e Marco Aurélio de Carvalho: a Lava Jato sobrevive

Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) reagiram de forma contundente a integrantes da Polícia Federal (PF) e da Procuradoria-Geral da República (PGR) diante da suspeita de que remanescentes da operação Lava Jato ainda ocupam cargos estratégicos nesses órgãos. De acordo com avaliação presente no STF, essas estruturas estariam sendo utilizadas para promover ataques à Corte e criar desgaste político ao governo, segundo apuração de Tales Faria, do Correio da Manhã e 247.

A percepção de integrantes do Supremo é de que a antiga força-tarefa da Lava Jato permanece organizada e influente dentro das instituições. A suspeita ganhou força após episódios que envolveram investigações e decisões judiciais recentes, além de vazamentos e conflitos institucionais.

O advogado criminalista Antonio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, afirmou que há atuação de integrantes remanescentes da Lava Jato dentro da PF e da PGR. Segundo ele, essas movimentações estariam por trás de ataques direcionados aos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. “A Lava Jato está super estruturada ainda. Seus integrantes estão em postos chaves da PGR, e o Moro tem agentes da Polícia Federal absolutamente ligados a ele. Basta lembrar que quando o ministro Dias Toffoli expediu a liminar de busca e apreensão na 13ª Vara de Curitiba, demorou quase um mês para ser cumprida. Ele teve que nomear agentes específicos, da confiança dele”, declarou Kakay.

Na avaliação do advogado, a situação revela uma articulação mais ampla que envolveria o senador e ex-juiz parcial Sergio Moro (PL-PR), responsável por conduzir a operação Lava Jato quando atuava na 13ª Vara Federal de Curitiba. Kakay afirmou que há uma estratégia política voltada a atingir o STF e, indiretamente, o governo.

“Tudo isso é muito grave, muito grave. Tanto é que o Toffoli teve que nomear agentes da confiança dele para a investigação do Banco Master. E, com a saída dele, o ministro André Mendonça isolou a imprensa. Isolou também o Andrei Rodrigues [diretor-geral da PF] da condução do caso. Na verdade, existe uma campanha forte coordenada pelo Moro e pelos lavajatistas. Eles entendem que um tiro no Supremo Tribunal Federal hoje é um tiro no governo. É isso que está por trás”, afirmou Kakay, que integra o Grupo Prerrogativas.

O ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão também vê a presença de influência da Lava Jato em setores da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República. Segundo ele, a permanência dessa corrente dentro das instituições contribui para tensões entre investigadores e o Supremo. “De fato, tanto a área penal da PGR como a PF estão contaminados pelo lavajatismo. Falta bom senso. Mas também o protagonismo algo impróprio do STF nas investigações vem incomodando muito aos investigadores, que perdem um instrumento de alavancagem corporativa”, afirmou Aragão.

A mesma interpretação é compartilhada por Marco Aurélio de Carvalho, coordenador do Grupo Prerrogativas. Para ele, setores da oposição política teriam se aliado a remanescentes da Lava Jato na tentativa de enfraquecer o Supremo, com a expectativa de que isso produza efeitos negativos para o governo federal.

Segundo Carvalho, disputas internas dentro da Polícia Federal também estariam contribuindo para o ambiente de instabilidade e para a divulgação de informações reservadas. “É preciso levar em conta que a polícia também está em disputa. Daí esses vazamentos. O interessante é que, embora criminosos, são vazamentos reveladores. Aquilo que a oposição considerou uma bala de prata contra o governo, na verdade era uma bala de festim. Não encontram nada, por exemplo, contra o Fábio [Fábio Luís Inácio, o Lulinha]. Estava tudo declarado. O mais importante não é o que eles acharam, mas o que não acharam”, afirmou.

Nos bastidores do Palácio do Planalto, a principal preocupação seria identificar servidores alinhados ao lavajatismo que ainda ocupam posições estratégicas na Polícia Federal e na Procuradoria-Geral da República. A expectativa é que os dirigentes das instituições, como o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e a chefia da PGR, consigam mapear e afastar esses quadros de funções sensíveis.

Apesar disso, interlocutores do governo demonstram ceticismo quanto à possibilidade de mudanças rápidas nas estruturas internas dos órgãos. A avaliação é de que as disputas institucionais e corporativas podem dificultar qualquer reconfiguração imediata dentro da PF e da PGR.


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Contra Moro, o apito de cachorro do Globo silencia

Na seção denúncia do Globo, Merval Pereira, Malu Gaspar e Vera Magalhãoes usaram apito de cachorro contra Sergio Moro e Deltan Dallagnol no caso dos R$ 2,5 bilhões que, confessadamente, tentaram roubar da Petrobras? Não! Com todas as exclamações que gritam no seio da sociedade.

Uma notícia dessa, num jornal sério, com colunistas de fato independentes e ciosos de sua profissão, em qualquer lugar do planeta, exporiam tal tentativa de roubo em garrafais na primeira página. Mas por um motivo indecoroso, essas três figuras manjadas no ativismo “jornalismo de direita”, não ouviram e nem viram nada, mesmo que as fontes da informação tenham sido confessadas pelos próprios malandros, espertos que tentaram arrebatar, na cara dura, uma montanha de dinheiro que ultrapassa e muito tudo o que eles dizem ter recuperado aos cofres da Petrobras naquela fatídica indústria de delação premiada, montada por Moro e seus miquinhos adestrados de Curitiba, chamados de filhos de Januário, que passamos a conhecer pelas denúncias feitas pelo Intercept, batizadas de Vaza Jato.

Outra fonte confessa que revelou o esquema criminoso de Moro, na 13ª Vara de Curitiba, onde o juiz héroi da Globo era o próprio Deus.

Sobre provas, não há o que discutir, já que Dallagnol e Moro confessaram que haviam surrupiado tal quantia, devolvida à Petrobras pelo Sistema de Justiça dos EUA, em que os dois, por conta própria, rsolveram sequestrar para criar uma suposta fundação privada de combate à corrupção em que os próprios seriam os comandantes da bagatela e como ela seria utiluzada.

Isso, por si só, já deveria ter custado cadeia aos dois. Ninguém sabe porque cargas d’água isso não ocorreu, já que a denúncia acatada por Alexandre de Moraes, feitaqpela então PGR, Raquel Dodge, estava absolutamente correta, com a prova do crime e os dois, por ordem de Moraes, tiveram que devolver aos cofres públicos a bolada de R$ 2,5 bilhões.

Ou se começa do começo desse furdunço ou se viverá eternamente sequestrado por um sistema manco de corrupção dentro do próprio judiciário e do jornalismo industrial brasileiros em que uma mensagem, do alto do pódium corporativista, grita que na própria carne os meritíssimos sequer produzem um arranhão em seus pares.

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Chantagem?: A blindagem de Moro pela Globo, Faz Diferença

A primeira coisa que precisa ficar bem clara, e que não se comenta na mídia, é que a rede de proteção que Bolsonaro criou dentro do seu governo para se blindar, blindar seus filhos e comparsas, desembocou numa rede que Sergio Moro criou, dentro  fora do próprio governo, para chantagear ou detonar Bolsonaro na eleição de 2022, já que Moro, desde o princípio de suas ações, tinha um só objetivo, ser presidente da República e, sem medir esforços para destituir pessoas como operou na Lava Jato desde 2014, dennciou, via Globo, mostrando Aécio pedindo e recebendo propina da JBS. Em seguida, condenou e prendeu Lula semprovas e preparou seu bote frustrado contra Bolsonaro, que o pegou no pulo e o demitiu.

O sujeito é tão ordinário que saiu dizendo cobras e lagartos de Bolsonaro, depois, sem qualquer pudor, para se eleger senador, desdisse tudo o que havia dito.

Mas seu objetivo era vencer a eleição de 2022 para a Presidência da República por WO, mas deu ruim e Lula, como todos sabemos, saiu vitorioso. Já Moro, em franca decadência, teve que se contentar com a cadeira do Senado.

Método Moro de banditismo

O que ficou escancarado com a série de revelações da Vaza Jato, é que Moro queria e tinha controle do Ministério Público Federal do Paraná, operando, passo a passo, letra a letra, os caminhos que havia traçado para condenar e prender Lula, numa das maiores farsas jurídicas do Brasil.

Tudo, absolutamente tudo registrado e exaltado pela rede Globo, desde as operações à premiação de Moro com o troféu Faz Diferença no seu projeto de marketing político.

Da mesma forma, sabe-se agora que ele operou uma rede de grampos para chantagear desembargadores no famoso baile da cueca, denunciado, há poucos dias, pela Polícia Federal e que está na soma de crimes que deve levá-lo para a cadeia.

Seguindo na mesma pegada, em conluio com o Departamento de Justiça dos EUA, Moro, junto com Dallagnol, tentou surrupiar R$ 2,5 bilhões da Petrobras com a ridícula desculpa de que usaria a montanha de dinheiro para criar uma fundação privada com dinheiro público para combater corrupção, o qeu também na marca do pênalti no STF.

O que chama a atenção é o ensurdecedor silêncio da família Marinho com  tudo o que, comprovadamente, se sabe contra Moro.

Uma pergunta óbvia, Moro também chantageou o império Globo, já que, até hoje, detém uma indústria de massa que pode lhe custar a cabeça?


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O caso Moraes-Master é ofensiva contra o STF com a turma da Lava Jato e tem cheiro de 2013

A história ensina, mas não tem alunos, dizia Gramsci. Não estamos entrando em 2026, mas em 2013. Os personagens são os mesmos: Malu Gaspar, Merval Pereira, Fernando Gabeira, o grupo Globo, enfim. Atrás deles, o cordão do golpe na Folha, Estadão etc.

Merval confessou diversas vezes seu inconformismo com a “mudança de entendimento” do STF sobre a prisão de Lula. O porta-voz da Globo pediu na segunda (22) o impeachment de Alexandre de Moraes por causa de uma matéria da colega Malu a respeito de supostas conversas do ministro com Galípolo a respeito do Banco Master. O escritório da mulher de Moraes advoga para a empresa de Vorcaro.

Um dia depois, foi secundado por Joel Pinheiro da Fonseca, da Folha, também falando em impeachment (aquele que defende que pobres vendam seus órgãos para ganhar uns trocados).

No fim desse túnel está a libertação de Bolsonaro e, nos sonhos molhados da turma, a queda de Lula. Um quarto mandato para o Barba é demais. Precisamos de uma terceira via. Ainda que alimentemos o bolsonarismo.

O ministro Alexandre de Moraes, sem dúvida, precisa se explicar sobre a relação do escritório de sua mulher com o Banco Master, pode não ser ético, mas não é ilegal. Ele publicou uma nota dizendo que, “em virtude da aplicação da Lei Magnistiky, recebeu para reuniões o presidente do Banco Central, a presidente do Banco do Brasil, o Presidente e o vice-presidente Jurídico do Banco Itaú. Além disso, participou de reunião conjunta com os Presidentes da Confederação Nacional das Instituições Financeira, da Febraban, do BTG e os vice-presidentes do Santander e Itaú”.

“Em todas as reuniões, foram tratados exclusivamente assuntos específicos sobre as graves consequências da aplicação da referida lei, em especial a possibilidade de manutenção de movimentação bancária, contas correntes, cartões de crédito e débito”, continuou.

Que se apure. O que está em jogo, porém, não é o fato específico. O que realmente está acontecendo é uma ofensiva contra o STF. O mau cheiro engloba a histeria coletiva — inclusive de parte de “setores progressistas” — em torno de um “acordão” do Congresso, do Executivo e do Supremo para aprovar o PL da Dosimetria. Tudo, novamente, baseado em especulação, em fontes em off e na eventual criminalização da política.

“Acordão”, “mensalão”, “petrolão”… pronto. Receita de sucesso para se ressuscitar aquele udenismo maroto, aquela cantilena “contra a corrupção” que faz a festa de gente como o senador Alessandro Vieira e os órfãos da Lava Jato. A Lava Jato independe de Moro e Dallagnol, queimados, porque é um estado de espírito. Vieira, amigo de Moro que pediu a cabeça de Moraes em 2019, é o redentor.

Alessandro Vieira já avisou que está coletando assinaturas para uma CPI contra Moraes. Damares embarcou correndo. O trem não vai parar em Moraes, assim como o golpe não ficou no impedimento do Dilma.

A última estação é o Palácio do Planalto. Ça vas sans dire.

O conluio da República de Curitiba com a mídia quase destruiu um país. Em nome de limpar o Brasil, canalhas foram às ruas gritando que “o gigante acordou” (ah, essas palavras de ordens incrivelmente piegas e imbecis). Barroso, Fachin e Fux (in Fux we trust) eram os paladinos da moral. Não por acaso, Fachin é o homem que vai higienizar o Supremo com seu código de conduta, tema permanente dos colunistas preocupados com os rumos do país.

Os nomes se repetem, as cascatas também. No “18 Brumário”, de Marx, o golpista era Luís Bonaparte, sobrinho do Corso. “A história se repete, primeiro como tragédia, depois como farsa”, escreveu ele. Sim, eu sei que é manjado.

*Kiko Nogueira/DCM


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Perto de Moro e Dallagnol, Sóstenes e Jordy são trombadinhas

O que é um peidinho, se comparado a uma cueca toda cagada?

Agora, estamos aprendendo o que o uso de uma instituição do Sistema de Justiça pode produzir de nefasto ao país.

Não foi sem motivos que a Globo deu a Sergio Moro o troféu Faz Diferença. Ele e seu sócio, Deltan Dallagnol, cometeram crimes de todas as formas e texturas. Claro que, a que mais desafia a justiça é a tentativa de roubo de R$ 2,5 bilhões, com a cretina e esfarrapada desculpa de que utilizariam esse dinheiro roubado da Petrobras, para montar uma fundação privada e, logicamente, administrada pelos dois, com intuito de “combater a corrupção no país.

Moro e Dallagnol são os rostos mais bandidos do Brasil. Afirmamos isso pela bolada bilionária que tentaram saquear dos cofres públicos, mas foram impedidos por Alexandre de Moraes, a pedido da então PGR, Raquel Dodge.

Ou seja, a dosimetria que Moro anda defendendo, foi projetada a modo e gosto elo sacripanta curitibano para livrar sua cara e a de Dallagnol, porque sabem que Flavio Dino não perdoará os dois corruptos confessos.

Convenhamos, os milhões que Sóstenes e Jordy movimentaram, na forma mais abjeta de corrupção, perto do monumento que Moro e Dallagnol tennaram desviar para suas contas, é troco de bala, não que do caso Sóstenes/Jordy seja pouco dinheiro, é muito, coisa de ladrão robusto.

Mas sejamos honestos, eles ainda são aprendizes em comparação aos comandantes chefes da falange criminnosa de Curitiba.

Os âncoras da Lava Jato, que posaram de paladinos da moral, do combate à corrupção, não são apoiadores contumazes de Bolsonaro impunemente, tem método, afinidade e operação sequenciada.

Por isso o Brasil inteiro está em compasso de espera para ver esses dois larápios fazendo companhia para Bolsonaro na Papuda, o que não alivia para os dois megavigaristas, Sóstenes e Jordy, premiados com corrupção por fortuna pública.

Que a cadeia abrace os quatro o mais breve possível.

É pra ontem!


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Enrascado: Moro ataca jornalista que divulgou grampo, “publica ‘furo'”

Em publicação nas redes, Moro fez ataque grosseiro à “jornalista publica ‘furo’ no UOL” após Daniela Lima revelar que a PF encontrou despacho em que o ex-juiz mandou grampear autoridades com foro privilegiado.

Alvo de investigação da Polícia Federal (PF), que realizou busca e apreensão na 13ª Vara Federal de Curitiba, o ex-juiz e atual senador Sergio Moro (União-PR) fez um ataque grosseiro à jornalista Daniela Lima, do portal Uol, que nesta quinta-feira (17) divulgou a informação de que os investigadores encontraram um despacho que mostra que ele mandou grampear autoridades com foro privilegiado quando atuava como juiz.

Em publicação na rede X, Moro ataca que “jornalista publica ‘furo’ no UOL de que eu teria, em 2005, grampeado ilegalmente o ex-Presidente do TCE/PR”.

O tom da publicação remete a 18 de fevereiro de 2020, quando o então presidente Jair Bolsonaro (PL), a quem era subordinado, fez um ataque misógino à jornalista Patrícia Campos Mello, da Folha de S.Paulo, que, segundo a Forum,  divulgou reportagem sobe esquemas de disparo massivo de mensagens por WhatsApp durante a campanha de 2018.

“Ela queria dar o furo a qualquer preço contra mim”, disse Bolsonaro, que foi condenado a pagar indenizações por danos morais à jornalista, por ofensas de cunho sexista e machista.

No longo texto na rede X, Moro afirma que a reportagem de Daniela Lima no Uol “primeiro, não é furo, a mesma jornalista havia dado idêntica matéria em 2023. Segundo, o fato ocorreu em 2005, há 20 anos, quando um criminoso colaborador, ladrão de consórcios, se dispôs a gravar seus interlocutores suspeitos de variados crimes em investigações derivadas do caso Banestado”.

“Essa colaboração findou em 2005, sem qualquer relação com a Lava Jato. Estranhamente, esses factóides são ressuscitados no momento em que é revelado que Lulinha está sendo investigado pela PF por suspeita de envolvimento no escândalo do roubo do INSS”, ataca, em tom de desespero.

Disse Moro no X:

Então vamos lá, jornalista publica “furo” no UOL de que eu teria, em 2005, grampeado ilegalmente o ex-Presidente do TCE/PR. Primeiro, não é furo, a mesma jornalista havia dado idêntica matéria em 2023. Segundo, o fato ocorreu em 2005, há 20 anos, quando um criminoso colaborador, ladrão de consórcios, se dispôs a gravar seus interlocutores suspeitos de variados crimes em investigações derivadas do caso Banestado. O entendimento do STF na época era que a gravação feita pelo próprio interlocutor não demandava autorização judicial. Então um conselheiro do TCE foi gravado e é só, tudo com registro nos autos. Foi a única autoridade de foro então gravada e o áudio não foi utilizado para nada. Essa colaboração findou em 2005, sem qualquer relação com a Lava Jato. Estranhamente, esses factóides são ressuscitados no momento em que é revelado que Lulinha está sendo investigado pela PF por suspeita de envolvimento no escândalo do roubo do INSS. Estou na CPMI do INSS e defenderei, independentemente de intimidação ou de factóides, que o fato seja investigado.


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Vídeo – Ex-juíza diz que foi agredida por Moro na 13ª Vara: “Me pegou pelo pescoço e me ameaçou”

Luciana Bauer afirma que levou o caso ao então ministro do STF Teori Zavascki, que morreu no mês seguinte em um acidente aéreo

Uma acusação gravíssima pode complicar ainda mais a vida do ex-juiz e atual senador Sergio Moro (União-PR), que está na mira da Polícia Federal (PF) após operação deflagrada na 13ª Vara Federal de Curitiba no âmbito de uma investigação que apura denúncias feitas pelo empresário Tony Garcia.

Em entrevista ao Brasil 247 veiculada neste sábado (6), a ex-juíza federal Luciana Bauer afirmou que foi fisicamente agredida por Sergio Moro quando ambos atuavam na Justiça Federal em Curitiba, no período da Operação Lava Jato.

Segundo Bauer, o episódio ocorreu dentro de um elevador reservado a magistrados da 13ª Vara Federal. Ela relata que a agressão aconteceu depois que se recusou a aceitar supostas pressões e interferências relacionadas ao cumprimento de um habeas corpus.

“Me pegou pelo pescoço”
De acordo com seu depoimento, Moro a abordou logo após ela ter confrontado servidoras da vara sobre a supressão de uma ordem de soltura que deveria ter sido cumprida. Dentro do elevador, diz a ex-magistrada, o então juiz tomou uma atitude violenta.

“Assim que fechou o elevador, ele segurou a minha garganta”, afirma. Questionada sobre a cena, detalhou:

“Ele segurou minha garganta com a mão, como se fosse enforcar você. Falou o quê? ‘Fica quieta, fica quieta, entendeu?’”.

Bauer diz ter entrado em choque com o episódio, que descreve como um divisor de águas em sua vida pessoal e profissional. “Eu era uma pessoa que recentemente tinha tido um filho e o meu leite secou”, conta.

Temendo represálias e afirmando que não confiava nas instâncias internas da Justiça Federal para relatar a agressão, ela buscou o então ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, de quem era próxima.

Segundo Bauer, ela mal conseguia falar sobre o caso quando o procurou. E lembra o que ouviu do ministro: “Não se preocupa, só fala comigo, não fala para mais ninguém”. Teori morreu semanas depois, em janeiro de 2017, em um acidente aéreo em Paraty.

Veja vídeo com trecho do depoimento:

 

A ex-juíza também afirma que, após o episódio, passou a sentir-se vigiada e temeu por sua segurança e de sua família. Segundo relatou na entrevista, diariamente observava um carro da Polícia Federal passar diante de sua casa, o que a levou a comprar um veículo blindado. “Uma juíza previdenciária comprou um carro blindado. É a prova que eu tenho”, diz.

Bauer afirma que tentou denunciar irregularidades da 13ª Vara Federal e o que descreve como uma “entidade mafiosa” ligada à Lava Jato, mas que “ninguém fez nada”. Segundo ela, a estrutura teria atuado para encobrir abusos, mantido práticas ilegais e se fechado contra quem tentasse expor problemas, segundo a Forum.

Ao falar sobre o impacto psicológico de tudo o que viveu, Bauer diz que chegou a desenvolver sintomas graves. “Eu adquiri, por exemplo, taquicardia quando eu falo do meu próprio caso”, relata, acrescentando que o ambiente de isolamento e hostilidade a levou a considerar abandonar a carreira — decisão que acabou tomando.

Hoje atuando como advogada e vivendo nos Estados Unidos, Bauer afirma que seu depoimento busca incentivar outras vítimas de violência, inclusive dentro de instituições do Estado, a romperem o silêncio.

Até a publicação desta matéria, Sérgio Moro não havia se pronunciado sobre as acusações. O espaço está aberto para eventual manifestação.

A ex-juíza também afirma que, após o episódio, passou a sentir-se vigiada e temeu por sua segurança e de sua família. Segundo relatou na entrevista, diariamente observava um carro da Polícia Federal passar diante de sua casa, o que a levou a comprar um veículo blindado. “Uma juíza previdenciária comprou um carro blindado. É a prova que eu tenho”, diz.

Bauer afirma que tentou denunciar irregularidades da 13ª Vara Federal e o que descreve como uma “entidade mafiosa” ligada à Lava Jato, mas que “ninguém fez nada”. Segundo ela, a estrutura teria atuado para encobrir abusos, mantido práticas ilegais e se fechado contra quem tentasse expor problemas.

Ao falar sobre o impacto psicológico de tudo o que viveu, Bauer diz que chegou a desenvolver sintomas graves. “Eu adquiri, por exemplo, taquicardia quando eu falo do meu próprio caso”, relata, acrescentando que o ambiente de isolamento e hostilidade a levou a considerar abandonar a carreira — decisão que acabou tomando.

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Política

A PEC da Bandidagem de Moro

Geralmente, um picareta usa frase de efeito para apresentar uma mensagem específica, seja ela um post próprio ou de outra pessoa, contextualizando o conteúdo que será mostrado a seguir.

Assim, Moro, formado na escola do crime da República de Curitiba, apresentou sua proposta para a PEC da Bandidagem, modelo lavajatista.

Aquele juiz cretino, que negociou a cabeça de Lula com Bolsonaro e Paulo Guedes em troca de status de ministro da justiça, tenta, num cerca Lourenço bobalhão, requentar o lixo da PEC da Bandidagem derrotada nas ruas no último domingo.

O grande Glauber Braga escreveu:

“Quer dizer que Moro quer salvar algo da PEC da Blindagem no senado? Nenhuma novidade. Nunca enfrentou de verdade a corrupção.

O sujeito estava sumido e quando aparece é para passar essa vergonha.

O povo brasileiro já deu o recado. Essa proposta tem que ir para a lata de lixo!”


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