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Política

Sob Tarcísio, população em situação de rua praticamente dobra em São Paulo

Explosão da população em situação de rua expõe também o fracasso social na gestão Tarcísio

Na capital, o número ultrapassa 96 mil pessoas e mais de 143 mil em todo o estado, conforme dados oficiais recentes. O total representa cerca de 27% de todas as pessoas sem teto no Brasil.

O crescimento acelerado da população em situação de rua em São Paulo tornou-se um dos mais contundentes retratos da crise social enfrentada pelo estado. Dados recentes mostram que o número de pessoas vivendo nas ruas praticamente dobrou durante a gestão de Tarcísio de Freitas, evidenciando que o problema está longe de ser resolvido, como prometeu o governador A ausência de uma política pública robusta de prevenção, acolhimento e reinserção social tem agravado um cenário que já era preocupante.

A realidade é visível nas ruas da capital e de diversas cidades do interior. Barracas improvisadas, ocupação de praças, viadutos e calçadas passaram a fazer parte da paisagem urbana, enquanto cresce também a demanda por alimentação, atendimento médico, assistência social e moradia. Organizações que atuam diretamente com essa população relatam aumento constante na procura por ajuda, ao mesmo tempo em que denunciam insuficiência da rede de atendimento.

Especialistas apontam que o fenômeno resulta da combinação de fatores como desemprego, perda de renda, aumento do custo da moradia, dependência química, problemas de saúde mental e rompimento de vínculos familiares. Diante desse quadro complexo, políticas centradas apenas na retirada de pessoas das ruas ou em ações pontuais tendem a produzir resultados limitados, sem enfrentar as causas estruturais da exclusão.

Críticos da administração de Tarcísio afirmam que faltou prioridade política para enfrentar a questão. Em vez de ampliar programas de habitação social, atendimento multidisciplinar e reinserção no mercado de trabalho, o governo teria concentrado esforços em medidas de impacto imediato, incapazes de alterar a trajetória de crescimento da população em situação de rua.

O aumento desse contingente representa não apenas um drama humanitário, mas também um indicador do enfraquecimento das políticas de proteção social. Quando milhares de pessoas passam a viver sem acesso à moradia, alimentação adequada e serviços básicos, evidencia-se uma falha coletiva do poder público em garantir direitos fundamentais previstos na Constituição.

Mais do que números, a expansão da população em situação de rua revela histórias de perda, vulnerabilidade e abandono. Enfrentar esse desafio exige planejamento, investimento contínuo e integração entre políticas de assistência social, saúde, emprego e habitação. Sem uma estratégia consistente, a tendência é que o problema continue crescendo, aprofundando a desigualdade e tornando cada vez mais difícil a reconstrução da dignidade dessas pessoas.


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Política

Congresso não prioriza matérias essenciais à população, diz senador Omar Aziz

Senador ilustra desordem ao citar a matéria sobre o tratamento de doenças raras pelo SUS, que está há sete anos sem votação.

O Congresso Nacional tem deixado de priorizar matérias que atendem às necessidades da população. Há aquelas, inclusive, que estão paralisadas há muito tempo, em educação, segurança e saúde, como o tratamento de doenças raras pelo SUS.

A opinião é do senador Omar Aziz (PSD-AM), entrevistado pelo jornalista Luis Nassif no programa TVGGN 20 Horas [assista abaixo]. Omar exemplifica a desordem ao citar a matéria sobre o tratamento de doenças raras pelo SUS, que está há sete anos sem votação.

“O Senado tem uma matéria que voltou à Comissão de Assuntos Econômicos na terça-feira, que está há 7 anos no Congresso Nacional e não foi votada, mas em 24 horas se votou a saidinha [de presos]. É uma loucura, tem que fazer um levantamento”, defende. 

Para impedir que assuntos cruciais se arrastem por tanto tempo, de acordo com o senador, deve-se evitar que possibilidades sobre decisões monocráticas do Supremo Tribunal Federal ou outras pautas menos urgentes, mas midiáticas, ocupem o espaço que deveria ser dedicado a resolver problemas essenciais para o país, e que não podem esperar.

“O presidente Arthur Lira [Câmara] e o presidente Rodrigo Pacheco [Senado] deveriam pegar essas matérias que estão há muitos anos [paradas] e definir o que é prioridade para a população brasileira. Matérias que diariamente a população está precisando que seja aprovada, algo que a beneficia, e que são engavetadas no Congresso. Por ser bicameral, não adianta aprovar no Senado e quando chega na Câmara, ela não anda, ou vice-versa”, explica o senador.

 

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Mundo

Jornalistas de direita na Argentina recomendam que população ajude o presidente com ‘a nova realidade’ e faça apenas uma refeição por dia

Circula no X (ex-Twitter) o comentário de dois jornalistas do canal La Nación+ (que já apoiou a ditadura e agora apoia o novo presidente de ultradireita Javier Milei) justificando os períodos difíceis que a população argentina deve enfrentar.

Para eles, um deles sendo Eduardo Serenellini, a solução diante do arrocho salarial e da brusca disparada dos preços, seria a população colaborar “diante da nova realidade” realizando cortes em suas despesas, inclusive passando a fazer apenas uma refeição por dia.

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Lula presidente

Lula consulta população sobre horário de verão: mais de 1 milhão de votos e resultado surpreendente

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda não assumiu oficialmente a presidência, mas a transição de governo vem avançando e o petista já vem trabalhando em algumas mudanças. Uma delas é com relação ao horário de verão.

Nesta segunda-feira (7), Lula foi às redes sociais para fazer uma consulta junto à população: “O que vocês acham da volta do horário de verão?”, questionou o presidente eleito em uma enquete publicada no Twitter.

Às 21h24, mais de três horas após a publicação da enquete, mais de 1 milhão de pessoas já tinham respondido e a maioria esmagadora, até o momento, é a favor da volta do horário de verão.

O horário de verão parou de ser adotado em 2019 após decreto do ainda presidente Jair Bolsonaro (PL), que interrompeu uma sequência que começou em 1985 e não havia sido interrompida anteriormente. A justificativa do mandatário, à época, era de que a medida ajudaria a economizar energia elétrica. Estudos apontam, porém, que é justamente o horário de verão que culmina em mais economia.

A primeira vez em o horário de verão apareceu nos calendários e relógios brasileiros foi em 1931, durante o primeiro governo de Getúlio Vargas. Em 2008, o então presidente Lula regulamentou o horário de verão, determinando que começasse sempre à meia noite do terceiro domingo de outubro, quando se adianta uma hora no relógio. Seu final ficou marcado para o terceiro domingo do mês de fevereiro seguinte, quando os relógios atrasariam uma hora.

*Com Forum

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Vídeo: Santos Cruz, quem?

General Santos Cruz dá uma declaração para a população se rebelar contra Bolsonaro e se transforma em rit nas redes sociais, no momento em que muitas pessoas se esquecem que ele fazia parte da escumalha que governa esse país. Vamos lembrar um pouco quem é o general.

Assista:

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Revoltada, população joga bosta de cavalo em Carreatas de bolsonaristas em Santa Catarina

Em Florianópolis, a população jogou bosta de cavalo nos carros que participavam da manifestação contra a quarentena e em apoio a Bolsonaro.

Em oposição à quarentena, manifestantes foram às ruas para uma carreata na tarde desta sexta-feira (27). Na Capital, o movimento foi estimulado pelo movimento “Conservadorismo Floripa”, e reuniu cerca de 20 veículos”, relata o blog Política Hoje.

O ato endossa o posicionamento de Bolsonaro, que afirma que o “povo quer trabalhar”. Em seu Facebook, Jair Bolsonaro compartilhou um vídeo das manifestações de Balneário Camboriú.

A proposta é isolar apenas as pessoas mais vulneráveis (idosos, asmáticos, diabéticos) e manter o restante da população em atividade normal.

Durante uma carreata, a população acabou jogando bosta de cavalo nos carros.

 

 

*Com informações do 247