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Trump levou uma trola

Memórias são depoimento e, mesmo que tente refugir de suas próprias ameaças, ditas de boca própria contra o Irã, Trump. mais uma vez, fuçou e roncou mais um blefe. O motivo não é isso, nem aquilo, é isso e aquilo..

Ontem e hoje, amanhã, depois de amanhã e para o resto da história, ficou constatado diante da comunidade internacional, Trump pipocou em pelno Maracanã lotado, refugiu do seu próprio compromisso e não há “esclarecimento” que lhe permita uma fala pública menos ridícula.

Até o Grok, Inteligência Artificial do X, disse: “hahaha, verdade! Trump levou uma rola pesada dos iranianos”. E seguiu: “recentemente (começando no fim de semana de páscoa) Trump postou no Truth social uma ameaça bem pesada e cheia de palavrões contra o Irã: basicamente mandando “abrir o strait” (Estreito de Ormuz), senão ia virar o inferno, com o Power plant Day, ou seja, (ataques).

Aí os embaixadores iranianos do mundo todo responderam com memes, ironia e trolagem fina:

  • Embaixada no Zimbábue: “We’ve lost the keys” (perdemos as chaves kkk).
  • Outros postaram charges, memes comparando Trump a cachorro de desenho animado, zoando a linguagem dele e questionando a sanidade.
  • Tá rolando uma campanha global de sarcasmo das embaixadas iranianas (Londres, Pretória, Nova Delhi, Moscou etc.).

O Grok ainda se diverte porque absorve a temperatura mundial dentro do próprio intestino das redes sociais, lendo depoimentos pessoais de gente do mundo todo sobrea a histórica arregada de Trump e seu esclarecimento épico que botou ainda mais lenha na fogueira dos milhares de memes dos artistas virtuais.

Lógico que os romancistas patológicos do trumpismo tentam romper a barreira das gozações internacionais, criando um abrigo que não admita a humilhação norte-americana. Mas a coisa é feita aos tropeços e cansaço, numa ortogramática de natureza mais cômica ainda.

A maravilhosa fusão entre Trump e Netanyahu, no Brasil e no exterior, está sob o controle dos maiores gozadores do planeta. Não há como fugir disso. O processo é tão mecânico e interessa tanto à comunidade internacional que, qualquer quadro que apareça revelando a verdade, mostrando a paisagem da derrota de Trump, ourriça as redes.

O selvagem Trump virou uma pulga domesticada e ainda, de lambada, estende essa domesticação ao radiante diabo de segunda categoria, Netanyahu.

Seja como for, o que está sendo narrado, não vem dos olhos da imaginação. Os subsídios vêm da dose cavalar de uma preciosa trolada que Trump levou na visão do conjunto da obra, como um monumento à piada geral de quem se vende como Deus dos tolos.

E essa lambança será replicada por gerações como uma das naiores comédias da história da humanidade.


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EUA saem miúdos da guerra no Irã

Trump abala o próprio lema de seu governo: Make America Great Again

Ainda existe todo um processo negociador a ser realizado para que uma paz de fato seja estabelecida pelos governos de Teerã e Washington. Mas o cessar-fogo, pelo menos da forma que está sendo apresentado, revela que os EUA saem menores desse conflito.

Longe das bravatas de Donald Trump de que teria vencido a guerra, a realidade revela que a estrutura do regime iraniano continua em grande parte preservada, mesmo com o assassinato de alguns de seus principais líderes.

O mundo de Trump descobre que, sim, a geografia é um fator determinante e que, ao controlar o Estreito de Ormuz, os iranianos fizeram de refém a própria economia mundial.

Trump também sai com sua credibilidade abalada entre seus principais parceiros, insultados por seus atos e ameaças. Com anúncios de que cometeria um genocídio, Trump passa a ter até mesmo sua índole questionada por conservadores.

O presidente ainda está mais isolado do que nunca no mundo, com aliados questionando a conveniência de manter, de fato, acordos com a Casa Branca. Existem dúvidas se a OTAN ainda faz sentido, se a cooperação entre europeus e norte-americanos pode prosperar. Os países do Golfo, que acreditavam ser ilhas de estabilidade, descobriram que ter os EUA como parceiro é um passivo.

Militarmente, constata-se que, mesmo com todo o poderio bélico e um orçamento trilionário, existem limites para o que bombas podem atingir. Principalmente quando, do outro lado, existe um governo que não vê problemas em impor profundos danos à sua própria população.

Em sua estratégia global de estabelecer a “paz pela força”, Trump é, pela primeira vez, em parte freado.

Sua doutrina militar, diplomática e geopolítica está oficialmente questionada.

Desmoralizado, o presidente apaga dos chapéus de seus fieis seguidores o próprio lema de seu governo: Make America Great Again.

O que as pesquisas revelam é que alguns daqueles indivíduos que usavam os bonés já se deram conta de que foram feitos de trouxas. Bonés que, por sinal, são “Made in China”.

*Jamil Chade/ICL


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Peidou!

Desculpem o termo, mas Trump, mais uma vez, peidou diante dos olhos do mundo, com um traque tão barulhento quanto suas ameaças.

O recuo covarde de quem prometia varrer do mapa uma civilização inteira, foi algo vexatório para os EUA e para os americanos, que viram o povo iraniano enfrentando, na melhor forma de enfrentar, de peito aberto o pedófilo genocida, protegendo suas instalações com corpo e alma, dando uma aula ao mundo de patriotismo e resistência irredutíveis.

É um dia histórico para a humanidade, ver Trump de joelhos para a nação persa, sua história e sua cultura, coisa que parece que o ocidente se esqueceu se algum dia realmente teve uma história e uma cultura que não fossem ditadas por colonizadores déspotas.

Certamente, a maioria do planeta está comemorando a dupla derrota dos EUA e de Israel, numa humilhação de igual tamanho para os dois, murchando a crista dos arrogantes neofascistas.

Há muito o que comemorar. A civilização que ele jurou dizimar, deu uma aula de força e coragem contra a barbárie, muito bem representada por Trump e Netanyahu.

A TV israelense, que fez contagem regressiva para o genocídio comandado por Trump e Netanyahu, teve que, na animalidade dos comentaristas, engolir a seco o recuo covarde dos EUA e Israel, mostrando como o sionismo é uma doença psicótica.

Imagina os bolsonaristas no Brasil, como devem estar agora, principalmente o clã Bolsonaro, mas também Tarcísio de Freitas que, certamente achava que o Irã deveria dar uma vitória para Trump. Deu tudo errado.

A mídia brasileira, corrupta como é, tratava com a maior naturalidade a possibilidade do ataque de Trump a uma civilização inteira, revelando que a doença que dá na TV israelense, dá também na Globo.

Ou seja, a operação de Trump e Netanyahu virou um traque diante de um Irã irredutível e inabalável.

Lógico, Trump, que mente sem parar, segue tentando vender uma vexatória derrota.


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A lesa paspalhice de Trump pelo ‘fim de uma civilização’

Não se fala de outra coisa a não ser do lixo Trump, que ameaça transformar o Irã em cacos de bomba em meio a uma fumaçada negra de um raio explosivo arremessado para o chão e ar do Irã.

Basta pegar uma única criança palestina ou mesmo iraniana como foi o caso das 180 meninas mortas numa escola do Irã, para entender como os EUA e o Estado terrorista de Israel subiram o degrau da barbárie, caracterfizando uma mistura eclética de monstruosidade humana impensável.

Quem tem coragem de ver inúmeras imagens, e são muitas de cianças queimadas vivas, despedaçadas, decapitadas, amputadas por aquela liga do que existe de mais brutal na alma humana, não especula a possibilidade de um ataque atômico que nos parece cada vez mais maduro e frio na cabeça dos sórdidos comandantes norte-americanos e israelenses, Trump e Netanyahu, um ciceroniando o outro.

Muita gente aposta que, na última rotação da terra, o topete de Trump aparecerá apontando para outro caminho municiado por alguém que tenha o mínimo de juízo ou que o próprio Trump usa como truque para produzir novas dúvidas futuras com voz decisória de um outro certame, o que bordaria sua imagem como um blefador barato e seria interpretado como fantasia de um país que vive a mercê de um lunático boca aberta, com ares imperiais que faria gargalhar os piores reis da história da humanidade.

Mas se Trump quer ser de fato ser um imperador, como vive arrotando, temos que abrir um parêntese sobre o que já foi feito de monstruosidade por ele e Netanyahu na Palestina e medir uma suposta apoteose de iniquidades que ele jura, lhe dará virória e triunfo contra o Irã.

O fato é que Trump prometeu aniquilar a civilização persa para restaurar o equilíbrio da balança comercial do mundo, ou seja, ele diz possuir armas capazes de dizimar integralmente uma civilização com apenas um dedo que apertaria um botão degenerado.

Crueldade não lhe falta, coração, sim, mas para ele, o que importa em sua mais alucinada loucura, é se consagrar pelo horror como um apóstolo de Hitler, o mesmo que sonha Netanyahu.

A nós aqui do Brasil só cabe, por ora, o silêncio e a respiração presa para, na prática, saber que mundo teremos a partir da cachola desse Napoleão de hospício norte-americano.

A conferir.


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Mundo

Trump ameaça infraestrutura civil do Irã e relatório alerta para crise humanitária

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez declarações contundentes sobre possíveis ataques à infraestrutura civil do Irã, incluindo a rede elétrica, refinarias e plantas de dessalinização.

Em postagens realizadas no dia 2 de abril de 2026 na rede social Truth Social, Trump sugeriu ações diretas contra essas instalações, intensificando as tensões entre os dois países.

Um relatório do Atlantic Council, think tank baseado nos EUA, analisou as consequências de tais medidas e apontou que os impactos militares seriam limitados, enquanto os danos humanitários atingiriam níveis catastróficos para a população iraniana.

O documento, divulgado no dia 5 de abril de 2026, detalha que ataques à infraestrutura hídrica do Irã poderiam desencadear uma crise imediata de doenças, fome e sede entre civis.

A destruição de plantas de dessalinização, por exemplo, não apenas afetaria o Irã, mas também desestabilizaria toda a região do Golfo.

Países vizinhos que dependem fortemente da dessalinização para o fornecimento de água potável enfrentariam escassez severa em questão de dias caso o conflito escalasse.

O relatório sublinha que mais de 80% da água consumida em nações como Arábia Saudita, Qatar e Emirados Árabes Unidos provém dessas tecnologias, o que tornaria a região vulnerável a um colapso hídrico em meio a hostilidades.

O estudo argumenta ainda que atacar a infraestrutura de energia e água do Irã não traria vantagens estratégicas significativas para os Estados Unidos.

Pelo contrário, tais ações poderiam intensificar a desconfiança global em relação às políticas americanas e prolongar o conflito no Oriente Médio.

A análise aponta que a destruição de instalações civis tenderia a unir a população iraniana contra um inimigo externo, fortalecendo a resistência nacional em vez de debilitá-la.

Especialistas citados no relatório, como o analista de segurança regional Jonathan Panikoff, reforçam que o custo humano de tais ataques seria desproporcional a qualquer ganho tático.

As declarações de Trump reacendem um longo histórico de atritos entre Washington e Teerã, agravados desde a saída dos EUA do acordo nuclear com o Irã em 2018.

Enquanto os Estados Unidos frequentemente justificam suas ações como defesa da segurança internacional, críticos apontam para a contradição de uma política que, na prática, tem ignorado o direito internacional humanitário ao ameaçar alvos civis.

A proteção de infraestruturas essenciais, como redes de água e energia, é um princípio básico de convenções globais, frequentemente desrespeitado em conflitos envolvendo potências ocidentais, como se observa nas operações americanas no Iraque e no apoio a campanhas em Gaza.

A comunidade internacional acompanha os desdobramentos com preocupação, especialmente diante do potencial de uma escalada que poderia envolver outros atores regionais, como Israel e forças aliadas no Líbano e no Iêmen.

O relatório do Atlantic Council também destaca que a interrupção de refinarias iranianas poderia gerar um aumento abrupto nos preços globais de petróleo, afetando economias distantes do conflito.

Para mais informações sobre a análise completa, consulte o documento original no site do Atlantic Council.

Enquanto as ameaças de Trump continuam a ecoar, analistas temem que a retórica beligerante dos EUA, frequentemente mascarada como defesa da democracia, ignore as consequências devastadoras para milhões de civis.

A história recente, incluindo o apoio americano a operações que resultaram na morte de jornalistas e ativistas no Oriente Médio, expõe a contradição de um discurso que prega valores humanitários enquanto promove ações de impacto devastador.

*Sputnik Globe


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Mundo Política

Guerra na nuvem: Irã usa satélite chinês e desafia hegemonia dos EUA

Entrevistas com Sergio Amadeu e Ergon Cugler revelam como soberania digital virou questão de segurança nacional em conflito que testa multipolaridade tecnológica

O conflito no Oriente Médio entrou em uma nova fase que transcende trincheiras e mísseis: a disputa pelo controle das infraestruturas digitais que sustentam a guerra moderna. Enquanto o Irã aprimora sua capacidade de ataque com precisão inédita, especialistas apontam para uma mudança estratégica fundamental — a adoção do sistema de navegação por satélite BeiDou, da China, em substituição ao GPS norte-americano.

Em entrevistas ao Portal Vermelho, o sociólogo Sergio Amadeu, professor da UFABC, especialista em tecnologia da informação e comunicação, e Ergon Cugler, pesquisador do Conselho Nacional de Pesquisa, conselheiro da Presidência da República e especialista em gestão pública, analisam como a soberania digital deixou de ser tema técnico para se tornar questão de segurança nacional.

Big Tech como alvo militar legítimo

O sociólogo Sérgio Amadeu

Para Sergio Amadeu, a guerra contemporânea exige repensar o papel das corporações tecnológicas. “Enquanto cultuamos as Big Techs e colocamos dados das universidades e dos governos nessas corporações, o Irã declarou que elas são alvos militares legítimos”, afirma. A estratégia iraniana não é apenas retórica: AWS, Oracle e Microsoft foram efetivamente alvejadas por participarem, direta ou indiretamente, dos esforços de guerra de Israel e Estados Unidos.

Amadeu destaca que o Irã desenvolveu capacidades próprias — drones, mísseis, indústria de defesa — e utiliza táticas assimétricas inteligentes. “Eles utilizaram diversas armadilhas, tais como mísseis e drones sem ogivas para que fossem abatidos por armas de interceptação que custam milhões de dólares”, explica. Enquanto Washington gasta fortunas em sistemas de defesa, Teerã esgota recursos adversários com operações de baixo custo.

Da nuvem ao campo de batalha: a guerra é também digital

O especialista em gestão pública Ergon Cugler
Ergon Cugler expande o assunto: “Quem acha que a guerra passa apenas por tanque de guerra e fuzil tá vivendo no século passado”. Para o pesquisador, as disputas de um mundo multipolar e supertecnológico acontecem também na “nuvem” — não a metáfora etérea, mas datacenters em subsolos globais conectados por cabos submarinos.

A dependência tecnológica tornou-se vulnerabilidade estratégica. Cugler lembra que, durante tensões comerciais, Donald Trump chegou a ventilar a ideia de retirar o acesso do Brasil ao GPS. “Teve gente que disse que era mentira, mas o fato é que a gente ficou refém de uma decisão política que Donald Trump poderia sim tomar a qualquer momento”, alerta.

BeiDou: o fim do monopólio americano?

O sistema BeiDou, lançado pela China em 2020, representa uma alternativa concreta ao GPS. Com 45 satélites — contra 24 do sistema americano —, o BeiDou oferece precisão de menos de um metro para usuários autorizados e recursos avançados de anti-interferência, como salto de frequência e autenticação de mensagens de navegação.

Segundo analistas, o Irã teria assinado um memorando de entendimento para integrar o BeiDou à sua infraestrutura militar já em 2015, acelerando a transição após a Parceria Estratégica Abrangente Sino-Iraniana de 2021. A conclusão da migração, em junho de 2025, coincidiria com o salto de precisão observado nos ataques iranianos.

Em ambientes contestados, onde sinais podem ser bloqueados ou falsificados, depender de uma única constelação é risco estratégico.

Soberania digital como moeda de poder

Para Cugler, a tecnologia em um mundo multipolar “deixa de ser apenas um ativo qualquer e se torna inclusive moeda de troca do chamado soft power”. Países que controlam infraestruturas digitais podem influenciar, coagir ou pautar comportamentos de nações dependentes.

A resposta global à hegemonia americana já está em curso: a União Europeia desenvolveu o Galileo, a Rússia mantém o Glonass, Índia e China investem em sistemas próprios. “É por isso que pra debater soberania de um país, a gente também precisa debater a chamada soberania digital”, defende Cugler. “Sem ela, se torna impossível conseguir ter qualquer horizonte possível de sair das amarras daqueles que controlam até mesmo as infraestruturas”.

O Brasil na encruzilhada tecnológica

As lições do conflito iraniano ressoam particularmente no Brasil. Enquanto o país debate regulação de plataformas e proteção de dados, a dependência de infraestruturas controladas por potências estrangeiras permanece pouco discutida como questão de segurança nacional.

Amadeu adverte que o Brasil replica vulnerabilidades que podem ser exploradas em cenários de tensão geopolítica. A presença de datacenters de corporações americanas em território nacional, sem contrapartidas de soberania ou controle público, coloca em risco não apenas dados, mas a própria capacidade de decisão autônoma do Estado.

Tecnologia é geopolítica

O uso do BeiDou pelo Irã — se confirmado — não é apenas uma manobra técnica: é um sinal de que a arquitetura tecnológica global está se fragmentando. Em um mundo onde navegação por satélite, nuvem de dados e inteligência artificial definem capacidades militares e econômicas, a soberania digital deixa de ser opção para se tornar imperativo.

Como sintetiza Cugler: “O Irã já deu o recado: não dá pra depender dos Estados Unidos, inclusive pra andar de carro no meio da rua”. Para nações que aspiram a autonomia estratégica, a mensagem é clara: desenvolver capacidades próprias e diversificar parcerias tecnológicas não é mais questão de desenvolvimento — é questão de sobrevivência.


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Mundo

Vídeo: Trump diz que amanhã “todo o Irã” pode ser “destruído” e que iranianos querem ser bombardeados

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensificou suas ameaças contra o Irã ao afirmar que o “país inteiro” pode ser destruído em uma única noite, com a possibilidade de isso acontecer já nesta terça-feira (7).

A ameaça foi feita durante uma coletiva de imprensa, após ele ter dado mais um ultimato ao governo iraniano relacionado ao Estreito de Ormuz, uma rota vital para o transporte de petróleo. Trump declarou que “o país pode ser destruído em uma noite, e essa noite pode ser amanhã”.

Trump já havia dado vários prazos ao Irã sobre o estreito, e dessa vez, foi mais direto e agressivo. “Toda a infraestrutura do Irã pode ser destruída rapidamente. Não há nada que eles possam fazer sobre isso. Eles não têm antiáereo, seus radares foram destruídos. Podemos simplesmente acabar com tudo. Eles não têm chance. Podemos fazer isso de forma rápida”, afirmou.

“Eu dei o prazo para o Irã até amanhã. Se não reabrirem o estreito, vamos fazer o que for necessário. E isso pode incluir ataques a todas as suas usinas de energia, pontes, tudo o que seja necessário. O Irã já perdeu. Eles só não sabem ainda”.

Essas ameaças não se limitaram à guerra em curso, mas também incluíram uma série de declarações criminosas. “Os iranianos querem ouvir bombas. Eles querem ouvir as bombas porque eles querem ser livres. Eles ficam irritados quando não ouvem os bombardeios. É isso que eles querem, e vamos dar isso a eles”, disse Trump. DCM.

“Eles não se importam com mais um ataque. Eles querem ser livres e eles sabem que nós somos os únicos que podemos dar isso a eles”.

Em relação à situação do estreito de Ormuz, Trump pressionou o Irã a ceder, alegando que a situação poderia piorar caso o governo iraniano não ceda às exigências de reabertura da via marítima, essencial para o transporte de petróleo. “Se o Irã não abrir o estreito, eles estarão em grande apuros. Pode ser o fim para eles”, completou o presidente dos EUA, sem dar mais detalhes sobre os próximos passos dos EUA caso o Irã não atenda à pressão.

Além disso, Trump também fez referências à recente ofensiva israelense contra o Irã, destacando a importância de ações contundentes. “Os ataques de Israel são apenas o começo. Se o Irã não ceder, os Estados Unidos farão o que for necessário para garantir a paz. Não vamos tolerar mais ameaças ou ações contra nossos aliados. Se o Irã não recuar, vamos destruir suas capacidades militares”, declarou.

O presidente também se referiu ao resgate de pilotos americanos que caíram no Irã, dizendo: “Já fizemos isso várias vezes. O Irã já sabe o que pode acontecer quando tentam atacar nossos homens e mulheres no campo de batalha. Eles sabem que a resposta dos Estados Unidos será devastadora”.

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Mundo

Petróleo dispara com ameaça de Trump ao Irã, expondo risco global criado pela escalada militar

A nova escalada na guerra contra o Irã já produz efeitos diretos na economia global. Após Donald Trump prometer intensificar os ataques, o preço do petróleo registrou um salto expressivo, evidenciando o impacto imediato das decisões militares dos Estados Unidos sobre o mercado internacional.

De acordo com dados divulgados por agências internacionais, o barril do petróleo americano (WTI) disparou 11,4%, chegando a US$ 111,54, enquanto o Brent atingiu US$ 109,03, com forte alta no mesmo movimento .

Mercado reage ao risco — não à economia real

A alta não está ligada a crescimento econômico ou aumento de demanda.

Ela reflete medo de desabastecimento global, provocado diretamente pelas falas de Trump, que indicou novos ataques ao Irã sem apresentar qualquer plano concreto de estabilização da região .

Investidores passaram a precificar:mrisco de ampliação da guerra, interrupção do fluxo de petróleo e bloqueio prolongado do Estreito de Ormuz

Esse último ponto é central: a região responde por uma fatia estratégica do abastecimento energético global.

Guerra já impacta preços e pressiona economias

O efeito dominó já começou.

Além da alta diária superior a 11%, o petróleo acumula valorização de até 18% na semana, segundo dados de mercado .

Esse movimento tende a provocar: aumento nos combustíveis, pressão inflacionária global e encarecimento do transporte e da produção

Ou seja, a guerra deixa de ser regional e passa a atingir diretamente o bolso da população no mundo inteiro.

Escalada militar alimenta instabilidade

A disparada ocorre em um contexto de intensificação do conflito.

Relatórios recentes indicam que o Irã já respondeu às ofensivas e mantém capacidade de reação, enquanto os EUA ampliam ameaças sem conseguir estabilizar o cenário, segundo o Cafezinho.

Na prática, cria-se um ciclo perigoso: ameaça → reação → mais ameaça

O mercado reage a cada nova escalada

Energia vira arma geopolítica

O petróleo, nesse contexto, deixa de ser apenas uma commodity.

Ele se transforma em instrumento de pressão geopolítica.

O bloqueio de rotas estratégicas e o risco de ataques a infraestrutura energética ampliam o poder de barganha do Irã e expõem a vulnerabilidade do sistema global — altamente dependente dessas regiões.

O custo da guerra vai além do campo militar

O salto no preço do petróleo escancara uma realidade: decisões militares têm impacto econômico imediato e global.

E, neste caso, a escalada promovida pelos Estados Unidos não apenas intensifica o conflito, mas também amplia a instabilidade nos mercados.

Um conflito que ninguém controla — mas todos pagam

A disparada do petróleo mostra que a guerra já saiu do controle estratégico e entrou no campo do impacto sistêmico.

Não há previsibilidade, não há estabilidade e não há garantia de solução rápida

No fim, o que se vê é um cenário onde a escalada militar produz efeitos concretos:

**inflação, crise energética e pressão sobre economias — enquanto o conflito segue sem desfecho claro.**


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Brasil Mundo

As big techs e seu alinhamento com o discurso de ódio no Brasil

Saltam aos olhos o alinhamento e favorecimento das grandes empresas de tecnologia (big techs) ao discurso de ódio com movimentos de direita e de extrema direita no Brasil, por isso mesmo tem sido objeto de intensos debates políticos e investigações.

São muitos os relatos e análises que indicam uma combinação explosiva de estratégias de lobby, treinamentos e algoritmos que beneficiam os discursos de extremistas ditos conservadores, sobretudo na atual oposição ao governo Lula.

Nada é feito nesse sentido baseado em informações, é ódio cíclico em estado puro por membros de uma suposta corrente conservadora mais radical do fascismo de extrema direita bolsonarista.

Há treinamentos oficiais do Google e Meta, Facebook, Instagram e Whatsapp realizando oficinas para o PL do clã Bolsonaro, focados no uso da Inteligência Artificial e estratégias de comunicação com cunho violento e de ódio para as eleições de 2026.

Lógico que isso gerou incontáveis críticas sobre o papel omercial e político dessas empresas, mas a coisa, como sabemos, não se resume à ofensiva política organizada pelas big techs em prol da extrema direita.

Sem regulação das redes, pelo intenso lobby no Congresso, em nome da liberdade de expressão, essa gente se protege numa carapaça de modelo de negócio que lucra politicamente com conteúdos altamente agressivos e caluniosos.

A dreita não quer debate, porque não pode debater, quer falar o que dá na cruzeta, pois é fácil apanhar de qualquer um que tenha um mínimo de neurônio diante de um rosário de capim.

Por isso, infalivelmente, os tais conservadores, amarrados na própria limitação intelectual, investem pesadamente nas mentiras desde que nunca tenham que provar nada e, assim, seguem exaltando o cinismo como a única coisa capaz de substituir opiniões ou ideias em um debate sério sobre o destino do país.

E É aí nesse ponto que as big techs lucram com conteúdos mais que sensacionalistas, criminisos. Isso piorou e muito com suas relações próximas às lideranças de extema direita nos EUA, como Trump. Seria fatal que respingaria no Brasil.

Que fique bem claro, as gigantes da tecnologia têm lado e ideologia e não é o lado do povo brasileiro, mas numa disputa contra ele.

Claro, isso é um desafio à democracia, porque favorece sobremaneira a extrema direita no mesmo passo em que opera para invisibilizar, principalmente os blogs e cainais de esquerda, como o Antropofagista.

Todos esses espaços progressistas, de alguma forma, são prejudicados por uma combinação macabra entre bolsonarismo e seus milionários patrocinadores da Faria Lima com as big techs.

Por isso, não só pedimos apoio de qualquer valor aos nossos leitores, mas sobretudo que compartilhem os nossos conteúdos para formar uma grande corrente de luta contra o fascismo brejeiro que conta com o apoio estratégico da extrema direta global via big techs.


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Mundo

“Oriente Médio vai queimar”: Presidente do Parlamento do Irã alerta Trump

O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, fez duras críticas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após o republicano ameaçar novamente o Irã. Em uma postagem no X neste domingo, 5 de abril, Ghalibaf disse: “Suas ações insensatas estão arrastando os Estados Unidos para um verdadeiro INFERNO para cada uma das famílias, e toda a nossa região vai queimar porque você insiste em seguir as ordens de Netanyahu”, referindo-se ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.

A declaração de Ghalibaf surge após Trump novamente exigir a reabertura do Estreito de Ormuz, importante passagem naval que foi fechada pelo regime iraniano em resposta a bombardeios realizados pelos EUA e Israel. Trump, em uma série de mensagens, usou um palavrão para reforçar suas exigências: “Abram o maldito Estreito, seus bastardos malucos, ou vocês vão viver no inferno – ESPEREM PARA VER. Louvado seja Alá”, disse Trump.

Além disso, Trump fez comentários sobre o resgate de dois pilotos de um caça americano abatido no Irã, chamando a operação de “milagrosa”. Um dos pilotos resgatados está gravemente ferido, segundo informações fornecidas pelo republicano. A troca de acusações entre os líderes de ambos os países aumenta a tensão na região, especialmente devido às disputas sobre o controle do Estreito de Ormuz, vital para o transporte de petróleo.

Em resposta à retórica de Trump, Ghalibaf reiterou que “a única solução real é respeitar os direitos do povo iraniano e encerrar este jogo perigoso”. O líder iraniano destacou que a postura de Trump não apenas coloca os Estados Unidos em risco, mas também ameaça a estabilidade de todo o Oriente Médio, uma região já fragilizada por conflitos constantes e pela disputa pelo controle de recursos vitais.

A mensagem de Ghalibaf reflete a crescente frustração do Irã com as ações dos EUA, que, segundo o líder iraniano, são alimentadas por interesses externos, como os de Israel. De acordo com o DCM, enquanto a crise continua a se intensificar, a comunidade internacional observa com cautela os próximos passos dos dois países, que estão cada vez mais próximos de um confronto direto.

O governo iraniano tem intensificado ações militares na região do estreito de Ormuz, enquanto os EUA prometem aumentar as sanções e ações se a passagem não for reaberto até terça-feira, dia 7 de abril.

 

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