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Além do pedófilo Trump e do ladrão Milei, Flávio agora exibe o apoio do genocida Netanyahu

A candidatura de Flávio Bolsonaro consolida um alinhamento internacional que já não faz questão de esconder. Depois de buscar o respaldo de Donald Trump e de transformar Javier Milei em garoto-propaganda de sua campanha, o senador passou a ostentar também o apoio público de Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, ou seja, Flavio montou um Sindicato Mundial do Crime. Netanyahu é aquele cujo genocídio em Gaza, é alvo de duríssimas críticas internacionais e de processos em tribunais internacionais.

O vídeo enviado por Netanyahu para a convenção do PL não foi um gesto protocolar. Foi uma demonstração explícita de afinidade política entre lideranças que compartilham uma visão nacionalista, ultraconservadora e de confronto permanente com adversários internos e externos. O recado foi exibido como um selo de legitimidade internacional para a candidatura de Flávio.

A escolha desses aliados também revela a identidade política que o bolsonarismo pretende apresentar ao eleitor brasileiro. Trump representa a radicalização da direita norte-americana; Milei, a experiência libertária marcada por forte polarização na Argentina; e Netanyahu tornou-se uma das figuras mais contestadas da política mundial em razão da condução da ofensiva militar em Gaza.

Ao reunir esses apoios, Flávio Bolsonaro parece apostar que a radicalização continua sendo seu principal ativo eleitoral. Em vez de buscar ampliar pontes com o centro político ou moderar o discurso, prefere reforçar os laços com lideranças que dividem opiniões e mobilizam sua base ideológica.

No fim das contas, o apoio internacional que a campanha exibe funciona também como um retrato de sua orientação política. Se Trump, Milei e Netanyahu são apresentados como referências, a mensagem transmitida ao eleitor é clara: o projeto defendido por Flávio Bolsonaro pretende inserir o Brasil no mesmo eixo político que essas lideranças representam.


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Política

Cavalo de Troia: Milei usou a convenção de Flávio para se promover

A presença do presidente argentino Javier Milei na convenção do PL foi vendida como uma demonstração de força internacional da candidatura de Flávio Bolsonaro. Na prática, porém, o saldo político parece ter sido outro: quem mais lucrou com o evento foi o próprio Milei.

Em meio ao desgaste de seu governo na Argentina, marcado por dificuldades econômicas, protestos e perda de popularidade, Milei encontrou na política brasileira um palco para reposicionar sua imagem junto à direita internacional. Transformou a convenção em uma vitrine para reafirmar seu discurso ideológico, posar como liderança continental do campo ultraconservador e alimentar sua projeção externa.

Flávio Bolsonaro, por sua vez, assumiu um papel secundário. O foco da cobertura acabou dividido entre o visitante estrangeiro e a família Bolsonaro, enquanto as propostas do pré-candidato permaneceram em segundo plano. Em vez de fortalecer sua identidade política, a convenção reforçou a impressão de que sua campanha depende da mobilização de personagens externos e do capital político herdado do pai.

A estratégia também traz riscos diplomáticos. A participação ostensiva de um chefe de Estado estrangeiro em um evento de natureza eleitoral inevitavelmente suscita questionamentos sobre os limites da interferência internacional em disputas políticas nacionais. Ainda que cada país tenha suas próprias regras, a imagem transmitida foi a de uma tentativa de importar conflitos ideológicos para o cenário brasileiro.

Sob esse aspecto, a metáfora do “Cavalo de Troia” faz sentido. A promessa era de que Milei chegaria para impulsionar a candidatura de Flávio Bolsonaro. Mas, uma vez aberto o “presente”, quem ocupou o centro do palco foi o argentino. Seu discurso, sua agenda e sua própria projeção passaram a dominar o noticiário, enquanto a campanha brasileira ficou em segundo plano.

No fim, a convenção revelou uma inversão de papéis. Em vez de servir aos interesses eleitorais de Flávio Bolsonaro, o evento ofereceu a Milei uma oportunidade de reconstruir sua imagem perante sua base internacional, ampliar sua visibilidade e reafirmar seu protagonismo político. O convidado acabou se tornando o principal beneficiário da festa.

Se havia a expectativa de um impulso decisivo para a candidatura bolsonarista, o resultado foi ambíguo. Milei saiu com mais exposição; Flávio, com mais uma demonstração de que sua campanha ainda busca um discurso e um protagonismo próprios.

Trocando em miúdos, Milei agiu como amigo da onça do  clã Bolsonaro.


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Política

Milei é denunciado na Argentina por usar dinheiro público em apoio a Flávio Bolsonaro

Presidente argentino é alvo de denúncia e críticas por usar recursos do Estado em ato do PL; liberal inicia agenda para fortalecer articulação da extrema direita na América do Sul

A participação do presidente da Argentina, Javier Milei, na convenção que oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência do Brasil ultrapassou a esfera política e passou a produzir efeitos também na Justiça argentina. Dois advogados protocolaram uma denúncia criminal acusando o mandatário de utilizar recursos públicos para participar de um ato eleitoral em outro país, o que, segundo eles, configuraria desvio de finalidade e malversação de verbas estatais.

A ação foi apresentada pelos advogados José Magioncalda e Juan Martín Fazio. Eles sustentam que Milei empregou o avião presidencial, estrutura de segurança, comitiva oficial e demais recursos do Estado argentino para comparecer a um evento partidário destinado a impulsionar a candidatura de Flávio Bolsonaro. Na avaliação dos denunciantes, bens e recursos públicos não poderiam ser utilizados para favorecer interesses político-eleitorais fora do território argentino.

A denúncia afirma ainda que a viagem extrapolou as atribuições institucionais do presidente argentino e teria provocado desgaste diplomático entre Buenos Aires e Brasília. Durante o evento do PL, Milei fez ataques ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, aprofundando a crise entre os dois governos.

Segundo os autores da ação, cabe à Justiça argentina apurar os custos da viagem, o emprego da aeronave presidencial, das equipes de apoio e dos demais recursos públicos mobilizados para a agenda no Brasil. Eles pedem que seja investigado se houve violação das normas que disciplinam o uso do patrimônio estatal por autoridades públicas.

A presença de Milei na campanha de Flávio Bolsonaro provocou forte repercussão política em ambos os países. No Brasil, o episódio alimentou críticas de adversários do senador, que classificaram a participação do presidente argentino como uma tentativa de interferência nas eleições brasileiras. Na Argentina, opositores acusam Milei de priorizar disputas ideológicas internacionais enquanto o país enfrenta dificuldades econômicas e sociais.

Até o momento, a denúncia representa o início de um procedimento e não implica condenação ou reconhecimento de culpa. Caberá às autoridades judiciais argentinas decidir se a representação reúne elementos suficientes para dar prosseguimento à investigação.


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Mundo

Explodem casos de suicídio na falida Argentina de Milei

Saúde mental entra em colapso na Argentina sob Milei e casos de suicídio disparam

A crise social provocada pelo duro ajuste econômico implementado pelo governo de Javier Milei começa a revelar um de seus efeitos mais dramáticos: o agravamento da saúde mental da população. Dados oficiais argentinos apontam um aumento expressivo das tentativas e dos casos de suicídio, em meio ao desemprego, à perda do poder de compra, ao fechamento de serviços públicos e ao crescimento da insegurança econômica.

Segundo o Boletim Epidemiológico Nacional da Argentina, somente até 31 de outubro de 2025 foram registradas 11.799 tentativas de suicídio, uma média superior a 33 ocorrências por dia. O próprio boletim classificou o suicídio como um problema prioritário de saúde pública e reforçou que a maioria desses casos poderia ser evitada com políticas adequadas de prevenção e assistência.

Especialistas em saúde mental alertam que crises econômicas prolongadas costumam estar associadas ao aumento de depressão, ansiedade e comportamento suicida, sobretudo quando são acompanhadas pela redução da proteção social. Na Argentina, o ajuste fiscal promovido pelo governo Milei coincidiu com cortes de gastos públicos e um ambiente de forte instabilidade para milhões de famílias.

Profissionais da área afirmam que o contexto de deterioração das condições de vida e de sofrimento psicológico constitui um fator de risco importante. O aumento das notificações levou autoridades sanitárias e organizações sociais a defenderem maior investimento em prevenção, atendimento psicológico e fortalecimento da rede pública de saúde mental.


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Política

Ex-ministro do TSE vê indícios de crime eleitoral em convenção do PL com Milei e IA de Bolsonaro

Convenção do PL com Milei e Bolsonaro por IA entra na mira da Justiça Eleitoral

A participação do presidente argentino Javier Milei e a utilização de uma imagem gerada por inteligência artificial do ex-presidente Jair Bolsonaro durante a convenção nacional do PL passaram a ser alvo de questionamentos jurídicos. Segundo um ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), há indícios de possíveis irregularidades que podem caracterizar crime eleitoral ou abuso de poder político e econômico, dependendo da apuração dos fatos e das circunstâncias em que os episódios ocorreram.

A avaliação é de que a presença de uma autoridade estrangeira em um evento de natureza eminentemente eleitoral, associada ao uso de recursos tecnológicos para inserir virtualmente um líder político impedido de participar presencialmente, levanta dúvidas sobre os limites impostos pela legislação eleitoral brasileira. Especialistas destacam que a Justiça Eleitoral costuma analisar não apenas atos isolados, mas também o contexto, o alcance da divulgação e o eventual benefício obtido por candidaturas.

No caso da inteligência artificial, o uso de imagens sintéticas em campanhas tornou-se um dos principais desafios das eleições contemporâneas. A legislação brasileira exige transparência quanto ao emprego desse tipo de tecnologia, justamente para evitar que o eleitor seja induzido a erro ou que conteúdos artificiais sejam apresentados como autênticos.

Já a participação de Milei reacendeu o debate sobre a influência de agentes estrangeiros no processo político brasileiro. Embora manifestações públicas de líderes internacionais não sejam, por si só, proibidas, sua presença em atos de campanha pode ser analisada à luz das normas que protegem a soberania do processo eleitoral e vedam práticas capazes de desequilibrar a disputa.

As declarações do ex-ministro não representam um julgamento definitivo, mas indicam que os fatos, caso sejam formalmente levados à Justiça Eleitoral, poderão ser examinados para verificar eventual violação da legislação. Caberá ao Ministério Público Eleitoral e, posteriormente, ao TSE, avaliar se há elementos suficientes para a abertura de investigação e eventual responsabilização dos envolvidos.


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Política

Milei veio ao Brasil servir de mata-burro da campanha de Flavio

Milei cruzou a fronteira para servir de escada à campanha de Flávio Bolsonaro

Para quem levou seu povo a comer carne de burro, derrubar mais um como o Flavio, é fácil.

A passagem do presidente argentino Javier Milei pelo Brasil teve um objetivo que extrapolou em muito a agenda diplomática. Ao escolher participar de um evento de caráter eminentemente político, Milei acabou assumindo o papel de “mata-burro” da campanha de Flávio Bolsonaro: uma tentativa de criar impacto midiático e mobilizar a militância, mas que dificilmente amplia o apoio eleitoral para além do núcleo já convencido.

Em vez de fortalecer a candidatura de Flávio, a presença do argentino reforçou a percepção de que o bolsonarismo continua dependente de figuras estrangeiras e de pautas importadas para tentar recuperar protagonismo. Em um momento em que os eleitores brasileiros estão mais preocupados com questões como a que o Brasil siga no compasso de crescimento, estabilidade da economia e pleno emprego, a aposta em um espetáculo ideológico cai no ridículo, sem falar nas ofensas de Milei ao judiciário braileiro, isso dentro do Brasil.

Milei também assumiu um risco político considerável. Ao se envolver diretamente em uma disputa eleitoral brasileira, rompeu com a tradição de prudência esperada nas relações entre chefes de Estado. O gesto inevitavelmente produz desgaste diplomático e alimenta tensões desnecessárias entre dois países que possuem uma das mais importantes relações econômicas da América do Sul.

Para Flávio Bolsonaro, o cálculo parece claro: transformar o apoio de Milei em um símbolo de resistência da direita internacional. O problema é que símbolos não substituem propostas, nem resolvem dificuldades de uma campanha que enfrenta questionamentos políticos e obstáculos para ampliar sua base de apoio.

No fim das contas, a visita serviu mais para produzir imagens e manchetes do que para alterar o cenário eleitoral. Se havia a expectativa de que Milei funcionasse como um grande cabo eleitoral, o efeito pode ter sido o oposto, o de reforçar a narrativa de que a candidatura de Flávio ainda depende mais do prestígio alheio do que da própria capacidade de convencer o eleitor brasileiro.


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Brasil Mundo

Crise diplomática: Itamaraty reage a Milei e convoca embaixador do Brasil na Argentina

Ataques de Milei provocam reação do governo Lula e crise diplomática com a Argentina

O governo brasileiro elevou o tom na relação com a Argentina neste domingo (26) ao convocar para consultas o embaixador do Brasil em Buenos Aires, Julio Bitelli, após os ataques do presidente argentino, Javier Milei, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao ministro do STF Alexandre de Moraes. A decisão, tomada pelo Itamaraty com o aval do presidente Lula, representa um dos mais duros instrumentos de protesto diplomático entre dois países.

Milei participou da convenção nacional do PL, em São Paulo, onde oficializou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República. Durante seu discurso, o presidente argentino dirigiu ofensas a Lula, ao governo brasileiro e ao Judiciário, classificando o presidente brasileiro como “presidiário” e fazendo ataques também ao ministro Alexandre de Moraes. As declarações foram interpretadas pelo governo brasileiro como uma afronta às instituições nacionais e à soberania do país.

Na prática diplomática, convocar um embaixador para consultas significa que o governo considera a situação suficientemente grave para reavaliar a condução das relações bilaterais. Embora não represente o rompimento de relações diplomáticas, trata-se de um gesto político de forte reprovação e costuma ser reservado para momentos de elevada tensão entre Estados.

A medida aprofunda o distanciamento entre Brasília e Buenos Aires, cujas relações já vinham marcadas por sucessivos atritos desde a posse de Milei. Segundo fontes do governo, a participação do presidente argentino em um ato de campanha da oposição brasileira, acompanhada de ataques às autoridades nacionais, ultrapassou os limites considerados aceitáveis nas relações entre os dois países.


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Política

Moraes nega pedido de visita de Milei a Bolsonaro

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou neste sábado (18) o pedido da defesa de Jair Bolsonaro para autorizar a visita do presidente da Argentina, Javier Milei, durante o período em que o ex-presidente está submetido às novas restrições impostas pela Corte.

A defesa havia solicitado uma autorização excepcional para que Milei visitasse Bolsonaro no próximo dia 25 de julho. No entanto, Moraes manteve integralmente as medidas cautelares, que proíbem Bolsonaro de receber visitas por 30 dias, com exceção de advogados, médicos e fisioterapeutas.

Na decisão, o ministro entendeu que não havia justificativa para abrir uma exceção às restrições já determinadas, preservando a proibição de encontros que possam ter caráter político durante o período de cumprimento das medidas cautelares.

A negativa impede o encontro entre Bolsonaro e Milei, que era tratado como um gesto de apoio político do presidente argentino ao ex-presidente brasileiro.

Bolsonaro permanece impedido de receber visitantes durante o prazo fixado pelo STF, conforme a decisão citada no caso.

Milei, presidente da Argentina, foi o nome indicado no pedido apresentado pelos advogados do ex-presidente para a agenda de 25 de julho.


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Mundo

Milei fecha acordo militar com Trump para patrulha do Atlântico Sul

Iniciativa acende alerta no Brasil e ocorre depois de Paraguai também fechar acordo para ter base dos EUA; militarização da região é objetivo de Trump

Num gesto que deixou diplomatas brasileiros em estado de alerta, o governo dos EUA anunciou nesta segunda-feira um acordo com a Argentina de Javier Milei para o lançamento do “Programa de Proteção dos Bens Comuns Globais”. O nome esconde, porém, o objetivo da operação: agir em “cooperação” para fortalecer a segurança marítima no Atlântico Sul, na fronteira com o Brasil.

Nas redes sociais, a embaixada dos EUA em Buenos Aires anuncia que a parceria será iniciada com a entrega de uma”câmera especializada a bordo de uma aeronave dedicada ao patrulhamento do território marítimo argentino”.

A diplomacia dos EUA também indicou que se trata de um programa que irá se expandir até 2030 e prevê a chegada de equipamentos avançados, treinamento de elite e apoio para “interceptar e neutralizar” ameaças marítimas. Não são apresentadas quais seriam essas ameaças.

O anúncio gera um desconforto no Brasil que, nas últimas semanas, tentou retomar a ideia do Atlântico Sul ser uma zona de paz. A iniciativa original, de fato, tinha a Argentina como um de seus pilares.

De acordo com a embaixada dos EUA, porém, o Contra-Almirante Carlos Sardiello, do Comando Sul das Forças Navais dos Estados Unidos (USNAVSO), e o Almirante Juan Carlos Romay, da Marinha Argentina, assinaram o acordo que “inicia esta aliança estratégica de cinco anos para defender os bens comuns globais e fortalecer a segurança regional”. “Mais fortes juntos. Mais seguros juntos”, declararam.

A aproximação militar dos EUA ao Cone Sul tem sido alvo de debates internos no Brasil. No início do ano, Trump fechou um acordo com o Paraguai no qual o país sul-americano se colocava à disposição para receber uma base militar americana.

No final de abril, o presidente Javier Milei participou de uma atividade conjunta organizada pelo Comando Sul dos Estados Unidos a bordo do porta-aviões USS Nimitz, localizado ao sul da cidade de Mar del Plata.

*Jamil Chade/ICL

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Política

Uma oposição sem pauta que vive mordendo o próprio rabo

A direita, hoje, vive da arte de torcer para Lula perder. É como se alguém quisesse ganhar na loteria sem jogar.

Alguém imaginaria que aquela baba de quiabo que os reacionários utilizam “contra a corrupção” desde a farsa do mensalão daria algum caldo em 2026?

Lógico que não. a ficha corrida do principal candidato da direita, Flavio Bolsonaro, de tão grande, serve de cabana para ele fugir desse assunto.

Flavio, o Bolsonaro disciplinado, quase angelical, que é um cagado de pai, mãe, irmãos, madrasta e vizinnho, não pode abrir a boca e soltar a peçonha em ninguém, porque, além do assunto já ter enchido as medidas da população, seu grande feito na política, que é a compra de uma mansão no valor real de R$ 20 milhões, está aí a céu aberto que não há mentira engenhosa que faça com que chocolate da marca rachadinha vire ouro.

Então, aquela boca de babosa de Bolsonaro, exigindo tortura e morte a presidiários, além de calada, não tem reputação nenhuma para falar do pior dos encarcerados do Brasil.

Aquelas gorjetas gordas que a Secom de Bolsonaro distribuia para os aliados como a Jovem Pan e congêneres, não existem mais.

Ou seja, a mão de Roma não está mais sobre a cabeça de nenhum podcast bolsonarista, garantindo as burras dos bolsos dos salafrários, nem os auxiliares daquela legião de demônios, que são os diabos menores do esquema bolsonarista que recebiam esmolas poupudas dos bancos estatais controlados pelo genocida.

O novo Bolsonaro, dançarino de boca fechada, não causa frisson a qualquer concepção de direita no Brasil. O cara é uma espécie de rei da salsicha que, quem sabe a forma como é fabricada, vomita na hora.

Então, meus caros, deem-me licença para dizer que esse conto do vigário de calças curtas nem para espinotear contra o governo Lula, presta.

Para ser ainda mais cruel, a realidade mostra que figuras como Trump e Milei, hoje, não somariam nada para a imagem de Flavio, ao contrário, os dois se tornaram figuras tóxicas para o bolsonarismo que não há “cientista político” que consiga explicar essa pasmaceira que se assiste dos quatro candidatos de direita que vegetam brigando entre si em suas campanhas eleitorais por um naco de votos.


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