Categorias
Política

FMI projeta o Brasil como a 8° economia do mundo. E agora, como fazem as redações?

A mídia corporativa apostou suas fichas políticas em Flávio Bolsonaro e, diante do resultado das urnas, parece ter encontrado no terrorismo econômico uma espécie de plano B. Sem conseguir transformar seu candidato em alternativa política, passou a vender a imagem de um Brasil à beira do abismo, como se a economia brasileira estivesse permanentemente na bacia das almas.

O problema é que existe um inconveniente nessa narrativa: os números e as projeções internacionais precisam ser considerados.

O próprio FMI, tantas vezes tratado como autoridade incontestável quando suas projeções servem para alimentar o pessimismo sobre o país, estima que o Brasil chegará a 2027 como a oitava maior economia do planeta, com um PIB de aproximadamente US$ 2,8 trilhões, ultrapassando Itália e Rússia.

E agora? Vão contestar o FMI? Vão descobrir que o oráculo econômico deixou de ser confiável justamente quando apresenta números que não combinam com o roteiro de catástrofe?

O Brasil tem problemas reais, desafios fiscais e obstáculos estruturais que precisam ser enfrentados. Mas uma coisa é fazer crítica econômica; outra, bem diferente, é transformar cada dificuldade em anúncio de apocalipse.

A pergunta que fica para os barões da mídia é simples: se o Brasil está tão acabado quanto vocês anunciam, como explicar que o FMI projete o país entre as oito maiores economias do mundo?

Parece que, depois da derrota política, a velha mídia ainda não conseguiu se reconciliar com a realidade econômica.

E o pior para ela é que o FMI não lê editorial de O Globo para fazer suas projeções.


Queridos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com qualquer valor. Curta e compartilhe. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?

Categorias
Política

Flávio, no JN, fugiu da pauta de economia porque os números do Brasil de Lula e da Argentina de Milei desmontam o discurso da extrema direita

A pergunta é inevitável: por que Flávio Bolsonaro fugiu da pauta econômica na entrevista ao Jornal Nacional? Porque falar de economia significa encarar os números, e os números podem se transformar em um constrangimento para quem vende a Argentina de Milei como modelo e tenta desqualificar o Brasil de Lula.

De um lado, Lula e o Brasil, com sua dimensão econômica, seu mercado interno e sua capacidade de atrair investimentos. Do outro, Javier Milei, o ídolo da cartilha ultraliberal bolsonarista, cuja política econômica Flávio teria de defender diante das câmeras, com todos os seus custos e contradições.

A economia não se resolve com bravatas, slogans de campanha ou ataques ao governo. Exige dados, resultados concretos e respostas sobre emprego, renda, inflação, crescimento e condições de vida da população.

E é justamente aí que o discurso ideológico tropeça na realidade.

O contraste ganhou força com a nova projeção do FMI: o Brasil deverá alcançar a oitava maior economia do mundo em 2027, com PIB estimado em US$ 2,8 trilhões.

Quem foge do debate econômico deixa uma pergunta no ar: cadê o projeto para o Brasil? Porque governar não é imitar Milei, posar para a Faria Lima ou repetir a cartilha do mercado financeiro. É mostrar como pretende melhorar a vida dos brasileiros.

E, quando o adversário político tem números para apresentar, que é o caso de Lula, o silêncio pode dizer mais do que qualquer discurso.


Queridos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3Zg%3D%3

Categorias
Política

FMI joga a toalha com a política econômica de Milei, ídolo de Flavio Bolsonaro

O recuo do FMI diante da economia argentina é um golpe político para Javier Milei, o presidente ultraliberal que Flávio Bolsonaro transformou em ídolo e modelo para o Brasil. Ou seja, caos.

Segundo as novas projeções divulgadas em 13 de outubro, o Fundo Monetário Internacional reduziu de 3,5% para 2,1% a previsão de crescimento do PIB argentino em 2026. Ao mesmo tempo, elevou a estimativa de inflação média anual de 30,4% para 32,5%. Para 2027, a projeção de crescimento também caiu, de 4% para 3,5%. Está aí o modelo de economia que Flavio Bolsonaro quer para o Brasil.

O que o FMI fez foi reconhecer, por meio de suas projeções, que a economia argentina vai de mal a pior.

E é justamente aí que a propaganda da extrema direita começa a desmoronar. Milei foi vendido como o grande exemplo de que basta cortar gastos, atacar o Estado e entregar a economia à lógica do mercado para fazer um país prosperar. Mas, quando as previsões de crescimento encolhem e a inflação volta a pressionar, a realidade cobra seu preço.

Para Flávio Bolsonaro, que exalta Milei como referência política, o problema é ainda maior. Quem pretende importar o modelo argentino precisa explicar o que pretende importar junto com ele: o ajuste econômico, a perda de dinamismo ou a promessa de prosperidade que vive sendo adiada?

O Brasil não precisa de um presidente disposto a transformar o país em laboratório de experiências ultraliberais. Precisa de um projeto que combine responsabilidade econômica com emprego, renda, investimento e proteção social.

Afinal, governar não é produzir vídeos de motosserra, posar de rebelde contra o Estado ou repetir slogans de campanha. Governar é melhorar a vida da população.

Milei é o ídolo de Flávio Bolsonaro. Mas, quando o ídolo tropeça, o candidato que o usa como exemplo também precisa prestar contas. O Brasil não pode ser empurrado para uma aventura econômica apenas porque a extrema direita decidiu transformar o presidente argentino em garoto-propaganda.


Queridos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Insagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3Zg%3D%3

Categorias
Política

Lula, o FMI, a economia e as tragédias econômicas da direita

A direita pariu Bolsonaro e o bolsonarismo. Esse mérito ninguém pode negar.

Comecemos pelo começo. Quando a catátrofe do golpe de 1964 se abateu sobre o Brasil, a ditadura organizadora, que recebeu de Jango, de esquerda, um país com uma dívida externa de R$ 3 bilhões, foi nas mãos dos militares à estratosfera, com o impagável endividamente, aomente ao FMI, mais de R$ 100 bilhões, junto, uma hiperinflação nunca vista na história e, entregaram o país aos civis, 21 anos depois, com a economia absolutamente colapsada.

O Brasil estava rigorosamente falido, sem condição de sair da completa estagnação e sem qualquer nota dos ditadores sobre o caos econômico que produziram no país.

Somando os 21 anos dos militares rigorosamente de extema direita que, mais tarde, pariu Bolsonaro e seus filhos pilantras, o Brasil teve 5 anos de José Sarney que correspondeu úbica e exclusivamente a um mesmo dilema, o de governar a partir da régua do FMI, assim como foi Fernando Collor e Itamar Franco, todos herdeiros da hiperinflação cavada pelos militares e com um aparato informativo com todas as loas para os gênios da economia que pioraram, e muito, a vida nacional, com planos econômicos mirabolantes, sequestro da poupança dos brasileiros eprovatizações de todas as estatais para onde o n ariz apontava.

Depois dessa tragédia, vem Fernando Herique Cardoso, que acabou enfiando um lambçao dentro do outro, desde os  ilitares até Itamar, ainda se endividou mais com o FMI, já que nenhum dos seus antecessores pagou lhufas a um fundo que mandava e desmandava no Brasil, porque, segunto todos acredityavam, a dívida com o FMI era impagável.

Então, vem Lula, aquele que a direita sempre chamou de analfabeto e gastador, e coloca ordem na cqasa, liquida a dívida do Brasil com o FMI, além de emprestar R$ 15 bilhões paa o Fundo e, pela primeira vez, acumulou reservas internacionais no valor de R$ 350 bilhõesw.

Depois veio Dilma, ampliou o empréatimo do Brasil para o FMI e aumentou as reservas in ternacionais para R$ 374 bilhões.

Soma-se a isso, o fim da miséria e o Brasil fora do mapa da fome, depois de Lula e Dilma tirarem dessa condição humana degradante 36 milhões de brasileiros, zerando a mortalidade infantil que custava mais de 300 vidas de crianças diariamente em decorrência da fome.

Por isso foi bom Lula, em entrevista no Inteligência Ltda:


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Economia

FMI melhora projeção para economia do Brasil em 2025: crescimento de 2,4% do PIB

O Fundo Monetário Internacional (FMI) melhorou a projeção de crescimento da economia do Brasil para este ano, superando até as estimativas do governo do presidente Lula, mostrou relatório do órgão desta terça-feira (14), divulgado em reportagem da agência Reuters.

A projeção do FMI para a economia brasileira este ano é ligeiramente melhor do que a do governo, que prevê uma expansão de 2,3%. Para 2026, o Ministério da Fazenda também está otimista, com uma estimativa de crescimento de 2,4%, recorda a publicação.

O relatório Perspectiva Econômica Global mostrou que o FMI prevê agora expansão de 2,4% do Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB) em 2025, 0,1 ponto percentual a mais do que na projeção anterior, feita em julho. Para 2026, a conta foi reduzida em 0,2 pontos percentuais, a 1,9%.

Contudo, o FMI passou a ver uma desaceleração em 2026, citando o impacto das tarifas unilaterais impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e apontando sinais de moderação da atividade econômica. “No Brasil, sinais de moderação estão aparecendo em meio às políticas monetária e fiscal apertadas”, ressaltou o FMI.

Um fator não mencionado é a aproximação entre os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e o presidente dos EUA, Donald Trump, que pode aliviar as tarifas contra o Brasil.

Fator Selic
De acordo com Leonardo OSbreira, 247, o relatório aponta que vem pesando sobre a atividade econômica brasileira a taxa básica de juros em um nível restritivo, de 15%. O Banco Central disse que entrou agora em um novo estágio da política monetária que prevê a Selic inalterada por longo período para buscar a meta de inflação.

Nesse sentido, o FMI calculou uma inflação média anual no Brasil de 5,2% este ano e de 4,0% — o centro da meta oficial para a inflação é de 3,00%, sempre com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

Principais apontamentos do relatório
“Condições externas estão se tornando mais desafiadoras e, em alguns casos, o ímpeto doméstico está desacelerando”.
“Tarifas mais altas impostas pelos Estados Unidos estão reduzindo a demanda externa, com profundas implicações para várias grandes economias orientadas para a exportação, enquanto a incerteza na política comercial está afetando o apetite das empresas por investimentos”.

“Ao mesmo tempo, o espaço fiscal restrito está reduzindo a capacidade do governo de estimular a demanda doméstica onde necessário”.

Nações emergentes e América Latina
O FMI ajustou a perspectiva de crescimento para as Economias de Mercados Emergentes e em Desenvolvimento, dos quais o Brasil faz parte, passando a ver crescimento de 4,2% este ano, contra 4,1% antes, e mantendo a perspectiva para 2026 em 4,0%.

No caso do Brasil, um agravante, segundo o FMI: está entre os países que devem apresentar um aumento “significativo” da dívida como proporção do PIB em 2025, ao lado de China, França e Estados Unidos, considerando os resultados dos saldos primários projetados para o ano para essas economias.

O fundo ponderou que a atividade nesse grupo, excluindo a China, foi mais forte do que o esperado no primeiro semestre deste ano, graças em parte a uma produção agrícola recorde no Brasil, forte expansão do setor de serviços na Índia e demanda doméstica resiliente na Turquia.

Na América Latina e Caribe, o FMI vê crescimento de 2,4% em 2025 e de 2,3% em 2026, ajustes respectivamente de 0,2 ponto percentual para cima e de 0,1 ponto para baixo em relação a julho.


Queridos leitores,
Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3Z

Categorias
Mundo

Milei viaja aos EUA para obter apoio de Trump que não o recebe e volta à Argentina de mãos vazias

O presidente argentino, Javier Milei, viajou aos Estados Unidos por 24 horas apenas para se reunir com Donald Trump, mas, segundo os organizadores da viagem, deixou o local do encontro 20 minutos antes da chegada do colega norte-americano. A repentina viagem a Mar-a-Lago, na Flórida, buscava apoio político para um empréstimo do FMI e para um acordo comercial que amenize o “tarifaço” promovido pelo líder republicano.

Márcio Resende, correspondente da RFI em Buenos Aires

“Tudo corria bem até que, de repente, Milei foi embora. Cerca de 20 minutos depois, Trump chegou. Os dois presidentes teriam uma reunião privada para a qual estava tudo preparado. Não entendemos por que Milei foi embora”, descreveu Glenn Parada, diretor-executivo do MACA (Make American Clean Again), a entidade organizadora do evento, dedicado à limpeza de espaços públicos e ao combate do tráfico de crianças.

Em Buenos Aires, o governo argentino difundiu a versão de que Trump se atrasou por ter tido um problema com o helicóptero, algo que o organizador desmente. “Estava tudo pronto para os dois se reunirem. Nós sabíamos que Trump chegaria mais tarde. Não sabemos qual informação o governo argentino tinha para abandonar o evento”, contou Parada.

“O chanceler Werthein ficou furioso porque Trump não chegava. Se eles tivessem esperado 20 minutos, teriam tido uma reunião. Werthein estava fora de si”, relembrou Parada.

Antes do evento, o ministro argentino das Relações Exteriores garantia que Milei e Trump se reuniriam. “Seguramente, haverá um encontro informal com o presidente Trump. Prevemos esse encontro com Donald Trump na sua casa”, disse Gerardo Werthein na quarta-feira (2), quando, repentinamente, Javier Milei decidiu viajar aos Estados Unidos.

Viagem em vão
No entanto, os dois presidentes não se cruzaram. O argentino ficou sem a foto do encontro que lhe daria um sinal de apoio político em meio à nova rodada de tarifas de importação anunciadas por Trump, e em um momento frágil da sua política cambial, que valoriza artificialmente o peso argentino às custas de reservas negativas no Banco Central. Milei não conseguiu conversar com Trump sobre a necessidade de um apoio político da diretoria do Fundo Monetário Internacional e de uma negociação que amenize o impacto do “tarifaço” de Trump na economia argentina.

O objetivo formal da viagem de Milei era o evento de gala “Americanos Patriotas” (American Patriots, em inglês), realizado na noite desta quinta-feira (3) em Mar-a-Lago, residência de verão de Donald Trump, em West Palm Beach. Os organizadores convidaram o argentino de última hora para receber o prêmio “Leão da Liberdade” (“Lion of Liberty Award”), dedicado a personalidades comprometidas com a liberdade econômica, o mercado livre e os valores conservadores.

Donald Trump era o outro homenageado na noite de gala e o argentino viu nessa premiação a chance de um encontro informal com o amigo, com quem mantém uma “relação estratégica”. Porém, esgotado de uma intensa agenda num dia de turbulências financeiras no mundo, Trump chegou a Mar-a-Lago apenas às 22h51 (horário local). Antes, ainda passou pela sua residência, no setor privado do complexo.

Ao entender que Trump não iria mais ao evento, Milei retirou-se e foi diretamente para o aeroporto, de onde voltou a Buenos Aires.

*RFI

Categorias
Opinião

Da catimba à botinada, e daí para a tourada

A mídia, que é praticamente um puxadinho da direita, veio até aqui catimbando ou pelo menos tentando desacelerar os avanços do governo Lula.

No entanto, Lula, que pegou o Brasil fora do clube das 10 maiores economias do planeta, depois de Temer e Bolsonaro, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), colocou o Brasil entre as 8 potências econômicas mundiais.

Isso é ótimo para o Brasil, melhor ainda para os brasileiros, mas temos que comemorar de orelha em pé, atentos e fortes.

A direita sempre se posiciona contra a população. Dias atrás um dos gurus do neoliberalismo rococó, disse que uma economia forte, com desenvolvimento industrial e geração de empregos era ruim para o país.

Pois é, esse mesmo sujeito, que diga-se de passagem é um sionista fanático, andou como arroz de festa, em tudo o que é qualidade de programa na TV brasileira para justificar o golpe em Dilma, afirmando que, quando Dilma conseguiu jogar as taxas de juros ao menor patamar da história, ela forçou a mão, baixou os juros, baixou os juros de forma artificial.

Mas quando se procura sentido técnico no que ele falou para agradar à Faria Lima, simplesmente, eles não estão em lugar algum numa literatura econômica minimamente séria. Ou seja, chute daqueles chutões daqueles dados para onde o nariz aponta, tipo beque de fazenda, com pose de líbero que sabe sair jogando.

O que se quer focar aqui nessas mal traçadas linhas, é que, no Brasil, a direita trata o país como inimigo, não é sequer como adversário, é inimigo mesmo. E qualquer comandante que ouse mudar o status da economia brasileira para melhor, deve cair, se possível colocá-lo numa masmorra, para que um Temer, um Bolsonaro ou um lacaio qualquer coloque o Brasil de cabeça para baixo para lhe arrancar a última moeda e entregar limpinha para banqueiros, rentistas e acionistas.

Assim, é bom ficar de olho nessa turma, porque, se perceber que o Brasil, novamente, será um sucesso mundial com Lula, a canela do presidente, para essa turma, será alcançada do pescoço para cima.

Categorias
Economia

FMI: Economia brasileira tem surpreendido para cima

Afirmação foi feita pela número 2 do órgão internacional, Gita Gopinath, em evento do Banco Central, em Brasília.

A primeira-vice-diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Gita Gopinath, afirmou nesta quarta-feira (17/5) que os dados recentes de atividade econômica surpreenderam pela resiliência em vários países, entre eles, o Brasil. A número 2 do FMI participou da I Conferência Anual do Banco Central (BC), em Brasília. Ela fez a palestra magna na abertura do encontro, diz o Metrópoles.

“O que é impressionante é que toda vez que os dados são divulgados somos surpreendidos positivamente pela sua resiliência, em muitos países”, disse Gita. “Estou vindo do Chile e o primeiro trimestre ali surpreendeu positivamente. No Brasil, os dados que vimos foram mais fortes do que o esperado.”

Apoie o Antropofagista com qualquer valor

Agradecemos aos que formam essa comunidade e convidamos todos que possam a fortalecer essa corrente progressista. Seu apoio é fundamental nesse momento crítico que o país atravessa para continuarmos nossa labuta diária para trazer informação e reflexão de qualidade e independência.

Caixa Econômica Agência: 0197
Operação: 1288
Poupança: 772850953-6
PIX: 45013993768 – CPF

Agradecemos imensamente a sua contribuição

Categorias
Economia

FMI prevê crescimento zero para o Brasil em 2022

Fundo Monetário Internacional (FMI) rebaixou sua previsão de crescimento da economia brasileira em 2022 para perto de zero, fixando a estimativa em 0,3%.

“O combate à inflação disparou uma dura resposta da política monetária, que vai pesar na demanda doméstica”, disse o FMI em uma atualização de suas previsões no Outlook, World Economic informa O Globo.

O fundo rebaixou as estimativas de crescimento para toda a América Latina, incluindo as duas principais economias da região. Os dois países tiveram reduções de 1,2 ponto percentual. No caso do México, a previsão recuou para 2,8%, enquanto para a região como um todo e o Caribe, o corte foi de 0,6 ponto percentual, com estimativa de 2,4% de crescimento.

O relatório cita inflação, políticas monetárias mais duras, além da previsão de avanço menor da economia americana, como fatores chaves para as novas estimativas.

O México, diz o fundo, será impactado pelos mesmas variáveis, adicionando ainda um já esperado declínio na economia americana, o mais importante parceiro comercial do país vizinho.

“O rebaixamento (do crescimento) dos EUA traz a perspectiva de uma demanda externa menor que a prevista para o México em 2022”, diz o FMI.

De acordo com a instituição, os fatores para o pessimismo incluem inflação alta e o aumento da taxa de juros “que vão pesar sobre a demanda doméstica”.

*Com informações do A Postagem

Siga-nos no Telegram

Caros Leitores, precisamos de um pouco mais de sua atenção

Nossos apoiadores estão sendo fundamentais para seguirmos nosso trabalho. Leitores, na medida de suas possibilidades, têm contribuído de forma decisiva para isso. Agradecemos aos que formam essa comunidade e convidamos todos que possam a fortalecer essa corrente progressista. Seu apoio é fundamental nesse momento crítico que o país atravessa para continuarmos nossa labuta diária para trazer informação de qualidade e independência.

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Caixa Econômica

Agência: 0197
Operação: 1288
Poupança: 772850953-6

PIX: 45013993768

Agradecemos imensamente a sua contribuição

Categorias
Uncategorized

Até o FMI abandona o Brasil governado por Bolsonaro

Até o FMI (clero sagrado dos super neoliberais) jogou a toalha e vai meter o pé do Brasil.

O Brasil, definitivamente, transformou-se não um fazendão, mas numa cidadezinha num canto remoto do planeta. Isso está explícito no anúncio do FMI de fechar seu escritório no Brasil governado por Bolsonaro.

Se até os cardeais do FMI chutaram o cachorro morto, Paulo Guedes, abandonando o país depois de suas declarações, é porque a coisa está mais feia do que se imagina.

O anúncio do fechamento do escritório do FMI no Brasil acontece um dia após o Fundo ser criticado, imagina isso, por Paulo Guedes.

O FMI, em nota, nesta quinta-feira, avisou que fechará seu escritório de representação no Brasil, mais precisamente em Brasília, aonde funciona como uma espécie de embaixada neoliberal no país.

O escritório que foi aberto em 1999, em pleno desespero do governo FHC, que vivia de penico na mão, deixa o país no momento em que a economia se encontra num caos idêntico ao que se encontrava em 1999.

O interessante a observar é que não há a menor diferença entre a cartilha de FHC e a de Bolsonaro-Guedes, ao contrário, a agenda desastrosa que aí está nada mais é do que o decalque do trambolho neoliberal que FHC usou para dizimar a economia brasileira e que, ao que tudo indica, será novamente salvo por Lula, mais que isso, o que diferencia aquele momento do atual é que o Brasil não tinha centavo de reserva e vivia sofrendo ataques especulativos e, hoje, justamente por Lula ter quitado a dívida brasileira com o FMI e ainda passado a ser credor, somado às reservas de US$ 380 bilhões que Bolsonaro herdou dos governo do PT, Guedes se sentiu empoderado a dizer que não precisava da análise do FMI que prevê uma catástrofe econômica comandada por um sacerdote fiel à sua cartilha que, em última análise, é o clero sagrado dos abutres planetários.

É uma ironia ser criticado por quem se devota tanta subserviência, mostrando que a incompetência desse governo é incompetente até para seus ídolos.

Não demora, general Heleno vai ameaçar de golpe o FMI. O senil tá que tá.

Caros Leitores, precisamos de um pouco mais de sua atenção

Nossos apoiadores estão sendo fundamentais para seguirmos nosso trabalho. Leitores, na medida de suas possibilidades, têm contribuído de forma decisiva para isso. Agradecemos aos que formam essa comunidade e convidamos todos que possam a fortalecer essa corrente progressista. Seu apoio é fundamental nesse momento crítico que o país atravessa para continuarmos nossa labuta diária para trazer informação de qualidade e independência.

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Caixa Econômica

Agência: 0197
Operação: 1288
Poupança: 772850953-6

PIX: 45013993768

Agradecemos imensamente a sua contribuição