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Vídeo: Quando um vice-presidente não é decorativo

Uma cena bonita de se ver. Alckmin acelera os passos em direção ao presidente Lula na hora do embarque para a Colômbia para ajustar pautas de trabalho.

Há muito não se via um vice-presidente que trabalha de verdade.

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A inocência do reitor Cancellier e a maldade da Lava Jato. Com a palavra Erika Marena

Gleisi Hoffmann foi ao ponto

A deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), presidente nacional do PT, comentou o informe do Tribunal de Contas da União (TCU) que concluiu que não houve irregularidades na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e que, portanto, o reitor Luiz Carlos Cancellier era inocente.

Cancellier cometeu suicídio 18 dias após ser injustamente preso no âmbito da Operação Ouvidos Moucos – um desdobramento da Lava Jato – que investigava um suposto superfaturamento no aluguel de veículos para a execução do programa Universidade Aberta do Brasil (UBA). O reitor da UFSC passou por um processo de humilhação pública no decorrer da operação. Sobre o caso, Gleisi afirmou em suas redes sociais neste sábado (8) que foi “mais um exemplo do mal que a turma lavajatista fez ao país” e desejou conforto à família de Cancellier.

“Preso, acorrentado, algemado e humilhado por uma operação nos moldes da Lava Jato, o reitor da UFSC, Luiz Carlos Cancellier, foi inocentado pelo TCU. Não houve irregularidades na universidade, Cancellier sempre foi inocente. O reitor, que se suicidou, teve sua prisão decretada pela delegada da PF, Erika Marena, endeusada no filme da Lava Jato, e foi alvo da juíza Janaina Cassol, que teve a sua suspeição apontada pelo STF. Esse é mais um exemplo do mal que a turma lavajatista fez ao país, que a justiça feita dê algum conforto pra família de Cancellier.”

Em janeiro deste ano, o presidente Lula (PT) homenageou Cancellier durante um encontro com reitores de universidades, afirmando que o caso envolvendo sua morte foi uma “aberração” e que apenas ocorreu “pela pressão de uma polícia de ignorantes, de um promotor ignorante, de pessoas insensatas que condenaram as pessoas antes de investigar e julgar”.

“Quero dizer para você, meu caro Luiz Carlos Cancellier, que pode ter morrido a sua carne, mas as suas ideias continuarão no meio de nós a cada momento que a gente pensar em educação, na formação profissional e intelectual do povo brasileiro. Esteja onde você estiver, pode ficar certo que aqui tem muita gente disposta a dar sequência ao trabalho que você fazia e às ideias que você acreditava. Você morreu, mas as suas ideias continuam vivas, e nós haveremos de recuperá-las e trabalhar para que a gente nunca mais permita que aconteça o que aconteceu com aquele reitor em Santa Catarina”, disse Lula na ocasião.

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Vídeo: “Cuidar da Amazônia é um privilégio e uma responsabilidade”, diz Lula em cúpula com presidente da Colômbia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou neste sábado de encontro com o líder da Colômbia, Gustavo Petro, além de especialistas e ministros em sessão de encerramento da Reunião Técnico-Científica da Amazônia. No evento, Lula pediu cooperação entre países da região para a preservar da floresta e desenvolver políticas sustentáveis para moradores que vivem e tiram o sustento da biodiversidade. O presidente disse que “cuidar da Amazônia é, ao mesmo tempo, um privilégio e uma responsabilidade”, diz O Globo.

Lula também apelou para que metas em comum sejam perseguidas pelos países vizinhos e exaltou a realização da Cúpula de Belém, no Pará, que será realizada em agosto para debater os problemas da região. Em 2025, a capital do estado amazônico também sediará a conferência global do clima (COP).

— A Cúpula de Belém será um momento de correção de rota. A abertura às autoridades locais e à sociedade será um componente essencial dessa nova OTCA (Organização do Tratado de Cooperação Amazônica). É preciso valorizar o papel dos prefeitos, governadores e parlamentares. Não se faz política pública sem participação de quem conhece o território. Para isso, queremos formalizar o Foro de Cidades Amazônicas e o Parlamento Amazônico — disse Lula.

Na cidade de Leticia, localizada na fronteira com o Brasil, os presidentes de ambos os países debatem projetos sustentáveis para a Amazônia. O fórum promove debates a partir da análise de propostas de indígenas, especialistas e integrantes da sociedade civil. Durante sua fala, Lula ressaltou que os países da região deveriam se juntar à meta do Brasil de zerar o desmatamento até 2030.

— Pode ser um objetivo em comum — sugeriu o presidente.

Desde que assumiu o mandato, Lula tem dado prioridade ao tema do meio ambiente em viagens internacionais. Foi assim quando, na França, há duas semanas, disse a chefes de outras nações que o Brasil precisaria de suporte para que os moradores da Amazônia possam estar inseridos em uma economia sustentável.

Lula também tem repetido que conversará com representantes da República Democrática do Congo e da Indonésia para articular propostas conjuntas para a próxima conferência do clima. Os três países possuem as maiores reservas florestais do mundo. A ideia é angariar recursos de “países mais ricos”, como diz Lula, para promover o desenvolvimento sustentável.

Neste sábado, Lula voltou ao assunto:

— (Os países ricos) descumpriram a promessa feita em Copenhage (durante conferência na Dinamarca) de destinar US$ 100 bilhões por ano (para o combate às mudanças climáticas) — reclamou.

A conversa de Lula com o presidente da Colômbia faz parte dos preparativos da Cúpula da Amazônia, que será realizada entre os dias 8 e 9 de agosto. O encontro contará com os países da região amazônica para debater temas como preservação e segurança nas fronteiras.

— Queremos estabelecer um comitê de especialistas da Amazônia, inspirado no Painel Intergovernamental Sobre Mudança do Clima (IPCC), para gerar conhecimento e produzir recomendações baseadas na ciência. A formação de redes de contato entre universidades e instituições de pesquisa contribuirá para estimular a produção de conhecimento local, dinamizar as economias e criar oportunidades para nossa juventude, tão carente de alternativas de estudo e trabalho — discursou Lula.

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General Heleno mentiu ao Congresso sobre uso de aviões da FAB pelo clã Bolsonaro

Então ministro do GSI afirmou, em 2019, que família havia usado jatos oficiais apenas duas vezes. No período, porém, foram 8 viagens.

Um cálculo matemático básico e uma checagem simples em documentos oficiais dá o resultado: o general Augusto Heleno Ribeiro, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) no governo de Jair Bolsonaro, mentiu ao Congresso Nacional ao afirmar que, até outubro de 2019, só tinham ocorrido “dois apoios de deslocamento” a familiares do então presidente da República.

A prova de que o ministro não disse tudo está em dados oficiais do próprio GSI aos quais o Metrópoles teve acesso. O número correto é o quádruplo do que ele informou: foram, na verdade, oito voos.

O Ofício 463/2019 foi enviado por Augusto Heleno no dia 4 de outubro de 2019 à Câmara, em resposta a um requerimento de informação feito pelo então deputado federal Marcelo Calero sobre o uso de dois helicópteros oficiais para levar parentes do então presidente ao casamento de seu filho 03, o também deputado federal Eduardo Bolsonaro. A festa ocorreu no Rio de Janeiro, no dia 25 de maio daquele ano.

Heleno respondeu aos questionamentos de Calero citando normas que permitiam que as aeronaves fossem empregadas. Ao final, afirmou que, “mesmo com essa prerrogativa, o transporte de membros da família do senhor presidente não tem sido rotineiro, tendo ocorrido, até a presente data, somente dois apoios de deslocamentos da primeira-dama em aeronave da FAB, no trecho Brasília-Rio de Janeiro-Brasília”.

As planilhas oficiais do GSI, porém, mostram que o número não estava correto (veja galeria abaixo). Até a data do documento assinado pelo general, Michelle Bolsonaro já havia feito ao menos sete voos classificados na categoria “DISP PR” – é quando as aeronaves estão à disposição para serviços de interesse da Presidência.

Planilha do GSI mostra voos de Michelle Bolsonaro em jatos da FABA primeira parte da planilha com os voos de Michelle no período: viagens ao Rio Reprodução

Planilha do GSI mostra voos de Michelle Bolsonaro em jatos da FAB

A segunda parte da planilha: ao lado, a lista de convidados nos voos da primeira-dama Reprodução

Na resposta ao Congresso, Heleno afirmou que Michelle havia usado aviões da FAB em apenas dois deslocamentos

Assinatura eletrônica do general Augusto Heleno Ribeiro em documento enviado à Câmara dos Deputados sobre voos da família Bolsonaro em aviões da FAB

A assinatura de Heleno no documento enviado à Câmara dos Deputados Reprodução

“Nada tenho a explicar”, diz general
Na resposta enviada ao Congresso, o general Heleno afirmou ainda que as viagens foram feitas “sem o dispêndio adicional de recursos públicos”, dando a entender que Michelle aproveitou aeronaves que já estariam, por razões oficiais, indo para o mesmo destino que ela. Os chamados voos “DISP PR”, no entanto, não estão nessa categoria.

O ofício enviado ao Congresso pelo general, apesar de mencionar textualmente “dois apoios de deslocamentos”, é impreciso ao não esclarecer se os dois apoios se referem a dois voos simplesmente ou a duas viagens de ida e volta entre o Rio e Brasília, o que significaria quatro voos. Ainda assim, mesmo que estivesse se referindo a dois deslocamentos completos, com as aeronaves indo ao Rio e voltando para Brasília, Heleno passou longe do número real.

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Áudio: Enfim, Tony Garcia disponibilizou uma série de áudios que complicam Moro

Desta vez, ao que parece, o ex-juiz e hoje senador Sergio Moro (União-PR) terá dificuldades para provar que em seus anos de magistratura agia de maneira “normal”, dentro da lei e respeitando o que se espera de funcionários públicos que exercem tal função. Uma conversa pelo telefone divulgada pelo empresário paranaense Tony Garcia mostra o então “chefão” da Lava Jato conversando naturalmente com ele, então seu réu na 13ª Vara Federal de Curitiba, e tratando abertamente de “acordos”.

No diálogo, Moro parece arrogante e despreocupado, ante um Garcia implorando para que “o acordo seja cumprido” e pedindo para que o juiz não fique divulgando na mídia suas sentenças e condenações, porque isso estaria destruindo sua vida. O agora senador parece não ligar muito para as súplicas do empresário e diz que “precisa divulgar” porque se não o fizer “o pessoal vai ficar cobrando”, numa conversa absolutamente absurda e incompatível entre o homem que julgava processos da esfera federal e um de seus acusados que estava sob julgamento.

Leia uma parte da transcrição da conversa abaixo e ouça o telefonema a seguir.

Tony Garcia – “Agora, eu sei que o senhor comentou… Mas doutor Sergio, é o seguinte… Preciso só lhe fazer uma pergunta pra ver como vamos lidar com isso… Nós estamos chegando nos ‘finalmente’, e uma coisa só que me preocupa: quando for a sentença, seja qual for e tal, isso aí, o senhor vai dar publicidade nisso daí?”

Sergio Moro – “É, veja, eu sei que tu é uma pessoa publicamente exposta, né… Aí, assim, o que acontece? Se eu não divulgar, o pessoal vai ficar cobrando… Então eu prefiro divulgar, entendeu, informa de maneira…”

Tony Garcia – “Eu era, agora não sou mais, nem concorrendo eu tô nas eleições, nada, doutor Sergio… Doutor Sergio, veja, pra eu cumprir esse acordo, pra eu fazer tudo, eu vou depender muito do que estou reestabelecendo da minha vida… A perda que causa na vida da gente esse tipo de coisa, o senhor não pode imaginar… Agora, eu só quero fazer o seguinte: se tem uma maneira de nós sentarmos com o senhor, com Ministério Público, nós, a defesa e tudo, de a gente ver uma maneira, doutor Sergio, que não me deixe uma coisa, uma empresa ou alguma coisa assim… Eu não sei como que é feito isso, porque envolveu empresa como organização criminosa, como isso, como aquilo…”

Sergio Moro – “Não, o que importa é o senhor… “

Tony Garcia – “Isso, não, não… que envolvia empresa… Não, não… falaram, citaram nome, o Paulo Pimental citou o Baltimore, tudo”

Sergio Moro – “É, essa empresa (inaudível)…”

Tony Garcia – “Eu sei, mas nessa, quando dá…”

Sergio Moro – “Não vou tocar no nome da Baltimore…”

Tony Garcia – “Não vai ser tocado em nome de empresa, nada disso? Vai ser tocado no nome da minha pessoa?”

Sergio Moro – “Sim… Do que foi decidido do consórcio Garibaldi…”

Tony Garcia – “Uhum… No setor de comunicação, quando é meu nome, você sabe o que acontece, né… Primeira página”

Sergio Moro – “É… Eu vou divulgar, esse conteúdo eu vou divulgar porque na verdade é um processo que é uma grande publicidade aí por conta de sua exposição pública, né… E assim, acho que tá sendo divulgado porque…”

Tony Garcia – “Mas doutor, vou pedir pro senhor, encarecidamente, que seja de uma maneira que não me macule de tal maneira que eu não possa mais trabalhar para conseguir, inclusive, cumprir e deixar esse ônus da Baltimore, que eu não queria…”

Sergio Moro – “Eu vou provavelmente divulgar uma informação sucinta… Que foi condenado… E também devo divulgar no caso das condenações, termos… E provavelmente ter que deixar meio público aí, e falar alguma coisa… Falar alguma coisa que a pena foi ‘x’… Eu vou tratar como dano, por exemplo…”

Tony Garcia – “É… É alguma coisa que não acabe comigo comercialmente, né… Pra eu poder continuar a trabalhar, é só isso que eu vou pedir ao senhor

Ouça a conversa gravada:

https://twitter.com/tonygarciareal/status/1677501495518937090?s=20

https://twitter.com/tonygarciareal/status/1677501495518937090?s=20

https://twitter.com/tonygarciareal/status/1677501653228847104?s=20

*Com Forum

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Deltan vazou pedido de prisão de operador da Odebrecht para jornalista do Estadão para tentar pressionar a construtora

Novas mensagens da operação Spoofing, obtidas nesta sexta-feira (7) pelo Brasil 247, mostram que o ex-deputado e ex-procurador da Lava Jato Deltan Dallagnol vazou para um jornalista do O Estado de S. Paulo informações sobre atuação dos Estados Unidos no rastreio de transações financeiras do ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa. Nas mensagens, Deltan também informa ao jornalista Ricardo Brandt que uma operação para prender o brasileiro Bernard Freiburghaus, apontado como operador dos pagamentos da Odebrecht ao diretor da Petrobras.

O diálogo entre Dallagnol e Brandt ocorreu no dia 21 de junho de 2015. “O operador da Odebrecht era o Bernardo, que está na Suíça. Os EUA atuarão a nosso pedido, porque as transações passaram pelos EUA. Já até fizemos um pedido de cooperação pros EUA relacionado aos depósitos recebidos por PRC. Isso é novidade. Vc tem interesse de publicar isso hoje ou amanhã, Ricardo, mantendo meu nome em off? Pode falar fonte no MPF. Na coletiva, o Igor disse que há difusão vermelha para prendê-lo, e há mesmo. Pode ser preso em qualquer lugar do mundo. Agora com os EUA em ação, o que é novidade, vamos ver se conseguimos fazer como caso FIFA com o Bernardo, o que nos inspirou”, disse Dallagnol para o jornalista.

A informação de Dallagnol resultou numa reportagem do Estadão no dia 22 de junho de 2015. A operação de Deltan Dallagnol com o Estadão teve o objetivo de pressionar a Odebrecht e se deu no contexto da 14ª fase da Lava Jato, batizada de Erga Omnes, que prendeu o presidente do grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht, e o da Andrade Gutierrez, Otávio Marques Azevedo, além de dez executivos das duas companhias.

Apontado como operador de propinas da Odebrecht, o doleiro Bernard Freiburghaus entrou na lista vermelha de procurados da Interpol e é tratado como figura central para as investigações da Lava Jato em parceria com os EUA. Com nacionalidade suíça, Freiburghaus não chegou a ser preso. Ele fechou um acordo com o MP em Berna, cooperou com as investigações e admitiu ter atuado na lavagem de dinheiro. Em troca, recebeu um processo abreviado.

Confira o diálogo entre Deltan Dallagnol e Ricardo Brandt:

21 Jun 15

11:43:49 Deltan – O operador da Odebrecht era o Bernardo, que está na Suíça. Os EUA atuarão a nosso pedido, porque as transações passaram pelos EUA. Já até fizemos um pedido de cooperação pros EUA relacionado aos depósitos recebidos por PRC. Isso é novidade. Vc tem interesse de publicar isso hoje ou amanhã, Ricardo, mantendo meu nome em off? Pode falar fonte no MPF. Na coletiva, o Igor disse que há difusão vermelha para prendê-lo, e há mesmo. Pode ser preso em qualquer lugar do mundo. Agora com os EUA em ação, o que é novidade, vamos ver se conseguimos fazer como caso FIFA com o Bernardo, o que nos inspirou.

11:45:44 Ricardo – Putz sensacional! !!!! Publico hj!!!!!!!

11:46:52 Ricardo Ia dar história no novo agente publico na obra de vitória em que cno e cc firam consorciadas e executivo da cc confirmou esquema… mas essa dá pra segurar. ..

11:47:16 Ricardo Eua já foi ou sera pedido?

11:47:28 Deltan Publique logo, porque houve desencontro e um colega acabou passando pro Jamil tbem rs.

11:47:52 Ricardo Isso posso dizer é um pedido de cooperação? ?

11:48:04 Deltan Já foi pedido para atuar nas operações, e estamos informando agora o nome do Bernardo

11:48:20 Deltan Pode dizer sim

11:48:48 Ricardo Ahh.. mas o jamil é nosso, tranquilo. Só eles demoram um pouco às vezes até peko fuso. . Vou fazer daqui mesmo

11:49:12 Deltan Pensei nisso também, que Vc pode se coordenar com o Jamil

11:49:16 Deltan Vc decide

11:50:16 Ricardo Obrigado. E parabéns pela operação. Agora os tubarões são mais parrudos e vorazes. .. vai ser interessante. Abs

11:57:28 Deltan Vai ser… Agora teremos que mostrar habilidade e resistência em saber apanhar tbem rs A Odevrecht está por trás, segundo fontes diferentes, da maior parte dos ataques a nos, incluindo dossiês e outros

12:04:20 Ricardo Acho que estão certos nisso.. incluiria oas e utc na estrutura de difusão das informações pra efetivar os ataques públicos via imprensa net etc além das ofensivas juridicas coordenadas

12:06:24 Deltan Se MTB não tivesse morrido, poderíamos estar bem pior do que estamos, aliás.

12:07:44 Ricardo Kk tbem acho

12:13:08 Deltan Esse caso é, como já disse, uma conspiração do universo e uma oportunidade. Abs

12:15:12 Ricardo Ultima coisa. Entre as contas do prc tem EUA ou pelas do freiburghaus? Por onde o sr diz que passsa pelos states?

12:15:56 Ricardo As primeiras contas do prc têm eua ?

15:08:48 Deltan Não só Suíça mas compensações são feitas com frequência pelos EUA pq as outras contas em várias partes do mundo. E quando banco nos EUA intercede de qq modo os EUA têm jurisdição

15:09:08 Deltan Tinha Luxemburgo tbem

18:30:16 Ricardo Manchete do Estadão amanhã. Por isso ainda não sibi no blog. Fiz um texto junto com jamil. Obrigado! !

19:50:48 Ricardo So o paralelo com caso fifa que não entendi.

19:56:28 Ricardo E Bernardo na Suíça não pode ser preso né? Jamil encontrou ele no cinema. Kk se eua emitir pedido de prisão aí tudo muda né?

20:31:44 Deltan Estamos estudando se EUA conseguem extradição de nacional suíço.

20:32:28 Deltan No caso FIFA os americanos conseguiram prisões lá de um modo bastante inusitado… Vamos ver se não consegue pra nós

20:33:24 Ricardo Humm isso que queremos escrever. Que a entrada dos eua abre uma possibilidade de conseguir prender freiburg na Suíça mesmo que não seja extraditado

20:33:32 Ricardo Nim tá errado tá?

*247

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‘Bolsonaro está isolado’, diz presidente do Republicanos após conflito envolvendo Tarcísio

Depois da desavença entre Jair Bolsonaro (PL) e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), devido à Reforma Tributária, na reunião do PL, o presidente do Republicanos, Marcos Pereira, intensificou suas críticas ao ex-ocupante do Palácio do Planalto, a quem havia apoiado na tentativa de reeleição. Pereira, que é deputado federal por São Paulo, caracterizou Bolsonaro como um líder de ideologia extremista e afirmou que ele está enfrentando isolamento político devido a comportamento inadequado.

“Os episódios de hoje (quinta-feira) não isolam Bolsonaro, porque ele já se isolou e vem se isolando pelo seu próprio comportamento. Entregou a eleição para o Lula por causa do comportamento dele. Vem se isolando quando começa a brigar com o Judiciário, quando lá no início do governo briga com o Parlamento, quando ele é contra a vacina”, disse Pereira ao jornal O Globo. Pereira votou a favor da reforma, aprovada em dois turnos.

Durante a reunião, Bolsonaro sugeriu aos presentes que poderia buscar atrasar a votação para tentar incluir no corpo da proposta às mudanças propostas pelo PL, e não buscar fazê-las por meio de destaques. Em outro momento, Bolsonaro citou uma série de políticos que venceram eleições passadas no embalo da sua força política, como os ex-ministros e agora senadores Rogério Marinho (PL-RN) e Jorge Seif (PL-SC). Mencionou também o caso do ex-ministro e atual governador paulista. “Quem era o Tarcísio? O Tarcísio não queria ser candidato”, disse ele, citando que foi ele quem o convenceu. Apesar dos esforços de Bolsonaro, 20 deputados do PL votaram a favor da aprovação da reforma, enquanto 75 se posicionaram contra.

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Governo Tarcísio pede para aumentar em em 8000% multa de Bolsonaro

A Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo recorreu em uma ação em que pede uma multa por uma violação sanitária de Jair Bolsonaro (PL) em São Paulo.

O órgão, que é ligado ao Governo do Estado comandado por Tarcísio de Freitas (Republicanos), pede que Bolsonaro pague muito mais pelas infrações sanitárias do ex-presidente em 2021, quando fez motociatas sem máscara no meio da pandemia, violando as regras impostas pelo governo paulista, à época sob o comando de João Dória (PSDB).

Em primeira instância, Bolsonaro foi condenado a pagar R$ 524,59 aos cofres públicos paulistas pela infração às normas sanitárias de São Paulo.

Agora, o órgão comandado Tarcísio pede que seu principal cabo eleitoral nas eleições do ano passado pague R$ 43.653, ou seja, 80 vezes mais ou 8000% a mais do que o originalmente foi estabelecido. A informação é do Diário do Centro do Mundo.

Em primeira instância, Bolsonaro foi condenado a pagar R$ 524,59 aos cofres públicos paulistas pela infração às normas sanitárias de São Paulo.

Agora, o órgão comandado Tarcísio pede que seu principal cabo eleitoral nas eleições do ano passado pague R$ 43.653, ou seja, 80 vezes mais ou 8000% a mais do que o originalmente foi estabelecido. A informação é do Diário do Centro do Mundo.

O pedido é revelado em um momento de distensão entre o bolsonarismo e o governador de São Paulo, em especial após o apoio declarado do governador à reforma tributária do governo Lula.

Freitas se distanciou de Bolsonaro e criou um racha na direita paulista. O ex-presidente queria barrar o avanço da proposta e orientou os deputados do seu partido a votarem contra o processo.

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“Momento histórico e grande vitória”, diz Lula, sobre reforma tributária

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi às redes sociais na manhã desta sexta-feira (7) celebrar a aprovação, em dois turnos, do texto-base da reforma tributária. Segundo ele, este é um “momento histórico”, e é preciso parabenizar a Câmara dos Deputados e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

“O Brasil terá sua primeira reforma tributária do período democrático. Um momento histórico e uma grande vitória para o país. Parabéns para a Câmara dos Deputados pela significativa aprovação ontem e ao ministro @Haddad_Fernando pelo empenho no diálogo e no avanço da reforma. Estamos trabalhando para um futuro melhor para todos. Bom dia!”, escreveu o presidente em sua conta no Twitter.

A aprovação da medida, que após a conclusão da análise dos destaques em segundo turno será encaminhada ao Senado, é um primeiro passo histórico após décadas de discussão do tema no Congresso. A aprovação da matéria é uma vitória não apenas para o governo, que a considera prioritária, mas também ao presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), que abraçou a proposta e trabalhou ativamente por sua aprovação.

Os deputados aprovaram o texto-base da proposta em segundo turno por 375 votos a 113 e rejeitou o primeiro destaque que poderia alterar o texto do relator Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), segundo a Agência Câmara Notícias. A análise dos destaques será retomada às 10h desta sexta.

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Bolsonaro é reprovado no primeiro teste para líder da oposição

A braçadeira de capitão é de Tarcísio.

Adeg informa: substituição na equipe que se opõe ao governo. Sai Bolsonaro, que mal tocou na bola enquanto esteve em campo. Entra Tarcísio de Freitas com a braçadeira de capitão.

(Adeg era Administração dos Estádios do Estado da Guanabara. Nos anos 60, o município do Rio pertencia à Guanabara. E Washington Rodrigues era o locutor oficial do Maracanã.

Com sua voz grave, ele calava as torcidas ao anunciar a troca de jogadores e informar o placar de jogos disputados em outros estados. Só nos anos 70 o rádio de pilha popularizou-se no Brasil.)

Tarcísio, governador de São Paulo, tem um encontro marcado, hoje, com Bolsonaro. Tentará convencê-lo das vantagens da reforma tributária, que começa a ser votada logo mais na Câmara.

E vai pedir que Bolsonaro pare de telefonar para deputados orientando-os a votar contra a reforma. Não faz tanto tempo que Tarcísio, governador de São Paulo, também era contra.

Ele chegou a reunir 70 deputados federais para dizer que a reforma prejudicaria São Paulo. Anteontem, desembarcou em Brasília com a mesma posição, mas depois de muitas reuniões ficou a favor.

Reuniu-se com colegas governadores, com o ministro Fernando Haddad, da Fazenda, com o relator do projeto da reforma e com Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara.

Tarcísio sentiu que seu partido, o Republicanos, não negará votos para aprovar a reforma, que o PL, de Bolsonaro e de Valdemar Costa Neto, também não, e que ela, afinal, será aprovada.

Se não for hoje, será na próxima semana. Mas se depender de Lira, será hoje, mesmo que a votação só acabe na madrugada de amanhã. Então, por que sair de campo derrotado?

Tarcísio sairá como vencedor, tendo demonstrado mais uma vez que é um homem que sabe compor, em contraste com Bolsonaro, que aposta e sempre apostará no “nós contra eles”.

Bolsonaro foi reprovado no primeiro teste para líder da oposição apesar de inelegível por 8 anos. Costa Neto ainda crê que ele poderá ser um cabo eleitoral de luxo nas eleições de 2024 e 2026.

Engana-se quem pensa que Bolsonaro poderá se reinventar. Quantas vezes não se esperou que tal milagre acontecesse? Como líder capaz de arrebatar multidões, ele já era.

Nos anos 70, o cadete 513 da Academia Militar das Agulhas Negras só se destacou em provas de corrida de curta distância. Ganhou o merecido apelido de “Cavalão”.

Engana-se quem pensa que Bolsonaro poderá se reinventar. Quantas vezes não se esperou que tal milagre acontecesse? Como líder capaz de arrebatar multidões, ele já era.

Nos anos 70, o cadete 513 da Academia Militar das Agulhas Negras só se destacou em provas de corrida de curta distância. Ganhou o merecido apelido de “Cavalão”.

*Blog do Noblat

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