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Eurasia Group eleva para 60% a chance de reeleição de Lula em 2026

Revisão da consultoria internacional reflete a recuperação recente na aprovação do governo federal, contrariando projeções mais pessimistas do mercado

A consultoria internacional de risco político Eurasia Group revisou suas projeções para a sucessão presidencial brasileira e elevou de 55% para 60% a probabilidade de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A análise, divulgada originalmente pela revista Exame, aponta que o atual mandatário consolidou sua posição de favoritismo para o pleito, amparado por uma reação em seus índices de popularidade e por indicadores econômicos favoráveis.

Recuperação da popularidade

De acordo com o relatório enviado a clientes e investidores, o principal motor para a melhoria nas perspectivas de Lula foi a recuperação de sua aprovação nos últimos meses. Os dados mostram que a avaliação positiva do governo voltou a superar a marca de 47%, após ter atingido o patamar mínimo de 44,6% no fim do primeiro quadrimestre.

Os analistas da Eurasia destacaram que essa guinada está diretamente ligada a fatores econômicos perceptíveis no dia a dia da população, como o arrefecimento da inflação de alimentos e os efeitos práticos de medidas voltadas para o aumento da renda. De acordo com o Vermelho, essa leitura contrasta com as expectativas majoritárias do mercado financeiro, que vinham subestimando o poder de recuperação do governo e apostando em um desgaste político mais severo.

Estatisticamente, líderes com taxas de aprovação consolidadas acima de 40% nos meses que antecedem a eleição costumam registrar uma probabilidade majoritária de vitória. O histórico global mostra que a máquina pública atua como um forte equalizador, mesmo em contextos de polarização acirrada.

Cenário competitivo e desafios à frente

Apesar de conferir o favoritismo ao atual presidente, a Eurasia ressalta que o cenário eleitoral para a disputa continua aberto e altamente competitivo. A margem de 60% indica uma vantagem clara, mas está longe de representar uma fatura liquidada.

Entre os principais gargalos que podem comprometer a trajetória de crescimento do governo, o relatório aponta a segurança pública e os desafios fiscais como potenciais “calcanhares de Aquiles” para a campanha governista. A consolidação dos nomes da oposição e a oscilação dos indicadores de emprego e renda até o início oficial do período eleitoral ditarão se a tendência de alta de Lula se manterá estável ou sofrerá novas oscilações.

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Política

Campanha de Flavio Bolsonaro se prepara para um vídeo-bomba em festa de Vorcaro

A pré-campanha de Flávio Bolsonaro entrou em estado de alerta diante da possibilidade de divulgação de um vídeo que, segundo relatos publicados pela imprensa, teria sido gravado em uma festa promovida por Daniel Vorcaro. Nos bastidores, aliados já discutem uma estratégia para conter os danos caso o material venha a público.

A preocupação não é apenas com o conteúdo das imagens, mas também com o potencial de aprofundar o desgaste provocado pela proximidade política e financeira entre o senador e o ex-banqueiro. A relação entre ambos já vinha sendo alvo de questionamentos após revelações sobre tratativas envolvendo recursos para um projeto cinematográfico ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Até o momento, o suposto vídeo não foi divulgado publicamente, e seu conteúdo não pôde ser verificado de forma independente. O próprio Flávio Bolsonaro nega ter participado de festas promovidas por Vorcaro.

Ainda assim, a simples expectativa em torno da divulgação do material já mobiliza a campanha. Em um momento em que a credibilidade do pré-candidato enfrenta sucessivos episódios de desgaste, um novo fato negativo pode ampliar a pressão política e alimentar questionamentos sobre sua capacidade de conduzir a disputa presidencial sem que novas controvérsias dominem o debate eleitoral.

Na ocasião, o senador afirmou que a esposa “sabe o homem muito melhor que ela tem hoje, um homem que é convertido, um homem que respeita muito mais a família, um homem que valoriza muito mais a esposa, as filhas”.

O temor maior, no entanto, é que além desse, existam outros vídeos do senador nas orgias promovidas pelo banqueiro.


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Emendas de Valdemar: R$ 80 milhões foram para cidades comandadas pelo PL

Outros R$ 5,2 milhões destinados por Valdemar da Costa Neto beneficiam cidades de prefeitos cuja coligação teve o PL nas eleições de 2024

Mais de R$ 80 milhões das emendas atribuídas ao presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, beneficiaram cidades chefiadas por filiados da sigla, revela levantamento da coluna. Investigação apontou que, ainda que não tivesse cargo de senador ou deputado, o presidente do PL controlava verbas do Orçamento da União.

Na decisão que bloqueou a execução dos recursos, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), reproduziu tabela com as emendas que teriam sido apropriadas por Valdemar, conforme investigação da Polícia Federal (PF).

Uma das cidades elencadas é Suzano (SP), que teria sido destino de duas emendas da Comissão da Saúde de 2024. As indicações, somadas, se aproximam dos R$ 27 milhões. A cidade é chefiada por Pedro Ishi, também do Partido Liberal.

O município de Porto Seguro (BA) consta como o destino de quase R$ 25 milhões em indicações atribuídas a Valdemar. De acordo com o Metrópoles, a prefeitura municipal, por sua vez, está sob a responsabilidade de Jânio Natal (PL).

A informação foi levantada pela coluna com base em informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) referentes às Eleições Municipais de 2024. Confira as cidades listadas que têm o cargo de prefeito ou vice-prefeito ocupados por quadros do PL:

  • Suzano (SP): R$ 26.835.199
  • Porto Seguro (BA): R$ 24.999.298
  • Santa Fé do Sul (SP): R$ 9.575.004
  • Bebedouro (SP): R$ 9.000.000
  • Ubatuba (SP): R$ 7.000.000
  • Mogi das Cruzes (SP): R$ 3.000.000
  • Macedonia (SP): R$ 220.000
  • Ilha Solteira (SP): R$ 220.000

Além disso, as chapas eleitas em outras duas cidades compuseram coligações com o Partido Liberal nas Eleições de 2024. São elas: Presidente Venceslau (SP), que recebeu R$ 220 mil, e Guaimbé (SP), destino de R$ 280 mil. Outra cidade cuja prefeita compôs com o PL nas urnas é Morro do Chapéu (BA), destino de R$ 4,78 milhões.


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Política

Cercado de aliados corruptos, além dele próprio, campanha de Flavio explode no centro e nas beiradas

Cercado por aliados envolvidos em denúncias, investigações e escândalos de toda natureza — sem conseguir se desvencilhar das próprias controvérsias que o acompanham há anos — Flávio Bolsonaro vê sua campanha se transformar em uma sucessão de crises. O que deveria ser uma demonstração de força política tornou-se uma coleção diária de constrangimentos.

Os problemas já não se limitam ao núcleo mais próximo. A campanha parece explodir no centro e nas beiradas, atingida por novos episódios que alimentam dúvidas sobre os critérios de suas alianças e a credibilidade de seu projeto político. A cada dia surge um novo escândalo, uma nova revelação ou mais um personagem incômodo ligado ao seu entorno.

Quando os casos isolados se acumulam a ponto de virar rotina, deixam de ser exceção e passam a definir o ambiente político que cerca um candidato. No caso de Flávio Bolsonaro, a sucessão de episódios comprometedores já não parece mero acaso, mas o retrato de um grupo político incapaz de escapar das próprias contradições.

Hoje, o foco recai sobre Valdemar Costa Neto. Ontem, foi Márcio Canella. Antes deles, outros personagens já haviam colocado a campanha na defensiva. Como se não bastasse o desgaste provocado pelos aliados, o próprio Flávio continua sem oferecer explicações convincentes sobre sua relação com Daniel Vorcaro e os negócios que envolvem o Banco Master, tema que insiste em evitar sempre que questionado.

O resultado é uma sucessão de crises que se acumulam sem solução. A cada novo dia surge mais um problema, mais uma suspeita e mais um fato que exige esclarecimentos. O que deveria ser uma campanha baseada em propostas acaba dominado pela necessidade constante de apagar incêndios.

Quando um candidato passa mais tempo tentando explicar seus aliados e suas conexões do que debatendo o futuro do país, o problema deixa de ser episódico. Torna-se uma questão de credibilidade. E, no caso de Flávio Bolsonaro, essa conta parece crescer a cada nova manchete.


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Política

Segundo a PF, Valdemar desviou R$ 119 mi em emendas, e Dino bloqueia bens de dirigente do PL

O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou o bloqueio de R$ 119 milhões em bens do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, depois de a PF (Polícia Federal) apontar que ele estaria atuando para direcionar emendas parlamentares, mesmo sem mandato no Congresso Nacional.

A PF afirma que as emendas “foram forjadamente encaminhadas e desviadas” e que o próprio Valdemar pode ter sido o beneficiário final. Cerca de R$ 104 milhões já haviam sido efetivamente pagos, diz a corporação. A reportagem tenta contato com o presidente do PL.

Na decisão, Dino determina a suspensão da execução de todas as despesas públicas ligadas às emendas e manda o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), apresentar em dez dias todos os documentos de tramitação interna dos valores sob suspeita.

A ordem judicial tem origem na operação Transparência, deflagrada em dezembro do ano passado e que teve como alvo Mariângela Fialek, a Tuca, assessora ligada ao ex-presidente da Câmara dos Deputados Arthur Lira (PP-AL).

Ao analisar o conteúdo do celular da servidora, a PF identificou que Valdemar se utilizava dos “serviços” dela “para destinar recursos conforme seus interesses, em sintomas inequívocos do cometimento dos crimes de peculato” (desvio de dinheiro público).

“Basicamente, Valdemar Costa Neto contava com autonomia para direcionar recursos de emendas (de comissão, proeminentemente) conforme sua cota pessoal e particular, atribuída a partir de sua condição de presidente da sigla”, diz o relatório da PF encaminhado a Dino.

De acordo com a PF, havia planilhas que sistematizavam as indicações de Valdemar, com observações sobre os recursos que seriam encaminhados aos Ministérios. Para dar ares de legalidade à fraude, eram incluídos os nomes dos falsos parlamentares solicitantes.

“Fala-se de um volume considerável de emendas parlamentares indicadas por uma pessoa não detentora de mandato”, observa a corporação. Além de Tuca, outros dois servidores da Câmara são suspeitos de integrar o esquema: Nara Brum e Garigham Pinto, da liderança do PL.

Nas comunicações interceptadas pela PF, Nara cita emendas “do Valdemar” e destaca que ele “não aceitaria mudanças nos destinos” dos valores. A servidora, diz, ainda, que ele estaria amparado em promessas da Mesa Diretora da Câmara.

Segundo a PF, isso indica “articulação em nível superior das estruturas formais da Casa”. A reportagem ainda não a localizou.

De acordo com o ICL, já Garigham atuaria como “interlocutor mais direto” de Valdemar e “verdadeiro emissário” do presidente do PL, participando ativamente da negociação dos recursos e dando orientações para a formalização das indicações. Procurado pela reportagem, ele disse que atua de forma técnica e não tem o que comentar.

“Os três servidores da Câmara têm plena consciência da clandestinidade dessa atuação, que extrapola a função burocrática e adentra em um espaço de cogestão irregular, no qual eles não apenas cumprem instruções, mas orientam, cobram, organizam e adaptam destinações conforme diretrizes informais atribuídas a Valdemar”, diz a PF.


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Centrão abandona Flavio Bolsonaro por crise de credibilidade; Valdemar tenta apagar incêndio

A pré-candidatura de Flávio Bolsonaro atravessa um momento de evidente desgaste político. Nos bastidores de Brasília, cresce a percepção de que o Centrão, União Brasil, PP e Republicanos, já não demonstra o mesmo entusiasmo em embarcar em um projeto eleitoral marcado por divisões internas, crises sucessivas e dificuldades para ampliar sua base de apoio. A avaliação entre dirigentes partidários é que a credibilidade do senador sofreu forte abalo, tornando sua candidatura um ativo cada vez menos atraente.

Enquanto lideranças pragmáticas do Centrão observam o cenário com cautela, Valdemar Costa Neto se vê obrigado a atuar como bombeiro permanente de uma crise que parece não ter fim. Nas últimas semanas, o presidente do PL precisou intervir diretamente para conter o conflito público entre Flávio Bolsonaro e Michelle Bolsonaro, antecipando inclusive seu retorno ao Brasil para tentar pacificar os ânimos e evitar que o racha comprometesse ainda mais o projeto eleitoral do partido.

O problema, porém, vai além das disputas familiares. O Centrão opera movido por cálculos eleitorais e dificilmente permanece ao lado de candidaturas que transmitam instabilidade ou aumentem o risco de derrota. Nesse ambiente, cada nova crise amplia as dúvidas sobre a capacidade de Flávio de construir uma coalizão ampla e competitiva.

Valdemar sabe que uma candidatura presidencial depende, antes de tudo, da percepção de viabilidade. Sem confiança dos aliados, sem capacidade de agregar novos apoios e enfrentando sucessivos desgastes internos, a missão de vender Flávio como nome de consenso torna-se cada vez mais difícil. Não por acaso, o dirigente do PL fez apelos públicos pela pacificação, alertando que a divisão interna pode comprometer o desempenho eleitoral do grupo.

Na política, incêndios ocasionais podem ser controlados. O problema surge quando eles deixam de ser acidentes e passam a fazer parte da rotina. Nesse caso, nem o melhor bombeiro consegue impedir que a fumaça afaste aqueles que só permanecem ao lado de quem demonstra força para vencer.


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Campanha de Flavio, entre raios e trovões e muitos palavrões, entra em modo desespero pós-Datafolha

A mais recente pesquisa Datafolha provocou um rodamoinho na campanha de Flavio Bolsonaro logo após o 01 do clã dar de cara na porta na tentativa frustrada de usar a Representação Comercial dos Estados Unidos (USTR) para fazer política.

Flavio foi exemplarmente desautorizado pelos americanos.

A repercussão no Brasil foi imediata e a Faria Lima reagiu mal e deu um corrupio infrene contra seu pupilo, dizendo que a viagem de Flavio aos EUA foi inóqua, infalivelmente brochante.

Em seguida, pesquisa espontânea do Datafolha se transformou em tiro de canhão para a campanha de Flavio, porque Lula aparece seis pontos na frente em São Paulo, estado onde, na eleição de 2022, Bolsonaro teve 10 pontos a mais que Lula.

Bastou isso para pipocar furdunço, do Oiapoque ao Chuí, entre os correligionários de Flavio. E quando todos pensavam que a palha recolhida, que provocou o incêndio havia acabado, Eduardo Bolsonaro fez questão de gravar vídeo para mostrar, em alto e bom som, o suplício da candidatura do irmão a essa altura do campeonato, levantando ainda mais poeira e folhas secas em seu contra-ataque a Zé Trovão que, num claro rompimento com o clã, chamou Jair Bolsonaro de covarde.

Eduardo, com aquele preparo emocional que o pai lhe deu, vomitou o que lhe deu na cruzeta, xingando Zé Trovão com vários palavrões, ameaçando o chapelão de revelar à sociedade o lado oculto e sombrio do ex-aliado ou aliado às avessas.

Seja como for, o bicho pegou e os roletes de fumo que Flavio está levando nas pesquisas parece mesmo que fizeram o ânimo da bolsonarada desabar e o cheiro e enxofre se espalhar.


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Alcolumbre cancela sessão e PEC do fim da escala 6×1 deve ficar para depois das eleições

A notícia do adiamento da PEC que trata do fim da escala 6×1 expõe, mais uma vez, como temas de grande impacto para milhões de trabalhadores acabam subordinados aos cálculos eleitorais de Brasília.

Com o cancelamento da sessão pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a proposta deve ficar parada até depois das eleições, empurrando para um futuro indefinido um debate que mobiliza sindicatos, trabalhadores e parte significativa da sociedade.

A justificativa oficial pode ser a necessidade de mais discussão e construção de consenso, mas o efeito prático é o adiamento de uma decisão que afeta diretamente a qualidade de vida de quem enfrenta jornadas exaustivas e tem pouco tempo para descanso, lazer e convivência familiar.

Em ano eleitoral, parlamentares costumam evitar temas que possam gerar desgaste junto a setores empresariais ou provocar divisões entre suas bases de apoio.

O resultado é que milhões de brasileiros seguem aguardando uma definição sobre uma proposta que promete alterar profundamente as relações de trabalho no país.

Enquanto o calendário político avança, a discussão sobre condições dignas de trabalho permanece em segundo plano, refém das conveniências e estratégias eleitorais do Congresso Nacional.


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Flávio atrasa escolha no Rio e aliados acreditam que desistirá da disputa presidencial

A demora de Flávio Bolsonaro em definir quem será o candidato do PL ao Senado pelo Rio de Janeiro deixou de ser vista como mera estratégia eleitoral. Nos bastidores do partido, cresce a avaliação de que o senador mantém a própria cadeira como um seguro político caso sua candidatura ao Palácio do Planalto não se sustente.

A indefinição irrita dirigentes do PL, que aguardam uma posição clara sobre a sucessão no Rio. Enquanto o presidente nacional da legenda, Valdemar Costa Neto, afirma publicamente acreditar que Flávio seguirá na disputa presidencial, aliados cobram uma definição e enxergam na hesitação um sinal de falta de confiança na própria viabilidade eleitoral.

O problema é que a postergação ocorre em um momento de sucessivas crises envolvendo o grupo político bolsonarista. Nos últimos meses, nomes cotados para compor a chapa no Rio foram atingidos por investigações e operações da Polícia Federal, aumentando o desgaste da legenda e tornando a montagem da chapa um desafio ainda maior.

A disputa interna entre Carlos Portinho e Carlos Jordy pela indicação ao Senado permanece sem solução, enquanto adversários avançam na organização de suas campanhas. Cada dia de indefinição amplia a percepção de que Flávio prefere preservar uma rota de fuga: permanecer no Senado caso a candidatura presidencial se revele inviável.

Na política, quem realmente acredita na própria candidatura costuma organizar o tabuleiro com antecedência. Quando um pré-candidato evita tomar decisões essenciais até o último momento, inevitavelmente abre espaço para especulações sobre seus reais planos. É justamente essa dúvida que hoje domina os bastidores do PL.

Flávio Bolsonaro está construindo uma campanha presidencial ou apenas garantindo um plano B?

A conferir.


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