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Quem está por trás do crescimento meteórico de Augusto Cury? O dedo de Pablo Marçal aparece cada vez mais

De repente, Augusto Cury deixou de ser apenas o escritor de livros de autoajuda e candidato quase invisível à Presidência para transformar-se em fenômeno eleitoral. Em poucos dias, saltou de 2% para 7,8% na Atlas/Intel. Mais impressionante ainda: ganhou cerca de 2 milhões de seguidores no Instagram em apenas uma semana.

Coincidência?

É justamente aí que Pablo Marçal entra em cena.

Reportagens publicadas nesta segunda-feira mostram que o crescimento de Cury veio acompanhado de uma verdadeira inundação de vídeos nas redes sociais, muitos deles com a mesma linguagem, estética e dinâmica de comunicação utilizadas pelo universo digital de Marçal. O apoio do ex-coach ao candidato do Avante é público e seus seguidores passaram a atuar fortemente em favor de Cury.

Não é necessário recorrer a teorias conspiratórias para perceber que existe uma engrenagem política e digital por trás dessa ascensão meteórica. A pergunta relevante é outra: até onde vai o apoio espontâneo de Marçal e onde começaria uma operação organizada para fabricar artificialmente um candidato competitivo?

Essa pergunta não é gratuita. A própria cobertura jornalística registra suspeitas de atuação não orgânica, inclusive com questionamentos sobre eventual financiamento irregular da avalanche de conteúdo pró-Cury. A campanha, naturalmente, nega qualquer manipulação.

E há um elemento particularmente revelador: Cury e Marçal parecem ocupar espaços diferentes de uma mesma prateleira política. Um apresenta a embalagem mais sofisticada, mais polida e menos agressiva; o outro construiu sua persona em torno do discurso motivacional, da provocação e da exploração maciça das redes. Não por acaso, o jornalista Matheus Pichonelli resumiu a semelhança com uma frase devastadora: “Cury é o Pablo Marçal que senta à mesa.”

É nesse contexto que ganha importância o histórico confronto entre Marçal e o economista Elias Jabbour no Inteligência Ltda.. O debate, realizado em novembro de 2025, colocou frente a frente o discurso motivacional e empresarial de Marçal e a argumentação de um professor universitário especializado em economia política e desenvolvimento. O episódio ganhou grande repercussão justamente pela diferença entre os métodos de argumentação dos dois.

O problema, portanto, não é simplesmente Augusto Cury crescer nas pesquisas. Democracia pressupõe que qualquer candidato possa crescer.

O que merece investigação é a velocidade desse crescimento, a explosão simultânea de suas redes, a participação da máquina digital associada a Marçal e a possibilidade de que uma candidatura esteja sendo impulsionada artificialmente por uma estrutura de comunicação extremamente profissionalizada.

Porque, se existe uma operação para transformar Cury em fenômeno eleitoral, ela não surgiu do nada.

E, olhando para a movimentação das redes, Pablo Marçal é um dos nomes que inevitavelmente aparecem no rastro dessa ascensão.

A questão agora é descobrir se estamos diante de uma onda eleitoral espontânea ou de uma onda cuidadosamente fabricada.

E essa diferença, numa eleição presidencial, é tudo.


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Pesquisa

Atlas/Intel: Pesquisa mostra Lula 10 pontos à frente de Flavio Bolsonaro no 1º turno

Pesquisa AtlasIntel divulgada hoje mostra o candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 43,4% das intenções de voto do primeiro turno da eleição presidencial, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 33,7%. Augusto Cury passou de 1,6% para 7,8%.

A pesquisa ouviu 5.014 eleitores, por recrutamento digital aleatório, entre os dias 25 e 30 de agosto. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-07972/2026.

No levantamento anterior, em 29 de julho, Lula aparecia com 44,9%, e Flávio Bolsonaro, 35,8%.

1º turno – estimulada (quando é apresentada lista com nomes dos candidatos)

  • Lula (PT): 43,4%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 33,7%
  • Augusto Cury (Avante): 7,8%
  • Renan Santos (Missão): 7,6%
  • Ronaldo Caiado (PSD): 3,3%
  • Pablo Marçal (PRTB): 1,9%
  • Romeu Zema (Novo): 1%
  • Samara Martins (UP): 0,9%
  • Rui Costa Pimenta (PCO): 0,1%
  • Wilton Grassi (Democrata): 0,1%
  • Nenhum/Branco/Nulo: 0,1%
  • Não sabe/Não respondeu: 0,2%

2º turno

Lula x Flávio Bolsonaro

  • Lula (PT): 47,1% (era 49,2% em 28/7)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 42,6% (era 42,9%)
  • Branco/Nulo/Não sei: 10,3% (era 7,9%)

Lula x Ronaldo Caiado

  • Lula (PT): 46,6% (era 48,2% em 28/7)
  • Ronaldo Caiado (PSD): 41% (era 38,9%)
  • Branco/Nulo/Não sei: 12,3% (era 12,9%)

Lula x Romeu Zema

  • Lula (PT): 47% (era 48,6% em 28/7)
  • Romeu Zema (Novo): 40,7% (era 39,6%)
  • Branco/Nulo/Não sei: 12,3% (era 11,8%)

Lula x Renan Santos

  • Lula (PT): 47.5% (era 47,6% em 28/7)
  • Renan Santos (Missão): 26% (era 30,2%)
  • Branco/Nulo/Não sei: 26,6% (er 22,2%)

Evolução das intenções de voto no 2º turno
Lula (PT)

  1. Fevereiro – 46,2%
  2. Março – 46,6%
  3. Abril – 47,5%
  4. Junho – 48,8%
  5. Julho – 49,2%
  6. Agosto – 47,1%

Flávio Bolsonaro (PL)

  • Fevereiro – 46,3%
  • Março – 47,6%
  • Abril – 47,8%
  • Junho – 42,3%
  • Julho – 42,9%
  • Agosto – 42,6%

Branco/Nulo/Não sabe

  • Fevereiro – 7,5%
  • Março – 5,8%
  • Abril – 4,7%
  • Junho – 8,9%
  • Julho – 7,9%
  • Agosto – 10,3%

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Pesquisa

Atlas/Intel: Lula amplia vantagem e chega mais forte ao segundo turno contra Flávio Bolsonaro

A mais recente pesquisa AtlasIntel/Bloomberg reforça uma tendência que vem se consolidando ao longo da corrida presidencial: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém uma vantagem consistente sobre o senador Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno. Segundo o levantamento divulgado nesta terça-feira, Lula aparece com 49,2% das intenções de voto, contra 42,9% de Flávio Bolsonaro, ampliando ligeiramente a diferença em relação à pesquisa anterior.

Os números mostram que, apesar da forte polarização da disputa, Flávio ainda encontra dificuldades para romper o teto eleitoral e conquistar segmentos decisivos do eleitorado. A vantagem de Lula permanece acima da margem de erro do levantamento, indicando um cenário favorável ao atual presidente neste momento da campanha.

O resultado também sugere que a estratégia de nacionalizar a campanha em torno do legado do bolsonarismo ainda não foi suficiente para reduzir a distância. Nas últimas semanas, Flávio buscou reforçar sua candidatura com apoios internacionais e intensificou o discurso voltado ao eleitorado conservador. Ainda assim, a pesquisa indica que esse movimento não se traduziu em crescimento capaz de ameaçar a liderança de Lula.

Em comparação com levantamentos anteriores da própria AtlasIntel, observa-se estabilidade na intenção de voto de Lula e um crescimento insuficiente de Flávio para alterar o quadro geral. O cenário confirma uma tendência observada desde julho: o presidente preserva uma vantagem confortável na simulação de segundo turno.

Embora a campanha ainda tenha espaço para mudanças, especialmente diante da intensificação da propaganda eleitoral e dos debates, o levantamento reforça que Lula inicia a fase decisiva da disputa em posição mais favorável. Para Flávio Bolsonaro, o desafio passa a ser ampliar seu alcance para além do eleitorado já identificado com o bolsonarismo e reduzir sua rejeição entre os eleitores moderados, condição considerada fundamental para tornar a disputa mais competitiva.

  • Lula (PT): 49,2%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 42,9%
  • Voto nulo/branco/não sei: 7,9%

De acordo com a sondagem, o petista tem vantagem de 6,3 pontos percentuais sobre Flávio. Na pesquisa anterior, realizada no fim de junho, o presidente brasileiro tinha 48,8%, enquanto Flávio pontuava 42,3% — a diferença era de 6,5 pontos percentuais.

O levantamento foi feito entre os dias 22 e 27 de julho, com 5 mil entrevistados. A margem de erro é de um ponto percentual para mais ou menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08602/2026.


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Pesquisa

Atlas/Intel: Lula abre vantagem sobre Flávio Bolsonaro no 2º turno

Pesquisa Atlas/Bloomberg mostra Lula à frente de Flávio Bolsonaro e de outros nomes da direita em cenários eleitorais para 2026

O presidente Lula (PT) aparece com 48,8% das intenções de voto contra 42,3% do senador Flávio Bolsonaro (PL) em uma eventual disputa de segundo turno, abrindo vantagem de 6,5 pontos percentuais, segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (1º).

De acordo com o levantamento, 8,9% dos eleitores afirmaram que votariam em branco, anulariam o voto ou ainda estão indecisos nesse cenário. A pesquisa também testou outros cinco possíveis confrontos de segundo turno envolvendo Lula e pré-candidatos da direita.

Na simulação contra o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), Lula registra 48% das intenções de voto, enquanto Caiado aparece com 39%. Nesse cenário, brancos, nulos e indecisos somam 13,1%.

Contra o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), o presidente marca 48,2%, ante 38,5% do adversário. O percentual de eleitores que não escolheram nenhum dos dois nomes ou permanecem indecisos chega a 13,3%.

A maior vantagem de Lula nas simulações ocorre contra Renan Santos, do Missão. Nesse confronto, o presidente alcança 49,2%, enquanto Renan aparece com 28,9%. A parcela de brancos, nulos e indecisos é a mais alta entre os cenários avaliados: 21,9%.

O levantamento também mediu o desempenho da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). Em uma eventual disputa contra ela, Lula teria 48,7% das intenções de voto, contra 38,9% de Michelle. Brancos, nulos e indecisos somam 12,4%.

Em outro cenário testado, Lula aparece numericamente à frente de Jair Bolsonaro (PL) – que está preso e inelegível -, com 48,6%, contra 43,1%. Nesse caso, 8,3% dos entrevistados disseram que votariam em branco, anulariam o voto ou ainda não sabem em quem votariam.

A AtlasIntel informou que não considera o mês de maio de 2026 em sua série histórica. A legitimidade do levantamento foi questionada na Justiça pelo pré-candidato Flávio Bolsonaro. A análise do caso foi suspensa pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e o instituto aguarda decisão sobre o tema.

A pesquisa Atlas/Bloomberg ouviu 4.999 eleitores entre os dias 26 e 30 de junho. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e registrado no TSE sob o protocolo BR-04582/2026. 247.


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Política

O apodrecimento solitário de Flavio Bolsonaro

Em menos de duas semanas, a candidatura de Flavio envelheceu, apodreceu e caiu do galho, mas o que é melhor percebido é que seus aliados mais próximos já o abandonaram e desapareceram, assim como suas amizades.

Todos sabem que o bolsonarismo foi nutrido e baseado em interesses de oportunistas de plantão. Para essa gente, se nada há de vantagem em determinada aliança ou amizade, é muito pior quando a pessoa se torna tóxica, radioativa, capaz de contaminar a imagem de quem a ela está associado.

Isso é pior do que um comportamento inimigo, pois é traiçoeiro, falso. Mas o bolsonarismo se nutriu disso o tempo inteiro, não tem bobo na parada.

Detalhe, não são exatamente as pesquisas, como a Atlas/Intel, que Flavio mandou Nunes Marques censurar, na tentativa de cercar a manada de eleitores que vão abandonando essa canoa furada.

Os próprios ratos do PL sentem o cheiro de queimado de Flavio nas pesquisas internas, porque ninguém quer associar sua imagem à de Flavio que, hoje, associa-se não só a Vorcaro, mas também com a de TH Joias e Rodrigo Bacellar, sem falar que sua imagem também está atrelada à entrega do Pix, terras raras brasileiras e a volta das tarifas contra o Brasil, impostas por Trump.

Tudo isso junto, dá no que dá e os laços políticos, construídos ao longo dos quatro anos de governo Bolsonaro vão sendo desfeitos, como já aconteceu na derrota de Jair e, sobretudo, a partir de sua condenação e prisão por tentativa de golpe de Estado.

São esses vínculos, que dependiam exclusivamente do poder do pai de Flavio na Presidência da República, que produzem seu maior desgaste para inviabilizar a existência de sua própra candidatura, a ponto de muitos responsabilizá-lo pelo ambuente ambiente eleitoral hostil que enfrenta nas intenções de voto, sem oferecer qualquer suporte para tentar investir e criar uma ilusão de que seu eleitorado tinha fidelidade duradoura, o que se constata é que, na verdade, está se dando o oposto.

Isso está absolutamente evidente, assim como a incapacidade da campanha de Flavio reagir para estancar a sangria dos próprios correligionários.

Quem viu a entrevista do senador Girão num podcast, percebe que aquela traição explícita, desavergonhada do bufão, não é um ato isolado, mas de muitos que estão se blindando de Flavio Bolsonaro.


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Lei do silêncio de Nunes Marques para esquisas que detonam Flavio Bolsonaro, não mudará o destino de sua derrocada eleitoral

O próprio presidente do Instituto de pesquisas, Atlas/Intel, Andrei Roman, disse que não há reparo possível na campanha de Flavio Bolsonaro que o faça ser um candidato da direita competitivo, declarando que ele já está derrotado, em entrevista com William Waack.

Nós que achávamos que o filhote do genocida estava à beira do barranco, deparamo-nos com um experiente presidente do instituto de pesquisas, que atende vários países, dizendo textualmente que “a direita terá que escolher entre Caiado e Zema, porque Flavio agora é carta fora do baralho”.

Ou seja, ou a direita faz uma limpeza profunda para verificação de uma porta de segurança, do contrário, a direita terá o triplo de risco de ver Lula bombando e vencendo a eleição já no primeiro turno, sem dizer que, no radar da PF, há uma investigação que desembocará na formação de um tsunami ainda mais arrasador para todo o clã Bolsonaro.

As notícias são péssimas e ficam piores a cada dia para Flavio Bolsonaro e sua gangue.

A advertência de Andrei Roman tem um custo de realidade em que o cenário eleitoral no Brasil nunca esteve tão trágico para a direita.

Essa censura inútil de Nunes Marques, obecendo o seu patrão, é somente mais um tiro no pé na campanha do rei da milísica carioca.


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Política

Desespero: Após queda nas intenções de voto, Flávio Bolsonaro vai ao TSE para suspender pesquisa AtlasIntel

Parlamentar afirma que questão induziu os entrevistados a associá-lo a uma percepção negativa; CEO do instituto nega

A pré-campanha do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) entrou com uma representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo, de forma liminar, a suspensão da pesquisa Atlas/Bloomberg, divulgada nesta terça-feira (19).

A equipe do parlamentar argumentou que o instituto teria induzido os entrevistados a associar o senador Flávio Bolsonaro a uma percepção negativa ao reproduzir um áudio da conversa entre ele e o empresário Daniel Vorcaro antes das perguntas. A gravação foi divulgada na semana passada pelo Intercept Brasil e mostra o senador pedindo dinheiro ao dono do Banco Master para a produção do filme “Dark Horse”, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Segundo a coordenação jurídica responsável pela ação, o método utilizado comprometeu a imparcialidade do levantamento ao apresentar o conteúdo da conversa antes da coleta das respostas. “O pedido afirma que o instrumento não apenas mediu a opinião dos eleitores, mas apresentou estímulos capazes de influenciar a percepção do entrevistado antes de perguntas sobre imagem, rejeição e viabilidade eleitoral”, disse a pré-campanha de Flávio em nota.

No entanto, o CEO da Atlas, Andrei Roman, afirmou que a gravação não teve impacto nos cenários eleitorais testados. “O áudio é reproduzido depois da conclusão do questionário da pesquisa e, portanto, não tem nenhum impacto sobre os cenários eleitorais. A ideia é entender em tempo real o impacto do áudio sobre a percepção do eleitorado, com segmentação demográfica. AtlasIntel sempre mantém uma postura imparcial, que caracteriza nosso trabalho não apenas no Brasil, mas a nível global”, declarou em publicação no X.

A pesquisa
A pesquisa mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente em todos os cenários de primeiro e segundo turno testados para a eleição presidencial de 2026. O destaque do levantamento é a queda de seis pontos percentuais de Flávio em um eventual segundo turno contra Lula.

Agora, o petista aparece com 48,9% das intenções de voto, contra 41,8% do senador do PL. Na rodada anterior, realizada em abril, antes da divulgação da conversa entre Flávio e Vorcaro, o parlamentar tinha 47,8%, enquanto Lula somava 47,5%, o que indica uma oscilação negativa de seis pontos para o senador.

As conversas vazadas entre Flávio e Vorcaro também fizeram crescer a percepção de que aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) são os principais envolvidos no esquema de fraudes financeiras do Banco Master.

A pesquisa mostra que 43,3% dos entrevistados apontam os aliados de Bolsonaro como os mais envolvidos no caso. O índice representa uma alta de 15 pontos percentuais em relação ao levantamento realizado em março, quando esse grupo era citado por 28,3%, e as mensagens entre Vorcaro e Flávio ainda não tinham se tornado públicas. No mesmo período, caiu a parcela que atribui maior envolvimento a aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), saindo de 39,5% para 32,8%.

Entre os entrevistados que afirmaram ter conhecimento do vazamento das conversas entre Flávio Bolsonaro e Vorcaro, 51,7% disseram ver indícios de envolvimento direto do senador no escândalo do Banco Master. Outros 33,3% avaliaram que as conversas mostram uma tentativa legítima de obter apoio financeiro para a produção de um filme sobre Jair Bolsonaro. Já 12,1% disseram enxergar apenas uma relação de proximidade entre Flávio e o dono do banco, sem comprovação de ilegalidade.

*BdF


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Pesquisa

Atlas/Intel: Nikolas Ferreira é rejeitado por 54% que afirmam não votar nele nem em Bolsonaro

Nikolas Ferreira, deputado federal pelo PL mineiro, já é tão rejeitado quanto o ex-presidente Jair Bolsonaro. Ambos os políticos são rejeitados pela mesma parcela do eleitorado – cerca de 54%. O dado é da pesquisa Latam Pulse, feita pelo instituto Atlas Intel. O levantamento foi divulgado nesta sexta-feira (24).

Ferreira, cuja atuação parlamentar é mais pautada pelas polêmicas em redes sociais do que pela proposição de matérias legislativas, vê sua rejeição crescer desde o início de 2025.

O top cinco dos políticos mais rejeitados conta ainda com Davi Alcolumbre (União-AP), senador e presidente do Senado, Hugo Motta, deputado federal e presidente da Câmara dos Deputados, e Ciro Gomes.

Hugo Motta (Rep-PB), deputado federal e presidente da Câmara dos Deputados, é o político mais rejeitado do Brasil. Motta é criticado por 83% dos eleitores.

Davi Alcolumbre é rejeitado por 68% dos eleitores, segundo a Atlas. O senador amapaense sofre com a onda de rejeição ao Poder Legislativo por conta de pautas como a anistia aos condenados do 08/01 e pela PEC para blindar políticos de investigações criminais.

Ciro Gomes, mesmo fora dos holofotes há quase cinco anos, é desprezado por cerca de 62% dos eleitores ouvidos pelo instituto. O ex-governador do Ceará anunciou sua filiação ao PSDB, num aceno à direita nordestina.

A pesquisa Atlas Intel ouviu 14.063 brasileiros adultos entre 15 e 19 de outubro de 2025, com recrutamento digital aleatório (Atlas RDR). A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos. Com DCM.


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Atlas/Intel: Lula reeleito no 1º turno

O gabola aqui vem cantando essa pedra desde da volta de Lula a presidência da república.

Falar de um candidato a presidente é uma coisa, falar de um fenômeno nunca visto antes na história do Brasil, é bem outra.

Lula é o expoente natural na disputa de 2026.

A aprovação de Lula subiu para 50,8% em setembro (de 48,7% em agosto), com reprovação caindo para 48,3% — o melhor patamar desde janeiro de 2024.

Essa estabilização reflete melhoras econômicas, como o controle da inflação (IPCA em torno de 4,5% acumulado em 12 meses) e o crescimento do PIB projetado em 2,5% para 2025, impulsionado por exportações e programas sociais como o Bolsa Família ampliado.

Eleitores indecisos ou “moderados” (cerca de 10-15% do eleitorado) tendem a migrar para o incumbente em cenários de estabilidade.

A pesquisa mostra que Lula ganha tração entre classes médias urbanas (Sudeste e Sul), onde sua imagem de “gestor experiente” contrasta com a polarização bolsonarista.

Sem um “choque negativo” como em 2024 (crises hídricas ou fiscais), sua base fiel (Nordeste, 60-70% de apoio) se mantém intacta.

O detalhe fundamental da pesquisa mostra que com 15,6% dispersos entre “outros”, nenhum opositor de Lula atinge 20% sozinho.

Pesquisas anteriores da Atlas (setembro) já mostravam Lula com 48,1% vs. 42,1% de Bolsonaro (hipotético), mas a fragmentação atual amplifica a liderança. Historicamente, em eleições fragmentadas (como 1989 ou 2018), o frontrunner vence no 1º turno se ultrapassar 45%.

Isso seria fatal.

O camarada saiu de seu segundo mandato em 2010 com aprovação praticamente unanime.

As condições políticas de Lula hoje são infinitamente melhores, cujo o predomínio na geopolítica global incumbe-se de coroar sua reeleição em 2026.

Lula hoje tem assento central no meio do globo.
É como presidente a porta de entrada dos produtos brasileiros no exterior.

Bolsonaro amesquinhou o Brasil, sua imagem e suas e suas relações com o resto do mundo.

Lula é o mestre da ciência política, dentro e fora do país.
A direita segue numa tosca pinguela.


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Lula lidera em todos os cenários para 2026, aponta pesquisa AtlasIntel

Segundo a pesquisa, o presidente Lula venceria todos os outros possíveis candidatos, tanto no primeiro quanto no segundo turno.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se consolida como o grande favorito para as eleições presidenciais de 2026, conforme revela a pesquisa realizada pelo instituto AtlasIntel, em parceria com a Bloomberg, divulgada nesta sexta-feira (10). Segundo a Carta Capital, a pesquisa aponta que Lula lidera em todos os cenários apresentados, tanto no primeiro quanto no segundo turno, mostrando força em sua reeleição.

Nos números do primeiro cenário, com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), como principal nome da direita, Lula possui uma vantagem de 9,3 pontos percentuais. O petista alcança 42,5%, enquanto Tarcísio fica com 33,2%. Em um campo com múltiplos concorrentes à direita, incluindo o cantor Gusttavo Lima, que anunciou suas intenções políticas, a diferença se mantém considerável. Já Pablo Marçal, terceiro colocado, aparece com apenas 6,9%.

Cenário 1 – Primeira votação:

Lula: 42,5%

Tarcísio de Freitas: 33,2%

Pablo Marçal: 6,9%

Ronaldo Caiado: 2,9%

Simone Tebet: 2,1%

Sergio Moro: 1,4%

Gusttavo Lima: 1,3%

Marina Silva: 0,9%

Branco/Nulo: 8,8%

No segundo cenário, com a entrada de Eduardo Bolsonaro (PL) como principal nome da direita, a vantagem de Lula sobre o deputado federal é ainda mais robusta, chegando a quase 20 pontos percentuais. Lula se mantém com 42,5%, enquanto Eduardo Bolsonaro soma 23,5%. A pesquisa também apresenta a participação de outros nomes como Pablo Marçal (7,9%) e Ronaldo Caiado (6,2%).

Cenário 2 – Segunda votação:

Lula: 42,5%

Eduardo Bolsonaro: 23,5%

Pablo Marçal: 7,9%

Ronaldo Caiado: 6,2%

Gusttavo Lima: 4,3%

Simone Tebet: 2,4%

Marina Silva: 2%

Branco/Nulo: 7,9%

A pesquisa também simula diversos cenários de segundo turno, nos quais Lula mantém vantagem sobre os principais concorrentes da direita, incluindo Jair Bolsonaro (PL), que, embora inelegível, figura entre os adversários mais próximos, com 43% contra 49% do atual presidente.

Cenários de segundo turno:

Lula: 52% x Pablo Marçal: 35%

Lula: 52% x Eduardo Bolsonaro: 39%

Lula: 49% x Jair Bolsonaro: 43%

Lula: 49% x Tarcísio de Freitas: 39%

Lula: 48% x Ronaldo Caiado: 35%

Com uma amostra de 2.873 participantes, a pesquisa tem uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi realizada entre os dias 26 e 31 de dezembro, por meio de questionários online. O levantamento da AtlasIntel e Bloomberg é feito mensalmente, fornecendo um panorama constante das intenções de voto para 2026.