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O porquê da reação agressiva de Flavio Bolsonaro e mídia contra o aumento de R$ 90 que Lula deu ao Bolsa Família

Existem apenas duas classes sociais, a dos que não comem e a dos que não dormem com medo da revolução dos que não comem. (Milton Santos.

Abra um parêntese para lembrar que os maiores beneficiários do Bolsa Família são crianças e suas mães.

Dito isso, a histórica desigualdade brasileira, através da direita, sempre produziu a fome e a miséria das camadas mais pobres da população.

É aí que reside a gigantesca diferença entre a esquerda e a direita no Brasil, entre Lula e Flavio Bolsonaro. Por isso tanto Flavio quanto a mídia reagiram tão mal ao aumento de R$ 90 dado por Lula ao programa Bolsa Família.

É um ataque que expõe, sem maquiagem, a brutalidade da desigualdade social. De um lado, milhões de pessoas lutando diariamente pelo básico: comida na mesa, moradia, trabalho e dignidade. Do outro, uma minoria que acumula riquezas, patrimônio e privilégios e que, diante de qualquer avanço social, enxerga não uma conquista coletiva, mas uma ameaça aos próprios privilégios.

O problema nunca foi a existência de pobres que reivindicam direitos. O problema, para quem concentra riqueza, é quando os pobres deixam de aceitar a pobreza como destino.

É por isso que a desigualdade não se sustenta apenas pela concentração de renda. Ela também precisa do medo, da desinformação e da tentativa permanente de convencer os de baixo de que seus adversários estão entre os próprios pobres.

Quando a maioria percebe que riqueza e dignidade não precisam ser privilégios de poucos, o discurso muda. A pergunta deixa de ser “por que alguns têm tanto?” e passa a ser “por que tantos têm tão pouco?”

E é justamente essa pergunta que as sociedades profundamente desiguais mais temem.

Em última análise, essa é a linha divisória que define campos tão antagônicos. De um lado, Lula com autoridade de quem viveue sofreu coma fome e a miséria, do outro, Flavio Bolsonaro e mídia defendendo as camadas privilegiadas do Brasil. Daí a histeria dessa gente contra o aumento do Bolsa Família.


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Política

Globo parte para cima dos pobres: a campanha por Flávio Bolsonaro passa pelo ataque ao Bolsa Família

Há momentos em que o jornalismo deixa de ser apenas jornalismo e passa a revelar quais interesses e quais projetos de sociedade estão em disputa. Quando o debate sobre o Bolsa Família é reduzido a uma crítica ao aumento de R$ 90 destinado aos beneficiários mais pobres, a pergunta que se impõe é: por que a renda de quem está na base da pirâmide incomoda tanto?

O Bolsa Família não é um privilégio. É uma política pública voltada à redução da pobreza e à garantia de condições mínimas de sobrevivência para milhões de brasileiros. Transformar um reajuste destinado aos mais vulneráveis em motivo de ataque político exige uma discussão séria sobre prioridades, desigualdade e o papel do Estado.

O discurso da austeridade seletiva

O reajuste anunciado pelo governo Lula eleva o benefício mínimo de R$ 600 para R$ 691, uma correção de 15,04% baseada na inflação acumulada entre março de 2023 e agosto de 2026. O governo afirma que a medida busca preservar o poder de compra das famílias.
Serviços e Informações do Brasil

É legítimo questionar o momento do reajuste, seus impactos fiscais e eventuais efeitos eleitorais. O que não pode acontecer é transformar a população pobre em alvo de uma disputa política na qual seus direitos são tratados como moeda de troca.

Flávio Bolsonaro classificou o reajuste como uma ação de desespero e questionou sua finalidade eleitoral. Ao mesmo tempo, o aumento realizado pelo governo Bolsonaro em 2022, que elevou o benefício de R$ 400 para R$ 600, também é parte do histórico desse debate.

A discussão precisa ser coerente: o critério para avaliar políticas sociais deve ser o impacto sobre a população, a legalidade, o financiamento e os resultados — não a conveniência eleitoral de quem está no governo.

E, quando veículos de comunicação criticam medidas de transferência de renda, vale examinar concretamente o conteúdo da cobertura: quais argumentos são apresentados, quais fontes são ouvidas e se existe tratamento equivalente para políticas de diferentes governos.

Seja como for, o caso é sério, porque mostra como operam as classes economicamente dominantes no Brasil, classificadas como direita, unsem-se e se protegem para um único propósito, manter o próprio monumento que sempre fez do Estado moradia paa seus próprios interesses.

O Grupo Globo é o próprio busto de uma lavra de gerações dos Marinho que se confunde com a história da desigualdade social desse país.

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Política

Lula anuncia reajuste de 15% no Bolsa Família; veja o novo valor

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta quinta-feira (17) um reajuste de 15,04% no Bolsa Família. Com a mudança, o valor mínimo pago pelo programa passa de R$ 600 para R$ 691. Já o benefício médio subirá dos atuais R$ 675 para R$ 777.

O anúncio foi realizado pelo presidente no Palácio do Planalto ao lado de ministros como Miriam Belchior (Casa Civil), Bruno Moretti (Planejamento), Dario Durigan (Fazenda) e Wellington Dias (Desenvolvimento Social).

Segundo o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, a medida terá impacto de R$ 5,8 bilhões nas contas públicas ainda neste ano e de R$ 22 bilhões em 2027. O ministro afirmou que o aumento corresponde à recomposição da inflação acumulada e será feito dentro do espaço fiscal disponível.

“Do ponto de vista fiscal, é importante que a gente lembre que isso está sendo feito dentro das regras”, afirmou Moretti.

“O que nós apuramos, a inflação, é que o INPC desde o início do programa até o mês de agosto, o último índice apurado, é de 15%. Ou 15,04%, para ser preciso. Isso dá um reajuste para cada um dos benefícios do Bolsa Família linear nesse patamar de 15%. Então o piso do programa, que é de R$ 600 vai a R$ 691. O benefício médio do programa sai de R$ 675 para R$ 777”, declarou o ministro do Planejamento.

De acordo com Bruno Moretti, será necessário fazer um ajuste no projeto de Lei Orçamentária já enviado pelo Executivo ao Congresso. A proposta não incluiu o aumento no programa.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o reajuste foi calculado com “responsabilidade fiscal”. “Em outros tempos se fez ‘PEC Kamikaze’, crédito extraordinário para além do que se estava previsto. E, com o compromisso de garantir regras e instituições, estamos incorporando o reajuste no Orçamento, sem solavanco”, afirmou.

O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, disse que a recomposição inflacionária do benefício está prevista em lei.

O piso de R$ 600 estava em vigor desde 2022, quando o governo Jair Bolsonaro elevou o valor do então Auxílio Brasil durante o ano eleitoral. Com a posse de Lula, em 2023, o programa voltou a se chamar Bolsa Família, e o presidente manteve o patamar mínimo de R$ 600.

Até esta quinta-feira, os pagamentos de setembro ainda estavam sendo realizados com o piso de R$ 600.

Bolsa Família chega a mais de 20,5 milhões de famílias a partir desta  segunda

Quem tem direito ao Bolsa Família
Criado em 2003, no primeiro governo Lula, a partir da unificação de programas de transferência de renda existentes, o Bolsa Família é destinado a famílias em situação de pobreza. O benefício é pago pela Caixa Econômica Federal e administrado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.

Pelas regras atuais, podem receber o benefício famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) com renda mensal de até R$ 218 por pessoa. Para chegar ao valor, é preciso somar a renda dos integrantes da família que vivem na mesma casa e dividir o total pelo número de pessoas.

Alguns recursos não entram nesse cálculo, como indenizações por danos materiais ou morais, benefícios temporários pagos pelo poder público e valores recebidos por meio de programas de transferência de renda.

*ICL


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Política

Após copiar defesa do Pix e do Bolsa Família, Flávio Bolsonaro rouba até slogan de Lula: “A esperança vai vencer o medo”

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou a copiar as bandeiras de Lula e do PT em evento neste sábado (20), em Guarulhos, na Grande São Paulo. Durante o lançamento da pré-candidatura de André do Prado (PL) ao Senado por São Paulo, o pré-candidato à Presidência disse que aceitou a disputa porque a “missão foi dada” por Jair Bolsonaro e encerrou o discurso usando uma frase-símbolo do atual presidente: “a esperança vai vencer o medo este ano”.

A fala repetiu o mote consagrado por Lula em 2002 e retomado pelo PT em diferentes momentos da disputa contra o bolsonarismo. No mesmo discurso, Flávio prometeu ser “radical” para cumprir o que chamou de “pacto contra a fome”, outra bandeira diretamente ligada à trajetória política de Lula, que lançou o Fome Zero no primeiro ano de governo e transformou o combate à insegurança alimentar em marca de sua chegada ao Planalto.

A guinada não apareceu isolada. Na segunda-feira (15), em evento da revista Veja, Flávio já havia defendido o Bolsa Família, principal programa social criado nos governos petistas. O senador afirmou que o benefício virou “direito adquirido” do povo brasileiro e que “ninguém tem o direito de tocar ou acabar” com o programa. Também propôs ampliar o período de proteção para beneficiários que consigam emprego formal ou abram uma empresa.

A tentativa de se aproximar da agenda social de Lula contrasta com o histórico do governo Jair Bolsonaro, que extinguiu o Bolsa Família em 2021 e o substituiu pelo Auxílio Brasil. O programa voltou a se chamar Bolsa Família no terceiro governo Lula, em 2023, com valor mínimo de R$ 600 e adicionais para crianças, gestantes e adolescentes.

Flávio também passou a defender outras pautas caras ao governo Lula, como a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. A proposta foi uma promessa de campanha de Lula e virou uma das vitrines econômicas do Planalto. Em entrevistas recentes, o senador ainda disse rejeitar nova reforma da Previdência e prometeu manter a valorização do salário mínimo, outro eixo tradicional da política social petista.

O movimento revela uma mudança de cálculo na pré-campanha bolsonarista. Depois de apostar em uma plataforma de segurança pública com encarceramento em massa, endurecimento penal, castração química de estupradores e combate ao PCC e ao Comando Vermelho, Flávio tenta ocupar também o terreno da proteção social. O problema é que, nesse campo, suas novas promessas soam como tentativa de se apropriar justamente das bandeiras que o bolsonarismo combateu, desmontou ou tentou rebatizar quando esteve no poder.


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Política

Bolsonarentos radicais em ira santa com Flavio rasgando a agenda neoliberal de Paulo Guedes

Quem foi o assessor zombeteiro de Flavio Bolsonaro que soprou a infeliz ideia de um candidato, em plena queda livre, defender a agenda justo de Lula, que não para de crescer, distanciando-se cada vez mais do 01?

A ira santa dos devotos mais xiitas do bolsonarismo, não tardou depois de sua arregada na Veja em que, literalmente, rasga a bíblia neoliberal de Paulo Guedes e abraça a vibe de esquerda contra a privataria da Petrobras, elogiando o Bolsa Família e a isenção do Imposto de Renda de quem ganha até R$ 5 mil.

Foi uma espécie de Estado mínimo é seusovo. Isso em plena sabatina da Veja.

No mesmo fórum, Flavio fechou o pacote de decalques dos programas de Lula, antes, seguindo a agenda de Paulo Guedes, Flavio prometia privatizar a Petrobras, agora, usou seu giroscópio numa mudança infrene de rumo, para afirmar jsutamente o oposto, só faltou o slogan, “o petróleo é nosso”.

Isso já bastaria para um aloprado verde e amarelo se jogar do vigésimo andar por ter bancado o otário esse tempo todo acreditando em Flavio.

Mas o irmãozão de Vorcaro achou pouco e, o que ele chamava de Bolsa Esmola, virou bandeira de sua campanha com todos os confetes e serpentinas em prol do Bolsa Família.

Diante de tempos bicudos, achou por bem soltar foguetes pela isenção do IR até $ 5 mil.

Ou seja, Flavio tentou rapinar as três principais vitrines econômicas do governo Lula.

Colunistas bolsonaristas chiaram e muito dessa guinada que Flavio deu, vestindo a farda de Lula, acusanddo-o de trair o legado econômico do pai em busca de votos.

Quem chiou mais forte foi aquele que Bolsonaro chamou de maluco quando se borrou inteiro na frente de Moraes e o convidou para ser seu vice.

Por isso, não se espantem se a rejeição de Flavio Rachadinha Master, na próxima pesquisa, apresentar um tombo ainda maior dentro da própria direita, porque não resta dúvidas de que sua fala na Veja recebeu alta rejeição dos bolsonaristas.

Resumo do bonde oportunista de Flavio, os passadores de pano até dizem que sua fala é só pragmatismo. E para ganhar de Lula, tem que roubar suas bandeiras, mas os mais pirados bolsonaristas chama isso de estelionato eleitoral e printam vários vídeos com Flavio sentando o pau no Bolsa Família.

Mas não tem jeito, Flavio escolheu ser um papel carbono de Lula, daqueles borralhos que aparecem numa nota de três vias.

Ninguém sabe como ele contornará isso. Os camisas verde e amarela do zap estão com a cara de, não é possível! Com balões de interrogação.

De qualquer forma, a agenda neoliberal de Paulo Guedes, nas mãos de Flavio, virou papel picado voando, o que levou a um surto instantâneo de quem sempre odiou o PT, justamente por conta dessa agenda.

Muitos deles já dizem que deu um boog mental em Flavio, outros chamam isso de rendição vergonhosa para Lula.


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Política

Um Flavio Bolsonaro, feito por IA, tentou se passar por Lula em entrevista à Veja

Só faltou o candidato do PL se apresentar como Flavio Lula da Silva ou dizer que seu voto seria de Lula para a Presidência da República.

Dizem as más línguas que, nos bastidores, numa desesperada falta de noção do ridículo, Flavio decalcou as principais bandeiras de Lula, tentando se passar por ele, provocando infarto do miocárdio nos principais caciques do PL

Na verdade, Flavio posou de anjo bêbado ou sobrevivente de si próprio, dando a cada palavra um sentido diametralmente oposto a tudo o que ele defendeu na vida ao lado de seu pai.

Fez uma espécie de réquiem às vítimas de seu pai. Na verdade, foi um grande farrancho que não despertou qualquer interesse do eleitor.

Quando esse sujeito defendeu o Bolsa Família ou qualquer programa social para as camadas mais pobres da população? Por isso, nos bastidores, as gargalhadas soaram com sua fala medíocre de um pessimismo confessadamente entregue às baratas, típico de um peru de natal que morre às vésperas da eleição.

Isso dá o tom objetivo da bomba nuclear que o caso Vorcaro lhe caiu na cabeça.

Flavio se mostrou uma alma contada, e se não teve ninguém de sua campanha para controlar seu ímpeto sabujo, numa imitação grosseira de Lula, é porque foi jogo comninado com sua assessoria. Jogo de cartas marcadas, endereçado a um eleitorado que está cada dia mais depositando seus votos de confiança na reeleição de Lula.

Some isso aos escândalos que envolvem Flavio, Eduardo, Mario Frias, Karina da Gama com o Banco Master de Vorcaro, e o estrago está pronto.

O sujeito  não economizou na hora de tirar da manga uma imitação barata do seu principal adversário que nao para de crescer, enquanto Flavio não para de cair nas pesquisas.


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Brasil Política

Bolsa Família faz Brasil alcançar o maior IDH da história, diz ONU

Apesar do diagnóstico de Luciano Huck, que disse que o Bolsa Família é “ineficiente” e “não gera nenhum tipo de estímulo” para os beneficiários, o programa teve um papel importante para que o Brasil alcançasse o maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de sua história. O resultado foi divulgado nesta terça (26) pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), órgão da ONU responsável pelo estudo.

Pela primeira vez, o país atingiu a faixa de desenvolvimento humano muito alto. O IDH brasileiro passou de 0,744, registrado em 2012, para 0,805 em 2024. Entre os três componentes que formam o indicador (saúde, educação e renda), o segundo foi o que apresentou o maior avanço no período analisado.

O indicador educacional saltou de 0,679 em 2012 para 0,798 em 2024, deixando de ser o pior componente do índice e tornando-se o segundo melhor resultado nacional. Para a economista Betina Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do PNUD no Brasil, parte desse avanço está diretamente ligada às políticas públicas implementadas nas últimas décadas.

“Eu vejo diretamente o efeito de uma política pública brasileira, que começou fortemente no início do século 21, e que começa a produzir efeitos, dez anos depois. É aí que há essa observação dos indicadores de educação que avançam”, afirmou a pesquisadora, que participou da elaboração do relatório.

Segundo Barbosa, as regras do Bolsa Família que condicionam o recebimento do benefício à matrícula e à frequência escolar das crianças e adolescentes estão entre os fatores centrais para a melhora dos indicadores.

Atualmente, beneficiários de 4 a 6 anos incompletos precisam manter frequência mínima de 60%, enquanto aqueles entre 6 e 18 anos incompletos devem atingir ao menos 75%.

A análise do PNUD mostrou que os maiores avanços educacionais ocorreram justamente entre as faixas de renda mais baixas da população. “Quando a gente desagrega os dados por décimo de renda, ou seja, os 10% mais pobres, depois os 20% mais pobres, [onde há maior] importância desses programas: nesses décimos de renda é onde você vê a melhoria dos indicadores de educação, nesse período”, explicou.

Para a economista, o programa contribui para afastar crianças e adolescentes do trabalho precoce e garantir sua permanência na escola. “É o programa Bolsa Família que retira uma quantidade enorme de crianças do mundo do trabalho e dá a elas a condição da escola e a obrigatoriedade, também de, estar na escola, porque senão esse programa é interrompido”, apontou.

*DCM


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Política

Lembrem a Luciano Huck que, até a chegada de Lula ao poder em 2002, morriam por dia 300 crianças em decorrência da fome

Em decorrência da avalanche de críticas que vem sofrendo por uma fala ultraconservadora, que está na boca de todos os candidatos de direita à Presidência da República, contra o Bolsa Família, ou seja, um simples prato de comida na mesa dos brasileiros, Luciano Huck usa a velha tática ridícula do “tiraram a minha fala de contexto”.

É a velha história, o hábito faz o monge.

Herdeiro de família rica, jamais viveu algo perto da penúria, da fome e da miséria absoluta, Luciano Huck é a figura de uma casta de herdeiros que assumiram um protagonismo na direita brasilira em defesa dos “costumes”.

Sua justificativa tosca limita-se ao mesmo ramerrão reacionário de que R$ 600 de ajuda de custo de um programa social do governo, como o Bolsa Família, produz indolentes.

Se pegar ao pé da letra, foi exatamente isso que, em pleno Clube da Hebraica, na campanha de 2018, Bolsonaro disse o mesmo dos negros quilombolas e dos índios sobre indolência, mesmo um sujeito que nunca trabalhou na vida e que sempre viveu das tetas do Estado, assim como educou os filhos para o mesmo fim, pois também nunca trabalharam na vida e já nasceram com a boca nas tetas do Estado onde permanecem até hoje.

Na verdade, o ato falho do bilionário, Luciano Huck, que não vê problema em fazer propaganda para as Bets, apenas reforçou o disurso dos candidatos de direita à Presidência da República.

Imaginar que, até a chegada de Lula ao governo em 2002, 300 crianças morriam por dia de inúmeras doenças em decorrência da fome, ou seja, 9 mil crinças ao mês, num país que se orgulha de ser um celeiro alimentar do mndo, em pleno 2026, um sujeito que sempre viveu deitado em berço esplêndido, passa e muito de qualqurr conceito de sarcasmo.

Essa lógica cultural que as classes economicamente dominantes carregam na alma, tatuada como símbolo escravagista, segue os mesmos passos da nata oligárquica do século XIX.

Um sujeito que, certamente, encara a abolição dos negros escravizados no Brasil com o mesmo olhar da aristocracia cafeeira, deixa claro que não é um prato de comida que faz qualquer mal ao país e aos brasileiros pobres, mas a mesquinhez chucra, sem qualquer polimento. sem qualquer carapaça midiática, como a que sua língua de trapo lhe traiu, sim, é que é a grande chaga moral, social, econômica e humanitária desse país, que sempre produziu a miséria e a fome como forma de domínio institucional e poder sobre a imensa maior parte do povo brasileiro.


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Política

Com 3% de intenção de votos, Zema vira o novo grandão da mídia industrial

Quem vê a fala de Zema e não está acompanhando os números das pesquisas, imagina que governador de Minas Gerais, é um outsider, é menos que um nanico político, ronca grosso para ninguém. O sujeito é um provinciano esteriotipado e, por isso mesmo, um teco-teco sem motor e sem qualquer função concrta na vida nacional

Quem não sabe disso, acha que o jeca de plantão está de fato grandão nas pesquisas. Mas, assim como Caiado, da chamada terceira via.

Zema é um blefe que vale 3%. Esse papo de que é gestor técnico de direita, não convence ninguém.

Se o ataque ao Bolsa Famíla em plena Faria Lima para agradar os ricos, está longe, bem longe da realidade do Vale do Jequitinhonha.

Isso revela que Zema não é um gestor, não é um líder, apenas um blefe. Os trocados que tem no bolso, 3%, para bancar uma briga com o STF, não paga um pingado na birosca do Chico Bento.

O camarada não tem poder de voto nenhum, não representa ninguém, não tem eleitor para encher uma kombi. A única coisa que tem é um uai falsificado, já que um playboy jeca que faz um esteriótipo de mineiro para parecer um caipira de cigarro de palha.

O problema é que a Faria Lima só banca quem dá lucro, e 3% dá prejuízo.

Zema é uma mentira até como caipira, um pão de queijo de padaria paulista, por isso tomou um tranco do prefeito de Teófilo Otoni, Fabio Marinho (PL) quando atacou o Bolsa Família, porque lá no Vale do Mucuri, o Bolsa Família faz uma enorme diferença na venda, na farmácia, no posto. Lá ninguém fala uai com sotaque do Itaim Bibi.

Zema é um borralho que tenta sobreviver decalcando discurso do editorial do Globo para ganhar um farolzinho de bicicleta.

Resumo da ópera

Como é um caipira de laboratório e CNPJ, ninguém acredita na mineirice desse mineiro de mentirinha.

Ou seja, com 3% da intenção de votos, Zema, que também ataca os nordestinos mais miseráveis, tem uma candidatura para a presidência da República que já nasce morta.

Zema não passa de um Cleitinho piorado, daí seu resultado pífio nas pesquisas.


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Política

O porquê da direita fracassar sempre na disputa presidencial

Ataque da direita às cotas e ao Bolsa Família escancara o racismo e o ódio aos pobres

No Brasil, as eleições revelam algo fundamental, o racismo e o ódio aos pobres, verbalizados pelos próprios politicos de direita.

Não importa o que os motiva a prometer uma política de segregação racial e social, seja Flavio o principal representante da direita nas eleições deste ano, seja Renan Santos, do MBL, que é um nanico na disputa. Os dois, que representam o ódio e o racismo e reduzem um debate sério sobre as desigualdades, de maneira absolutamente vil e criminosa.

O que mais impressiona é que isso funciona contra eles próprios, porque negros e pobres votam, mas ainda assim, eles fazem críticas específicas às cotas raciais, mas sobretudo ao Bolsa Família.

Trocando em miúdos, se o sujeito está em situação de pobreza, que morra. Se é negro, que se mate num gueto qualquer, o mais importnte é defender o subdesenvolvimento geral do país.

Qualquer coisa que promova igualdade no Brasil, tem o repúdio imediato dos partidos de direita, hoje, hegemonicamente bolsonarista.

Já é sabido que os mesmos trotões mastrodônticos da direita, que vivem exaltando as vendas bilionárias dos grantes negociantes, são contra qualquer evolução patrimonial ou simplesmente de caráter trabalhista, atuando como dique contra a elevação do poder aquisitivo dos próprios consumidores.

O que pode ser mais contraditório do que um troço como esse?

O pior é que, para a grande maioria dos políticos de direita, o racismo e o ódio aos pobres são o tópico de seus discursos que estão sempre na ponta da língua. São contra uma simples transferência de renda do Bolsa Família quanto o ingresso de negros nas universidades públicas do Brasil. Até porque, não bastasse esse ódio generalizado às cotas e ao Bolsa Família, essa direita deu para atacar pesadamente os estudantes simplesmente por estudarem.

É uma loucura até para os padrões mais primitivos do liberalismo. Os brasileiros são bombardeados em qualquer espaço físico ou virtual por publicidades em  busca da massificação de vendas, ao mesmo tempo em que, quem diz acreditar apenas na força do mercado, posiciona-se contra o aumento do poder de compra dos brasileiros.

Ou seja, essa turma que destina seus palavrórios aos fígados e intestinos dos “abençoados”, não consegue dar bom dia para pretos e pobres.

Isso, por si só, é uma autodelação, do cafajeste que só pensa em vender o próprio país aos EUA em nome do sofrimento e adoecimento do povo brasileiro.

Essa gente não tem o menor interesse em entender a massa de eleitores que sempre elege Lula, para manter intacta a capacidade de odiar negros e pobres que são a imensa maior parte do povo brasileiro, monitorando qualquer avanço social e divulgando de forma pejorativa, apontando o dedo para pobres e negros como pesadelo do país.

É sobre isso que falamos há muitos anos com essa patriotada verborrágica dos bolsonaristas, essas crias do fascismo escravocrata no Brasil que estão muitas vezes dentro do Congresso ou no próprio executivo, em governos estaduais e municipais, é que formam um caldo de excrescências mentais do cidadão médio. Porque a elite é a própria fonte de segregação, por motivos óbvios a partir da de sua mentalidade torpe de país.


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