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Datafolha: Lula vence no primeiro turno antes do horário eleitoral na TV, o que fará toda diferença

A campanha eleitoral já começou? Não, ela começará de fato no dia 26 próximo com o horário eleitoral gratuito na TV. E sinceramente, não tem como comparar a interação do Lula com o povo com a de Bolsonaro. Como disse Maria da Conceição Tavares, “Lula é parte do povo”. Portanto, não há candidato que se aproxime da sua liderança.

A verdade é que a situação de Bolsonaro não está nada fácil.

Assista:

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Vídeo: Vídeo Michelle Bolsonaro mergulha de cabeça na campanha de Damares e agrava crise no DF

A primeira-dama Michelle Bolsonaro resolveu entrar de cabeça na campanha da ex-ministra da Mulher Damares Alves, candidata a senadora no Distrito Federal pelo Republicanos. Na quarta-feira (17), Michelle posou para fotos, que serão utilizadas na campanha de Damares. Gravou também um vídeo pedindo votos para Damares.

As fotos aprofundam a crise política do voto conservador em Brasília. Damares disputa a vaga no Senado com outra ex-ministra do presidente Jair Bolsonaro, Flávia Arruda, ex-ministra da Secretaria de Governo e mulher do ex-governador José Roberto Arruda. Flávia Arruda é candidata pelo PL, o partido de Bolsonaro.

Confira:

*Congresso em Foco

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Vídeo: Lula dá largada à campanha eleitoral: “Quero ser presidente para mudar de novo a vida do povo”

Vídeo divulgado aos 13 minutos desta quarta-feira, 16 de agosto, marcou o início oficial da sexta campanha de Lula à Presidência. Desta vez, o desafio é vencer o fascismo de Jair Bolsonaro.

Com um vídeo divulgado aos 13 minutos desta terça-feira (16), dia que marca o início da propaganda oficial para as eleições, Lula (PT) deu início à sua sexta campanha presidencial liderando as pesquisas para derrotar o fascismo instaurado na Palácio do Planalto com a ascensão de Jair Bolsonaro (PL) ao poder após o processo que resultou no golpe contra Dilma Rousseff (PT) e no impedimento dele próprio de entrar na disputa em 2018.

“Começou oficialmente a campanha eleitoral. Peço a Deus que ilumine essa caminhada. Quero ser presidente para mudar de novo a vida do povo, porque do jeito que está ninguém aguenta mais. A fome voltou, a inflação está assustando as famílias e o salário mínimo mal dá pra uma cesta básica. Vamos ter muito trabalho para reconstruir esse país”, disse Lula, em suas primeiras palavras como candidato oficial do movimento “Vamos Juntos Pelo Brasil”.

A campanha trocou a foto nas redes sociais, que agora ostenta o número 13 – o mesmo que ele disputou todas as campanhas eleitorais -, do PT, e Lula conclamou a população a ser uma extensão dele próprio nos próximos 46 dias, até a votação que acontece em 2 de outubro.

“O primeiro passo é vencer as eleições. Tenho viajado muito. Levado uma mensagem de esperança e fé ao nosso povo. Mas, o Brasil é imenso. Por isso conto com vocês como sempre contei. Onde minhas pernas não puderem me levar, eu andarei pelas pernas de vocês. Onde minha voz não puder chegar, eu falarei pela voz de vocês”, disse Lula.

Assista:

 

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As eleições começam no dia 16 com Lula na TV falando com o povo

Se o ditado popular diz, o jogo só acaba quando termina, então, ele começa quando inicia. No caso de Lula, a maior liderança de massa da história do Brasil, essa máxima vale mais do que qualquer outra.

Toda informação sobre o conteúdo do governo Lula será transmitido pelo próprio com uma narrativa feita de forma objetiva dando importância ao que de fato é vital para a vida do brasileiro.

A integração de Lula com o povo, numa troca mútua de sentimento, é o principal elemento de comunicação que o ex-presidente sempre teve. Ele próprio dará sua mensagem usando uma ferramenta que lhe é negada para que a grande mídia possa manipular as informações contra ele, sem que ele tenha direito de resposta.

É indiscutível que houve uma melhora substancial na vida do povo brasileiro nos oito anos de governo Lula, nem a oposição ousa discordar dessa realidade, o que certamente será muito bem explorado por ele, mas será uma mensagem direta de Lula com a sociedade.

A partir do dia 16, próxima terça, sua campanha ganhará um grande impulso.

Ou seja, Lula tem muitos ativos para serem usados e, consequentemente, fechar sim a fatura dessas eleições já no dia 02 de outubro.

A conferir.

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Bolsonaro comete “erro crasso” ao ‘cooptar’ o hacker Delgatti para sua campanha

Digo eu, há que se pensar na razão, aí tem coisa.

Luis Costa Pinto – Delgatti já declarou voto no ex-presidente Lula (PT), mas segundo o jornalista Luís Costa Pinto, o hacker, que denunciou a Lava Jato, foi “cooptado” pelo PL de Bolsonaro.

O “hacker de Araraquara”, Walter Delgatti, responsável por divulgar as conversas de procuradores da Lava Jato com o ex-juiz Sergio Moro em 2019 no Telegram, foi procurado pela equipe de campanha de Jair Bolsonaro (PL) e deve trabalhar na equipe de marketing do fascista.

Delgatti já declarou voto no ex-presidente Lula (PT), mas segundo o jornalista Luís Costa Pinto, o hacker foi “cooptado” pelo PL de Bolsonaro através de Valdemar da Costa Neto e da deputada federal Carla Zambelli.

Nas redes sociais, Pinto diz que “Zambelli e Bolsonaro querem colocar Delgatti na equipe paga pelo PL que fará apuração paralela dos votos, espelhando a apuração do TSE”. O jornalista ainda aponta que Delgatti teria agenda em Brasília com Bolsonaro nesta quarta-feira, 10, para fazer os acertos financeiros.

“Ariovaldo Moreira, advogado de Delgatti que o defendeu até aqui de todos os processos impostos contra ele pelo hackeamento das mensagens da ‘Força Tarefa da Lava Jato’, rompeu com o cliente por discordar da cooptação”, informa ainda o jornalista.

“A jogada de risco de Bolsonaro, só imaginável na cabeça de alguém desqualificado como ele mesmo e Carla Zambelli, e por sua assessoria jurídica e de marketing, legitima todas as ações empreendidas por Walter Delgatti ao expor as mensagens espúrias de Sérgio Moro, Dallagnol e de toda a Lava Jato. Essas ações de hackeamento levaram à desmoralização de Moro, à queda de todas as sentenças dele, à saída de Dallagnol do Ministério Público, à anulação das condenações de Lula e à elegibilidade do ex-presidente. Bolsonaro pôs de seu lado o ‘herói’ que repôs Lula no caminho de volta à Presidência. Pusilânime, frouxo, ignorante e acanalhado, Bolsonaro cometeu erro crasso de campanha. Zambelli o conduziu a esse erro. Será um erro fatal. O marketing dele irá legitimar o hacker, tirando-lhe o discurso de contestar Lula”, afirmou Luis Costa Pinto.

Leia as publicações no Twitter abaixo:

*Com 247

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Bolsonaro vê ‘Carta aos brasileiros pela democracia’ como fim de linha de sua campanha

“Daqui para frente ele não cresce mais”, diz Tales Faria com informações do Planalto. Campanha de Bolsonaro entende que perdeu o apoio da elite.

Jair Bolsonaro (PL) e sua equipe de campanha pela reeleição estão “alarmadíssimos” com a gigante adesão dos mais variados setores da sociedade à “Carta às brasileiras e aos brasileiros em defesa do Estado democrático de Direito“, organizado pela Faculdade de Direito da (USP). O manifesto já tem mais de 200 mil assinaturas.

O ponto de maior preocupação, segundo Tales Faria, do UOL, é o apoio de entidades como a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) à carta. A campanha bolsonarista entende que perdeu o apoio da elite do país, o que foi decisivo para a vitória em 2018. “A informação que eu tenho é que a campanha do Bolsonaro está alarmadíssima com essa Carta aos Brasileiros. Ela é um ponto de inflexão na campanha, pois mostrou que, se em 2018 a elite chegou a apoiar Bolsonaro, dessa vez não tem conversa. Ele agrediu a democracia e a elite brasileira largou o Bolsonaro”.

O QG da campanha de Bolsonaro já sabia que não poderia contar com os votos do Nordeste e da camada mais pobre da sociedade, mas ainda esperavam certo respaldo dos mais abastados.” O Guedes seduziu o Bolsonaro dizendo ‘vamos fazer um programa ultraliberal e com isso vamos trazer a elite’. Isso, em 2018, teve resultados para o Bolsonaro. Mas agora não dá mais. O Guedes perdeu completamente a sua ligação com o empresariado em geral e a campanha do Bolsonaro está alarmada”.

O isolamento completo de Bolsonaro, segundo o colunista, afasta ainda mais uma possibilidade de golpe em caso de derrota nas urnas. “A equipe de campanha está sentindo que ele está isolado e, com o Bolsonaro isolado, não tem mais conversa. Se ele fizer um golpe agora, os militares sabem que não poderão apoiá-lo porque não têm também o apoio dos EUA, com quem os militares brasileiros mantêm uma ligação geopolítica muito forte”.

“Para Bolsonaro, essa Carta aos Brasileiros está sendo um ponto final na campanha dele. Daqui pra frente ele não cresce mais”, concluiu.

*Com 247

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Campanha de Bolsonaro joga a toalha sobre discurso de ódio

O marketing do mandatário reconhece que os discursos que funcionaram em 2018, agora só atrapalham. Mas Bolsonaro não pretende abrir mão de suas retóricas golpistas.

O núcleo da campanha de Jair Bolsonaro (PL), que busca a reeleição, decidiu abandonar as tentativas de convencer o mandatário a parar com seus discursos de ódio contra o sistema eleitoral e o Judiciário.

“Bolsonaro está fazendo de tudo para perder a eleição”, disse um integrante da campanha à coluna de Bela Megale, no O Globo.

O marketing do atual líder do Executivo, a partir de pesquisas internas feitas por institutos contratados pelo PL, reconhece que os discursos que funcionaram em 2018, agora só atrapalham.

As últimas pesquisas eleitorais apontam que Bolsonaro deve perder o Planalto para o ex-presidente Lula (PT). Nos bastidores é consenso que os discursos do militar reforma só atrapalham a principal meta: “conseguir votos para subir nas pesquisas”, informou a coluna.

O QG da campanha decidiu, inclusive, silenciar sobre a reunião desta segunda-feira (18), na qual Bolsonaro voltou a atacar as urnas eletrônicas e ministros das Cortes superiores para embaixadores.

*Com GGN

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Política

Campanha avalia que assassinato de petista reforça imagem agressiva de Bolsonaro e atrapalha planos de ‘furar a bolha’

Episódio em que bolsonarista atirou em eleitor de Lula preocupa comitê de reeleição; orientação é lamentar o crime, lembrando a suposta facada.

O assassinato de um militante do PT por um bolsonarista em Foz do Iguaçu (PR) no último sábado preocupa o núcleo de campanha à reeleição do presidente da República. A avaliação é que o caso atinge em cheio o discurso pró-armas de Jair Bolsonaro e reforça a imagem beligerante do titular do Palácio do Planalto, dificultando que ele consiga “furar a bolha” de seus apoiadores consolidados e conquiste votos de eleitores indecisos, segundo O Globo.

Para se blindar dos respingos do crime, Bolsonaro foi orientado a repudiar o assassinato ainda no domingo. A estratégia bolsonarista é lamentar o ocorrido, mas trazer à tona a facada sofrida pelo presidente na campanha de 2018. Também devem usar como argumento que manifestações de apoiadores de Bolsonaro são pacíficas, sem ocorrências de brigas e quebradeira, e atribuir às manifestações de esquerda episódios violência.

Ao publicar no Twitter, o presidente condenou o caso, mas culpou a imprensa por incitar a violência. A publicação foi considerada aquém do esperado por aliados.

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Opinião

Bolsonaro não para de se confessar derrotado por Lula

Para que serve essas ameaças do boquirroto Bolsonaro contra as eleições?

Contribuir para o aumento da fixação dos seus eleitores que sua derrota já é favas contadas. Ou seja, em plena campanha eleitoral já em andamento, Bolsonaro não para de prever sua derrota, jogando água gelada na flácida campanha e, com isso, botar em depressão o próprio gado que lhe resta.

A todo momento Bolsonaro tenta criar uma associação de sua derrota antecipada às urnas eletrônicas, o que por si só, já desmonta a tese esdrúxula, até porque, em 2018, não se viu o sujeito reclamar de urna, menos ainda, comportar-se como perdedor como faz agora.

Certamente, ele tem informações diárias de que sua campanha está em um atoleiro sem chances de superação, afinal, ele tem mais que o dobro de rejeição do que de votos. Ou seja, Bolsonaro perde pra ele mesmo. Não precisa de oponentes e de urnas. Ele está liquidado no seio da sociedade, que o quer longe da cadeira presidencial.

Ele sabe de tudo isso, assim como também sabe que sua cabeça está a prêmio, é derrota e cadeia, necessariamente nessa ordem. Aí fica ele se debatendo como um peixe fora d’água, com um discurso que lhe é conveniente para não assumir que seu governo é o mais trágico da história desse país.

De ontem pra hoje, Bolsonaro, como sempre, não trabalhou, mas ameaças ao uso da violência contra a população e não aceitar o resultado das eleições, como é comum aos péssimos perdedores, ele fez diversas vezes, acreditando que vai assustar alguém.

O fato é que a provável derrota de Bolsonaro já é contabilizada como absolutamente irreversível. Ou seja, para ele o pleito já está definido três meses antes das eleições.

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Mundo

Vídeo: Shinzo Abe, ex-premier, é morto a tiros quando fazia comício no Japão

No Brasil, todo cuidado, ainda é pouco. Estamos à beira de uma eleição bastante conturbada. Atentemos!

Atirador, que serviu nas forças armadas japonesas, usou arma caseira e foi preso no local do crime.

Shinzo Abe, o ex-primeiro-ministro que governou o Japão por mais tempo, morreu nesta sexta-feira vítima de um atentado na cidade de Nara, no Oeste do país. Abe, de 67 anos, o foi baleado no pescoço e na clavícula esquerda por volta das 11h30 locais (23h30 de Brasília) quando ele fazia um discurso de campanha, dois dias antes das eleições para a Câmara Alta do país. O ex-premier desmaiou e foi transportado ao hospital de helicóptero em estado inconsciente e com uma parada cardíaca, informa O Globo.

Relatos da mídia disseram que o suspeito de 41 anos usou o que parecia ser uma arma caseira, e relatos de testemunhas e registros em vídeo indicam que ele disparou dois tiros. O assassinato é um episódio chocante em uma sociedade que tem algumas das leis de armas mais rígidas entre as maiores economias globais, onde poucos episódios de violência política foram registrados nos últimos 50 anos.

O suspeito, que foi detido segundos após efetuar os disparos, foi identificado pela polícia como Tetsuya Yamagami, morador de Nara. Hoje desempregado, ele é um ex-integrante das chamadas Forças de Autodefesa do Japão, onde serviu no ramo naval por três anos, até 2005. A suposta arma do crime — uma espingarda caseira — foi recuperada. De acordo com a emissora pública NHK, o suspeito disse à polícia que estava insatisfeito com o ex-primeiro-ministro e pretendia matá-lo.

Abe foi primeiro-ministro de 2006 a 2007, e depois entre 2012 e 2020. Ele ficou conhecido por apoiar uma estratégia de crescimento econômico agressiva destinada a combater a deflação, a chamada Abenomics, por sua visão conservadora da História e por adotar uma política externa linha-dura, apostando na militarização do Japão.

Suspeito de cometer o crime é detido por forças de segurança logo após efetuar os disparos

Médicos trataram Abe por quatro horas e meia, mas sem sucesso. Ele fazia um discurso de campanha para a eleição de um candidato do governista Partido Liberal Democrático (PLD), sigla que está no poder no Japão pela maior parte do tempo desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Ainda no local do atentado, bombeiros da equipe de resgate disseram que Abe não apresentava sinais vitais.

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