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Um dia após mais um ataque baixo contra Lula, Estadão declara publicamente seu apoio a Sergio Moro

Enquanto a Faria Lima lucrou como nunca, população de moradores de rua cresce 31% em São Paulo na pandemia.

Segundo censo, quantidade de famílias sem-teto quase dobrou em relação a 2019.

Enquanto isso acontece debaixo do nariz parcimonioso do Estadão, o jornalão, que apoiou a escravidão, a ditadura militar, a eleição do Collor, Aécio e Bolsonaro, assim como o golpe contra Dilma e a prisão ilegal de Lula, agora abraça a campanha de Moro como a última boia dos afogados em seu próprio veneno reacionário e, de cara, já enfiou no bico do marreco manco de Curitiba o ramerrão “o destempero de Bolsonaro abalou a economia”.

A pergunta é, abalou pra quem, para os banqueiros? Para a Faria Lima é que não foi. Esses estão bem satisfeitos com o destempero de Bolsonaro, porque nunca lucraram tanto, enquanto a política econômica de Paulo Guedes e Bolsonaro massacra as camadas mais pobres da população.

E esse retrato que flagra que do golpe em Dilma até os dias que correm, dobrou o número de pessoas que foram obrigadas a morar na rua e, junto, um retrocesso que devolveu o país ao mapa da fome.

Ao contrário disso, o Estadão, estrategicamente, fez um ataque a Lula, justamente quem tirou 40 milhões de brasileiros da miséria para preparar o terreno para quem não consegue explicar sua própria corrupção que envolve a empresa americana Alvarez & Marsal. Aliás, Moro, pra variar, também se esquivou desse assunto, o que, de imediato, já diz de quem se trata.

Tratado como celebridade permanente, Moro não consegue explicar por que foi parar na Alvarez & Marsal, pior, não abre, sob qualquer hipótese, quanto ele ganhou com a sua participação na empresa que faturou milhões na recuperação fiscal das empresas quebradas pela Lava Jato.

Isso, nos EUA, tem nome, porta giratória. Ou seja, é um tipo de golpe antigo que ocorre com frequência no universo de negócios que envolvem juízes, empresas quebradas pela justiça e empresas que fazem recuperação fiscal, quando tudo vira uma maçaroca só.

Mas nada disso importa para o Estadão. O jornalão, descaradamente, assume que é na mídia brasileira o mais sectário cão de guarda da oligarquia. E esse seu título não é de agora, é secular, está no seu DNA.

Indubitavelmente, o Estadão deixa claro, com seu ataque a Lula, que nessa luta de classes Lula é o grande representante dos desvalidos, dos oprimidos, dos segregados por um sistema ultraneoliberal que Paulo Guedes e Bolsonaro, seguindo a cartilha de Temer, impuseram ao país e que Moro quer dar continuidade.

Afinal de contas, Moro não é nada além de um borralho fascista de Bolsonaro, ou não teria sido um super ministro do governo do genocida que chegou ao poder com o apoio do Estadão.

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Política

O que sobrará de Bolsonaro até o fim de 2022?

Antes de falar no avançado estado de decomposição de Bolsonaro e perguntar o que sobrará dele até outubro de 2022, vamos a alguns detalhes: Datafolha: Lula é melhor presidente da história para 51%, e Bolsonaro, o pior para 48%.

Como se pode observar, Bolsonaro tem a coerência do histórico da direita no Brasil: Nenhum presidente de direita saiu com mais aprovação que reprovação. Sempre perderam pra eles mesmos.

A direita está sempre em disputa interna quando o assunto é o pior presidente. FHC, Collor, Figueiredo, Sarney, Temer e Bolsonaro estão sempre se estapeando pra ver quem foi o pior aos olhos do povo.

Diante dessa inquestionável realidade, a pergunta é inevitável, sobretudo porque a montanha de estupidez de Bolsonaro até lá deve dobrar de tamanho. O sujeito tem uma inteligência inferior à de um chimpanzé. E muita gente esquecerá, por razões óbvias, que um dia chamou esse animal de mito.

Mesmo que não haja um ponto de vista concreto numa diferenciação dos números de reprovação de seu governo em relação a outros presidentes de direita, resultante de verdadeiras hecatombes sociais e econômicas provocadas por gestões mórbidas, Bolsonaro ainda tem muito carvão para queimar até outubro e tem talento suficiente para ser coroado como a besta das bestas, como o estúpido dos estúpidos, o maior dos maiores imbecis da história do Brasil.

O sujeito tem luz própria quando o assunto é nulidade, incapacidade de um pensamento minimamente racional. Bolsonaro sempre teve orgulho de sua burrice, acompanhado de uma vagabundagem que não lhe permitiu em todos esses anos de vida pública produzir uma única centelha que pudesse ser chamada de trabalho, mesmo no sentido figurado.

Mas todos sabem que ele é um inútil orgulhoso. E aqui nem se fala no mar de corrupção e demais crimes cometidos por ele e todo o clã, muito menos comparando Bolsonaro a qualquer outro infame presidente de direita e seus retumbantes fracassos na gestão da coisa pública, é Bolsonaro com Bolsonaro, osso com osso.

E tudo indica, como já mostra seu arrastado mandato, que aquele que já foi um dia mito dos tolos, terá nesse ano de 2022 sua pior performance. E lógico, deixará o país numa situação gravíssima, tanto que a pergunta que mais se faz é, que resto de país Bolsonaro deixará quando for cuspido da presidência da República?

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A demissão de Alexandre Garcia na CNN é mais um sinal da erosão do bolsonarismo

O bolsonarismo, essas pessoas estranhas, com caras esquisitas que descarregam na política todas as suas frustrações e rancores, criaram seu bezerro de ouro para venerá-lo.

Porém, se o dia 7 de setembro já havia revelado uma perda significativa de musculatura desse grupo, o que fez Bolsonaro se mostrar muito mais frágil e, consequentemente, mais vulnerável, tem na demissão de Alexandre Garcia que, ao lado de Augusto Nunes e seus pupilos do Pingo nos Is, uma simbologia de extrema relevância.

Garcia, um lacaio despudorado de Bolsonaro, não se fez de rogado em defendê-lo nos momentos mais absurdos da cruzada genocida que produziu até aqui quase 600 mil mortes por covid.

E como sabemos que tudo vale a pena quando a conta bancária não é pequena, Alexandre Garcia, com seu clássico cinismo, seguiu a vida cumprindo o papel para o qual foi fretado e não teve o menor cuidado de dizer as mesmas coisas de sempre com outras palavras.

Faltou na velha raposa o faro e a percepção da mudança de ventos. Ele enfiou o pé na jaca na defesa do tratamento precoce, que significa a defesa do kit cloroquina, tentando ser mais realista que o rei e teve a porta da rua como serventia da casa.

O que faltou em Alexandre Garcia foi o entendimento desse novo momento em que a boiada está passando no sentido contrário ao que vinha seguindo até uns dois meses atrás.

Na verdade, o gado está encolhido e o efeito, através das redes sociais, de produzir um escracho à CNN, está restrito a uma bolha de robôs com meia dúzia de pirados desavisados.

O mesmo se deu quando Collor caiu em desgraça. Ainda houve uma tentativa tola de se criar uma teoria conspiratória, que tinha como ideia central, tirar o apito da boca do caçador de marajás, o que era visto pelos sanguessugas do Estado como o suplício da classe dominante dentro do corpo do Estado.

O máximo que conseguiram foi espalhar farinha sem conseguir enfiar na cabeça dos brasileiros que Collor era um injustiçado.

Com Bolsonaro, o processo é o mesmo, acaba o carvão e a turma do mata piolho, que criou o revolucionário às avessas, vira as costas para a própria pintura que borrou. Com isso, Bolsonaro vai perdendo suas próprias raízes, mas alguns ainda acham que são remédio para curar essa chaga que atinge o mundo animal e comete suicídio, como ocorreu com Garcia, que se viu num embate com a própria emissora que, tempos atrás, fazia ouvidos moucos para seu charlatanismo, mas que, com a mudança dos ventos, o lacaio se lascou.

Isso tem um grande significado, pois mostra a distância de um passado recente do bolsonarismo e o estremecido curral que vai se transformando num pau oco e, sobretudo, numa lombriga política que, no final das contas, ajuda a consumir o próprio estômago do ex-mito.

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Vídeo: Projeto neoliberal de Guedes, apoiado pela Globo, fracassa. Globo culpa Bolsonaro que culpa pandemia

O Brasil está entregue ao deus dará, e o nome desse descaminho é um velho conhecido dos brasileiros, o neoliberalismo que tem como mantra principal desdenhar da própria realidade econômica do país e da vida dos brasileiros, que são de fato quem banca o Estado para concentrar a riqueza nas mãos de 1% dos mais ricos, enquanto o país mergulha no caos social com cada vez mais milhões de brasileiros sendo jogados na miséria.

Esse filme já foi visto antes várias vezes por nós brasileiros, desde a época da ditadura, passando por Sarney, Collor, FHC, Temer e, agora, Bolsonaro.

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com a morte de 3 mil brasileiros por dia, a notícia que corre nas redes é que Bolsonaro passa o dia contando piadas

Entre a avaliação de ótimo e bom de Bolsonaro, o empresariado brasileiro é o que mais se destaca com 55%. Entre ruim e péssimo, o destaque é para pessoas com ensino superior, o que mostra que, além de ganancioso, o empresariado brasileiro é de baixíssimo nível intelectual.

Surpresa? Nenhuma.

O empresariado brasileiro tem como característica a crença em quimera econômica e, por isso apoiou todos os planos “mágicos” que eram verdadeiras maçarocas neoliberais de todos os governos com o mesmo perfil conservador que produziram tragédias econômicas idênticas no Brasil.

Dos governos militares, passando por Sarney, Collor, FHC, depois por Temer e Bolsonaro, todos produziram verdadeiras hecatombes na economia. E se a coisa não foi pior com Temer e Bolsonaro, é por dois motivos, o primeiro é que Lula pagou as dívidas acumuladas com o FMI desde os militares até o governo FHC.

Detalhe, Lula não vendeu uma estatal para fazer isso. A segunda e determinante do que ainda mantém o Brasil sobre suas pernas, é uma confortável poupança de R$ 2 trilhões deixada por Lula e Dilma. Não fosse isso, o Brasil já teria sofrido ataques especulativos como foi com FHC que quebrou o país três vezes em oito anos.

Mas a coisa é muito mais séria do que isso. O que corria antes de boca miúda e, agora, de forma escancarada nas redes, é que o mandatário da nação, simplesmente não trabalha, passa o dia inteiro contando piadas e batendo papo, porque é preguiçoso, indolente e, usando seus próprios termos baixos, é um verdadeiro vagabundo.

Essa notícia vem de dentro do Palácio do Planalto e as fontes são seus próprios assessores.

Por isso, Bolsonaro não sabe nada de economia, de saúde, de vacina, de nada, pois não quer saber e ainda tem raiva de quem sabe e, também por isso, colocou no comando da pasta da economia o maior deixa que eu chuto da história do país, Paulo Guedes, isso mesmo.

Conforme pesquisa do Datafolha divulgada nesta quarta-feira: Cresceu para 56% o número de brasileiros que consideram o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) incapaz de liderar o país. Esses dados foram divulgados no pior momento da pandemia da Covid-19 no país.

Temer e Bolsonaro, juntos, pegaram o governo com o Brasil como a 6ªmaior economia do planeta e simplesmente fizeram o país cair para a 12ª posição.

Quem seria capaz de um feito desse em tão pouco tempo? Somente quem não trabalha. E quem daria mais apoio a uma ameba dessa? Uma parcela da sociedade, ou seja, o empresariado que é a parte mais inculta que, sem uma calculadora na mão, nem tabuada consegue fazer.

Na verdade, é o pessoal mais fácil de enrolar e, por isso, os empresários foram enrolados por todos os governos de direita que, com seus planos mirabolantes, quebraram o país.

Somente isso explica um nulo que passa o dia todo contando piadas enquanto o país assiste estarrecido ao massacre de mais de 3 mil vítimas por dia ter o apoio dos empresários brasileiros que não conseguem enxergar um palmo à frente do nariz, tal o despreparo intelectual dos mesmos.

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Política

Fracasso subiu à cabeça: Se o governo Bolsonaro não estivesse na boca do vulcão, recorreria a Collor?

Acorda gente! Bolsonaro não tem sequer querosene para fazer fumaça.

Isso em mais de dois anos de um governo que fracassou em tudo.

Nada funciona, e não tem qualquer plano de qualquer coisa em qualquer área.

Tudo nesse governo está parado, emperrado e, pior, a inflação dos alimentos explode dia após dia.

Guedes não tem ideia de onde fica o rabo e o focinho do bicho. Arrota delírios sem a menor preocupação de explicar seus blefes.

O Brasil está à deriva, não tem vacina, não tem plano econômico e, sobretudo, não tem plano de governo.

Tem somente 11 mil militares mamando nas gostosas tetas do Estado às custas do suor do povo, principalmente esse monte de general mequetrefe da mesma capacidade de Pazuello.

Se o governo Bolsonaro não estivesse na boca do vulcão, recorreria a Collor como assessor de economia?

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Matéria Política

A direita, através da mídia, consegue produzir símbolos, mas não sustentá-los

Há uma legião de revoltados com a vida pessoal dando sopa na praça. São pessoas à procura de um Cristo qualquer para malhar, isso nada tem a ver com a condição social, mas com a forma de entender a vida. Então, essas pessoas que não demonstram um pingo de compaixão com as dezenas de milhares de mortos por Covid-19 no Brasil têm que alimentar o seu ódio cotidianamente, como uma horda de fanáticos beligerantes, vão sustentar seu ódio sempre. Antes, eram todos Moro, Cunha, Aécio, Collor, etc. e, hoje, com Bolsonaro, mas também Roberto Jefferson, Centrão e Queiroz.

O estímulo sistemático que mantém um marasmo no ambiente vindo da mídia com sua força de comunicação de massa, não vai se modificar. O mesmo rebanho que gravita como satélite em torno da Globo à caça de uma apoteose trágica e intensa, seguirá sendo organizado pelos barões da comunicação.

Essa pessoas são como boi de corte e sofrem influxos mentais desmensurado. A isso não se pode nomear de direita ou de extrema direita, sequer esse valor histórico negativo e o amargão coletivo podem ser considerados. São ovelhas que vivem de ficções forçadas e se tornam irredutíveis na própria fantasia conspiratória que criam ou compram para moldar seus miolos movediços.

Não é pela concepção ideológica, mas sim pelo ódio que esse bonde caminhará.

O que se tem a fazer é um trabalho bem organizado que mobilize as trincheiras a partir das camadas mais pobres da população, das mulheres, dos jovens, dos negros e de todos os grupos segregados, porque a esquerda já mostrou que não abandona seus sonhos. Sua resiliência depois do golpe em Dilma, de tão cristalizada, comove.

Dá sim para se sonhar com um Brasil muito melhor, para tanto há que se mergulhar cada vez mais num universo que permita que as ideias ganhem as mentes, porque, na outra ponta, não tem ninguém interessado em debater política, mas sim estimular sentimentos de ódio e vingança por pura frustração pessoal.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

 

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O ataque da Globo a Lula ontem mostra que a fonte do fascismo nativo é a redação do JN

Lógico que os Marinho entenderam o que Lula quis dizer quando mencionou a frase “ainda bem que a natureza criou o coronavírus” sobre a qual, em seguida, retratou-se.

Mas é aí que está o problema.

Lula estava falando da necessidade da participação efetiva do Estado na vida dos brasileiros, sobretudo na proteção dos mais pobres.

E isso é o que os Marinho, neoliberais de aluguel, mais detestam.

Se Lula estivesse elogiando o mercado, jamais a Globo pinçaria uma frase tirando-a de contexto para parecer o oposto do real significado.

É só lembrar a campanha da Globo pelo fim da CPMF e a favor da PEC do fim do mundo que tiraram milhões de verba da saúde.

Como bem disse o ex-ministro da saúde, Adib Jatene, a Globo massificou tanto sua campanha para o fim da CPMF, que os pobres, que mais precisam do SUS e nem têm conta em banco, sentiram-se roubados e apoiaram o fim do imposto e, consequentemente, a retirada de milhões da saúde pública.

Essa é lavagem cerebral que criou uma legião de zumbis que hoje está Bolsonarista, mas já foi Aecista, Collorida e será Morista quando a Globo mandar. E esses tontos que ficam vagando na estupidez pessoal ainda v

ão dizer que são contra a Globo, como fazem hoje.

Não foi Bonner que disse a Lula, em pleno JN na campanha de 2006, para Lula acabar com o Bolsa Família e ensinar o pobre pescar? Lógico que Lula deu uma de suas respostas mais brilhantes, dizendo a Bonner que ele não entendia nada de pescaria.

A Globo só repetiu ontem o que ela fez no segundo 2º da disputa entre Lula e Collor, sobre o que Boni confessou que a Globo manipulou o debate dentro da emissora para dar vitória a Collor.

Então, o que se precisa entender é que a queda de Bolsonaro representa uma grande vitória contra o fascismo, mas a batalha final contra os maiores déspotas desse país será contra a Globo dos Marinho.

Uma gigante de comunicação que usa o biombo de jornalismo para manipular a vida política do país a modo e gosto, sem limites. Tudo para atuar em favor de quem seguir a cartilha neoliberal, como fez quando apoiou a eleição de Bolsonaro.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

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A mesma elite que produziu a miséria secular no país, agora está “preocupada com os miseráveis”

Quem quiser entender como Bolsonaro chegou ao poder, é só ver o comportamento da elite brasileira nesse exato momento, digo nesse exato momento, porque ela não faz outra coisa que não seja defender seus lucros a ferro e fogo.

A pandemia do coronavírus, no Brasil, segundo autoridades sanitárias, ainda não chegou no pico, o que está previsto para duas semanas. Quando isso ocorrer e a tragédia mostrar sua face mais cruel, com a desgraça se abatendo sobre o país, atingindo, inclusive, muitos da elite, veremos a elite fazer o que sempre fez.

Foi assim quando os que hoje fazem carreata pela volta ao trabalho elegeram Collor e, mais recentemente, quando votaram no corrupto Aécio que, derrotado, convocou a manada para derrubar Dilma em nome do combate à corrupção.

Hoje, não se encontra um sujeito que bata no peito e diga que votou em Aécio depois que foi escancarada, pela própria mídia que o apoiou, a propina que recebeu da JBS, com gravação em áudio e vídeo, com mala de dinheiro, revelando de forma inapelável quem é o vigarista.

O que provavelmente ocorrerá dentro de quinze dias será o silêncio dos que  defendem que os trabalhadores voltem a produzir, que os brasileiros voltem a consumir e que os empresários voltem a ter seus super lucros. Assim, os banqueiros voltam à atividade da agiotagem e os rentistas seguem especulando, como é da natureza dessa gente.

O problema é que a elite não combinou isso com o coronavírus, que tem arrastado não só pobres e cidadãos médios para o epicentro da tragédia, mas também ricos, milionários, políticos de peso e banqueiros, mesmo que em menor escala, mas ninguém está seguro em lugar nenhum, mesmo com todo o dinheiro do mundo.

O capitalismo é isso, uma máquina de ilusão. Não é à toa que cada vez mais especuladores se transformam em milionários da noite para o dia, por saberem como ninguém construir bolhas especulativas e delas se servirem como em um banquete.

Por hora, quem é minimamente responsável tem que parar de polemizar com esses abutres, cobrando do Estado uma posição imediata de salvação dos milhões de brasileiros que se encontram impossibilitados de trabalhar.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

 

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Guedes assume o fracasso do neoliberalismo brasileiro e culpa Temer e Macri

Como se diz por aí, o Brasil não é para amadores. O sujeito tem que ser um cara de pau profissional para seguir a cartilha neoliberal a ferro e fogo contra o povo e ainda culpar dois governos neoliberais pelo fracasso de sua gestão também neoliberal.

Aquela convicção de Guedes que abastecia de esperança o empresariado bolsonarista, agora ganha perfurações para achar culpados na toca do tatu.

Guedes meio que assume que faltou em sua gestão hiperneoliberal combinar com os russos e a economia não anda, desanda, não acelera, derrete, desemprega, produz um quadro trágico de mão de obra precarizada e, em consequência um consumidor também precarizado e comércio, por sua vez, um consumo precarizado e a indústria com uma produção precarizada, como não poderia deixar de ser.

O neoliberalismo não deu certo em lugar nenhum do mundo, mas nunca foi novidade para o brasileiro. A redução da participação do Estado no estímulo à economia sempre promoveu, desde Figueiredo, passando por Sarney, Collor, FHC e Temer, tragédias econômicas no Brasil. Todos esses depreciaram a economia e o país perdeu graduação diante da economia global.

Nos doze anos dos governos Lula e Dilma, o Brasil se viu livre dessa praga mundial e alcançou a condição de 6ª maior economia do mundo, depois que Lula pegou o país das mãos de FHC na 14ª colocação.

Mas se tem uma coisa de que tanto Temer quanto Bolsonaro podem se orgulhar é que promoveram a miséria e fizeram com que os banqueiros batessem recordes de lucros.

Ninguém pode dizer que o projeto de Guedes, um sujeito que passou a vida especulando o mercado, deu errado para ele e para seus parceiros banqueiros. Aliás, Guedes deve estar faturando um bom trocado com a super alta do dólar, deve dormir o sono dos justos, enquanto o povo amarga os efeitos nefastos de um governo voltado para a produção de riqueza para os ricos e da pobreza para os pobres.

Mas não deixa de ser emblemático Guedes assumir o fracasso da economia e culpar dois outros grandes fracassados que usaram a mesma fórmula dele, Temer e Macri.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas