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Lula sobre Bolsonaro: ‘completamente desequilibrado’

O ex-presidente Lula afirmou em entrevista que o presidente Jair Bolsonaro é “completamente desequilibrado” e que o mandatário vive no “mundo das mentiras”, enquanto governadores e prefeitos tomam as medidas recomendadas para o enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. A declaração foi dada em entrevista à Folha de Pernambuco.

“Nos últimos anos, a política brasileira tem sido marcada pela intolerância, pela falta de diálogo e isso só tem piorado a situação do País e do povo”, disse o petista.

O ex-presidente se encontrará com políticos e autoridades públicas em Pernambuco neste fim de semana. A intenção será estreitar relações com antigos aliados no estado, como o PSB e o PDT. No domingo, terá agenda com o governador Paulo Câmara (PSB).

Na entrevista, Lula também criticou a crise institucional entre o presidente Bolsonaro e os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), mas descartou uma possível ruptura institucional.

“Eu não acredito que há espaço para uma ruptura institucional. O Bolsonaro é um acidente de percurso na nossa democracia”, afirmou.

Segundo Lula, Bolsonaro “passa o dia inteiro espalhando mentiras” por não ter “vocação, equilíbrio ou capacidade” para ser presidente da República.

“É um sujeito que passa o dia inteiro espalhando mentiras. Ele é a própria crise institucional. Mas ele vai passar. O Bolsonaro não será derrotado por um partido ou um outro candidato. Será derrotado pelo povo brasileiro, que vai corrigir esse acidente”, declarou.

Sobre discurso do presidente em favor do voto impresso, projeto derrotado na Câmara do Deputados, o petista chamou Bolsonaro de “covarde” e disse que o mandatário “inventou (esta retórica) porque sabe que não ganhará as eleições.”

“Há 20 anos que tem eleição no Brasil para todos os cargos pela urna eletrônica. Os mesários imprimem o resultado de cada sala, todo mundo fiscaliza. Ele elegeu os filhos todos na urna eletrônica, não? Agora, que ele vai perder, resolveram inventar isso”, afirmou.

*Com informações do Uol

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Bolsonaro, com a farsa da facada 2, deixou claro que vai dobrar a aposta na mentira

Acusado de genocídio, governante inepto e com a economia em frangalhos, Bolsonaro dobra a aposta na mentira.

Quem acha que a insanidade de Bolsonaro, de mentir por impulso, terá refresco, pode tirar o cavalinho da chuva, ao contrário, mesmo depois de ser ridicularizado nas redes, fato que o impediu de seguir com a farsa, Bolsonaro montou um cenário inverso. Vendendo saúde, moribundo na quinta-feira, o presidente neste domingo mostrou muita disposição para ficar de pé durante 1 hora fartando-se de mentiras, e contou dúzias delas.

Isso aconteceu depois de formar uma espécie de micareta da facada 2, o retorno de Adélio, em que a cada minuto o clã Bolsonaro produzia uma mentira nova, mostrando que o que não falta para essa turma, é disposição para fabricar embustes, fraudes, trapaças, calúnias e balelas.

Todas as suas patacoadas são compradas pelo que sobrou dos bolsonaristas malucos e pelos jornalistas mercenários sustentados ricamente pela Secom, com dinheiro público, para emprestar a voz a todas as mentiras do pulha.

Em paralelo a essa tática, Bolsonaro contará com o auxílio da casca grossa digital e fabricará fatos extraídos das trevas da política e atacará qualquer um que o desacredite ou que o critique.

Tudo isso para que o presidente, primeiro, tenha fôlego para chegar a 2022, e isso já ocorre porque a tal terceira via, de tão fragmentada, transformou-se em vielas sem saída.

Assim, Bolsonaro aposta que poderá recuperar algum gado perdido para tentar fazer frente a Lula. Lógico, nada é tão simples. A logística que deu vitória a Bolsonaro foi uma só, o tratado com Moro para condenar e prender Lula, ele vencer e Moro ser ministro. Isso ele não terá novamente.

A fila para o povo pegar osso no açougue depois que Paulo Guedes disse que tem que dar restos de comida para os pobres, somada à CPI do genocídio, escancara a absoluta miséria humana que significa esse governo alimentou com a ideia do kit cloroquina e da imunidade de rebanho, sem falar de uma teia de famintos corruptos dentro do ministério da Saúde que não fez coisa alguma que não tentar lucrar com a tragédia sanitária que já matou 550 mil brasileiros.

Ou seja, é difícil afirmar se Bolsonaro terá coragem de falar novamente em Adélio depois que ele acabou estimulando as pessoas a escancararem que a facada foi uma farsa, mas certamente Cuba e Venezuela serão esturricadas no seu requentado discurso. O resto será mentira em estado puro, rebatendo cada cobrança que sofrerá, como se viu ontem Bolsonaro na porta do hospital.

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Vídeo: Desmentindo Bolsonaro

Enquanto Bolsonaro não cai, mostramos as suas absurdas mentiras sobre a pandemia. Só não é engraçado porque as suas mentiras e inações no combate à doença provocaram a morte, até o momento, de 534 mil brasileiros que se somam aos que sobreviveram, mas não conseguem voltar a uma vida normal em função das graves sequelas deixadas pela doença. E infelizmente, em consequência de Bolsonaro, muitas outras mortes ainda virão.

Assista:

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Vídeo: As muitas mentiras de Bolsonaro sobre a pandemia

Não são todas as mentiras de Bolsonaro sobre a pandemia, mas muitas e suficientemente graves para fazer com o Brasil chegasse à catástrofe que chegou, mais de 530 mil mortos pela Covid, sem falar dos inúmeros brasileiros que se infectaram com o coronavírus e sofrem com as sequelas graves deixadas pela doença, pior, sem saber até quando. Basta!

Assista:

*Da redação

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Bolsonaro matou nas últimas 24 horas 428 brasileiros por Covid-19

A Nero o que é de Nero.

Bolsonaro matou nas últimas 24 horas 428 brasileiros por seu incentivo ao fim do isolamento social, somando 6.329 óbitos. Parabéns aos bolsonaristas!

Grosso modo, Bolsonaro aliou-se ao vírus contra a população. E para aqueles que acham exagero colocar as mortes em seu colo, é bom lembrar a frase que o próprio vociferou, que tirando Mandetta do Ministério da Saúde, as mortes por Covid-19, cairiam no seu colo, mas era o preço que ele estava disposto a pagar.

Bolsonaro é o único caso no planeta que faz o coronavírus se agravar perigosamente no país, ainda mais agora quando o ministro da Saúde, Nelson Teich está totalmente subordinado às suas vontades, numa integração total e permanente entre o ministro e o presidente. O resultado não poderia ser outro e nem de exceção.

A multiplicação de mortes pela Covid-19 nessa última semana mostra que a situação no Brasil corresponde a uma guerra com todos os elementos característicos de terra arrasada. E a semente dessa degeneração com seus discursos carregados de ódio, preconceitos, mentiras, racismo e discriminação, tratando idosos como lixos, resíduos da sociedade de consumo, é Bolsonaro respaldado na ideia de que o lucro dos empresários é mais importante do que a vida das pessoas, condenando à morte quem ele considera inferior, no caso, as pessoas com mais idade.

Bolsonaro conseguiu o que queria, estabelecer uma confusão na sociedade que afrouxou sua própria precaução diante de um vírus extremamente letal que já contaminou mais de 3 milhões de pessoas no mundo e levou à morte somente no Brasil mais de 6 mil pessoas até o momento.

Isso, sem levar em consideração as subnotificações que autoridades sanitárias afirmam ser um número muito maior tanto de contaminação quanto de letalidade.

Então, pergunta-se: que direito tem um homem, por usar a faixa presidencial, de atacar a ciência em nome do lucro de uma liderança empresarial e financeira do país?

Bolsonaro não é apenas contrário à medicina, ele é opositor e, com isso, promove discursos criando uma competitividade entre a sobrevivência dos seres humanos e a do mercado, numa esquizofrenia sem qualquer parâmetro tanto do ponto de vista científico quanto do econômico e sem qualquer sentimento humano. Seu pensamento parte da sua miséria intelectual, do seu desprezo pela vida de quem não faz parte de sua família.

Que o Brasil seria atingido pelo coronavírus, disso ninguém tinha dúvidas, tal a sua extensão territorial, suas divisas e o fluxo internacional de pessoas no país, mas daí a chegar aonde chegou com tantas mortes, vai uma gigantesca distância.

Esse quadro trágico que se apresenta no Brasil é cem por cento culpa de Bolsonaro, porque muitos hospitais já entraram em colapso por seu incentivo a desobediência à quarentena. E ele não vai parar aí.

Ontem, com uma quantidade ainda maior de mortes pela Covid-19 do que hoje, Bolsonaro fez um discurso criminoso contra quem respeita a quarentena, dizendo que essas pessoas que estão dentro de casa respeitando a sua vida e a de outras pessoas são culpadas pela disseminação do coronavírus.

Somente essa declaração de Bolsonaro mostra o genocida que é, como tantos outros da história da humanidade. Não é por acaso que é repudiado em todo o mundo.

Na verdade, a impressão que se tem é a de que Bolsonaro fica em êxtase a cada brasileiro morto pela Covid-19 tal o seu discurso beligerante que sempre foi a marca do capitão da morte.

A Nero o que é de Nero.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Plágio: Bolsonaro copia na íntegra texto sobre economia de correspondente em Genebra

Bolsonaro dá uma de Joice Hasselmann, num flagrante de plágio, sem o menor constrangimento, não respeita a autoria de um texto do correspondente em Genebra, Jamil Chade.

Não bastasse a ligação com milícias, QI deficitário, mentiras, falcatruas, destempero, fascínio por torturadores, ditadores e muito, muito mais, como é sabido por todos, o presidente Jair Bolsonaro agora é um plagiador.

 

 

*Com informações do DCM

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Mentiras, fracasso, isolamento e repulsa, o resultado trágico do pronunciamento de Bolsonaro na ONU

A única conclusão a que se pode chegar com o pronunciamento suicida de Bolsonaro na ONU, é que, vendo a economia brasileira se esfarelar, sua aprovação desabar em nove meses, ele foi para o tudo ou nada para se agarrar ao núcleo radical do bolsonarismo.

à exceção dos governos dos EUA e de Israel, Bolsonaro atacou o planeta inteiro, atacou a mídia nacional e, sobretudo a internacional dizendo que elas mentiram sobre a dimensão do incêndio na Amazônia, incêndio este convocado por ele próprio, conhecido como “O Dia do Fogo” e que a Amazônia está cem por cento preservada.

E foi além, disse que não obedeceria às ordens do velho ambientalismo, que é um regime ditatorial globalista e, como o novo imperador do Brasil, não se curvaria a líderes indígenas como o Cacique Raoni, considerado pela ONU um símbolo da liderança indígena no Brasil.

Bolsonaro, certamente, presume que, condenado ao flagelo, urge buscar abrigo na parte deformada da sociedade brasileira.

A imoralidade do discurso de Bolsonaro não tem precedentes. A utilização da tribuna da ONU para atacar parceiros históricos do Brasil, anunciar boicotes e perseguições políticas, assim como grifar que o braço do Estado continuará a esmagar negros, índios e pobres, ao mesmo tempo em que mostrava uma servidão rastejante a Trump, representou uma atitude beligerante com o mundo e colonialesca com os EUA.

Bolsonaro foi a apoteose de sua própria ruína. O ardor de sua cólera contra quem ele considera inimigo, revela o quanto está dominado pelo medo de ser cuspido do poder a qualquer momento. Por isso, construiu miragens num vulcão extraordinário de fake news, tendo como destino não quem o assistia na Assembleia, mas seu gado, como alguém que regia uma manada de imbecis de fora para dentro do Brasil.

 

*Por Carlos Henrique Machado Freitas