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Lula vence todos os adversários no primeiro turno e deixa Flavio no chinelo no segundo turno

Levantamento da Real Time ouviu 2.000 pessoas entre os dias 29 e 30 de maio

Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (1º) pelo Instituto Real Time Big Data mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança das intenções de voto para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026 em todos os cenários testados. A pesquisa foi feita após a revelação do áudio de Flávio Bolsonaro a Daniel Vorcaro e da classificação do CV e do PCC como terroristas pelos EUA.

No principal cenário avaliado, Lula aparece com 38% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro (PL), com 31%. Na sequência estão Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), ambos com 6%, Romeu Zema (Novo), com 4%, Aécio Neves (PSDB) e Joaquim Barbosa (DC), com 3% cada, e Augusto Cury (Avante), com 1%.

Outros candidatos somados alcançam 1% das intenções de voto. Brancos e nulos representam 3%, enquanto 4% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não responder.

Na simulação de segundo turno, o presidente Lula aparece com 45% das intenções de voto, contra 40% de Flávio Bolsonaro. Brancos e nulos somam 8% e 7% não sabem ou não responderam. Comparado ao último levantamento do mesmo instituto, Lula subiu dois pontos e Flávio Bolsonaro perdeu quatro.

Em cenário de segundo turno contra Ronaldo Caiado, Lula aparece numericamente empatado com o ex-governador de Goiás, com os dois marcando 43%. Contra Romeu Zema (Novo), ex-governador de Minas Gerais, Lula tem três pontos percentuais de vantagem: 43% contra 40%.

Na disputa com Renan Santos (Missão), Lula vence por 46% contra 30%. Contra o deputado federal Aécio Neves (PSDB), o petista tem a maior vantagem e vence de 47% contra 23%.

Em um segundo cenário de primeiro turno, que inclui Aldo Rebelo (DC) no lugar de Joaquim Barbosa, Lula mantém os mesmos 38% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro permanece com 31%. Renan Santos e Ronaldo Caiado registram 6% cada, Romeu Zema sobe para 5%, Aécio Neves alcança 3%, enquanto Aldo Rebelo e Augusto Cury aparecem com 1% cada.

Nesse cenário, os votos em outros candidatos também somam 1%, os brancos e nulos permanecem em 3% e os indecisos representam 5%.

A pesquisa ouviu 2.000 eleitores entre os dias 29 e 30 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05864/2026.


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Pesquisa

Pequisa Atlas: Lula amplia vantagem após escândalo de Flavio com Vorcaro

Governo cresce enquanto Flávio e Michelle Bolsonaro recuam nos cenários eleitorais

No principal cenário de primeiro turno testado pela pesquisa:

Lula: 47% (+1,5)
Flávio Bolsonaro: 34,3% (-1,8)
Renan Santos: 6,9% (+0,4)
Romeu Zema: 5,2% (-0,3)
Ronaldo Caiado: 2,7% (-0,2)
Augusto Cury: 0,4% (estável)
Aldo Rebelo: 0,2% (estável)
Branco/nulo: 1,4% (-0,1)
Não sabem: 1,9% (+0,2)

O dado mais relevante desse cenário é a consolidação de Flávio Bolsonaro como único nome efetivamente competitivo do bolsonarismo. O senador aparece muito à frente de Zema e Caiado, reforçando a dependência da direita em relação à família Bolsonaro.

Ao mesmo tempo, a pesquisa indica que o desgaste provocado pelo caso Daniel Vorcaro não ficou restrito ao noticiário político e já apresenta reflexos eleitorais. Enquanto Lula avançou no levantamento, Flávio Bolsonaro registrou queda.

A pesquisa também testou um cenário sem Flávio Bolsonaro e com Michelle Bolsonaro representando o campo bolsonarista.

Nesse quadro:

Lula: 47,8% (+1,3)
Michelle Bolsonaro: 30,4% (-2,4)
Renan Santos: 7,5% (+0,6)
Romeu Zema: 5,9% (-0,1)
Ronaldo Caiado: 3,1% (+0,2)
Branco/nulo: 2,4% (+0,1)
Não sabem: 2,9% (+0,3)

O levantamento sugere que, apesar da força da marca Bolsonaro, a transferência de capital político dentro da própria família encontra limites.

O cenário reforça uma preocupação crescente dentro da direita: trocar Flávio por Michelle ou outro nome pode significar risco real de perder competitividade e até de ficar fora do segundo turno.

Segundo turno
No segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o presidente também aparece na frente.

O cenário mostra:

Lula: 50,6% (+1,7)
Flávio Bolsonaro: 45,1% (-1,5)
Branco/nulo: 2,2% (-0,1)
Não sabem: 2,1% (-0,2)

Os números indicam que Lula preserva uma frente eleitoral mais ampla fora do núcleo petista, enquanto Flávio ainda encontra dificuldades para ultrapassar o teto do eleitorado bolsonarista mais fiel.

Os cruzamentos demográficos da pesquisa mostram que Lula segue especialmente forte entre os mais pobres, no Nordeste e entre eleitores que votaram nele em 2022. Já a direita continua mais forte entre evangélicos, eleitores de renda mais alta e nas regiões Sul e Centro-Oeste.

Outro dado importante é o enfraquecimento dos nomes alternativos da direita. Romeu Zema e Ronaldo Caiado aparecem fragmentando o eleitorado conservador, mas sem demonstrar capacidade real de liderar o campo oposicionista.

Na prática, a pesquisa sugere que o bolsonarismo entrou em um ponto de dependência da própria família Bolsonaro. Sem Jair Bolsonaro elegível, Flávio aparece como herdeiro natural do espólio político do ex-presidente, enquanto outros nomes seguem incapazes de ocupar plenamente esse espaço.

O levantamento ouviu 5.032 pessoas entre os dias 13 e 18 de maio, com margem de erro de um ponto percentual e nível de confiança de 95%.

*Com informações do ICL


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Política

Lula a um palmo da vitória no primeiro turno

Ainda não é efeito do tapete vermelho que Trump estendeu para Lula na Casa Branca, o efeito, como mostram as redes sociais, com uma acachapante virada de Lula, depois do enconto com Trump em que Lula sugere ao presidente dos EUA que, sorrir, alivia o tranco que ele está tomando internamente, pelo fraco desempenho da economia e, principalmente, a guerra com  o Irã, em que, nitidamente, os EUA perderam.

O que se tem aqui é a comunhão e a média das pesquisas que mostram Lula avançando e, Flavio, estacionado ou caindo na mesma proporção, que, em números, representa 0,6% para Lula cruzar a linha de chegada no primeiro turno e colocar a mão na taça.

Possivelmente, numa nova rodada de pesquisas, por conta de uma série de eventos positivos da atuação de Lula nos EUA e os efeitos da economia com recordes de superavit, aumento significativo de investimentos estrangeiros no país, entre outros avanços, Lula já apareça acima dos 50% mais 1 voto para vencer as eleições no primeiro turno.

Lula desarmou a narrativa da direita quando Trump o elogiou, falou em parceria, estendeu tapete vemelho de grande chefe de Estado e, se não virou um cabo eleitoral de Lula, Trump o recebeu com elogios e fortaleceu a sua imagem de estadista, o que contribui significativamente para a reeleição.

Nas redes, o jogo virou. Lula, antes do encontro com Trump, só apanhava, depois, o resultao foi diametralmente oposto.

Por isso sua vitória no primeiro turno, aproxima-se da realidade.

Ainda não saíram pesquisas pós-encontro e Lula já está a um dedinho para vencer no primeiro turno.

A próxima pesquisa a ser divulgada, é a do BTG/Nexus, que deve mostrar o avanço de Lula, pois sua aprovação já havia subido de 45 para 46. Com a viagem para Washington, os números devem acelerar seu crescimento.

Resumo em votos válidos, Lula 49,4 e Flavio com 43,4% no primeiro turno.


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Política

Mídia em pânico com a possibilidade da vitória de Lula no primeiro turno porque isso mata seus negócios

Lula vencendo no primeiro turno, de estalão, morre a narrativa de “polarização”.

O que hoje a mídia vende, é: país dividivo, disputa acirrada, qualquer coisa pode acontecer.

Se Lula vence no primeiro turno, a percepção passa a ser outra, o país decidiu, não está dividido, acabou a novela.

Sem o segundo turno, as especulações que dão notícias nos jornalões, perdem esse filão. Não tem capa da Veja com Lula e Flavio se encarando. Não tem Roda Viva com Flavio repetindo a mesma baba de quiabo, não tem mais nada. São mais 4 anos de governo Lula e fim de papo.

A mídia vive um pesadelo, pois Lula está muito próximo, ou melhor, cada vez mais próximo de uma vitória já no primeiro turno. Uma arrancada mínima de menos de 2%, pode dar o troféu de quarto mandato a Lula.

Resumo da ópera: a mídia parece viv um velório atecipado, pedindo pelo amor de Deus para alguém tirar esses 2% de Lula.

Zema abriu a boca para cumprir esse papel e perdeu 2% dele mesmo.

Claro que a mídia lancará um solgan em prol do segundo turno para tentar embarreirar a vitória de Lula no primeiro tempo e mandará coisas do tipo, segundo turno é pedagógico para o eleitor, o que traduz, precisamos de mais 30 dias de Flavio Bolsonaro no JN para vender anúncio.

Democracia se fortalece no confronto de ideias. Primeiro turno abrevia esse processo, e por aí vai.

Ou seja, o manual da manchete desesperada já está na praça.


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Política

Lula a dois passos da vitória no primeiro turno

Está explicado por que a mídia deu de ombros para o resultado da pesquisa CNT/MDA. Além de vencer no primeiro turno, Lula pode fechar a fatura já na largada.

Como a mídia sabe que os brasileiros, em boa quantidade, votam em quem está em primeiro lugar nas pesquisas, com real possibilidade de vencer, aumentando em até 7% o percentual de crescimento, os barões da mídia industrial preferem jogar para baixo do tapete a pesquisa do instituto que mais acertou em 2022 para não impulsionar, com números mais robustos, a vitória eleitoral de Lula já no primeiro tempo do jogo.

Isso traz duas fortes constatações, a de que Lula está a dois pontos do paraiso e, por outro lado, como a mídia tenta a todo custo esconder da população, já que Lula pode se reeleger para seu quarto mandato aos 45 do primeiro tempo.

Na cabeça do baronato, é melhor redirecionar os olhos do eleitor para futricas brejeiras e, assim, tirar da boca do povo essa informação que liquida de vez qualquer esperança do clã Bolsonaro.


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Política

Lula vai ser reeleito no primeiro turno

Críticas às pesquisas eleitorais e ao tratamento da mídia reforçam a avaliação de que Lula mantém amplo favoritismo e pode vencer a eleição já no primeiro turno

As pesquisas se tornaram peças da campanha eleitoral. Resultados absurdos, que projetam o suposto apoio do filho do Bolsonaro perto do Lula, servem para alimentar a campanha da oposição, sem nenhum fundamento nem explicação.

Pesquisas com 2 mil pessoas de amostra, para um universo de 220 milhões de pessoas, se arriscam a dar palpite sobre o comportamento destes. Um absurdo estatístico. Não revelam a ginástica estatística que fazem.

Além disso, não revelam que tipo de questões foram colocadas para os entrevistados. Só publicam os resultados que jornalistas preguiçosos tomam como resultados reais e os comentam longamente.

Não podem contornar um elemento comum: o Lula derrota a todos os eventuais adversários. Se for realmente assim, por que destacam eventual empate entre ele e o filho do Bolsonaro?

Um desses jornalistas toma a manifestação dos bolsonaristas na Avenida Paulista, que o cálculo da USP define que teve menos da metade da manifestação anterior, algo como um total de no máximo quatro quadras da avenida, como um elemento que revelaria que Lula correria muitos riscos de perder a eleição! O artigo é pífio, mas ocupa um espaço no UOL, que é o que interessa. O cachorro morder o dono não é notícia. Já o dono morder o cachorro consegue lugar de destaque na mídia. Notícia de que o Lula é favorito para se reeleger não é notícia de destaque. Já a de que ele pode perder a eleição, como contradiz as evidências, ganha espaço de destaque.

Politicamente, até a direita parece conformada com a vitória do Lula, concentrando-se nas eleições parlamentares para tentar dar continuidade aos obstáculos que coloca atualmente ao governo. Enquanto um setor do centrão, que tem dificuldade de ficar muito tempo fora do governo, já se aproxima explicitamente do governo.

Além disso, o filho do Bolsonaro escolhido por este para ser candidato já desmaiou e sujou as calças em um debate com a Jandira Feghali. Dá para imaginar como vai se comportar em um debate no horário eleitoral com o Lula? Já busca razões para não comparecer. O que ele poderia contrapor à herança dos governos do Lula, como herança do pífio governo do seu pai?

Um debate eleitoral seria um massacre midiático, que só consolidaria a perspectiva do favoritismo do Lula, que passaria a tender a ganhar já no primeiro turno.

Essa é a perspectiva mais provável das análises políticas sérias. Quem tem considerações diferentes teria que explicitar as razões que levariam um filho do Bolsonaro a ter preferências similares às do Lula. A manifestação da Avenida Paulista demonstraria o contrário do que o analista afirma. Mas a notícia de que o Lula vai se reeleger contraria as preferências da grande mídia.

Eu considero que o Lula é favorito não apenas para se reeleger, como para fazê-lo no primeiro turno, pelas razões apontadas neste artigo.

Lula é favorito para se reeleger, sobre isso não há dúvidas.

*Emir Sader/247


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Quaest: Lula segue na liderança no 1º turno e venceria todos os adversários em 2026

Lula varia de 31% a 39% de intenções de voto nos testes de primeiro turno, com distância considerável para todos os possíveis adversários

O presidente Lula (PT) lidera todos os possíveis cenários eleitorais de primeiro turno para 2026 e venceria qualquer possível adversário em uma disputa de segunda turno. É o que aponta a pesquisa da Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (13).

O levantamento aponta que Lula varia de 31% a 39% de intenções de voto nos testes de primeiro turno, com distância considerável para todos os possíveis adversários. A disputa mais apertada é contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está inelegível, quando soma apenas 5 pontos de vantagem.

Quaest: Lula mantém liderança no 1º turno e venceria qualquer adversário em 2026

Entre os candidatos aptos a concorrer, o mais competitivo é o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que aparece com 12 pontos a menos do que Lula em um cenário com apenas três candidatos. Michelle Bolsonaro, Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Eduardo têm desempenhos parecidos, com ampla vantagem para Lula.

No segundo turno, Lula venceria todos os adversários

A vantagem de Lula contra Ciro Gomes (PSDB), Tarcísio e o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), é de 5 pontos. Em outubro, ela era de 9 pontos, 12 pontos e 13 pontos, respectivamente. Lula em distância confortável, de mais de dez pontos, contra Eduardo Leite (PSD) e Eduardo Bolsonaro (PL).

A Quaest testou pela primeira vez o nome de Renan Santos (Missão), fundador do Movimento Livre Brasil (MBL), que teria 25% dos votos, contra 42% de Lula.

A Quaest ouviu 2.004 pessoas entre os dias 6 e 9 de novembro. O nível de confiabilidade da pesquisa é de 95% e a margem de erro é de 2 pontos percentuais.

ceria por diferenças entre 3 e 17 pontos percentuais. Contra o inelegível Jair Bolsonaro, teria 42%, ante 39%, o que configura empate técnico. A diferença era de 10 pontos percentuais há um mês.

Cenários do Segundo Turno

*ICL


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Genial/Quaest: Primeiro turno à vista

A pesquisa eleitoral 2026 realizada pela Genial/Quaest mostra que, a um ano da disputa presidencial, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém a liderança em todos os cenários de primeiro e segundo turnos. Nas oito simulações testadas, Lula varia entre 35% e 43% das intenções de voto. Entre os nomes da oposição, o melhor desempenho é o do ex-presidente Jair Bolsonaro, que, caso revertesse sua inelegibilidade, alcançaria 26%. Em seguida, aparecem Michelle Bolsonaro, com 21%, e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, com 18%.

pesquisa eleitoral 2026

Cenários de primeiro turno
Entre julho e outubro de 2025, Lula subiu de 32% para 39% nas intenções de voto, enquanto Tarcísio passou de 15% para 18%. Ciro Gomes se manteve em 12%, Zema oscilou de 5% para 4%, e Caiado permaneceu estável.

Nos cenários sem Tarcísio, Lula foi de 30% para 36%, Michelle oscilou positivamente de 19% para 21%, e Ratinho Jr cresceu de 7% para 10%. Quando nem Tarcísio nem Michelle são testados, Lula aparece com 35%, Eduardo Leite mantém 15%, e Ratinho Jr sobe para 12%, sendo o único que cresce no período.

Em simulações sem Ciro Gomes, com a direita menos fragmentada, Lula chega a 42%, e há empate técnico entre Tarcísio (19%) e Eduardo Leite (17%). O mesmo padrão se repete em cenários com Eduardo e Ratinho Jr: Lula mantém cerca de 40%, enquanto os adversários aparecem tecnicamente empatados, com 20% e 17%, respectivamente.

Simulações de segundo turno
Nos cenários de segundo turno, o presidente também mantém vantagem sobre todos os adversários testados. Lula varia de 41% a 47% das intenções de voto, enquanto Ciro Gomes aparece como o nome mais competitivo da oposição, com 32%, perdendo por uma diferença de 9 pontos percentuais.


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Lula venceria Bolsonaro em eleição no primeiro turno, diz pesquisa

Levantamento feito pelo instituto AtlasIntel a pedido da CNN Brasil mostra que presidente venceria adversário da extrema direita em uma virtual disputa com 48,1% dos votos.

Uma pesquisa realizada pelo instituto AtlasIntel a pedido da CNN Brasil revelou que, se as eleições presidenciais fossem realizadas no próximo domingo (27), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceria Jair Bolsonaro (PL) logo no primeiro turno. Os resultados do levantamento foram divulgados neste sábado (26).

De acordo com a pesquisa, 48,1% dos entrevistados afirmaram que votariam no candidato petista, enquanto 40% declararam que votariam no ex-presidente Bolsonaro. A atual ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), teria 2,1% dos votos, enquanto Ciro Gomes (PDT) receberia 1,7% das intenções de voto.

Num possível segundo turno entre Lula e Bolsonaro, o candidato do PT sairia vitorioso com 51,2% dos votos, enquanto o ex-presidente receberia 41,5% dos votos.

Comparando com os resultados do primeiro turno de 2022, Lula registrou um aumento de quase 4 pontos percentuais, subindo de 48,4% (considerando votos válidos) para 52,35%. As intenções de voto em favor do ex-capitão Bolsonaro passaram de 43,3% para 43,5%, um número insuficiente para garantir sua participação no segundo turno.

Há 10 meses, Lula conquistou 50,90% dos votos válidos e venceu o então presidente no segundo turno. Bolsonaro obteve 49,1% dos votos, tornando-se o primeiro presidente a ser derrotado ao buscar a reeleição.

A pesquisa realizada pela AtlasIntel contou com entrevistas de 1.232 pessoas, apresentando uma margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, e os dados foram coletados nos dias 23 e 24 de agosto.

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Vídeo – Dilma: “pesquisas internas apontam tendência de vitória de Lula no primeiro turno”

A ex-presidente falou logo após votar, Colégio Santa Marcelina, em Belo Horizonte, onde foi muito aplaudida.

A ex-presidenta Dilma Rousseff (PT) afirmou em entrevista na manhã deste domingo (2), logo após votar no Colégio Santa Marcelina, em Belo Horizonte, que pesquisas internas da coligação apontam uma tendência de vitória do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno.

“O que a gente está vendo é que há uma tendência de que a gente ganhe no primeiro turno. Nós chegamos em muitas pesquisas, trackings, a 49,8%. Aí, nós chegamos a 50%, em outra 51%. Então, a gente está vendo um caminho, uma tendência de alta, um caminho em que nós estamos indo para a vitória, é isso que nós estamos vendo”, afirmou.

Apoiadores gritavam e cantavam músicas de apoios. Ela classificou esse 2 de outubro como um “dia memorável” e falou que essa é uma das eleições mais importantes desde a redemocratização do Brasil. “Minha expectativa é que a democracia ganhe”, declarou a petista.

A ex-presidente falou logo após votar, Colégio Santa Marcelina, em Belo Horizonte, onde foi muito aplaudida.

A ex-presidenta Dilma Rousseff (PT) afirmou em entrevista na manhã deste domingo (2), logo após votar no Colégio Santa Marcelina, em Belo Horizonte, que pesquisas internas da coligação apontam uma tendência de vitória do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno.

“O que a gente está vendo é que há uma tendência de que a gente ganhe no primeiro turno. Nós chegamos em muitas pesquisas, trackings, a 49,8%. Aí, nós chegamos a 50%, em outra 51%. Então, a gente está vendo um caminho, uma tendência de alta, um caminho em que nós estamos indo para a vitória, é isso que nós estamos vendo”, afirmou.

Apoiadores gritavam e cantavam músicas de apoios. Ela classificou esse 2 de outubro como um “dia memorável” e falou que essa é uma das eleições mais importantes desde a redemocratização do Brasil. “Minha expectativa é que a democracia ganhe”, declarou a petista.