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A mudança de clima na campanha de Bolsonaro: do ‘já ganhou’ ao receio da derrota acachapante no 1º turno

Nas últimas semanas, o clima entre integrantes da campanha de Bolsonaro mudou. Se no início de maio os coordenadores falavam abertamente a empresários que o presidente levaria as eleições já no primeiro turno, agora o discurso mudou, segundo Bela Megale de O Globo.

A avaliação que passou a ser feita a executivos com trânsito no Palácio do Planalto e na campanha é que Bolsonaro segue com chances de vencer, mas precisa “moderar o tom” de suas falas e apresentar soluções mais efetivas para baixar os preços dos combustíveis. Caso isso não aconteça, parte dos membros da campanha diz que o presidente poderia até ser derrotado no primeiro turno.

Como informou a coluna, os aliados de Bolsonaro têm feito apelos para que ele pare com o “discurso de ódio” relacionado às urnas e ao Judiciário. Pesquisas internas mostram que o presidente perde votos com a postura de confronto. Até agora, porém, Bolsonaro não ouviu esses conselhos e segue mirando o Judiciário.

Membros da campanha do presidente também não creem que a proposta do governo federal para compensar Estados para reduzir ICMS, na tentativa de conter a alta dos combustíveis, terá reflexo significativo para o consumidor. A cúpula da campanha segue colocando na conta de Paulo Guedes a crise na economia e tem dito, nos bastidores, que Bolsonaro errou ao não ter enfrentado o ministro no ano passado sobre o valor do Auxílio Brasil. Aliados do presidente defendiam que o benefício subisse para R$ 800, pois não seria consumido pela inflação, como acontece hoje. O valor médio do programa é de R$ 400.

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Pesquisa

pesquisa Quaest: Lula cresce, Bolsonaro cai e vitória em primeiro turno avança

Lula tem 6 pontos de vantagem sobre todos os outros candidatos somados, diz o levantamento.

Pesquisa presencial da Quaest, patrocinada pelo Banco Genial e divulgada nesta quarta-feira (8), mostra que o ex-presidente Lula (PT) avançou ainda mais e consolidou a possibilidade de vencer a eleição de outubro já no primeiro turno.

Lula tem 47% das intenções de voto contra 41% de todos os outros candidatos somados.

Em relação ao levantamento anterior, de maio, Lula oscilou um ponto para cima e Jair Bolsonaro (PL) dois pontos para baixo, aparecendo agora com 29%.

grafico

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Segundo turno

Lula lidera em todas as projeções de segundo turno, ainda que a pesquisa aponte para uma vitória na primeira etapa.

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*Com 247

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Política

Lula está subindo e pode chegar a 60% no primeiro turno, diz Marcos Coimbra

Marcos Coimbra, do Vox Populi diz à TV Fórum que primeiro turno em 2 de outubro mais e mais se parece com um segundo turno, disse a Forum.

O sociólogo Marcos Coimbra, fundador do Instituto Vox Populi, afirmou no Fórum Café desta sexta-feira (3) que o ex-presidente Lula pode chegar a 60% dos votos válidos no primeiro turno das eleições, em 2 de outubro. Ele apresentou mais uma rodada da agregação das pesquisas, realizada semanalmente pelo Vox Populi -veja o estudo ao final.

Na agregação das pesquisas presenciais, Lula chegou a 53% das intenções de voto nas pesquisas de maio, dois pontos acima do registrado em março e abril. Coimbra explicou que a margem de erro das pesquisas presenciais agregadas é menor que a de cada pesquisa (em geral, 3 pontos percentuais): “Enquanto cada pesquisa presencial entrevista ao redor de duas mil pessoas, a soma delas é muito superior, 10, 20 mil pessoas, o que reduz muito a margem de erro”. Bolsonaro, por seu turno, está com 31%, que é, depois de “esgotado o manancial de votos do Moro”, seu patamar.

Ciro tem 8% dos votos e os demais candidatos somados, 8%. Coimbra disse que, na medida em que a eleição se aproxima, o primeiro turno vai adquirindo feição de segundo turno, o que faz com que a qualidade da escolha do eleitorado vá mudando. Por isso, ele disse que é cada vez maior a chance de os eleitores dos demais candidatos, que não Lula e Bolsonaro, abandonarem seus escolhidos. “Metade do eleitorado de Ciro, cerca de 4%, não tem definição consolidada e afirmam voto no segundo turno em Lula. Se o primeiro turno antecipar o segundo turno, devem migrar para Lula e empurrá-lo para 60%”.

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Pesquisa

Datafolha: Pesquisa reforça vantagem de Lula entre mulheres de todas faixas de renda

O eleitorado feminino é o núcleo de resistência ao desempenho de Bolsonaro, segundo as pesquisas feitas de 2018 até agora (confira levantamento abaixo).

Desde o início de 2022, as pesquisas revelam que, se dependesse das mulheres, Lula estaria eleito no primeiro turno.

A novidade da última pesquisa DataFolha é o recorte das faixas de renda. Registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-05166/2022, a pesquisa foi contratada pela Folha e ouviu 2.556 eleitores acima dos 16 anos em 181 cidades de todo o país.

O levantamento mostrou que a intenção de voto em Bolsonaro entre as mulheres, em todas as rendas, é sempre numericamente inferior à registrada entre os homens, tanto na pesquisa espontânea (quando não são apresentados nomes de candidatos aos entrevistados) quanto nas estimuladas de primeiro e segundo turno.

O eleitorado feminino é o núcleo de resistência ao desempenho de Bolsonaro, segundo as pesquisas feitas de 2018 até agora (confira levantamento abaixo).

Desde o início de 2022, as pesquisas revelam que, se dependesse das mulheres, Lula estaria eleito no primeiro turno.

A novidade da última pesquisa DataFolha é o recorte das faixas de renda. Registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-05166/2022, a pesquisa foi contratada pela Folha e ouviu 2.556 eleitores acima dos 16 anos em 181 cidades de todo o país.

O levantamento mostrou que a intenção de voto em Bolsonaro entre as mulheres, em todas as rendas, é sempre numericamente inferior à registrada entre os homens, tanto na pesquisa espontânea (quando não são apresentados nomes de candidatos aos entrevistados) quanto nas estimuladas de primeiro e segundo turno.

“É evidente que a crise econômica atinge com muito mais violência as mais pobres. Mas até mesmo aquelas com maior faixa de renda rejeitam Bolsonaro. Isso demonstra que a desaprovação vai além do fiasco econômico do governo e passa também pelo rechaço à cultura da violência, do ódio e da misoginia que o bolsonarismo propaga”, analisa Anne Moura, secretária nacional de mulheres do PT.

No resultado geral, a pesquisa reforça a vantagem de Lula no eleitorado feminino. Entre as mulheres, o presidente Lula chega a marcar 49%, ante 23% do atual mandatário.
Evangélicas

No setor evangélico, elas despontam com voto em Lula, 39%, contra 30% em Bolsonaro, segundo a pesquisa DataFolha realizada no início do mês, focada nesse público. O comportamento das evangélicas é exatamente oposto ao do setor masculino, em que 26% declarou votar em Lula e 48% em Bolsonaro.
Elas rejeitam Bolsonaro

Datafolha 2018: Bolsonaro era o candidato mais rejeitado entre o eleitorado feminino. Cerca 43% das mulheres entrevistadas não votariam no militar de “de jeito nenhum”.

DataFolha 2019: 56% das mulheres rejeitam a Reforma da Previdência de Bolsonaro

PoderData 2021 (mar): duas em cada três brasileiras refutam o governo, um recorde. Desde dezembro de 2020, a impopularidade do presidente entre as brasileiras cresceu de 49% para 64%.

DataFolha 2021 (mai): Gênero: Apenas 21% das mulheres aprovam o governo contra 29% dos homens. Recorte racial: Mais de 50% dos eleitores que se declararam pretos responderam “ruim ou péssimo”. Já os brancos dão à gestão de Bolsonaro o maior percentual de ótimo ou bom (27%), taxa semelhante à que ocorre entre os pardos (24%). Entre os pretos, são 18%.

DataFolha 2021 (set): Só 18% das mulheres aprovam o governo. Só 17% dos mais pobres aprovam o governo.

Genial/Quaest 2021 (nov): 59% das mulheres rejeitam Bolsonaro e 16% aprovam.

Genial/Quaest 2022 (mar): Eleito no 1 turno. Lula tem 48% das intenções de voto feminino. Já Bolsonaro obteve apenas 20%.

DataFolha 2022 (mai) – Evangélicas. Elas ‘racham’ o setor evangélico e tendem a votar em Lula. Elas despontam com voto em Lula, 39%, contra 30% em Bolsonaro.

Genial/Quaest 2022 (mai): Eleito no 1 turno. Margem aumenta. Lula venceria Bolsonaro com 51% dos votos femininos contra 22%.

DataFolha 2022 (mai): A intenção de voto em Bolsonaro entre as mulheres, em todas as faixas de renda, é sempre numericamente inferior à registrada entre os homens.

*PT Eleitoral

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Pesquisa

Em quatro anos, Lula ganha terreno entre eleitores que cursaram ensino superior, aponta Datafolha

No cenário de primeiro turno, Lula passou de 25% há quatro anos para 40% no eleitorado com ensino superior.

A preferência pelo ex-presidente Lula em eleições tem registrado crescimento em um setor em que o petista geralmente teve dificuldade de conquistar votos: os brasileiros com ensino superior completo e incompleto. Hoje, segundo o Datafolha, Lula tem 53% dos votos desse segmento, bem acima dos 37% registrados em 2018. Os números levam em consideração um eventual segundo turno entre Lula e Jair Bolsonaro, que marca 36% no segmento, ante 42% na última campanha.

No cenário de primeiro turno, Lula passou de 25% há quatro anos para 40% no eleitorado com ensino superior. O ex-presidente também registrou 18 pontos a mais entre eleitores da região Sul do País.

Os eleitores que chegaram à universidade representam 22% dos entrevistados pelo Datafolha. Em comparação, evangélicos representam 27% do eleitorado pesquisado.

*Com informações de O Globo/247

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Pesquisa

Lula vence no primeiro turno em pesquisa BTG, banco fundado por Paulo Guedes

Pesquisa FSB/BTG para presidente publicada na manhã desta segunda-feira (30), confirma a disparada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apontada no Datafolha divulgado na última quinta-feira.

De cordo com o levantamento, realizado de 27 a 29 de maio, Lula tem 46%, um crescimento de 5%, enquanto o presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece estagnado, com 32%.

Primeiro turno

Se forem considerados apenas os votos válidos, Lula tem 51% e, portanto, pode vencer já no primeiro turno.

Ciro Gomes manteve 9% e Simone Tebet pontuou 2%, um crescimento de 1%, e André Janones (Avante) teve 1%. Os demais candidatos não pontuaram.

https://twitter.com/CentralEleicoes/status/1531211596302888960?s=20&t=Zq5BgGMf5HVmnQF1pL9QXg

https://twitter.com/CentralEleicoes/status/1531211603978473472?s=20&t=Zq5BgGMf5HVmnQF1pL9QXg

*Com Forum

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Política

Marcos Coimbra diz que “para 80%, eleição já está decidida e e Lula será o novo presidente

Para o sociólogo, eleitorado já decidiu antecipar o segundo turno para 2 de outubro.

O sociólogo Marcos Coimbra, fundador do Instituto Vox Populi, afirmou no Fórum Café desta sexta-feira que para 80% do eleitorado, “eleição já está decidida e Lula só perde se ela for cancelada”. O fato deve-se à consolidação da intenção de voto no ex-presidente Lula e em Jair Bolsonaro – quase 80% dos eleitores de ambos afirmaram que não mudarão de voto até outubro.

Essa consolidação traz uma mensagem e pauta o processo eleitoral, segundo Coimbra: “Eleitor já indicou que só há 2 candidatos e fez sua escolha entre Lula e Bolsonaro”. A vantagem de Lula é tão grande, “e estável desde o início do ano passado”, afirma o sociólogo, que é possível afirmar que o pleito está praticamente decidido. Segundo o Datafolha, Lula tem 54% das intenções de votos válidos. No agregado de todas as pesquisas presenciais realizado pelo Vox Populi e apresentado por Coimbra, esse número é de 53%.

Para ele, há uma consistência grande no resultado da imensa maioria das pesquisas presenciais, que confere segurança e credibilidade às análises e projeções para outubro. “Pode parecer que falta muito, mas a eleição está próxima, estamos a pouco mais de quatro meses do pleito com números de pesquisas com enorme estabilidade”.

Segundo ele, o movimento de acomodação do eleitorado morista já aconteceu, com sua migração para Bolsonaro, e o movimento mais recente é o da crescente adesão a Lula ou Bolsonaro dos eleitores “alienados” (uma categoria usada pelos pesquisadores), que são a soma dos que manifestam intenção de voto nulo, branco ou abstenção. “A queda de quatro pontos percentuais nesse universo de eleitores (de 14% para 10%) foi a novidade das últimas semana; e a fonte ‘morista’ para Bolsonaro já secou”.

Veja a agregação das pesquisas feita pelo Vox Populi

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Pesquisa

Lula cresce entre evangélicos, chega a 43%, e Bolsonaro estaciona nos 35%, diz PoderData

Petista teve oscilação positiva de 1 ponto percentual na pesquisa; entre evangélicos, alta de Lula foi de 8 pontos.

O petista figura com 43% das intenções de voto contra 35% de Jair Bolsonaro (PL). Na sequência, aparecem Ciro Gomes (PDT), com 5%, André Janones (Avante), com 3%, e Simone Tebet (MDB), com 2%.

O ex-governador de São Paulo João Doria (PSDB) foi mantido no estudo porque só desistiu de concorrer na segunda-feira (23). O anúncio, porém, já foi suficiente para o tucano cair para 1% nas intenções de voto (ele pontuava de 2% a 4% em levantamentos anteriores). O efeito geral na corrida eleitoral foi pequeno.

veja o resultado:

 

Evangélicos: Lula diminui diferença

A nova rodada da pesquisa PoderData mostra que também que Bolsonaro ainda lidera entre os evangélicos, mas viu a sua vantagem para o ex-presidente Lula diminuir para 13 pontos percentuais.

De acordo com o levantamento, o ex-capitão soma 46% das intenções de voto no segmento para o primeiro turno das eleições de 2022. Já o petista tem 33%. Na pesquisa anterior, realizada de 8 a 10 de maio, Bolsonaro aparecia com 52% entre os evangélicos.

:: Gestão da pandemia no governo Bolsonaro será alvo do Tribunal Permanente dos Povos nesta terça ::

Segundo turno: Lula lidera com folga

O levantamento aponta Lula tem uma vantagem de 11 pontos percentuais sobre Bolsonaro no segundo turno. O petista soma 50% das intenções de voto contra 39% de Bolsonaro. Na pesquisa anterior, realizada entre os dias 10 e 12 de maio, Lula aparecia com 49% e Bolsonaro, 38%.

Em levantamentos do PoderData, Lula já esteve 25 pontos à frente do atual presidente. Os índices foram registrados no final de agosto e início de setembro de 2021. A menor diferença entre os favoritos da eleição ocorreu no último mês, e foi de 9 pontos.

A pesquisa foi realizada pelo PoderData. Os dados foram coletados de 22 a 24 de maio de 2022, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 3.000 entrevistas em 301 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-05638/2022.

*Com Brasil de Fato

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Pesquisa

Genial/Quaest: Se dependesse apenas do voto feminino, Lula venceria no primeiro turno

Se dependesse apenas do voto feminino, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), continua na dianteira e venceria no primeiro turno, de acordo com dados da Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (10/5).

Se as eleições presidenciais dependessem apenas do voto feminino, Lula venceria Bolsonaro com 51% dos votos contra 22% em um eventual primeiro turno. Entre os homens, o petista ainda tem maioria, mas uma vantagem menor sobre o atual inquilino do Palácio do Alvorada, de 42% contra 28%.

A pesquisa feita pela Quaest em parceira com a Genial Investimentos mostra ainda que a preferência do eleitor por Bolsonaro para vencer as eleições encolheu, passando de 31% para 29%, entre abril e maio. Com isso, Lula, que teve a preferência variando de 46% para 45%, teve uma leve ampliação na vantagem de 15 pontos percentuais para 16.

O levantamento também indica que o voto já está cristalizado para 63% dos eleitores. Em 2018, este grau de decisão só aconteceu em setembro. Em outra pergunta, os entrevistados puderam dizer quem gostariam que vença a eleição: 45% preferem Lula e 29% optam por Bolsonaro.

De acordo com a pesquisa, Bolsonaro também perde de Lula quatro regiões do país sendo que, no Nordeste, a vantagem de Lula é a mais expressiva, de 62% contra 20%. O chefe do Executivo ainda tem a dianteira apenas no Centro Oeste.

A Pesquisa Genial/Quaest ouviu, presencialmente, 2.000 pessoas entre os dias 5 e 8 de maio. O levantamento vem ocorrendo desde julho de 2021, e é a mais longa série de sondagens feitas presencialmente no país para as eleições presidenciais deste ano.

O nível de confiança da pesquisa Genial/Quaest é de 95%, com margem de erro máxima de 2%, para cima ou para baixo, em relação ao total da amostra.

*Com Correio Braziliense

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“Acredito na vitória no 1º turno”: Renan Calheiros põe Tebet de lado e defende apoio do MDB a Lula

“Não há espaço político, eleitoral ou matemático para a terceira via”, diz o senador Renan Calheiros em entrevista ao GGN

O senador Renan Calheiros disse em entrevista exclusiva à TVGGN que acredita na vitória de Lula (PT) no primeiro turno da eleição presidencial de 2022. O senador afirmou que a pré-candidatura da senadora Simone Tebet à Presidência tende a ser rejeitada na convenção partidária se não decolar até o começo de maio. Para Calheiros, não há viabilidade eleitoral para a chamada “terceira via” e o MDB deveria apoiar Lula já no primeiro turno.

“Eu acredito na vitória [de Lula] no primeiro turno. O tempo está decantando as eleições. Muita gente já deixou de ser candidato: Mandetta, Amoedo, Huck, Alessandro [Vieira], Moro. Ser candidato sem densidade eleitoral é muito ruim. O MDB já colheu esse resultado. Na última eleição, com a candidatura equivocada de Henrique Meirelles, que teve 1% dos votos, tivemos uma redução pela metade da nossa bancada de deputados e senadores”, frisou Renan Calheiros.

“Eu tenho admiração grande pela Simone Tebet, mas se não houver uma mexida na fotografia das pesquisas, ela não pode ser a candidata. Dificilmente o MDB, na convenção nacional, vai homologar sua candidatura”, apontou.

“Temos que estabelecer um prazo com ela, respeitosamente. Até os primeiros dias de maio, para que se não houver mudança substancial na competividade da sua candidatura, nós possamos conversar com uma corrente majoritária no MDB, para desde o primeiro turno apoiar a candidatura de Lula“, defendeu o senador na entrevista aos jornalistas Luis Nassif e Marcelo Auler.

“Não há espaço político, eleitoral ou matemático para a terceira via. Lula tem em torno de 43% dos votos [na média das pesquisas eleitorais]. Bolsonaro tem 25% dos votos e uma rejeição substancial, que passa de 60%. (…) Ele poderá chegar a 37% dos votos, uma situação muito inferior ao que ostentará o ex-presidente Lula.”

Na visão de Renan Calheiros, “precisamos ser inteligentes e facilitar a caminhada de Lula”. “Não deveríamos nem partidarizar a campanha de Lula. Acho equivocada a propaganda na televisão que faz alusão ‘ao tempo do PT’. O lulismo é muito maior do que o petismo. Precisamos aprimorar a campanha política.”

“A candidatura do presidente Lula significa uma volta à pacificação, à conciliação nacional, à cicatrização. Do ponto de vista estratégico da campanha, das políticas públicas que devem ser priorizadas, devemos ampliar ao máximo”, sustentou.

“Temos que priorizar a economia, guardar valores com relação ao equilíbrio fiscal – a responsabilidade fiscal não é da direita ou da esquerda, precisa ser posta em execução, da mesma forma que Lula já fez em posso do governo. Temos que atrair setores do empresariado e da classe média que são mais refratários, que precisam entender que há valores supremos a defender: os valores da democracia e da República. Acho que se formos amplos nas propostas, teremos maior sorte.”

*Com GGN

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