Categorias
Política

Evangélicos começam a abandonar Flávio e a olhar para Lula

Em apenas um mês, intenções de voto de Flávio entre evangélicos caíram de 61% para 52%, enquanto Lula avançou de 24% para 31%.

Durante anos, a extrema direita tentou tratar os evangélicos como curral eleitoral. Sua narrativa se apoiava em quatro pilares: conservadorismo moral, guerra cultural, antipetismo e instrumentalização religiosa. Foi com base nisso que, desde 2018, o bolsonarismo construiu nesse segmento uma base social poderosa, organizada e altamente mobilizada.

Agora, porém, surgem sinais de erosão no grupo que se consolidou como principal sustentáculo eleitoral do clã Bolsonaro. A nova rodada da pesquisa Quaest, contratada pela Genial Investimentos e divulgada nesta quarta-feira (10), revela uma movimentação expressiva entre os evangélicos brasileiros.

Na corrida presidencial, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) continua liderando nesse segmento. Mas a vantagem encolheu de maneira abrupta em apenas um mês. De maio a junho, suas intenções de voto entre evangélicos caíram de 61% para 52%. Ao mesmo tempo, Lula avançou de 24% para 31%. As mudanças, para um período tão curto, foram politicamente significativas, indo além da margem de erro nesse recorte, que é de quatro pontos percentuais.

Mais revelador ainda é o crescimento da aprovação do governo Lula entre evangélicos. Em abril, 28% aprovavam a gestão federal. Em junho, esse índice chegou a 35%. A desaprovação caiu de 68% para 60% no mesmo período.

A resposta da esquerda

Pela primeira vez desde a ascensão do bolsonarismo, o campo progressista parece ver brechas reais para dialogar com uma parcela expressiva do eleitorado evangélico sem partir da defensiva. O governo Lula, em especial, compreendeu que a disputa política no País passa necessariamente por esse universo.

De acordo com o Censo 2022, o Brasil possui aproximadamente 47,4 milhões de evangélicos, o que corresponde a 26,9% da população total do País. Institutos como o Datafolha apontam, em projeções mais recentes, que essa parcela continuou crescendo e já se aproxima de 30% a 32% da população brasileira, respondendo por mais de 60 milhões de pessoas.

Tratar esses milhões de trabalhadores como um bloco homogêneo, impermeável ou automaticamente reacionário sempre foi um erro grave e, em muitos casos, elitista. A carta divulgada pelo PT aos evangélicos na segunda-feira (8) mostra o empenho de desfazer qualquer leitura preconceituosa do governo Lula e do próprio campo progressista.

O documento, aprovado no 4º Encontro de Evangélicos do PT, rejeita o discurso de confronto religioso, além de enfatizar o respeito às igrejas, à liberdade de culto e à presença crescente dos evangélicos nas periferias e no mundo do trabalho. Em vez de aceitar passivamente a narrativa bolsonarista, a esquerda vai à disputa de valores, linguagem e presença social – e encontra terreno fértil.

Para o bolsonarismo, além do desgaste natural de oito anos de radicalização permanente, existem contradições morais que ficaram mais difíceis de esconder. Com o caso Daniel Vorcaro-Banco Master, Flávio Bolsonaro foi apanhado em incoerência com declarações anteriores.

A Quaest procurou medir esse desgaste, testando desde o conhecimento do caso até a percepção de ocultação de crimes. O prejuízo do clã Bolsonaro aparece em todos os recortes. Para um eleitorado que faz da integridade moral um critério central de escolha, ser pego numa mentira é uma ruptura de contrato simbólico.

Críticas à guerra cultural

A tentativa de intensificar a guerra religiosa também cobrou seu preço na Marcha para Jesus, em 4 de junho. Levantamento da consultoria Ativaweb DataLab, citado pela jornalista Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo, monitorou mais de 17 milhões de menções públicas ao nome do senador nas redes sociais nas primeiras 20 horas após o evento. O resultado foi acachapante: 51,9% das manifestações eram negativas.

Segundo os pesquisadores, muitas críticas vieram de cristãos incomodados com a transformação do evento religioso em palanque eleitoral agressivo. No palco da Marcha para Jesus, Flávio bradou sobre uma suposta “guerra espiritual” e prometeu expulsar o “mal” do governo. O candidato tentou vender uma profecia que, no fim, foi interpretada como instrumentalização da fé.

Além disso, a memória do governo de Jair Bolsonaro, entre 2019 e 2022, continua em disputa. A extrema direita utilizou o segmento evangélico naquele período como o principal pilar de sustentação e blindagem de sua agenda econômica regressiva. De acordo com o Vermelho, acreditavam que o apelo ao pânico moral e às fake news ajudaria a mascarar a destruição dos direitos trabalhistas e a fome.

Só que parte dos evangélicos privilegia questões concretas da vida cotidiana, como emprego, renda, estabilidade e proteção social. Nas periferias urbanas, onde o evangelicalismo cresceu entre trabalhadores precarizados, autônomos e famílias endividadas, medidas de alívio de renda possuem efeito político direto. Nesse terreno, o governo Lula possui ativos importantes, como a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda, o Desenrola 2.0, a melhora gradual do emprego e os programas sociais.

Não é exagero dizer que essa disputa pode definir o futuro político do país. A muralha evangélica do bolsonarismo mostra sinais de rachadura. Cabe à campanha de Lula reduzir a diferença para Flávio entre os evangélicos a um patamar administrável e impedir que os indecisos – hoje em 11% nesse segmento – migrem para o campo adversário.

Caso a extrema direita perca parte relevante do eleitorado evangélico – ou mesmo se deixar de vencer nesse segmento por margens esmagadoras –, as consequências podem ser profundas. Se a muralha continuar rachando, o bolsonarismo se distanciará da base social que o transformou em fenômeno nacional.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos em X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Flavio Bolsonaro despenca entre os evangélicos e soma mais um pesadelo

Números da última Quaest no segmento são assustadores para o candidato de extrema direita, que passou a semana participando de cultos e “orando” emocionado. Veja os dados e por que a preocupação aumenta no PL

clima nos bastidores do Partido Liberal (PL) azedou de forma definitiva. A pré-candidatura à Presidência da República do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que surfava em uma trajetória de forte crescimento no início do ano, vive agora um processo acelerado de derretimento nas pesquisas de intenção de voto. Diante do que interlocutores já chamam reservadamente de “naufrágio” do filho 01 do ex-presidente, o principal motor do pânico instalado no comitê bolsonarista tem endereço certo e contornos dramáticos: a debandada em massa do eleitorado evangélico, um movimento que destrói a principal fortaleza eleitoral da extrema direita.

Os dados da última pesquisa Genial/Quaest acenderam o sinal vermelho na campanha da oposição e lançaram os estrategistas em um verdadeiro estado de desespero. No cenário geral de segundo turno, Flávio aparece com apenas 38% das intenções de voto, ficando seis pontos atrás do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que lidera de forma consolidada com 44%. O que realmente tira o sono dos caciques do PL e tira o sossego da família Bolsonaro, no entanto, é o recorte religioso exclusivo e detalhado dessa sondagem, que revela um colapso em um segmento que até então parecia inabalável.

Enquanto Flávio Bolsonaro conseguiu estancar as perdas entre os eleitores católicos, mantendo em junho o exato mesmo percentual de 34% obtido na pesquisa de maio, o chão desabou completamente sob seus pés quando o assunto é o segmento evangélico. Considerado historicamente o porto seguro do bolsonarismo e a base de sustentação do discurso moral da extrema direita, esse eleitorado promoveu uma queda vertiginosa nas intenções de voto do senador. Flávio despencou impressionantes nove pontos percentuais em apenas um mês, caindo de 61% das intenções de voto no levantamento anterior para 52% no atual cenário.

Na contramão desse declínio acentuado, o presidente Lula, embora ainda apareça numericamente distante do candidato do PL, avançou de forma consistente e “perigosa” dentro do grupo, subindo de 24% para 31% das intenções de voto no mesmo período. Esse avanço petista e o consequente tombo do 01 são alimentados diretamente por uma melhora contínua e gradual na percepção que os evangélicos têm da atual administração federal.

A aprovação ao governo Lula nesse nicho religioso específico deu um salto significativo, subindo de 28% em abril para 30% em maio, e atingindo a marca de 35% em junho. Paralelamente, no mesmo período, a desaprovação ao atual mandatário recuou de forma notável, caindo de 68% para 60%.

Líderes evangélicos dizem reservadamente que a forte rejeição a Flávio Bolsonaro se consolidou de forma irreversível após o candidato ter sido pego na mentira no escândalo envolvendo o Banco Master. Em março, quando veio a público a informação de que a CPI do INSS havia localizado o número de celular do senador na agenda de contatos do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, o parlamentar tentou se esquivar dizendo que os dois nunca haviam tido qualquer tipo de contato e que seu número telefônico não era propriamente um segredo guardado a sete chaves.

Essa versão defensiva, contudo, ruiu por completo após o portal The Intercept Brasil vazar áudios devastadores que comprovam que Flávio atuou de forma direta para pressionar e cobrar repasses financeiros milionários de Vorcaro, que foi preso pela Polícia Federal na Operação Compliance Zero por suspeitas de fraudes bilionárias contra o sistema financeiro nacional.

Os áudios vazados expuseram as entranhas de uma negociação espantosa, na qual o banqueiro investigado se comprometia a injetar R$ 134 milhões na produção do filme Dark Horse, uma cinebiografia laudatória destinada a exaltar a figura de Jair Bolsonaro, sendo que desse montante pelo menos R$ 61 milhões foram efetivamente liberados.

A reação do público evangélico e da sociedade foi imediata e severa, conforme mensurado pela pesquisa Quaest, na qual 60% dos eleitores afirmaram convictamente que os diálogos vazados levantam fortes suspeitas de corrupção, enquanto 65% avaliaram que o senador errou gravemente ao se aliar e receber recursos financeiros de um magnata envolvido com práticas criminosas.

A temperatura das redes sociais confirmou o tamanho do estrago na imagem do senador. Um levantamento minucioso realizado pela consultoria Ativaweb DataLab, que analisou mais de 17 milhões de menções públicas nas primeiras 20 horas após a realização da Marcha para Jesus, revelou que 51,9% de todas as interações direcionadas a Flávio Bolsonaro tiveram um tom marcadamente negativo.

Os pesquisadores e analistas de dados identificaram um volume expressivo e inédito de manifestações de cristãos criticando abertamente a transformação de um evento estritamente sagrado em um palanque de disputa eleitoral rasteira. Parte considerável do público rejeitou de forma veemente o discurso do senador, que afirmou na ocasião que o Brasil vive uma suposta “guerra espiritual” e que “o mal vai ser expulso do governo”, uma retórica agressiva que acabou gerando um profundo cansaço e efeito reverso entre os fiéis.

Se a perda da hegemonia evangélica já configura uma crise sem precedentes para os planos do PL, o desempenho de Flávio Bolsonaro entre os eleitores independentes aprofunda o isolamento da extrema direita e desenha o que muitos já consideram um beco sem saída eleitoral. Esse grupo decisivo, formado por cidadãos que não se declaram nem lulistas nem bolsonaristas e que costuma definir os pleitos majoritários no país, promoveu mais um forte recuo nas aspirações do senador, cujas intenções de voto despencaram de 31% para 24% no segmento. O presidente Lula soube capitalizar com maestria o desgaste moral do adversário e abriu uma distância que agora se configura como um verdadeiro abismo eleitoral, alcançando uma gritante vantagem de 13 pontos percentuais sobre Flávio Bolsonaro entre os eleitores independentes.

Estrategistas políticos e eleitorais apontam de forma unânime que essa sequência ininterrupta de escândalos colou de forma indelével no primogênito do ex-presidente as pechas de corrupto, traidor da pátria e trapaceiro eleitoral. Além do caso envolvendo o Banco Master e Daniel Vorcaro, a imagem pública do candidato sofreu um golpe quase fatal com a repercussão extremamente negativa de sua recente viagem oficial aos EUA. Flávio foi a Washington com o objetivo confesso de articular com parlamentares norte-americanos alinhados a Donald Trump e com organismos internacionais a aplicação de sanções econômicas e políticas severas contra o próprio Brasil, sob a alegação de que estaria sofrendo perseguição política interna.

O episódio foi amplamente explorado por seus adversários políticos como um ato inequívoco de traição à pátria, consolidando o argumento de que o candidato preferiu sabotar a economia do seu próprio país e prejudicar a população a responder de forma limpa pelos próprios atos perante a Justiça brasileira.

No auge do pânico, o comitê de campanha tentou uma manobra jurídica desesperada que acabou por selar a pecha de autoritarismo e mordaça que a oposição tanto buscava explorar. Ao ter acesso aos dados internos que já apontavam para o derretimento acelerado de suas intenções de voto, Flávio acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para pedir a censura imediata e a suspensão da divulgação da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, sob o argumento frágil de que as perguntas induziriam os entrevistados a darem respostas negativas. Embora o presidente da corte, ministro Kassio Nunes Marques, tenha concedido uma decisão liminar favorável ao senador, o tiro saiu espetacularmente pela culatra.

A reação política da oposição e de amplos setores da sociedade civil foi devastadora, classificando a medida como um flagrante ato de censura eleitoral e um atestado de desespero do clã, o que acabou por atrair ainda mais holofotes e curiosidade pública para o escândalo dos áudios do Banco Master, intensificando a queda de Flávio nas sondagens da própria AtlasIntel, onde ele já havia despencado seis pontos no segundo turno, fixando-se em 41,8% contra 48,9% de Lula.

Diante do colapso iminente da candidatura e da paralisia do comitê político, a ordem para uma intervenção de emergência partiu diretamente de Jair Bolsonaro. Mesmo cumprindo rigorosa prisão domiciliar após sua condenação histórica por tentativa de golpe de Estado, o ex-presidente determinou de forma categórica que sua esposa, Michelle Bolsonaro, assuma o protagonismo e entre de cabeça na campanha do enteado para tentar estancar a sangria de votos e resgatar o eleitorado perdido.

Essa decisão funciona como uma operação de salvamento político de alto risco, mas esbarra imediatamente em um histórico crônico e amplamente conhecido de severas tensões familiares. A relação pessoal entre Flávio Bolsonaro e sua madrasta sempre foi descrita por aliados mais próximos como péssima, sendo marcada ao longo dos anos por episódios humilhantes, desconfianças mútuas e ofensas proferidas de lado a lado nos bastidores do poder.

Na intimidade do clã, o senador frequentemente tentava diminuir a relevância e o peso político de Michelle Bolsonaro, referindo-se a ela de forma pejorativa e arrogante como uma mera “agregada” da família que tentava pegar carona no sobrenome do marido. Por sua vez, a ex-primeira-dama nunca fez questão de esconder seu profundo descontentamento com o comportamento e as trapalhadas do enteado e, em conversas reservadas com interlocutores da extrema direita, chegou a debochar abertamente dos seguidos desastres políticos e judiciais que pavimentaram a derrocada e o isolamento atual do parlamentar.

Apesar dessas fraturas expostas na dinâmica familiar, o PL deposita agora todas as suas fichas e recursos remanescentes no capital político de Michelle Bolsonaro, enxergando-a como a única figura do ecossistema direitista capaz de promover uma reconciliação e reconectar o partido com fatias cruciais do eleitorado que abandonaram Flávio após a enxurrada de denúncias de corrupção. A estratégia traçada pela legenda mira de forma cirúrgica e obsessiva em três frentes específicas onde a rejeição ao senador disparou de forma alarmante nas últimas semanas.

A primeira e mais urgente linha de ação foca justamente no eleitorado evangélico, nicho em que Michelle mantém uma liderança sólida e forte trânsito emocional por meio de discursos inflamados, testemunhos de fé e um poderoso apelo religioso que Flávio simplesmente perdeu a capacidade de emular. O segundo alvo prioritário da ex-primeira-dama será o eleitorado feminino, um público que historicamente demonstra forte rejeição ao tom belicoso e agressivo adotado pela ala masculina do clã Bolsonaro e que enxerga com profunda desconfiança os problemas criminais e os escândalos financeiros que cercam o parlamentar fluminense. Por fim, o partido planeja explorar exaustivamente a imagem de Michelle para recuperar o terreno perdido nas classes sociais mais baixas e entre os brasileiros de menor poder aquisitivo, setores vulneráveis onde a imagem assistencialista e de caridade que ela cultivou no passado recente ainda guarda um recall eleitoral bastante significativo e afetivo.

Contudo, apesar da urgência máxima e da ordem expressa vinda de cima para que o socorro político seja executado imediatamente, o plano de resgate ainda carece de um cronograma definitivo e esbarra no calendário do país. Informações de bastidores colhidas junto à cúpula do partido indicam que, embora o pânico seja generalizado, as agendas públicas conjuntas e os grandes comícios com a presença de madrasta e enteado não devem ocorrer durante o período de realização da Copa do Mundo, momento em que a atenção e o interesse da população brasileira estão amplamente dispersos e voltados para o evento esportivo global. Essa trégua forçada pelo futebol dará ao comitê de campanha do PL o tempo necessário para tentar costurar, longe dos olhos do público, um armistício político e familiar, na tentativa desesperada de vender aos eleitores uma imagem de unidade e harmonia que, na dura realidade dos bastidores, está completamente esfacelada e em ruínas.

*Forum


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos em X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Bolsonaristas, evangélicos, traficantes, estupradores: Uni-vos!

É isso que o bolsonarismo se transformou: um grande clube de proteção mútua para criminosos.

Enquanto o Brasil inteiro sofre com a violência, Jair Bolsonaro e seus aliados no Congresso trabalham descaradamente para afrouxar as leis e abrir as portas da cadeia mais cedo. Prova concreta é o PL da Dosimetria, lei que o próprio Bolsonaro apoiou e cuja derrubada do veto foi comemorada pela sua base. O resultado? Redução de pena e progressão de regime mais rápida para condenados por tráfico pesado, estupro e feminicídio.

Bolsonaro, que sempre se vendeu como o “homem da lei e da ordem”, agora ajuda a dar atalho para estupradores e feminicidas saírem mais cedo da prisão. O que começou como uma manobra para proteger os envolvidos no 8 de janeiro virou uma farra geral para beneficiar bandidos violentos.

A bancada evangélica, fiel de carteirinha de Bolsonaro, entra de cabeça nessa vergonha. Em vez de pregar a Bíblia, muitos pastores e deputados transformaram igreja em quartel-general político. Tentam criminalizar até mulher vítima de estupro que precisa abortar, enquanto defendem leis que aliviam a pena de estupradores e feminicidas. Para eles, o que vale não é a fé, é a lealdade cega: “nós, evangélicos” contra “eles”. Crime de aliado? Vira detalhe que se resolve.

E o cinismo não para. No Senado, bolsonaristas deram o recado direto durante a sabatina de Jorge Messias: “Nós aprovamos os ministros do STF, mas também podemos tirar”. Ameaça aberta, autoritária e cara de pau.

É o pacote podre completo:
• Bolsonaro apoiando lei que beneficia estuprador e feminicida;
• Igreja usada como escudo de impunidade e rede de proteção, e
• Ameaça explícita ao Supremo para mostrar quem manda de verdade.

Enquanto mães choram filhas assassinadas, famílias enterram filhos vítimas do tráfico e o povo vive apavorado nas ruas, Bolsonaro e sua tropa priorizam proteger “os seus” em vez de proteger o Brasil. Isso não é conservadorismo. Isso é uma aliança nojenta entre política, religião e impunidade.

Chega de hipocrisia! Chega de usar a Bíblia como salvo-conduto para bandido! Chega de Bolsonaro e seus aliados afrouxando a lei para proteger estuprador, feminicida e traficante enquanto posam de salvadores da pátria.

O Brasil não suporta mais essa palhaçada. Ou não devia mais suportar!!!

Lei tem que ser dura, igual para todos. Sem “nós” e “eles”. Sem proteção especial para aliado. Sem atalho para quem comete crime grave.

Quem atentou contra a democracia, quem estuprou, matou ou traficou tem que apodrecer na cadeia. Ponto final.

*Formado em Ciências Contábeis pela UFRJ, Aposentado pelo INSS, tendo trabalhado como Supervisor no Banco da Amazônia e também como Diretor Regional do SESC e do SENAC nos Estados do Acre e de Rondônia.

Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio

Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://cat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Política

Pré-candidatura de Flávio Bolsonaro desagrega direita, mercado e evangélicos

Líderes da direita no Congresso já tratam como provável a pulverização de candidatos do campo na disputa eleitoral contra Lula

A pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à presidência da República desagrega a direita que apostava no governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), como o único adversário do campo para enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na disputa eleitoral deste ano.

Sem o governador no páreo, líderes da direita no Congresso já tratam como provável a pulverização de candidatos do campo na disputa eleitoral contra Lula, ou seja, uma clara resistência ao projeto do ex-presidente Jair Bolsonaro em lançar o filho 01 para manter o espólio eleitoral na família.

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, disse nesta terça-feira (17) que se encontra de saída do União Brasil para disputar a sucessão de Lula: “Eu já informei o presidente do partido, o [Antônio] Rueda, o ACM Neto, que é meu amigo-irmão, e já disse que entendo a dificuldade do partido. Só que, nessa situação, eu já estou buscando também uma alternativa para ter outro partido pelo qual me candidatar”.

Depois de lançada a pré-candidatura de Flávio, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), disse que irá manter a sua candidatura “até o final”. “O que eu posso dizer é que eu levarei a minha pré-candidatura até o final, isso vai contribuir e muito para nós elevarmos o debate”, disse.

O presidente do PSD, Gilberto Kassab, foi outro a jogar um balde de água fria no projeto do ex-presidente, segundo o Vermelho.

“O PSD tem uma posição muito clara. Todos sabem que se o governador Tarcísio for candidato, o PSD irá apoiar. Caso o governador não seja candidato, nós temos dois pré-candidatos no partido, dois excelentes governadores, o governador do Paraná, que é o Ratinho, e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite”, disse Kassab à CNN.

O pré-candidato do PL ainda enfrenta dificuldade em viabilizar palanques eleitorais no Nordeste.

Faria Lima

No mercado financeiro o projeto do filho 01 de Bolsonaro também enfrenta resistência. Economistas da Faria Lima disseram ao site Metrópoles que nem “mesmo a indicação de Paulo Guedes para liderar o plano econômico da pré-campanha presidencial de Flávio daria viabilidade política à intenção do senador em concorrer à Presidência da República em 2026”.

“Ele pode ter melhores intenções, mas se ele não ganhar, não adianta nada. Então, o mercado vai observar a viabilidade da candidatura. O que está em jogo agora não é essa questão do programa dele, quem é que vai estar junto dele. Isso é o segundo problema”, afirma o economista-chefe de uma gestora de investimentos, em conversa reservada com o site.

Evangélicos

O pastor evangélico Silas Malafaia, fiel aliado de Bolsonaro, também manifestou desacordo com a candidatura do filho do ex-presidente. Para ele, o senador não possui “musculatura” para enfrentar Lula.

“A questão não é ter a competência para ser presidente da república, a questão é quem pode vencer essa corja que está destruindo o país. (…) Eu não tenho nada pessoal contra o Flávio, eu sou amigo deles, mas eu aprendi que a verdade tem que ser absoluta. Eu não vejo o Flávio com musculatura para derrotar Lula”, disse em entrevista ao SBT.


Queridos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://chat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-os no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk10

Categorias
Política

Malafaia se desespera após encontro de Lula com evangélicos

O pastor bolsonarista Silas Malafaia se desesperou com a aproximação do presidente Lula com a comunidade evangélica. Em vídeo publicado nesta sexta (17), o líder religioso atacou o petista e afirmou que “um verdadeiro cristão não o apoia”.

O pronunciamento ocorre um dia depois de o presidente participar de encontros com bispos e pastores ligados à Assembleia de Deus, em busca de diálogo com o eleitorado religioso antes das eleições de 2026. Logo no início do vídeo, Malafaia afirmou que “a igreja de Cristo não apoia ninguém, seja prefeito, governador ou presidente”.

Segundo ele, os cristãos devem pautar suas escolhas políticas com base na fé e nos valores bíblicos. “A igreja não precisa disso. A igreja precisa do Espírito Santo. Nós, que somos seres inseridos na sociedade, é que apoiamos”, declarou.

O pastor disse ainda que sua rejeição a Lula é baseada em princípios religiosos e morais. “Crenças, valores e caráter. É isso aqui que norteia quem eu apoio ou não na política. Há 23 anos atrás, em 2002, eu apoiei o Lula. Mas quando ele começou a mostrar a ideologia dele, eu caí fora”, afirmou.

Em seguida, Malafaia exibiu um vídeo em que Lula dizia ter “orgulho de ser chamado de comunista” e questionou: “Como um cristão pode apoiar um cara desse?”

*DCM


Queridos leitores,
Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3Z

Categorias
Pesquisa

Genial/Quaest: Lula cresce entre evangélicos e vence guerra narrativa sobre tarifaço e golpe

A nova pesquisa Genial / Quaest, divulgada nesta semana, mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva consolidou vitórias simbólicas em nos principais embates políticos recentes: a polêmica do tarifaço de Donald Trump e a narrativa sobre a tentativa de golpe de Estado. Com aprovação estável em 46%, Lula não apenas manteve sua base social mobilizada, mas também avançou em segmentos estratégicos, como o eleitorado evangélico e, sobretudo, o centro político, que passou a rejeitar fortemente majoritariamente as teses bolsonaristas sobre o STF e as tarifas.

Depois de ter caído a 40% em maio, a aprovação de Lula voltou a 46% e manteve esse patamar. Entre os eleitores com renda de até dois salários mínimos, sua aprovação permanece firme em 54%. A novidade é o crescimento entre evangélicos: a aprovação subiu para 35% e a desaprovação recuou para 61%, um movimento relevante em um segmento historicamente difícil para a esquerda.

O dado mais impactante, contudo, é a percepção sobre o tarifaço.

Uma esmagadora maioria de 73% dos brasileiros considera que Donald Trump está errado ao cogitar sanções contra o Brasil sob o argumento de perseguição a Jair Bolsonaro.

Apenas 20% concordam com essa tese, núcleo que corresponde ao bolsonarismo mais duro.

Entre lulistas e a esquerda não-lulista, 91% discordam de Trump. No centro, 85% também rejeitam essa narrativa. Mesmo na direita não-bolsonarista, 53% se posicionam contra o tarifaço, e até entre bolsonaristas, 41% admitem que Trump está errado.

O movimento liderado por Eduardo Bolsonaro, ao articular sanções nos EUA, acabou associando seu grupo ao tarifaço. Essa é uma marca negativa que produziu desgaste até em sua própria base, visto que entre a direita não-bolsonarista, uma maioria de 53% rejeita a iniciativa de Trump. Mesmo entre bolsonaristas, um grupo grande de 41% acha que Trump está errado.

*O Cafezinho


Apoie com qualquer valor
PIX: 45013993768
Agradecemos aos nossos leitores

Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/K8Zc6XOHkN258pOahSE1L1?mode=ems_copy_c

Siga-no no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3Z

Categorias
Uncategorized

Vídeo de Bolsonaro na maçonaria com imagens que lembram demônios assustam evangélicos e católicos

Vídeos e imagens que circulam nas redes sociais e grupos de aplicativos que mostram Jair Bolsonaro (PL) em sessão da maçonaria, com imagens que lembram demônios no cristianismo, tem assustado e provocado uma debandada de eleitores evangélicos da tentativa de reeleição do presidente.

“Estou me sentindo traída. Defendi BOLSONARO do indefensável. Estive sempre ao lado do PRESIDENTE. E agora descubro laços dele com a maçonaria. Lamentável. Infelizmente, votarei no nove dedos neste segundo turno”, afirma.

“Estou me sentindo traída. Estive sempre ao lado de Bolsonaro. E agora descubro laços dele com a maçonaria. Lamentável”, diz perfil Viviane Loiseau, que se classifica no Twitter como “mãe, cristã, bolsonarista arrependida”.

Vídeos e imagens que circulam nas redes sociais e grupos de aplicativos que mostram Jair Bolsonaro (PL) em sessão da maçonaria, com imagens que lembram demônios no cristianismo, tem assustado e provocado uma debandada de eleitores evangélicos da tentativa de reeleição do presidente.

Em vídeo na maçonaria antes de ser eleito em 2018, Bolsonaro discursa dizendo que “não é candidato a nada”, mas lista uma série de propostas, entre elas “que nós precisamos de um presidente que não nos atrapalhe”. “Este é o grande problema da nação”, afirma.

O vídeo foi divulgado nas redes sociais

https://twitter.com/VivianeLoiseau/status/1577155412695973889?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1577155412695973889%7Ctwgr%5E79031610e1b08d571634fae1692c39b52381de97%7Ctwcon%5Es1_c10&ref_url=https%3A%2F%2Fd-35184713813762192478.ampproject.net%2F2209142312000%2Fframe.html

*Com Forum

Categorias
Uncategorized

Alto escalão do exército e aeronáutica afirmam a petistas que tentativa de golpe por Bolsonaro não se sustentaria

Alto escalão do exército e aeronáutica afirmam a petistas que tentativa de golpe por Jair Bolsonaro não se sustentaria. Evangélicos sondam Lula e ensaiam conversas por meio de Geraldo Alckmin.

A campanha do ex-presidente Lula (PT) abriu diálogo com duas categorias da base bolsonarista no último mês: militares e evangélicos. De acordo com petistas, eles têm procurado pelo candidato à presidência para demonstrar neutralidade.

Militares do alto escalão do Exército e da Aeronáutica entraram em contato com a campanha para sinalizar que, mesmo votando e defendendo Jair Bolsonaro (PL), não aceitariam uma aventura golpista sob o comando do presidente da República.

Os generais e brigadeiros que procuraram por Lula ou aliados são, na maioria, antigos coronéis que conheceram o ex-presidente enquanto ele esteve no Palácio do Planalto e hoje ocupam cargos de comando militar.

Aliados do candidato afirmam que eles reconheceram que tiveram benefícios salariais com Bolsonaro e mais espaço no governo, mas negam que as vantagens paguem o preço do desgaste que geraria um eventual golpe de Estado.

Em contrapartida, aliados de Lula deixaram claro aos comandantes que não vai haver perseguição à categoria e nem “limpeza geral” dos militares dos cargos. Os oficiais receberão o mesmo tratamento dos civis, com critérios para troca dos cargos de confiança.

A campanha do PT também garantiu que a escolha de comandantes, em um eventual governo, vai ocorrer dentro das opções de oficiais disponibilizados pelas próprias Forças Armadas e preparados para o cargo.

Na última segunda-feira, o ex-presidente declarou durante um evento que “o Itamaraty será aquilo que o governo decidir que ele seja, assim como as Forças Armadas serão, como todas as instituições do Estado, aquilo que o governo quiser que seja”. Aliados de Lula admitiram que a fala foi desnecessária e um “escorregão”.

Os petistas se comprometeram a evitar ataques às instituições do Exército, Aeronáutica ou Marinha. Os militares pediram que eventuais críticas do PT sejam direcionadas a pessoas, como os ministros bolsonaristas, e não aos militares como um todo.

A cúpula do PT reconhece que, apesar do diálogo aberto, o ambiente segue tensionado. Mas a sinalização gera um respiro para a campanha petista.

Lideranças evangélicas

O ex-presidente Lula ainda foi sondado por lideranças da Assembleia de Deus Ministério Madureira, comandada pelo pastor Samuel Ferreira. A denominação evangélica é uma das maiores do país.

O deputado federal Cezinha de Madureira (PSD-SP), que integra a igreja, nega que a denominação tenha feito qualquer aceno à campanha de Lula. Ele afirma que a Assembleia de Deus Ministério Madureira está empenhada na campanha de reeleição de Bolsonaro.

O encontro entre os líderes e o candidato do PT não ocorreu, nem tem previsão de acontecer. Mas a procura pelo ex-presidente é uma sinalização de abertura para o diálogo e tentativa de apaziguar os ânimos.

O principal interlocutor de Lula com os evangélicos tem sido o ex-governador e candidato à vice na chapa presidencial, Geraldo Alckmin (PSB). O ex-tucano já realizou encontros com pastores ligados à esquerda, organizados pelo pastor Paulo Marcelo (Solidariedade), da Assembleia de Deus e antigo aliado do deputado federal Marco Feliciano (PL).

Paulo Marcelo tenta desde o início do ano aproximar lideranças evangélicas de Lula. Mas o desafio é ampliar os horizontes e captar ao menos a neutralidade de pastores de centro e centro-direita.

*Victória Abel/CBN

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Agradecemos aos que formam essa comunidade e convidamos todos que possam a fortalecer essa corrente progressista. Seu apoio é fundamental nesse momento crítico que o país atravessa para continuarmos nossa labuta diária para trazer informação e reflexão de qualidade e independência.

Caixa Econômica Agência: 0197

Operação: 1288

Poupança: 772850953-6

PIX: 45013993768 – CPF

Agradecemos imensamente a sua contribuição

Categorias
Uncategorized

Lula diz que Bolsonaro é ‘possuído pelo demônio’ e tenta manipular evangélicos

Petista também chamou o adversário de ‘negacionista’ durante o seu primeiro ato oficial de campanha, em São Bernardo do Campo.

Ao lançar oficialmente nesta terça-feira, 16, sua candidatura ao Planalto, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acusou o presidente Jair Bolsonaro (PL) de tentar manipular a boa-fé de evangélicos e disse que Bolsonaro é “possuído pelo demônio”. A campanha de Bolsonaro tem abordado a religião em apelo aos eleitores e tentado vincular de modo pejorativo o petista e sua esposa, Janja da Silva, a religiões de matriz africana.

“Você (Bolsonaro) foi negacionista, você não acreditou na ciência, não acreditou na medicina, você acreditou na sua mentira. Se tem alguém que é possuído pelo demônio é esse Bolsonaro”, afirmou o petista. “Ele é um fariseu, está tentando manipular a boa fé de homens e mulheres evangélicos. Eles ficam contando mentira o tempo inteiro, sobre o Lula, sobre a mulher do Lula, sobre vocês, sobre índio, sobre quilombola. Não haverá mentira nem fake news que mantenha você governando esse país, Bolsonaro”, disse o petista.

O ex-presidente escolheu seu berço político para iniciar oficialmente a campanha à presidência. O petista deu o pontapé na campanha eleitoral na porta de uma fábrica da Volkswagen na cidade de São Bernardo do Campo (SP), onde viveu por quatro décadas e construiu sua trajetória política como sindicalista.

*Com Terra

Agradecemos aos que formam essa comunidade e convidamos todos que possam a fortalecer essa corrente progressista. Seu apoio é fundamental nesse momento crítico que o país atravessa para continuarmos nossa labuta diária para trazer informação de qualidade e independência.

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Caixa Econômica Agência: 0197

Operação: 1288

Poupança: 772850953-6

PIX: 45013993768 – CPF

Agradecemos imensamente a sua contribuição

Categorias
Pesquisa

Em quatro anos, Lula ganha terreno entre eleitores que cursaram ensino superior, aponta Datafolha

No cenário de primeiro turno, Lula passou de 25% há quatro anos para 40% no eleitorado com ensino superior.

A preferência pelo ex-presidente Lula em eleições tem registrado crescimento em um setor em que o petista geralmente teve dificuldade de conquistar votos: os brasileiros com ensino superior completo e incompleto. Hoje, segundo o Datafolha, Lula tem 53% dos votos desse segmento, bem acima dos 37% registrados em 2018. Os números levam em consideração um eventual segundo turno entre Lula e Jair Bolsonaro, que marca 36% no segmento, ante 42% na última campanha.

No cenário de primeiro turno, Lula passou de 25% há quatro anos para 40% no eleitorado com ensino superior. O ex-presidente também registrou 18 pontos a mais entre eleitores da região Sul do País.

Os eleitores que chegaram à universidade representam 22% dos entrevistados pelo Datafolha. Em comparação, evangélicos representam 27% do eleitorado pesquisado.

*Com informações de O Globo/247

Agradecemos aos que formam essa comunidade e convidamos todos que possam a fortalecer essa corrente progressista. Seu apoio é fundamental nesse momento crítico que o país atravessa para continuarmos nossa labuta diária para trazer informação de qualidade e independência.

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Caixa Econômica Agência: 0197

Operação: 1288

Poupança: 772850953-6

PIX: 45013993768 – CPF

Agradecemos imensamente a sua contribuição