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Política

Lacombe, bolsonarista, dos áureos tempos da Secom, agora diz que Bolsonaro e trupe é um bando de vigaristas

Os arroubos sentimentais daquela gleba bolsonarista está tentando criar uma espécie de memória própria do que viveram nos anos dourados do bolsonarismo de coleira. É o espírito do tempo.

Agora, através de Lacombe, damos de cara com as memórias guardadas em segredo para revelar que ele sempre achou que a direita brasileira não existe e que não passa de um bando de oportunistas.

Lacombe é somente mais uma das almas contadas que vagam depois que acabou aquela moleza dos lambe-botas do mito, via Secretaria de Comunicação do Governo Federal.

O fato é que a família Bolsonaro, que é maior que o clã, digo família política, está vivendo de OLX, pois acabou a pensão. Então, a solução é correr para a ecnomia popular e vender o que lhe resta em casa para conseguir algum.

Tão logo explodiu a primeira mina, aquela corja que cercava Bolsonaro, assim como o bando da Jovem Pan, Lacombe, com aquela sua “inteligência” que Deus lhe deu, está inventando qualquer reflexão “profunda” e vaidosa para cuspir no prato em que se fartou.

Seu vídeo, cheio de “firmezas conservadoras”, omite, lógico, sua participação na zorra, numa fala rocambolesca, que vai muito além do desonesto, mas da vagabundagem em estado puro.

Quem vê e revê o que esse vigarista, oportunista, diz no Tik Tok que Bolsonaro e seus filhos não passam de oportunistas, com um tom acidamente crítico, acha que o sujeito vale alguma coisa, tal a gratuidade moral que vomita.

Na verdade, Lacombe, que tem um caráter do tamanho do de Bolsonaro e do clã, está na mesma que muitos ex-bolsonaristas, dando qualquer opinião para se separar completamente do melado do qual se lambuzou.


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Política

Viraliza vídeo do governo com capivaras pelo fim da escala 6×1

Imagem que mostra uma família de capivaras cantando por mais tempo com a família ultrapassa um milhão de visualizações; veja a tramitação do projeto aqui

Um vídeo pra lá de bem-humorado produzido pela secretaria de Comunicação do Governo Federal (Secom) com uma família de capivaras já ultrapassou um milhão de visualizações.

No vídeo, o grupo de animais aparece caminhando calmamente pelas ruas e cantando uma canção pelo fim da escala 6×1.

“A voz da capivara sussurrou no meu ouvido. Eu não duvido, só quero o fim da 6×1. Bora, gente! Por mais tempo com a família, pra viver, para se cuidar! Tem que acabar SIM”

No final, uma das capivaras ainda fala: “manda esse vídeo pro governo?”

Veja abaixo:

https://twitter.com/i/status/2024592861891620946

*Forum

O fim da escala 6×1
A proposta que prevê o fim da escala 6×1 ainda não foi votada de forma definitiva no Congresso Nacional, mas já é tratada como prioridade máxima para o primeiro semestre de 2026 pelo Governo Federal e pelas presidências da Câmara e do Senado.

Em fevereiro de 2026, o tema avança simultaneamente nas duas Casas Legislativas e deve ganhar força nos próximos meses, em meio a negociações intensas entre parlamentares, governo e representantes do setor produtivo.

Tramitação na Câmara
Na Câmara dos Deputados, o presidente Hugo Motta encaminhou, em 19 de fevereiro de 2026, a PEC 8/2025 para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A proposta trata da reorganização da jornada de trabalho e foi apensada à PEC 221/2019, que já previa a redução gradual da carga horária semanal para 36 horas.

A estratégia de unificar os textos busca acelerar a tramitação e consolidar um modelo único a ser apreciado em plenário. Segundo Hugo Motta, a expectativa é que a matéria esteja pronta para votação no plenário da Câmara até maio de 2026.

Avanço no Senado
No Senado Federal, uma proposta semelhante — a PEC 148/2015 — já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça da Casa e aguarda inclusão na pauta do plenário.

O líder do governo no Senado tem defendido que a votação ocorra logo após o Carnaval, reforçando o esforço do Executivo para dar celeridade ao tema ainda no primeiro semestre.

Pontos centrais da proposta
O principal objetivo das propostas em discussão é substituir a escala 6×1 por modelos como:

Jornada de 40 horas semanais, no formato 5×2;
Jornada de até 36 horas semanais, com possibilidade de escala 4×3 em determinados setores.
Um dos pilares defendidos pelos parlamentares favoráveis é a manutenção dos salários, mesmo com a redução da carga horária.

Pesquisas de opinião indicam que cerca de 73% dos brasileiros apoiam a mudança. Por outro lado, representantes dos setores de comércio e serviços manifestam preocupação com o impacto financeiro da medida. Empresários alertam para o risco de aumento de custos operacionais e possíveis demissões, argumento que tem intensificado as negociações no Congresso.


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Política

Lula demite Paulo Pimenta da Secom, que será comandada por Sidônio Palmeira

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva bateu o martelo pela demissão de Paulo Pimentam(foto) do cargo de secretário de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República. O último dia de Pimenta no cargo será na quarta-feira, quando o governo realizará um ato em memória dos ataques golpistas de 8 de janeiro. A transição foi confirmada em uma reunião no Palácio do Planalto na manhã desta terça-feira (7).

A partir de quinta-feira, dia 9, Pimenta entrará de férias e, após o retorno, discutirá com Lula seu futuro na administração. Sidônio Palmeira, publicitário e marqueteiro com experiência em campanhas vitoriosas, assumirá a Secom na próxima semana, com posse prevista para terça-feira (14). Durante a transição, Pimenta tem se reunido diariamente com Palmeira para discutir as responsabilidades da pasta.

“Estamos fazendo uma transição com Sidônio, para que a partir da semana que vem ele possa assumir a tarefa de ser novo ministro da Secom. Estamos conversando entre equipes no sentido de que possa fazer da melhor maneira possível. Nosso compromisso maior é com o projeto do presidente Lula, e ninguém mais do que eu quer que ele tenha êxito e sucesso no trabalho que ele vai desenvolver aqui”, afirmou Pimenta em entrevista ao Globo.

Pimenta pode assumir a liderança do governo na Câmara

O futuro de Pimenta no governo ainda não foi definido, mas existem possibilidades de que ele assuma a liderança do governo na Câmara, cargo atualmente ocupado por José Guimarães (PT-CE), ou a Secretaria-Geral da Presidência, que é comandada por Márcio Macêdo. Questionado sobre sua nova função, Pimenta declarou: “Minha relação com o presidente é de lealdade, confiança e amizade, e eu solicitei ao presidente que pudesse manter uma programação que já tinha definido com minha família, de tirar alguns dias de férias e, só a partir do meu retorno, o presidente vai definir qual será minha nova tarefa.”

A troca na Secom reflete a estratégia de Lula de revitalizar a comunicação do governo na segunda metade de seu mandato. O presidente busca retomar um contato diário com o marqueteiro, semelhante ao que tinha com João Santana e Duda Mendonça em gestões anteriores. Sidônio Palmeira, que já trabalhou nas campanhas de Jaques Wagner e Rui Costa na Bahia, se destacou como um estrategista de marketing próximo a Lula durante a campanha de 2022.

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Política

Governo gastou mais de R$ 30 milhões em rádios e TVs de pastores que apoiam Bolsonaro

Agência Pública – Secom pagou R$ 28 milhões para agências veicularem campanhas na Record de Edir Macedo
Pastor dono de TV e rádio alegou prejuízo financeiro com pandemia
Igrejas e veículos de pastores que se reuniram com presidente devem mais de R$ 194 milhões ao governo.

Mais de R$ 30 milhões – esse é o valor que a Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom) gastou em campanhas veiculadas em rádios e TVs de líderes religiosos que apoiam Jair Bolsonaro. Segundo levantamento da Agência Pública, o governo pagou com verba pública ações publicitárias em cinco veículos ligados a pastores de igrejas evangélicas que se reuniram com o presidente no início de junho, em Brasília. Na ocasião, os líderes se encontraram com Bolsonaro para “interceder pela nação e levantar um clamor pelo Brasil”, como afirmou Silas Malafaia, um dos organizadores do encontro.

Segundo a reportagem apurou, o valor gasto pela Secom em campanhas nesses veículos equivale a quase 10% de tudo que a secretaria desembolsou desde o início do governo Bolsonaro. Na semana passada, ela foi incorporada ao Ministério das Comunicações, recriado pelo presidente.

Parte do valor gasto cobre os custos das agências de comunicação contratadas pelo governo para desenvolver as campanhas, mas a maioria vai para as próprias redes de TV e rádio, como anúncio publicitário. Segundo a apuração, dos mais de R$ 30 milhões contratados pela Secom, R$ 25,5 milhões foram pagos aos veículos. Os valores apurados se referem ao período de janeiro de 2019 a maio de 2020.

Gastos da Secom em emissoras de pastores da “Comitiva de Bolsonaro”

Universal do Reino de Deus 

TV Record – R$ 28,6 milhões

Record News – R$ 1 milhão

Rádio Guaíba – R$ 22 mil

Sara Nossa Terra

Fundação Sara Nossa Terra – R$ 741 mil

Assembleia de Deus

Rede Boas Novas – 472 mil

Renascer em Cristo

Fundação Evangélica Trindade R$ 402 mil

Igreja Internacional da Graça

Nossa TV – R$ 1,5 mil

A maior parte do valor pago pela Secom foi para campanhas na rádio e TV Record, controlada pelo bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus. A secretaria pagou mais de R$ 28 milhões para campanhas publicitárias veiculadas na rádio e TV da emissora e na Record News. Desse total, R$ 25,1 milhões foram pagos diretamente aos veículos para custear os anúncios publicitários. O bispo Eduardo Bravo representou Edir Macedo na comitiva que esteve com Bolsonaro no dia 5.

A Secom pagou também cerca de R$ 30 mil em campanhas em emissoras afiliadas à Record. A TV Pajuçara, afiliada em Alagoas, recebeu R$ 12 mil.

Segundo a reportagem apurou, a maioria da verba pública gasta na Record foi para promover a reforma da Previdência. O governo contratou cerca de R$ 11 milhões em ações apenas na emissora de Edir Macedo, cerca de 15% de tudo que a Secom gastou para promover a reforma. A campanha é a mais cara já realizada desde a posse de Bolsonaro, com mais de R$ 70 milhões contratados ao todo.

Além de promover as mudanças na aposentadoria dos brasileiros, a Secom usou verba pública na Record para veicular campanhas de prestação de contas do governo, sobre segurança pública, no combate à violência contra a mulher e ações para divulgar uma imagem favorável do governo federal, como a “Agenda Positiva”. A reportagem encontrou mais mais de R$ 700 mil gastos pela Secom para veicular a campanha na Record, cerca de 12% de tudo que a secretaria já contratou para a ação, feita para mostrar “como cada ato do governo beneficia diretamente o cidadão e faz mudar seu dia a dia para melhor”. A Pública havia revelado que o governo já gastou R$ 14,5 milhões com a Agenda Positiva e manteve gastos milionários mesmo durante a pandemia do novo coronavírus.

A reportagem encontrou R$ 510 mil gastos na campanha “Dia da Amazônia” apenas em veiculações na Record. A ação foi anunciada em setembro de 2019, após críticas internacionais sobre queimadas na floresta amazônica. Segundo o governo, a campanha, que já custa mais de R$ 3,1 milhões, serve para reafirmar “soberania do Brasil em relação ao território” e “mostrar como o Brasil defende e conserva o bioma”.

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Opinião

Sofrendo com abstinência de verba da Secom, escumalha da Oeste diz que golpe do 8 de janeiro é ficção

O golpe do dia 8 de janeiro de 2023, é ficção, assim definiu a revista Oeste, que tem como sócios os piores canalhas que, durante a estadia na Jovem Pan, mamaram gulosamente nas tetas da Secom, Secretaria de Comunicação de Bolsonaro, para sabotar a vacina e apoiar Bolsonaro no genocídio de 700 mil brasileiros, que tinha como mote, a contaminação estimulada da covid, para alcançar a tal imunidade de rebanho.

A estratégia dessa gente sempre foi a de ganhar dinheiro apoiando, juntos, o verme e o vírus. Por isso, em sua estratégia, montaram uma implacável e cerrada marcação contra tudo e todos que defendessem a vacinação em massa.

Não é de se espantar que, diante da larica de uma revista pífia e com arrecadação ridícula, os saudosos papa-tudo da Secom, garantem que é mentira que Bolsonaro quis dar golpe no dia 8 de janeiro, o que simplesmente mostra que, para essa gente, é tudo ou nada, melhor dizendo, é Bolsonaro ou nada, porque não tem capacidade de construir uma identidade que cative alguém que não seja idiota e que acredita em mentiras, porque acha que esse armamento é fundamental para que Bolsonaro siga sendo o Messias deles.

Na verdade, essa revista, que é da antiga Jovem Pan, segue sendo propagandista da república da terra plana e, com esse crachá oficial dessa coisa triste que é a revista Oeste, que gente séria não leva a sério esse troço estrambótico.

Para que serve uma matéria como essa? As pessoas devem perguntar, a resposta é simples, porque Bolsonaro, que armou o golpe, não está se aguentando de medo da prisão, que ele sabe que será sua moradia, assim que for julgado.

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Política

Vídeo: Constantino mostra como Bolsonaro comprou os cínicos, capturou os sem escrúpulos e deu medalha de ouro ao mau-caráter

Ainda ontem eu lia um texto de algum bolsonarista que rodou nas redes entre seus pares dizendo que, antes, eles eram ignorantes políticos porque assistiam à Globo. E agora descobriram a verdade sobre política com Alexandre Garcia.

O texto vai mais longe, assume que os bolsonaristas são na totalidade o lixo do que sobrou do tucanato, a xepa de Aécio, que foi para as ruas para derrubar Dilma e que, depois descobriu que Aécio era petista.

Não para aí, o sujeito diz que, através de Olavo de Carvalho, descobriu que Eneias não era um maluco fascista, como eles imaginavam, mas uma sumidade e por aí vai.

O que isso quer dizer? Que Bolsonaro não inventou o cínico, o mau-caráter, o desavergonhado, o sem escrúpulos ou o embusteiro, sobretudo o religioso que fala de Cristo com metralhadora e fuzil AR-5 nas mãos, essa gente já estava por aí há muito tempo vagando na erraticidade.

Ou seja, Bolsonaro não inventou os bolsonaristas, e sim, estes é que o inventaram.

Essa gente já tinha dado as caras apoiando a ditadura, sendo contra as Diretas Já, votando em Collor, Fernando Henrique, Aécio e apoiando Temer depois do golpe em Dilma, além de tratar Moro como herói nacional por ter prendido Lula, mas hoje o chamam de traidor.

Quando Bolsonaro cair, essa gente vai passar dessa fase para outra muita pior, vai descobrir no mesmo saco de lixo alguém mais podre que Bolsonaro. Mas, vejam só, ninguém pode tirar o mérito de Bolsonaro não ter o menor escrúpulo em comprar opiniões de quem as vende na banca de negócios da mídia.

Alexandre Garcia, Augusto Nunes, Guilherme Fiuza, Constantino, são somente alguns nomes agraciados com uma super verba da Secom através dos veículos que essa gente usa e, com isso, algumas cenas de tão burlescas como esse vídeo que Constantino protagoniza, antes e depois de receber o seu cachê via Secom do mesmo Bolsonaro, mostra que falta de escrúpulos é para os fracos.

Constantino dá uma aula definitiva de dezenas de milhões de anos luz à frente o que é ser um vigarista de verdade.

Para quem tiver estômago e uma boa dose de humor, segue o bate entope que está rodando nas redes sociais.

https://twitter.com/i/status/1494123786064568321

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Sem plano B e atormentado com o seu chocante derretimento, Bolsonaro vai para o tudo ou nada

Bolsonaro não consegue esconder a angústia, mais que isso, não consegue disfarçar a agonia de quem convive com a própria descrença na possibilidade concreta e cada vez mais concreta de não se reeleger.

A primeira coisa que essa consumação provoca em Bolsonaro e que impacta negativamente a sua imagem e, consequentemente, afeta sua reeleição, é a imagem agoniada de quem está profundamente abalado com a possibilidade de perder a eleição e isso lhe custar a liberdade, assim como a dos filhos.

Movido por esse medo, Bolsonaro não economizará atitudes absurdas, irresponsáveis e até ilegais para tentar reverter esse quadro tão negativo. Mas parece que, quanto mais os dias correm e alguns fatos vão sendo revelados, mais aumenta o desespero de Bolsonaro.

Praticamente 80% dos brasileiros se posicionam frontalmente contrários à orientação de Bolsonaro para que crianças de 5 a 11 anos não tomem a vacina contra a covid. Pior, praticamente 60% da população acham que Bolsonaro mais atrapalha do que ajuda na vacinação das crianças, como também acha que ele é o responsável pela morte de mais de 620 mil brasileiros.

Trata-se de uma situação que não tem paralelo no Brasil ou no mundo, fora o duro cotidiano dos brasileiros sentindo no bolso os aumentos escandalosos dos combustíveis, do gás de cozinha e, consequentemente da alimentação, sem falar que o crédito para um povo pra lá de endividado, tem taxas em torno de 1000% ao ano, sem que a economia dê qualquer sinal de vida.

Bolsonaro está se tornando uma unanimidade negativa, cada vez mais dependente de jornalistas, blogueiros e até de emissoras como a Jovem Pan que tem faturado muito com sua fragilidade política, através da Secom (Secretaria de Comunicação).

O que evidencia que Bolsonaro não tem plano B, ou seja, não tem nada para reagir ao desmonte de sua imagem, é a tentativa de requentar pela milionésima vez a farsa da facada, mesmo não tendo qualquer retorno positivo todas as vezes que utiliza desse trunfo às avessas para sair de uma crise ou de uma situação embaraçosa, só piora.

A única coisa que Bolsonaro consegue é produzir memes e mais desgaste.

Já o núcleo do centrão quer um posicionamento mais radical de Bolsonaro para tentar reverter esse estado de crepúsculo que vive sua campanha, aconselhando-o a arreganhar os cofres da União para produzir uma revolução na base não de um saco de bondades, mas de um transatlântico, já que até agora, o benefício de sua campanha com o Auxílio Brasil não deu as caras.

Enquanto isso, ele vê Lula avançando sobre seu eleitorado, principalmente os evangélicos. Mas claro, o jogo sujo, que é miseravelmente sua principal prática, certamente será mais sujo do que foi em 2018.

O conhecido gabinete do ódio já deve estar preparando, a partir da cabeça de Carluxo, Flávio e Eduardo, sujeiras para serem espalhadas nas redes, o que não terá a mesma eficácia de 2018 pela desmoralização do governo, do presidente e dos seus filhos.

Uma coisa que não veremos até o dia 30 de outubro é Bolsonaro calmo.

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Política

Ministro do TCU reconhece irregularidades em licitação para promover governo Bolsonaro no exterior

O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Walton Alencar abriu um procedimento para apurar indícios de irregularidades no edital de licitação para a escolha de uma assessoria de imprensa que promoveria o governo Jair Bolsonaro no exterior em ano eleitoral ao custo de R$ 60 milhões. O caso foi revelado pela equipe do blog em novembro e se tornou alvo de uma representação do subprocurador-geral do tribunal, Lucas Furtado, informa Malu Gaspar, de O Globo.

O objetivo principal da assessoria de imprensa a ser contratada no ano da eleição é apresentar uma imagem positiva da gestão Bolsonaro no exterior. É o que informa o edital divulgado pelo Ministério das Comunicações. O briefing diz que a missão da empresa escolhida será “apresentar ao mundo” o modelo de gestão de Bolsonaro, destacando “o zelo pela democracia e pela institucionalidade”.

Em despacho do final de novembro disponibilizado na noite de terça-feira no sistema do TCU, Alencar determinou que o tribunal ouvisse a Secretaria de Comunicação do governo federal responsáveis pela licitação e solicitasse informações para esclarecer uma série de problemas encontrados nas regras da concorrência pelo Ministério Público de Contas, em petição do procurador Júlio Marcelo de Oliveira.

O prazo para a realização de oitivas já terminou, mas o prazo para Secom fornecer as informações pedidas ainda está aberto. Em sua decisão, o ministro afirma que a Secom não é obrigada a entregar os documentos, mas a verificação deve prosseguir mesmo que o governo não se pronuncie.

O procurador Lucas Furtado tinha pedido também a suspensão do edital, mas, como as propostas ainda não foram entregues, o ministro entendeu que não havia materialidade que consistisse em um risco grave ao erário.

O primeiro problema reconhecido pelo ministro Alencar é a falta de justificativa para o preço estimado para os serviços. Além de ser o maior contrato da história da Esplanada para assessoria de imprensa, – R$ 60 milhões só em 2022 –, seu valor é pelo menos o dobro do que foi pago nos anos anteriores pelo Ministério do Turismo (Embratur) e o da Cidadania, exemplos usados pelo próprio governo no estudo técnico preliminar que acompanha o edital.

Walton Alencar também concluiu que não há no edital fundamentação quanto os locais onde a empresa escolhida terá que montar escritórios de representação internacional. Washington, nos Estados Unidos; pela América do Sul, Bogotá, na Colômbia; na Europa, Londres, na Inglaterra e Paris, na França: no Oriente Médio e na África, Tel Aviv ou Jerusalém, em Israel; e pela Ásia e Oceania, Sidney ou Camberra, na Austrália. “Chama a atenção a preferência por Bogotá em vez de Buenos Aires e a exigência de duas cidades na Austrália e nenhuma na Ásia. Não há razões fundamentadas para essas escolhas”, escreveu o procurador Oliveira em sua decisão.

Além de apontar a falta de lastro técnico para a escolha dos locais, o MP de Contas também afirma que a “definição taxativa do rol de cidades” restringe a competitividade da licitação, “pois o pode direcionar para empresa que já possua escritórios nessas localidades em razão de contrato anterior com algum órgão ou entidade do governo, como, por exemplo, a Embratur, o que reduz seu custo em comparação com concorrentes que não tenham escritórios já estabelecidos nessas praças”.

Outra questão crucial sobre a qual a Secom terá que se justificar ao TCU é o conteúdo do briefing em que o governo federal descreve o conteúdo das informações a serem divulgadas ao público.

A entrega das propostas está prevista para a próxima segunda-feira. O edital foi publicado no início de setembro pelo Ministério das Comunicações, ao qual está subordinada a Secom. A estratégia faz parte de um escopo de ações coordenadas pelo governo federal para promover a gestão de Bolsonaro contra o que chamam de “desinformação na mídia” às vésperas do pleito de 2022. Ao todo, as campanhas somam R$ 510 milhões.

Com base na petição de Oliveira, Walton Alencar reconheceu inconsistências nas informações que seriam divulgadas pela empresa que vencer a licitação. Além do “zelo de Bolsonaro pela democracia”, a empresa contratada também deverá “apresentar ao mundo” uma suposta coordenação bem-sucedida do combate à pandemia pelo governo federal, e a queda dos índices de desmatamento e queimadas na Floresta Amazônica.

Tudo isso, claro, a despeito das diversas manifestações antidemocráticas convocadas pelo próprio presidente, o desastre sanitário vivido pelo país e as próprias estatísticas oficiais que apontam uma devastação recorde na Amazônia.

Em 2019, o presidente Jair Bolsonaro cancelou iniciativa similar, de R$ 30 milhões, sob a justificativa de que a licitação representaria “uma das muitas fontes de ações escusas” de grupos no poder. Desta vez, aposta em uma concorrência que custará o dobro aos cofres públicos no momento em que seu governo vive altos índices de rejeição no Brasil e no exterior.

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O desespero dos lacaios de Bolsonaro na Jovem Pan mostra o tamanho buraco em que o patrão se enfiou

Já diz o ditado, “quem paga a orquestra, escolhe o repertório”. Mas a quantidade de guinchos que se tem ouvir dos cômicos comentários de Augusto Nunes, Rodrigo Constantino, Ana Paula do Vôlei, Zé Maria, Guilherme Fiuza e outros pobres diabos que entraram para reforçar o time de aduladores do presidente, merece nota.

A essa altura dos fatos, ninguém vai esperar nada minimamente sério de quem ainda defende o genocida na mídia e nas redes sociais.

Independente de Augusto Nunes participar de um programa de entrevistas com Roberto Jefferson, o que por si só já é um ato desesperado, o clima antecipado de derrota que tomou conta dos desesperados da Jovem Pan, ficará para a história.

Ninguém gosta de perder o seu cachê, é lógico, ainda mais da Secom que é bem generosa com os mosqueteiros do insano. Mas alguém precisa avisar a eles que a fala e a cara de desespero que eles demonstram em seus comentários, mais atrapalham do que ajudam o gado a espalhar suas lorotas nas redes sociais e, consequentemente, Bolsonaro é quem paga o pato com essa incompetência dos lambe-botas.

Mas que o que se vê aí é um caso à parte na gaiola dos loucos fascistas, ah, isso é.

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Vídeo – Comentarista da Jovem Pan: Roubar dinheiro público não é corrupção

Que a Jovem Pan é useira e vezeira das milionárias verbas da Secom, todos sabem, afinal quem vai manter o vidão da turma do Pingo nos Is?

Na verdade, sejamos justos, a Secom é uma espécie de Lei Rouanet dos jornalistas que defendem Bolsonaro, pelo menos a Lei Rouanet que os bolsonaristas imaginam ser, já que a ignorância é fator determinante para ser um minion diplomado ou um gado premiado.

Voltemos à Jovem Pan e vamos falar do ex-BBB que, possivelmente, sonhando em integrar a seleção que escroques da empresa de comunicação, soltou essa pérola descarada para dizer que a tal rachadinha não é corrupção.

Trocando em miúdos, o que o bolsonarista de aluguel quis dizer é que o dinheiro público que Bolsonaro embolsa, na quase totalidade, dos seus assessores fantasmas não é roubo do erário e, portanto, não é corrupção.

A tese comédia deveria lhe render o troféu vigarista do ano, primeiro porque o dinheiro sai do suor da sociedade, de cada CPF que Bolsonaro utiliza como fantasma, como é o caso da famosa Wal do Açaí e, agora, sabe-se que seu ex-cunhado, assim como uma parentada sem fim, fazia parte do esquema montado por Bolsonaro e gerenciado já pelo lendário Queiroz, uma espécie de PC Farias miliciano de Bolsonaro, já que é ele que gerencia todas as mutretas do clã, do 01 ao 03 e toda a ramificação familiar, com participação de coronel da AMAN, segundo sua ex-cunhada que resolveu dar com a língua nos dentes.

Isso, depois da denúncia dos irmãos na CPI da Covid, de que Bolsonaro prevaricou, ou seja, foi informado por eles sobre a corrupção na compra da Covaxin, e Bolsonaro, além de citar o nome de Ricardo Barros, disse que acionaria a PF, o que não foi feito, e acabou por render uma denúncia da PGR que foi aceita por Rosa Weber, do STF.

Tudo isso junto e misturado, fez a frase “Bolsonaro corrupto”, explodir nas redes sociais que deve proporcionar pelo menos mais uns 20% de rejeição e somar com os 62% que já tem por ser considerado culpado pelo genocídio de mais de 520 mil brasileiros pela Covid.

*Carlos Henrique Machado Freitas

https://twitter.com/nostrendsbrasil/status/1412120896022646784?s=20

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