Tudo o que essa dupla de jacus prometeu, virou matéria morta. Trump desmentiu essas duas amebas ao mostrar que não valem a bosta que defecam, nem como traidores da pátria.
Essa dupla de farsantes, até para produzir fraudes é estúpida, nula, inútil.
Agora, os dois estão nas redes pedindo para o gado esperar 72 horas para Trump impor uma tragédia econômica e política ao Brasil, movido pela paixão a Bolsonaro.
Lula saiu bonito na fita.
Já essa dupla de incompetentes, que sonha em sancionar o Brasil, lógico, virou a chacota do século nas redes e esquinas desse país.
Os dois, Eduardo e Figueiredo, reproduziram o fracasso internacional do próprio governo Bolsonaro, que só conseguiu, em quatro anos, comprar agrotóxicos na Rússia.
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O estado de São Paulo, governado por Tarcisio de Freitas é o mais atingido pelas tarifas de Trump.
Ele responde por quase um terço (31,9%) das exportações brasileiras para os EUA, totalizando US$ 6,4 bilhões.
Isso equivale a um potencial impacto de até 2,7% no PIB estadual, segundo análises da Bloomberg e do governo paulista.
Setores como sucos de frutas (embora isentos), aeronaves e equipamentos de engenharia são os mais expostos, mas itens tributados, como máquinas e produtos industriais, agravam o cenário.
Apesar disso, fora a condição de brasileiro e governar o maior estado do Brasil, Tarcísio fez questão de ignorar o encontro de Lula com Trump, na Malásia, onde trataram da questão das tarifas dos EUA sobre o Brasil.
Nas suas redes sociais, o traíra, Tarcísio, exaltou a vitória legislativa de Milei, que hoje vive de penico na mão atrás de Trump porque implodiu a economia argentina, mostrando que tipo de política neoliberal sonha para o Brasil.
Detalhe fundamental:
Sim, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, é o mesmo que defendeu publicamente que o Brasil conceda alguma “vitória” a Trump.
E esse lacaio medíocre ainda quer ser candidato à Presidência da República?
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Sim, o Canadá citou Reagan, que era contra tarifas e, cm isso, enfureceu Trump
Isso pode ser uma boa notícia para Lula.
Trump sentiu!
O Canadá, atento às duas filosofias econômicas diametralmente opostas de Trump e Reagan, apostou no confronto de ideias sobre tarifas e o homem laranja mordeu a isca com toda a força de sua mandíbula.
Agora, é isso que está na pauta do eleitorado republicano, já que Reagan é uma santidade para boa parte dos norte-americanos. Trump, por sua vez, ao saber disso, esperneou, mas já é tarde.
Foi uma bela sacada do Canadá, que bateu como pó de mico na pose impávida de Trump.
Lula pode ter dado a sorte de estar com Trump em seguida a esse episódio, e Trump, diante do discurso de integração Brasil e EUA de Lula, ter um outro entendimento sobre as tarifas contra o Brasil e seguir a filosofia de Reagan.
Trump opera de olho nas pesquisas de opinião de seu eleitor mais fiel, que também era fiel a Reagan
A conferir.
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Lula se tornou um expoente natural no mundo, elogiado pelo NYT por enfrentar Trump a partir de seu próprio norte, não do adversário.
O predomínio opulento e dominador de Trump é sua principal arma de marketing, mas isso nunca se deu com a Rússia e a China.
Ou seja, tudo o que Trump quer é enfrentar adversários instáveis, Lula sacou isso faz tempo e deu tempo ao tempo.
Resumiu seu embate com Trump a uma questão de honra e soberania nacional que vai se estendendo para América Latina ao ritmo de Lula. Quem controla a velocidade e compasso do metrônomo é Lula.
O clero abastado dos EUA tem suas fragilidades, e elas não são poucas. Por isso há limite para Trump amesquinhar seu conceito de civilização.
Ele impôs tarifas de 50% ao Brasil e aplicou a Lei Magnitsky contra autoridades brasileiras, exigindo a libertação de Bolsonaro.
Bolsonaristas, em um inacreditável complexo de inferioridade, apoiaram, defendendo intervenção dos EUA, enquanto opositores e grande mídia cobravam de Lula concessões.
Lula aguardou estrategicamente como um monge na montanha. Após diplomacia americana, Trump e Lula se falaram e se encontraram na Malásia para um inicio de acordos bi laterais como queria Lula.
Bolsonaro? Segue preso, com boa chance de regime fechado.
Bolsonaristas negam o sucesso de Lula, mas os fatos falam por si.
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A reunião entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que aconteceu neste domingo (26), marcou um novo passo das negociações entre os dois países. Veja a íntegra do encontro ao final desta reportagem.
Essa foi a primeira vez que os líderes se encontraram oficialmente para conversar sobre as tarifas impostas pelos EUA às exportações brasileiras. Antes disso, Trump e Lula chegaram a falar por telefone e se encontraram brevemente na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em setembro, segundo o G1.
Em entrevista a jornalistas após a reunião, o ministro das relações exteriores do Brasil, Mauro Vieira, afirmou que o encontro foi positivo, e reiterou que Lula voltou a pedir a suspensão das tarifas durante o período de negociação.
Mauro Vieira diz que reunião entre Lula e Trump foi positiva e que países esperam acordo em poucas semanas Mauro Vieira diz que reunião entre Lula e Trump foi positiva e que países esperam acordo em poucas semanas
A reunião entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que aconteceu neste domingo (26), marcou um novo passo das negociações entre os dois países. Veja a íntegra do encontro ao final desta reportagem.
Essa foi a primeira vez que os líderes se encontraram oficialmente para conversar sobre as tarifas impostas pelos EUA às exportações brasileiras. Antes disso, Trump e Lula chegaram a falar por telefone e se encontraram brevemente na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em setembro.
Em entrevista a jornalistas após a reunião, o ministro das relações exteriores do Brasil, Mauro Vieira, afirmou que o encontro foi positivo, e reiterou que Lula voltou a pedir a suspensão das tarifas durante o período de negociação.
Entenda nesta reportagem o que foi discutido na reunião entre Lula e Trump e quais os próximos passos.
O que foi discutido na reunião? Negociação bilateral O encontro entre os dois líderes teve início na manhã deste domingo (26) e durou cerca de 50 minutos. Segundo representantes brasileiros, Lula voltou a pedir a suspensão das tarifas impostas a exportações brasileiras durante o período de negociação. Em resposta, Trump declarou que dará instruções à sua equipe para começar um processo de negociação bilateral entre EUA e Brasil. (Entenda mais abaixo)
“Nós esperamos em pouco tempo agora, em algumas semanas, concluir uma negociação bilateral que trate de cada um dos setores da atual tributação americana ao Brasil”, afirmou o ministro de relações exteriores do Brasil, Mauro Vieira, após a reunião.
Déficit na balança comercial O secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, afirmou, ainda, que Lula deixou claro que a motivação usada pelos EUA para impor a elevação de tarifas para o restante do mundo não se aplica ao Brasil, uma vez que o país tem déficit na balança comercial com os norte-americanos.
Nome de Bolsonaro sequer foi mencionado Rosa também destacou que os dois líderes não discutiram sobre a atual situação do ex-presidente Jair Bolsonaro, reiterando que Lula apenas teria citado a injustiça da aplicação da Lei Magnitsky contra autoridades do Supremo Tribunal Federal (STF), indicando que os ministros respeitaram o processo legal e que “não há nenhuma perseguição política ou jurídica”.
Interlocução com a Venezuela e visitas recíprocas Por fim, Lula também se dispôs a ser um interlocutor no diálogo entre os EUA e a Venezuela, para buscar soluções “mutuamente aceitáveis e corretas entre os dois países”, e os dois líderes concordaram na necessidade de uma visita recíproca. (Veja mais abaixo)
Lula se diz agradecido por encontro com Trump: ‘Reunião que parecia impossível’
Início das negociações bilaterais e suspensão de tarifas Segundo os representantes brasileiros, Trump afirmou que daria instruções à sua equipe para dar início a um período de negociação bilateral. A expectativa do governo brasileiro era de um encontro entre as equipes ainda na noite deste domingo, no horário da Malásia, segundo o chanceler Mauro Vieira. Houve, entretanto, uma conversa por telefone entre ele e Jamieson Greer, e o encontro ficou para a manhã de segunda-feira (27).
“Esse será o primeiro passo do processo negociador, o encontro com os três membros da delegação americana […]. E vamos estabelecer um cronograma de negociação e estabelecer os setores sobre os quais vamos conversar para que possamos avançar”, disse Vieira.
Ainda de acordo com o ministro, o Brasil também deve pedir a suspensão das tarifas impostas pelos EUA durante o período de negociação. Não há, no entanto, previsão de se e quando as taxas devem ser suspensas.
“Esperamos em pouco tempo agora, em algumas semanas, concluir uma negociação bilateral que trate de cada um dos setores da atual tributação americana ao Brasil”, disse Vieira, destacando que Lula está disposto a conversar sobre “todos os setores e áreas de comércio bilateral, e também sobre a questão de minerais críticos e terras raras”.
Interlocução com a Venezuela Segundo Vieira, Trump teria agradecido e concordado com a proposta de Lula, de servir como um interlocutor para o diálogo entre os EUA e a Venezuela. O ministro, no entanto, não detalhou de que forma ou quando essa intermediação poderia acontecer.
Trump no Brasil e Lula nos EUA Vieira também afirmou que houve um entendimento entre os dois presidentes sobre a necessidade de visitas recíprocas.
“O presidente Trump quer ir ao Brasil e o presidente Lula aceitou também, disse que irá com prazer aos Estados Unidos no futuro”, disse o ministro, sem dar mais detalhes de quando as visistas devem acontecer.
Veja:
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Venezuela colocou suas forças armadas em alerta máximo devido ao envio do portaaviones USS Gerald R. Ford dos EUA ao Mar Caribe, próximo às suas costas.
O governo de Nicolás Maduro considera isso uma ameaça de invasão, enquanto os EUA justificam a operação como combate ao narcotráfico ligado ao “Cártel de los Soles”. Maduro ordenou exercícios militares de 72 horas e denunciou um “plano de guerra” dos EUA.
A tensão inclui acusações mútuas, com os EUA oferecendo recompensa de US$ 50 milhões por Maduro e alertas de viagem nível 4 para Venezuela.
A ONU e países como Brasil alertam para o risco de desestabilização regional. A situação pode escalar, impactando militar, econômica e humanitariamente a região.
Maduro destacou o apoio militar massivo da Rússia e denunciou a campanha de desinformação promovida pelo governo do presidente dos EUA, Donald Trump.
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Participação inédita na Cúpula da Asean fortalece o Brasil como potência multilateral. O Brasil, único país latino-americano com status de Parceiro de Diálogo Setorial da Asean desde 2023, quer elevar essa relação à condição de associado pleno
A política externa altiva do Brasil, sob a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, atinge um patamar histórico com a viagem ao Oriente, focada no Sudeste Asiático. Pela primeira vez, um chefe de Estado brasileiro participa da Cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean), que ocorre neste domingo (26/10) em Kuala Lumpur, na Malásia.
A presença consolida um movimento estratégico do governo brasileiro que amplia a influência global e posiciona o país como ator relevante em blocos regionais fora do eixo tradicional Euro-América do Norte, em busca de diversificar parcerias econômicas e reduzir a dependência de economias centrais.
Integração estratégica
O Brasil, único país latino-americano com status de Parceiro de Diálogo Setorial da Asean desde 2023, quer elevar essa relação à condição de associado pleno. Em Jacarta, após encontro com o secretário-geral da entidade, Kao Kim Hourn, nesta sexta-feira (24) Lula foi enfático ao declarar que “O Brasil trabalha para ser membro pleno da Asean”. Essa ambição é impulsionada pela robustez econômica do bloco, que engloba um mercado de 680 milhões de pessoas e se consolidou como o quinto maior parceiro comercial do Brasil em 2024, com trocas superiores a US$ 37 bilhões em 2023.
Para o Brasil, o passo inédito na Ásia vai além do comércio imediato. Trata-se de fortalecer o multilateralismo e de abrir mercados estratégicos para exportações brasileiras em setores como agricultura, mineração e energia renovável. Lula ressaltou a importância da cooperação ampla no comércio em moedas locais e na troca de tecnologia e conhecimento: “Quanto mais parcerias econômicas nós tivermos, melhor. E não apenas econômicas e comerciais, mas parcerias entre as nossas universidades e nossos cientistas”. A visita à Indonésia, onde foram firmados oito acordos em áreas como minas, energia e agricultura, é a prova dessa abordagem, focada na transição energética e no potencial inexplorado entre as nações.
Leia mais: Lula aprofunda cooperação entre Brasil e Indonésia
A Cúpula da Asean é um palco onde o Brasil reforça sua liderança em energias renováveis. Lula convidou o bloco para a COP30, em Belém, propondo um pavilhão dedicado e um grupo de negociação climática. O presidente defende a matriz elétrica brasileira, 87% limpa, e os avanços em bioenergia (gasolina com 30% de etanol e diesel com 20% de biodiesel) e exibe os dados favoráveis para rebater as críticas imperialistas à política ambiental, segundo o Vermelho.
Além disso, o presidente pavimenta o caminho da desdolarização junto a parceiros asiáticos. Na Indonésia e na Asean, Lula defendeu a pauta de “menos protecionismo e comércio mais livre”, alinhando-se ao movimento do bloco para reduzir a dependência da moeda americana. Os países do Brics já ensaiam pagamentos em moedas próprias. Analistas apontam que essa estratégia visa ganhar aliados fortes para as negociações globais.
Lula e Trump cara a cara
A agenda de Lula na Malásia terá o clímax no aguardado encontro com o presidente americano, Donald Trump, previsto para o fim da tarde de domingo (hora local), em “campo neutro” no Centro de Convenções de Kuala Lumpur. A reunião, esperada há meses, ocorre em um momento de tensões comerciais e políticas. Lula demonstrou otimismo, mas com firmeza: “Eu tenho todo interesse em ter essa reunião, tenho toda a disposição de defender os interesses do Brasil”, disse na coletiva à imprensa antes de sair de Jacarta.
O tema central do encontro defendido por Lula deverá ser o “tarifaço” de 50% imposto pelos EUA a produtos brasileiros, equívoco que o presidente deve contestar ao apresentar os números que revelam um comércio vantajoso aos Estados Unidos, que têm um superávit acumulado de US$ 410 bilhões nos últimos 15 anos com o Brasil. Como trunfo, o Brasil pode oferecer acesso a minerais estratégicos (terras raras e outros), essenciais para chips e baterias, diversificando o suprimento americano, hoje refém da China.
O presidente Lula também se posicionou de forma contundente contra a Lei Magnitsky americana, que sancionou o ministro do STF Alexandre de Moraes e sua esposa. Lula rechaçou o ato, que o governo brasileiro tratou como “profunda indignação” e interferência indevida na soberania nacional: “Eu vou contestar essa punição sem explicação. Os ministros não cometeram nenhum erro, eles estão cumprindo a Constituição brasileira”, afirmou.
Lula também refutou as declarações de Trump, que comparou narcotraficantes latinos ao grupo Isis. “Você não fala que vai matar as pessoas, você tem que prender as pessoas”, afirmou.
Por fim, o presidente espera que o encontro com Trump restabeleça uma “relação civilizada”, baseada no respeito mútuo, reforçando o papel do Brasil como promotor de uma nova ordem mundial mais justa e multilateral.
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Trump enfurecido depois de desmascarado pelo Canadá manda suspender todos os acordos sobre tarifas que estavam em andamento.
O instável e ambicioso presidente americano ficou com a bunda de fora com a jogada de marketing às avessas que o Canadá o colocou numa cama de gato dirigindo um documentário em redes de TVs americanas em que Reagan, uma santidade neoliberal dos republicanos, senta a lenha em políticas de tarifas para defender a economia dos EUA.
Reagan aparece dizendo que tarifas são voos de galinha e que, no final das contas, os americanos e os próprios EUA acabam pagando a fatura.
O troço desceu quadrado porque o heroísmo de Trump acabou sendo ridicularizado.
O soberbo reagiu mal chamando o Canadá de manipulador e mandando degolar os acordos sobre tarifa ate aqui.
Se o faniquito de Trump é ou não temporário só seus interesses políticos vão badalar.
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A Argentina está nas últimas, está moribunda e já recebeu a extrema-unção do FMI disse Trump com outras plangentes palavras.
Tremelicam os pilares da Casa Rosada depois dessa pérola de sincericídio do aliado bufônico.
Mas foi isso que disse o compadecido grandalhão norte-americano.
Fico imaginando a cotação da moeda portenha depois dessa sentença obituária.
E a cara de cool que o cara de cool, Milei, deve ter feito ouvindo a sentença de morte do pais que ele mergulhou no caos!
Pois é.
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Trump afirma que a China pode ser tarifada em 155% a partir de novembro e, claro, ninguém acredita
Trump virou chacota intergaláctica porque fala mas não tem pau pra colocar na mesa contra a china.
Está tomando uma chinelada na guerra comercial que carrega amarrotada na munheca.
O grande rei é um rinoceronte branco sem chifre, fora do peso e mostra que os EUA hoje não é nem sombra do que foi um dia na geopolítica global.
Ronca o tempo todo que vai macetar os inimigos da “América Grande”, no mais arrogante estilo vitorioso, mas não dá um passo concreto além da língua.
Na altíssima roda empresarial sobretudo no mundo do agronegócio dos EUA, o sujeito está sendo desconjurado por ter levado uma pernada de Lula no comercio de soja pra China.
Lula fez de Trump um saboroso tutu com torresmo frito.
Segundo o grande Jamil Chade, essa é a paisagem que está sendo pintada pelos próprios e enfurecidos produtores de soja nos EUA, desmentindo os arrotos vitoriosos de Trump.
Os dois, Lula e Trump devem se encontrar no próximo domingo dia 26, na Malásia.
Pela fala de Marco Rubio essa questão da soja deve ser assunto desse encontro entre outras pautas.
Na verdade, esse encontro dos dois pode se estender numa calda que devolva o equilíbrio que marcou as relações comerciais dos dois países há mais de 200 anos.
O fato é que essa espécie de boto rosa americano tem uma visão profética as avessas quando politicamente vende o que não entrega. Milhares de manifestantes tomaram as ruas neste sábado (18/10) nos EUA em protesto contra Trump, sob a bandeira “No Kings”
A realidade é que não há romancismo neoliberal capaz de apagar a imagem de Trump como o Rei Nu diante do mundo, sobretudo dentro do próprio território.
E o Rei Nu não é nada bonito.
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