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Valdemar diz que primeiro ato de Flávio, se eleito, será indultar Jair Bolsonaro: “Vai canetar!”

Antes mesmo de apresentar propostas de governo ou detalhar um plano para o país, a campanha de Flávio Bolsonaro já sinaliza qual seria sua prioridade caso alcance a Presidência da República. Segundo o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, o primeiro ato de Flávio, se eleito, será conceder indulto a Jair Bolsonaro, hoje cercado por investigações e processos que avançam no Judiciário.

A declaração, feita em tom de promessa e celebrada por aliados, reforça a percepção de que uma eventual candidatura de Flávio estaria menos voltada para discutir os desafios nacionais e mais comprometida com a situação jurídica de seu pai. Ao afirmar que o futuro presidente “vai canetar”, Valdemar deixou explícito que o objetivo central seria utilizar o poder do cargo para beneficiar Bolsonaro.

A fala também tende a alimentar críticas de adversários e especialistas, que veem na proposta uma tentativa de transformar a eleição presidencial em um instrumento de proteção familiar e política. Para esses setores, a prioridade de um chefe de Estado deveria ser governar para a população, e não atuar em função dos problemas judiciais de um aliado — ainda que seja o próprio pai.

Nos bastidores, a declaração repercutiu como mais um sinal de que o projeto político do clã Bolsonaro permanece fortemente vinculado à defesa pessoal de Jair Bolsonaro. Em vez de marcar uma renovação ou apresentar uma agenda própria, Flávio aparece, cada vez mais, como o candidato de uma missão específica: garantir a sobrevivência política e jurídica do ex-presidente.


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Notícia

Por risco de fuga, Flávio, Valdemar, Sóstenes e Eduardo Cunha podem ter passaportes apreendidos

Deputado acionará a PGR após investigação revelar que caciques sem mandato controlavam milhões em emendas; “Existe a possibilidade de eles sumirem do país”, afirma

Deputado federal Reimont (PT-RJ) anunciou que protocolará nesta semana, junto à Procuradoria-Geral da República (PGR), um pedido de apreensão e retenção dos passaportes do senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, do líder do partido na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), e do ex-presidente da Casa Eduardo Cunha.

Em vídeo publicado nas redes sociais na noite deste domingo (12), Reimont afirmou que reforçará um pedido anterior contra Flávio e acrescentará os outros três nomes diante das revelações sobre um esquema de controle clandestino de emendas parlamentares.

“É alarmante ver o que a extrema direita tem feito, o que os deputados, deputadas e lideranças do PL têm feito. Portanto, esta semana, de maneira justificada, com argumentos robustos, eu vou pedir à PGR, mais uma vez, a apreensão, a retenção do passaporte do Flávio Bolsonaro”, declarou.

“Mas eu vou, neste meu pedido, acrescentar mais três nomes: o nome do Sóstenes Cavalcante, o nome do Valdemar Costa Neto e o nome do Eduardo Cunha”, prosseguiu.

O petista justificou a medida afirmando que existe risco de os envolvidos deixarem o Brasil.

“Vocês estão vendo aí as bandalhas crescentes desse pessoal. Existe a possibilidade de eles sumirem do país a qualquer momento”, disse Reimont, que pediu ainda que seus seguidores enviem outros nomes, desde que acompanhados de justificativas e argumentos.

“Tem que ter justificativa e tem que ter argumento, fazer uma coisa séria. Vai ser esta semana”, concluiu.

A representação à PGR, por si só, não resulta automaticamente na retenção dos documentos. Caberá ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, avaliar se existem fundamentos para encaminhar uma solicitação ao Supremo Tribunal Federal (STF), responsável por decidir sobre uma eventual medida cautelar. Forum.

Veja o vídeo em que Reimont anuncia os pedidos:


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Política

Emendas atribuídas a Valdemar pagaram shows de sertanejos em cidades no interior

Cidades usaram emendas parlamentares destinadas por Valdemar da Costa Neto para a contratação de artistas para se apresentarem em eventos

Emendas parlamentares atribuídas por investigação da Polícia Federal (PF) ao presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, ao Orçamento da União foram utilizadas para o pagamento de shows em eventos promovidos em cidades do interior de São Paulo e do Paraná.

A coluna apurou que os recursos enviados a quatro cidades, e que têm a indicação atribuída a Valdemar pela PF, foram utilizados para a contratação de artistas. A situação se repetiu nas cidades de Iepê (SP), Guaimbê (SP), Macedônia (SP) e Cafelândia (PR). É o que apontam dados da plataforma Transferegov.

Emenda enviada a Iepê (SP) — cidade com cerca de 7,6 mil habitantes — foi utilizada para a contratação da banda Traia Véia e da dupla Thaeme & Thiago, que se apresentaram na 4° Agrofest em novembro de 2025. Cada apresentação custou R$ 250 mil.

Em Guaimbê (SP), o recurso supostamente indicado por Valdemar Costa Neto foi usado também para contratação de Thaeme & Thiago. O cachê da dupla para se apresentar na Festa do Peão de Boiadeiro de Guaimbê, em novembro de 2025, custou R$ 280 mil.

De4 acodo com o Metrópoles, a contratação da dupla Thaeme & Thiago também se repetiu em outra cidade beneficiada com os recursos federais. Cafelândia (PR), cidade do interior do estado com cerca de 19 mil habitantes, utilizou a verba para contratar os cantores para a celebração de 43 anos do município.

No município de Macedônia (SP), que tem menos de 4 mil habitantes, as verbas da União pagaram show da cantora Mariana Fagundes na comemoração do aniversário da cidade, em outubro do ano passado.

Até então, a indicação das emendas era atribuída à Liderança do Partido Liberal, conforme documentos divulgados pela Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados. Investigação da PF, no entanto, aponta que o real autor das indicações ao Orçamento seria Valdemar Costa Neto.

Outros destinos
A investigação da PF, que cruzou descobertas de operação com informações do Portal da Transparência, apontou que Valdemar seria o responsável por mais de R$ 100 milhões em emendas indicadas na área da Saúde. Recursos esses já pagos aos municípios pelo governo federal.

Outra parte das emendas foi para o Turismo e Desenvolvimento Urbano. Despesas que ainda não haviam sido pagas seriam destinadas para finalidades como pavimentação, revitalização de infraestrutura, contratação de artistas e realização de evento natalino.

Diante dos indícios apontados pela PF, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a indisponibilidade de R$ 119 milhões em bens de Valdemar. O magistrado ainda determinou a suspensão da execução de todas as despesas listadas pela corporação.

A decisão de Dino reproduz trechos de representação da PF que revelam a atuação de três servidores da Câmara dos Deputados para inserir entre as indicações regulares emendas de Valdemar. Segundo a apuração, os investigados tinham consciência de que tratavam emendas como quotas privadas de agente estranho ao cargo, o que preenche os elementos do “peculato‑desvio”.

Presidente do PL se defende
Em nota, a defesa de Valdemar Costa Neto disse ter recebido com surpresa a decisão de Flávio Dino. “Com o devido respeito, a decisão parte de premissas frágeis, inferências subjetivas e de uma indevida criminalização da atividade político-partidária”, afirmou.

“Valdemar Costa Neto nega categoricamente a prática de qualquer crime. Não há qualquer prova, ou mesmo indício, de que tenha aderido conscientemente a um suposto esquema criminoso”, completou.

A defesa do presidente do PL afirmou que é “natural e legítimo, no sistema democrático, que um presidente partidário dialogue com parlamentares, defenda prioridades programáticas, articule interesses nacionais e regionais e influencie politicamente sua bancada”.


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Política

Moraes manda ouvir governador de SC que indicou conversas de Valdemar e Bolsonaro

Jorginho Mello disse que Valdemar e Bolsonaro “conversam muito”

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou que a Polícia Federal faça uma oitiva do governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, para apurar se o ex-presidente Jair Bolsonaro e o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, estão violando a medida cautelar imposta pelo STF de que os dois conversem.

Em entrevista na Jovem Pan, no dia 13 de janeiro, o governador disse “E o nosso Presidente Valdemar conversa muito com o Presidente Bolsonaro, que é o Presidente de honra né? Espero que daqui um pouquinho eles possam conversar na mesma sala né? Para se ajudar ainda mais”.

Na decisão, Moraes afirmou que a “entrevista do governador de Santa Catarina indica possível violação às medidas cautelares impostas por esta SUPREMA CORTE, em especial a proibição de manter contato com os demais investigados aplicada a JAIR MESSIAS BOLSONARO e VALDEMAR COSTA NETO”. A PF deve ouvir o governador dentro de 15 dias.

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Política

Governador de SC dá a entender que Bolsonaro e Valdemar Costa Neto ‘conversam bastante’, apesar de proibição do STF

O ex-presidente da República e o presidente do PL estão proibidos de manter contato por determinação do ministro do STF Alexandre de Moraes.

O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), sugeriu, nesta segunda-feira (13), que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o dirigente da sigla, Valdemar Costa Neto, “conversam bastante”, mesmo com a proibição de qualquer tipo de contato por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), informa o jornal O Globo.

“Nosso presidente (do PL) conversa muito com o Bolsonaro, que é nosso presidente de honra. Espero que daqui a pouco eles possam conversar na mesma sala para se ajudarem ainda mais”, disse o governador ao canal de notícias Jovem Pan.

Bolsonaro e Valdemar foram indiciados pela Polícia Federal (PF) por participarem de uma intentona golpista após a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2022.

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Política

Aliados de Bolsonaro e Valdemar se preocupam com ordem de prisão após determinação de Moraes

Alexandre de Moraes intimou Bolsonaro e Valdemar a explicarem um eventual encontro em São Paulo, apesar de estarem proibidos de manter contato.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes intimou Jair Bolsonaro (PL) e o presidente da legenda, Valdemar Costa Neto, a explicarem sua presença em um evento político em São Paulo, no dia 3 de agosto, apesar de estarem proibidos de manter contato direto. Segundo a coluna do jornalista Igor Gadelha, do Metrópoles, na decisão assinada na quinta-feira (8), Moraes concedeu um prazo de 48 horas para que ambos esclareçam sua ida à convenção municipal do MDB, que oficializou a candidatura de Ricardo Nunes à reeleição como prefeito da capital paulista.

Desde 7 de fevereiro de 2024, Valdemar e Bolsonaro estão proibidos de entrar em contato direto por decisão de Moraes. A proibição de comunicação entre Bolsonaro e Costa Neto foi estabelecida no contexto da Operação Tempus Veritatis, deflagrada pela Polícia Federal com o objetivo de apurar a tentativa de um golpe de Estado para impedir a posse do presidente Lula (PT).

Segundo Guilherme Amado, também do Metrópoles, a determinação de Moraes gerou uma onda de especulação entre aliados de Bolsonaro e Valdemar. A principal preocupação é que a medida seja um indicativo de uma possível ordem de prisão, aumentando a tensão em torno do ex-mandatário e do líder partidário.

Nos corredores do STF, a avaliação predominante é de que a chance de uma ordem de prisão ser emitida neste momento é mínima. Mesmo assim, a movimentação de Moraes acende um sinal de alerta e mantém o clima de incerteza sobre os próximos passos do tribunal.

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Opinião

A Jovem Pan, assim como o PL, tem que ser cassada

Cada qual por seu crime de apoio ao genocídio por Covid e pela tentativa de golpe.

A concessão PÚBLICA da Jovem Pan precisa ser cassada. Os donos da rádio e os mercenários, pagos pelo governo Bolsonaro para propagar mentiras e apoio ao golpe.

Milhares de brasileiros foram mortos por Covid, muitos pela manipulação criminosa da Jovem Pan, a mando do patrocínio da Secom de Bolsonaro. Todos os que espalharam mentiras sobre a vacina, cloroquina e máscaras, precisam ser presos, além do incentivo à tentativa de golpe do dia 8 de janeiro de 2023.

O PL tem que ter o registro cassado e muitos membros do partido presos. O partido de Valdemar e Bolsonaro foi o principal braço político da tentativa de virada de mesa com um golpe de Estado. Os políticos que participaram da trama golpista, cassados e presos

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Investigação

Investigações secretas da Polícia Federal apontam para escândalo devastador envolvendo Valdemar e Bolsonaro

Crescem os rumores de que nos próximos dias teremos revelações ainda mais fortes do que o caso das joias sauditas, envolvendo a cúpula do PL, partido de Jair Bolsonaro. Segundo Rodrigo Rangel, do Metrópoles, a Polícia Federal, com colaboração de autoridades americanas, já detém um conjunto de informações devastadoras que comprometeriam o grupo mais próximo do ex-mandatário.

A cúpula do PL, o partido de Jair Bolsonaro, está preocupada com sinais de que as investigações sobre o ex-presidente trarão, em breve, revelações mais escandalosas do que tudo o que surgiu até agora.

Recentemente, chegou a dirigentes do partido a informação de que a Polícia Federal, com a ajuda de autoridades americanas, está esquadrinhando aquisições imobiliárias milionárias feitas nos Estados Unidos por pessoas ligadas a Bolsonaro e a seu entorno mais próximo. Essas transações, de acordo com gente próxima ao chefão do PL, Valdemar Costa Neto, estariam relacionadas a um suposto esquema de lavagem de dinheiro aqui no Brasil e teria enorme potencial de dano para os planos que o partido traça para o ex-clã presidencial

 

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Política

Por conta indicação de Dino para o STF, Bolsonaro e Valdemar batem de frente

O que corre a céu aberto, como lei, pelo dono do PL, é que Valdemar da Costa Neto está exigindo que o partido aprove a possível indicação de Flávio para o STF.

Por outro lado, sem qualquer lubrificante, Bolsonaro e seus filhos se colocaram frontalmente contra Valdemar, com Bolsonaro instruindo a tropa do PL para votar contra Dino.

O problema é que Bolsonaro não está em condições de brigar com ninguém, pois é um derrotado, o primeiro presidente da história do Brasil a não se reeleger, mesmo com a máquina nas mãos e, sobretudo, com gastos criminosos, extraído dos cofres públicos para bombar sua campanha.

Ou seja, o sujeito saiu do baixo clero, mas o baixo clero não saiu dele.

Já Valdemar, é mais que cacique, é o dono do partido do qual Bolsonaro depende.

Flávio Bolsonaro já deu declarações públicas de que não seguirá o dono do partido e votará contra Dino, como quer seu pai.

O fato é que Bolsonaro está precisando de tudo nesse momento em que vive um inferno pessoal, menos perder o único reduto político que lhe resta.

A conferir.

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Política

Quebrando o silêncio, Valdemar admite erro de Bolsonaro e minimiza impacto das joias para o futuro do ex-presidente

Presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto quebrou o silêncio e comentou pela primeira vez, nesta terça-feira (21/3), o caso das joias doadas pela Arábia Saudita ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Em entrevista à coluna de Igor Gadelha, no Metrópoles, durante o evento do PL Mulher nesta terça-feira (21/3), Valdemar admitiu que Bolsonaro pode ter errado, mas minimizou o impacto do caso para o futuro político do ex-presidente, informa Agenda do Poder.

“O caso das joias: ele devolveu, não é um assalto. Vai passar. As coisas acontecem, a gente erra demais”, afirmou o presidente do PL.

Valdemar disse não temer que Bolsonaro se torne inelegível. Segundo ele, não há provas contra o ex-presidente. “O problema é com a Justiça Eleitoral, eles são adversários”, disparou.

Bolsonaro, vale lembrar, já prometeu devolver as joias que ganhou dos sauditas e incorporou a seu acervo pessoal, mas ainda aguarda ser notificado pelo TCU para entregar os objetos.

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