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Veremos em 2025 uma verdadeira cruzada do mercado e mídia contra Lula. Serão 365 dias de tiro, porrada e bomba.

Com a saída do bolsonarista Campos Neto do BC, O mercado vai uivar como um ama fera selvagem em busca de sangue.

É guerra política e junto a batalha da informação.

Os métodos do mercado, todos sabem, são diabólicos.
Se a população não defender a democracia, teremos um mercado mais assanhado rondando o Palácio do Planalto.

É o que sonha a cachorrada bolsonarista que segue babando ódio contra o país e sobretudo contra a legalidade.
Lula já avisou que 2025 será o ano da colheita.

O mercado já mostrou que pra ele, 2025 será diuturnamente , de tiro, porrada e bomba contra o governo Lula.

Não importa o resultado da economia. O mercado já não esconde mais que ele quer o poder pelo poder. Como foi com Guedes e Bolsonaro.

Já falam até em repetir a receita que utilizaram contra Dilma para golpeá-la.

Ou seja, o mercado vai sim, operar da forma mais suja possível.
Então, é olho vivo e faro fino.

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“Enquanto nós formos governo, o salário mínimo terá ganho real neste País”, diz Lula

Presidente assina decreto que eleva o salário mínimo para R$ 1.518, garantindo aumento acima da inflação e reforçando compromisso com a classe trabalhadora.

Nesta segunda-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou um decreto que estabelece o novo salário mínimo no Brasil em R$ 1.518, com vigência a partir de janeiro de 2025. A medida, acompanhada pelos ministros Luiz Marinho (Trabalho e Emprego), Fernando Haddad (Fazenda), Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e a ministra em exercício da Casa Civil, Miriam Belchior, representa um aumento de 7,5% em relação ao piso anterior de R$ 1.412.

O reajuste reflete um incremento de 2,5% acima da inflação, calculado com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) dos últimos 12 meses até novembro, além de um adicional de 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB), conforme a norma aprovada pelo Congresso Nacional.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o presidente Lula destacou a importância da política de valorização do salário mínimo: “Enquanto nós formos governo, o salário mínimo terá ganho real neste País. É uma política que já deu certo e um compromisso nosso com a classe trabalhadora que é fundamental para distribuir a renda nesse país.”

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Enquanto a mídia bate continência para o terrorismo do mercado financeiro, as vendas de veículos eletrificados cresce 68% em 2024

Para se ter uma ideia, foram 16.033 carros eletrificados vendidos. Isso representa um extraordinário aumento de 21% em relação ao mês de setembro.

Na comparação com o mesmo período do ano passado (9.537), houve um crescimento de 68%.

Esses dados constam no 1º Anuário da Cadeia Produtiva da Eletromobilidade da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE)
Esses resultados do levantamento mostram o quanto o mercado de eletrificados no país se encontra em franca expansão e desenvolvimento.

O que mais impressiona é que o Brasil vendeu em 2024 mais carros eletrificados em 10 meses do que em 10 anos

O meio ambiente também agradece.

O principal diferencial do carro elétrico é a utilização de uma matriz energética mais limpa para fazer o motor girar. Em comparação ao motor a combustão, o de propulsão elétrica reduz em até 30% a geração de CO₂. Ou seja, um importante impulsionamento à descarbonização.

Tudo isso está em plena expansão

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A cruel realidade de estudantes de medicina brasileiros na Argentina de Milei

De qual Milei estamos falando, o da inacreditável propaganda do Bradesco nas redes sociais em que a Argentina de Milei é vendida como o país de Alice, ou do dramático relato de estudantes brasileiros de medicina que estão cortando um dobrado?

A estranhíssima propaganda institucional do Bradesco, relatando que a Argentina de Milei está vendendo saúde econômica, bate de frente com a dos estudantes brasileiros que relatam uma Argentina como uma central de redemoinho que está jogando a economia numa espiral inflacionária pro dia a dia dos argentinos.

Estudantes relatam cortes no orçamento, faltas às aulas e, em alguns casos, transferências para universidades de outros países
Aluguéis, energia, transporte e até alimentos se tornaram luxos para muitos, como relatam os estudantes ouvidos pelo Terra.

Gustavo Dourado, de 26 anos, foi um dos alunos de medicina que viveu o impacto direto da alta dos preços na Argentina. Ele morava em Buenos Aires e estudava na Fundación Héctor Alejandro Barceló, onde conta que a mensalidade, que antes custava entre R$ 800 e R$ 1.000, subiu para mais de R$ 2.000. Além disso, o aluguel de seu apartamento dobrou, passando de R$ 1.500 para mais de R$ 3.000.

Mas a hecatombe Milei é ainda mais séria.

Os aluguéis de imóveis de um a três quartos na Argentina registraram aumentos que variaram entre 285% e 309% ao longo de 2023, de acordo com dados do Centro de Estudos Scalabrini Ortiz, um grupo de economistas independentes.

Com todo esse aumento no custo de vida, automaticamente, eu não tinha condição financeira de ficar na Argentina”, relata Gustavo. Diante disso, o jovem começou a pesquisar alternativas e decidiu se transferir para o Paraguai, motivado por recomendações de amigos. Hoje, ele estuda na Universidade Central do Paraguai (UCP)

Renan Leigue, 27, estuda na Universidad de Buenos Aires (UBA), uma instituição pública, e por isso não enfrenta reajustes de mensalidades. Ainda assim, ele lida com desafios econômicos na Argentina, especialmente nas despesas diárias, como alimentação, transporte e lazer.

O valor de tudo aumentou, desde verduras até itens industrializados no supermercado”, explica. Para reduzir gastos, Renan adaptou sua dieta, substituindo carne vermelha por proteína de soja, e optou por utilizar as bicicletas públicas em vez de transporte público, que teve reajustes frequentes.

Também estudante de medicina na Universidad de Buenos Aires (UBA), Lauana Laressa, de 27 anos, descreve a situação enfrentada pelos estudantes brasileiros na Argentina como uma constante crise econômica. “Quando estava o ex-presidente Alberto Fernández, as coisas não estavam tão caras como estão agora. Assim, o país sempre esteve em crise. Nunca teve uma fase que você fala: nossa, a Argentina é maravilhosa de viver, mas agora piorou”, afirmou.

Você podia se dar o luxo de sair, ir numa cafeteria, num restaurante, mesmo sendo estudante. Mas o impacto foi gigantesco agora, tanto econômico quanto social, com o aumento da xenofobia e do preconceito”, acrescentou.

Segundo Lauana, o aumento no custo de vida atingiu todas as áreas, desde alimentação até serviços básicos. “Minha sorte foi ter alugado o apartamento antes da virada presidencial, mas mesmo assim o valor do condomínio e da energia subiu muito. Eu pagava R$ 50 de energia e passei a pagar R$ 400. O condomínio foi de R$ 200 para R$ 700. E olha que meu apartamento é pequeno, como uma kitnet”, disse.

Ela destacou que muitos estudantes brasileiros enfrentam dificuldades para trabalhar devido aos baixos salários. “Nas férias tentei trabalhar cuidando de idosos, mas pagavam pouco por hora e não cobria nem o almoço, porque um hambúrguer e uma Coca-Cola custam mais de R$ 60”, afirmou.

A estudante também apontou que os custos com transporte e alimentação aumentaram, afetando a frequência nas aulas. “Faço faculdade pública, a UBA, e comecei a faltar em aulas teóricas para economizar. O transporte público subiu muito. Eu gastava cerca de 200 pesos e agora está em 460, e isso pesa no orçamento. Além disso, é impossível comprar comida na faculdade. Um café ou um pão com presunto e queijo virou luxo. Este ano não consegui pagar os cursinhos, mesmo meu pai tendo aumentado minha mesada em R$ 1500”, relatou.

Segundo a jovem, seu estilo de vida mudou completamente nos últimos meses. “Eu já deixei de ir na igreja ou sair com amigos porque não podia pagar um café. Isso nunca tinha acontecido comigo antes. A crise afeta a todos, mas para os argentinos de fora da capital está ainda pior”, afirmou.

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Qual será o futuro de Lira?

Sem o comando da câmara dos deputados e com a PF e Dino em seu calcanhar, Lira está longe de parecer aquele baiacu inflado de vaidade e arrogância.

Vai ficar só no sapatinho pra não fazer ondinha?
Sim e não.

Vai dar passos mais curtos como um urubu malandro e dançar conforme a música, não com a música que ele escolhia nesses anos de “todo poderoso” do parlamento.

Suas tramas diabólicas pra perseguir desafetos como Glauber Braga, também ficaram buraquentas.

Mas a câmara ainda ficará enfestada de aliados de Lira, mas ele sem o poder que tinha, sofreu, senão, uma sarcopenia severa, perdeu muita massa muscular anabolizada pela chefia da casa.

Na verdade, Lira agora volta a função de espalha farinha, mas a massa do pão não será feita pelas suas mãos. Isso muda muita coisa.

Isso está assustando o sujeito.

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Sabotadores e especuladores se dizem preocupados com a possível harmonia entre governo Lula e Banco Central

Pelo jeito, essa mudança de comando do BC tirou o sossego dos vampiros da nação.

Com a saída do bolsonarista e sabotador Campos Neto, do Banco Central, Gabriel Galípolo, assumirá o comando da autarquia na quarta-feira.

Com medo dos deslocamentos das placas tectônicas que podem beneficiar a nossa economia, os abutres do mercado, prometem marcação homem e homem na relação entre Planalto e BC.
Segundo os sangue sugas, há uma série de dúvidas na relação de Lula com Galípolo.

O interessante que isso mostra como Campos Neto, indicado por Bolsonaro, operou contra o governo prejudicando o país e a sociedade brasileira.

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Nem no sarcófago da direita tem alguma múmia para enfrentar Lula em 2026. Daí o desespero dos sheiks tropicais.

Depois de Temer e Bolsonaro, a direita afundou no próprio brejo.
Não há nome que arraste o combo de fascistas que ainda existe no país.

Só os diabos menores.

Isso está longe de arrebatar aquela fauna inteira que surpreendeu o pais. Pro mal, lógico.

A direita está cada dia mais murcha, varada e de cabeça pendida.
Não há nomes, não há nada. Ninguém para montar na garupa dos reacionários. Por isso, a direita não consegue produzir nada além das velhas picuinhas brejeiras.

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Mercado usa mulas sem cabeças e, no escuro das tocas, faz suas molecagens especulativas para criar pânico econômico no país..

O mundo do mercado, é como a rotação da terra que produz a noite. A noite produz o medo. O medo gera o sobrenatural.

Essas divindades que gente das XPs da vida chamam de “analistas”, sem dizer quem são, na verdade são demônios que tem origem comum nas trevas.

Mas quem é essa gente que arrasta consigo o mal contra o país?
São agiotas, rentistas, especuladores e numa fulgurante apoteose, os banqueiros.

Pior, usam a velha maldade da “previsão” que na imensa maioria dos casos só produz pesadelos e depois que nada fecha com a realidade, desaparecem como fantasmas nas primeiras horas do dia e vão pastar mansamente.

Todo o grande espetáculo que essa fauna inteira de sabotadores fabricaram na grande mídia ou nas mídias das próprias agencias de investimentos, contra o governo Lula, deu em nada, deu errado.

Venderam uma economia aprisionada em poças de lama, e o que se viu na realidade, é que a economia brasileira em 2024, produziu resultados extraordinários, no PIB, no desemprego, na queda da inflação e no equilíbrio fiscal, recorde de vendas, etc etc O oposto do que foi anunciado por essa corja de morcegos da nação.

Ainda assim, os sovacões das grotas hoje, estão anunciando novas hecatombes econômicas pra 2025, numa especie de funeral do Brasil.

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“Orçamento secreto 2.0” visa devolver a extrema direita ao poder em 2026, alerta Glauber Braga

Deputado defende “total apoio” ao ministro Flávio Dino, do STF, no.

A recente decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino de suspender a liberação de emendas parlamentares por falta de transparência ganhou destaque nas análises políticas e provocou reações no Congresso Nacional. Em entrevista à TV 247 nesta segunda-feira (30), o deputado federal Glauber Braga (Psol-RJ) descreveu as práticas de liberação dessas emendas como um esquema que busca “capturar o orçamento público” e que, segundo ele, visa fortalecer o Centrão e a extrema direita para as eleições de 2026.

Falta de transparência e poder concentrado – O parlamentar defendeu que nenhuma emenda seja liberada sem atender aos requisitos de transparência, destacando a importância das decisões do ministro Flávio Dino. “Minha posição é de que nenhuma emenda seja liberada se não cumprir os requisitos de transparência”, afirmou Braga. Segundo ele, o bloqueio e as exigências de informações são passos necessários para frear os abusos.

O deputado criticou a concentração de poder nas mãos do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). “Presidente da Câmara autoritário não é novidade, mas com controle orçamentário de bilhões de reais e manipulando sua execução como faz Arthur Lira, não há precedente histórico. Isso tem que ser enfrentado agora”, afirmou.

A relação entre emendas e projetos de poder – Braga destacou ainda a relação direta entre a liberação de emendas e os resultados eleitorais, principalmente nas eleições municipais. Segundo ele, o esquema tem servido para alavancar candidaturas alinhadas ao Centrão e à extrema direita, com vistas às eleições gerais de 2026. “O Centrão, a extrema direita e a direita estão utilizando o orçamento público para dar manutenção aos seus projetos de poder. É exatamente esse esquema que eles tentam viabilizar para eleger parlamentares deste grupo e, por que não dizer, voltar a eleger um presidente de extrema direita”, declarou.

A decisão de Dino, que suspendeu a liberação de emendas que não haviam sido empenhadas até 23 de dezembro e flexibilizou o prazo para emendas da área de saúde, foi vista pelo deputado como um movimento essencial para expor o esquema. “Alguma decisão é melhor do que nenhuma. Isso dá uma demonstração para a Câmara, especialmente para o presidente Arthur Lira, de que ele não pode fazer o que quer, passando por cima das decisões do Supremo”, disse.

O peso político das emendas – Braga também chamou atenção para a desproporção entre o orçamento disponível para o Executivo investir em projetos estratégicos e os recursos alocados às emendas parlamentares, sem transparência. “O governo tem aproximadamente R$ 200 bilhões livres por ano para novos projetos. Já as emendas, que são controladas pela Câmara, representam cerca de R$ 50 bilhões. É inadmissível que um deputado tenha mais recursos à disposição do que um ministério inteiro”, criticou.

O parlamentar reforçou que o enfrentamento ao atual sistema de distribuição de emendas deve ser imediato. “Não dá para, depois, chorar o leite derramado. É preciso agir agora para impedir que o orçamento público continue sendo manipulado para fins eleitorais e autoritários”, concluiu.

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Economia

Banco Central é autônomo do Executivo, não da Constituição econômica, diz representante da banca que acionou o STF

Ao GGN, advogada explica ação no STF para fazer Copom considerar interesses econômicos da sociedade na definição da Selic; assista

O Banco Central é uma instituição autônoma dos interesses políticos do Poder Executivo, mas não é autônomo em relação à Constituição econômica, porque é um órgão de Estado e, como tal, deve obediência aos parâmetros constitucionais. Nesse sentido é que deve observar também os objetivos fundamentais da República brasileira, inclusive, o da redução da desigualdade e da erradicação da pobreza. Esses valores devem ser considerados na definição da taxa básica de juros (Selic) pelo Copom (Comitê de Política Monetária).

O entendimento acima é o ponto central da ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceitos Fundamentais) apresentada pelo partido PDT ao Supremo Tribunal Federal. Representante da banca que assina a ação – Walber Agra -, a advogado Nara Cysneiro falou com exclusividade ao GGN sobre a iniciativa que visa promover um debate institucional que reconheça a omissão do Banco Central em definir parâmetros transparentes e mais plurais do que apenas observar as expectativas do mercado financeiro na definição da Selic pelo Copom.

“Nosso propósito não é que o Judiciário se substitua à autoridade monetária. Nosso propósito é que o Judiciário promova o estabelecimento de critérios objetivos para que as decisões do Copom atendem à Constituição econômica. Não queremos que o STF passe a fixar a Selic. O que queremos é que o STF determine ao Banco Central que considere valores como, por exemplo, a manutenção de postos de trabalho como [valores] relevantes para a tomada de decisão”, disse Nara Cysneiro em entrevista ao jornalista Luis Nassif, na noite de quinta (26).

“Não tiramos nada disso da cartola, isso é parâmetro constitucional para qualquer órgão público. O Banco Central é autônomo do Poder Executivo, mas não é autônomo em relação à sociedade brasileira e à Constituição Federal. Ele ainda é órgão de Estado e, portanto, deve obediência às regras constitucionais“, acrescentou.

“O Boletim Focus reflete a expectativa de um mercado específico: ele representa a expectativa do mercado financeirizado, especulativo. Mas no plano mercadológico há ainda o mercado produtivo – indústria, comércio e setores produtivos – que sofrem com o aumento da taxa Selic. Quando falamos em parametrização dessa decisão, é claro que admitimos que tem de se levar em conta o mercado financeiro, que financia muitas atividades. Mas também é preciso levar em conta a expectativa de outros mercados econômicos brasileiros. Estamos falando de ‘retirar a exclusividade de expectativa’ e ampliar a margem de discussão sobre o quanto essa taxa deveria favorecer os objetivos que a Constituição”, defendeu Nara Cysneiro.

Na visão da representante da banca Walber Agra, “no processo de fixação da taxa básica de juros, é preciso que se considere – para além das expectativas do mercado financeiro – outras expectativas que estão no parâmetro constitucional. Estamos falando de estabilidade de postos de trabalho, de desenvolvimento industrial nacional;

*GGN