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Moro, ambição demais e inteligência de menos

Com a mão na consciência e sem medo de errar, afirmo fortemente que Moro é mais tosco e mais burro que Bolsonaro.

Não foi sem motivos que virou herói da elite brasileira de conteúdo intelectual  igual ao do ex-xerife de Curitiba.

Sergio Moro é de um primarismo capaz de produzir um número inimaginável de patacoadas, como aquela icônica em que disse a Pedro Bial que gostava de ler biografias e, quando perguntado quais ele havia lido, não sabia, então, Bial perguntou qual a última que ele leu, Moro entupiu de vez a válvula mental e teve que assumir que é um mentiroso ao dizer que não lembrava.

Ou seja, o conteúdo do sujeito é zero. É possível que a única pessoa a aprender jogar xadrez com ele seja Vera Magalhães, porque esse aí sequer sabe jogar dominó ou dama.

Mas é exatamente essa burrice invejável de Moro, que libera suas mais fantasiosas ambições, sendo a pior delas aquela infâmia de prender Lula sem cisco de prova de crime para tornar Bolsonaro presidente, ele superministro e, evidentemente, começar sua carreira política de cima para baixo.

Sim, na campanha em que Moro começou candidato à presidência, alguém concluiu por ele que faltava-lhe ao menos uma direção para apontar o seu nariz e sair chutando suas palermices.

Possivelmente, o raciocínio de Moro, se é que ele raciocina alguma coisa, é tentar bancar o peixe piloto para viver das sobras de Lula e utilizar sua oposição ao presidente como cartão de apresentação de sua candidatura em 2026.

Assim, o passaporte para a política que Moro ganhou de mão beijada por conta da revelada farsa da Lava Jato já flopou antes mesmo de nascer.

Mas ele acredita piamente que, quanto mais se pronunciar contra Lula, mais se promoverá e mais chances de se colocar no páreo para a cadeira da presidência, conseguirá.

O único problema que Moro carrega para tanta ambição, são suas resenhas de ataque a Lula sobre assuntos que não interessam a ninguém, tamanho infantilismo dos seus protestos contra Lula na guerra em que seu oponente sequer lembra que ele existe, tal a insignificância do jeca curitibano.

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Fã de carteirinha dos juros altos do BC, Vera Magalhães convida Campos Neto para o Roda Viva

Vera Magalhães, aquela que, em 2021, disse que Lula não era player para ser entrevistado no Roda Viva por se tratar de um espantalho político.

Pois bem, a moça, que defende com unhas e dentes, a manutenção da maior taxa de juros no planeta, via BC, quer saber mais sobre essa especiaria de Roberto Campos Neto, neto do inventor da jabuticaba “correção monetária”, que, na era da ditadura, mergulhou o país na hiperinflação que, por sua vez, demorou quase uma década para ser extirpada da vida dos brasileiros.

Ou seja, solução inteligente está no sangue dos Campos.

Roberto Campos Neto tem apenas uma grande deficiência, a falta de originalidade e, como todo e qualquer tecnocrata, cria circunstâncias que arrebenta com a vida dos mais pobres, o que significa a maioria do povo brasileiro, justificando que o remédio é amargo, mas é para o bem dos pobres.

Está aí a questão central da queda de braço de Campos com Lula. Se o nome de Lula ganhou o mundo por ter tirado aproximadamente 40 milhões de brasileiros da miséria, a política econômica do governo Bolsonaro, tocada pela dupla de ataque, Guedes e Campos, devolveu 33 milhões de brasileiros ao mesmo mapa da fome, deixando mais da metade da população em estado de insegurança alimentar.

Mas Vera Magalhães, a mesma apaixonada pelo “enxadrista Sergio Moro”, parece que também reserva o mesmo carinho com o netinho de Roberto Campos e, por isso, usará o Roda Viva como advogado do presidente do BC, que insiste em manter as taxas de juros mais pornográficas do planeta, naturalmente sabotando a política econômica do governo Lula.

Detalhe, a entusiasmadíssima com os juros lá na casa do Guedes, Dora Kramer já avisou no twitter que não perderá o Roda Viva de segunda-feira de forma nenhuma. Ou seja, tiete de banqueiro é tiete de banqueiro.

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Lula leva a debate público as taxas de juros; e mídia de banco reage mal

A mídia, não tendo solução sobre o enigma do Brasil ter as maiores taxas de juros do planeta, o que faz a felicidade e a prosperidade de banqueiros e rentistas, enquanto 33 milhões de brasileiros estão na miséria. O subemprego não tem graça comentar, além de uma economia aos cacos.

Ora, todos sabem que o controlador do Banco Central independente é o sistema financeiro, ou seja, uma democracia de mercado, os bonecos dos banqueiros e rentistas na mídia passam o dia inteiro atacando Lula pelo simples fato de ele colocar milhões de brasileiros para debater a questão dos juros nesse país.

Lógico que, para o bem comum e não de grupos financeiros, Lula busca a forma mais democrática para lidar com a questão, adicionando combustível, não economizando críticas aos juros altos do Banco Central, para que a sociedade debata, e ela está debatendo, para que o custo da produção do país seja lubrificado por um financiamento de custos bem mais baixos.

Lula tem coragem suficiente para peitar a ditadura financeirista e colocar em xeque as verdades absolutas ditas na mídia por velhos tecnocratas neoliberais que, antes, ninguém se animava a desmentir.

A solução do problema é essa mesmo que Lula está promovendo para que a economia enxergue outros horizontes, com a utilização do financiamento da produção com custos exatos que realmente some, ponderando a própria fragilidade econômica e social em que o país se encontra.

O que Lula quer é que Campos Neto, presidente do Banco Central, ajeite de alguma forma essa equação e não se comporte como uma múmia bolsonarista como um dos fósseis que a cegueira ultra liberal de Paulo Guedes meteu na goela do povo brasileiro.

O dinheiro para financiamento da produção é para dar musculatura às empresas e não sugar-lhes toda a energia e eficiência com juros pornográficos que, diante do resto do mundo, soa como cadafalso a produção e desenvolvimento do Brasil.

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Opinião

Ao contrário do que diz a Folha, Lula não está isolado, o povo está com ele

Se Bolsonaro, frouxo como é, não teve coragem de, em nome do bem público, defender as necessidades do povo contra banqueiros e rentistas, os interesses desses grupos financeiros, aqui por diante, com Lula, enfrentarão uma guerra de um governo forte que tem com ele, literalmente, a força do povo.

Ao contrário do que diz a Folha de São Paulo, Lula não está isolado, porque, segundo ela, o Congresso não prevê alterar a autonomia do Banco Central. Se o Congresso pretende agir assim, azar o dele.

As críticas feitas pelo presidente Lula à maior taxa de juros do planeta, são acompanhadas até por quem não votou nele.

Pouco importa se Pacheco e Lira descartem a mudança de regras que prevê o Banco Central independente, o mesmo banco tocado por um sujeito que simplesmente fraudou o fluxo de caixa em R$ 12 bilhões para ajudar Bolsonaro na eleição.

Pouco importa o que a Folha diz para atacar Lula em defesa dos muito ricos, dos barões do sistema financeiro. No Brasil, o tamanho da fila do osso está umbilicalmente associado ao tamanho das taxas de juros do Banco Central e, consequentemente, à farra dos banqueiros que cobram juros reais de crédito que chegam a 1000% ao ano.

Essa é uma das piores formas de ditadura, pois, como sabemos, produz uma prosperidade às avessas em que 33 milhões de brasileiros vivem na mais absoluta miséria, enquanto mais da metade da população vive insegurança alimentar.

Do outro lado, o dos ricos, é só felicidade com recordes e mais recordes de lucros extraídos dos pobres diabos que se sujeitam ao precipício financeiro quando enfrentam as taxas de juros mais imorais do mundo.

Mas os bonecos do mercado na mídia atacam quem? Lula, porque não podem atacar o alvo real, o povo.

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Opinião

Para que o Banco Central independente? Para o povo é que não é

O que é e para o que serve o Banco Central independente? Certamente não é para melhorar a vida do povo.

Para todo lado que se olha, enxerga-se a ditadura dos banqueiros que operam em causa própria. É essa a única verdade.

Ninguém, na mídia, atreve-se a dizer que o Banco Central, sob o controle do governo Lula, em seus dois mandatos anteriores, tirou 40 milhões da miséria, pagou o FMI, reduziu significativamente a dívida pública e o Brasil ficou entre as economias mais fortes do mundo, além com a 6ª potência economia do mundo. E mais, Lula e Dilma,  deixaram uma reserva de U$ 380 bilhões, coisa que o Brasil jamais havia experimentado. Simples assim.

Do outro lado, com Temer e Bolsonaro, com o Banco Central independente, o Brasil assiste à tragédia econômica e social instalada, a dívida pública disparou, não se aumentou um níquel sequer das reservas internacionais, ao contrário, Bolsonaro queimou um valor ainda desconhecido, mas certamente não foi pouco, devolveu 33 milhões de brasileiros ao mapa da forme, fato inédito na história de países que conseguiram erradicar a miséria.

Soma-se a isso o desmonte pelo governo Bolsonaro das políticas sociais implementadas por Lula que, além de melhorar, e muito, a vida dos mais pobres, transformou as classes C, D, e E no 14º balcão de negócios do mundo.

A pergunta inevitável, serve a quem o Banco Central independente? Ao Brasil e aos brasileiros é que não é.

E quem defende essa verdade absoluta neoliberal, não sabe por que defende, simplesmente porque essa verdade não existe.

Já para os bancos e rentistas, estes bateram recorde de lucro enquanto o povo estava na fila do osso.

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Economia

Banco Central, independente de quem?

Ora, não é segredo para ninguém que Roberto Campos Netto se informa com banqueiros sobre o humor do mercado. Isso foi dito pelo banqueiro André Esteves em uma palestra.

Agora mesmo, com o Banco Central independente a partir de Temer e, depois, Bolsonaro, gerou mais riqueza ao país? Não. Gerou prosperidade para os ricos nutridos por juros que produziram a miséria de 33 milhões de brasileiros.

Para quem construiu impérios, certamente, os feitos do BC independente fizeram história. Mas para a imensa maior parte da população não há nada a se reconhecer de melhoria com essa independência, tão propalada pela mídia.

Na verdade, o que vimos foram dois governos se solidarizando com os ricos, fazendo caridade com o dinheiro dos pobres.

Então, embora a revelação de que Campos Netto integra um grupo de Whatsapp de ministros de Bolsonaro e, portanto, pode estar sabotando o governo federal, mantendo a maior taxa de juros real do mundo, o que deixa Lula profundamente irritado, segundo a mídia, não é, nem nunca foi novidade para ninguém.

Na realidade, no entendimento dos neoliberais, a responsabilidade da economia brasileira tem que estar nas mãos não de quem toca o país, mas dos banqueiros para imporem taxas de juros que, na vida real, cobram até 1000% ao ano.

Afirmação que pode perfeitamente ser aferida por qualquer um fazendo, online, uma simulação de empréstimo no seu banco.

Ou seja, o BC independente não tem qualquer responsabilidade com a sociedade brasileira, não trouxe nenhum benefício ao país ou aos brasileiros.

Lula não apenas tem que endurecer o discurso contra o presidente do Banco Central, que tudo indica, ajuda a colocar o Brasil na rota de recessão, como tem que devolver o controle ao governo eleito com mais de 60 milhões de votos.

Isso é para ontem, evitando assim que esse BC independente continue causando hecatombe na economia brasileira e ajudando a produzir ainda mais miséria, redução de investimento e emprego.

Sabotagem, em última análise, é ter o BC independente das necessidades do povo brasileiro.

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Opinião

Para quem não lembra, Marcos do Val é aquele gaiato que empregou a namorada no senado com salário de R$ 18 mil

Esse mais recente personagem da vida brasileira parece ter sido extraído de um romance policial.

E não pense que isso, para ele, é desvantagem, ao contrário, jorram jocosidades na vida do Odorico Paraguaçu capixaba, porque, para o sujeito, não existe fronteira para chegar ao ridículo, contanto que o negócio político traga resultados maravilhosos para ele e os seus.

É natural que, depois de produzir um barulho com o seu buraco n’água, que pode lhe custar a cassação e a cadeia, as pessoas acabam por redescobrir o que a história já registrou sobre essa peça.

Para Marcos do Val, o Senado é um poço de petróleo onde jorram oportunidades para qualquer mortal, a começar pelo histórico do senador capixaba que, além de empregar no Senado a namorada com um salário de R$ 18 mil, levou-a para dar um rolé nos EUA, gastando a bagatela de R$ 50 mil de dinheiro público.

O que é isso diante de alguém que abocanhou, via orçamento secreto, segundo o próprio, a bolada de R$ 50 milhões? Mesmo se tratando de um clássico, digamos, pouco nobre senador, para quem foi para o Senado apoiando Sergio Moro para “combater a corrupção”, os derivados de sua empreitada estão longe de serem republicanos.

O fato é que essa cavalgadura que, a serviço de Bolsonaro, pregou uma mentira nacional, é o mesmo que confessa o emprego da namorada, sua viagem com ela aos EUA e o negócio do orçamento secreto em que recebeu essa montanha de dinheiro.

Mas na raiz do seu calcanhar existem outras entidades do mesmo ser, que se diz instrutor da Swat, com direito a desenho rasgando a camisa para mostra logomarca da sigla norte-americana e self mostrando que, de gorducho, virou um senador marombado. Tudo isso em troca de benefícios do governo Bolsonaro. O sujeito ainda, no auge da pandemia, fez parte da criminosa comissão da cloroquina, liderada pelo apatetado e risonho, Carlos Wizard, atualmente dono da rede de lojas Mundo Verde.

Como, ao contrário de do Val que, num único dia, contou mais de seis versões de sua xaropada golpista, falamos, mas provamos.

Confira

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Depois de uma frase fascista com ameaça a Lula, Wallace diz que não é fascista

Os fascistas do futuro chamarão a si mesmos de antifascistas.

Essa frase de um desconhecido é a própria cara do bolsonarismo, que vende uma ingenuidade caricatural quando confrontado com uma reação contrária de muita repercussão.

Foi exatamente assim que agiu o jogador de vôlei, Wallace de Souza, que quis sublinhar que era contra a sua própria frase, enquete, publicada um dia antes.

Na verdade, a fuga pela tangente de Wallace o aproxima ainda mais de sua matriz filosófica, que é a de Bolsonaro, de Olavo de Carvalho e, consequentemente, da milícia.

O jogador disse que a frase foi infeliz, mas que jamais colocaria algo assim em prática, quando sugere dar um tiro na cara do presidente Lula, dizendo que nunca faria isso com ninguém, muito menos contra o presidente. Segundo ele, foi isso que o esporte lhe ensinou, pena que ele aprendeu.

Esse fato ocorreu no mesmo dia em que Regina Duarte tratou as crianças yanomamis,  como “essa gente”, frase que certamente assombraria até Hitler e Mussolini.

Mas é nessa paisagem e nesse ambiente que vive o bolsonarismo, que pode ser chamado de fascismo tropical.

No caso de Regina Duarte, sequer se deu ao trabalho de buscar um malabarismo engenhoso para tentar se redimir da perversidade diante de um  ódio armazenado nas figuras sem alma que não aceitam a democracia a partir de uma  simples derrota eleitoral.

Nisso, não há nada de novo, pois é da natureza do fascismo que expoentes dessa doutrina demoníaca adquiram formas monstruosas para impor sua amargura como numa incontinência verborrágica. Porque a ideia central do fascismo é essa mesmo, o ódio ao invés do argumento; a praga no lugar do esclarecimento; e a fuga covarde da própria luz.

Wallace e Regina Duarte têm no ódio ativo a resultante da materialização do que existe de pior nos instintos selvagens de alguns seres humanos.

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Rogerio Marinho não existe, o que existe é o gabinete do ódio tentando sequestrar o Senado para manter acesa a chama do fascismo

É muita inocência achar que Rogério Marinho representa a rivalidade entre direita e esquerda. Não.

Senador que faz campanha ou vota em Rogério Marinho para a presidência do Senado, sabe que está votando em Bolsonaro. Pior, sabe que está votando a favor do genocídio Yanomami.

Não é sem motivos que os deputados e senadores bolsonaristas estão gastando todas as suas energias nesse que seria o monumento do neofascismo em pleno Senado Federal.

Na verdade, Bolsonaro, lá do seu autoexílio, em fuga para não ser preso, tenta fazer brotar aqui em terras brasileiras os mais apodrecidos valores humanos através do seu cão de guarda na presidência do Senado.

Ou seja, Marinho é a materialização de Bolsonaro que promove uma ofensiva contra Pacheco com armamento pesado. E assim o faz em busca por solução para que o fascismo brasileiro não morra de inanição e, consequentemente, Bolsonaro ou qualquer um dos seus perdem completamente a condição fundamental para manter em riste a chama do fascismo.

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E se o general virou a tia do zap?

De sua fuga do Brasil pelos crimes que cometeu e com medo de ser preso, Carlos Bolsonaro parece tentar reprocessar a mesma composição do gabinete do ódio a partir dos EUA.

Ou seja, os criminosos, até por segurança e autoproteção, seguirão utilizando as mesmas técnicas de manipulação derivadas da cartilha de Steve Bannon, com uma adaptação olavista, como se viu nesses quatro anos.

Lógico, tudo em nome da liberdade de expressão, liberdade esta que, de tão ampla, faz campanha de incitação terrorista contra a democracia e, consequentemente, contra à liberdade de expressão.

Nada mais nonsense. Até as lendas do Saci Pererê, Curupira e Mula sem Cabeça têm mais sentido do que as estapafúrdias fake news produzidas por essa indústria da manipulação que, tudo indica, seguirá firme caso não haja ação  concreta que dê fim a esse terrorismo digital, que atua, sobretudo no Whatsapp.

O Brasil tem que combater manipuladores digitais, do contrário, o país amargará consequências promovidas pelas técnicas de manipulação que, em todos os campos na vida nacional, provocará uma total inversão de valores capaz de produzir catástrofes familiares, religiosas, institucionais de consequências inimagináveis.

Quando se vê um general reproduzindo fake news do clã Bolsonaro, tem que ficar de orelha em pé, principalmente se esse general não for parte da cúpula palaciana tão criminosa quanto Bolsonaro, seja do ponto de vista da pandemia, que levou a óbito 700 mil brasileiros, por culpa do então mandatário, seja do genocídio do povo Yanomami.

O problema é que o general não é a tia do zap e, portanto, não pode se comportar como, pois assim um comandante como esse se mostra tão suscetível a mentiras funestas, tendo a responsabilidade de guardar as fronteiras brasileiras, deixará o país em total desamparo, bastando, para tanto, que o inimigo externo utilize as mesmas técnicas do clã Bolsonaro para manipulação política.

Sim, isso é possível ocorrer numa escala extremamente delicada para o país.

Então, fica a pergunta, o que de fato pode ser feito para que Carlos Bolsonaro e o pai, fugitivos da justiça, sejam impedidos de seguir manipulando e ampliando seu raio de ação, na tentativa de fazer do Brasil um país de zumbis lobotizados por essas técnicas?

Esse assunto é muito mais sério do que a galhofa que a tia do zap provoca na esquerda.

É bom buscar uma solução concreta para que as armas, que estão nas mãos da segurança pública, não se voltem contra a própria, causando uma hecatombe humana e institucional.

Uma coisa é clara, a vulnerabilidade mental de boa parte dos brasileiros ficou explícita quando se mostrou refém desse ardiloso sistema criado por Steve Bannon, adotado pela milícia bolsonarista.

Lembrem-se, teoria da conspiração não tem que provar nada, por mais fantasiosa e absurda que seja, ela passou a ser um mero instrumento de fé e já fez estragos de monta universal.

Vide invasão do Capitólio, Estado Islâmico e o terrorismo do último dia 8 em Brasília.

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