Categorias
Política

E Se Zambelli contar o que sabe numa delação premiada?

Não há informações recentes e ou confiáveis ​​de que a deputada Carla Zambelli (PL-SP) tenha feito ou esteja negociando uma delação premiada.

As notícias atuais, de maio de 2025, tratam da sua unânime condenação no STF a 10 anos de prisão, perda do mandato e pagamento de R$ 2 milhões em indenização, junto com o hacker Walter Delgatti, por envolvimento na invasão de sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Ainda não há menção a uma delação premiada nesse contexto. Mas os ventos podem mudar ao sabor de seus interesses.

Se, hipoteticamente, Zambelli optasse por uma delação premiada, quem poderia ficar preocupado dependeria do conteúdo das informações que ela possa oferecer.

Com base no caso, os seguintes pontos são relevantes, principalmente de figuras políticas próximas:

Zambelli é uma aliada histórica de Jair Bolsonaro e setores do bolsonarismo.

Caso uma delação envolva informações sobre outros políticos ou líderes do PL, como o próprio Bolsonaro, deputados ou senadores alinhados, esses poderiam ser diretamente implicados.

Em 2023, Delgatti, em depoimento à Polícia Federal, afirmou que Zambelli pagou R$ 40 mil pela invasão ao sistema do Judiciário, o que sugere que ela poderia ter informações sobre financiadores ou outros envolvidos.

Se Zambelli revelou detalhes sobre quem financiou ou incentivou ações como a invasão do CNJ, pessoas ou grupos que apoiaram logisticamente ou financeiramente poderiam ser alvos de investigação.

Outros investigados em casos correlatos

O caso de Zambelli está ligado a Walter Delgatti, que já apresenta em depoimentos possíveis conexões com outras figuras políticas.

Uma delação dela poderia ampliar o escopo de investigações, atingindo redes de apoio ou outros esquemas semelhantes.

Vale notar que, em 2023, houve especulações sobre Delgatti negociando uma delação premiada que poderia comprometer Zambelli e até Bolsonaro, mas não há evidências de que isso tenha avançado para envolver Zambelli diretamente como delatora.

Além disso, as postagens nas redes sociais, mencionam as reportagens sobre Zambelli com base em uma delação de Delgatti.

Se Zambelli, para livrar a sua cara, fizer uma delação, aliados políticos próximos, como membros do PL ou do círculo bolsonarista, além de possíveis financiadores ou colaboradores em ações ilícitas, serão os mais expostos.

No entanto, tudo dependeria da qualidade e do alcance das informações que ela pudesse oferecer. Bala na agulha contra o clã ela tem de sobra.

A questão é disposição e decisão de Zambelli para tal empreitada.
Seria uma nova bomba tipo Mauro Cid contra Bolsonaro e os seus.

Saber, com certeza, ela sabe demais.

Categorias
Política

O Brasil descobre que a direita golpista é composta por gente doente; depois de Bolsonaro, Zambelli é a nova paciente

Carla Zambelli, que trabalhou duro pelo golpe do dia 8 de Janeiro, mas foi condenada, até então, por outros crimes, segundo a mesma, já arrumou, sabe-se lá como, um porrilhão de atestados de saúde avalizando essa tramoia “médica” a lá Bolsonaro.

A ilustre deputada, Carla Zambelli (PL-SP), em sua defesa, enumerou diversos problemas de saúde.

Ela apresentou como argumento, condições de saúde precárias, afirmando, assim como Bolsonaro, que seus médicos atestam que ela “não sobreviveria à cadeia”.

O problema é que essas declarações vieram à tona só após sua condenação a 10 anos de prisão por invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e falsidade ideológica, além de outra pena de 5 anos e 3 meses por porte ilegal de arma e constrangimento ilegal.

A deputada Carla Zambelli, no entanto, não apresentou detalhes públicos específicos ou documentos médico,s amplamente divulgados, que confirmem sua alegação, já que informações de saúde são protegidas por sigilo.

A estratégia de citar problemas de saúde é comum em casos judiciais para pleitear medidas alternativas, como prisão domiciliar, mas depende de avaliação judicial e pericial isônoma.

Detalhe: ao contrário de Bolsonaro, Carla Zambelli recebe apoio tímido de ex-aliados bolsonaristas após condenação pelo STF.

Categorias
Política

Nikolas Ferreira, o novo bibelô da mídia reacionária

A mídia escolher Nikolas Ferreira como uma figura de destaque, é uma estratégia enganosa para atrair a atenção, já que ele é uma figura performática, mesmo inútil ao país, conhecida por declarações totalmente mentirosas e alinhadas à pautas conservadoras.

Nikolas é um mentiroso sem pudor.

Isso não é uma crítica, mas uma constatação que não carece de exemplos específicos para ser avaliada como conclusão.

O seu caráter se mede por sua envergadura moral, que é nenhuma.

Não é esse o problema da mídia nativa também?

Então, está tudo em casa, embalado e carimbado pelos mesmos interesses que defendem Nikolas e mídia.

Nikolas, como político é um nulo

É muito ativo nas redes para ampliar sua influência política na base do palavrório com discursos toscos, rasos e sem valor algum para o Brasil e para os brasileiros.

Suas besteiras geram engajamento, o que pode explicar o interesse midiático.

No entanto, a relação entre meios de comunicação e figuras públicas é complexa, a mídia pode tanto “eleger” quanto amplificar alguém por conveniência, cliques ou alinhamento ideológico.

Já a questão moral, quanto pior melhor para a mídia.

Nesse ponto o moleque, no sentido literal do termo, faz jus à condição de novo bibelô da mídia oligárquica,

O problema é que a indústria cultural de massa, que tem na Globo seu apogeu brasileiro, não tem como sustentar um produto por muito tempo.

A massificação não é feita para produzir vida longa a determinado produto, mas para usá-lo como promoção relâmpago antes de sair de moda e apodrecer como qualquer produto perecível.

Na verdade, esse é o drama da direita brasileira como um todo. Nikolas é somente mais um.

A efemeridade de sua relevância dependerá de habilidade para se reinventar num cenário político volátil e tão cheio de piranhas da própria direita.

Categorias
Política

Em sincericídio suicida, “não existe direita sem Bolsonaro”, Tarcísio mata o discurso da mídia

O sincericídio de Tarcísio de Freitas, atual queridinho da grande mídia, foi uma espécie de exposição de uma verdade dura para os redatores sabujos da Faria Lima.

Quando o governador de São Paulo, que comanda a Polícia mais violenta e letal polícia do planeta, diz que “não existe, no Brasil, direita sem Bolsonaro”, ele explica de bate-pronto por que sua polícia é o que é, comandada pelo bolsonarista Derrite indicado pelo próprio genocida golpista e desfaz a fábula de que Tarcísio seria uma espécie de “direita boa praça”

Isso foi um banho de água fria na fábula midiática em que o colunismo corporativo vinha talhando.

O impacto disso é uma reviravolta para quem queria vender Tarcísio como uma alternativa “palatável” ao bolsonarismo puro.

Ele próprio parece rejeitar essa fantasia, assumindo que sua identidade política não se descola do lider dos golpistas do dia 8 de janeiro de 2023.

A escolha de Guilherme Derrite como secretário de Segurança Pública, um nome alinhado ao bolsonarismo, reforça essa percepção.

A Polícia Militar de São Paulo, sob a gestão de Tarcísio, segue sendo criticada por sua letalidade e abordagem violenta, com números que a colocam como a mais letal do mundo (em 2022, por exemplo, a PM de SP foi responsável por cerca de 600 mortes, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública).

Tarcísio, ao se posicionar tão explicitamente, desmonta a tentativa da mídia de dissociação do legado de Bolsonaro, que inclui a defesa de políticas de confronto e a exaltação de uma postura linha-dura fascista.

A declaração de Tarcísio de Freitas, ao afirmar que “não existe direita sem Bolsonaro”, na verdade, joga uma luz crua sobre a narrativa que parte da mídia tentava construir em torno dele como uma figura de uma “direita moderada” ou “civilizada”.

Ele, de boca própria, explicita uma vinculação visceral e direta com o bolsonarismo, que carrega um histórico de polarização, retórica agressiva e políticas controversas, incluindo a gestão da segurança pública.

Acho bom a mídia começar a criar outra fábula com outro personagem ou chegará em 2026 sem candidato nenhum para chamar de seu.

Categorias
Política

O “dilema da mídia”: Governadores da chamada “direita civilizada” subiram no palanque de Bolsonaro para apoiar a anistia do golpista

O “dilema da mídia” está em como cobrir a aliança entre governadores da “direita civilizada” e Bolsonaro sem normalizar discursos que desafiam a democracia.

A participação desses líderes de direita em atos pela anistia reflete um projeto eleitoral para 2026, mas expõe contradições entre suas posturas passadas e atuais, alimentando críticas de oportunismo.

A mídia, ao destacar essas figuras, corre o risco de amplificar narrativas golpistas, enquanto tenta se equilibrar na cobertura entre imparcialidade e responsabilidade democrática.

É uma senhora casca de banana que a própria mídia jogou no chão
Em 2023, quando esses governadores da direita bom-mocista condenaram os atos de 8 de janeiro.

Caiado, aos berros, chamou-os de “golpistas”, enquanto Ratinho Júnior falou grosso e reto em “terrorismo”.

Em 2025, a mudança de tom para pio é de um oportunismo político para lá de canalha, especialmente por estarem de olho nos votos bolsonaristas que apoiaram a tentativa de golpe.
A defesa da anistia é criticada até pela Anistia Internacional, que exige proteção específica para evitar novos ataques à democracia.

A presença de governadores em atos que questionam o Judiciário e as urnas eletrônicas, inapelavelmente, reforça as narrativas golpistas.

Apesar de buscarem uma imagem independente, a participação no palanque pelo perdão a Bolsonaro e seus generais golpistas, sugere que esses governadores ainda dependem da máquina bolsonarista para mobilizar apoio, o que limita sua autonomia como líderes de uma “direita civilizada”.

Os governadores citados têm motivações políticas claras para subir no palanque do comandante do golpe, Jair Bolsonaro:

Com Bolsonaro inelegível, os líderes da “direita civilizada” disputam o eleitorado bolsonarista para as eleições de 2026. A defesa da anistia, uma pauta cara aos apoiadores do ex-presidente, é uma forma de manter essa base leal, mesmo que contradiga posições anteriores.

Exemplo: Tarcísio de Freitas, que em 2023 criticou os atos golpistas como “cerceamento de direitos”, defendeu a anistia em 2025 como uma “pauta humanitária e urgente”.

Governadores como Zema e Tarcísio justificam a anistia como uma forma de “pacificar o Brasil”, argumentando que as penas (até 17 anos) são desproporcionais.

Tal narrativa, porém, é absurda. Anistia para golpista, que tinha planos de matar Lula, Alckmin, Moraes e Dirceu, é um escancarado incentivo à impunidade de atos antidemocráticos.

A mídia apoiando Tercisio, por exemplo, como vimos no Estadão essa semana, normaliza discursos antidemocráticos.

Editoriais, que sugerem o surgimento de uma “direita civilizada” após a inelegibilidade de Bolsonarom, podem ser lidos como uma tentativa de separação do bolsonarismo “radical” de uma direita “aceitável”, mas ignoram a aliança prática entre esses governadores e Bolsonaro em pautas como a anistia para golpista.

Ou seja, está difícil para a mídia apoiar a direita em 2026 sem apoiar golpista.

Categorias
Mundo

Genocídio em Gaza tem sim as crianças como principais alvos dos terroristas de Israel; os números denunciam

A crise humanitária em Gaza, documentada pela BBC, The Guardian e ONU, é inegável, com crianças sofrendo um impacto terrível do genocídio planejado pelo governo terrorista de Israel.

Elas, as crianças, são a maiores vítimas fatais e as mais mutiladas.

Lógico que o mundo todo sente a dor dessas crianças, pois são crianças como qualquer criança de qualquer país, raça, credo e etnia.

A monstruosidade de Israel, com seu exército de bárbaros, cada dia que passa, é mais criticada pela comunidade internacional em uma pulsação única contra o terrorismo sionista.

A cegueira de alguns diante de relatórios que destacam a escassez de alimentos, água potável, medicamentos e infraestrutura básica, com milhares de mortos e feridos, além de deslocamentos em massa, é doentia.

A situação é agravada por conflitos contínuos, bloqueios e restrições de acesso à ajuda humanitária.

Crianças, as maiores vítimas fatais, quando não morrem, são mutiladas e muitas totalmente órfãs, enfrentam desnutrição aguda, traumas psicológicos e falta de acesso à educação e saúde.

Dados da ONU indicam que mais de 1,9 milhão de pessoas (quase 90% da população de Gaza) estão deslocadas, com números alarmantes de vítimas infantis.

Mas a Conib, aqui no Brasil, resolveu atacar Lula por ele levar a sério todos esses dados e denunciar internacionalmente os racistas sionistas.
Israel, é sim, um Estado assassino de crianças!

Categorias
Mundo

Trump levou uma piaba de 7 a 0 da China e se gaba de, derrotado, ajoelhar-se no milho para Xi Jinping

A retomada das negociações é um falso passo positivo.

A imprevisibilidade das políticas de Trump e as tensões geopolíticas sugerem que a guerra comercial está longe de um desfecho definitivo e positivo para os EUA.

A trégua comercial entre Estados Unidos e China, anunciada nessa segunda, 12 de maio de 2025, trouxe alívio temporário, mas não solução da crise que se agravou nos EUA.

Analistas sérios alertam que a trégua não elimina a incerteza de longo prazo, já que o acordo é temporário e não aborda questões estruturais, como desequilíbrios comerciais ou cambiais.

Especialistas, nos EUA, destacam que a falta de compromissos concretos da China e a possibilidade de retomada das tarifas após 90 dias mantêm a instabilidade.

Além disso, o impacto das tarifas já aplicadas pode elevar a inflação nos EUA em até 1,5 ponto percentual e pressionar cadeias de suprimentos globais.

O nome disso é jogo de cena. Ninguém sabe ao certo o que vai acontecer nos EUA.

Trump acabou ligando uma luz amarela para algo que o mundo não tinha ideia da gravidade.

A imprevisibilidade das políticas de Trump e as tensões geopolíticas sugerem que a guerra comercial está longe de encerrar.

Pior que isso, é saber que existe um problema grave na economia norte-americana que o mundo não sabe exatamente o tamanho.

Categorias
Opinião

Qual o motivo da mídia não perguntar por que Trump faz tanta lambança contra o neoliberalismo globalizado

O que a seita neoliberal prega na mídia brasileira de frete, foi pras picas no clero capitalista.

O Estado, tão atacado pelos nossos professores do deus mercado, como Armínio Fraga virou âncora dessa meleca toda que não tem como dar ré.

Trump é maluco, mas não é doido.

Antes de Trump, muitoa presidentes noerte-americanos prometeram a volta dos “anos dourados” dos EUA, mas a coisa só piorou e a China só avançou com sua política fortemente estatal sobre o mercado global.

Agora o “anti-estatal” EUA, é o Estado em forma de economia, agindo de forma que nem a mais estatizada economia chegou a tanto.

E a tampa da latrina ainda nem foi aberta nas economias neoliberais do planeta.

Na hora em que a fatura chegar, a cobra vai fumar.

No Brasil, essa gente ainda coloca microfones e holofotes para os Armínios e congêneres sapecarem a velharia “teórica” da nova ordem de Reagan e Thatcher.

A mídia brasileira, em grande parte, não questiona profundamente as ações de Trump contra o neoliberalismo globalizado, porque está alinhada a interesses econômicos e ideológicos que favorecem a manutenção do status quo neoliberal.

Muitos veículos são financiados ou influenciados por grupos que lucram com a narrativa do “Deus mercado”, e evitam análises críticas que exponham contradições ou revelem o colapso dessa doutrina.

Além disso, há uma inércia intelectual: figuras como Armínio Fraga, ligadas ao consenso neoliberal, continuam sendo tratadas como oráculos, mesmo quando suas ideias não explicam a realidade atual.

Trump, apesar de sua retórica caótica, percebeu algo que outros líderes ignoraram: o neoliberalismo, com sua globalização desenfreada, desindustrializou os EUA, enfraqueceu a classe trabalhadora e pavimentou a ascensão da China, que combina controle estatal com integração ao mercado global.

Ele não é “maluco” no sentido de desconexão total: suas políticas protecionistas e intervencionistas (tarifas, subsídios, sanções) são respostas pragmáticas a uma crise que o establishment neoliberal não soube enfrentar.

Os EUA agem como uma economia altamente estatal, paradoxalmente, enquanto pregam o oposto.

A mídia brasileira não explora isso porque, confrontar o fracasso do neoliberalismo, implica questionar os dogmas que sustentam o poder local.

Reagan e Thatcher venderam a ideia de que o mercado resolveria tudo, mas o resultado foi desigualdade, desindustrialização e dependência de cadeias globais frágeis.

A China, com seu modelo híbrido, expôs essa falácia, e Trump, goste-se ou não, está tentando reverter o jogo com medidas que contrariam a ortodoxia liberal.

Quando essa gente acordar se acordar, as economias neoliberais enfrentarão crises severas, e a insistência em velhas receitas só agravará o problema.

No Brasil, enquanto a mídia der palco a “Armínios”, o debate ficará preso à receitas teóricas que não querem saber da doença do paciente que já não dá conta da realidade.

Então, de fato, a cobra vai fumar, sambar e gargalhar na cara dos teóricos do coisa nenhuma.

Categorias
Política

O falso jeca Cleitinho acha “feio” o que não é espelho

O senador Cleitinho, bolsonarista de muleta, que é uma caricatura de Zema, misturada com de Nikolas Farreira, é daqueles políticos que têm que se cuidar na ida ao banheiro, para não ser centrifugado pela descarga na hora de despejar suas merdas.

O cínico se diz enojado com as práticas políticas que são usadas a balde por ele.

No picadeiro do Senado, o caipira de meia pataca, com aquele discurso moralistóide, “ameaça largar a política” por se dizer decepcionado com o que viu nos bastidores do Congresso.

Vai se ferrar, né!

Hipócrita profissional!

Categorias
Política

Exploração máxima da mão de obra e exclusão sumária do pobre do orçamento federal são os apelos do Estadão à “direita civilizada”

Segundo o secular Estadão, uma direita adequada aos novos tempos, democrática, republicana, moderada, qualificada e liberal, tem por obrigação, arrancar a fórceps as últimas gotas de sangue e suor do trabalhador sem qualquer aumento do salário mínimo como sonha Armínio Fraga do finado tucanato.

Numa dobradinha liberal, o mesmo periódico quer a segregação total e absoluta do pobre no orçamento da união.

Essa é, inapelavelmente, a conta que mais rende no Brasil.

Assim, a direita voltará aos salões imperiais com as plumas tucanas, mesmo que em outras casacas felpudas e as cartolas atochadas até o pescoço dos Faria Limers, no congado dos Bandeirantes.

Mas quem seria capaz desse feito da direita civilizada?

Ora, o bolsonarista Tarcísio de Freitas, que já se pronunciou contra a isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil, além de se expressar fortemente contra a cobrança de impostos dos milionaríssimos paratatás.

Essa é a abrangência máxima que o Estadão cobra da nova safra dos senhores, doutores, escravistas, possuidores máximos da renda nacional.