Categorias
Brasil Mundo

EUA alertam que domínio sobre América Latina ‘nunca mais será questionado’

Vídeo de cinco minutos difundido nas redes sociais pelo Departamento de Estado distorce fatos históricos e manda recado a toda a região

O Departamento de Estado norte-americano publicou nesta terça-feira um video nas redes sociais no qual deturpa o sentido da Doutrina Monroe. Mas, acima de tudo, alerta que “o domínio” de Washington sobre o continente latino-americano “nunca mais será questionado”.

Desde o ano passado, o presidente Donald Trump passou a designar a região como sua prioridade, numa estratégia marcada para reduzir o papel da China no continente latino-americano.

Para explicar a ofensiva militar, política e econômica sobre a região, o governo Trump agora produziu um video no qual relembra os episódios da história americana na região e justifica guerras, invasões e derrubadas de governos como parte de uma estratégia para impedir que o continente fosse alvo da cobiça de europeus.

Além da monarquia no México, de uma suposta tentativa de anexação da República Dominicana e outros momentos chaves, o video aponta que uma guinada ocorre quando, no final do século 19, os EUA se apresentam como potência soberana na região. “Não era só um alerta. Era uma primazia dos EUA”, disse.

No vídeo, o relato mostra como, em 1899, os EUA expulsam a Espanha de Cuba e confiscam Porto Rico.

Neste momento, o narrador fala com orgulho que, naquele momento, os EUA “desembarcaram no cenário internacional como potência imperial com domínio sobre o Caribe”.

Quatro anos depois, isso seria testado depois na Venezuela. Caberia a Roosevelt, diz a história apresentada pela Casa Branca, estabelecer que, quando um país latino-americano estivesse em “caos”, os EUA “entrariam para administrá-lo”.

Era, agora, um “mandato”.

O vídeo ainda cita a da construção do Canal do Panamá, a crise dos mísseis em Cuba e a invasão norte-americana na Nicaragua.

Mas é o alerta para o atual momento que chamou a atenção. Ao explicar o sequestro de Nicolás Maduro, o Departamento de Estado afirma que se tratou de “um manobra calculada” para “dar um sinal no hemisfério”: o “domínio nunca mais ver ser questionado”.

Não por acaso, o video é narrado por Kevin Cabrera, embaixador dos EUA no Panamá. “O que começou como alerta aos europeus se transformou em quadro para domínio regional”, completou.

Em pouco mais de cinco minutos, o Departamento de Estado avisa: o continente é nosso.

*Jamil Chade/ICL


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Brasil Mundo

China quer se unir ao Brasil contra o tarifaço de Trump na OMC

O tarifaço de Donald Trump contra o Brasil começa a produzir um efeito que talvez o governo americano não tenha calculado: em vez de isolar o país, está ajudando a aproximá-lo ainda mais de outras grandes economias que também rejeitam a política de imposição unilateral de tarifas adotada pela Casa Branca.

A China sinaliza disposição para atuar ao lado do Brasil na defesa das regras do comércio internacional e no enfrentamento das medidas protecionistas de Washington. Não se trata de uma simples demonstração de solidariedade diplomática. É o reconhecimento de que o que está em jogo ultrapassa os interesses comerciais brasileiros: é o próprio funcionamento do sistema multilateral de comércio que está sob pressão.

O Brasil já recorreu à Organização Mundial do Comércio para contestar as tarifas impostas pelos Estados Unidos. O movimento coloca Brasília no terreno das regras internacionais, justamente o oposto da lógica de Trump, que tenta transformar tarifas em instrumento de pressão política e econômica.

E aqui está o grande paradoxo do tarifaço: Trump pretendia usar o tamanho do mercado americano para obrigar o Brasil a se curvar, mas pode estar acelerando a diversificação comercial brasileira.

A China já é um mercado fundamental para o Brasil e, no primeiro semestre de 2026, absorveu muito mais exportações brasileiras do que os Estados Unidos. A ampliação dessa relação não significa abandonar o mercado americano, mas deixa evidente que o Brasil não precisa aceitar uma relação de dependência em que Washington determina as condições e Brasília simplesmente obedece.

O que Trump parece não compreender é que o mundo mudou.

O planeta não é mais uma extensão econômica dos Estados Unidos. Há China, Índia, União Europeia, países do Oriente Médio, América Latina e outras economias capazes de estabelecer relações comerciais, investimentos e alianças estratégicas sem submissão automática aos interesses de Washington.

Por isso, a aproximação entre Brasil e China na OMC pode adquirir um significado muito maior do que uma disputa tarifária. Pode representar a defesa de um princípio básico: nenhuma potência deveria ter o direito de transformar sua força econômica em instrumento permanente de chantagem contra países soberanos.

Trump pode até aumentar tarifas. Pode ameaçar parceiros. Pode tentar impor acordos assimétricos. Mas não pode simplesmente decretar que o comércio internacional funcionará segundo a vontade de um único governo.

E é justamente aí que a resistência brasileira ganha importância.

O Brasil não precisa escolher entre Estados Unidos e China como quem escolhe um lado de uma guerra. Precisa escolher o lado de seus próprios interesses nacionais. E isso significa negociar com todos, ampliar mercados, fortalecer sua indústria, proteger seus exportadores e defender as instituições multilaterais.

Se a China realmente avançar ao lado do Brasil na OMC, o recado a Washington será inequívoco: o Brasil não está sozinho e o mundo não está obrigado a aceitar o jogo de Trump.

O tiro pode, portanto, sair pela culatra.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Mundo

Vídeo: Terremoto de magnitude 7,4 sacode a Colômbia, provoca danos e deixa feridos

Um forte terremoto de magnitude 7,4 atingiu a Colômbia na manhã desta segunda-feira (10), provocando danos materiais, deixando pessoas feridas e obrigando moradores de diversas cidades a deixarem suas casas e prédios às pressas. O epicentro foi localizado no departamento de Chocó, no oeste do país, em uma região próxima ao município de San José del Palmar.

O tremor foi sentido em uma extensa área do território colombiano, incluindo cidades como Cali, Medellín e Bogotá. Relatos iniciais apontam danos em edificações, queda de estruturas e destroços nas ruas. Em diferentes localidades, moradores foram vistos deixando edifícios por precaução após o forte balanço provocado pelo terremoto.

A intensidade do abalo também ultrapassou as fronteiras colombianas. O terremoto foi sentido no Equador e no Panamá, levando à retirada de pessoas de prédios e provocando momentos de apreensão entre a população.

10.ago.2026 - Mulheres observam um prédio danificado após um terremoto em Cali, Colômbia

O Serviço Geológico Colombiano chegou a divulgar inicialmente uma magnitude menor, mas posteriormente revisou o número para 7,4, evidenciando a força significativa do fenômeno. As autoridades permanecem avaliando a extensão dos danos e o número de vítimas, enquanto equipes de emergência realizam inspeções e atendimentos nas áreas mais afetadas.

A ocorrência também reacendeu o alerta para os riscos sísmicos na região. Embora terremotos dessa intensidade possam causar danos importantes, a profundidade do evento e as características das construções influenciam diretamente a dimensão da destruição.

Terremoto de magnitude 7,4 atinge a Colômbia e deixa feridos e cidades danificadas

As autoridades colombianas orientam a população a permanecer atenta a possíveis réplicas, evitar edifícios que apresentem danos estruturais e seguir as recomendações dos órgãos de emergência. O balanço de vítimas e prejuízos ainda pode aumentar à medida que as equipes conseguem acessar as áreas mais atingidas.

O terremoto desta segunda-feira representa mais um episódio de grande impacto sísmico na região andina e demonstra, mais uma vez, a vulnerabilidade de grandes centros urbanos diante de fenômenos naturais que podem ocorrer de forma repentina e sem possibilidade de previsão exata.

@uol

Um terremoto de magnitude 7,4 atingiu a Colômbia na manhã desta segunda-feira, com epicentro em San José del Palmar, a 400 km de Bogotá. O tremor foi sentido em cidades como Medellín, Cali e Bogotá, levando à evacuação de prédios públicos. ➡️ Países vizinhos, como Panamá e Equador, também sentiram o abalo. Um tremor secundário de magnitude 4,6 foi registrado. Até o momento, não há relatos de feridos ou mortos, mas há registros de destruição, inclusive na Catedral Basílica de Manizales. ⏩ Leia mais no UOL #UOLHoje #Colômbia #Terremoto #Bogotá #SanJoséDelPalmar

♬ som original – uol


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Brasil Mundo

EUA dizem que respeitarão escolha dos brasileiros em “eleições livres”. Não poderia ser diferente

Os Estados Unidos anunciaram que respeitarão a escolha dos brasileiros nas próximas eleições, desde que o processo seja realizado de forma livre. A declaração, apresentada como uma manifestação de respeito à democracia, deveria ser recebida com uma obviedade: a decisão sobre quem governa o Brasil pertence exclusivamente aos brasileiros.

Não cabe a Washington, nem a qualquer outra potência estrangeira, estabelecer quais candidatos considera aceitáveis, quais governos prefere ou quais resultados eleitorais gostaria de ver nas urnas. Democracia não é um processo tutelado por governos estrangeiros, muito menos uma concessão feita por uma potência que se julga autorizada a dar seu aval às escolhas políticas de outros países.

Por isso, dizer que os EUA “respeitarão” a decisão dos brasileiros soa quase como uma inversão de papéis. Não é Washington que precisa autorizar a democracia brasileira. É Washington que precisa respeitar a soberania do Brasil.

O histórico recente da política internacional recomenda cautela com declarações desse tipo. Quando uma potência estrangeira passa a falar com tanta ênfase sobre eleições de outro país, a pergunta inevitável é: por que essa preocupação específica e neste momento? O respeito à soberania alheia não pode ser seletivo, conveniente ou condicionado ao resultado que interessa aos Estados Unidos.

O Brasil é uma democracia com instituições próprias, eleitorado próprio e regras eleitorais próprias. Quem coloca a mão na urna é o cidadão brasileiro — e não o Departamento de Estado americano, a Casa Branca ou qualquer autoridade estrangeira.

E há uma ironia evidente na frase: os EUA dizem que respeitarão uma escolha que, em uma democracia soberana, não depende da autorização de ninguém para ser respeitada.

Se realmente existe compromisso com a democracia brasileira, a postura mais coerente é simples: não interferir, não pressionar, não escolher favoritos e não tentar transformar a política externa em instrumento de influência sobre o eleitorado brasileiro.

Que os brasileiros sejam livres para escolher. E que os Estados Unidos sejam suficientemente democráticos para entender que a soberania brasileira não precisa de certificado de aprovação de Washington.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Brasil Mundo

Vídeo: Lula sobe o tom contra Rubio e reage ao novo tarifaço dos EUA: “latino-americano frustrado”

A guerra comercial entre Brasil e Estados Unidos ganhou um novo capítulo — e desta vez com uma resposta particularmente dura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Diante da pressão de Washington e das novas ameaças tarifárias contra produtos brasileiros, Lula decidiu elevar o tom e classificou o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, como um “latino-americano frustrado”.

A declaração veio em meio ao agravamento das tensões entre Brasília e Washington. Rubio havia afirmado que o Brasil não estaria agindo de maneira amigável aos interesses dos Estados Unidos, provocando uma reação imediata do presidente brasileiro. Lula deixou claro que o governo não pretende aceitar passivamente aquilo que considera uma tentativa de impor ao Brasil uma relação baseada em pressão e submissão.

O episódio revela uma disputa que vai muito além das tarifas. De um lado, o governo de Donald Trump utiliza o poder econômico dos Estados Unidos para pressionar parceiros comerciais. De outro, Lula tenta apresentar o Brasil como um país soberano, capaz de negociar sem abrir mão de sua autonomia e de procurar novos mercados caso Washington insista em dificultar as relações comerciais.

O presidente também resgatou o histórico das relações entre os dois países, lembrando inclusive o papel dos Estados Unidos no contexto do golpe militar de 1964. A mensagem foi direta: o Brasil conhece sua história e não pretende aceitar que interesses estrangeiros determinem os rumos da política nacional.

O tarifaço como instrumento de pressão

A questão comercial tornou-se especialmente sensível porque as medidas tarifárias atingem setores importantes da economia brasileira. Estudos e análises sobre a política comercial de Trump apontam que o aumento das tarifas contra parceiros tem sido utilizado como instrumento de pressão econômica e política. No caso brasileiro, as medidas anunciadas chegaram a representar uma tarifa de 50% sobre determinados produtos.

Para Lula, entretanto, a estratégia americana pode produzir um efeito contrário ao pretendido. Em vez de obrigar o Brasil a se curvar às exigências de Washington, a pressão pode acelerar a diversificação dos parceiros comerciais brasileiros.

O presidente já sinalizou que o Brasil pode ampliar suas relações com outros países e mercados. A lógica é simples: se os Estados Unidos querem transformar o comércio em arma de pressão, o Brasil precisa reduzir sua dependência de um único parceiro e fortalecer sua capacidade de negociação internacional.

“Quem é prejudicado é o povo”

Lula também criticou brasileiros que, segundo ele, estariam estimulando sanções contra o próprio país por razões políticas. Sem citar diretamente Flávio Bolsonaro, o presidente classificou essa postura como uma espécie de “traição da pátria”, argumentando que medidas econômicas contra o Brasil não atingem apenas o governo, mas empresas, trabalhadores e consumidores.

É justamente aí que a crise comercial deixa de ser apenas uma disputa entre governos e passa a ter uma dimensão política interna.

O confronto com Washington ocorre paralelamente à disputa eleitoral brasileira, e qualquer impacto negativo das tarifas sobre setores como indústria, agronegócio e exportações inevitavelmente será explorado politicamente. Para o governo Lula, portanto, não se trata apenas de responder a Trump ou Rubio: trata-se também de impedir que uma pressão externa seja transformada em instrumento de disputa eleitoral dentro do Brasil.

A fala de Lula, ao chamar Rubio de “latino-americano frustrado”, pode ser interpretada como uma resposta política à tentativa de Washington de estabelecer uma relação assimétrica com o Brasil. Rubio nasceu em Miami, filho de imigrantes cubanos, e construiu sua carreira política dentro do sistema americano. Ao utilizar a expressão, Lula procurou justamente explorar essa contradição: alguém de origem latino-americana ocupando uma posição de enorme poder em Washington e defendendo uma política que, na visão brasileira, desconsidera os interesses da própria América Latina.

O embate, portanto, está longe de ser apenas diplomático.

O que está em jogo é o tipo de relação que o Brasil terá com a maior potência econômica e militar do continente: uma relação baseada em negociação entre países soberanos ou uma relação em que tarifas e ameaças econômicas sejam utilizadas para impor decisões.

Lula escolheu responder com confronto verbal. E, ao fazê-lo, transformou o novo tarifaço em uma disputa também sobre soberania, dignidade nacional e os limites da influência dos Estados Unidos sobre o Brasil.

A mensagem do presidente foi clara: o Brasil pode negociar, mas não pretende negociar de joelhos.

https://twitter.com/i/status/2085824890960007181


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Brasil Mundo

ONU denuncia projeto bolsonarista contra meninas

Documento obtido pelo ICL Notícias revela preocupação de relatores da ONU com o impacto do PL da Pedofilia, defendido por bolsonaristas

Numa carta sigilosa enviada ao governo brasileiro, relatores e órgãos da ONU denunciaram a aprovação de um projeto que dificulta a realização de abortos em crianças e adolescentes vítimas de estupro. Chamado de PDL da Pedofilia e do Estupro por movimentos sociais, o Projeto de Decreto Legislativo (PDL 3/2025), cancela a Resolução 258/2024 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) e foi liderado por parlamentares bolsonaristas.

Para os relatores da ONU, o ato liderado por bolsonaristas vai abalar o direito de meninas e mulheres, principalmente as mais vulneráveis. A carta, de 27 de julho e obtida com exclusividade pelo ICL Notícias, desmonta a narrativa da campanha de Flávio Bolsonaro de que o candidato à presidência privilegia a defesa dos interesses das mulheres. O tom usado pela extrema direita vem num momento em que o voto das milhões de brasileiras será estratégico para a eleição de outubro.

O PDL 3/2025 é de autoria da deputada Chris Tonietto (PL/RJ) e foi aprovado na Câmara de Deputados em novembro do ano passado. Mais recentemente, em votação relâmpago e esvaziada, o Senado aprovou a proposta em um procedimento que durou dois minutos.

Na carta, as autoridades estrangeiras expressam “profunda preocupação” com o fato de que a aprovação “possa representar um retrocesso na proteção dos direitos à saúde sexual e reprodutiva, enfraquecer mecanismos de coordenação e proteção voltados especificamente para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade acentuada e eliminar salvaguardas já estabelecidas sem oferecer medidas compensatórias ou alternativas equivalentes”.

O documento é assinado por Claudia Flores, Presidente-Relatora do Grupo de Trabalho sobre a discriminação contra mulheres e meninas; Isabelle Mamadou, Presidente-Relatora do Grupo de Trabalho de Especialistas sobre Afrodescendentes; Morris Tidball-Binz, Relator Especial sobre execuções extrajudiciais, sumárias ou arbitrárias; Tlaleng Mofokeng, Relatora Especial sobre o direito de todas as pessoas ao mais alto padrão possível de saúde física e mental; Ashwini K.P., Relatora Especial sobre formas contemporâneas de racismo, discriminação racial, xenofobia e intolerância correlata; Alice Jill Edwards, Relatora Especial sobre tortura e outros tratamentos ou penas cruéis, desumanos ou degradantes.

A lei avança apesar de números reveladores sobre a dimensão da violência contra meninas no Brasil. Segundo o Mapa Nacional da Violência de Gênero, 64 meninas em média foram vítimas de violência sexual, por dia, no país. Somente no ano de 2024 foram registrados 45.435 casos de violência contra meninas com menos de 17 anos, uma média de 3,78 mil notificações por mês.

“Preocupa-nos que isso possa resultar em lacunas significativas na prestação de serviços, incoerência, incerteza institucional e fragmentação nas respostas a casos de violência sexual, agravando, assim, desigualdades regionais, territoriais e raciais”, alertam.

“Tal medida também pode impedir o acesso oportuno ao atendimento para as vítimas e levar à vitimização secundária decorrente de barreiras burocráticas no acesso aos serviços”, destacam.

“Por fim, manifestamos preocupação com o fato de que o processo legislativo que culminou na aprovação do PDL nº 3/2025 teria sido marcado pela ausência de devido processo legal, transparência e amplo debate público”, disseram.

Segundo eles, a aprovação do PDL nº 3/2025 pode violar princípios como o do melhor interesse da criança, da não discriminação, da autonomia progressiva e da proibição de medidas de retrocesso no campo dos direitos humanos, bem como padrões internacionalmente acordados relativos à dignidade e aos direitos de mulheres e meninas, incluindo o direito a viver livre de violência e de não ser submetida à tortura ou a tratamento cruel, desumano ou degradante.

De acordo com a carta, esses direitos são protegidos por acordos internacionais assinados e ratificados pelo Brasil.

A ONU desta que a resolução nº 258/2024, que foi abolida, não criou novas hipóteses de aborto legal. “Em vez disso, estabeleceu diretrizes para garantir que crianças e adolescentes pudessem acessar a proteção assegurada pelo ordenamento jurídico brasileiro”, explicaram os relatores.

“A norma contribuiu para o planejamento, a gestão e a organização dos serviços e redes que atuam na proteção de crianças e adolescentes, fortalecendo a articulação institucional entre estados e municípios e apoiando uma resposta mais eficaz à violência sexual contra esse público. Entre os principais avanços trazidos pela Resolução está o respeito ao princípio das capacidades em evolução, ao reconhecer o direito de crianças e adolescentes de participarem de decisões sobre seus direitos reprodutivos, conforme estabelecido pela Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança”, disseram.

A denúncia da ONU ainda aponta para a manobra que foi usada por parte de parlamentares bolsonaristas para que o projeto fosse aprovado, sem espaço para debates.

“Em 2 de junho de 2026, o PDL foi incluído na pauta da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania do Senado, a única comissão temática encarregada de analisar a proposta naquela Casa”, disse a carta, numa referência à comissão liderada por Damares Alves.

“Não houve, segundo relatos, a realização de audiência pública com ampla representação de organizações especializadas na proteção dos direitos da criança, associações médicas, especialistas em saúde pública, representantes de sistemas de proteção à infância ou sobreviventes de violência sexual antes da deliberação final sobre a matéria”, afirmou.

“Também não foram consultadas, segundo informações, as organizações que participaram da elaboração da Resolução nº 258/2024 nem as instituições responsáveis ​​por sua implementação”, insistiu a carta.

“O PDL foi aprovado por unanimidade pela Comissão naquela mesma manhã. À tarde, o projeto foi incluído na pauta do Plenário do Senado, com apenas sete senadores presentes fisicamente e a maioria participando remotamente. A matéria foi aprovada em menos de dois minutos, sem votação nominal que registrasse individualmente a posição de cada parlamentar. O PDL não dependia de sanção presidencial e, portanto, tornou-se definitivo, revogando a Resolução nº 258/2024”, constatou.

Para a ONU, o Brasil tem a “obrigação” de “respeitar, proteger e efetivar o direito das mulheres à não discriminação, bem como a assegurar o desenvolvimento e o avanço das mulheres e a implementar o seu direito à igualdade de jure e de facto em relação aos homens”.

Por isso, na carta, os relatores manifestam “preocupação de que a aprovação do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 3/2025 deixaria, entre outras consequências, as vítimas de violência sexual sujeitas às decisões de seus responsáveis ​​legais, mesmo quando estas conflitassem com o melhor interesse da criança ou, nos piores casos, quando os próprios responsáveis ​​estivessem envolvidos na violência sexual”.

“Como resultado, uma criança poderia ser forçada a levar a termo uma gravidez decorrente de estupro, caso esse fosse o desejo de seus responsáveis ​​legais”, alertam.

Na avaliação da ONU, a aprovação do projeto “pode enfraquecer as proteções a crianças e adolescentes e afetar desproporcionalmente meninas e jovens mulheres negras, indígenas e quilombolas em situação de vulnerabilidade social, bem como aquelas que vivem em periferias urbanas e áreas rurais”.

“Além disso, pode prejudicar os esforços para acabar com a discriminação e a violência contra elas, devido a desigualdades estruturais preexistentes no acesso a cuidados de saúde, à justiça e a políticas de proteção”, insistem.

Por fim, os relatores falam da “preocupação de que a revogação da Resolução nº 258/2024 possa comprometer a proteção do direito à vida de crianças e adolescentes, ao eliminar diretrizes de âmbito nacional destinadas a facilitar o acesso oportuno e eficaz a cuidados de saúde em circunstâncias já reconhecidas pela legislação brasileira, incluindo casos em que a gravidez representa risco de vida para a criança ou adolescente gestante”.

*Matéria publicada com exclusividade por Jamil Chade no ICL


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Mundo

Trump faz piada macabra enquanto blinda Netanyahu das acusações de crimes de guerra

Donald Trump voltou a demonstrar que, para ele, até mesmo acusações de crimes de guerra podem servir de matéria-prima para o humor político. Ao ironizar o fato de ainda não ser alvo do Tribunal Penal Internacional (TPI) e afirmar que a campanha americana contra a corte busca proteger Benjamin Netanyahu, o presidente dos Estados Unidos transformou uma das mais graves crises humanitárias do século em motivo de chacota.

A declaração ganha peso por ocorrer em meio às acusações que recaem sobre o primeiro-ministro israelense. Em novembro de 2024, o Tribunal Penal Internacional expediu um mandado de prisão contra Netanyahu, imputando-lhe crimes de guerra e crimes contra a humanidade relacionados à condução do genocídio em Gaza. Israel rejeita as acusações e contesta a jurisdição da corte, posição compartilhada pelos Estados Unidos.

Ao tratar o assunto em tom jocoso, Trump não apenas reafirma seu alinhamento incondicional ao governo israelense, como também banaliza denúncias que envolvem milhares de mortes de civis, destruição em larga escala e uma crise humanitária sem precedentes recentes. Em vez de discutir responsabilidade internacional ou mecanismos de prestação de contas, opta por transformar o debate em espetáculo político.

A ironia presidencial também reforça uma mensagem clara: a prioridade da Casa Branca é proteger aliados estratégicos, mesmo quando enfrentam acusações perante organismos internacionais. O próprio Trump declarou que a ofensiva contra o TPI tem como objetivo defender Netanyahu, deixando explícita a disposição de confrontar instituições multilaterais em favor do premiê israelense.

Quando líderes mundiais transformam alegações de crimes de guerra em motivo de piada, o efeito vai além da retórica. A mensagem transmitida é a de que o sofrimento humano pode ser relativizado quando entra em choque com interesses geopolíticos. Em um cenário marcado por denúncias graves e por uma intensa disputa em torno da responsabilização internacional, o humor deixa de ser apenas humor: converte-se em instrumento de deslegitimação da própria ideia de justiça.

Na vida real, Israel ganha cada vez mais repúdio da comunidade internacional. Populações do mundo inteiro vão se levantando contra o massacre de Israel à Gaza, patrocinado pelos EUA, mostrando que Israel há muito perdeu sua principal arma, a narrativa manipulada, massificada de que é, em qualquer circunstância, vítima do mundo.

Se Israel perdeu essa condição, é porque caminha a passos largos para um debate sobre a razão de sua existência como Estado.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Mundo

Explodem casos de suicídio na falida Argentina de Milei

Saúde mental entra em colapso na Argentina sob Milei e casos de suicídio disparam

A crise social provocada pelo duro ajuste econômico implementado pelo governo de Javier Milei começa a revelar um de seus efeitos mais dramáticos: o agravamento da saúde mental da população. Dados oficiais argentinos apontam um aumento expressivo das tentativas e dos casos de suicídio, em meio ao desemprego, à perda do poder de compra, ao fechamento de serviços públicos e ao crescimento da insegurança econômica.

Segundo o Boletim Epidemiológico Nacional da Argentina, somente até 31 de outubro de 2025 foram registradas 11.799 tentativas de suicídio, uma média superior a 33 ocorrências por dia. O próprio boletim classificou o suicídio como um problema prioritário de saúde pública e reforçou que a maioria desses casos poderia ser evitada com políticas adequadas de prevenção e assistência.

Especialistas em saúde mental alertam que crises econômicas prolongadas costumam estar associadas ao aumento de depressão, ansiedade e comportamento suicida, sobretudo quando são acompanhadas pela redução da proteção social. Na Argentina, o ajuste fiscal promovido pelo governo Milei coincidiu com cortes de gastos públicos e um ambiente de forte instabilidade para milhões de famílias.

Profissionais da área afirmam que o contexto de deterioração das condições de vida e de sofrimento psicológico constitui um fator de risco importante. O aumento das notificações levou autoridades sanitárias e organizações sociais a defenderem maior investimento em prevenção, atendimento psicológico e fortalecimento da rede pública de saúde mental.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Brasil Mundo

Flavio é apoiado por Trump? Lula tem apoio de Xi Jinping

Xi Jinping reafirma apoio ao Brasil e endurece discurso contra ingerência dos EUA e destaca a soberania brasileira

A China elevou o tom em defesa do Brasil diante das recentes tensões com os Estados Unidos. Em conversa telefônica com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente chinês, Xi Jinping, afirmou que Pequim apoia o Brasil na defesa de sua soberania e independência e se opõe a qualquer forma de “interferência externa”, em uma declaração amplamente interpretada como um recado direto a Washington.

Segundo a agência estatal chinesa Xinhua, Xi destacou que a China considera o Brasil um parceiro estratégico de peso e está disposta a ampliar a coordenação política entre os dois países em temas bilaterais e multilaterais. O líder chinês também manifestou apoio ao papel brasileiro na promoção da paz e da estabilidade regional e global.

Do lado brasileiro, Lula informou que a conversa, que durou mais de uma hora, tratou do fortalecimento da parceria estratégica entre os dois países, da ampliação da cooperação em áreas como inteligência artificial, satélites, minerais críticos e fertilizantes, além da aceleração das negociações para um acordo comercial entre o Mercosul e a China.

A manifestação de Xi ocorre em um contexto de crescente atrito entre Brasília e Washington, marcado por disputas comerciais e diplomáticas. Ao reiterar seu apoio à soberania brasileira e condenar “interferências externas”, Pequim reforça sua aproximação com o governo Lula e sinaliza disposição para aprofundar a parceria com o Brasil em um cenário internacional cada vez mais polarizado.

A disputa política brasileira passou a refletir, cada vez mais, alinhamentos internacionais. De um lado, Flávio Bolsonaro procura associar sua imagem ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apostando na afinidade ideológica construída pelo bolsonarismo com o movimento trumpista. De outro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforça a relação estratégica com a China diante das pressões dos EUA.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Brasil Mundo

Crise diplomática: Itamaraty reage a Milei e convoca embaixador do Brasil na Argentina

Ataques de Milei provocam reação do governo Lula e crise diplomática com a Argentina

O governo brasileiro elevou o tom na relação com a Argentina neste domingo (26) ao convocar para consultas o embaixador do Brasil em Buenos Aires, Julio Bitelli, após os ataques do presidente argentino, Javier Milei, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao ministro do STF Alexandre de Moraes. A decisão, tomada pelo Itamaraty com o aval do presidente Lula, representa um dos mais duros instrumentos de protesto diplomático entre dois países.

Milei participou da convenção nacional do PL, em São Paulo, onde oficializou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República. Durante seu discurso, o presidente argentino dirigiu ofensas a Lula, ao governo brasileiro e ao Judiciário, classificando o presidente brasileiro como “presidiário” e fazendo ataques também ao ministro Alexandre de Moraes. As declarações foram interpretadas pelo governo brasileiro como uma afronta às instituições nacionais e à soberania do país.

Na prática diplomática, convocar um embaixador para consultas significa que o governo considera a situação suficientemente grave para reavaliar a condução das relações bilaterais. Embora não represente o rompimento de relações diplomáticas, trata-se de um gesto político de forte reprovação e costuma ser reservado para momentos de elevada tensão entre Estados.

A medida aprofunda o distanciamento entre Brasília e Buenos Aires, cujas relações já vinham marcadas por sucessivos atritos desde a posse de Milei. Segundo fontes do governo, a participação do presidente argentino em um ato de campanha da oposição brasileira, acompanhada de ataques às autoridades nacionais, ultrapassou os limites considerados aceitáveis nas relações entre os dois países.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs