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Trump e o marketing do absurdo para abafar seus escândalos macabros

Trump criou um pé de vento carregado de espetáculos para não ser devorado politicamente pelos próprios crimes diante da opinião pública.

Daí a busca por uma técnica de frenesi coletivo de seus eleitores e apoiadores mundo afora, inclusive no Brasil. A fonte, já se conhece, Steve Bannon, campaheiro de farsa de Trump e que foi a cabeça do bolsonarismo enquanto Bolsonaro era presidente quando deu fim à vida de mais de 700 mil brasileiros e, de lambuja, devolveu o Brasil ao mapa da fome, tratando 34 milhões de brasileiros como lixo humano, tendo que viver, quando muito, na fila do osso.

Esse é o marketing do absurdo de Trump que coloca o mundo de ponta-cabeça para seus súditos o adorarem. Então, faz tudo que dá na venta de seu guru do marketing.

É fundamental chocar para forjar fatos da forma mais infeliz e desarvorada, omo foi o sequestro de Maduro e esposa, transmitido ao vivo e a cores para o mundo todo.

O caso de Trump de envolvimento com pedofilia, cada vez mais está sendo exposto, na medida em que as investigações avançam e o calor aumenta para o seu lado.

Mas não é só isso, a derrocada da economia norte-americana para a vida dos cidadãos também é outro péssimo termômetro para Trump, que se colocou como a voz do dinheiro que resolveria todos os problemas financeiros da população com suas tarifas do fim do mundo.

N averdade, o dinheiro não veio, ao contrário, o norte-americano hoje tem que gastar muito mais para sobreviver ao caos provocado pelo chefe de Estado.

Na realidade, Trump não soube produzir nada além de uma extensa quantia de lambanças que custam caro aos cidadãos do seu país, porque as tarifas não passaram de vertigem.

Por outro lado, arregala os olhos da população aquilo que está sendo vazado sobre a sujeira envolvendo Trump e outros figurões da política e do mundo dos bilionários sobre uma rede de pedofilia sobre a qual simplesmente ele não abre a boca para comentar.

Por isso Trump precisou criar um circo para se vender como venerado para a irmandade, na base do tanque de guerra, dos helicópteros e da artilharia pesada contra a segurnaça de Maduro, mas também no assassinado a sangue frio da população civil da Venezuela.

É difícil dizer o que lhe reserva depois da invasão de seu “quintal”.

Tudo isso que Trump espetacularizou será capaz de turvar os escândalos de pedofilia e o fracasso das tarifas?


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Vídeo: EUA apreendem petroleiro com bandeira russa ligado à Venezuela

Ação ocorreu em águas internacionais no Atlântico e foi confirmada por fontes americanas e pela imprensa estatal da Rússia

Os Estados Unidos interceptaram e apreenderam nesta quarta-feira (7) o petroleiro Marinera, que transportava óleo de origem venezuelana no Oceano Atlântico. A operação foi confirmada à agência Reuters e divulgada também pela rede estatal russa RT, segundo informações publicadas pela Folha de S.Paulo.

O episódio representa uma potencial escalada da crise entre Washington, Moscou e Caracas, agravada após o governo de Donald Trump ter decretado embargo a todo o transporte de petróleo e derivados para dentro e fora do país caribenho. Ainda não há detalhes oficiais sobre como se deu a abordagem nem sobre a situação da tripulação.

Perseguição durou duas semanas

A perseguição ao navio já durava cerca de duas semanas. Em 10 de dezembro, outra embarcação venezuelana havia sido capturada pelos americanos, o que levou diversos petroleiros que estavam no mar a desligarem sistemas de comunicação e a alterarem rotas para evitar novas apreensões.

O Bella-1, que navegava com bandeira da Guiana, mudou de nome para Marinera e passou a utilizar registro estatal russo baseado em Sochi, no mar Negro, numa tentativa presumida de obter maior proteção jurídica. Mesmo assim, as forças americanas continuaram o cerco e realizaram a interceptação agora divulgada.

Parlamentares russos acusam EUA de pirataria

Imagens veiculadas pela RT mostram um helicóptero dos EUA circulando a embarcação em meio a uma tempestade, além de um navio da Guarda Costeira tentando se aproximar. Parlamentares russos reagiram, acusando Washington de pirataria e de violar a liberdade de navegação prevista no direito internacional.

A Rússia é, ao lado da China, uma das principais fiadoras do regime chavista da Venezuela. O Kremlin manteve operações petrolíferas extensas no país até 2020 e forneceu bilhões em armamentos entre 2005 e 2013, apoio hoje limitado por causa das sanções impostas a Caracas.

O embargo determinado por Trump tem impacto direto também sobre Cuba, dependente do petróleo venezuelano, e ocorre paralelamente às negociações para encerrar a Guerra da Ucrânia. O endurecimento da posição americana coloca em suspenso tratativas que Vladimir Putin vinha conduzindo com Washington e com líderes europeus em Paris.

Venezuela tem as maiores reservas de petróleo do mundo

Autoridades dos EUA afirmam que o foco da ofensiva contra Caracas é, além de afastar um governo hostil, garantir acesso às maiores reservas de petróleo do mundo. O produto venezuelano é considerado de baixa qualidade, mas Trump já anunciou planos de receber milhões de barris e ficar com os lucros de futura revenda.

Após a apreensão do Marinera, o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, declarou que o bloqueio ao petróleo venezuelano alvo de sanções permanece “em pleno vigor em qualquer lugar do mundo”. A Casa Branca não informou se novas interceptações estão programadas, enquanto a chancelaria russa promete contestar o caso em instâncias marítimas internacionais.


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Trump com a cabeça a prêmio?

Trump, em discurso profético para seus aliados no Congresso, avisa que, se os republicanos perderem para os democratas as próximas eleições lwgislativas, seu impeachment estará garantido. Esse é o espírito dos democratas.

Trump cobrava unidade para colocar seus planos em ação, porque, sem o apoio dos próprios republicanos, a criatura amargará uma degola em tempo recorde.

Por isso a ansiedade de Trump em lançar uma campanha avisando o apetite que os democratas estão de secar suas políticas e, consequentemente, fazer sua caveira diante do povo norte-americano.

Os dois polos políticos nos EUA seguem rachados, praticamente meio a meio.

Trump não é exatamente uma estrela para o país, o modo como age, as medidas que tomou sobre as tarifas, piorando a vida do cidadão médio, mas sobretudo dos pobres daquele país, coloca seu mandato em gravitação no mundo político e abre um flanco no jogo com movimentos que podem se sobrepor sua meta.

Ou seja, independente da interpretação que Trump faz sobre seu futuro, ele sente a serpente cada vez mais perto do seu pé. Não cabe nesse momento veleidade poética, o que ele cobra dos republicanos é que eles entrem pesado nesse jogo ao estilo, bola para o mato que o jogo é de campeonato, e que, do pescoço para cima, tudo é canela.


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Sem ter combinado com os russos, Trump começa a ver os sonhados investimentos no petróleo da Venezuela fazer água

O clima de insegurança para os investidores que têm que casar pesadamente em infraestrutura na Venezuela, hoje, totalmente precária, é banho de água fria nos palavrórios de Trump.

Ninguém quer colocar o seu na reta e casar dinheiro bom em bases podres.

A realidade, diante das teorias megalomaníacas de Trump, trava os planos dos Estados Unidos na Venezuela.

Quem está assistindo a essa espécie de déja vu e entende do riscado, acha que, no mínimo é tiro no pé colocar centavo para extrair petróleo na Venezuela.

A própria política norte-americana de bloqueio econômico sucateou a infraestrutura petrolífera no país. Diante de um quadro desse, o diabo é muito mais feio do que o pintado por Trump, pois assusta e afasta os supostos investidores sonhados pela Casa Branca, que têm medo de uma expropriação que lhes custe o olho da cara.

Muitos economistas sérios, dentro dos próprios EUA, colocam em xeque essa tática, sobretudo no momento em que sobra oferta de petróleo no mercado mundial..

Para muitos, investir nesse oceano de incertezas, é risco de barrigada, porque a palavra mágica “petróleo”, além de não ser tão mágica assim no momento, ainda falta concretude.

Na verdade, o que se diz é que, em Whasington, a ficha caiu, diferentemente de outras intervenções em países produtores de petróleo, o plano de Trump para a Venezuela reúne uma gigantesca montanha de obstáculos que vão muito além da política de pilhagem dos EUA.

Não é somente a infraestrutura que se apresenta como entrave, maquinários, pontes antigas, ou seja, totalmente obsoletos, tornam o subsolo venezuelano algo bem mais complexo e custoso para qualquer desafio logístico nesse momento.

Sem falar do próprio regime chavista, que se mantém no poder sem hora ou prvisão, mesmo longínqua, de troca de comando no país. Como se diz por aí, ao contrário do que foi “pensado”, de perto, tudo tem defeito, sobretudo, o ouro negro venezuelano.

Por ora, fica a máxima, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.


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Exército israelense abre fogo em universidade e fere dezenas de estudantes na Cisjordânia

Ataque com munição real, gás e granadas em campus da Universidade Birzeit deixa 41 feridos e aprofunda clima de repressão, enquanto Israel avança em assentamentos ilegais

Dezenas de estudantes e funcionários ficaram feridos após forças do exército de Israel invadirem, nesta terça-feira (6), a Universidade Birzeit, uma das mais importantes da Cisjordânia ocupada. Soldados abriram os portões do campus e dispararam munição real, granadas de som e gás lacrimogêneo, enquanto aulas ocorriam e alunos circulavam pelas dependências.

Segundo a Sociedade do Crescente Vermelho da Palestina, três pessoas foram baleadas nas pernas, cinco sofreram inalação de gás e outras três foram atingidas por estilhaços. O Ministério da Saúde palestino informou que 11 feridos precisaram ser encaminhados ao Hospital Árabe Istishari, em Ramallah.

“Violação flagrante da santidade universitária”

Em nota, a Universidade Birzeit classificou a ação como uma “violação flagrante e deliberada da santidade das universidades e instituições educacionais”. Para a instituição, a incursão reflete uma política sistemática de intimidação contra estudantes palestinos e de ataque direto ao direito à educação.

“Invadir o campus em plena luz do dia e transformá-lo em uma zona militar visa minar a consciência palestina e suprimir a vida acadêmica”, afirmou a universidade, em comunicado divulgado pela agência oficial Wafa.

Solidariedade a prisioneiros e repressão armada

O ataque ocorreu após um evento estudantil em solidariedade a milhares de prisioneiros palestinos mantidos em cárceres israelenses e coincidiu com a exibição do filme Hind Rajab, que retrata a morte de uma menina palestina de seis anos durante a ofensiva israelense em Gaza.

Pouco antes da sessão, forças israelenses invadiram o campus. Em resposta, o exército alegou ter como alvo uma “reunião em apoio ao terrorismo”, justificativa rejeitada por autoridades palestinas e organizações de direitos humanos, segundo o Vermelho.

“Nenhum lugar está imune”

A jornalista Nida Ibrahim, da Al Jazeera, que reportava diretamente da universidade, afirmou que 41 pessoas ficaram feridas no total, sendo 11 hospitalizadas. Segundo ela, trata-se de um episódio sem precedentes.

“É a primeira vez que vemos um ataque israelense com munição real dentro de um campus universitário, enquanto estudantes assistiam aulas”, relatou. “Para palestinos que vivem sob ocupação, a educação é uma das poucas ferramentas para garantir futuro e sustento. Hoje, nem esse espaço está protegido.”

Condenação oficial e apelo internacional

O Ministério da Educação e Ensino Superior da Palestina condenou duramente a incursão, afirmando que a ação viola convenções internacionais que protegem instituições educacionais. O órgão apelou a universidades internacionais e entidades de direitos humanos para que denunciem o ataque.

“O uso da força não quebrará a vontade dos estudantes palestinos”, declarou o ministério, em nota.

Assentamentos avançam enquanto repressão se intensifica

No mesmo dia do ataque à universidade, o governo israelense removeu o último obstáculo administrativo para iniciar a construção do controverso projeto de assentamento E1, a leste de Jerusalém. Segundo o grupo Peace Now, a licitação abre caminho para o início das obras já nas próximas semanas.

Considerado ilegal pela comunidade internacional, o projeto E1 é visto por críticos como um passo decisivo para fragmentar a Cisjordânia e inviabilizar um futuro Estado palestino contíguo.

“Outro prego no caixão”

O plano é defendido pelo ministro das Finanças israelense, Bezalel Smotrich, figura central da extrema-direita no governo. Em agosto, ele afirmou que o objetivo é enterrar definitivamente a ideia de um Estado palestino.

“O Estado palestino está sendo apagado da mesa não com slogans, mas com ações”, disse Smotrich. Para observadores internacionais, o ataque à Universidade Birzeit e a expansão dos assentamentos fazem parte da mesma estratégia de consolidação da ocupação israelense.


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Ninguém sabe qual será o próximo passo de Trump na Venezuela, muito menos ele

O que Trump disse ontem, esquece, hoje já está fora de moda.

Seguindo o padrão de suas tarifas, o balofo se perde na própria língua. Ele deve se inspirar nos napoleões de hospício. Sórdido, burro, é um lambão clássico, daquelas falas esculpidas do mais alto grau de estupidez.

O resultado é singular, porque o que ele disse ontem contrasta com aquilo que ele diz hoje e com o que dirá amanhã. No caso dele, é só uma troca de sardas e pés de galinha.

Sequestra o presidente da Venezuela e esposa e impossa sua vice desqualificando a líder da oposição venezuelana, dizendo que ela não tem graça, não tem voto, não tem popularidade, não tem p… nenhuma.

Esse é Trump, que mantém um romance com seu espelho 24 horas por dia, fazendo o governo dos EUA parecer uma lavanderia de roupa suja.

Com Trump é assim, não tem frescura, a merda que disse ontem se contrapõe ao que dirá hoje. E assim, a de hoje, amanhã vira verruga e a primeira fita que ele encontrar, enfeita um novo pavão.

O golpe que ele bolou para a Venezuela, dizem alguns analistas, foi urdido por muito muito tempo. Mas essa extrema dubiedade logo após o malfeito mostra que essa espécie de criatura vive dividida entre duas personalidades descadeiradas por sua própria falta de capacidade de gestão e de viver na base do improviso espetaculoso.

Tem que ser muito submisso a esse maluco de pedra para aturar suas marmeladas diárias.

Uma coisa é certa, o tal plano mirabolante que ele tramou, é uma escola de trapalhões que parece entrar num beco sem saída logo à frente, na segunda página da história.

Como o sujeito não preparou uma desculpa minimamente decente, tem que inventar um lero-lero a cada 5 minutos para justificar a corda o pescoço de Maduro.

Foi esse imbróglio que ele criou nesse tempo todo de plano de tomada de poder na Venezuela?

Trump vive de frase de efeito, festejando hoje o que expurgará amanhã. Fogueteia o alcance de uma glória e 1 hora depois expurga .

O fato é que, se Trump não sabe o que ele de fato quer, e isso está claro, ceifando todo e qualquer raciocínio lógico, só os tolos tentam reorganizar o discurso para “explicar esse animal”.


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Rússia denuncia tentativa de interceptação de navio russo pelos Estados Unidos

Empresa afirma que embarcação civil foi perseguida pela Guarda Costeira norte-americana em meio a tempestade, com risco extremo à segurança da tripulação

Um navio-tanque russo teria sido alvo de uma tentativa de interceptação por forças dos Estados Unidos no Atlântico Norte, em meio a condições climáticas severas. A denúncia envolve o navio mercante Marinera, que navegava sem carga durante uma forte tempestade, com ventos intensos, ondas elevadas e temperaturas próximas do congelamento.

De acordo com comunicado divulgado nesta terça-feira pela empresa russa BurevestMarin, proprietária da embarcação, o Marinera vem sendo perseguido há um período prolongado pela Guarda Costeira dos Estados Unidos. Segundo o 247, a companhia afirma que, apesar das repetidas tentativas do capitão de informar a identidade do navio e seu caráter estritamente civil, a perseguição teria continuado, inclusive com vigilância aérea realizada por aeronaves de reconhecimento P-8A Poseidon da Marinha norte-americana.

A empresa sustenta que o navio navega em lastro, sem qualquer tipo de carga, e que não representa ameaça. Ainda assim, segundo a BurevestMarin, informações obtidas em fontes públicas indicariam que os Estados Unidos estariam planejando uma interceptação iminente da embarcação. Para a companhia, qualquer tentativa de abordagem por helicópteros ou de desembarque de tropas em alto-mar, nas condições atuais, configuraria um risco extremo.

O alerta se baseia no cenário meteorológico descrito pela empresa: ventos de até 20 metros por segundo, com rajadas fortes, ondas superiores a cinco metros de altura e temperaturas próximas ou abaixo de zero. Nessas circunstâncias, a BurevestMarin classifica uma eventual operação militar como “uma ameaça grave e injustificável” à segurança.


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Estados Unidos mergulha de ponta-cabeça em sua própria merda e muda o status de acusação a Maduro de chefe do narcoterrorismo a um troço genérico sem pé nem cabeça

A justiça norte-americana, grosso modo, disse que Maduro não é o diabo, mas é parte do inferno venezuelano. Isso, depois que os Estados Unidos esqueceu o que havia dito dias atrás sobre uma suposta organização criminosa hierarquizada, em que Maduro seria o líder máximo de um grupo narcoterrorista.

A história, que já era debiloide, de tão ridícula, ganha conntornos de patética e oca. Nada faz sentido. Esqueceram do que falaram ontem, num duelo com eles próprios.

Sabe como é né, bang bang americano nesse neofaroeste vive de estrondos. Nesse caso, Maduro não é mais considerado narcoterrorista, sarou.

Ou seja, a inteligância, a justiça e o governo Trump deram calote na tipografia de suas fábulas.

O assunto delito, agora, diante das cavalgaduras norte-americas, não conseguiu sequer explicar Maduro como chefe da tropa narcoterrorista, a solução é acusá-lo de narco não terrorista.

Para ter um fim mais trágico e, sem ter que demonstrar qualquer remorso, diz que ele é parte de um sistema formado em rede sem hierarquia. Em outras palavras, Maduro é somente parte de uma sopa rala de criminosos.

Isso nos deixa a matutar, que tipo de lombriga habita o intestino dessa gente.

Depois de Trump subir no pódium de campeão e se auto medalhar, pouca ou nenhuma versão de sua história caricata inspiraria o pior dos roteiros do pior filme trash.

Em certa medida, isso explica por que a sociedade norte-americana, numa clara crise identitária e civilizatória, colocou na Presidência da República por duas vezes, uma topeira que se iguala mentalmente a Bolsonaro.


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Mundo

ONU diz que invasão dos EUA na Venezuela torna o mundo menos seguro

A porta-voz Ravina Shamdasani afirmou que a intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela, que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro em 3 de janeiro de 2026, representa uma violação do direito internacional. Ela destacou que a ação prejudica a arquitetura da segurança internacional e torna o mundo menos seguro, enviando a mensagem de que países poderosos podem agir sem limites.

“A comunidade internacional deve deixar claro que a intervenção dos Estados Unidos na Venezuela é uma violação do direito internacional que torna o mundo menos seguro. Longe de ser uma vitória para os direitos humanos, esta intervenção militar prejudica a estrutura da segurança internacional e torna todos os países menos seguros.”

Os EUA conduziram uma operação militar surpresa em Caracas, com ataques aéreos e uma incursão de forças especiais que capturaram Maduro e sua esposa, Cilia Flores. Eles foram levados para os EUA para julgamento por acusações de narcoterrorismo.

O presidente Donald Trump justificou a ação como operação de aplicação da lei contra o tráfico de drogas e anunciou interesse no petróleo venezuelano, declarando que os EUA administrariam o país temporariamente.

Reações Internacionais

A declaração do OHCHR reflete preocupações amplas na ONU, incluindo do secretário-geral António Guterres, que chamou a ação de “precedente perigoso”.

Países como Brasil, China, Rússia, Cuba e vários da América Latina condenaram a intervenção como violação da soberania.
Alguns, como Argentina (Javier Milei), celebraram a remoção de Maduro.

Essa posição da ONU enfatiza que, independentemente das críticas ao regime de Maduro, intervenções unilaterais armadas sem autorização do Conselho de Segurança violam a Carta da ONU e enfraquecem a ordem internacional. Fontes como Reuters, Guardian, CNN Brasil e sites brasileiros (Poder360, G1, Infomoney) confirmam a declaração de forma consistente.


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Mundo Opinião

A decadência norte-americana já passa de meio século, mesmo com todas as atrocidades que cometeram pelo mundo

É lógico que alguém ganha com as invasões, guerras, genocídios e destruição em massa provocados pelos Estados Unidos, mas não é o país.

A decadência norte-americana berra aos quatro cantos do mundo não só pela ascensão de países asiáticos, como China, Japão, Coreias do Sul e do Norte, quem está matando os EUA é o próprio.

Detroit virou uma sucata depois de ser considerada o eldorado do capitalismo por cultura única e exclusiva da política predatória dos EUA e, se houve alguma recuperação, mais fantasiosa do que real, ela segue catando cavaco. O que é pior, os bilionários, que sugam vários países mundo afora, têm os próprios EUA como sua principal vítima que, certamente, se transformará em pouco tempo num grande cemitério industrial.

A atual desindustrialização norte-americana, que segue produzindo a ruína do país, não teve quelquer reversão com as políticas alopradas de Trump.

Assim como o roubo do petróleo da Venezuela também não fará qualquer mudança na derrocada tsunâmica do império em franca decadência há mais de meio século.

O slogan de Reagan, em 1981, já apontava que o país estava mal das pernas, que tropeçava em seu próprio calcanhar de aquiles.

De lá para cá, promoveram uma política de terra arrasada em vários países de vários continentes, e nada de bom aconteceu com as terras de tio Sam, a ponto de, em plena pandemia não só depender da China para fabricação de respiradores, mas também de algo até primitivo, máscaras para a própria população.

Os Estados Unidos estão afundados numa dívida pública que os levará à bancarrota e arrastará com ele boa parte do mundo. Não haverá exército, drones, bomba atômica que salvarão o ex-império.

A frase de Reagan “Make America Great Again”, “Torne a América grande novamente”, já mostrava que a economia norte-americana já estava em modo desespero. Daí a globalização neoliberal que acabou por servir muito mais à economia, na época, ainda periférica, da Chins para se transformar na grande potência econômica do mundo, de quem os EUA são cem por cento dependentes, até para produzir seus cacos industriais.

Dos sistemas, o que interessa é o resultado concreto, por isso, chega a ser cômico o clichê de Trump, decalcado de Reagan, para desglobalizar a economia, “Make America Great Again”.

Isso mostra como os EUA estão perpetuando sua derrocada, num Estado marasmático, estúpido e autoaniquilador.

Os Estados Unidos, nesse último meio século, está de fato inclinado a se autodestruir com uma montanha cumulativa de absurdos que desempenham papel crucial na tragédia estadunidense, mas parecem insistir nesse autoflagelo.

O tempo de 50 anos não abriu os olhos dos norte-americanos, porque seguem na sua autosabotagem com um vigor trumpista impressionante.

O petróleo, que já foi o sangue da economia daquele país e alvo da indústria moderna e aé mesmo a eficiência do seu poder militar de sobeania e dominação, hoje, mostra uma fúria às avessas.

O ex-império do mundo, por meio de um Exército dominado por uma lógica de autofagia, parece que desenvolveu uma ténica infalível de proteção que, ao fim e ao cabo, está conduzindo à autodestruição.

Todos os atos mais elementares da vida econômica do país, viraram pó, com consequências absolutamente nefastas, além da total falta de eficiência, fácil de ser tratorado por qualquer país minimamente organizado na geopolítica global.

Enfim, é só pegar os dados das últimas cinco décadas e, logicamente, de todas as guerras promovidas pelos EUA para servir a seus interesses, não se importando com qualquer traço humano e civilizatório de outras populações, para concluir como chegaram a isso.


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