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O que fez Pablo Marçal desabrochar é o mesmo que fará murchar

O tirocínio de Pablo Marçal é falso, a começar pelo seu slogan, mostrando que teve que plagiar Lula “faz o L” com o “faz o M”.

Isso foi de uma ousadíssima burrice, já que o camarada se vendeu até então como alguém que troca pneu de carro em movimento, conserta turbina, no ar, de avião em queda, e por aí vai.

Lógico, o que ficou claro é que o sujeito não sabe nada de coisa nenhuma e, simplesmente nada responde a qualquer pergunta de outros candidatos.

Mas, para isso, há limites. Na verdade, ele está numa rua sem saída, utilizando truques baratos que lhe custarão a própria cabeça.

E aqui nem estamos falando na sua ficha corrida na bandidagem, que pode lhe custar a liberdade.

A ideia de ressurgimento de alguém da direita que possa rivalizar com Lula, é tudo o que sonha parcela da sociedade que, comandada pela oligarquia, mantém acesa uma chama de ódio racial e social, o que sustentou Bolsonaro até aqui.

De um lado, Marçal está tomando o lugar de Bolsonaro, que é, em última análise, um perdedor. Jamais seria presidente se não fosse a fraude montada por ele e Moro, para prender Lula sem prova e ele se torna presidente.

Tanto isso é verdade que, com a máquina nas mãos, utilizando as sujeiras mais vis e copiando até programas sociais de Lula, como o Bolsa Família, que ele tanto odiava, Bolsonaro perdeu para Lula, numa derrota acachapante, porque, como já disse, ele estava com a faca e o queijo nas mãos, ou seja, o cofre e as instituições, que davam a ele um sentimento infinito de poder .

Tudo baseado em atos artificiais que foi interpretado por ele como um poder supremo.

Por isso, é muito cedo para opinar sobre a apoteose falaciosa de Marçal, até porque todos sabem que, em matéria de sujeira, o coach de coisa nenhuma não colocará freios em suas práticas, o que certamente deixará os demais candidatos em posição de bate pronto para devolver-lhe uma fala na mesma moeda.

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Do picadeiro midiático de Joaquim Barbosa ao banditismo de Pablo Marçal

Pela ficha corrida do rapaz, não há qualquer “obra de arte” no mundo do crime que Pablo Marçal não possa arquitetar para ampliar suas chances como candidato a prefeito de São Paulo, o que, de cara, transforma Bolsonaro num finado vivo.

O estilo do sujeito é este, o de confronto com a realidade, com a racionalidade ou qualquer coisa perto do civilizatório.

A cena de sua exploração religiosa com uma mulher cadeirante, é de um filme de terror. Mas o camarada não se intimida, assim como ele, sabendo que toda aquela fala não passava de charlatanismo em estado puro, ele, de alguma forma, culpava a cadeirante por não acontecer a cura prometida.

O sujeito tem sangue frio e disposição de um cangaceiro novo aonde não há limite para a barbárie nas suas aventuras criminosas.

De pronto, o que se pode dizer, é que Bolsonaro já virou um ex-mito para aqueles que, agora, consideram Marçal o novo deus da estupidez nacional.

Se Bolsonaro ainda não virou um Aécio, ou seja, politicamente morto-vivo, certamente, está a passos bem mais largos para isso.

Mas é bom lembrar que tudo isso começou quando a direita, associada à mídia, produziu a farsa do mensalão, tendo Joaquim Barbosa como protagonista daquele festival de horrores, que tinha objetivo primeiro, tirar Zé Dirceu da sucessão natural de Lula e, junto, outro ícone do PT, José Genoíno, que precisou ir também para a fogueira do torquemada para ser filmado pelas lentes da Globo, por vários ângulo para causar maior impacto possível contra o Partido dos Trabalhadores.

A Globo, que é o maior partido da oligarquia nacional, que carrega o DNA escravocrata, tem ódio visceral de trabalhadores, de pobres e, sobretudo, de negros.

Seria preciso cortar o “mal pela raiz”, tudo sintonizado com o pensamento, o sentimento e as práticas da direita nacional.

O resultado dessa monumental estupidez, comandada à época pelos tucanos, foi a autodestruição, a chegada de Bolsonaro ao poder e, agora, alguém que dobra as fichas num tipo ainda mais marginal, porque acha friamente que é esse o melhor caminho para se chegar ao poder diante de uma parcela da sociedade que foi imbecilizada pela grande mídia.

Lógico, há um filão de aspectos que corroboraram com isso. Mas a essência do fascismo, cada dia mais delinquente no Brasil, tem como semente a mídia que se confunde com o que existe de pior na oligarquia nativa.

Ainda está muito longe de Pablo Marçal obter êxito na sua caminhada, sobretudo se ela não for decapitada pelo passado criminoso do coach dos idiotas.

A conferir.

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As cirices de Cirão das massas

Ciro Gomes, como se sabe, é um político samambaia, já que, de eleição em eleição, cresce para baixo, justamente porque é um problema, não consegue alimentar com qualquer referência que o boquirroto triunfalista arrota.

Ciro sempre foi um blefe, um playboy, um tolo, por isso só ladra dentro de um quadrado que já está sacramentado,

Esse novo estágio pró-extrema direita é uma adubação química que já rondava as ideias de quem sempre teve a esquerda como inimiga, arando um terreno reacionário para ver se, esbofeteando a própria produção de slogans de uma vida inteira, consegue morder algumas coisas pelas beiradas.

Na verdade, Ciro entrou no jogo de apoiar a Folha e o Glen Greenwald contra Alexandre de Moraes para condensar cálculos que possam obstruir o crescimento da popularidade de Lula, usando Bolsonaro como muralha de titica.

Na realidade, isso só mostra fraqueza de quem nunca teve luz própria e, agora, acentua claramente que sempre foi um político que emergiu de um tubo de vidro e que terminou sem nunca ter começado.

Suas falas serão sempre de efeito, sem qualquer consequência real para a vida nacional.

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Bolsonaristas, na vida real, trocam o clã Bolsonaro pelo ladrão de Bancos, Pablo Marçal

Já tínhamos cantado essa pedra aqui.

Outras experiências já tinham mostrado que esse item traição é sinônimo de direita no Brasil. Marçal, depois da derrota de Bolsonaro para Lula, virou opção.

Malafaia também sai dessa menor, já que se declara inimigo nº 1 de Marçal.

Marçal foi condenado e preso em 2005, na Operação Pegasus que desmantelou uma das maiores quadrilhas especializadas em invasão de contas bancárias pela internet.

Operação em que Pablo Marçal tinha como missão escolher as vítimas.

Ou seja, nesse assunto há uma guerra de 3 quadrilhas

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O jogo arriscado de Pablo Marçal

Pablo Marçal é folclórico, mas não é um folclórico qualquer, ele é sujo, megalomaníaco e, pelos fatos que já ocorreram sob o seu comando, incluindo mortes, mostra que ele traz uma perversidade que não é pequena.

Ou seja, o sujeito vive envolvido naquelas zonas de terreno alagadiço. Pelo que entendi, foi assim também que ele se envolveu com práticas de fisionomia bandida com a história, denunciada por Boulos,  documentada, sobre sua condenação, com ordem de prisão, por desvio de uma grana preta de bancos.

A expressão de seu rosto deixou claro que Boulos acertou na mosca, enquanto Pablo Marçal esquivava, mudo, de perguntas que ele não consegue responder nem pela borda. Qustões simples da cidade de São Paulo, como a que envolve a educação, sobretudo no que se refere aos Ceus aos quais os paulistanos têm especial carinho, criados pela vice de Boulos, quando prefeita, Marta Suplicy.

De cara, aquele Pablo sabe tudo escancarou que não sabe nada de nada. Por isso não quis debater projetos para São Paulo, preferiu fazer molecagens para despistar o tapado que é, o que deixa ainda mais fomentada a curiosidade da origem de sua fortuna, de como se dotou de tanta grana com tempo de rodagem tão curto, sem mostrar qualquer valor intelectual para tanto.

É aí que a coisa pega, porque o marmanjo não poderá ficar de gracejos, como fez com Boulos, dando risinhos com a carteira de trabalho nas mãos, bancando o engraçado para os adolescentes que ele levou ao auditório do Estadão.

Marçal deixa claro que o “inteligente”, na verdade, é burro. Isso assombrou qualquer ser pensante, ao mesmo tempo em que abriu uma enorme porta para que sua candidatura, mas também seus negócios corram um enorme risco.

Se ele pretende seguir os passos de Bolsonaro, fugindo dos debates com artifícios vis, deve-se lembrar que a ideia central que levou Bolsonaro ao poder, passou longe da lenda das redes sociais. De forma nua e crua, o que levou Bolsonaro à presidência foi um truque jurídico para se montar uma farsa entre Bolsonaro e Moro para prender Lula sem prova de crime, tirá-lo do pleito para o genocida vencer e Moro se tornar um super ministro.

Marçal está se garantindo muito, no final, saberemos se teve mesmo capacidade de ludibriar milhões de paulistanos para sentar na cadeira de prefeito da cidade.

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Quem são os garantes de Moro, Dallagnol e Bolsonaro para eles seguirem impunes?

Que há um tratamento personalizado no sistema de justiça no Brasil que trata esses três vigaristas de forma diferente, não há dúvida. A pergunta é, como isso se dá? Certamente não é por aplicativo.

Os ícones do banditismo nacional, Moro, Dallagnol e Bolsonaro, não estão salvos de pegar uma cana dura, mas até aqui a vida desses três segue não acontecendo nenhum sobressalto.

Então, a pergunta se impõe: quem e como garante até então que essa facção criminosa siga anistiada?

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Silvio Santos, Ronnie Von e a mediocridade da mídia paratatá

Todas as vezes que um canal de rádio ou televisão abria espaço para falar da morte de Silvio Santos, o entrevistado era sempre o mesmo, Ronnie Von.

Ou seja, o brasileiro decorou sua história de amizade com Silvio Santos.

A coisa virou um borralho. Item por item do porque só Ronnie Von era o entrevistado seguido da expressão padrão de pesar dos entrevistadores. Em certa altura o próprio Ronnie Von disse já ter dado nesse dia até então quase 70 entrevistas falando de sua amizade com Sílvio Santos.

Esse mega clichê escancarado nas mais de 100 entrevistas de Ronnie Von concedeu durante o dia todo, revelou, sem biombos, a mediocridade da mídia nativa. Não só pelo mesmo assunto, mas pelas mesmas perguntas para o mesmo entrevistado explicando por que a burra mídia brasileira, emburrece.

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A impunidade de Moro, Dallagnol e Bolsonaro estimulou os ataques a Moraes

É difícil enumerar os crimes que estes três, Moro, Dallagnol e Bolsonaro, cometeram, cada um a seu estilo.

Crimes, que não foram poucos ou menos graves. Tudo é de uma gravidade assombrosa.

Quando se examina, no espelho, o que a máfia da Lava Jato fez de pueril, sendo eles os próprios agentes da lei, em íntima harmonia com o juiz Sergio Moro, pode-se afirmar que isso corresponde ao maior crime cometido por agentes do Estado contra o país, já que, além de uma série de irregularidades e crimes cometidos contra inocentes, como é o caso de Lula, condenado e preso sem qualquer prova, a não ser a balela paranaense de que ele teria sido condenado em trocentas instâncias, como se isso valesse prova, a quebra das maiores empresas privadas do Brasil, detonando a economia brasileira e, junto, acabando com milhões de empregos, denuncia o mal que esses velhacos, fantasiados de juízes e procuradores, expressam em seus atos criminosos.

Soma-se a isso a tentativa de roubo da maior quantidade de dinheiro da Petrobras, arquitetada e executada por Sergio Moro e Dallagnol com o luxuoso auxílio de Daniela Hardt. O roubo só não avançou porque Alexandre de Moraes, a pedido da então PGR, Raquel Dodge impediu.

A ridícula tentativa de construir uma narrativa de legalidade justificando o roubo de US$ 2,5 bilhões da Petrobras para a criação de uma fundação privada de “combate à corrupção”, não é uma piada.

Se for examinado com minúcias, que essa sim, foi a maior tentativa de roubo da Petrobras, já que Dallagnol  estava aplicando essa fortuna como se dele fosse.

E o que aconteceu com eles, Moro, Dallagnol e Hardt, que autorizou a trapaça criminosa? Nada!

Por que nada aconteceu com esses três? Imagina se essa tentativa de roubo fosse de Lula, a quem esses três comparsas curitibanos acusam,  de comandar o maior esquema de corrupção do mundo sem apresentar uma mísera prova.

Mas a coisa não para aí, tem que se falar do crime eleitoral praticado por Moro e Bolsonaro para prender Lula, sem prova de qualquer crime, para tirá-lo  da eleição com chances de ganhar no primeiro turno, para Bolsonaro vencer e Moro ganhar duas pastas.

Lembrando que Moro exercia o cargo de juiz quando barganhou com Bolsonaro.

Então, vem a pergunta, quando na história da República, viu-se um crime tão grave na disputa da cadeira da presidência da República? Nunca, jamais, sequer algo parecido.

Isso dá a dimensão da audácia dos bandidos, aí vem a inevitável pergunta, sobretudo quando se puxa uma fieira de crimes de Bolsonaro no poder, genocídio de mais de 700 mil brasileiros por covid, tentativa de golpe de Estado, enriquecimento ilícito e compra de mansões, além  do roubo de joias.

Ora, se o sistema de justiça não agiu completamente, aplicando a esses três desclassificados, eles se sentem gigantes para não só atacar Moraes, o STF, o judiciário brasileiro, mas o Estado como um todo, porque confiam na mais absoluta e vergonhosa impunidade.

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Por que Pablo Marçal se borra de medo de Malafaia? Para ter medo de Malafaia tem que ser muito cagado

Tudo indica que existe algo de mais podre na folha corrida de Pablo Marçal.

A maneira como Malafaia fala é de quem conhece Marçal de outros carnavais, é algo personalíssimo. Mesmo desafiado por Malafaia, Pablo não abre o bico contra o camarada, ao menos para dar satisfação à sociedade.

O ataque inaugural, que não foi pequeno, de Malafaia contra Marçal, o pastor bolsonarista nitidamente faz ameaças a ele sobre fatos graves que vão muito além dos folclorizados pelo próprio Marçal.

Todos sabem que o sujeito é um embusteiro, mentiroso, picareta, além de um balde de crimes.

Mas não é sobre isso que Malafaia fala, o tom dele é de quem sabe de coisas muito piores e Pablo Marçal acaba por endossar a fala de Malafaia, fugindo de um ratão como um camundongo assustado.

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Por que as coisas contra Bolsonaro não caminham na PGR?

Os velhos processos contra Bolsonaro, que não são poucos, não andam na PGR, em pleno governo Lula.

Essa é a principal causa, segundo especialistas, que alimenta a impunidade e, consequentemente, os ataques da bolsonarada contra o sistema de justiça, mais precisamente o STF, mas sobretudo Moraes.

Circunstâncias assim são favoráveis ao criminoso, elas funcionam como redutor da gravidade, produzindo uma espécie de escala em que os crimes de Bolsonaro são colocados como algo de pouca monta, quando, na verdade, até até ato terrorista para explodir caminhão de combustível no aeroporto de Brasília, estava na planilha da cúpula golpista, que tinha Bolsonaro como mentor e líder.

Lógico, os bolsonaristas querem vender esses bandidos para a opinião pública como pulga magra, que estão sendo levados ao Supremo como mera perseguição política.

A família Bolsonaro, que forma o clã já conhecido até no exterior, é algo totalmente inédito na história do Brasil, nunca se viu uma quadrilha inteira cometer crimes comuns e controlar, de forma tão hostil, as instituições da República.

Até aqui, os Bolsonaro estão somente pagando uma caixinha aqui, outra acolá e pronto. Qualquer vaquinha, via pix, resolve isso e ainda lucram com a sobra da barbárie.

A razão disso é somente uma, impunidade. Esse é um assunto que formiga também na sociedade que, pelo conjunto da obra, o povo brasileiro acha que o clã inteiro já deveria estar na cadeia há muito tempo cumprindo uma elevada pena, mas o olho sonolento da Procuradoria Geral da República parece não enxergar isso.