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Atlas: Se a eleição fosse hoje, Carlos Bolsonaro não se elegeria senador em Santa Catarina

Levantamento mostra desempenho fraco do vereador carioca, rejeição elevada e divisão no bolsonarismo catarinense

esquisa AtlasIntel sobre as eleições de 2026 em Santa Catarina, divulgada nesta quarta-feira (1), revela que a candidatura de Carlos Bolsonaro (PL-RJ) ao Senado não teria força suficiente para garantir uma das duas vagas em disputa. Além de aparecer atrás de adversários diretos, o vereador do Rio de Janeiro enfrenta forte rejeição no estado e um cenário de divisão dentro do próprio campo bolsonarista.

O levantamento foi realizado entre os dias 25 e 30 de março de 2026, com 1.280 entrevistados, margem de erro de ±3 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, por meio de recrutamento digital aleatório (Atlas RDR) . Com Forum.

Fora da zona de eleição
No principal cenário testado pela AtlasIntel — que considera o consolidado de 1º e 2º votos — Carlos Bolsonaro aparece apenas na terceira colocação:

  • Carol De Toni (PL): 30,7%
  • Esperidião Amin (PP): 20,1%
  • Carlos Bolsonaro (PL): 18,3%
  • Décio Lima (PT): 13,4%
  • Afrânio Boppré (PSOL): 9,7%
  • Branco/nulo: 5%
  • Não sabe: 2,8%

O dado é especialmente relevante porque Santa Catarina elegerá dois senadores. Mesmo assim, Carlos Bolsonaro aparece fora das duas primeiras posições — ou seja, fora da zona de eleição.

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Real Time Big Data: Lula lidera com folga três cenários da pesquisa

Segundo levantamento, Lula chega ao período pré-eleitoral como favorito, com base social ampla e forte desempenho regional, sobretudo no Nordeste

Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (9) pelo instituto Real Time Big Data aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera com folga três cenários da disputa para a Presidência da República.

No primeiro, Lula soma 39% contra 30% de Flávio Bolsonaro (PL). O governador Ratinho Jr. (PSD) aparece em terceiro, com 10%, enquanto os demais ficam abaixo de 5%.

No segundo cenário, em que Eduardo Leite (PSD) substitui Ratinho Jr, o governador gaúcho aparece com 5%. Há um empate técnico entre Leite, Romeu Zema com 4% e Aldo Rebelo com 3%.

Leia também: Lula é o político com melhor imagem positiva do país, diz pesquisa

Com a entrada de Ronaldo Caiado (PSD), Lula oscila para 40% e Flávio Bolsonaro para 32%. Caiado registra 6%, ficando em empate técnico com Romeu Zema (Novo), que tem 4%.

Segundo a pesquisa, Lula chega ao período pré-eleitoral como favorito, com base social ampla e forte desempenho regional, sobretudo no Nordeste.

O presidente também tem “clara vantagem entre mulheres, eleitores mais velhos e trabalhadores de menor renda, além de liderança inequívoca nos temas econômicos e sociais mais sensíveis para a população brasileira”. Com Vermelho.


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Otimismo cresce e 61% dos que votaram em Bolsonaro acreditam que 2026 será melhor, diz DataFolha

Pesquisa Datafolha mostra que 69% dos brasileiros acreditam que 2026 será melhor que 2025 no âmbito pessoal. Otimismo também é crescente em relação à situação do país, que cresceu 13 pontos.

O efeito Lula na economia, com inflação controlada, que freou a alta de preços nos supermercados, e a situação de pleno emprego – com índice de desemprego de 5,4%, o menor da série histórica, iniciada em 2012, do IBGE -, provocou uma onda de otimismo com o próximo ano que atingiu até mesmo os eleitores que votaram em Jair Bolsonaro (PL) em 2022.

Pesquisa Datafolha, divulgada neste domingo (28), mostra que 69% dos brasileiros estão otimistas e acreditam que, no âmbito pessoal, 2026 será melhor que 2025 – 16% dizem que será igual, 11% pior e 3% não sabem. O índice de otimismo cresceu 9 pontos em relação ao ano anterior, quando 60% diziam que o ano atual seria melhor que o anterior, 21% igual, 16% pior e 2% não sabiam.

Em relação à situação atual do país o crescimento foi ainda maior e avaliação de que “2026 será um ano melhor para os brasileiros em geral” passou de 47% no fim de 2025 para atuais 60%.

No recorte, as mulheres (75%) se mostram mais otimistas que os homens (65%). Com índice de 74%, os mais pobres, com renda de até 2 salários mínimos, se mostram mais otimistas que a classe média (5 a 10 salários mínimos) e a classe alta (acima de 10 salários mínimos), que registraram percentual de 61%. Na classe média baixa, com renda 2 a 5 salários mínimos, 68% estão mais otimistas.

O Datafolha mostra ainda que até mesmo os eleitores que declaram votos em Bolsonaro em 2022 estão mais otimistas. Segundo a pesquisa, 61% deles acreditam que o ano eleitoral de 2026 será melhor que 2025. Entre os que declararam voto em Lula, o índice chega a 78%.

Ouvindo economistas, o próprio jornal da família Frias, declaradamente anti Lula, teve que admitir que “o otimismo sentido pela população é reflexo do bom desempenho de alguns dos principais indicadores da economia brasileira em 2025”.

“[2025] Foi um ano em que os preços dos alimentos se comportaram bem. Com menores taxas de desemprego e com a inflação de alimentos tão baixa, é natural que as pessoas estejam se sentindo bem. E a situação, de fato, está boa”, disse Samuel Pessôa, pesquisador do FGV IBRE (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas) e colunista do jornal. Forum.


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AtlasIntel mostra crescimento da aprovação do governo Lula ao longo de 2025

Levantamento indica estabilidade; avaliação do governo apresentou melhora em dezembro e possibilidade de crescimento; entenda

A mais recente rodada da pesquisa AtlasIntel, realizada em parceria com a Bloomberg e divulgada nesta quinta-feira (18), indica estabilidade nos índices de aprovação e desaprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entre os meses de novembro e dezembro. O levantamento reforça o cenário de divisão do eleitorado em relação à gestão petista.

De acordo com a pesquisa, 50,7% dos entrevistados desaprovam o desempenho do governo Lula, enquanto 48,8% aprovam. Considerando a margem de erro de um ponto percentual, para mais ou para menos, os percentuais apontam para uma situação de empate técnico.

Na comparação com o levantamento anterior, divulgado em novembro, houve leve oscilação positiva no grupo que aprova o governo, que passou de 48,6% para 48,8%. Já o índice de desaprovação permaneceu exatamente o mesmo no período.

Apesar da estabilidade nos índices de aprovação, a avaliação do governo apresentou melhora em dezembro. O percentual de entrevistados que classificam a gestão Lula como “boa” ou “ótima” subiu de 44,4% para 46,5%. Por outro lado, a avaliação negativa, “ruim” ou “péssima”, manteve-se praticamente estável, variando de 48,6% para 48,9%, oscilação considerada dentro da margem de erro.

Possibilidade de recuperação

Para os pesquisadores da AtlasIntel, os resultados sugerem uma interrupção no processo de deterioração da imagem do governo observado anteriormente e indicam a possibilidade de recuperação ao longo de 2026. Segundo o instituto, esse cenário pode ser impulsionado pela implementação de programas com impacto direto na população, como a isenção do Imposto de Renda e o fim da obrigatoriedade de autoescolas.

A pesquisa ouviu 18.154 pessoas entre os dias 10 e 15 de dezembro, por meio do método de Recrutamento Digital Aleatório (Atlas RDR). O nível de confiança do levantamento é de 95%.


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Ipsos-Ipec: Lula engole todos os adversários na corrida presidencial

O presidente Lula lidera em todos os cenários da disputa presidencial de 2026 traçados pela pesquisa Ipsos-Ipec, divulgada nesta terça-feira (9). Este é o primeiro levantamento após o anúncio do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como pré-candidato à presidência, sendo que ele se equipara aos números do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), outro possível pré-candidato. No entanto, quem tem os melhores resultados contra Lula é Michelle Bolsonaro (PL).

Foram apurados quatro cenários de primeiro turno, em que outros nomes da extrema direita também competem. Lula alcançou 38% das intenções de voto em todos.

Contra o senador, Lula marca os 38% e Flávio 19%. Já Ratinho Júnior (PSD) ficou com 9%; Ronaldo Caiado (União Brasil) 7%; Romeu Zema (Novo) 5%; branco/nulo 17%; não sabem/não responderam 6%.

Na pesquisa em que a disputa é contra o governador de São Paulo, Lula tem 38%; Tarcísio de Freitas (Republicanos) 17%; Ratinho Júnior (PSD) 9%; Ronaldo Caiado (União Brasil) 5%; Romeu Zema (Novo) 5%; além de branco/nulo 19% e não sabem/não responderam 8%.

Estes dois cenários demonstram que o ‘filho 01’ iguala dentro da margem de erro com o resultado de Tarcísio, que é preferido do mercado financeiro. Flávio já deu seu preço para abandonar a candidatura (anistia para Bolsonaro), e a Câmara dos Deputados, por meio do ‘centrão’, adotou a demanda do mercado para evitar que o senador leve a candidatura para frente e já sinalizou com a aprovação do PL da Dosimetria.

Quando o principal adversário de Lula é o deputado Eduardo Bolsonaro (PL), Lula fica 38% contra 18% do ‘filho 03’. Os demais alcançaram: Ratinho Júnior (PSD) 9%; Ronaldo Caiado (União Brasil) 7%; Romeu Zema (Novo) 5%; branco/nulo 17%; não sabem/não responderam 6%.

Eduardo está nos Estados Unidos, onde tenta impor sanções contra o Brasil por meio do governo dos Estados Unidos. Suas intenções já se mostraram frustradas e agora está sob o risco de ter o mandato cassado por excesso de faltas às sessões da Câmara.

Já o melhor desempenho contra Lula vem da ex-primeira-dama. Lula tem 38%, Michelle 23%, Ratinho Júnior (PSD) 8%; Ronaldo Caiado (União Brasil) 5%; Romeu Zema (Novo) 4%; branco/nulo 16%; não sabem/não responderam 5%.

Entre outros pontos, a pesquisa ainda avaliou se Lula deveria ser reeleito. Embora a maioria indique que ‘não’, este percentual caiu em relação a setembro, enquanto o percentual dos que entendem que Lula deveria ir para um quarto mandato subiu.

Na pesquisa de setembro, 36% indicaram que gostariam que Lula fosse reeleito, valor que agora subiu para 40%. Antes, 62% não queriam a reeleição, valor que agora é de 57%. Os que não sabem ou não responderam eram 3% nas duas avaliações.

O levantamento Ipsos-Ipec foi feito entre 4 e 8 de dezembro em 131 municípios com 2 mil pessoas. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.


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Datafolha: apenas 8% preferem Flávio; Michelle tem 22% e Tarcísio, 20%

Para 50% dos eleitores, no entanto, receber apoio de Bolsonaro tira qualquer chance de voto

Flávio Bolsonaro, senador pelo PL-RJ que se declarou o nome do pai para o pleito de 2026, só é visto como ideal para ser lançado pelo ex-presidente por 8% dos eleitores brasileiros.

Preferem a ex-primeira-dama Michelle 22% e o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), 20%.
Foi o que aferiu a nova pesquisa do Datafolha sobre a sucessão presidencial do ano que vem, na qual a direita se vê dividida com seu principal nome preso e inelegível, enquanto o campo da esquerda se concentra em torno do presidente Lula (PT).

O instituto ouviu 2.002 pessoas de 2 a 4 de dezembro, antes, portanto, do anúncio de Flávio de que seria o candidato. A fotografia não favorece o senador, que já sofre resistências do centrão.

Em julho, 23% citavam Michelle como o nome que deveria ser indicado por Jair Bolsonaro (PL) para concorrer à Presidência. O índice foi agora para 22%, oscilação na margem de erro de dois pontos do levantamento. Tarcísio tinha 21% e oscilou para 20%. O governador Ratinho Jr. (PSD-PR) também variou, de 10% para 12%, enquanto o irmão de Flávio, o deputado exilado Eduardo (PL-SP), foi de 11% para 9%.

O senador fluminense também oscilou, de 9% para 8%, numa estabilidade registrada também pelos governadores Ronaldo Caidado (União Brasil-GO), que ficou com 6%, e Romeu Zema (Novo-MG), que foi de 5% para 4%.

Michelle responde filhos de Bolsonaro e volta a criticar Ciro Gomes:  'Respeito a opinião, mas penso diferente'

Para 50%, candidato de Bolsonaro não é opção
Não que o apoio de Bolsonaro seja, segundo os eleitores ouvidos, uma coisa necessariamente boa. Para 50% deles, um nome indicado pelo ex-presidente nunca receberia seu voto. Já 26% dizem o contrário, que com certeza iriam com um bolsonarista com selo de origem, e 21%, que talvez o fizessem. Já 3% não souberam responder.

Até pelo óbvio “recall”, Bolsonaro é o segundo nome mais lembrado na pesquisa espontânea feita pelo Datafolha, com 7% de citações para a Presidência. Lula lidera esse ranking com 24%, enquanto Tarcísio (2%) empata com Ratinho Jr. (1%).

Como pela regra vigente o ex-presidente condenado a 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe pelo Supremo só poderá disputar num longíquo 2060, quando terá 105 anos se estiver vivo, o foco se vira para os herdeiros presumidos.

Pelo peso político e econômico de São Paulo, Tarcísio, um desconhecido ministro da Infraestrutura de Bolsonaro que serviu discretamente sob os governos de Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB), sendo sacado pelo então chefe para a disputa no estado que mal conhecia em 2022, emergia como o nome óbvio.

Mas o oblívio de Bolsonaro forçou a família a refazer cálculos, buscando a manutenção da relevância no cenário da direita. Foi assim que foi lida, entre líderes de partidos do centrão e do centro, a indicação anunciada pelo próprio Flávio na sexta-feira (5).

Resta agora convencer os fiéis do bolsonarismo, para começar, um grupo estimado em 20% do eleitorado em um recorte feito pelo Datafolha que leva em conta fatores como o voto em 2022 e o arrependimento dele.

É um segmento com características que batem com o que o folclore político considera um bolsonarista: homem, mais evangélico do que católico, branco, de classe média a alta.

Nesse grupo, Michelle é vista como nome ideal que Bolsonaro deveria ungir para levar sua bandeira contra a de Lula em 2026: 35% dos ouvidos acham isso. Já 30%, um empate técnico na margem de erro específica calculada, preferem o governador de São Paulo.

Os dois outros postulantes da família Bolsonaro ficam bem mais atrás: querem como candidato do clã Eduardo 14%, ante apenas 9% que citam o escolhido anunciado, Flávio. Mais atrás ficam Caiado, com 4% de citações, e Zema, com 2%.

*ICL


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Datafolha: Aprovação de Lula cresce e chega a 49%

Presidente mantém popularidade estável, segundo novo levantamento

Nova pesquisa Datafolha, divulgada nesta sexta-feira (5), aponta que a aprovação ao trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu para 49%, ante 48% no levantamento anterior. A desaprovação segue em 48%, dentro da margem de erro, indicando estabilidade na avaliação pessoal do presidente.

Gestão mantém quadro estável
Na avaliação do governo, 32% classificam a gestão como ótima ou boa, 30% a consideram regular e 37% a avaliam como ruim ou péssima — índices praticamente idênticos aos registrados em setembro. Segundo Forum, os números confirmam a estabilidade apontada pelo Datafolha, mas também mostram que a queda observada no início do ano foi superada, com o governo mantendo um patamar mais confortável.

A pesquisa revela ainda que Lula continua apresentando desempenho acima da média entre idosos, pessoas com menor escolaridade, nordestinos e católicos. Entre trabalhadores que ganham entre dois e cinco salários mínimos, houve leve avanço — associado, segundo o instituto, a medidas recentes como a nova faixa de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil.

Mesmo sem grandes oscilações no cenário político recente, Lula mantém aprovação pessoal numericamente superior à reprovação e encerra o período com uma base sólida de apoio em setores importantes do eleitorado.


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Datafolha: Lula vence Flavio com 15 pontos no 2º turno

A divulgação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como o escolhido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para disputar a Presidência em 2026 encontrou um cenário adverso já medido pelo Datafolha. Segundo o levantamento mais recente, realizado entre terça (2) e quinta-feira (4), o primogênito do golpista seria derrotado por Lula (PT) por 51% a 36% em um eventual segundo turno se a eleição ocorresse hoje. O anúncio de sua candidatura só veio na sexta (5), portanto após as entrevistas feitas pelo instituto, publicada pelo DCM.

Outros nomes da direita apresentam desempenho mais competitivo. Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) perderia por 47% a 42%, enquanto Ratinho Jr. (PSD-PR) marcaria 41% contra 47% de Lula, números próximos aos registrados no levantamento anterior, de julho.

Já outros integrantes da família Bolsonaro têm desempenhos semelhantes: Eduardo Bolsonaro passou de 37% para 35% e Michelle Bolsonaro aparece com 39%, frente a 50% de Lula no segundo turno testado.

O Datafolha também simulou um cenário com Jair Bolsonaro, embora sua candidatura seja improvável devido à condenação que o tornou inelegível. Sua desvantagem cresceu: de 47% a 43%, passou a 49% a 40%. O instituto ouviu 2.002 pessoas em 113 municípios, com margem de erro de dois pontos.

No primeiro turno, Lula mantém a dianteira em todos os cenários. Contra Flávio, o petista registra 41%, seguido pelo senador com 18%, Ratinho Jr. com 12%, Ronaldo Caiado (União Brasil-GO) com 7% e Romeu Zema (Novo-MG) com 6%.

Substituído por Eduardo, o resultado praticamente se repete. Com Michelle como candidata, a direita melhora levemente: 41% para Lula e 24% para a ex-primeira-dama.

A presença de Tarcísio altera mais o panorama: o governador paulista aparece com 23%, ainda distante dos 41% do presidente, mas acima dos demais nomes da direita. As simulações pressupõem múltiplas candidaturas conservadoras e, portanto, grande dispersão de votos, cenário considerado realista por analistas, já que acordos costumam se acertar apenas no segundo turno.

Os índices de rejeição reforçam a dificuldade de candidatos ligados ao bolsonarismo. Jair Bolsonaro aparece com 45%, empatado tecnicamente com Lula, que tem 44%. Flávio registra 38%, Eduardo 37% e Michelle 35%, apesar de nenhum dos três ter disputado a Presidência. Já os governadores têm taxas muito menores: Tarcísio tem 20%, Caiado 18%, Ratinho Jr. e Zema 21%.

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Pesquisa CNT/MDA: Lula lidera todos os cenários para 2026 no 1º e 2º turnos

Assim, a direita perde o rumo de vez

No primeiro turno, o petista abriu 20 pontos contra Tarcísio de Freitas, possível herdeiro político do ex-presidente Jair Bolsonaro

Pesquisa CNT/MDA divulgada nesta terça-feira (25) revela que o presidente Lula lidera todos os cenários de primeiro turno para as eleições de 2026 e ganharia dos adversários em um eventual segundo turno. O levantamento também mostra aumento da popularidade do petista. Saiba mais em TVT News.

A pesquisa foi realizada entre 19 e 23 de novembro com 2.002 pessoas. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e o nível de confiança, 95%.

Lula tem vantagem em ambos os turnos
1º turno
A pesquisa de intenção espontânea de voto aponta Lula (PT) na liderança com 32,3% contra Jair Bolsonaro (17,5%), Tarcísio de Freitas (2,1%), Ciro Gomes (1%), outros (4,4%) e branco ou nulo (9,4%). O petista melhorou seu desempenho em 5% em relação ao valor de setembro.

Após a condenação pela trama golpista, Jair Bolsonaro (PL) ficou inelegível novamente e não pode disputar as eleições até 2060, quando teria 105 anos. De acordo com a Lei da Ficha Limpa, são somados oito anos de inelegibilidade ao tempo da pena — 27 anos e três meses — o que resulta no cálculo de 33 anos fora das disputas.

O ex-presidente já não poderia concorrer ao pleito de 2026 por ter sido condenado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação para desinformar sobre as urnas eletrônicas e atacar a Corte na camapanha eleitoral de 2022.

Nos cenários simulados de primeiro turno pela CNT, Lula continua despontando na frente dos adversários. A primeira simulação mostra o petista (38,8%) a frente de Jair Bolsonaro (27%), Ciro Gomes (9,6%), Ratinho Jr. (6,4%), Ronaldo Caiado (4%) e Romeu Zema (2,7%).

Os demais cenários tem Lula, Ratinho Jr. (PSD) e Romeu Zema (Novo) fixos, alternando apenas o nome mais competitivo contra o petista. Contra o mais provável herdeiro do bolsonarismo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o presidente tem 42% das intenções de voto frente a 21,7% do governador de São Paulo.

Ainda nos cenários de primeiro turno, Lula é a escolha de 42,7% dos eleitores se Eduardo Bolsonaro (17,4%) for candidato. Já contra Michelle Bolsonaro (PL), o petista tem 42,7% dos votos frente a 23% da ex-primeira dama.

2º turno
Mesmo se Bolsonaro pudesse participar das eleições de 2026, a pesquisa indica que perderia para Lula: o petista registra 49,2% e o ex-presidente, 36,9%. Contra Tarcísio, o presidente tem vantagem de 6 pontos: 45,7% dos eleitores reelegeria o presidente enquanto 39,1% escolheria o governador paulista.

Segundo a CNT, o melhor desempenho de Lula seria em um segundo turno contra Eduardo Bolsonaro, no qual o petista teria 49,9% dos votos e o filho do ex-presidente, 33,35%. Os patamares são similares na simulação contra a ex-primeira dama: Lula registra 49,1% e Michelle, 35,6%.

A pesquisa questionou os entrevistados sobre outros cenários: Lula (45,8%) e Ratinho Júnior (38,7%); Lula (47,9%) e Romeu Zema (33,5%); Lula (46,9%) e Ronaldo Caiado (33,7%); e Lula (44,1%) e Ciro Gomes (35,1%).

Avaliação de governo
A avaliação positiva do governo Lula cresceu três pontos em relação a setembro. A soma de ótimo (12,2%) e bom (22,1%) é de 34,3%, enquanto o mês anterior registrava 31%.

Quem avalia negativamente a gestão caiu de 40% para 36% — soma de ruim (8,4%) e péssimo (27,9%). O governo tem avaliação melhor entre mulheres, católicos, eleitores a partir de 35 anos, com renda menor que dois salários mínimos, ensino fundamental e do Nordeste.

*TVTNews


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Atlas/Intel: Nikolas Ferreira é rejeitado por 54% que afirmam não votar nele nem em Bolsonaro

Nikolas Ferreira, deputado federal pelo PL mineiro, já é tão rejeitado quanto o ex-presidente Jair Bolsonaro. Ambos os políticos são rejeitados pela mesma parcela do eleitorado – cerca de 54%. O dado é da pesquisa Latam Pulse, feita pelo instituto Atlas Intel. O levantamento foi divulgado nesta sexta-feira (24).

Ferreira, cuja atuação parlamentar é mais pautada pelas polêmicas em redes sociais do que pela proposição de matérias legislativas, vê sua rejeição crescer desde o início de 2025.

O top cinco dos políticos mais rejeitados conta ainda com Davi Alcolumbre (União-AP), senador e presidente do Senado, Hugo Motta, deputado federal e presidente da Câmara dos Deputados, e Ciro Gomes.

Hugo Motta (Rep-PB), deputado federal e presidente da Câmara dos Deputados, é o político mais rejeitado do Brasil. Motta é criticado por 83% dos eleitores.

Davi Alcolumbre é rejeitado por 68% dos eleitores, segundo a Atlas. O senador amapaense sofre com a onda de rejeição ao Poder Legislativo por conta de pautas como a anistia aos condenados do 08/01 e pela PEC para blindar políticos de investigações criminais.

Ciro Gomes, mesmo fora dos holofotes há quase cinco anos, é desprezado por cerca de 62% dos eleitores ouvidos pelo instituto. O ex-governador do Ceará anunciou sua filiação ao PSDB, num aceno à direita nordestina.

A pesquisa Atlas Intel ouviu 14.063 brasileiros adultos entre 15 e 19 de outubro de 2025, com recrutamento digital aleatório (Atlas RDR). A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos. Com DCM.


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