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STF dá 48 horas para CPI dar mais informação sobre quebra de sigilo de Silvinei Vasques, ex-diretor da PRF

Investigadores apuram o uso político da Polícia Rodoviária Federal para favorecer Jair Bolsonaro na última eleição, diz o 247.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso deu prazo de 48 horas para que os políticos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos atos golpistas apresentem informações sobre a quebra de sigilo bancário, fiscal, telefônico e telemático do ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques. “O pedido será analisado após as informações, em razão da excepcionalidade da apreciação de medidas de urgência”, afirmou Barroso.

O ex-dirigente comandava a PRF nas eleições do ano passado, quando surgiram denúncias de uso político da força de segurança. De acordo com relatório divulgado em abril pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, entre 28 e 30 de outubro do ano passado, agentes fiscalizaram, 2.185 ônibus em estradas do Nordeste, mais que o dobro das ações no centro-oeste (893), quatro vezes mais que o número de blitz no Sudeste e sete vezes mais do que no Norte do Brasil.

A defesa de Silvinei Vasques acionou o STF nesta sexta-feira (14) para suspender a medida. “A despeito de não ter nada a esconder, entendeu de imediato que tal medida foi elaborada em total equívoco, em sessão confusa, sem debate sobre o tema, na qual os representantes da CPMI aprovaram o que foi verdadeira violência à Constituição da República Federativa do Brasil e à imagem e à privacidade do impetrante”, afirmaram. “Não há razão para quebra da intimidade do impetrante, eis que requereram quebra dos sigilos sem antes – mediante votação – tivesse o impetrante (testemunha) sua condição alterada para a de investigado”.

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Voa Brasil terá 1,5 milhão de passagens por mês a R$ 200, diz França

Ministro de Portos e Aeroportos detalhou programa de incentivos em passagens aéreas. Proposta engloba viagens em baixa temporada.

O ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França, detalhou que o programa Voa, Brasil — criado para possibilitar a venda de passagens aéreas a R$ 200 — poderá oferecer 1,5 milhão de bilhetes por mês. O titular da pasta deu mais informações sobre a proposta nessa quinta-feira (13/7), durante palestra na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), segundo o Metrópoles.

Durante o evento, França explicou que, a princípio, a iniciativa deve atender “aposentados, pensionistas e, eventualmente, servidores públicos”. A estimativa é de que o programa dure, pelo menos, um ano. Ele também confirmou a participação das companhias aéreas Latam, Gol e Azul.

“Esse programa tem capacidade, nós estamos falando de 1,5 milhão de passagens ao mês que poderíamos chegar. São trechos. Mas nós vamos chegar gradualmente. […] precisamos preparar os aeroportos para isso”, disse França.

França explicou, ainda, que a aquisição de passagens será limitada a quatro bilhetes por pessoa, por ano, sendo cada um referente a um trecho.

As companhias confirmaram que podem disponibilizar passagens para qualquer destino, desde que sejam em períodos de baixa temporada, como março, abril, maio, agosto, setembro, outubro e novembro.

O programa também não vai contar com investimento público, segundo o ministro, e é destinado a pessoas que não têm o hábito de voar. Para estar habilitado a adquirir as passagens mais baratas, o viajante não pode ter voado nos últimos 12 meses.

De acordo com o titular da pasta, a proposta vai garantir a criação de voos, principalmente para localidades em que, atualmente, não há muita disputa.

“Na nossa visão, é bem possível que a gente tenha uma grande procura de passagens. Isso vai permitir que os voos saiam lotados. Isso vai fazer com que a gente tenha mais voos e, aí, você vai preencher os aeroportos regionais que eu citei. Você vai poder ter voos em lugares, onde, naturalmente, você tem demanda, mas não tem gente hoje voando”, explicou o ministro.

O programa Voa, Brasil deverá começar no segundo semestre deste ano. O objetivo é dar início à iniciativa com as vendas de 5% dos assentos ociosos nos voos domésticos.

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Lula diz que Nísia é ministra “do presidente” e não é “trocável”

Lula também elogiou o ministro-chefe da SRI, Alexandre Padilha, responsável por indicar Nísia Trindade para a pasta da Saúde.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, na manhã desta sexta-feira (14/7), durante sanção do programa Mais Médicos, que a ministra da Saúde, Nísia Trindade, é de escolha pessoal do presidente, e não “é trocável”. O mandatário ainda elogiou o ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, o responsável por indicar a ex-chefe da Fundação Oswaldo Cruz, diz o Metrópoles.

“Foi o Padilha, que sonhava em voltar a ser ministro da Saúde, que trouxe a Nísia para conversar comigo. Estamos num período em que o Congresso Nacional entra em férias, e todo dia eu leio no jornal trocas de ministros. Tem ministros que não são trocáveis, que são da escolha pessoal do presidente. A Nísia não é ministra do Brasil, é minha ministra”, afirmou Lula.

Portanto, ela tem uma função a cumprir e sabe que a única perspectiva que ela tem de sair é se ela não cumprir a função correta dela. Ela sabe”, reforçou.

O Ministério da Saúde foi uma das pastas apontadas como possível alvo de troca em virtudes de acordos para agradar o Congresso Nacional, assim como os ministérios do Turismo, dos Esportes e do Meio Ambiente. Logo que a possibilidade foi ventilada, no entanto, Lula descartou movimentações na Saúde.

Escolhida a dedo por Lula, Nísia foi a primeira mulher a presidir a Fiocruz e a comandar o Ministério da Saúde.

Relação com o Congresso Nacional
Durante a fala, o presidente também tocou na relação com o Congresso Nacional, no aspecto do diálogo para aprovar as pautas governamentais. Segundo o chefe do Executivo, o Planalto não tem o objetivo de ficar “brigando com deputado e senador”.

“Nossa relação com o Congresso também mudou. A gente não quer ficar brigando com deputado e senador. Senador não é subordinado ao presidente da República, para o que a gente quer, mandar e ser aprovado. A gente tem de mandar e convencer de que aquilo é importante ser aprovado e aceitar as mudanças deles”, pontuou Lula.

“Todo mundo sabe o quanto é importante essa relação civilizada e democrática. O Congresso pode ter o defeito que vocês quiserem, mas ele é a cara de vocês no dia da eleição. Não tem jeito”, completou.

A MP do Mais Médicos foi aprovada sem alterações no Senado Federal, em junho, mas, na Câmara dos Deputados, passou com uma alteração batizada de “emenda anti-Cuba”. O trecho proibiu o repasse de parte do salário dos médicos estrangeiros aos governos de seus respectivos países.

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Vídeo: Ex-deputada Joice Hasselmann chama Carla Zambelli de ‘burra’, ‘bandida’ e ‘biruta’ ao falar sobre possível cassação

A ex-deputada federal Joice Hasselmann publicou um vídeo nas redes sociais chamando a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) de “burra”, “bandida” e personagem “folclórico” digno do “deboche”.

— Carla Zambelli está em maus lençóis. Ela segue a passos largos rumo à cassação de seu próprio mandato. Uma figura que é um personagem folclórico, risível, digno do deboche dos deputados da Câmara, que aliás não escondem o desprezo por tamanha estupidez em forma de gente — disse.

A ex-tucana ainda continua:— Carla Zambelli é a perfeita oligofrênica. No bom popular, burra mesmo. A criatura consegue protagonizar uma cena mais dantesca que a outra — disse Joice.

As declarações da ex-deputada ocorrem após o hacker da Vaza Jato, Walter Delgatti Netto, afirmar à Polícia Federal que Zambelli teria lhe pedido para invadir as contas de e-mail e o telefone de Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele também alegou ter tentado invadir o sistema de segurança das urnas eletrônicas, mas também sem sucesso.

Joice afirmou que os encontros de Zambelli com o hacker eram “conspiradores contra a democracia brasileira”. A ex-tucana, que não se reelegeu no ano passado, também chamou Zambelli de “biruta” e “bandida” ao lembrar do dia em que a parlamentar do PL sacou uma arma e apontou para um homem nos Jardins, bairro nobre de São Paulo.

https://twitter.com/i/status/1679618400971104257

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Vídeo – Quando você acha que já viu de tudo: Rogério Marinho chora por terroristas de 8/1 e é consolado por bolsonaristas

Ex-ministro, que não derramou uma lágrima para os mais de 700 mil mortos na pandemia, caiu no choro em audiência no Senado e lamentou que apoiadores de Bolsonaro tenham sido “arrebanhados como gado”.

Em uma cena patética, o senador Rogério Marinho (PL-RN), que não derramou uma lágrima pelos mais de 700 mil mortes pela Covid quando era ministro do Desenvolvimento Regional de Jair Bolsonaro (PL), debulhou-se em prantos e protagonizou uma cena patética durante audiência pública proposta pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE) na Comissão de Segurança Pública do Senado nesta quinta-feira (13) para defender os terroristas presos no dia 8 de Janeiro.

Ao receber a palavra, Marinho fez biquinho e começou ao chorar. Aos prantos, foi consolado pelo pai, o ex-senador Valério Marinho, e pelo colega Magno Malta (PL-ES).

Ao retomar a fala, ainda choramingando, Marinho afirmou aos colegas, entre eles Flávio Bolsonaro (PL-RJ), sentado quase a seu lado, que “todos nós temos uma responsabilidade muito grande”.

Referindo-se à Gabriella Ritter, que preside a “Associação dos Familiares e Vítimas de 8 de Janeiro”, Marinho lamentou que os bolsonaristas tenham sido “arrebanhados como gado” – em relação à prisão no 8 de Janeiro e não às mentiras propagas pela extrema-direita, que rendeu aos apoiadores de Bolsonaro o apelido de “gado”.

“Eu diria, Gabriella, o sofrimento que sua família está tendo nesse momento e outros como eles, arrebanhados como gado, que não tiveram seus direitos respeitados”, disse Marinho.

Veja o choro de Marinho abaixo e o discurso patético.

*Com Forum

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Procuradores da República de Curitiba também sabiam da festa da cueca, diz Tony Garcia

O empresário Tony Garcia revelou nesta quinta-feira (13) que, além do ex-juiz suspeito Sergio Moro, procuradores da chamada “República de Curitiba” tinham conhecimento da “festa da cueca” envolvendo desembargadores do TRF-4. O evento, segundo Tony, foi utilizado como forma de chantagem por Moro, que supostamente teria as gravações. O delator disse em junho à TV 247 que os desembargadores foram chantageados depois de participarem de um evento em um hotel de Curitiba com garotas de programa, diz o 247.

De acordo com o relato de Tony, em novembro de 2003, o advogado Roberto Bertholdo mandou buscar, de avião fretado, desembargadores do TRF-4. Eles foram levados ao estádio Pinheirão, onde assistiram a um jogo da seleção brasileira contra o Uruguai. Depois, foram para um hotel de Curitiba, onde por lá participaram da festa da cueca.

No Twitter, Tony Garcia compartilhou uma conversa que teve com os procuradores Januário Paludo e Carlos Fernando dos Santos Lima. Eles conversam de maneira descontraída sobre os eventos. Paludo chega a relatar que um desembargador “apanhou da mulher”. “Além de destruírem milhões de empregos destruíram FAMÍLIAS. GENTE PERVERSA!”, escreveu Tony na postagem.

Confira:

https://twitter.com/tonygarciareal/status/1679518703048708097?s=20

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Lula sobre cobiça do Centrão à pasta do Bolsa Família: ‘Esse ministério é meu, não sai’

Com orçamento de R$ 273 milhões, o ministério abriga uma das principais vitrines da gestão petista.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Ministério do Desenvolvimento Social não será entregue ao Centrão. A pasta que comanda o programa Bolsa Família foi solicitada pelo PP em meio a negociação para a sigla entrar para a base do governo. Com orçamento de R$ 273 milhões, o ministério abriga uma das principais vitrines da gestão petista, que atualmente está pagando benefício de R$ 705,40 a mais de 20 milhões de brasileiros, segundo O Globo.

— Esse ministério, é um ministério meu. Esse ministério não sai. A Saúde não sai. Não é o partido que quer vir para o governo que pede ministério. É o governo que oferece o ministério. É só fazer uma inversão de valores. No momento certo nós vamos conversar. Da forma mais tranquila possível, não quero conversa escondida, não quero conversa secreta — disse Lula em entrevista à TV Record.

Na semana passada, Lula fez uma declaração parecida ao garantir que a Nísia Trindade permaneceria na Saúde. O presidente deu as declarações ao lado de Nísia durante participação na 17ª Conferência Nacional de Saúde (CNS), em Brasília, com a presença de mais de seis mil representantes da sociedade civil, entidades, fóruns regionais, movimentos sociais e organizações.

Uma ala do Palácio do Planalto passou a discutir a possibilidade de troca do ministro Wellington Dias por avaliarem que uma futura reforma ministerial para abrigar partidos do Centrão deverá mexer no comando de ministérios que atualmente são escolha da cota pessoal do presidente ou do PT. Dentro dessa lógica, Dias seria um dos candidatos a ser substituído.

Outros auxiliares, no entanto, já enxergam com certo ceticismo que o presidente ceda uma das principais bandeiras do seu governo, o combate à fome e à miséria, aos novos aliados do Centrão. Um dos conselheiros mais próximos do presidente ouvido pelo GLOBO, afirma que a chance de Lula ceder o comando do Bolsa Família ao Centrão é “zero”, já que a áreas social, assim como saúde e educação, são a cara de políticas públicas elaboradas pelo PT.

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Hacker: ideia de “faz o L” em falso mandado contra Moraes foi de Zambelli

O hacker Walter Delgatti prestou depoimento à Polícia Federal (PF) sobre o falso mandado de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes.

O hacker da Vaza Jato, como é conhecido Walter Delgatti, além de fazer correções gramaticais no texto da deputada Carla Zambelli (PL-SP), afirmou à Polícia Federal (PF) que o falso mandado de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes foi inserido no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de forma irregular.

O falso documento se trata de um mandado de prisão expedido por Moraes contra ele mesmo. E foi descoberto em 5 de janeiro. O trecho “publique-se, intime-se e faz o L” também teria sido ideia da deputada. As informações são do portal g1.

O hacker contou à PF que a criação da falsa ordem de detenção de Moraes foi uma ideia dele, uma vez que a parlamentar, segundo ele, buscava algo que pudesse mostrar a fragilidade do Judiciário brasileiro.

O falso mandado de prisão teria termos como “R$ 1,14 bilhão, exatamente o número de urnas impugnadas”, que faz referência à multa aplicada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ao Partido Liberal (PL), e “sem me explicar porque sou um Deus do Olimpo”.

Em nota, a deputada Zambelli negou as acusações. O advogado dela, Daniel Bialski, segue sem acesso ao processo até o momento de publicação desta reportagem.

Pedido de invasão de urna eletrônica
Walter Delgatti Neto também declarou à PF que a deputada o procurou para invadir uma urna eletrônica. Além disso, ele teria afirmado que a deputada redigiu o texto original da ordem de prisão contra o ministro Moraes, e que teria lhe pedido para invadir as contas de e-mail e o telefone do ministro.

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Eduardo Bolsonaro pode ser preso em ação movida por Tabata Amaral

Advogados da deputada paulista enviaram alegações finais ao STF dizendo que não aceitam qualquer substituição de pena em razão da “péssima conduta social” e da recorrência de “delitos imputados” ao colega.

Enquanto o pai, Jair, presta depoimentos recorrentes à Polícia Federal (PF) para tentar se explicar de supostos crimes que o envolvem, Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pode ter como destino a prisão, caso o Supremo Tribunal Federal (STF) julgue procedente uma ação movida pela colega de Câmara, a deputada Tabata Amaral (PSB-SP), diz a Forum.

No processo, aceito pelo STF, Tabata pede a condenação de Eduardo Bolsonaro por uma fake news em que ele insinua que a deputada fez a defesa do projeto de distribuição gratuita de absorventes para tentar beneficiar o empresário Jorge Paulo Lemann. Os bolsonaristas propagam que Tabata faz parte da bancada controlada pelo bilionário brasileiro na Câmara.

Nas alegações finais, advogados da deputada afirmam que em razão da “péssima conduta social” e da recorrência de “delitos imputados” ao colega, querem que o filho 03 de Bolsonaro seja preso, sem a possibilidade de quaisquer substituição de pena.

“Em razão de sua péssima conduta social e se tratar de agente contumaz nos delitos imputados, devem as penas ser majoradas, sendo afastada eventual substituição de pena privativa de liberdade por restritiva de direitos, pois medida insuficiente à reprovação das condutas concretas”, diz a defesa ao STF.

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Após Barroso dizer que bolsonarismo foi derrotado, bolsonaristas ameaçam pedir impeachment de ministro do STF

O deputado bolsonarista Nikolas Ferreira (PL-MG) anunciou que a oposição irá pedir o impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso em função de ter afirmado, durante um discurso no Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), na noite de quarta-feira (12) que “derrotamos o bolsonarismo” .

“A oposição iniciará um processo de impeachment contra Barroso por cometer o crime de ‘exercer atividade político-partidária’, conforme estabelecido no artigo 39 da lei 1079/50”, disse Nikolas no Twitter. “Se, por um milagre, houver justiça neste país, será indiscutível a perda do cargo”, completou.

A deputada bolsonarista Bia Kicis (PL-DF) afirmou que “o ministro do STF e do TSE, Barroso, afirmou durante um evento da UNE que venceu o Bolsonarismo. Ao participar de um evento político partidário, confessou que atuou contra uma força política. Grave! Nós, da oposição, solicitaremos o impeachment”.

O discurso de Barroso foi feito no 59º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), na quarta-feira (12), em Brasília. Na ocasião, o ministro foi alvo de um protesto por parte dos estudantes, em função do seu posicionamento no julgamento do piso nacional da enfermagem. Ele foi vaiado e chamado de “articulador do golpe” contra Dilma Rousseff (PT).

Barroso então disse que aqueles que vaiavam estavam “reproduzindo o bolsonarismo”. “Nós derrotamos a censura, nós derrotamos a tortura, nós derrotamos o bolsonarismo para permitir a democracia e a manifestação livre de todas as pessoas”, ressaltou o ministro mais à frente.

O deputado Carlos Jordy (PL-RJ) também manifestou apoio ao afastamento do ministro do STF. “Isso é normal? Foi longe demais? Imaginem um ministro do STF declarando em uma palestra que ‘derrotou o lulo-petismo'”, comparou.

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