Categorias
Política

O clã Bolsonaro é a matriz absoluta do esgoto fétido

O ex-governador bandido, Claudio Castro, é a extensão perfeita do clã Bolsonaro. Como governador, agiu perfeitamente dentro das quatro linhas do bolsonarismo carioca, que se confunde com a própria milícia.

Sim, o clã Bolsonaro é a milícia das milícias cariocas, e certamente isso será exposto com calreza pela campanha de Lula para deixar claro, como denunciou hoje o insuspeito Estadão, dizendo que Flavio é a cópia fiel do seu pai, golpista, bandido, líder de facção criminosa e por aí vai.

A cúpula do bolsonarismo é um coquetel criminoso. Não é sem motivos que, no plano do golpe de Estado, a ação miliciana de exterminar Lula, Alckmin e Moraes era imprescindível.

O vizinho do assassino de Marielle, Ronnie Lessa, tem um histórico que se confunde com a própria milícia carioca e, como é sabido por todos, os filhos 01, 02, 03 e 04, do Seu Jair da casa 58, não soltam um traque sem a ordem expressa do pai.

Claro, o 01, Flavio, é o mais proeminente desse esquema por ser o primogênito e, por isso mesmo, sempre trafegou de mãos dadas com líderes da milícia, sobretudo de Rio das Pedras e Muzema, vide Adriano da Nóbrega, condecorado por Flavio, na adeia, a mando do pai.

Esse caldo de excremento, liderado por Claudio Castro, que lhe custou a cassação, surrupiou dos cofres públicos mais de R$ 600 milhões, dinheiro desviado de impostos pagos pelos cariocas para financiar e organizar cabos eleitorais em favor da campanha de reeleição de Castro. Foram quase 30 mil servidores temporários sem concurso público, sem justificativa técnica ou qualquer coisa que o valha.

O mesmo abuso de poder econômico, visto em Brasília com Bolsonaro, na tentativa de se reeleger, foi decalcado por Claudio Castro, do PL, partido de Bolsonaro, para fraudar eleições.

Por isso a sua inelegibilidade, assim como a de Bolsonaro.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://chat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh

Categorias
Política

Governador do RJ, Claudio Castro e vice são condenados e têm o mandato cassado

Cláudio Castro (PL) foi condenado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta terça-feira (24 de março de 2026) por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022

O placar foi de 5 a 2 pela condenação à inelegibilidade por 8 anos (contados a partir de 2022, ou seja, até 2030).

Votos a favor da condenação (maioria): ministra Isabel Gallotti (relatora), Antônio Carlos Ferreira, Floriano de Azevedo Marques, Estela Aranha e Cármen Lúcia.

Votos contra: ministros Kassio Nunes Marques e André Mendonça.
veja.abril.com.br

A acusação envolvia irregularidades na contratação de milhares de funcionários temporários na UERJ e na Ceperj (Fundação Centro Estadual de Estatísticas), que teriam sido usados como “cabos eleitorais” durante a campanha de reeleição, configurando abuso de poder.Sobre a cassação do mandatoCláudio Castro renunciou ao cargo de governador do Rio de Janeiro na segunda-feira (23 de março de 2026), um dia antes da retomada do julgamento.

Com a renúncia, a cassação do mandato ficou prejudicada (não pode cassar quem já não ocupa o cargo). No entanto, a inelegibilidade permanece válida.

Impacto político

Castro era pré-candidato ao Senado em 2026 (chegou a anunciar planos ao lado de Flávio Bolsonaro).

Com a inelegibilidade até 2030, ele está impedido de disputar qualquer eleição nesse período, inclusive o Senado.

Ele já sinalizou que vai recorrer da decisão, mas, por enquanto, a inelegibilidade está valendo.

O caso começou no TRE-RJ, que havia absolvido Castro, mas o Ministério Público Eleitoral recorreu ao TSE, que reformou a decisão. Essa condenação se soma a uma longa lista de crises políticas envolvendo governadores do Rio nos últimos anos (prisões, impeachments e cassações).

Relembrando o caso
Os cargos secretos consistiram na contratação de dezenas de milhares em programas sociais e de extensão universitária às vésperas da campanha eleitoral de 2022, com base na descentralização de recursos orçamentários para a fundação Ceperj e para a Uerj.

O esquema foi revelado pelo portal UOL em junho de 2022. O governo Castro usou a fundação Ceperj — uma espécie de IBGE da administração fluminense — para empregar cerca de 27 mil pessoas em programas sociais. As folhas de pagamento eram secretas e não foram informadas nem mesmo para os órgãos de controle, como o TCE-RJ (Tribunal de Contas do Estado).

O governo do Rio usou descentralizações de crédito — quando um órgão permite que outro ente use parte de seu dinheiro — para injetar centenas de milhões na Fundação Ceperj.

O mesmo procedimento foi usado para bancar projetos de extensão ligados à Uerj, que também mantinham folhas secretas de bolsistas contratados com remunerações mensais de até R$ 35 mil.

No caso da Uerj, 45 mil bolsistas foram contratados nas folhas secretas.

O esquema movimentou em torno de R$ 1,3 bilhão em aproximadamente 1 ano e meio — entre o segundo semestre de 2021 e dezembro de 2022.

Até ser interrompido por decisão judicial em agosto de 2022, o esquema no Ceperj custou R$ 502,7 milhões aos cofres públicos. Já na Uerj, as folhas secretas dragaram R$ 798,9 milhões até serem interrompidas por decisão da universidade, em dezembro de 2022.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://chat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh

Categorias
Política

TSE retoma julgamento que pode cassar governador bolsonarista do Rio

Cláudio Castro, aliado de Jair Bolsonaro, enfrenta processo por suposto abuso de poder com 45 mil contratações e R$ 248 milhões em saques em espécie

O ministro Antonio Carlos Ferreira devolveu ao plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) as ações que podem levar à cassação do governador do Rio, Cláudio Castro (PL). O julgamento havia sido suspenso após pedido de vista do magistrado, depois do voto da relatora, ministra Maria Isabel Galotti, que se posicionou pela perda do mandato por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022.

Os recursos foram apresentados pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) e têm origem em ações movidas pela coligação que apoiou Marcelo Freixo (à época no PSOL), adversário de Castro no pleito.

Enquanto o julgamento avança, o processo se torna peça central no tabuleiro político fluminense, colocando em xeque não apenas um mandato, mas o peso regional do bolsonarismo em um dos estados mais estratégicos do país, segundo o Vermelho.

O esquema das contratações

As investigações apontam que a Fundação Ceperj e a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) teriam sido usadas para viabilizar cerca de 45 mil contratações temporárias durante o período eleitoral — 27 mil na fundação e 18 mil na universidade.

Relatórios mencionados nas ações indicam pagamentos em espécie que somariam aproximadamente R$ 248 milhões. Para o MPE, o modelo teria servido para empregar apoiadores e influenciar o resultado das urnas.

No voto já apresentado, a relatora afirmou que as instituições foram “desvirtuadas” para atender a finalidades eleitorais, apontando irregularidades formais, ampliação de atribuições por decretos do Executivo e ausência de resultados concretos compatíveis com o volume de contratações.

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) absolveu os acusados por 4 votos a 3, mas o MPE recorreu, alegando que a decisão ignorou indícios robustos.

Um governador do campo bolsonarista

Filiado ao PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, Castro consolidou sua trajetória como um dos principais representantes do bolsonarismo no estado. Durante a campanha de 2022, adotou discurso alinhado à agenda conservadora de extrema direita, com ênfase em pautas de segurança pública, retórica ideológica e aproximação com o núcleo político do ex-presidente.

O processo em julgamento expõe, sob a ótica institucional, práticas associadas ao uso intensivo da máquina pública em ambiente polarizado — marca do ciclo político inaugurado pelo bolsonarismo. A eventual cassação teria impacto não apenas administrativo, mas simbólico, atingindo um dos principais quadros estaduais desse campo político.

Defesa e cenário sucessório

A defesa de Castro sustenta que os programas tinham finalidade legítima e que não houve vínculo entre as contratações e a campanha eleitoral. Em nota, afirmou confiar no reconhecimento da legalidade de sua conduta pelo TSE.

Caso haja condenação, o governador poderá perder o mandato e ficar inelegível por oito anos. Também respondem à ação o presidente afastado da Assembleia Legislativa, Rodrigo Bacellar, e o ex-vice-governador Thiago Pampolha.

Se confirmada a cassação, o governo será assumido interinamente pelo presidente do Tribunal de Justiça do Rio até a definição do formato da sucessão. A depender do momento da decisão, poderá haver eleição direta ou indireta pela Assembleia Legislativa.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://chat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-os no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-os no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk10

Categorias
Política

Moraes manda governo Castro entregar imagens do massacre no RJ em até 15 dias

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o governo do bolsonarista Cláudio Castro (PL), no Rio de Janeiro, entregue, em até 15 dias, todas as imagens capturadas durante a megaoperação realizada nos complexos da Penha e do Alemão, em 28 de outubro do ano passado. A ação resultou na morte de 122 pessoas, entre elas cinco policiais.

A decisão foi proferida no âmbito da ADPF 635, conhecida como “ADPF das Favelas”, e atende a pedidos do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), do Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura e de diversas organizações de direitos humanos. De acordo com o DCM, Moraes determinou que o material audiovisual seja encaminhado à Polícia Federal.

No despacho, o ministro afirmou que ainda há lacunas a serem esclarecidas. Segundo ele, “o conjunto de manifestações nos autos, com requerimentos diversos e informações, por vezes contraditórios, deixa evidente que ainda são necessários esclarecimentos complementares para a análise da ‘Operação Contenção’ e do cumprimento da decisão proferida no âmbito desta ADPF”.

Além da entrega das imagens, Moraes determinou que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) informe ao STF “o estágio atual da análise do Plano Estratégico de Reocupação Territorial apresentado pelo Estado do Rio de Janeiro em 22/12/2025”. O ministro registrou que a Defensoria Pública do estado já manifestou concordância com o plano apresentado.

A decisão também impõe obrigações ao Ministério Público do Rio de Janeiro. Moraes ordenou que o órgão esclareça sua atuação em todas as fases da operação, “sobretudo, o atendimento da competência de controle externo pelo Gaeco e não pelo Gaesp”.

O Gaeco atua no combate ao crime organizado, enquanto o Gaesp atua na área de Segurança Pública. O ministro quer entender como se deu a fiscalização institucional da operação policial, diante da gravidade dos resultados registrados.

Até o momento, o governo do do Rio de Janeiro não se manifestou oficialmente sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal ou sobre o prazo estabelecido para a entrega das imagens.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://chat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-os no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-os no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk10

Categorias
Política

Quem está mais encrencado com a Polícia Federal, Claudio Castro, alcolumbre ou Bacellar?

O Brasil já sabe de cor a relação de Claudio Castro com TH Joias, assim como Rodrigo Bacellar, formando uma espécie de trisal entre crime organizado, presidência da Alerj e o governo do estado do Rio.

É o submundo do crime no controle institucional das maiores esferas de poder do estado fluminense. Mas não são só eles os emparedados com o futuro que será decidido pela justiça brasileira.

Alcolumbre, segundo a PF, foi alimentado com canetas de mounjaro por Beto Louco. De acordo com relatos, tanto Beto Louco quanto TH Joias fazem parte do crime organizado, mais precisamente do CV.

O conteúdo dos três celulares de Rodrigo Bacellar, pegos pela PF no dia 3, junto com uma mochila com mais de R$ 90 mil, como quem carrega troco de bala, será decisivo para o seu destino e de muitos outros aliados, sobretudo do PL de Bolsonaro.

O que os três celulares revelarão, só Deus sabe, pois foi através do celular de TH Joias que a polícia descobriu uma ligação dele para o presidente da Alerj, que o instruiu a sumir com todas as provas que tinha em casa, se sofresse uma devassa dos agentes da PF.

Ou seja, o caso é sério e, para piorar para Claudio Castro, a PF descobriu que o governador do Rio, às pressas, assinou um ato que obrigou o Diário Oficial do estado a publicar uma edição extraordinária.

O caso de ALcolumbre é tão ou mais complicado, pois foi confirmada pelo seu motorista a entrega de Beto Louco para o presidente do Senado.

Claro, esses assuntos explodiram, ná mídia, nas redes e nas ruas.

Daí o plano bolsonarista de dominar o Senado e fazer o impeachment de ministros do STF, que Gilmar Mendes impediu, deixando Alcolumbre foribundo.

A sala subterrânea do presidente da Alerj, do governador do Rio e da presidência do Senado devem seguir sendo investigadas pela PF para saber como funciona e quais são as palavras-chave e as pessoas mais importantes nessa escala de poder, envolvidas até o talo com o crrime organizado, enquanto os titulares das principais cadeiras posam para os holofotes da mídia como vestais da Segurança Pública brasileira.

Uma coisa é certa, o chão para Claudio Castro, alcolubre e Bacellar, está mole. Se ficarem parados, afundam, se deram um passo, afundam também.


Queridos leitores,
Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtqB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.com/Antrpofagista

Siga-no no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3

Categorias
Política

Claudio Castro entra na mira da Polícia Federal

As relações incestuosas entre o fornecedor de armas para o Comando Vermelho e o PL, partido de Bolsonaro, e a facção criminosa, parece que tem conexões não em um único lugar como a Alerj, tudo indica que há uma ligação de Claudio Castro na proteção ao Comando Vermelho.

Para os investigadores da Polícia Federal, ato do governador do RJ teria ajudado a manter elos de políticos com a facção.

Segundo o Estadão, que procurou o governo do RJ e a Alerj, o jornal aguarda retorno.

O que realmente está na mira da PF, e é considerada a primeira digital do chefe do estado fluminense, é o despacho do governador Claudio Castro sobre os tentáculos do Comando Vermelho dentro do Palácio Guanabara.

O ato, assinado por Castro, de estalão, obrigou a publicação de uma edição extraordinária do Diário Oficial do estado em 3 de setembro deste ano, na tarde do dia em que o ex-deputado TH Joias, Thiego Raimundo dos Santos Silva havia sido preso pela PF por lavagem de dinheiro, compra de armas e drones e relações pessoais suspeitas com o cefe da facção.

Nesse mesmo per[iodo, Claudio Castro exonerou às pressas o então secretário estadual de Esporte e Lazer, Rafael Picciani.

Com a prisão do suplente na manhã de 3 de setembro, Rafael Picciani formalizou o pedido pela sua exoneração da secretaria, tendo sido acolhido pelo governador Claudio Castro exatamente para garantir o afastamento imediato de TH Joias.

A manobra, segundo fontes ouvidas pelo Estadão, tinha como objetivo forçar a saída do cargo de TH Joias, evitando assim que a Alerj fosse obrigada a votar a manutenção ou relqaxamento da prisão, como mandam as regras do estado.

No dia de toda a movimentação, Castro foi às redes sociais falar sobre a manobra, hoje, vista como suspeita pela Polícia Federal. Disse ele:

“Por minha determinação, o deputado estadual, Rafael Picciani está retornan do ao seu mandato na Assembleia Legislativa, ele substitui o deputado estadual TH Joias, preso hoje em ação conjunta das Polícias, Civil, Federal e Ministério Público.”

Detalhe, o governador Claudio Castro aparece ao lado de TH Joias em fotos pela internet.

Moraes, que determinou a prisão de Rodrigo Bacellar, presidente da Alerj, nesta terça (3), dá a entender que todo o trâmite endossado e assinado por Castro, tenha relação com a necessidedade degarantir votos para 2026.

Por fim, Moraes determinou ao governo do Rio o fornecimento de todas as informações de acesso aos sistemas oline oficiais que tramitaram documentos referentes à exoneração de Picciani do cargo de secretário de estado, com horário, usuário responsável, logins de acesso e demais formas de acessos disponíveis.

Moraes mandou ainda que a imprensa oficial do estaqdo forneça dados e horários referentes ao pedido para a criação da edição extraordinária do dia 3 de setembro.


Queridos leitores,
Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtqB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista

Siga-no no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3

Categorias
Política

Castro estaria no “modo pânico” após Moraes colocar Bacellar na cadeia

Governador do Rio, após operação do morticínio no Alemão, cantou de galo para o Brasil e trucou ministro do STF, relator da ADPF das Favelas. Agora, tudo é medo para o bolsonarista

Numa trama digna das novelas mais lendárias e intrincadas da política brasileira, o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), parece ter entrado em um inevitável “modo pânico”, apurou a Fórum com fontes fluminenses no poder. O que começou como uma tentativa de se posicionar como o “xerife implacável” contra o crime organizado culminou, nesta quarta-feira (3), na prisão de um de seus aliados mais próximos: Rodrigo Bacellar (União Brasil), presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Ordenada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, a detenção de Bacellar por obstrução de justiça e laços com o Comando Vermelho (CV) não é apenas um golpe no tabuleiro político fluminense, mas sim é um alerta vermelho para Castro, cuja gestão tem sido marcada por uma mistura de inépcia administrativa e proximidade suspeita com as engrenagens do crime que ele jura combater.

Vamos rebobinar essa “novela” desde o início, para entender como um governador sem brilho, que ascendeu ao cargo quase por acidente após o impeachment de Wilson Witzel em 2021, acabou se enredando numa teia que pode custar-lhe não só o mandato, mas a liberdade.

A Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 635, batizada de “ADPF das Favelas”, foi ajuizada em 2019 pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB) e entidades de direitos humanos. O objetivo? Questionar a violência policial nas comunidades do Rio e impor balizas para reduzir a letalidade em operações. Inicialmente relatada pelo ministro Edson Fachin, a ação ganhou contornos históricos em fevereiro de 2025, quando Fachin votou pelo reconhecimento de um “estado de coisas inconstitucional” na segurança pública fluminense. Ele propôs medidas concretas: câmeras corporais obrigatórias para policiais, assistência à saúde mental dos agentes e restrições a incursões em áreas sensíveis, como escolas e hospitais.

O julgamento foi suspenso para negociações e retomado em abril de 2025, resultando na homologação parcial de um plano apresentado pelo governo Castro. Mas o roteiro complicou-se com mudanças imprevistas no STF: Luís Roberto Barroso aposentou-se antecipadamente em outubro de 2025, e Fachin assumiu a presidência da Corte em setembro, abrindo caminho para que Alexandre de Moraes fosse designado relator da ADPF em 28 de outubro. Moraes, conhecido por sua mão firme em casos de segurança e corrupção, rapidamente transformou a relatoria em um instrumento de escrutínio profundo.

É aí que

Castro entra em cena como o antagonista imprudente. Ignorando anos de decisões do STF que limitavam ações policiais em favelas, justamente para evitar massacres, o governador autorizou, no mesmo dia em que Moraes assumiu a ADPF das Favelas, 28 de outubro, a Operação Contenção nos complexos do Alemão e da Penha. O resultado? Um morticínio sem precedentes: 122 vítimas fatais, incluindo cinco policiais, na operação mais letal da história do Rio.

Castro, em vez de recuar, “cantou de galo” para o Brasil, posando como o homem que combate o crime “sem dó nem piedade”. Ele criticou abertamente a ADPF como uma “medida maldita” que algema a polícia e favorece facções como o CV, o Terceiro Comando Puro (TCP) e as milícias, ignorando cinicamente que seu próprio governo é acusado de ser permeado por essas mesmas quadrilhas.

Moraes não engoliu o desafio. Em novembro, durante uma audiência com entidades envolvidas na ADPF, o ministro converteu uma apuração preliminar (iniciada em agosto sob Fachin) num inquérito formal e sigiloso pela Polícia Federal (PF). O foco é investigar a infiltração do crime organizado no poder público estadual, incluindo esquemas de lavagem de dinheiro e conexões com agentes públicos. O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, prometeu “tantos inquéritos quantos forem necessários”, com ênfase em provas sobre interações entre bandidos e estruturas estatais. Castro foi intimado a prestar esclarecimentos sobre a megaoperação, preservar evidências e colaborar com perícias independentes, um claro sinal de que o STF não toleraria mais bravatas.

Agora, o clímax: a prisão de Bacellar, decretada por Moraes nesta quarta (3), no âmbito da Operação Zargun. A PF acusa o presidente da Alerj de vazar informações sigilosas sobre a prisão de TH Jóias, ex-deputado e operador político do CV, permitindo que ele destruísse provas e fugisse. Moraes destacou “fortes indícios” de que Bacellar integra uma organização criminosa infiltrada no poder fluminense, com influência no Executivo estadual, leia-se o governo Castro.

Bacellar não é qualquer aliado: foi secretário do governo de Castro (2021-2022), relator do impeachment de Witzel (que alçou Castro ao poder) e cotado para disputar o governo em 2026, com apoio explícito de Jair Bolsonaro (PL), de quem é muito próximo. Ele também é réu em um julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder nas eleições de 2022, ao lado de Castro, envolvendo saques irregulares de mais de R$ 200 milhões da Fundação Ceperj e da Uerj para cabos eleitorais.

Agora, convenhamos: Num caso desses, Castro peitou o cara errado. Um governador que mal sabe como chegou ao cargo, sem carisma ou legado palpável, resolveu trucar não só o presidente da República, com quem já vivia às turras para agradar a extrema direita, mas também o “poderoso” Moraes, recém-empossado na relatoria.

A partir de hoje, com Bacellar atrás das grades e o inquérito da PF escavando laços profundos entre crime e Estado, Castro vive o pânico de quem sabe acordar dia desses e ser “a bola da vez”. Seu governo, dominado por milícias e facções em favelas inteiras, pode enfrentar intervenção federal, cassação no TSE ou pior: buscas e prisões que exponham conivências. O bolsonarista que posava de durão agora treme, e o Rio, mais uma vez, paga o preço de uma liderança fraca e conivente.

Enquanto o governo fluminense silencia sobre a prisão, o STF sinaliza e não titubeia: ninguém está acima da lei, nem mesmo os que se vendem como salvadores. Castro, outrora desafiador, agora reza para que a novela não termine em tragédia pessoal. O pânico é real. E, sejamos francos, merecido.


Queridos leitores,
Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtqB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista

Siga-no no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3

Categorias
Política

Vorcaro, do Banco Master, deixou a prisão com a bíblia na mão

Nisso, não há nada de extraordinário em um país em que Kelmon, carnavalescamente, fantasia-se de padre, e Malafaia, aos berros histéricos, diz ser o representante de eus na terra.

Além de Vorcaro deixar a prisão com a bíblia na mão, outros quatro executivos do Banco Master, também foram soltos.

Como se sabe, Vorcaro, dono do Banco Master, é investigado por fraude financeira pela operação Compliance Zero e, por isso, foi trancafiado no Centro de Detenção Provisória, em Guarulhos, mas acabou por não esquentar o banco, pois já estava na rua poucos dias após sua estrondosa prisão.

Isso remete imediatamente a uma pergunta, Vorcaro seria solto se não fosse banqueiro amigo de Claudio Castro, Bolsonaro e Tarcísio para os quais doou milionários aportes para suas campanhas, se fosse preto e favelado e morasse no Complexo do Alemão ou da Penha?

Os fatos respondem por si. Afinão, estamos falando de Brasil, onde barões do café, que impuseram aos negros uma feroz escravidão, diziam-se religiosos e faziam generosas doações às igrejas católicas.

Ou seja, nada de novo no front.

Vorcaro apenas cumpriu uma agenda secular nesse país. Não se assistiu há pouco os barões da mídia em peso apoiarem o genocídio na Palestina, tranformada num inferno por quem se arroga filho escolhido por Deus, como ocorre em Israel.

O uso das religiões, de Cristo, de Deus, inclusive para atacar outras religiões, não são patentes nas antigas e atuais “civilizações”?

Então, não ha espanto ao ver um vigarista como Vorcare sair da prisão de boné, chinelo e bíblia na mão Afinal, essa é a mais antiga forma de ostentação.

O banqueiro, que leva uma rotina de rei babilônico,  com esse jeito folgazão, não arrancou dos cofres vultuosos montantes financeiros.

Na verdade, o governo Claudio Castro fez uma série de negócios com o Banco Master e admite ter tomado calote bilionário de Daniel Vorcaro.

Nessa salada de interesses, o mesmo Claudio Castro, que promoveu a maior chacina da história do Brasil, com a morte de 121 jovens, sendo 17 sem passagem pela polícia, no Alemão e Penha, além de 5 policiais mortos, é parceiro, par e passo, do banqueiro bandido que tem a cara dura de sair da prisão com tornozeleira na perna e bíblia na mão.


Queridos leitores,
Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtqB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista

Siga-no no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3

Categorias
Política

Claudio Castro é o culpado pelo tiro na criança em escola da Maré

A frase ecoa um debate urgente e doloroso. o que se passa sob o nome de “gestão” não é proteção, mas uma necropolítica que seleciona quem vive e quem morre, priorizando o espetáculo da guerra sobre a vida humana.

Uma criança de 10 anos baleada na perna, dentro da sala de aula, enquanto tentava aprender, não é acidente.

É o retrato cruel da “política de morte” que Cláudio Castro impõe ao Rio, transformando escolas em zonas de guerra e favelas em cemitérios abertos.

Hoje, 26 de novembro de 2025, o Complexo da Maré acordou com helicópteros, blindados e fuzis da Polícia Civil invadindo a Vila do João para, supostamente, impedir uma disputa entre facções.

O saldo? Três mortos, um preso e uma criança inocente ferida no pátio da Escola Municipal Hélio Smidt.

O menino foi socorrido na Clínica da Família Jeremias Moraes da Silva e transferido para o Hospital Getúlio Vargas.

O quadro estável, mas ficará com cicatrizes que duram para sempre.

A UFRJ suspendeu aulas no Fundão após balas perfurarem salas do CCMN; a Fiocruz trancou portas; quatro UPAs fecharam; e a Linha Amarela virou caos, com motoristas fugindo na contramão.
Isso não é segurança.

É terror seletivo contra pretos, pobres e favelados.

O Instituto Fogo Cruzado já conta 16 crianças baleadas na Região Metropolitana este ano (três mortas, 13 feridas como a de hoje).

E quem responde? Castro, que celebra “vitórias” em operações como a chacina de outubro (121 mortos no Alemão e Penha), enquanto ignora o STF e a ADPF das Favelas, que tenta frear essa barbárie.

A deputada Dani Monteiro (PSOL), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Alerj, foi cirúrgica: “Uma criança baleada dentro da escola, UPAs fechadas, UFRJ em alerta.


Queridos leitores,
Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista

Siga-no no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3

Categorias
Política

Alô meu povo, cadê aquele Claudio Castro que não largava o microfone depois da chacina no Rio?

O sujeito evaporou junto com a grana bilionária que o banqueiro pegou com ele.

O dono do Banco Master, foi preso em 2019 por um esquema de pirâmide financeira que lesou milhares de investidores.

Como um camarada desses conseguiu essa montanha de dinheiro com Castro?

Não é aquela mixaria da mochila de propina não, é coisa grande mesmo, Muito além do aquém!

Como Claudio Castro vai sobreviver politicamente depois desse escândalo?

A revolta nas redes por ver a obra desse “artista do crime” só aumenta.
Mistificador vagabundo. Copiando o próprio clã Bolsonaro de quem é capacho.

A máscara fajuta de Castro se esborrachou. Seus crimes mais ocultos agora fede em praça pública.

Aquela soberba pós matança no Alemão e Penha foi para a casa do c…
Agora, como bom Bolsonarista, é lagrima de crocodilo.

Espero que na mesma cela do seu patrão.


Queridos leitores,
Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-no no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3