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Política

No Brasil não tem fundamentalistas e extremistas, o que o país tem é um combo de vigaristas e oportunistas

Costuma-se dizer que o Brasil foi tomado por fundamentalistas e extremistas. A realidade, porém, parece menos ideológica e muito mais pragmática. O que se vê, em grande parte, é um combo de vigaristas e oportunistas que descobriram que o radicalismo rende votos, dinheiro, poder e imunidade política.

O verdadeiro fundamentalista acredita naquilo que defende, ainda que suas ideias sejam incompatíveis com a democracia ou com os direitos humanos. Já o oportunista veste qualquer fantasia que lhe seja conveniente. Hoje posa de patriota; amanhã negocia nos bastidores. Em público faz discursos inflamados sobre Deus, família e moralidade; em privado, não hesita em abandonar esses mesmos princípios quando surgem vantagens pessoais, tendo em Flavio Bolsonaro um exemplo.

Essa indústria da indignação transformou a política em espetáculo. Quanto maior a mentira, mais curtidas. Quanto mais agressivo o discurso, maior o engajamento. Quanto mais absurda a teoria conspiratória, mais fácil mobilizar seguidores dispostos a acreditar que estão travando uma batalha épica entre o bem e o mal.

Nesse ambiente, a ideologia deixa de ser um conjunto de valores e se torna apenas uma ferramenta de marketing. O radicalismo é usado como estratégia de negócios. O medo, a raiva e o ressentimento convertem-se em capital político e financeiro. Não importa a coerência; importa manter a plateia permanentemente mobilizada.

O Brasil convive, evidentemente, com grupos que defendem posições extremistas. Mas muitos dos personagens que ocupam o centro desse debate não parecem movidos por convicções profundas. São profissionais da polarização, especialistas em fabricar crises, explorar conflitos e transformar a indignação coletiva em patrimônio pessoal.

A democracia não é ameaçada apenas pelos que acreditam sinceramente em projetos autoritários. Ela também é corroída por aqueles que fazem do extremismo um negócio lucrativo, usando a radicalização como escudo para interesses privados e como atalho para permanecer no poder.

Talvez, portanto, o maior desafio do país não seja enfrentar fanáticos ideológicos, mas desmascarar os oportunistas que descobriram que fingir ser um deles pode ser muito mais rentável.


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Política

No Brasil, a direita morreu por tomar veneno para tentar matar o PT

Durante décadas, a direita brasileira organizou sua estratégia política em torno de um único objetivo: destruir o Partido dos Trabalhadores. Para isso, abriu mão de construir um projeto consistente de país e passou a apostar quase exclusivamente na demonização do adversário. O problema é que, ao transformar o antipetismo em sua única identidade, acabou ingerindo um veneno que, no fim, destruiu a si própria.

A radicalização permanente substituiu o debate de ideias. A política deixou de ser uma disputa de programas para se tornar uma guerra moral, alimentada por teorias conspiratórias, desinformação e pela recusa em reconhecer qualquer legitimidade do campo adversário. O bolsonarismo levou essa lógica ao extremo, convertendo o ódio ao PT em plataforma de governo e em critério de pertencimento político.

Nesse processo, a direita tradicional desapareceu. Liberais, conservadores moderados e setores do centro foram engolidos por um discurso cada vez mais radical, incapaz de oferecer soluções para os problemas reais do país. O combate ao PT passou a valer mais do que a defesa da estabilidade institucional, da responsabilidade fiscal ou da própria democracia.

A consequência foi previsível. Ao apostar todas as fichas na destruição do adversário, a direita passou a justificar qualquer excesso, desde ataques às instituições até a relativização de tentativas de ruptura democrática. O preço dessa estratégia foi a perda de credibilidade junto a parcelas importantes da sociedade, especialmente entre os eleitores moderados.

O paradoxo é evidente. O PT sobreviveu às maiores crises de sua história, voltou ao governo e permanece como a principal força política do campo progressista. Já a direita saiu da cruzada antipetista mais fragmentada, mais radicalizada e mais dependente de lideranças personalistas. Em vez de sepultar o PT, acabou comprometendo sua própria capacidade de dialogar com o conjunto da sociedade.

Nenhuma corrente política prospera quando sua existência depende apenas da destruição do adversário. Partidos e movimentos se fortalecem quando apresentam propostas, constroem consensos e oferecem perspectivas de futuro. Quando vivem apenas do ressentimento, acabam consumidos por ele.

A história recente do Brasil sugere exatamente isso: na tentativa de envenenar o PT, a direita bebeu o próprio veneno. E foi esse veneno — feito de intolerância, extremismo e obsessão antipetista — que acabou corroendo sua identidade, sua credibilidade e sua capacidade de se renovar.


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Política

Ser de direita aos 20 anos, é ser alienado, aos 30 anos, patético, a partir dos 40, um idiota completo

Quando a idade deixa de ser desculpa

Há quem diga que ser de direita aos 20 anos é apenas um reflexo da inexperiência. Nessa fase da vida, é comum que convicções políticas sejam moldadas mais por slogans, redes sociais e discursos simplificados do que por uma compreensão mais profunda da realidade. A alienação, nesse contexto, pode ser fruto da falta de vivência ou de inteligência.

Aos 30 anos, porém, a situação muda. Espera-se que a experiência profissional, o contato com diferentes realidades e a maturidade intelectual tenham ampliado a capacidade de análise. Permanecer preso a discursos rasos, que ignoram desigualdades, negam evidências ou transformam preconceitos em programa político, torna-se algo difícil de justificar. O que antes podia ser ingenuidade passa a soar como uma escolha consciente de ignorar a complexidade do mundo.

Depois dos 40 anos, quando a vida já ofereceu oportunidades suficientes para aprender com a história, compreender o funcionamento das instituições e reconhecer os efeitos concretos de determinadas políticas, insistir em posições sustentadas por desinformação, fanatismo ou culto à personalidade, revela, no mínimo, uma profunda recusa ao pensamento crítico. Não se trata apenas de uma divergência ideológica, mas da opção por fechar os olhos para fatos, evidências e consequências.

Naturalmente, a inteligência e a capacidade de reflexão apontam sim para uma corrente política específica. O verdadeiro problema, além de estar à direita, é abrir mão do senso crítico, da honestidade intelectual e da disposição para rever as próprias convicções diante da realidade.

A maturidade deveria ampliar a capacidade de compreender o mundo, não estreitá-la. Quando isso não acontece, a idade deixa de ser justificativa e passa a evidenciar uma escolha, a de ser de direita.


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Política

A direita está órfã de discurso porque não pode abrir a boca para falar de corrupção

Sem discurso sobre corrupção, a direita perde um de seus principais pilares

Durante anos, o combate à corrupção foi o principal ativo político da direita brasileira. O tema ocupava discursos, campanhas eleitorais e manifestações de rua, sempre apresentado como uma bandeira moral capaz de diferenciar seus representantes dos adversários. Hoje, porém, esse discurso perdeu força.

O motivo é simples: as sucessivas investigações, denúncias e escândalos envolvendo figuras centrais desse mesmo campo político tornaram muito mais difícil sustentar a narrativa de superioridade ética. Acusações que atingem lideranças, aliados e integrantes de partidos conservadores reduziram o espaço para transformar a corrupção em arma exclusiva contra os adversários.

Sem conseguir explorar esse tema com a mesma intensidade de antes, parte da direita busca deslocar o debate para outras pautas, como costumes, polarização ideológica e ataques às instituições. São assuntos que mobilizam sua base mais fiel, mas que não alcançam o mesmo consenso que o discurso anticorrupção conquistou em diferentes momentos da política brasileira.

Essa mudança também expõe uma contradição: quando a corrupção era atribuída apenas ao campo adversário, o combate parecia inegociável. Quando suspeitas passaram a atingir lideranças da própria direita, o tema deixou de ocupar o centro das prioridades e, em muitos casos, passou a ser relativizado ou tratado como perseguição política.

O resultado é uma lacuna retórica. Sem conseguir empunhar com credibilidade a bandeira que por tanto tempo definiu sua identidade política, a direita enfrenta dificuldades para construir uma narrativa capaz de dialogar com um eleitorado mais amplo. A corrupção, que já foi seu principal instrumento de mobilização, tornou-se um terreno delicado demais para ser explorado com a mesma convicção de antes.


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Política

A três meses da eleição presidencial, a direita não tem uma mísera proposta de país

No Brasil, a fala corrente sobre a faixa presidencial ir parar no corpo de Bolsonaro por uma fraude armada entre ele e Sergio Moro, em troca da cabeça de Lula, era a de que, se até Bolsonaro pode ser presidente, por que o mais medíocre, tapado, idiota também não pode ser?

Isso motivou os imbecis a tentar a sorte. Não falo de Caiado, esse é um velho imbecial que, desde que o mundo é mundo, é candidato à presidência sem conseguir nas urnas nada além de 1%, e ainda se diz o maior opositor de Lula, como se fosse um peso pesado da política, quando os números mostram que nunca passou de um peso morto babando ódio.

Menos ainda falo aqui de Flavio Bolsonaro, que representa as fezes do pai que, desde que foi chutado pelas Forças Armadas, a cavalgadura entrou para a política para conquistar o prêmio do mais medíocre ser entre todos os outros que habitam o planeta terra, quiçá Marte.

Bolsonaro, como todos sabem, nunca aprovou um projeto na vida, porque jamais teve um, desde os tempos em que o Sargento Garcia tentava prender o Zorro, sem sucesso.

Quando a besta colocou a faixa presidencial, sentou na cadeira e usou a caneta, a única coisa que produziu foi a morte de mais de 700 mil brasileiros e miséria absoluta com direito à fila do osso para 33 milhões de brasileiros.

Certamente foi o governo mais corrupto da história, comandado pelo pior corrupto, e o resultado foi uma tragédia nacional.

Dito isso, a direita, que possui pré-candidatos de todas as péssimas qualidades, o que se tem de proposta para o país para a melhoria de vida dos brasileiros e para a economia, é um rotundo zero.

O que essa gente fala, talvez em homenagem ao TariFlavio, é um tesouraço com cortes radicais em todo o orçamento público, com aquela baba de quiabo de redução da máquina administrativa e diminuição de carga tributária. Ou seja, é a cola da cola de outros carnavais da direita.

Nesse bojo de pastiches neoliberais, o rescaldo do lixo da direita foiceira, pra lá de provinciana, privatização e desestatização são missa corrente desde quando rezada em latim.

Outra xaropada da direita em que se confunde com o CV, PCC e milícia, é a segurança pública, para variar, redução da maioridade e endurecimento penal, como arrota o corruptaço Flavio Bolsonaro que provoca gargalhadas em qualqier bandido amador, sem falar das porcarias do MBL, como Renan Santos, o falso caipira, Zema e outros estrumes que acompanham a mesma trilha dos bois tecnocratas antinacionais.

Na verdade, essa gente não quer saber de discutir o Brasil por não ter vírgula de projeto que não seja a mesmice financeirista e a devolução do Brasil à condição de fazendão carregado de sucatas retorcidas.

Enfim, esse bonde que, juntando tudo o que a direita tem, quer apenas o poder para dele se servir.


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Brasil Mundo

Falastrão: Trump diz que eleições no Brasil é seu próximo desafio, ‘a potência política da região’

Texto compartilhado por Trump fala em virada à direita no Brasil e mudança no mapa da América Latina

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a citar o Brasil em sua rede social ao compartilhar um artigo que coloca a eleição presidencial de 2026 no país como um dos próximos temas de interesse do republicano. O episódio ocorreu dias após Trump afirmar que o Brasil se tornou “um pouco difícil” e “politicamente perigoso”.

A publicação foi feita na plataforma Truth Social e reproduz um texto do site norte-americano Newsmax, que afirma que as atenções políticas agora se voltam para o Brasil, descrito como “a potência política da região”. Segundo o artigo, a próxima disputa presidencial brasileira pode se tornar a mais relevante do hemisfério ocidental.

O texto também lista o Brasil entre os quatro principais “desafios” que ainda estariam no radar de Trump, ao lado de Cuba, Nicarágua e Venezuela. Na análise, a eleição de 2026 já estaria gerando debates sobre a integridade do sistema eleitoral brasileiro e sobre a condução do pleito em termos de liberdade e justiça.

Em outro trecho, o artigo afirma que “Trump está realmente tornando as Américas grandes novamente” e sugere que, caso o Brasil “se junte à crescente lista de países que se movem para a direita”, o mapa político da América Latina seria “drasticamente diferente do que era há apenas uma década”.

Confusão em discurso no G7
As declarações se somam a falas recentes em que Trump classificou o Brasil como um país “um pouco perigoso”, feitas após questionamentos sobre encontros com Lula durante a cúpula do G7, na França. Na ocasião, o republicano mencionou de forma incorreta a suposta prisão de “Bolsonaro Júnior”. O presidente americano confundiu Eduardo Bolsonaro com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado como pré-candidato ao Planalto, além de fazer referência equivocada a uma suposta prisão do deputado, que não ocorreu.

As declarações provocaram reação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que Trump “não conhece o Brasil” e criticou o que classificou como possível interferência em assuntos internos do país. “Eu só espero que ele não fira o código de ética entre as nações que querem ser respeitadas na sua soberania”, disse Lula.

O presidente brasileiro também saiu em defesa do sistema eleitoral do país e afirmou que os Estados Unidos poderiam “aprender com o Brasil” em termos de organização e tranquilidade nas eleições. “Os Estados Unidos poderiam aprender com o Brasil de eleições mais tranquilas, mais leves e menos conturbadas”, afirmou.

Lula ainda reforçou que o processo eleitoral brasileiro é um tema interno. “Agora, não se meta nas eleições do Brasil, porque as eleições do Brasil são um problema do Brasil”, disse.

*ICL


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Política

Os inúteis antipetismo e o antilulismo são a marca da direita, sempre

A principal plataforma da direita, desde que Lula chegou ao poder, pela primeira vez em 2002 e segue até os dias que correm, é o antipetismo, como se fosse um livro sagrado.

Ocorre que, na prática, a coisa se dá ao oposto, ou seja, isso é uma ferramenta de preguiçoso, típica de um saco de gatos que não consegue fazer um depate político que não seja o ramerrão antilula e antiPT, então, é derrota sobre derrota para a direita e, a solução é golpe sobre golpe, como ocorreu com Dilma e processado por Carla Zambelliom a condenação e prisão de Lula sem prova de crime.

Foram duas farsas que se arrastam nas línguas de trapo dessa direita falida moralmente e economicamente, já que os casos concretos de corurpção no Brasil são justamente da direita, que acusa o PT de corrupção e, na economia, não tem graça comentar.

Todos os governos, absolutamente todos de direita, incluindo os da ditadura, entregaram o Brasil aos brasileiros na bancarrota.

Mas por que isso ocorre? Porque a direita não tem ideologia, apenas um bate-estaca neoliberal que, desde sempre, na prática, deu mais do que errado, fois desastroso. E ao contrário da crença dessa gente, fora os esquisitos que tomam detergente, é que a direita é um monumento de excrementos que antipetismo nenhum os salva da derrota.

Agora mesmo, independente de toda essa lambança e corrupção dos vigaristas trapalhões do clã Bolsonaro em que criou-se uma meleca política, misturando Trump com Vorcaro, Master com EUA, muita gente, por devoção, inclusive na mídia, vendia Flavio como vencedor na disputa presidencial. Aliás, a mídia parece que não pode ver um pangaré, que se apaixona.

Foi assim com Pablo Marçal, foi assim com Bolsonaro, que jamais chegaria à Presidência da República, se não fosse por um juiz corrupto e ladrão, como disse o deputado Glauber Braga, ao classificar Sergio Moro., já que este conseguiu um fato inédito, ser malvisto pelos eleitores de direita e de esquerda, tal o borralho de seu caráter e burrice aguda.

Mas o que dizemos aqui é que essa direita, que vive de compartilhamentos de mentiras com o seu exército de robôs, levou um tranco, sem poder revidar nos escândalos que envolvem Flavio e Vorcaro, que também estão associados a Eduardo Bolsonaro e aos diabos menores, assim como não tem qualquer rabisco de projeto de país que não seja para prejudicar a vida de uma gigantesca massa de brasileiros pobres e trabalhadores que se veem ameaçados de perda de direitos com as titicas tecnocratas que brotam na cabeça da imbecilidade reacionária.

Seja como for, o que o antipetismo e o antilulismo conseguiram provar até agora é que a direita é formada por amebas oportunistas, e disso não passa.

Independente dos escândalos que envolvem o clã Bolsonaro, Flavio tomaria um sarrafo de Lula nas urnas, simplesmente por ser um pária, filho de outro que devolveu 34 milhões de brasileiros à mais absoluta miséria e o Brasil ao mapa da fome, sem falar na rede de corrupção envolvendo compra de vacinas, que acabou porr provocar a morte de mais de 700 mil brasileiros.

O antipetismo só consegue provar que é uma prática criminosa e que só os pulhas vivem dela para justificar a própria burrice e limitação intelectual.

 


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Política

Com o derretimento de Flavio, o barata voa é de toda a direita

A direita é um troço só. Bolsonaro, portanto, é um verme saído das entranhas da direita, é a carranca do tribunal que virou o Brasil de cabeça para baixo, na tentativa de, na marra,  voltar ao poder.

O pensamento miúdo do bolsonarismo, do ponto de vista econômico, é o mesmo do posto Ipiranga de Bolsonaro, Paulo Guedes, tanto que coclocou 33 milhões de brasileiros na fila do osso, devolvendo-os a mais absoluta miséria, na famosa de redução do Estado.

Essa gente toda não tem ideia do que seja um país e não tem interesse em escaramuçar as questões que afligem o Brasil real, questões, diga-se de passagem, produzidas pela toxina neoliberal que sempre teve como objetivo reduzir o tamanho do bolso dos trabalhadores e excluir os miseráveis.

Essa gente, quando governou o Brasil por décadas, sempre utilizou o mesmo refrão, o de fazer o bolo crescer nas mãos dos milionários e dividi-lo depois da fornada.

Resultado. Isso jamais aconteceu. Porque é do próprio instinto selvagem do capitalismo buscar, inacreditavelmente, a pobreza para construir sua riqueza, seu acúmulo.

Diante disso, sobretudo após a priatatia tucana, a direita jamais voltou ao poder pelas regras democráticas. Teve que golpear Dilma Roussef, golpear e prender Lula para que dois ratos de esgoto, Temer e Bolsonaro, assumissem o poder e fizessem o trabalho sujo da banda podre das classes economicamente dominantes no Brasil.

Agora, o resultado está aí e, lógico, essa gente quer disvutir miudezas eleitorairas.

Bolsonaro não é uma caricatura da direita, na verdade, ele é o retrato fiel dessa política chucra que sempre permeou o universo reacionário por oportunismo vadio.

Isso fica escancarado, nesses momentos de catarse, porque não há nada e ninguém na direita brasileira para substituir o mais pilantra, o mais totalmente vigarista, o mais corrupto dos herdeiros do corrupto, Jair Bolsonaro.

Bolsonaro não é trouxa de entregar a rapadura nas mãos de gente que não tenha o seu sangue, que ele controle, como controla os filhos com mãos de ferro. Ele sabe que. se isso acontecer, sua degola é automática.

O problema da direita, então, não é o Bolsonaro, como gostam de mistificar a falência da direita, a direita puiu, evaporou por conta própria. Bolsonaro é somente o último dos restos mortais dos neoliberais tecnocratas, que fazem aquela conta tirando o lápis de trás da orelha como uma magnífica lista de custos em que, tudo o que for para o pobre, para o trablhador, é rabiscado no balcão.

Por isso, o universo político da direita está manco e amarratodo diante do tombo recente de Flavio Bolsonaro.

Não há discurso possível para tirar dos próprios fundilhos um candidato que o neoliberalismo pode cavalgar a pelo.

Trcísio, pintado com asas de ganso pela mídia de mercado, perdeu o prazo. E mesmo enfeitado para se vender como alternativa da direita para o governo de São Paulo, está perigando de tropicar e Haddad lhe tratorar.

Seja como for, o bafio que exala da campanha de Flavio seja o de corrupção,  envolverndo Vorcaro e o Master, somado ao entreguismo vira-lata para os EUA, que não para levar tranco da China na disputa pela hegemonia do mercado mundial, tem tudo para seguir a própria sentença natural dos vigaristas, vendilhões e trapaceiros, dividindo farelo com os bacorinhos que sobraram da suposta direita tradicional, como Caiado e Zema.

Fim, fora, fu! Inimigos do povo brasileiro.


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Política

No dos outros…: Direita apresenta proposta que amplia jornada para 52 horas e adia fim da 6×1

Texto apoiado por 176 deputados flexibiliza regras trabalhistas, amplia poder patronal e empurra redução da jornada por uma década

Uma emenda apresentada por parlamentares do Centrão e da extrema direita à PEC do fim da escala 6×1 transformou a proposta original de redução da jornada de trabalho em um texto que amplia possibilidades de flexibilização trabalhista, cria brechas para jornadas de 52 horas semanais e adia a implementação das mudanças por dez anos.

A proposta foi protocolada pelo deputado Sérgio Turra (PP-RS) e recebeu 176 assinaturas válidas na Câmara dos Deputados, cinco acima do mínimo necessário para apresentação formal da emenda.

Entre os parlamentares que apoiam a proposta estão alguns dos principais nomes da extrema direita no Congresso Nacional, como Nikolas Ferreira, Ricardo Salles, Marcel van Hattem, Caroline de Toni, Carlos Jordy, Sóstenes Cavalcante, Gustavo Gayer, Bia Kicis, Mario Frias, Rosangela Moro, Zé Trovão, Marco Feliciano e Júlia Zanatta.

Na prática, o texto altera completamente o espírito da PEC 221/2019, que originalmente previa redução gradual da jornada semanal para 36 horas. Em vez de reduzir a carga horária, a emenda cria mecanismos para ampliação de jornada, flexibilização de direitos e fortalecimento do poder de negociação patronal.

A primeira mudança significativa é a troca da meta original da PEC. O texto inicial previa redução gradual para 36 horas semanais. A emenda do Centrão reduz esse objetivo para 40 horas. Parece detalhe técnico, mas representa quatro horas extras de trabalho por semana em relação ao texto original.

Além disso, a proposta cria um sistema de exceções praticamente ilimitado para atividades classificadas como essenciais. O texto afirma que setores ligados à saúde, segurança, mobilidade, abastecimento, infraestrutura crítica e continuidade de serviços poderão manter jornadas de até 44 horas semanais.

Na prática, a exceção pode engolir a regra. O conceito de atividade essencial é amplo e dependerá de regulamentação futura por lei complementar.

O trecho mais polêmico está na autorização constitucional para que acordos individuais ou coletivos ampliem a jornada em 30% acima do limite estabelecido na Constituição. Como a própria emenda fixa o teto geral em 40 horas semanais, a regra abre espaço para jornadas de 52 horas por semana.

O mecanismo funciona como uma espécie de constitucionalização permanente da flexibilização trabalhista. Na prática, mesmo com a promessa pública de redução da jornada, a proposta cria instrumentos para ampliação legal da carga horária.

O texto também amplia significativamente o alcance do chamado negociado sobre o legislado. A proposta determina que acordos individuais e instrumentos coletivos prevalecerão sobre normas legais e infralegais em temas como jornada de trabalho, escalas, banco de horas, intervalos, troca de feriados, teletrabalho, prontidão, trabalho intermitente e remuneração por produtividade.

Principais pontos da proposta
Cria brecha para jornadas de até 52 horas semanais
Adia implementação do fim da escala 6×1 por dez anos.
Troca meta original de 36 horas por 40 horas semanais.
Amplia poder de acordos individuais sobre direitos trabalhistas.
Permite flexibilizações sem necessidade de compensações ao trabalhador.
Mantém jornadas maiores para setores considerados essenciais.
Reduz encargos trabalhistas e cria benefícios fiscais para empresas.
Condiciona toda mudança futura à aprovação de lei complementar.
Na prática, a emenda amplia o poder de negociação das empresas em um país marcado por desemprego elevado, informalidade e fragilidade sindical. Especialistas ouvidos reservadamente pela reportagem avaliam que isso tende a aumentar a pressão sobre trabalhadores para aceitarem condições mais flexíveis de jornada.

Outro ponto que chamou atenção é que a proposta permite essas flexibilizações independentemente da estipulação de vantagens compensatórias. Em outras palavras, a empresa poderá negociar mudanças sensíveis sem necessariamente oferecer contrapartidas adicionais ao trabalhador.

A proposta também altera a forma de contagem da jornada. O texto determina que pausas, intervalos e períodos previstos em normas regulamentadoras não serão computados como jornada efetiva de trabalho.

Na prática, isso significa que trabalhadores poderão permanecer mais tempo dentro do ambiente profissional sem que esse período seja contabilizado integralmente na jornada semanal.

Além da flexibilização das regras trabalhistas, a emenda cria uma série de compensações fiscais para empregadores que aderirem ao novo regime. Entre elas estão redução de 50% da contribuição ao FGTS, imunidade temporária de contribuições previdenciárias sobre novos vínculos empregatícios, redução de encargos ligados a riscos ambientais do trabalho e deduções tributárias sobre despesas com novos postos de trabalho.

A proposta transfere parte relevante do custo da transição para os cofres públicos. Enquanto trabalhadores terão flexibilização de direitos, empresas receberão benefícios tributários e redução de encargos.

O texto também estabelece que a emenda constitucional só entrará em vigor dez anos após sua publicação. Mesmo após esse prazo, a redução da jornada ainda dependerá da aprovação de uma lei complementar para regulamentação das regras de transição, metas de produtividade, fiscalização e impactos econômicos.

Na prática, o fim da escala 6×1 fica condicionado a duas etapas futuras: esperar dez anos e depois aprovar nova legislação complementar no Congresso. Parlamentares ligados à proposta argumentam que isso evitaria impactos econômicos e daria segurança jurídica às empresas.

Na justificativa da proposta, os deputados afirmam que a redução da jornada poderia gerar impacto inflacionário, aumento de custos e insegurança jurídica. O texto também defende a necessidade de preservar a livre iniciativa e criar mecanismos para adaptação das empresas.

Lembrem-se destes nomes na eleição

Confira os parlamentares que assinaram a proposta:

  • Sérgio Turra (PP-RS)
  • Joaquim Passarinho (PL-PA)
  • ]Alceu Moreira (MDB-RS)
  • Afonso Hamm (PP-RS)
  • Newton Cardoso Jr (MDB-MG)
  • Alberto Fraga (PL-DF)
  • Pedro Lupion (Republicanos-PR)
  • Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP)
  • Any Ortiz (PP-RS)
  • Ana Paula Leão (PP-MG)
  • Cobalchini (MDB-SC)
  • Pedro Westphalen (PP-RS)
  • Capitão Alden (PL-BA)
  • Juarez Costa (Republicanos-MT)
  • Dr. Zacharias Calil (MDB-GO)
  • Arthur Oliveira Maia (União Brasil-BA)
  • Mauricio Marcon (PL-RS)
  • Alexandre Guimarães (MDB-TO)
  • Fernanda Pessoa (PSD-CE)
  • Rafael Simões (União Brasil-MG)
  • General Girão (PL-RN)
  • Coronel Ulysses (União Brasil-AC)
  • Mauricio do Vôlei (PL-MG)
  • Henderson Pinto (União Brasil-PA)
  • Sergio Souza (MDB-PR)
  • Lucio Mosquini (PL-RO)
  • Tião Medeiros (PP-PR)
  • José Rocha (União Brasil-BA)
  • Jorge Goetten (Republicanos-SC)
  • Vitor Lippi (PSD-SP)
  • Pastor Eurico (PSDB-PE)
  • Daniela Reinehr (PL-SC)
  • Evair Vieira de Melo (Republicanos-ES)
  • Caroline de Toni (PL-SC)
  • Daniel Freitas (PL-SC)
  • Rodrigo Valadares (PL-SE)
  • Pezenti (MDB-SC)
  • Dr. Flávio (PL-RJ)
  • Messias Donato (União Brasil-ES)
  • Dr. Luiz Ovando (PP-MS)
  • Adilson Barroso (PL-SP)
  • Augusto Coutinho (Republicanos-PE)
  • Luisa Canziani (União Brasil-PR)
  • Sanderson (PL-RS)
  • Célio Silveira (MDB-GO)
  • Toninho Wandscheer (PP-PR)
  • Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR)
  • Pastor Diniz (União Brasil-RR)
  • Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP)
  • Nicoletti (PL-RR)
  • Julia Zanatta (PL-SC)
  • Coronel Chrisóstomo (PL-RO)
  • Chris Tonietto (PL-RJ)
  • Roberta Roma (PL-BA)
  • Da Vitoria (PP-ES)
  • Felipe Francischini (Podemos-PR)
  • Beto Pereira (Republicanos-MS)
  • Zé Vitor (PL-MG)
  • Greyce Elias (PL-MG)
  • Lafayette de Andrada (PL-MG)
  • Padovani (PP-PR)
  • Marcos Pollon (PL-MS)
  • ]Josivaldo JP (União Brasil-MA)
  • Bibo Nunes (PL-RS)
  • Rodrigo da Zaeli (PL-MT)
  • Rodolfo Nogueira (PL-MS)
  • Dilceu Sperafico (PP-PR)
  • Luiz Nishimori (PSD-PR)
  • Luiz Carlos Busato (União Brasil-RS)
  • Giovani Cherini (PL-RS)
  • Nelson Barbudo (Podemos-MT)
  • Zezinho Barbary (PP-AC)
  • Bia Kicis (PL-DF)
  • Aluisio Mendes (Republicanos-MA)
  • Fausto Jr. (União Brasil-AM)
  • Julio Lopes (PP-RJ)
  • José Nelto (União Brasil-GO)
  • Domingos Sávio (PL-MG)
  • Marangoni (Podemos-SP)
  • Junio Amaral (PL-MG)
  • Marussa Boldrin (Republicanos-GO)
  • Luiz Lima (Novo-RJ)
  • Clarissa Tércio (PP-PE)
  • Zé Trovão (PL-SC)
  • Geovania de Sá (Republicanos-SC)
  • Márcio Honaiser (Solidariedade-MA)
  • Coronel Meira (PL-PE)
  • João Carlos Bacelar (PL-BA)
  • Zé Adriano (PP-AC)
  • Simone Marquetto (PP-SP)
  • Celso Russomanno (Republicanos-SP)
  • Eli Borges (Republicanos-TO)
  • Rosângela Reis (PL-MG)
  • Marcelo Moraes (PL-RS)
  • Ismael (PL-SC)
  • Daniel Agrobom (PSD-GO)
  • Gustavo Gayer (PL-GO)
  • Hercílio Coelho Diniz (MDB-MG)
  • Adriana Ventura (Novo-SP)
  • Cabo Gilberto Silva (PL-PB)
  • Mário Heringer (PDT-MG)
  • Geraldo Mendes (União Brasil-PR)
  • Paulo Litro (União Brasil-PR)
  • Gilson Marques (Novo-SC)
  • Antonio Andrade (PSDB-TO)
  • Beto Richa (PSDB-PR)
  • Carlos Jordy (PL-RJ)
  • AJ Albuquerque (PP-CE)
  • Danilo Forte (PP-CE)
  • Vermelho (PL-PR)
  • Paulo Azi (União Brasil-BA)
  • Diego Coronel (Republicanos-BA)
  • José Medeiros (PL-MT)
  • Arnaldo Jardim (Cidadania-SP)
  • Dr. Ismael Alexandrino (PSD-GO)
  • Hugo Leal (PSD-RJ)
  • Marcelo Álvaro Antônio (PL-MG)
  • Sóstenes Cavalcante (PL-RJ)
  • Magda Mofatto (PL-GO)
  • Sargento Gonçalves (PL-RN)
  • Marcel van Hattem (Novo-RS)
  • Filipe Martins (PL-TO)
  • Carlos Chiodini (MDB-SC)
  • Laura Carneiro (PSD-RJ)
  • Ricardo Salles (Novo-SP)
  • Roberto Duarte (Republicanos-AC)
  • Max Lemos (PDT-RJ)
  • Hildo Rocha (MDB-MA)
  • Coronel Fernanda (PL-MT)
  • Pinheirinho (PP-MG)
  • Murillo Gouvea (PSDB-RJ)
  • Meire Serafim (União Brasil-AC)
  • Luciano Vieira (PSDB-RJ)
  • Marco Feliciano (PL-SP)
  • Lucas Redecker (PSD-RS)
  • Lincoln Portela (PL-MG)
  • Gilberto Abramo (Republicanos-MG)
  • Átila Lira (PP-PI)
  • Bebeto (PP-RJ)
  • Osmar Terra (PL-RS)
  • Amaro Neto (PP-ES)
  • Adriano do Baldy (PP-GO)
  • Dr. Fernando Máximo (PL-RO)
  • Missionário José Olimpio (PL-SP)
  • Jorge Braz (Republicanos-RJ)
  • Julio Arcoverde (PP-PI)
  • Franciane Bayer (Republicanos-RS)
  • Mauricio Neves (PP-SP)
  • Delegado Fabio Costa (PP-AL)
  • João Maia (PP-RN)
  • Vinicius Carvalho (PL-SP)
  • Luiz Fernando Faria (União Brasil-MG)
  • Mario Frias (PL-SP)
  • Thiago Flores (União Brasil-RO)
  • Daniela do Waguinho (Republicanos-RJ)
  • Zé Silva (União Brasil-MG)
  • Dr. Jaziel (PL-CE)
  • Glaustin da Fokus (Podemos-GO)
  • Doutor Luizinho (PP-RJ)
  • Aline Gurgel (União Brasil-AP)
  • Claudio Cajado (PP-BA)
  • Rosangela Moro (PL-SP)
  • Rafael Fera (Podemos-RO)
  • Eunício Oliveira (MDB-CE)
  • Sargento Fahur (PL-PR)
  • Diego Andrade (PSD-MG)
  • Fernando Coelho Filho (União Brasil-PE)
  • Ricardo Guidi (PL-SC)
  • Luiz Gastão (PSD-CE)
  • Fabio Garcia (União Brasil-MT)
  • Jefferson Campos (PL-SP)
  • Gustinho Ribeiro (PP-SE)
  • Nikolas Ferreira (PL-MG)

*Cleber Lourenço/ICL


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Política

A cinco meses da eleição, o único projeto da direita unificada é ódio, privatização, cortes de benefícios e a volta da escravidão

Entra ano, sai ano, entra década, sai década, e a direita não tem um mísero projeto para melhorar a vida dos brasileiros. É poder pelo poder.

Na agenda da direita, não podem faltar as famigeradas políticas de cortes de investimentos em áreas sociais que beneficiem a população. Privatização é mantra sagrado e cortes de direitos dos trabalhadores, e trabalho escravo para crianças está no DNA dessa gente desde as Capitanias Hereditárias.

Não é por acaso que eles se classificam como conservadores. Detalhe, quando assumem o poder e implementam essas pautas, jamais visitam e muito menos debatem o resultado da lambança.

Assim, essa gente se defende com ódio. As questões que afligem os brasileiros são colocadas de lado, porque as redações da grande mídia fazem parte desse ilusionismo porque servem aos patrões e aos patrocinadores que têm interesse numa política de redução do Estaeo para obter redução de impostos e maximizar seus luros.

Em síntese, essa é a gênese da direita no Brasil. Quando eles falam das privatizações, fazem questão de esquecer a privataria de FHC, porque depois de entregar todo o patrimônio em nome da estabilidade econômica, a inflação voltou a crescer, com cobrança de juros reais acima de 40%, penico na mão para o FMI e zero de reservas internacionais. Aliás, foi assim que FHC entregou o Brasil a Lula que, além de pagar o FMI, reduzir a inflação, acumulou reservas internacionais nunca vistas antes no Brasil.

Por isso o Brasil nunca mais teve uma crise econômica grave como ocorreu com os governos militares até a chegada de Lula ao poder, mesmo passando por governos trágicos dos golpistas, Temer e Bolsonaro, que fizeram muito esforço para detonar a economia brasileira. A coisa só não desandou em função das reservas internacionais que deram garantias a investidores estrangeiros no Brasil.

Agora vem a mesma direita, vendo que a taxa de desemprego é a menor da história, a valorização do salário mínimo, passa a atacar o Bolsa Família e, junto, a proposta da volta da escravidão infantil para reduzir o custo da mão de obra.

É louco isso? É, assim como é uma sandice querer privatizar a Petrobras para tirar do Brasil a autonomia do petróleo. Por isso a direita tem raiva da palavra soberania e assistimos Flavio Bolsonaro oferer as terras raras brasileiras para Trump, virando as costas para o próprio país.

Trocando em miúdos, a direita está paenas sendo a direita que não tem um olhar para a economia doméstica ou alcance para entender aq sua importância.

Os que se julgam proprietários do Brasil e seus representantes, sobretudo no Congresso, querem um Brasil exclusivo para os ricos, um Brasil importador não um país fa bricante, autônome, dono de seu próprio juízo e demanda, eliminando qualque4r possibilidade de busca por autonomia e independência.

Parece mentira, mas em plenp 2026, a direita segue a mesma cartilha neoliberal de Whasington 60 anos atrás.


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