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Os inúteis antipetismo e o antilulismo são a marca da direita, sempre

A principal plataforma da direita, desde que Lula chegou ao poder, pela primeira vez em 2002 e segue até os dias que correm, é o antipetismo, como se fosse um livro sagrado.

Ocorre que, na prática, a coisa se dá ao oposto, ou seja, isso é uma ferramenta de preguiçoso, típica de um saco de gatos que não consegue fazer um depate político que não seja o ramerrão antilula e antiPT, então, é derrota sobre derrota para a direita e, a solução é golpe sobre golpe, como ocorreu com Dilma e processado por Carla Zambelliom a condenação e prisão de Lula sem prova de crime.

Foram duas farsas que se arrastam nas línguas de trapo dessa direita falida moralmente e economicamente, já que os casos concretos de corurpção no Brasil são justamente da direita, que acusa o PT de corrupção e, na economia, não tem graça comentar.

Todos os governos, absolutamente todos de direita, incluindo os da ditadura, entregaram o Brasil aos brasileiros na bancarrota.

Mas por que isso ocorre? Porque a direita não tem ideologia, apenas um bate-estaca neoliberal que, desde sempre, na prática, deu mais do que errado, fois desastroso. E ao contrário da crença dessa gente, fora os esquisitos que tomam detergente, é que a direita é um monumento de excrementos que antipetismo nenhum os salva da derrota.

Agora mesmo, independente de toda essa lambança e corrupção dos vigaristas trapalhões do clã Bolsonaro em que criou-se uma meleca política, misturando Trump com Vorcaro, Master com EUA, muita gente, por devoção, inclusive na mídia, vendia Flavio como vencedor na disputa presidencial. Aliás, a mídia parece que não pode ver um pangaré, que se apaixona.

Foi assim com Pablo Marçal, foi assim com Bolsonaro, que jamais chegaria à Presidência da República, se não fosse por um juiz corrupto e ladrão, como disse o deputado Glauber Braga, ao classificar Sergio Moro., já que este conseguiu um fato inédito, ser malvisto pelos eleitores de direita e de esquerda, tal o borralho de seu caráter e burrice aguda.

Mas o que dizemos aqui é que essa direita, que vive de compartilhamentos de mentiras com o seu exército de robôs, levou um tranco, sem poder revidar nos escândalos que envolvem Flavio e Vorcaro, que também estão associados a Eduardo Bolsonaro e aos diabos menores, assim como não tem qualquer rabisco de projeto de país que não seja para prejudicar a vida de uma gigantesca massa de brasileiros pobres e trabalhadores que se veem ameaçados de perda de direitos com as titicas tecnocratas que brotam na cabeça da imbecilidade reacionária.

Seja como for, o que o antipetismo e o antilulismo conseguiram provar até agora é que a direita é formada por amebas oportunistas, e disso não passa.

Independente dos escândalos que envolvem o clã Bolsonaro, Flavio tomaria um sarrafo de Lula nas urnas, simplesmente por ser um pária, filho de outro que devolveu 34 milhões de brasileiros à mais absoluta miséria e o Brasil ao mapa da fome, sem falar na rede de corrupção envolvendo compra de vacinas, que acabou porr provocar a morte de mais de 700 mil brasileiros.

O antipetismo só consegue provar que é uma prática criminosa e que só os pulhas vivem dela para justificar a própria burrice e limitação intelectual.

 


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Com o derretimento de Flavio, o barata voa é de toda a direita

A direita é um troço só. Bolsonaro, portanto, é um verme saído das entranhas da direita, é a carranca do tribunal que virou o Brasil de cabeça para baixo, na tentativa de, na marra,  voltar ao poder.

O pensamento miúdo do bolsonarismo, do ponto de vista econômico, é o mesmo do posto Ipiranga de Bolsonaro, Paulo Guedes, tanto que coclocou 33 milhões de brasileiros na fila do osso, devolvendo-os a mais absoluta miséria, na famosa de redução do Estado.

Essa gente toda não tem ideia do que seja um país e não tem interesse em escaramuçar as questões que afligem o Brasil real, questões, diga-se de passagem, produzidas pela toxina neoliberal que sempre teve como objetivo reduzir o tamanho do bolso dos trabalhadores e excluir os miseráveis.

Essa gente, quando governou o Brasil por décadas, sempre utilizou o mesmo refrão, o de fazer o bolo crescer nas mãos dos milionários e dividi-lo depois da fornada.

Resultado. Isso jamais aconteceu. Porque é do próprio instinto selvagem do capitalismo buscar, inacreditavelmente, a pobreza para construir sua riqueza, seu acúmulo.

Diante disso, sobretudo após a priatatia tucana, a direita jamais voltou ao poder pelas regras democráticas. Teve que golpear Dilma Roussef, golpear e prender Lula para que dois ratos de esgoto, Temer e Bolsonaro, assumissem o poder e fizessem o trabalho sujo da banda podre das classes economicamente dominantes no Brasil.

Agora, o resultado está aí e, lógico, essa gente quer disvutir miudezas eleitorairas.

Bolsonaro não é uma caricatura da direita, na verdade, ele é o retrato fiel dessa política chucra que sempre permeou o universo reacionário por oportunismo vadio.

Isso fica escancarado, nesses momentos de catarse, porque não há nada e ninguém na direita brasileira para substituir o mais pilantra, o mais totalmente vigarista, o mais corrupto dos herdeiros do corrupto, Jair Bolsonaro.

Bolsonaro não é trouxa de entregar a rapadura nas mãos de gente que não tenha o seu sangue, que ele controle, como controla os filhos com mãos de ferro. Ele sabe que. se isso acontecer, sua degola é automática.

O problema da direita, então, não é o Bolsonaro, como gostam de mistificar a falência da direita, a direita puiu, evaporou por conta própria. Bolsonaro é somente o último dos restos mortais dos neoliberais tecnocratas, que fazem aquela conta tirando o lápis de trás da orelha como uma magnífica lista de custos em que, tudo o que for para o pobre, para o trablhador, é rabiscado no balcão.

Por isso, o universo político da direita está manco e amarratodo diante do tombo recente de Flavio Bolsonaro.

Não há discurso possível para tirar dos próprios fundilhos um candidato que o neoliberalismo pode cavalgar a pelo.

Trcísio, pintado com asas de ganso pela mídia de mercado, perdeu o prazo. E mesmo enfeitado para se vender como alternativa da direita para o governo de São Paulo, está perigando de tropicar e Haddad lhe tratorar.

Seja como for, o bafio que exala da campanha de Flavio seja o de corrupção,  envolverndo Vorcaro e o Master, somado ao entreguismo vira-lata para os EUA, que não para levar tranco da China na disputa pela hegemonia do mercado mundial, tem tudo para seguir a própria sentença natural dos vigaristas, vendilhões e trapaceiros, dividindo farelo com os bacorinhos que sobraram da suposta direita tradicional, como Caiado e Zema.

Fim, fora, fu! Inimigos do povo brasileiro.


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Política

No dos outros…: Direita apresenta proposta que amplia jornada para 52 horas e adia fim da 6×1

Texto apoiado por 176 deputados flexibiliza regras trabalhistas, amplia poder patronal e empurra redução da jornada por uma década

Uma emenda apresentada por parlamentares do Centrão e da extrema direita à PEC do fim da escala 6×1 transformou a proposta original de redução da jornada de trabalho em um texto que amplia possibilidades de flexibilização trabalhista, cria brechas para jornadas de 52 horas semanais e adia a implementação das mudanças por dez anos.

A proposta foi protocolada pelo deputado Sérgio Turra (PP-RS) e recebeu 176 assinaturas válidas na Câmara dos Deputados, cinco acima do mínimo necessário para apresentação formal da emenda.

Entre os parlamentares que apoiam a proposta estão alguns dos principais nomes da extrema direita no Congresso Nacional, como Nikolas Ferreira, Ricardo Salles, Marcel van Hattem, Caroline de Toni, Carlos Jordy, Sóstenes Cavalcante, Gustavo Gayer, Bia Kicis, Mario Frias, Rosangela Moro, Zé Trovão, Marco Feliciano e Júlia Zanatta.

Na prática, o texto altera completamente o espírito da PEC 221/2019, que originalmente previa redução gradual da jornada semanal para 36 horas. Em vez de reduzir a carga horária, a emenda cria mecanismos para ampliação de jornada, flexibilização de direitos e fortalecimento do poder de negociação patronal.

A primeira mudança significativa é a troca da meta original da PEC. O texto inicial previa redução gradual para 36 horas semanais. A emenda do Centrão reduz esse objetivo para 40 horas. Parece detalhe técnico, mas representa quatro horas extras de trabalho por semana em relação ao texto original.

Além disso, a proposta cria um sistema de exceções praticamente ilimitado para atividades classificadas como essenciais. O texto afirma que setores ligados à saúde, segurança, mobilidade, abastecimento, infraestrutura crítica e continuidade de serviços poderão manter jornadas de até 44 horas semanais.

Na prática, a exceção pode engolir a regra. O conceito de atividade essencial é amplo e dependerá de regulamentação futura por lei complementar.

O trecho mais polêmico está na autorização constitucional para que acordos individuais ou coletivos ampliem a jornada em 30% acima do limite estabelecido na Constituição. Como a própria emenda fixa o teto geral em 40 horas semanais, a regra abre espaço para jornadas de 52 horas por semana.

O mecanismo funciona como uma espécie de constitucionalização permanente da flexibilização trabalhista. Na prática, mesmo com a promessa pública de redução da jornada, a proposta cria instrumentos para ampliação legal da carga horária.

O texto também amplia significativamente o alcance do chamado negociado sobre o legislado. A proposta determina que acordos individuais e instrumentos coletivos prevalecerão sobre normas legais e infralegais em temas como jornada de trabalho, escalas, banco de horas, intervalos, troca de feriados, teletrabalho, prontidão, trabalho intermitente e remuneração por produtividade.

Principais pontos da proposta
Cria brecha para jornadas de até 52 horas semanais
Adia implementação do fim da escala 6×1 por dez anos.
Troca meta original de 36 horas por 40 horas semanais.
Amplia poder de acordos individuais sobre direitos trabalhistas.
Permite flexibilizações sem necessidade de compensações ao trabalhador.
Mantém jornadas maiores para setores considerados essenciais.
Reduz encargos trabalhistas e cria benefícios fiscais para empresas.
Condiciona toda mudança futura à aprovação de lei complementar.
Na prática, a emenda amplia o poder de negociação das empresas em um país marcado por desemprego elevado, informalidade e fragilidade sindical. Especialistas ouvidos reservadamente pela reportagem avaliam que isso tende a aumentar a pressão sobre trabalhadores para aceitarem condições mais flexíveis de jornada.

Outro ponto que chamou atenção é que a proposta permite essas flexibilizações independentemente da estipulação de vantagens compensatórias. Em outras palavras, a empresa poderá negociar mudanças sensíveis sem necessariamente oferecer contrapartidas adicionais ao trabalhador.

A proposta também altera a forma de contagem da jornada. O texto determina que pausas, intervalos e períodos previstos em normas regulamentadoras não serão computados como jornada efetiva de trabalho.

Na prática, isso significa que trabalhadores poderão permanecer mais tempo dentro do ambiente profissional sem que esse período seja contabilizado integralmente na jornada semanal.

Além da flexibilização das regras trabalhistas, a emenda cria uma série de compensações fiscais para empregadores que aderirem ao novo regime. Entre elas estão redução de 50% da contribuição ao FGTS, imunidade temporária de contribuições previdenciárias sobre novos vínculos empregatícios, redução de encargos ligados a riscos ambientais do trabalho e deduções tributárias sobre despesas com novos postos de trabalho.

A proposta transfere parte relevante do custo da transição para os cofres públicos. Enquanto trabalhadores terão flexibilização de direitos, empresas receberão benefícios tributários e redução de encargos.

O texto também estabelece que a emenda constitucional só entrará em vigor dez anos após sua publicação. Mesmo após esse prazo, a redução da jornada ainda dependerá da aprovação de uma lei complementar para regulamentação das regras de transição, metas de produtividade, fiscalização e impactos econômicos.

Na prática, o fim da escala 6×1 fica condicionado a duas etapas futuras: esperar dez anos e depois aprovar nova legislação complementar no Congresso. Parlamentares ligados à proposta argumentam que isso evitaria impactos econômicos e daria segurança jurídica às empresas.

Na justificativa da proposta, os deputados afirmam que a redução da jornada poderia gerar impacto inflacionário, aumento de custos e insegurança jurídica. O texto também defende a necessidade de preservar a livre iniciativa e criar mecanismos para adaptação das empresas.

Lembrem-se destes nomes na eleição

Confira os parlamentares que assinaram a proposta:

  • Sérgio Turra (PP-RS)
  • Joaquim Passarinho (PL-PA)
  • ]Alceu Moreira (MDB-RS)
  • Afonso Hamm (PP-RS)
  • Newton Cardoso Jr (MDB-MG)
  • Alberto Fraga (PL-DF)
  • Pedro Lupion (Republicanos-PR)
  • Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP)
  • Any Ortiz (PP-RS)
  • Ana Paula Leão (PP-MG)
  • Cobalchini (MDB-SC)
  • Pedro Westphalen (PP-RS)
  • Capitão Alden (PL-BA)
  • Juarez Costa (Republicanos-MT)
  • Dr. Zacharias Calil (MDB-GO)
  • Arthur Oliveira Maia (União Brasil-BA)
  • Mauricio Marcon (PL-RS)
  • Alexandre Guimarães (MDB-TO)
  • Fernanda Pessoa (PSD-CE)
  • Rafael Simões (União Brasil-MG)
  • General Girão (PL-RN)
  • Coronel Ulysses (União Brasil-AC)
  • Mauricio do Vôlei (PL-MG)
  • Henderson Pinto (União Brasil-PA)
  • Sergio Souza (MDB-PR)
  • Lucio Mosquini (PL-RO)
  • Tião Medeiros (PP-PR)
  • José Rocha (União Brasil-BA)
  • Jorge Goetten (Republicanos-SC)
  • Vitor Lippi (PSD-SP)
  • Pastor Eurico (PSDB-PE)
  • Daniela Reinehr (PL-SC)
  • Evair Vieira de Melo (Republicanos-ES)
  • Caroline de Toni (PL-SC)
  • Daniel Freitas (PL-SC)
  • Rodrigo Valadares (PL-SE)
  • Pezenti (MDB-SC)
  • Dr. Flávio (PL-RJ)
  • Messias Donato (União Brasil-ES)
  • Dr. Luiz Ovando (PP-MS)
  • Adilson Barroso (PL-SP)
  • Augusto Coutinho (Republicanos-PE)
  • Luisa Canziani (União Brasil-PR)
  • Sanderson (PL-RS)
  • Célio Silveira (MDB-GO)
  • Toninho Wandscheer (PP-PR)
  • Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR)
  • Pastor Diniz (União Brasil-RR)
  • Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP)
  • Nicoletti (PL-RR)
  • Julia Zanatta (PL-SC)
  • Coronel Chrisóstomo (PL-RO)
  • Chris Tonietto (PL-RJ)
  • Roberta Roma (PL-BA)
  • Da Vitoria (PP-ES)
  • Felipe Francischini (Podemos-PR)
  • Beto Pereira (Republicanos-MS)
  • Zé Vitor (PL-MG)
  • Greyce Elias (PL-MG)
  • Lafayette de Andrada (PL-MG)
  • Padovani (PP-PR)
  • Marcos Pollon (PL-MS)
  • ]Josivaldo JP (União Brasil-MA)
  • Bibo Nunes (PL-RS)
  • Rodrigo da Zaeli (PL-MT)
  • Rodolfo Nogueira (PL-MS)
  • Dilceu Sperafico (PP-PR)
  • Luiz Nishimori (PSD-PR)
  • Luiz Carlos Busato (União Brasil-RS)
  • Giovani Cherini (PL-RS)
  • Nelson Barbudo (Podemos-MT)
  • Zezinho Barbary (PP-AC)
  • Bia Kicis (PL-DF)
  • Aluisio Mendes (Republicanos-MA)
  • Fausto Jr. (União Brasil-AM)
  • Julio Lopes (PP-RJ)
  • José Nelto (União Brasil-GO)
  • Domingos Sávio (PL-MG)
  • Marangoni (Podemos-SP)
  • Junio Amaral (PL-MG)
  • Marussa Boldrin (Republicanos-GO)
  • Luiz Lima (Novo-RJ)
  • Clarissa Tércio (PP-PE)
  • Zé Trovão (PL-SC)
  • Geovania de Sá (Republicanos-SC)
  • Márcio Honaiser (Solidariedade-MA)
  • Coronel Meira (PL-PE)
  • João Carlos Bacelar (PL-BA)
  • Zé Adriano (PP-AC)
  • Simone Marquetto (PP-SP)
  • Celso Russomanno (Republicanos-SP)
  • Eli Borges (Republicanos-TO)
  • Rosângela Reis (PL-MG)
  • Marcelo Moraes (PL-RS)
  • Ismael (PL-SC)
  • Daniel Agrobom (PSD-GO)
  • Gustavo Gayer (PL-GO)
  • Hercílio Coelho Diniz (MDB-MG)
  • Adriana Ventura (Novo-SP)
  • Cabo Gilberto Silva (PL-PB)
  • Mário Heringer (PDT-MG)
  • Geraldo Mendes (União Brasil-PR)
  • Paulo Litro (União Brasil-PR)
  • Gilson Marques (Novo-SC)
  • Antonio Andrade (PSDB-TO)
  • Beto Richa (PSDB-PR)
  • Carlos Jordy (PL-RJ)
  • AJ Albuquerque (PP-CE)
  • Danilo Forte (PP-CE)
  • Vermelho (PL-PR)
  • Paulo Azi (União Brasil-BA)
  • Diego Coronel (Republicanos-BA)
  • José Medeiros (PL-MT)
  • Arnaldo Jardim (Cidadania-SP)
  • Dr. Ismael Alexandrino (PSD-GO)
  • Hugo Leal (PSD-RJ)
  • Marcelo Álvaro Antônio (PL-MG)
  • Sóstenes Cavalcante (PL-RJ)
  • Magda Mofatto (PL-GO)
  • Sargento Gonçalves (PL-RN)
  • Marcel van Hattem (Novo-RS)
  • Filipe Martins (PL-TO)
  • Carlos Chiodini (MDB-SC)
  • Laura Carneiro (PSD-RJ)
  • Ricardo Salles (Novo-SP)
  • Roberto Duarte (Republicanos-AC)
  • Max Lemos (PDT-RJ)
  • Hildo Rocha (MDB-MA)
  • Coronel Fernanda (PL-MT)
  • Pinheirinho (PP-MG)
  • Murillo Gouvea (PSDB-RJ)
  • Meire Serafim (União Brasil-AC)
  • Luciano Vieira (PSDB-RJ)
  • Marco Feliciano (PL-SP)
  • Lucas Redecker (PSD-RS)
  • Lincoln Portela (PL-MG)
  • Gilberto Abramo (Republicanos-MG)
  • Átila Lira (PP-PI)
  • Bebeto (PP-RJ)
  • Osmar Terra (PL-RS)
  • Amaro Neto (PP-ES)
  • Adriano do Baldy (PP-GO)
  • Dr. Fernando Máximo (PL-RO)
  • Missionário José Olimpio (PL-SP)
  • Jorge Braz (Republicanos-RJ)
  • Julio Arcoverde (PP-PI)
  • Franciane Bayer (Republicanos-RS)
  • Mauricio Neves (PP-SP)
  • Delegado Fabio Costa (PP-AL)
  • João Maia (PP-RN)
  • Vinicius Carvalho (PL-SP)
  • Luiz Fernando Faria (União Brasil-MG)
  • Mario Frias (PL-SP)
  • Thiago Flores (União Brasil-RO)
  • Daniela do Waguinho (Republicanos-RJ)
  • Zé Silva (União Brasil-MG)
  • Dr. Jaziel (PL-CE)
  • Glaustin da Fokus (Podemos-GO)
  • Doutor Luizinho (PP-RJ)
  • Aline Gurgel (União Brasil-AP)
  • Claudio Cajado (PP-BA)
  • Rosangela Moro (PL-SP)
  • Rafael Fera (Podemos-RO)
  • Eunício Oliveira (MDB-CE)
  • Sargento Fahur (PL-PR)
  • Diego Andrade (PSD-MG)
  • Fernando Coelho Filho (União Brasil-PE)
  • Ricardo Guidi (PL-SC)
  • Luiz Gastão (PSD-CE)
  • Fabio Garcia (União Brasil-MT)
  • Jefferson Campos (PL-SP)
  • Gustinho Ribeiro (PP-SE)
  • Nikolas Ferreira (PL-MG)

*Cleber Lourenço/ICL


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A cinco meses da eleição, o único projeto da direita unificada é ódio, privatização, cortes de benefícios e a volta da escravidão

Entra ano, sai ano, entra década, sai década, e a direita não tem um mísero projeto para melhorar a vida dos brasileiros. É poder pelo poder.

Na agenda da direita, não podem faltar as famigeradas políticas de cortes de investimentos em áreas sociais que beneficiem a população. Privatização é mantra sagrado e cortes de direitos dos trabalhadores, e trabalho escravo para crianças está no DNA dessa gente desde as Capitanias Hereditárias.

Não é por acaso que eles se classificam como conservadores. Detalhe, quando assumem o poder e implementam essas pautas, jamais visitam e muito menos debatem o resultado da lambança.

Assim, essa gente se defende com ódio. As questões que afligem os brasileiros são colocadas de lado, porque as redações da grande mídia fazem parte desse ilusionismo porque servem aos patrões e aos patrocinadores que têm interesse numa política de redução do Estaeo para obter redução de impostos e maximizar seus luros.

Em síntese, essa é a gênese da direita no Brasil. Quando eles falam das privatizações, fazem questão de esquecer a privataria de FHC, porque depois de entregar todo o patrimônio em nome da estabilidade econômica, a inflação voltou a crescer, com cobrança de juros reais acima de 40%, penico na mão para o FMI e zero de reservas internacionais. Aliás, foi assim que FHC entregou o Brasil a Lula que, além de pagar o FMI, reduzir a inflação, acumulou reservas internacionais nunca vistas antes no Brasil.

Por isso o Brasil nunca mais teve uma crise econômica grave como ocorreu com os governos militares até a chegada de Lula ao poder, mesmo passando por governos trágicos dos golpistas, Temer e Bolsonaro, que fizeram muito esforço para detonar a economia brasileira. A coisa só não desandou em função das reservas internacionais que deram garantias a investidores estrangeiros no Brasil.

Agora vem a mesma direita, vendo que a taxa de desemprego é a menor da história, a valorização do salário mínimo, passa a atacar o Bolsa Família e, junto, a proposta da volta da escravidão infantil para reduzir o custo da mão de obra.

É louco isso? É, assim como é uma sandice querer privatizar a Petrobras para tirar do Brasil a autonomia do petróleo. Por isso a direita tem raiva da palavra soberania e assistimos Flavio Bolsonaro oferer as terras raras brasileiras para Trump, virando as costas para o próprio país.

Trocando em miúdos, a direita está paenas sendo a direita que não tem um olhar para a economia doméstica ou alcance para entender aq sua importância.

Os que se julgam proprietários do Brasil e seus representantes, sobretudo no Congresso, querem um Brasil exclusivo para os ricos, um Brasil importador não um país fa bricante, autônome, dono de seu próprio juízo e demanda, eliminando qualque4r possibilidade de busca por autonomia e independência.

Parece mentira, mas em plenp 2026, a direita segue a mesma cartilha neoliberal de Whasington 60 anos atrás.


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Uma oposição sem pauta que vive mordendo o próprio rabo

A direita, hoje, vive da arte de torcer para Lula perder. É como se alguém quisesse ganhar na loteria sem jogar.

Alguém imaginaria que aquela baba de quiabo que os reacionários utilizam “contra a corrupção” desde a farsa do mensalão daria algum caldo em 2026?

Lógico que não. a ficha corrida do principal candidato da direita, Flavio Bolsonaro, de tão grande, serve de cabana para ele fugir desse assunto.

Flavio, o Bolsonaro disciplinado, quase angelical, que é um cagado de pai, mãe, irmãos, madrasta e vizinnho, não pode abrir a boca e soltar a peçonha em ninguém, porque, além do assunto já ter enchido as medidas da população, seu grande feito na política, que é a compra de uma mansão no valor real de R$ 20 milhões, está aí a céu aberto que não há mentira engenhosa que faça com que chocolate da marca rachadinha vire ouro.

Então, aquela boca de babosa de Bolsonaro, exigindo tortura e morte a presidiários, além de calada, não tem reputação nenhuma para falar do pior dos encarcerados do Brasil.

Aquelas gorjetas gordas que a Secom de Bolsonaro distribuia para os aliados como a Jovem Pan e congêneres, não existem mais.

Ou seja, a mão de Roma não está mais sobre a cabeça de nenhum podcast bolsonarista, garantindo as burras dos bolsos dos salafrários, nem os auxiliares daquela legião de demônios, que são os diabos menores do esquema bolsonarista que recebiam esmolas poupudas dos bancos estatais controlados pelo genocida.

O novo Bolsonaro, dançarino de boca fechada, não causa frisson a qualquer concepção de direita no Brasil. O cara é uma espécie de rei da salsicha que, quem sabe a forma como é fabricada, vomita na hora.

Então, meus caros, deem-me licença para dizer que esse conto do vigário de calças curtas nem para espinotear contra o governo Lula, presta.

Para ser ainda mais cruel, a realidade mostra que figuras como Trump e Milei, hoje, não somariam nada para a imagem de Flavio, ao contrário, os dois se tornaram figuras tóxicas para o bolsonarismo que não há “cientista político” que consiga explicar essa pasmaceira que se assiste dos quatro candidatos de direita que vegetam brigando entre si em suas campanhas eleitorais por um naco de votos.


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Fim da escala 6 x 1 dá um nocaute na direita

Apertem os cintos, a direita sumiu.

Entre o patrão que banca a campanha do deputado de extrema direita ou a reeleição do mesmo, a direita preferiu um vão para fugir de si mesmo.

Na verdade, a defesa dos interesses do patrão e a defesa da reeleição do deputado de direita fizeram com que virassem inimigos de alma. Não há como vender terrorismo financeiro em defesa da escravidão fofa.

Qualquer brasileiro, hoje, defende o fim da escala 6 x 1. Ou seja, ninguém quis assinar o não contra o fim da escala. Aquela barulheira toda que se vê nas redes sociais dos parlamentares de dieita, foi transformada, na votação da CCJ pelo fim da 6 x 1, em  um silêncio sepulcral.

Foi um silêncioso afã desagregador da direita, uma erosão demolindo as orgulhosas montanhas de certezas contra o fim da escravidão moderna.

Isso não nivela uma ruga sequer entre direita e esquerda. Todos sabem que a direita é uma cruel inimiga do trabalhador, do explorado, do atacado em sua humanidade.

Rasgar seus manifestos contra o fim da escala 6 x 1, teve um acabamento de uma montanha esmoída, aplastada, nivelada, desbarrancada.

Falando em português claro, esse migué de não comparecer na votação desintegrou a estratégia da direita na disputa eleitoral que acabou valendo um voto contrário aos interesses dos trabalhadores sem agradar os patrões.

Foi uma atitude de utilidade nula diante da comoção nacional pelo fim  da escala de exploração.

Ao fim e ao cabo, a direita ficou sem um solo amável, sem agradar os patrões patrocinadores, menos ainda os trabalhadores, o que significa uma cagada generalizada que refletirá nas urnas em outubro.

A esquerda sai fortalecida, Lula, nem se fala.


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Discurso de direita cansou e não tem plano B

O discurso da direita brasileira (especialmente o bolsonarista mais raiz) parece ter entrado em fadiga em 2026. Muita gente no campo conservador e até moderado reclama que virou repetição: “Lula roubou”, “STF ditadura”, “marxismo cultural”, “família em perigo”, anticorrupção moralista… mas sem conseguir atualizar ou entregar resultados palpáveis que convençam além da bolha. Ciro Nogueira (PP) já alertou abertamente: sem Bolsonaro como candidato viável, a direita não tem Plano B claro para 2026.

E a realidade confirma: Flávio Bolsonaro tem alta rejeição e discurso radical que afasta o centro e o Centrão.

Por que o discurso “cansou”?

Falta de renovação: O antipetismo puro e o “guerra cultural” funcionaram em 2018 como reação ao PT desgastado, mas depois de anos de polarização extrema, prisões, inelegibilidades e crises internas (incluindo a prisão de Bolsonaro em alguns cenários), virou eco de si mesmo. Eleitores cansados querem propostas concretas de economia, segurança, educação e redução de burocracia — não só “contra a esquerda”.

E isso, definitivamente, a direita não tem. O seu discurso está com prazo de validade vencido. as 72 horas também dançaram. Rebatizar Flavio, Caiado e Zema cmo terceira via, nem na cachola sonhadora de Elio Gaspari.

Para piorar, o relator da CPI do crime organizado, o senador bolsolavajatista, Alessandro Vieira, que propôs o indiciamento de Gilmar Mendes, Moraes, Toffoli e do PGR, Paulo Gonet, deu bolor e acav=bou a lambança caindo no colo da direita, enquesnto o camarada não para de apanhar por conta da relatpria vexatória.

A variedade de lambanças da direita, a começlar por Flavio, que não para de mentir dando diploma de imbecil ao eleitor, é uma técnica tosca que foi extinta pelo próprio corpo social. Está morta, defunta putrefata.

Não será a troca de etiqueta ou uma nova embalagem que farão o cenário mudar.]

O cheiro de podre exala e não há lacre nivo que maquie esse odor.

A pergunta é, a direita insistitrá no discurso de viúva de Bolsonaro? Não né.

Defenderá Deus, pát5ria, família e liberdade? Não ne.

Cintinuarão a atacar o Bolsa Família, as cotas para negros, os nordestinos?

Não, nada disso, porque isso não dá mais liga, menos ain da a troca de adesivos, bandeira dos EUA, boné do MAGA ou a fotografia do Trump derrotado na guerra cont5ra o Irã.

Creio que a direita já deve ter percebido queo eleitor não sofre de amnésia.

Flávio sumirá das entrevistas, das aparições públicas, deixando dois jecas, Zema e Caiado, falando sozinhos para um eleitor que não tem a menor paciência de aturar almas penadas que sobraram dos cacos da direita nacional.


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Política

O cinismo virou estética da direita brasileira

Alessandro Vieira, relator da CPMI do crime organizado, agora, fica horas na mídia sem explicar por que ninguém de fato envolvido foi sequer convocado para a CPI por crimes concretos.

Esse seu diagnóstico, que enxergou, sem provas, quatro ministros do STF como líderes de organizações criminosas é, provavelmente, o maior insulto à inteligência nacional.

A identidade do senador, todos sabem, confunde-se com a do ex-juiz vigarista, Sergio Moro, que meteu a mão, e teve que devolver, em R$ 2,5 bilhões da Petrobras com subterfúgio barato e cínico de que  controlaria a corrupção no Brasil através de uma fundação privada, ao lado de Dallagnol, com uma grana automolhada da Petrobras com uma desculpa precária e fajuta da criação e administração privada dele e Dallagnol.

A entidade estética, que hoje é moda na direita, ganhou super dotação lírica com o lavajatista super dotado, Alessandro Vieira, que não se limitou a ficar horas e mais horas fazendo espuma na CPMI do crime organizado para simplesmente não relatar coisa alguma do PCC, CV, Vorcaro, Banco Master e uma gama inteira de diabos menores que agem no Brasil de forma clandestina, ou seja, sem rótulos.

Vieira optou por uma difícil e ridícula manobra malabarista sem qualquer suporte legal para agitar os espíritos contra o STF e, de forma específica, buscar votos para sua campanha a senador.

O sujeito foi desmascarado pelos próprios ministros do STF, e por muito senadores, mostrando que ele não passa de um filhotinho da orcrim Lava Jato, que nada tem de funcinal sobre o crime organizado propriamente dito.

O interessante é o figura carregar uma medalhinha de Sergio Moro no peito como se op ato pateta de Curitiba fosse seu guia.

O nome disso é, monetização da fé dos tolos e, portanto, não tem qualquer valor legal e ainda pode lhe custar legalmente uma cassação e até mesmo uma cadeia.

Não adianta o senador Alessandro Vieira, no dia seguinte, correr para debaixo da saia de Andreia Sádica do powrpoint, porque muita gente da emissora já havia reprovado o produto de sua relatoria que está muito mais associada à sua propaganda eleitoral.

Seja como for, as palavras maquiavélicas de Vieira contra quatro ministros do STF são de uma pobreza ridícula, mas essa miséria que ele utilizou para se promover, pode ser matéria prima real para lhe custar cabeça, tronco e membros.

CPI não é palco para ser utilizado como picadeiro político.


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Política

Quando a direita bolsonarista solta o intestino

Que a direita bolsonarista fala para burro, não há qualquer dúvida, é só ter um microfone aberto para que, em segundos, o político da direita bolsonarista, com seus glúteos, gere um andaço mental.

Não foi sem motivos que o aliado, Estadão, jogou a toalha e chutou o pau da barraca, depois do discurso de Flavio no evento da extrema direita nos EUA, em que ofereceu a cabeça dos brasileiros na bandeja para Trump no caso das terras raras, logo após a fracassada campanha do clã Bolsonaro para a Casa Branca enfiar no Brasil uma tarifa do tamanho de um cometa.

Isso, sem falar no funk do orangotango que algum infeliz da campanha de Flavio mandou ele dançar, somado à idiotice de dizer que votou a favor do PL da misoginia por culpa do PT.

Os produtos que sairam disso, projetados na cabeça oca de algum reaça da extrema direita, foram nitroglicerina pura na campanha de Flavio, que apanhou mais do que no escândalo da rachadinha, deixando brochas os entusiastas do dinheiro grosso com suas performances.

Caiado não deixou por menos, e o resultado de sua falação sem qualquer filtro de coerência, deixou claro que, no Brasil, a direita não sabe sair jogando com a bola dominada, ou tropeça na redonda ou chuta para onde o nariz aponta, o que acaba recocheteando concretamente nas próprias cabeças ocas de sua torcida na arquibancada.

O sujeito abre o verbo com uma diarreia verborrágica automática, mostrando que a burrice não tem fronteiras e língua vira chicote da bunda.

Ora, como o camarada fabrica memes quase numa mesma fala, quando diz que, a primeira coisa que fará, caso eleito, é dar anistia a um golpista, com planos assassinos contra o presidente da República, o vice e um ministro do STF, para, no traque seguinte, dizer que é um apaixonado pela democriacia.

Isso é muito mais do que uma ironia pesada, muitas vezes pior do que uma batatada grosseira, ao estilo Deus, pátria e família.

Caiado, tentando dar ênfase a um suposto mérito individual, sentiu-se livre para dizer bobagens e desdizer na frase seguinte, quando diz que é totalmente a favor da ciência no momento seguinte em afirma que, se eleito, liertará o genocida.

Sejamos francos, isso não vem de agora, na era de FHC, em defesa do boquirroto neoliberal, a direita comemorava a liderança de um “intelectual’ quando o próprio fala “esqueçam tudo o que eu disse”, numa forte redução de sua própria biografia.

Por isso, não tem saída, a frase clássica, quando a direita abre a boca, solta seu intestino, numa tempestade de fezes, o conteúdo é daí para pior. O debate não alcança um mísero milímetro e as metáforas de banhero já nascem prontas.


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Política

A direita não tem o que mostrar, só o que esconder

O clássico ataque da direita, qualquer tipo de ataque, em última análise, tem o objetivo de esconder sua capacidade, por desinteresse ou incompetência, de mostrar algo tenha objetivado a melhora do país e, logicamente a melhora da vida dos brasileiros.

Mas não fica só nisso, além dos fracassos econômicos quando a direita esteve no poder, e isso é histórico no Brasil, o passado enlameado e, agora, mais do que nunca, de quase todos os candidatos da direita, é de fato exemplar.

A saída é desinformar, acusar, saracotear nas redes e seguir aquele caminho “das pedras” que Pablo Marçal utilizou em sua campanha para a prefeitura de São Paulo, que lhe custou um expurgo logo no primeiro turno, justamente porque caminhava sobre pedras lisas, lodadas, pra lá de escorregadias, ligadas a seu passado de condenado por comandar uma rede de vigaristas que fizeram limpa nas contas de idosos.

Soma-se a isso a cadeirada que levou de Datena que escancarou a fragilidade emocional do sujeito, que se vendia como uma espécie de MacGyver paratatá.

Ou seja, a direita por si só odeia debate político, odeia e ponto.. Não quer saber de bola dividida, de comparar projetos, de discutir qualquer questão de ordem econômica e social, é somente aquele pastiche de diminuição do Estado, caça aos marajas e outras babas de quiabo.

Então, não espere de um político de direita, que vive de ataques retóricos que circulam pelas redes, alguma proposta ou ideia minimamente objetiva.

Nikolas Ferreira, por exemplo, tem um mandato que custa R$ 16 milhões aos cofres pblicos e aquela miniatura de fariseu não tem um mísero projeto aprovado. Assim foi Bolsonaro, assim é Flavio e todo o clã. Eles não têm nada para casar, nada para mostrar, mas têm um caminhão de merdas criminosas para esconder.

O resto é lero-lero de punguistas.


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