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Uma oposição sem pauta que vive mordendo o próprio rabo

A direita, hoje, vive da arte de torcer para Lula perder. É como se alguém quisesse ganhar na loteria sem jogar.

Alguém imaginaria que aquela baba de quiabo que os reacionários utilizam “contra a corrupção” desde a farsa do mensalão daria algum caldo em 2026?

Lógico que não. a ficha corrida do principal candidato da direita, Flavio Bolsonaro, de tão grande, serve de cabana para ele fugir desse assunto.

Flavio, o Bolsonaro disciplinado, quase angelical, que é um cagado de pai, mãe, irmãos, madrasta e vizinnho, não pode abrir a boca e soltar a peçonha em ninguém, porque, além do assunto já ter enchido as medidas da população, seu grande feito na política, que é a compra de uma mansão no valor real de R$ 20 milhões, está aí a céu aberto que não há mentira engenhosa que faça com que chocolate da marca rachadinha vire ouro.

Então, aquela boca de babosa de Bolsonaro, exigindo tortura e morte a presidiários, além de calada, não tem reputação nenhuma para falar do pior dos encarcerados do Brasil.

Aquelas gorjetas gordas que a Secom de Bolsonaro distribuia para os aliados como a Jovem Pan e congêneres, não existem mais.

Ou seja, a mão de Roma não está mais sobre a cabeça de nenhum podcast bolsonarista, garantindo as burras dos bolsos dos salafrários, nem os auxiliares daquela legião de demônios, que são os diabos menores do esquema bolsonarista que recebiam esmolas poupudas dos bancos estatais controlados pelo genocida.

O novo Bolsonaro, dançarino de boca fechada, não causa frisson a qualquer concepção de direita no Brasil. O cara é uma espécie de rei da salsicha que, quem sabe a forma como é fabricada, vomita na hora.

Então, meus caros, deem-me licença para dizer que esse conto do vigário de calças curtas nem para espinotear contra o governo Lula, presta.

Para ser ainda mais cruel, a realidade mostra que figuras como Trump e Milei, hoje, não somariam nada para a imagem de Flavio, ao contrário, os dois se tornaram figuras tóxicas para o bolsonarismo que não há “cientista político” que consiga explicar essa pasmaceira que se assiste dos quatro candidatos de direita que vegetam brigando entre si em suas campanhas eleitorais por um naco de votos.


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Fim da escala 6 x 1 dá um nocaute na direita

Apertem os cintos, a direita sumiu.

Entre o patrão que banca a campanha do deputado de extrema direita ou a reeleição do mesmo, a direita preferiu um vão para fugir de si mesmo.

Na verdade, a defesa dos interesses do patrão e a defesa da reeleição do deputado de direita fizeram com que virassem inimigos de alma. Não há como vender terrorismo financeiro em defesa da escravidão fofa.

Qualquer brasileiro, hoje, defende o fim da escala 6 x 1. Ou seja, ninguém quis assinar o não contra o fim da escala. Aquela barulheira toda que se vê nas redes sociais dos parlamentares de dieita, foi transformada, na votação da CCJ pelo fim da 6 x 1, em  um silêncio sepulcral.

Foi um silêncioso afã desagregador da direita, uma erosão demolindo as orgulhosas montanhas de certezas contra o fim da escravidão moderna.

Isso não nivela uma ruga sequer entre direita e esquerda. Todos sabem que a direita é uma cruel inimiga do trabalhador, do explorado, do atacado em sua humanidade.

Rasgar seus manifestos contra o fim da escala 6 x 1, teve um acabamento de uma montanha esmoída, aplastada, nivelada, desbarrancada.

Falando em português claro, esse migué de não comparecer na votação desintegrou a estratégia da direita na disputa eleitoral que acabou valendo um voto contrário aos interesses dos trabalhadores sem agradar os patrões.

Foi uma atitude de utilidade nula diante da comoção nacional pelo fim  da escala de exploração.

Ao fim e ao cabo, a direita ficou sem um solo amável, sem agradar os patrões patrocinadores, menos ainda os trabalhadores, o que significa uma cagada generalizada que refletirá nas urnas em outubro.

A esquerda sai fortalecida, Lula, nem se fala.


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Discurso de direita cansou e não tem plano B

O discurso da direita brasileira (especialmente o bolsonarista mais raiz) parece ter entrado em fadiga em 2026. Muita gente no campo conservador e até moderado reclama que virou repetição: “Lula roubou”, “STF ditadura”, “marxismo cultural”, “família em perigo”, anticorrupção moralista… mas sem conseguir atualizar ou entregar resultados palpáveis que convençam além da bolha. Ciro Nogueira (PP) já alertou abertamente: sem Bolsonaro como candidato viável, a direita não tem Plano B claro para 2026.

E a realidade confirma: Flávio Bolsonaro tem alta rejeição e discurso radical que afasta o centro e o Centrão.

Por que o discurso “cansou”?

Falta de renovação: O antipetismo puro e o “guerra cultural” funcionaram em 2018 como reação ao PT desgastado, mas depois de anos de polarização extrema, prisões, inelegibilidades e crises internas (incluindo a prisão de Bolsonaro em alguns cenários), virou eco de si mesmo. Eleitores cansados querem propostas concretas de economia, segurança, educação e redução de burocracia — não só “contra a esquerda”.

E isso, definitivamente, a direita não tem. O seu discurso está com prazo de validade vencido. as 72 horas também dançaram. Rebatizar Flavio, Caiado e Zema cmo terceira via, nem na cachola sonhadora de Elio Gaspari.

Para piorar, o relator da CPI do crime organizado, o senador bolsolavajatista, Alessandro Vieira, que propôs o indiciamento de Gilmar Mendes, Moraes, Toffoli e do PGR, Paulo Gonet, deu bolor e acav=bou a lambança caindo no colo da direita, enquesnto o camarada não para de apanhar por conta da relatpria vexatória.

A variedade de lambanças da direita, a começlar por Flavio, que não para de mentir dando diploma de imbecil ao eleitor, é uma técnica tosca que foi extinta pelo próprio corpo social. Está morta, defunta putrefata.

Não será a troca de etiqueta ou uma nova embalagem que farão o cenário mudar.]

O cheiro de podre exala e não há lacre nivo que maquie esse odor.

A pergunta é, a direita insistitrá no discurso de viúva de Bolsonaro? Não né.

Defenderá Deus, pát5ria, família e liberdade? Não ne.

Cintinuarão a atacar o Bolsa Família, as cotas para negros, os nordestinos?

Não, nada disso, porque isso não dá mais liga, menos ain da a troca de adesivos, bandeira dos EUA, boné do MAGA ou a fotografia do Trump derrotado na guerra cont5ra o Irã.

Creio que a direita já deve ter percebido queo eleitor não sofre de amnésia.

Flávio sumirá das entrevistas, das aparições públicas, deixando dois jecas, Zema e Caiado, falando sozinhos para um eleitor que não tem a menor paciência de aturar almas penadas que sobraram dos cacos da direita nacional.


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Política

O cinismo virou estética da direita brasileira

Alessandro Vieira, relator da CPMI do crime organizado, agora, fica horas na mídia sem explicar por que ninguém de fato envolvido foi sequer convocado para a CPI por crimes concretos.

Esse seu diagnóstico, que enxergou, sem provas, quatro ministros do STF como líderes de organizações criminosas é, provavelmente, o maior insulto à inteligência nacional.

A identidade do senador, todos sabem, confunde-se com a do ex-juiz vigarista, Sergio Moro, que meteu a mão, e teve que devolver, em R$ 2,5 bilhões da Petrobras com subterfúgio barato e cínico de que  controlaria a corrupção no Brasil através de uma fundação privada, ao lado de Dallagnol, com uma grana automolhada da Petrobras com uma desculpa precária e fajuta da criação e administração privada dele e Dallagnol.

A entidade estética, que hoje é moda na direita, ganhou super dotação lírica com o lavajatista super dotado, Alessandro Vieira, que não se limitou a ficar horas e mais horas fazendo espuma na CPMI do crime organizado para simplesmente não relatar coisa alguma do PCC, CV, Vorcaro, Banco Master e uma gama inteira de diabos menores que agem no Brasil de forma clandestina, ou seja, sem rótulos.

Vieira optou por uma difícil e ridícula manobra malabarista sem qualquer suporte legal para agitar os espíritos contra o STF e, de forma específica, buscar votos para sua campanha a senador.

O sujeito foi desmascarado pelos próprios ministros do STF, e por muito senadores, mostrando que ele não passa de um filhotinho da orcrim Lava Jato, que nada tem de funcinal sobre o crime organizado propriamente dito.

O interessante é o figura carregar uma medalhinha de Sergio Moro no peito como se op ato pateta de Curitiba fosse seu guia.

O nome disso é, monetização da fé dos tolos e, portanto, não tem qualquer valor legal e ainda pode lhe custar legalmente uma cassação e até mesmo uma cadeia.

Não adianta o senador Alessandro Vieira, no dia seguinte, correr para debaixo da saia de Andreia Sádica do powrpoint, porque muita gente da emissora já havia reprovado o produto de sua relatoria que está muito mais associada à sua propaganda eleitoral.

Seja como for, as palavras maquiavélicas de Vieira contra quatro ministros do STF são de uma pobreza ridícula, mas essa miséria que ele utilizou para se promover, pode ser matéria prima real para lhe custar cabeça, tronco e membros.

CPI não é palco para ser utilizado como picadeiro político.


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Política

Quando a direita bolsonarista solta o intestino

Que a direita bolsonarista fala para burro, não há qualquer dúvida, é só ter um microfone aberto para que, em segundos, o político da direita bolsonarista, com seus glúteos, gere um andaço mental.

Não foi sem motivos que o aliado, Estadão, jogou a toalha e chutou o pau da barraca, depois do discurso de Flavio no evento da extrema direita nos EUA, em que ofereceu a cabeça dos brasileiros na bandeja para Trump no caso das terras raras, logo após a fracassada campanha do clã Bolsonaro para a Casa Branca enfiar no Brasil uma tarifa do tamanho de um cometa.

Isso, sem falar no funk do orangotango que algum infeliz da campanha de Flavio mandou ele dançar, somado à idiotice de dizer que votou a favor do PL da misoginia por culpa do PT.

Os produtos que sairam disso, projetados na cabeça oca de algum reaça da extrema direita, foram nitroglicerina pura na campanha de Flavio, que apanhou mais do que no escândalo da rachadinha, deixando brochas os entusiastas do dinheiro grosso com suas performances.

Caiado não deixou por menos, e o resultado de sua falação sem qualquer filtro de coerência, deixou claro que, no Brasil, a direita não sabe sair jogando com a bola dominada, ou tropeça na redonda ou chuta para onde o nariz aponta, o que acaba recocheteando concretamente nas próprias cabeças ocas de sua torcida na arquibancada.

O sujeito abre o verbo com uma diarreia verborrágica automática, mostrando que a burrice não tem fronteiras e língua vira chicote da bunda.

Ora, como o camarada fabrica memes quase numa mesma fala, quando diz que, a primeira coisa que fará, caso eleito, é dar anistia a um golpista, com planos assassinos contra o presidente da República, o vice e um ministro do STF, para, no traque seguinte, dizer que é um apaixonado pela democriacia.

Isso é muito mais do que uma ironia pesada, muitas vezes pior do que uma batatada grosseira, ao estilo Deus, pátria e família.

Caiado, tentando dar ênfase a um suposto mérito individual, sentiu-se livre para dizer bobagens e desdizer na frase seguinte, quando diz que é totalmente a favor da ciência no momento seguinte em afirma que, se eleito, liertará o genocida.

Sejamos francos, isso não vem de agora, na era de FHC, em defesa do boquirroto neoliberal, a direita comemorava a liderança de um “intelectual’ quando o próprio fala “esqueçam tudo o que eu disse”, numa forte redução de sua própria biografia.

Por isso, não tem saída, a frase clássica, quando a direita abre a boca, solta seu intestino, numa tempestade de fezes, o conteúdo é daí para pior. O debate não alcança um mísero milímetro e as metáforas de banhero já nascem prontas.


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Política

A direita não tem o que mostrar, só o que esconder

O clássico ataque da direita, qualquer tipo de ataque, em última análise, tem o objetivo de esconder sua capacidade, por desinteresse ou incompetência, de mostrar algo tenha objetivado a melhora do país e, logicamente a melhora da vida dos brasileiros.

Mas não fica só nisso, além dos fracassos econômicos quando a direita esteve no poder, e isso é histórico no Brasil, o passado enlameado e, agora, mais do que nunca, de quase todos os candidatos da direita, é de fato exemplar.

A saída é desinformar, acusar, saracotear nas redes e seguir aquele caminho “das pedras” que Pablo Marçal utilizou em sua campanha para a prefeitura de São Paulo, que lhe custou um expurgo logo no primeiro turno, justamente porque caminhava sobre pedras lisas, lodadas, pra lá de escorregadias, ligadas a seu passado de condenado por comandar uma rede de vigaristas que fizeram limpa nas contas de idosos.

Soma-se a isso a cadeirada que levou de Datena que escancarou a fragilidade emocional do sujeito, que se vendia como uma espécie de MacGyver paratatá.

Ou seja, a direita por si só odeia debate político, odeia e ponto.. Não quer saber de bola dividida, de comparar projetos, de discutir qualquer questão de ordem econômica e social, é somente aquele pastiche de diminuição do Estado, caça aos marajas e outras babas de quiabo.

Então, não espere de um político de direita, que vive de ataques retóricos que circulam pelas redes, alguma proposta ou ideia minimamente objetiva.

Nikolas Ferreira, por exemplo, tem um mandato que custa R$ 16 milhões aos cofres pblicos e aquela miniatura de fariseu não tem um mísero projeto aprovado. Assim foi Bolsonaro, assim é Flavio e todo o clã. Eles não têm nada para casar, nada para mostrar, mas têm um caminhão de merdas criminosas para esconder.

O resto é lero-lero de punguistas.


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Política

A direita está na cadeia

A direita brasileira foi reduzida a um presidiário que tem uma folha corrida de causar inveja até em Vorcaro que, não sem motivos, tem uma vasta parceria com a direita.

Isso dá a dimensão da encrenca, mas também o porquê da mídia se voltar contra o judiciário.

Na verdade, hoje, o que se tem nesse métier de gangsters é a mais espessa expressão da escória política no Brasil. É uma piada tratar esse bando de oportunistas de conservadores. Se assim for, Vorcaro, de berço e trajetória neopentecostal, passando pela igreja Lagoinha e terminando no Banco Master, o próprio estado de coisas que esse status “conservador” à brasileira, por intermédio da fé e do sistema financeiro, povoou a vida política mais imunda do país.

Na realidade, tanto a indústria da fé quanto o mercado da Faria Lima abriram uma janela onde ratazanas e camundongos de renome, fizeram uma ponte inédita com o Congresso num verdadeiro golpe institucional, com leniência da insuspeita mídia insdustrial brasileira e de parte da estrutura do Estado como Receita Federal, Ministério Público e Judidiário para impor as unhas do ódio bolsonarista que lhes infligiam uma cerrada manipulação e controle, resultando em verdadeiro sistema de crime organizado nunca antes visto no Brasil.

Bolsonaro é a sítese disso tudo, mas por enquanto só foi condenado por tentativa de golpe e assassinato de Lula, Moraes e Alckmin, fato que a mídia faz questão de esquecer quando critica o STF, sobretudo na figura de Alexandre de Moraes, mostrando como a informação da mídia corporativa está contaminada com o que existe de pior no banditismo nacional.

A direita foi tranformada nisso, num presidiário, num criminoso, num corrupto e, como revelou a CPI da covid, seu clã já havia negociado propina com a Covaxin por dose da vacina, enquanto crianças, adolescentes, adultos e idosos morriam nos hospitais do Brasil por falta da vacina que o mundo já usufruia para estancar a pandemia.

Não deixa de ser exemplar a síntese desse ajuntamento de bandidos na direita brasileira tendo como resultado icônico um sujeito tido como louco pela medicina e o bandido com o maior nível de periculosidade no Brasil.

Isso sim, é uma derrota séria para a camorra brasileira, que se declara de direita e conservadora.

É isso que Flavio representará nas eleições de 2026.


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Nem na podridão do lixo da direita, ratos, porcos e Flavios conseguem se unir

A imunda torre de babel que assola a eleição animalesca da direita, consegue estabelece um qudro ou ao menos uma pauta que reúna os intermúndios umbralescos dessa cloaca chamada direita brasileira.

Esse é o resultado da  escória.

Todos os truques são desmascarados, tudo, no debate político, fede, e a decomposição da candidatura de Flavio Bolsonaro segue avançando tornando-se inviável até pelo julgamento de seus pares,

Não há futurista deslumbrando ou puxa-saco de Flavio acredite em sua candidatura.

O modo com que Flavio utiliza as palavras, piora ainda mais sua rejeição na base de quem pode dizer o quê e aonde diante das câmeras e microfones da grande mídia, e Flavio não pode dar um passo sem pisar na própria mina que explode contra si.

O fato é que a família Bolsonaro e sua exposição no mundo do crime, tem aquele ideal que absolutamente todo o universo do crime sonha em praticar.

Assim, todos os seus ataques contra Lula, transformam-se em bumerangue e volta na testa do idiota.

Como Lula mesmo disse, a eleição, para a direita, será um vale tudo, uma guerra suja com os ratos e porcos utilizando o que há de mais podre para tentar catapultar, com palavras, o ponto de referência que une os reacionários no Brasil.

O grande problema é que não há sequer ponto para ser colocado na mesa que não se volte contra a própria direita. Esse é o dilema, essa é a realidade na Babilônia da escória bolsonarista.


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Por falta de liderança da direita, Bolsonaro, mesmo na cadeia, segue sendo o único com capacidade eleitoral de mover os pauzinhos

Bolsonaro é um político do baixo clero, inteiro, diria mais, ele é o próprio baixo clero em ferro e fogo, porque possui um grau dos mais elevados tudo o que não presta nesse país e, logicamente, gera prosperidade a estúpidos como ele.

Como um sujeito que sequer tem dotação humana que fará política, está na condição de líder máximo da direita brasileira?

Em primeiro lugar, é preciso realmente eneender o sentido de tudo isso numa esfera maior, global, basta entender que o centro do capitalismo mundial e até há pouco tempo do neoliberalismo globalizado como os EUA, está se arrastando, vivendo de uma irrigação econômica totalmente artificial, inclusive com golpes de Estado.

Isso, lógico, desestrutura os mercados, tira qualquer sentido de norteamento para quem crê indubitavelmente na fábula do livre comércio.

Assim, se entenderá que a crise que atinge a direita brasileira, é global, até porque o primeio sinal disso é a violência explícita e descarada, é de quem já chutou o pau da barraca e virou comportamento regular de determinadas nações, como é o caso dos EUA e Israel, que, juntos, produzem rios de sangue de crianças, de mulheres na Palestina.

No caso dos EUA, a invasão e sequesto do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro e mais uma série de ameaças, como a tomada da Groelândia que revela como a coisa descambou para o lado dos conservadores, assim como a tentariva de golpe, liderada por Bolsonaro, que tinha como alvo, Lula, Alckmin e Moraes, que acabou frustrada.

Dito isso, pode-se afirmar, sem medo de errar, que Bolsonaro não é um político forte em hipótese nenhuma, o que houve foi um achatamento reprsentativo da direita como se fosse lixo concentrado qaue deixou sobrar apenas a “esperança” chamada Bolsonaro. Sem ele, a viuvez dos reacionários seria muito pior.

O beija-mão de Tarcísio a Bolsonaro na Papuda não nos deixa mentir. Tarcísio, governador do mais importante estado brasileiro, do ponto de vista econômico, tendo que pedir a bênção a um camarada que nem classificação tem, tal a sua ficha corrida no mundo da corrupção deslavada e  milionária, assim como um fascista, golpista, antinacional, com uma penca de atitudes racistas, homofóbicas, misóginas, que o colocam como o pior brasileiro da história.

Esse quadro tão cruelmente realista, dá a medida do fim de feira, da xepa política que vive hoje a direita no Brasil, que tem figuras de destaque como, Kim Cataquiry, Nikolas Ferreira, Sóstenes Calvalcante, o próprio Lira, que tem parceria com Hugo Motta, só para citar alguns ratos e baratas que sobraram da velha casa grande.

Claro, a Faria Lima, as fintechs e até as grandes organizações criminosas que se entrelaçam como parte do que se chama de agronegócio que funcionam como esteio que pode sim, comprar  bastante votos e apoios para a candidatura de Flavio, assim como foi feito com Bolsonaro em 2022, swem esquecer que a mídia industrial é absolutame4nte a maior ferramenta da direita.

A direita sempre foi isso, a representação política da oligarquia, mas nunca havia descido tão baixo para um extrume dentro da Papuda, como Bolsoanro, ser a única coisa com viabilidade política para disputar algum cargo eleitoral.


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Política

Direita foge e fugirá da pauta econômica na disputa presidencial

Na disputa eleitoral para a Presidência da República, a direita fugirá da pauta econômica. Os motivos são claros, Lula faz a economia voar batendo recordes reais de crescimento. Do outro lado, a economia americana chafurda no marasmo com Trump rumo à insolvência do império.

O nome disso é alta pintura fora do quadro, o que significa que tal fato está fora do script eleitoral no Brasil desde a redemocratização.

Lula pegou o país com 34 milhões de mendigos, miseráveis, produzidos pela política nefasta de Bolsonaro e Guedes para a glória maior do classismo financeirista.

Esses dois, um, burro de carroça e, outro, a besta do balão, são o caso da nudez crua e seca do capitalismo neoliberal mais selvagem da terra.

Não é sem motivos que o baronato da agiotagem nacional usa de todas as formas possíveis, mesmo as mais caquéticas, para tentar sequestrar o Brasil, através de uma taxa de juros imunda, parelha somente com a milícia que atua criminosamente nas favelas e periferias de todo o  Brasil.

Durante muitos anos de tecnocracia neoliberal, a mídia e seus sabujos coroavam de louros a cabeça dos Ceos, coachs e outras porcarias mais do campo corporativo, que criaram histórias paralelas à do Brasil real para vender a bíblia do neoliberalismo como a própria cadeira dos reis.

A nós súditos desse helenismo contemporâneo, sempre coube o papel passivo de ter o direito máximo de balançar a cabeça em sinal de negação.

Pois bem, o que veremos agora, é basicamente inédito no Brasil, a direita fugindo dos temas econômicos, por duas questões diametralmente opostas. Se Lula e Haddad, como mostram os números, promoveram a queda do dólar, a queda da inflação, os recordes recorrentes da bolsa de valores, por uma visão humanista da economia, por outro lado, assistimos a Trump descambar para a graça natural de um império em ruínas, que tenta corrigir os números econômicos na cartilha nua e crua do fascismo.

O silêncio sobre tal tema em tal caso, ou seja, as eleições, será estratétigo para a direita, porque não terá como a direita esclarecer para o seu eleitorado por que os tecnocratas, que desdenharam da politica econômica de Haddad e Lula, agora, estão aí paralisados, alheios, sem pai e mãe, nem vizinho, em caso contrário a tudo o que pregaram a vida inteira.

É muita ironia diante dos nossos próprios olhos.


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