Categorias
Política

Campanha de Flávio Bolsonaro quer abastecer Ciro com ataques contra Lula

Em meio à disputa presidencial e à crescente dificuldade de ampliar sua própria base eleitoral, setores da campanha de Flávio Bolsonaro passaram a enxergar em Ciro Gomes uma peça estratégica para desgastar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A avaliação de aliados do senador é que qualquer enfraquecimento da imagem de Lula pode abrir espaço para uma reorganização do campo oposicionista e reduzir a vantagem do petista em segmentos do eleitorado que hoje permanecem fiéis ao governo.

Nos bastidores, a aposta seria estimular temas e narrativas capazes de alimentar críticas de Ciro ao Palácio do Planalto. O ex-ministro e ex-governador tem mantido uma postura dura em relação ao governo Lula, especialmente em áreas como política econômica, articulação política e promessas de campanha. Para estrategistas ligados ao bolsonarismo, esse posicionamento poderia funcionar como uma espécie de “oposição pela esquerda”, produzindo desgastes que a direita teria mais dificuldade em provocar sozinha.

A movimentação ocorre em um momento delicado para a campanha de Flávio Bolsonaro. Pesquisas, divergências internas e uma sucessão de controvérsias envolvendo aliados têm alimentado preocupações sobre a capacidade do grupo de consolidar uma candidatura competitiva. Nesse cenário, enfraquecer Lula passou a ser visto como uma prioridade tão importante quanto fortalecer a própria imagem do candidato.

Analistas políticos observam que a estratégia não é inédita. Em diferentes eleições, adversários de um candidato líder buscaram amplificar críticas vindas de setores ideologicamente distintos, justamente porque essas críticas costumam alcançar públicos que normalmente não seriam receptivos ao discurso da oposição tradicional. A intenção é criar um ambiente de maior desgaste político e aumentar a sensação de insatisfação entre eleitores moderados.

Apesar disso, a aproximação indireta apresenta riscos. Ciro Gomes tem histórico de independência política e frequentemente rejeita tentativas de alinhamento tanto com a direita quanto com a esquerda governista. Além disso, ataques excessivos podem acabar fortalecendo a narrativa de polarização que beneficia Lula junto a parcelas do eleitorado que veem o presidente como um anteparo ao avanço do bolsonarismo.

Enquanto a corrida eleitoral avança, a tentativa de utilizar o discurso crítico de Ciro como instrumento de desgaste contra Lula revela a busca da campanha de Flávio Bolsonaro por novas frentes de combate político. Mais do que uma disputa entre adversários diretos, a estratégia evidencia como a eleição tem levado diferentes grupos a explorar alianças circunstanciais e convergências táticas na tentativa de alterar o equilíbrio de forças da sucessão presidencial.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Ninguém pode se dizer surpreso com a canalhice de Ciro Gomes

É irônico, para não dizer trágico, que um ponto de discórdia de dois mega mega reacionários vigaristas, Flavio e Michelle Bolsonaro, seja o eterno playboy Ciro Gomes.

Infelizmente, muita gente, e gente boa, em algum  momento acreditou que Ciro, no PDT, honrava o nome de Leonel Brizola. Ciro Gomes é um oportunista compulsivo e não tem qualquer pudor para, na rotação da terra, em 24 horas, desdizer o que afirmara um dia antes.

Não seria, portanto, um grande engano alguém apostar nessa estátua patriarca fantasiada de luzeiro do progressismo. Na verdade, na verdae, em bom português, muitos reproduziam o ramerrão desde 2018 que Ciro era o candidato mais preparado, faltando somente um detalhe, a resposta para dizer, preparado em quê?

Suas relações estreitas com o clã Bolsonaro, com tamanha falta de vergonha na cara, não podem ser clsssificadas como algo inédito na vida de quem nunca teve compromisso com a coerência.

É só lembrar que, lá atras em 2018, Ciro bancou o amigo e companheiro de Bolsonaro como um discípulo do genocida, quando o bufão se mandou para Paris após o primeiro turno do pleito para não assumir uma posição que, supostamente, seria com alguém de afinidade com o que Ciro vendia em sua vitrine.

Nesse caso, seu apoio responsável deveria ser a Haddad. O resto da história, todos sabemos.

Agora, para se desnudar de vez, Ciro cursa a academia dos genocidas de Israel, especializados em assassinar civis palestinos, sobretudo crianças e mulheres para, segundo o boquirroto, assumir a sua incapacidade de ser responsável com as coisas do Brasil, anunciando parceria com os monstros do Mossad do Estado assassino de Israel.

Certamente sua campanha vê virtude nas estreitas relações do Ceará com o ponto mais podre da humanidade, como se fosse um discípulo de Netanyahu.

Todos conhecem o paratatá de Ciro Gomes, mas imaginá-lo escarabichando suas asas para justificar tal atitude com o Estado pirata e assassino, como é Israel, em bom latim, é coisa de um velho escroque que sempre viveu de isterismos e que, agora, mostra sua piedade medieval com inocentes vítimas do terrorismo de Estado que promove chacinas diárias sem qualquer pudor nessa sua nova composição política interesseira, como sempre.

Ou seja, não existe vigarista de improviso, Ciro sempre foi isso. Caiu em sua lábia quem quis.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos em X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Vetos de Michelle expõem racha no PL

A articulação no Rio e no Ceará evidencia o crescimento da influência de Michelle e expõe divergências entre grupos que defendem pragmatismo eleitoral

O universo político do PL vive dias de tensão — e de certo constrangimento — diante do novo movimento de Michelle Bolsonaro, que parece cada vez mais à vontade para ocupar o espaço que o marido, hoje preso, não pode exercer. Em tom que soa quase como candidatura não declarada, a ex-primeira-dama decidiu estender sua lista de proibições internas e agora tenta barrar também qualquer aproximação da sigla com Eduardo Paes (PSD) na disputa pelo governo do Rio de Janeiro em 2026.

A articulação, revelada por Igor Gadelha, do Metrópoles, tem causado ruído entre dirigentes do partido, que veem Michelle agir como se fosse a verdadeira líder do bolsonarismo — mesmo sem mandato e sem a legitimidade eleitoral que Bolsonaro sempre reivindicou para si. Apesar disso, ela segue repetindo a aliados que simplesmente “não engole” Paes e promete trabalhar pessoalmente para impedir qualquer acerto político com o atual prefeito do Rio.

Michelle convoca Malafaia para reforçar veto
Nos bastidores, Michelle afirma que tratará do assunto “no momento oportuno” com Silas Malafaia, pastor de forte influência entre evangélicos e aliado histórico da família Bolsonaro. A expectativa da ex-primeira-dama é que Malafaia ajude a bloquear o acordo no Rio — uma tarefa que pode ser delicada, já que ele mantém boa relação com o próprio Paes.

Desse jeito a Michelle vai é desbancar a ninhada do Bolsonaro que continuam malucos com a ideia de alianças com centristas e esquerdistas que jogaram Jair Bolsonaro num presídio.”

“É isso o que o povo quer!

Ciro Gomes e Eduardo Paes é o cacete”

— Oliver Noronha (@OliverNoronha) December 2, 2025″

Enquanto cresce a impressão de que Michelle tenta conduzir o partido com mão firme, lideranças do PL admitem desconforto com o tom e com a disposição da ex-primeira-dama de atuar como fiadora de decisões estratégicas. Para alguns, o movimento soa como exagero — para outros, como um ensaio de protagonismo num campo político carente de comando desde a prisão de Jair Bolsonaro.

Paes defende diálogo com PL e cita acordo
A polêmica ganhou corpo depois que Eduardo Paes declarou publicamente não ter dúvidas de que marcharia politicamente ao lado de Altineu Côrtes (PL-RJ), presidente estadual do partido. O prefeito afirmou, durante evento em outubro, que a união seria “por amor ao estado do Rio de Janeiro”.

A negociação envolve, de um lado, o apoio do PL a Paes na disputa pelo governo fluminense; de outro, o empenho do prefeito na tentativa de eleger Cláudio Castro (PL) ao Senado. Uma troca política comum no tabuleiro eleitoral, mas que encontrou a resistência imediata de Michelle.

A crise no Ceará reacende a disputa pelo comando.

A interferência da ex-primeira-dama não se limita ao Rio. No domingo, ela também criticou a aproximação entre o PL do Ceará e Ciro Gomes, que ocorreu durante o lançamento da pré-candidatura de Eduardo Girão (Novo) ao governo estadual. A articulação, conduzida por André Fernandes, irritou profundamente os filhos de Bolsonaro — Flávio, Carlos e Eduardo —, que acusaram Michelle de “desautorizar” o ex-presidente.

O clima ficou tão pesado que Flávio Bolsonaro irá pessoalmente à prisão nesta terça-feira (2) para pedir ao pai que “segure” Michelle e a faça recuar dos ataques à aliança cearense. Depois da visita, o PL se reunirá para, segundo integrantes da sigla, “enquadrar” a ex-primeira-dama, lembrando que a presidência do PL Mulher é subordinada à Executiva Nacional e que decisões estratégicas cabem — ao menos oficialmente — a Jair Bolsonaro.


Queridos leitores,

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtqB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.com/Antrpofagista

Siga-no no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3

Categorias
Política

Corda bamba: Líderes do PL detonam Michelle e defendem Ciro. “Passou do limite”

Líderes do Partido Liberal (PL) no Ceará se reuniram na Assembleia Legislativa durante um café da manhã da oposição e dispararam críticas contra a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, após ela atacar publicamente o acordo feito pelo partido com o ex-governador Ciro Gomes.

A reunião, marcada por declarações contundentes, refletiu a insatisfação com as declarações de Michelle, que haviam gerado um grande constrangimento entre os membros do PL local. A deputada estadual Dra. Silvana (PL), uma das principais vozes da oposição, usou termos fortes ao comentar o episódio.

“O que aconteceu ali foi um estupro político que eu não posso aceitar”, afirmou, repetindo uma expressão que havia sido usada momentos antes pelo deputado Lucenildo Mota (PDT), também presente no encontro. A declaração de Silvana destacou a indignação com o comportamento de Michelle, que, segundo ela, desrespeitou as lideranças locais do PL no Ceará.

A deputada ainda acrescentou que Michelle ultrapassou “todos os limites” e “desrespeitou todas as lideranças locais, que ficaram caladas”. “Aquilo foi horrível e eu tenho certeza que isso precisa chegar até a liderança maior”, disse Silvana, indicando que a questão deveria ser levada à cúpula do partido para uma solução.

Ela defendeu que problemas internos do PL deveriam ser resolvidos dentro do próprio partido, sem causar constrangimentos públicos, como ocorreu na situação envolvendo Michelle. De acordo com o DCM, o deputado estadual Alcides Fernandes, citado por Dra. Silvana, também se manifestou sobre o caso.

Fernandes, pré-candidato ao Senado, criticou os “parlamentares desinformados” que aproveitaram as declarações de Michelle para atacar o acordo costurado entre o PL e o PSDB de Ciro Gomes. O acordo visava apoiar Ciro na eleição para o governo do Ceará, e Fernandes afirmou que os críticos não sabiam “nem o nome do governador do Ceará”, insinuando falta de conhecimento sobre a política local.

“Quem conhece o campo aqui do estado somos nós”, afirmou Alcides, que é pai do deputado federal André Fernandes, presidente do PL no Ceará. Alcides também expressou sua solidariedade a Ciro Gomes, ressaltando que muitos ataques feitos à aliança do PL com o ex-governador eram injustos.

“Cada um que veio já foi orquestrado para atacar um cara que nem ainda declarou que é candidato a governador do Estado”, disse ele, referindo-se aos ataques indiretos a Ciro, que foram motivados pelas falas de Michelle.

Alcides ainda esclareceu que, apesar das críticas, ele perdoava Michelle Bolsonaro, entendendo que as palavras dela não refletiam a postura do seu marido, Jair Bolsonaro. “Ali não era a voz dele, que é a voz da conciliação. Então, eu perdoo a Michelle por tudo que ela fez”, declarou, tentando minimizar a situação.


Queridos leitores,
Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtqB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista

Siga-no no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3

Categorias
Política

Agora vai!

O antipetismo é o caminho mais próximo do bolsonarismo.

Ciro Gomes é a prova inconteste disso.

Propagar ódio ao PT e a Lula sempre dará um caldo no mundo bolsonarista, e Ciro, de olho nesse espólio, não vai perder o embalo que sempre carregou na manga  decom o intuito de descarregar suas mágoas pelas inúmeras derrotas que ele atribui a Lula e ao PT.

O sentimento de oposição ao PT, ilustrado por Ciro Gomes, tende a se alinhar com o bolsonarismo.

Ao direcionar críticas intensas contra o PT e Lula, Ciro explora ressentimentos pessoais e políticos, mirando captar o apoio de eleitores alinhados a Bolsonaro, em uma estratégia movida por suas derrotas eleitorais.

Ciro é um oportunista contumaz e, se precisar assumir o papel patético de Paulo Figueiredo, nos EUA, juntando-se a Eduardo para tentar um lero-lero com Marco Rubio, para também ser ignorado, ele não pensará duas vezes.

O sujeito já foi filiado a 8 partidos.


Queridos leitores,
Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3Z

Categorias
Política

Cirão das massas virou ídolo de Micheque do Queiroz

A puríssima Michelle, que recebia cheques na sua conta, depositados por Fabricio Queiroz, gerente de negócios do clã Bolsonaro para assuntos de formação de quadrilha e peculato, chamados mimosamente de rachadinha, abriu seu coração para o eterno playboy, Ciro Gomes.

Ciro Gomes é aquele eterno candidato à Presidência da República, que teve menos votos que o padre Kelmon, aquele padre mais falso que whisky batizado com metanol.

Sim, Ciro é o mesmo que disse que Lula era privatista, mas foi ele ministro do governo Itamar que entregou a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) de presente e que, depois, Ciro virou braço direito de Benjamin Steinbruch, dono da CSN.

Um sujeito como esse, presta?


Queridos leitores,
Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/K8Zc6XOHkN258pOahSE1L1mode=ems_copy_c

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3Z

Categorias
Política

Imitando Bolsonaro e a imagem do seu abdomen, Ciro Gomes mostra o tamanho do seu umbigo contra o Brasil

A vedete do fim do mundo, Ciro Gomes, manda avisar que as ciretes do Congresso votarão contra o Brasil e os brasileiros.

Ciro é aquele eterno candidato fracassado que funde em sua imagem as imagens de Bolsonaro e Pablo Marçal para criar a do boçal que não vira homem. Que será sempre o playboy gabola de rodinha de desocupados.

Se tem alguém que é o oposto de Brizola, fundador do PDT, é Ciro Gomes, o inútil mais preparado para nada.

Admiro quem ainda tem paciência com esse fanfarrão amargo e arrogante.

A mim nunca enganou desde que chamou o povo brasileiro de idiota na hora de peitar quem estava cobrando ágio durante o governo neoliberal de Itamar Franco, do qual foi ministro

Que se junte com a extrema direita bolsonarista onde sempre foi seu lugar. Aliás, Bolsonaro nunca escondeu a sua simpatia pelo sujeito.

Ninguém esperava nada diferente do parisiense de Pindamonhangaba.

Categorias
Opinião

Ciro reaparece onde sempre esteve, na direita

Ciro Gomes volta a fazer as declarações estapafúrdias e agressivas que estávamos acostumados nas eleições. Sempre na mesma linha: atascar Lula e tentar enfraquece-lo.

Agora, na hora em que Lula mais precisa de apoio, em início de governo, diante da herança desastrosa de Bolsonaro, enfrentar o sistema financeiro na luta para baixar os juros, a difícil tarefa de lidar com o fisiologismo que dificulta os avanços na política brasileira e enfrentar o conservadorismo e a direita mais raivosa que ainda teima permanecer.

Ciro surge em uma palestra para estudantes de direito em Lisboa, nessas situações que sempre se arma quando há algum propósito político em mente. Disse que Lula não fará transformações, a querer dizer que ele é quem faria, com um projeto tortuoso e, por isso, enganoso, com nacionalismo aparente e “modernização” da legislação trabalhista e previdenciária que, no fim da linha, retira direitos e abre ao sistema financeiro.

Além de ter se apresentado em um partido hoje nitidamente fisiológico, que deixou de empunhar bandeiras de interesse do povo brasileiro já há algum tempo.

Voltou a se referir que Lula não foi absolvido, pura excrecência jurídica e ofensa ao bom senso.

Ciro está na dele e até nem mereceria referência ou atenção.
O grave e delicado na questão é que ele é Vice Presidente nacional do PDT e o Presidente (nem é bom relembrar por pruridos morais) é Ministro do Governo Lula. Há uma questão moral grave nesse episódio, se é que esta é uma coisa que circula em algumas áreas da política brasileira.

O Ministro Presidente do partido se esconde, se encolhe, finge que não é com ele, como sempre fez na vida. Mas esta questão moral corrói a política brasileira. Quando os dirigentes não se sentem comprometidos ou envolvidos com os princípios que proclamam ou simbolizam carregar, tudo se desanda. E fica mais difícil domar o fisiologismo, esta praga pegajosa da política.

Não podemos assistir a isto sem nos indignarmos. É o que todos nós sabemos que Brizola faria.

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Agradecemos aos que formam essa comunidade e convidamos todos que possam a fortalecer essa corrente progressista. Seu apoio é fundamental nesse momento crítico que o país atravessa para continuarmos nossa labuta diária para trazer informação e reflexão de qualidade e independência.

Caixa Econômica Agência: 0197
Operação: 1288
Poupança: 772850953-6
PIX: 45013993768 – CPF

Agradecemos imensamente a sua contribuição

Categorias
Opinião

Ciro reaparece onde sempre esteve, na direita

Ciro Gomes volta a fazer as declarações estapafúrdias e agressivas que estávamos acostumados nas eleições. Sempre na mesma linha: atascar Lula e tentar enfraquece-lo.

Agora, na hora em que Lula mais precisa de apoio, em início de governo, diante da herança desastrosa de Bolsonaro, enfrentar o sistema financeiro na luta para baixar os juros, a difícil tarefa de lidar com o fisiologismo que dificulta os avanços na política brasileira e enfrentar o conservadorismo e a direita mais raivosa que ainda teima permanecer.

Ciro surge em uma palestra para estudantes de direito em Lisboa, nessas situações que sempre se arma quando há algum propósito político em mente. Disse que Lula não fará transformações, a querer dizer que ele é quem faria, com um projeto tortuoso e, por isso, enganoso, com nacionalismo aparente e “modernização” da legislação trabalhista e previdenciária que, no fim da linha, retira direitos e abre ao sistema financeiro.

Além de ter se apresentado em um partido hoje nitidamente fisiológico, que deixou de empunhar bandeiras de interesse do povo brasileiro já há algum tempo.

Voltou a se referir que Lula não foi absolvido, pura excrecência jurídica e ofensa ao bom senso.

Ciro está na dele e até nem mereceria referência ou atenção.
O grave e delicado na questão é que ele é Vice Presidente nacional do PDT e o Presidente (nem é bom relembrar por pruridos morais) é Ministro do Governo Lula. Há uma questão moral grave nesse episódio, se é que esta é uma coisa que circula em algumas áreas da política brasileira.

O Ministro Presidente do partido se esconde, se encolhe, finge que não é com ele, como sempre fez na vida. Mas esta questão moral corrói a política brasileira. Quando os dirigentes não se sentem comprometidos ou envolvidos com os princípios que proclamam ou simbolizam carregar, tudo se desanda. E fica mais difícil domar o fisiologismo, esta praga pegajosa da política.

Não podemos assistir a isto sem nos indignarmos. É o que todos nós sabemos que Brizola faria.

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Agradecemos aos que formam essa comunidade e convidamos todos que possam a fortalecer essa corrente progressista. Seu apoio é fundamental nesse momento crítico que o país atravessa para continuarmos nossa labuta diária para trazer informação e reflexão de qualidade e independência.

Caixa Econômica Agência: 0197
Operação: 1288
Poupança: 772850953-6
PIX: 45013993768 – CPF

Agradecemos imensamente a sua contribuição

Categorias
Uncategorized

O levante das minorias contra Bolsonaro nas urnas

Grupos que presidente tentou subordinar darão resposta a ele domingo.

Quando o domingo de segundo turno chegar ao fim, o líder que assentou discursos e atos na supremacia de uns contra outros terá recebido dos grupos que tentou subordinar, no mínimo, um recado robusto; se as pesquisas se confirmarem, uma derrota retumbante. Jair Bolsonaro passou carreira política e mandato presidencial subvertendo o fundamento constitucional da igualdade ao declarar, e repetir, que “as leis existem para proteger as maiorias; as minorias têm de se adequar” — esse exemplo é de julho passado, em ato da campanha à reeleição, em Imperatriz (MA). A Carta de 1988 consagra o direito à diferença; proíbe discriminação por sexo, raça, etnia, religião. A corrida eleitoral de 2022 foi também sobre isso. Minorias feridas, quando juntas marcham, maiorias se tornam.

Ao longo da interminável campanha, muito se criticou a falta de profundidade das propostas sobre mazelas que envergonham e oprimem filhas e filhos do Brasil. Em diferentes ocasiões, o debate sobre saúde, educação, trabalho e renda, habitação, meio ambiente, desenvolvimento, relações internacionais, de tão raso, coube num pires. A defesa do sistema eleitoral e do Estado Democrático de Direito e o repúdio à violência política marcaram pronunciamentos e declarações de voto — precoces ou tardios — de personalidades e instituições. Máscaras caíram. A esta altura, todos sabemos quem são os democratas, quem flerta com a autocracia.

A eleição de 2022 foi sobre repúdio ao autoritarismo e restituição da democracia. Mas foi também sobre identidade — ou sobre os identitários, como repetia Ciro Gomes, candidato do PDT, quarto colocado no primeiro turno (3,04% dos votos). O levante das minorias não pode passar em branco. A candidatura de Jair Bolsonaro enfrentou, do início ao fim, a resistência firme de segmentos da população desprezados ou secundarizados, por convicção ou gestão, pelo mandatário e por seu campo político. Mesmo despejando recursos em ajuda financeira de última hora, o presidente nunca liderou entre mulheres, pretos, pardos, pobres, beneficiários de políticas sociais. As pesquisas não foram capazes de medir, mas é certo que tampouco foi o preferido de indígenas, pessoas LGBTQIA+ e religiosos de matriz africana.

Bolsonaro passou a campanha atrás do eleitorado feminino. Usou a mulher, Michelle, e a ex-ministra e senadora eleita Damares Alves. Em palanques e púlpitos de igrejas, a dupla apelou à retórica de guerra espiritual, à demonização do adversário, ao assédio religioso e até à submissão conjugal.

— A mulher é uma ajudadora do esposo — disse a primeira-dama num evento da campanha do marido, no Rio Grande do Norte.

Michelle e Damares esqueceram que as brasileiras somos trabalhadoras, mães solo, provedoras do lar, alvos da misoginia, de abusos, do feminicídio, da desigualdade salarial. A senadora Simone Tebet e a ex-ministra e deputada eleita Marina Silva entraram na campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva dirigindo-se às mulheres da vida real. Ontem, penúltima edição da pesquisa Datafolha, o petista liderava, como em toda a corrida de 2022, entre as mulheres, maioria do eleitorado, com 52% das intenções de voto, ante 41% de Bolsonaro. O ex-presidente também mantinha preferência entre autodeclarados pretos (60% a 34%), pardos (51% a 42%). Negras e negros brasileiros não esquecemos o racismo contido nas referências ao peso medido em arrobas, o esfacelamento da Fundação Palmares, os ataques às políticas de cotas, a ausência de titulação de territórios quilombolas.

Bolsonaro ousou depreciar nordestinos, encampando a associação entre taxa de analfabetismo na região e o voto no candidato do PT. Ofendeu favelados ao declarar num debate que, na visita ao Complexo do Alemão, o adversário desfilou com traficantes. Desagradou católicos, ao fazer da festa de Nossa Senhora Aparecida evento político. Não condenou apoiadores que, Brasil afora, andam interrompendo missas e ofendendo sacerdotes. Se lidera entre evangélicos (62% a 32%), eleitores do Sul (58% a 36%), do Centro-Oeste (53% a 40%) e entre quem ganha acima de dois salários mínimos (54% a 40%), Lula está à frente entre católicos (55% a 39%), no Nordeste (67% a 28%), no eleitorado de baixa renda (61% a 33%) e de menor escolaridade (60% a 34%). Bolsonaro teve a preferência dos autodeclarados brancos (54% a 40%) e dos homens (48% a 46%), em linha com um modelo de sociedade incompatível com a diversidade dos novos tempos.

— Há muita identificação com uma ideia de masculinidade forte, heteronormatividade, hegemonia cristã. No bolsonarismo, assim como na branquitude, não cabe a diversidade, porque eles se consideram universais — explica Thales Vieira, coordenador executivo do Observatório da Branquitude.

Fabiana Dal’Mas Paes, promotora de Justiça no MP-SP, especialista em direitos das mulheres, diz que posições políticas mudam à medida que as minorias tomam consciência da própria condição:

— Os grupos que alcançam essa consciência, principalmente as mulheres, reconhecem que não podem escolher candidatos que as subjuguem, que as mantenham em subordinação.

No último domingo, a liturgia católica apresentou aos fiéis o Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas (18, 14):

— Pois quem se eleva será humilhado, e quem se humilha será elevado — repetiu numa rede social o cardeal arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Scherer.

É por aí.

*Flávia Oliveira/O Globo

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Agradecemos aos que formam essa comunidade e convidamos todos que possam a fortalecer essa corrente progressista. Seu apoio é fundamental nesse momento crítico que o país atravessa para continuarmos nossa labuta diária para trazer informação e reflexão de qualidade e independência.

Caixa Econômica Agência: 0197

Operação: 1288

Poupança: 772850953-6

PIX: 45013993768 – CPF

Agradecemos imensamente a sua contribuição