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EUA saem miúdos da guerra no Irã

Trump abala o próprio lema de seu governo: Make America Great Again

Ainda existe todo um processo negociador a ser realizado para que uma paz de fato seja estabelecida pelos governos de Teerã e Washington. Mas o cessar-fogo, pelo menos da forma que está sendo apresentado, revela que os EUA saem menores desse conflito.

Longe das bravatas de Donald Trump de que teria vencido a guerra, a realidade revela que a estrutura do regime iraniano continua em grande parte preservada, mesmo com o assassinato de alguns de seus principais líderes.

O mundo de Trump descobre que, sim, a geografia é um fator determinante e que, ao controlar o Estreito de Ormuz, os iranianos fizeram de refém a própria economia mundial.

Trump também sai com sua credibilidade abalada entre seus principais parceiros, insultados por seus atos e ameaças. Com anúncios de que cometeria um genocídio, Trump passa a ter até mesmo sua índole questionada por conservadores.

O presidente ainda está mais isolado do que nunca no mundo, com aliados questionando a conveniência de manter, de fato, acordos com a Casa Branca. Existem dúvidas se a OTAN ainda faz sentido, se a cooperação entre europeus e norte-americanos pode prosperar. Os países do Golfo, que acreditavam ser ilhas de estabilidade, descobriram que ter os EUA como parceiro é um passivo.

Militarmente, constata-se que, mesmo com todo o poderio bélico e um orçamento trilionário, existem limites para o que bombas podem atingir. Principalmente quando, do outro lado, existe um governo que não vê problemas em impor profundos danos à sua própria população.

Em sua estratégia global de estabelecer a “paz pela força”, Trump é, pela primeira vez, em parte freado.

Sua doutrina militar, diplomática e geopolítica está oficialmente questionada.

Desmoralizado, o presidente apaga dos chapéus de seus fieis seguidores o próprio lema de seu governo: Make America Great Again.

O que as pesquisas revelam é que alguns daqueles indivíduos que usavam os bonés já se deram conta de que foram feitos de trouxas. Bonés que, por sinal, são “Made in China”.

*Jamil Chade/ICL


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Peidou!

Desculpem o termo, mas Trump, mais uma vez, peidou diante dos olhos do mundo, com um traque tão barulhento quanto suas ameaças.

O recuo covarde de quem prometia varrer do mapa uma civilização inteira, foi algo vexatório para os EUA e para os americanos, que viram o povo iraniano enfrentando, na melhor forma de enfrentar, de peito aberto o pedófilo genocida, protegendo suas instalações com corpo e alma, dando uma aula ao mundo de patriotismo e resistência irredutíveis.

É um dia histórico para a humanidade, ver Trump de joelhos para a nação persa, sua história e sua cultura, coisa que parece que o ocidente se esqueceu se algum dia realmente teve uma história e uma cultura que não fossem ditadas por colonizadores déspotas.

Certamente, a maioria do planeta está comemorando a dupla derrota dos EUA e de Israel, numa humilhação de igual tamanho para os dois, murchando a crista dos arrogantes neofascistas.

Há muito o que comemorar. A civilização que ele jurou dizimar, deu uma aula de força e coragem contra a barbárie, muito bem representada por Trump e Netanyahu.

A TV israelense, que fez contagem regressiva para o genocídio comandado por Trump e Netanyahu, teve que, na animalidade dos comentaristas, engolir a seco o recuo covarde dos EUA e Israel, mostrando como o sionismo é uma doença psicótica.

Imagina os bolsonaristas no Brasil, como devem estar agora, principalmente o clã Bolsonaro, mas também Tarcísio de Freitas que, certamente achava que o Irã deveria dar uma vitória para Trump. Deu tudo errado.

A mídia brasileira, corrupta como é, tratava com a maior naturalidade a possibilidade do ataque de Trump a uma civilização inteira, revelando que a doença que dá na TV israelense, dá também na Globo.

Ou seja, a operação de Trump e Netanyahu virou um traque diante de um Irã irredutível e inabalável.

Lógico, Trump, que mente sem parar, segue tentando vender uma vexatória derrota.


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Política

Roupa suja

Bolsonaro talvez não tenha medido de maneira realista o discurso traíra de Flavio num evento da extrema direita nos EUA, em que oferece a veia do pescoço de cada brasileiro para Trump chupar gostosamente. prometendo, além das terras raras, confessadamente exaltada, o Pix não verbalizado, mas é parte da reivindicação de Trump, a Amazônia que o próprio líder da falange já havia oferecido aos americanos.

Claro, tudo isso pilhou o debate nacional sobre o risco que se corre nessa eleição de 2026, se por ventura, Flavio ganhar.

Isso nos tirou do chão, na medida em que valorizamos a soberania brasileira, mas não é para se iludir, quem tem o mínimo de altivez e patriotismo, tripudiou tal fala, mas é necessário lembrar que aqueles americanófilos de plantão, que sempre apoiaram o entreguismo sabujo aos EUA, mesmo cientes de estar entregando a própria cabeça, vibraram com aquela fala pornográfica de Flavio ecoando as ordens do pai.

Na verdade, os Bolsonaro, comandados por Jair, não têm qualquer projeto para o país como o próprio Bolsonaro nunca teve. Basta olhar que, mesmo o pai sendo presidente da Repúnlica durante quatro anos dos 7 anos de Flavio no Senado, o primogênito da família teve apenas um projeto aprovado.

Então, tome roupa suja que, mesmo provocando um racha dentro da direita e fragmentando o pasto do gado fiel, o clã está sentindo que os ventos estão mudando e, consequentemente, perdendo terreno em pontos estratégicos como São Paulo, que eles tinham como certo um passeio do bolsonarista, Tarcísio de Freiras, na disputa com Haddad.

Mesmo que, numericamente, Santa Catarina não seja um estado tão estratégico, a lanterna que Carluxo amarga, atrás de De Toni e Amin, tem um enorme e negativo valor simbólico. Afinal, foi o proprio Bolsonaro que, garantindo ser Santa Catarina um dos seus currais mais fieis, impôs a transferência eleitoral do filho 02 para o estado, pois seria uma barbada.

Eduardo e Flavio, cada um a seu modo, sentiram. Eduardo, como sempre, reagiu de maneira raivosa, tentando retrançar um fio que o liga a Trump nos EUA para atacar o Brasil, e Flavio, se não foi tomado por um pânico de olhos arregalados, não escondeu a sombra de quem arrasta consigo o mal erradiado pelo pai e aparece em vídeo como quem vive um pesadelo com uma aura murcha, semblante varado, olhar cabisbaixo e cabeça pendida.

Como tudo isso tem a origem comum das trevas bolsonaristas, o que se pode afirmar é que o clã está metido numa toca de tatu e não sabe como sair dela para encontrar a luz e não se enviabilizar de véspera como um peru de natal, pois o quebra-pau, dentro da própria família, está comento solto, e Michelle assumindoo papel de traíra de Carluxo, Eduardo e, sobretudo, Flavio, com post de vídeos de Esperidião Amin e Nikolas Ferreira, como quem risca um X na cara de Carluxo e Flavio, deixando o Bolsonaro perneta.

Dependendo do seu teatro para tentar se manter numa meia anistia em prisão domiciliar em sua mansão de luxo que, por ora, tem data para acabar.

O que eles têm como projeto de governo, é a roupa suja que deveria ser lavada em casa.

Mais que isso, não falo, pois não há o que falar.


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Mundo Política

Guerra na nuvem: Irã usa satélite chinês e desafia hegemonia dos EUA

Entrevistas com Sergio Amadeu e Ergon Cugler revelam como soberania digital virou questão de segurança nacional em conflito que testa multipolaridade tecnológica

O conflito no Oriente Médio entrou em uma nova fase que transcende trincheiras e mísseis: a disputa pelo controle das infraestruturas digitais que sustentam a guerra moderna. Enquanto o Irã aprimora sua capacidade de ataque com precisão inédita, especialistas apontam para uma mudança estratégica fundamental — a adoção do sistema de navegação por satélite BeiDou, da China, em substituição ao GPS norte-americano.

Em entrevistas ao Portal Vermelho, o sociólogo Sergio Amadeu, professor da UFABC, especialista em tecnologia da informação e comunicação, e Ergon Cugler, pesquisador do Conselho Nacional de Pesquisa, conselheiro da Presidência da República e especialista em gestão pública, analisam como a soberania digital deixou de ser tema técnico para se tornar questão de segurança nacional.

Big Tech como alvo militar legítimo

O sociólogo Sérgio Amadeu

Para Sergio Amadeu, a guerra contemporânea exige repensar o papel das corporações tecnológicas. “Enquanto cultuamos as Big Techs e colocamos dados das universidades e dos governos nessas corporações, o Irã declarou que elas são alvos militares legítimos”, afirma. A estratégia iraniana não é apenas retórica: AWS, Oracle e Microsoft foram efetivamente alvejadas por participarem, direta ou indiretamente, dos esforços de guerra de Israel e Estados Unidos.

Amadeu destaca que o Irã desenvolveu capacidades próprias — drones, mísseis, indústria de defesa — e utiliza táticas assimétricas inteligentes. “Eles utilizaram diversas armadilhas, tais como mísseis e drones sem ogivas para que fossem abatidos por armas de interceptação que custam milhões de dólares”, explica. Enquanto Washington gasta fortunas em sistemas de defesa, Teerã esgota recursos adversários com operações de baixo custo.

Da nuvem ao campo de batalha: a guerra é também digital

O especialista em gestão pública Ergon Cugler
Ergon Cugler expande o assunto: “Quem acha que a guerra passa apenas por tanque de guerra e fuzil tá vivendo no século passado”. Para o pesquisador, as disputas de um mundo multipolar e supertecnológico acontecem também na “nuvem” — não a metáfora etérea, mas datacenters em subsolos globais conectados por cabos submarinos.

A dependência tecnológica tornou-se vulnerabilidade estratégica. Cugler lembra que, durante tensões comerciais, Donald Trump chegou a ventilar a ideia de retirar o acesso do Brasil ao GPS. “Teve gente que disse que era mentira, mas o fato é que a gente ficou refém de uma decisão política que Donald Trump poderia sim tomar a qualquer momento”, alerta.

BeiDou: o fim do monopólio americano?

O sistema BeiDou, lançado pela China em 2020, representa uma alternativa concreta ao GPS. Com 45 satélites — contra 24 do sistema americano —, o BeiDou oferece precisão de menos de um metro para usuários autorizados e recursos avançados de anti-interferência, como salto de frequência e autenticação de mensagens de navegação.

Segundo analistas, o Irã teria assinado um memorando de entendimento para integrar o BeiDou à sua infraestrutura militar já em 2015, acelerando a transição após a Parceria Estratégica Abrangente Sino-Iraniana de 2021. A conclusão da migração, em junho de 2025, coincidiria com o salto de precisão observado nos ataques iranianos.

Em ambientes contestados, onde sinais podem ser bloqueados ou falsificados, depender de uma única constelação é risco estratégico.

Soberania digital como moeda de poder

Para Cugler, a tecnologia em um mundo multipolar “deixa de ser apenas um ativo qualquer e se torna inclusive moeda de troca do chamado soft power”. Países que controlam infraestruturas digitais podem influenciar, coagir ou pautar comportamentos de nações dependentes.

A resposta global à hegemonia americana já está em curso: a União Europeia desenvolveu o Galileo, a Rússia mantém o Glonass, Índia e China investem em sistemas próprios. “É por isso que pra debater soberania de um país, a gente também precisa debater a chamada soberania digital”, defende Cugler. “Sem ela, se torna impossível conseguir ter qualquer horizonte possível de sair das amarras daqueles que controlam até mesmo as infraestruturas”.

O Brasil na encruzilhada tecnológica

As lições do conflito iraniano ressoam particularmente no Brasil. Enquanto o país debate regulação de plataformas e proteção de dados, a dependência de infraestruturas controladas por potências estrangeiras permanece pouco discutida como questão de segurança nacional.

Amadeu adverte que o Brasil replica vulnerabilidades que podem ser exploradas em cenários de tensão geopolítica. A presença de datacenters de corporações americanas em território nacional, sem contrapartidas de soberania ou controle público, coloca em risco não apenas dados, mas a própria capacidade de decisão autônoma do Estado.

Tecnologia é geopolítica

O uso do BeiDou pelo Irã — se confirmado — não é apenas uma manobra técnica: é um sinal de que a arquitetura tecnológica global está se fragmentando. Em um mundo onde navegação por satélite, nuvem de dados e inteligência artificial definem capacidades militares e econômicas, a soberania digital deixa de ser opção para se tornar imperativo.

Como sintetiza Cugler: “O Irã já deu o recado: não dá pra depender dos Estados Unidos, inclusive pra andar de carro no meio da rua”. Para nações que aspiram a autonomia estratégica, a mensagem é clara: desenvolver capacidades próprias e diversificar parcerias tecnológicas não é mais questão de desenvolvimento — é questão de sobrevivência.


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Vídeo: Trump diz que amanhã “todo o Irã” pode ser “destruído” e que iranianos querem ser bombardeados

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensificou suas ameaças contra o Irã ao afirmar que o “país inteiro” pode ser destruído em uma única noite, com a possibilidade de isso acontecer já nesta terça-feira (7).

A ameaça foi feita durante uma coletiva de imprensa, após ele ter dado mais um ultimato ao governo iraniano relacionado ao Estreito de Ormuz, uma rota vital para o transporte de petróleo. Trump declarou que “o país pode ser destruído em uma noite, e essa noite pode ser amanhã”.

Trump já havia dado vários prazos ao Irã sobre o estreito, e dessa vez, foi mais direto e agressivo. “Toda a infraestrutura do Irã pode ser destruída rapidamente. Não há nada que eles possam fazer sobre isso. Eles não têm antiáereo, seus radares foram destruídos. Podemos simplesmente acabar com tudo. Eles não têm chance. Podemos fazer isso de forma rápida”, afirmou.

“Eu dei o prazo para o Irã até amanhã. Se não reabrirem o estreito, vamos fazer o que for necessário. E isso pode incluir ataques a todas as suas usinas de energia, pontes, tudo o que seja necessário. O Irã já perdeu. Eles só não sabem ainda”.

Essas ameaças não se limitaram à guerra em curso, mas também incluíram uma série de declarações criminosas. “Os iranianos querem ouvir bombas. Eles querem ouvir as bombas porque eles querem ser livres. Eles ficam irritados quando não ouvem os bombardeios. É isso que eles querem, e vamos dar isso a eles”, disse Trump. DCM.

“Eles não se importam com mais um ataque. Eles querem ser livres e eles sabem que nós somos os únicos que podemos dar isso a eles”.

Em relação à situação do estreito de Ormuz, Trump pressionou o Irã a ceder, alegando que a situação poderia piorar caso o governo iraniano não ceda às exigências de reabertura da via marítima, essencial para o transporte de petróleo. “Se o Irã não abrir o estreito, eles estarão em grande apuros. Pode ser o fim para eles”, completou o presidente dos EUA, sem dar mais detalhes sobre os próximos passos dos EUA caso o Irã não atenda à pressão.

Além disso, Trump também fez referências à recente ofensiva israelense contra o Irã, destacando a importância de ações contundentes. “Os ataques de Israel são apenas o começo. Se o Irã não ceder, os Estados Unidos farão o que for necessário para garantir a paz. Não vamos tolerar mais ameaças ou ações contra nossos aliados. Se o Irã não recuar, vamos destruir suas capacidades militares”, declarou.

O presidente também se referiu ao resgate de pilotos americanos que caíram no Irã, dizendo: “Já fizemos isso várias vezes. O Irã já sabe o que pode acontecer quando tentam atacar nossos homens e mulheres no campo de batalha. Eles sabem que a resposta dos Estados Unidos será devastadora”.

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Política

Nunca a mídia brasileira se mostrou tão afeita a um candidato de extrema direita


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No Brasil, a mídia industrial trabalha propositadamente no mesmo campo mental da ultradireita bolsonarista.

Não há maiores difiuldades para entender essa técnica, por isso, de forma insuspeita, atestamos essa afirmativa.

Infelizmente, a orientação da mídia sobre o genocídeio em Gaza, pelos EUA e Israel, onde mulheres e crianças são a maioria das vítimas fatais, é a mesmíssima de Bolsonaro, a de aplaudir, de exaltar, assim como os ataques dos mesmos países ao Irã.

O resultado não poderia ser outro, as fontes do bolsonarismo de guerra, de hospícío e da mídia, são as mesmas. A agudeza desse engenho sionista no Brasil, idem. É uma coisa tão deslavada que não há argumentaçao capaz de ser cínica ao extremo para negar a parceria jamais vista  no Brasil entre mídia e extrema direita.

Para completar, a afinidade entre esses umbrais, a exaltação a Trump, no Brasil, pela mídia e pelo bolsonarismo é outro atestado insuspeito dessa liga maligna que enfeita a retórica dessa gente.

Assim também foi aquele surto proposital da Globo com o seu powerpoint contra Lula, amplamente difundifo pelos bolsonaristas, o que eles não esperavam é que o mesmo powerpoint prestasse um desserviço tão grande à Globo, no maior tiro no pé da história, obrigando a Globo a pedir desculpas e tirar Andreia Sadi de cena para tentar salvar o que sobrou da sua imagem depois do bizonho e repudiado quadro.

Mais do que isso, nao foi uma reação que apenas tratorou a Globo, foi uma indicação instintiva de que este deve ser sempre o caminho adotado para contrapor à imundície que, tanto os bolsonaritas quanto a Globo utilizarão para blindar os Bolsonaro e atacar Lula, deixando a caquética forma de destruir reputações de calça arriada em pleno espaço público.

Mas que fique bem claro que a besta do balão nasce do casamento entre grande mídia e bolsonarismo, sob a regência do sionismo e o trumpismo tatuado na alma dessa gente, seja para roubar as terras raras brasileiras, seja para liquidar o Pix em nome dos bancos norte-americanos, controlados pelos sionistas que controlam o próprio governo Trump, como denunciado por gente da alta cúpula do governo americano

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Mundo

China passa EUA na aprovação global em diferença histórica

Pesquisa mostra que aprovação global à China cresce para 36% enquanto a dos EUA cai para 31% em 2025, ampliando distância histórica entre as potências

A aprovação global à China superou a dos Estados Unidos e atingiu seu maior distanciamento histórico, segundo levantamento recente da Gallup, que mostra crescimento da avaliação positiva de Pequim para 36% em 2025, enquanto a de Washington recuou para 31%. Os dados refletem mudanças na percepção internacional sobre as lideranças das duas potências e foram obtidos a partir de entrevistas em mais de 130 países, segundo a CNN Brasil.

A pesquisa da empresa americana de análise e consultoria Gallup, publicada na sexta-feira (3), revela uma inversão significativa na tendência histórica de aprovação global. Enquanto a China registrou avanço de quatro pontos percentuais em relação a 2024, quando tinha 32%, os Estados Unidos sofreram queda acentuada de oito pontos, partindo de 39% no ano anterior.

A diferença de cinco pontos percentuais entre os dois países representa a maior já registrada desde o início da série histórica, em 2005. Esse cenário reforça a consolidação de uma mudança gradual na percepção global sobre as lideranças internacionais.

O levantamento também comparou outros países. A Alemanha aparece com a maior aprovação mediana em 2025, com 48%, enquanto a Rússia registra 26%, mantendo-se abaixo tanto da China quanto dos Estados Unidos.

A queda da aprovação americana coincide com a mudança política interna nos Estados Unidos, marcada pela transição do governo do democrata Joe Biden para o republicano Donald Trump. A pesquisa aponta que momentos anteriores de liderança chinesa sobre os EUA ocorreram em 2008, durante a crise financeira global, e entre 2017 e 2018, nos primeiros anos do mandato anterior de Trump.

A Alemanha foi o país onde a imagem dos Estados Unidos sofreu a maior retração, com queda de 39 pontos percentuais. Reduções superiores a dez pontos também foram observadas em diversos países europeus, com exceção do Leste Europeu, além do Canadá.

Em contrapartida, a popularidade americana apresentou crescimento em alguns locais, com destaque para Israel, onde houve aumento de 13 pontos percentuais. Países como Kosovo, Israel, Polônia, Albânia e Filipinas demonstram maior alinhamento com Washington.

Já Rússia, Paquistão, Tunísia, Singapura e Hong Kong tendem a avaliar de forma mais favorável a liderança chinesa em comparação à norte-americana, indicando uma divisão geopolítica nas percepções globais sobre as duas potências.

*BdF


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Política

Flavio quer o TrumPix para o Brasil

É pura charada, Flavio não quer simplesmente acabar com o Pix no Brasil, quer mais, muito mais, quer criar aqui o TrumPix com as bandeiras americanas de cartão crédito, como o próprio Trump já revelou.

No Brasil, alguém em sã consciência, acha que Flavio Bolsonaro que, desesperadamente, busca a anistia para seu pai, vai se preocupar com o Pix que atende, de graça, um brasileiro pobre numa cidadezinha perdida nos recessos da Paraiba?

Essa gente do clã Bolsonaro é perversa com o povo brasileiro em tudo o que puderam produzir de mal, de fazer inveja nos piores crápulas da humanidade. Exemplos não faltam, Flavio apenas quer reproduzir a mesma lógica da Petrobrax, ideia que surgiu com o genro de FHC para entregar a Petrobras aos EUA.

Essa sempre foi a areia que encheram de dinheiro e ouro em pó os caminhões da direita.

Em um vídeo, Flavio diz que foi o pai quem criou o Pix, o que é uma mentira deslavada, na verdade, Bolsonaro não tinha a menor ideia do que seria o Pix, que vinha sendo estudado pelo Banco Central antes mesmo do sabotador Temer vampirizar por dentro o governo Dilma.

Aqui já falamos do inacreditável absurdo do sujeito oferecer a Trump, em troca de apoio eleitoral, nada menos que as cobiçadas terras raras brasileiras e os minerais críticos nos quais os gringos estão com o olho pra lá de gordo.

Para Flavio, entregar o Pix é apenas entregar um palito para Trump palitar os dentes depois do banquete.

Os caras são inescrupulosos e não economizam maldade contra o povo brasileiro, como a entrega da BR Distribuidora e da refinaria Landulpho Alve, da Bahia, em troca das famosas joias árabes que a família surrupiou,

Não adianta Flavio pintar a cara de branco, quando, na verdade, por baixo tem uma criatura que é capaz de entregar a cabeça da mãe por dinheiro, pintar-se para a guerra e vocalizar seus gatafunhos virtuais, como fez o pai para conduzir 34 milhões de brasileiros para a miséria, tirados por Lula nos últimos três anos.

Flavio usará o Pix para seu interesse e de sua família, não terá o menor escrúpulo em entregar para Trump, tratorando mais de 80% da população para dar boas hospitalidades à ambição daquele governo e de seus emprsários. E dane-se os milhares de lugarejos Brasil afora que nem bancos têm.

Por isso, em alto e bom som, diga NÃO a Flavio Bolsonaro e seu TrumPix.


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Brasil Mundo

Vídeo: “Ninguém vai fazer a gente mudar o Pix”, responde Lula ao ataque de Trump ao Pix

O presidente Lula afirmou nesta quinta (2) que “ninguém” vai forçar o governo brasileiro a mudar o Pix, sistema de pagamentos instantâneos do Brasil. O petista deu a declaração após a divulgação de um relatório do governo dos Estados Unidos, que criticou a ferramenta por supostamente prejudicar empresas americanas de pagamentos eletrônicos, como Visa e Mastercard.

“Os Estados Unidos fizeram um relatório nesta semana sobre o Pix, disseram que o Pix distorce o comércio internacional, porque o Pix acho que cria problema para a moeda deles. O que é importante a gente dizer para quem quiser nos ouvir. O Pix é do Brasil, e ninguém vai fazer a gente mudar o Pix pelo serviço que ele está prestando à sociedade brasileira”, afirmou.

Durante sua visita a Salvador (BA), Lula argumentou que o sistema foi criado para atender às necessidades do povo brasileiro e que ninguém vai mudar sua estrutura por pressões externas. “O que nós podemos fazer é aprimorar o Pix, para que, cada vez mais, ele possa atender às necessidades de mulheres e homens”, completou.

O relatório do governo dos EUA, divulgado nesta quarta (1º), afirmou que o Pix gera prejuízo a fornecedores americanos e distorce o comércio internacional. O documento divulgado pelo governo de Donald Trump também reclama do Mercosul, da “taxa das blusinhas” e da rua 25 de Março.

Durante o evento, o presidente também criticou os altos custos do sistema de pagamentos tradicional, como os cartões de crédito, e reforçou que o Pix é uma alternativa gratuita e rápida, funcionando 24 horas por dia e simplificando as transações financeiras.

Ele defendeu que, embora o Brasil seja produtor de tecnologias financeiras, o mercado brasileiro é muitas vezes afetado por pressões externas, como as feitas pelas gigantes de pagamentos dos EUA.

Além da defesa do meio de pagamento, Lula também detonou a privatização de empresas estratégicas do Brasil, como a BR Distribuidora. Ele alegou que, com a venda da subsidiária da Petrobras, o governo perdeu a capacidade de regular melhor os preços dos combustíveis, afetando diretamente o bolso dos brasileiros. Com DCM.


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Brasil e EUA travam disputa e conferência da OMC vive impasse

A conferência ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC) vive um impasse e, apesar de a reunião já ter superado o prazo para seu encerramento neste domingo, os governos ainda não conseguiram chegar a um acordo. O centro é a recusa do Brasil e de outros países de aceitar um pacote que privilegie apenas uma moratória de impostos sobre serviços digitais – defendido pelos EUA -, por um tempo indeterminado e sem lidar com as tarifas contra produtos agrícolas.

O encontro se transformou numa espécie de teste para a sobrevivência da OMC.

O governo de Donald Trump queria o acordo de uma moratória para que nenhuma taxa fosse cobrada para produtos digitais, de forma indefinida e atendendo às empresas do setor de Big Techs.

Mas o governo brasileiro é contra, com uma avaliação de que essa moratória possa valer por apenas dois anos.

Ao longo dos últimos dias, a posição americana mudou para aceitar a isenção de taxas por quatro ou cinco anos. Mas, ainda assim, países em desenvolvimento se recusam a aceitar, sem contrapartidas.

Num discurso no dia 28 de março, o chanceler brasileiro Mauro Vieira alertou sobre o mal-estar que a posição de alguns membros poderia gerar e fez uma vinculação a outros setores das negociações.

“Os membros não podem perder de vista a obrigação contida no Artigo 20 do Acordo sobre Agricultura, que os orienta a aprofundar a reforma de forma a liberalizar ainda mais o comércio agrícola e reduzir os níveis de apoio e práticas que distorcem o comércio”, defendeu Vieira.

“A agricultura é o setor que menos progrediu durante os 30 anos de existência da OMC. Não podemos permitir que isso continue. Devemos encontrar o compromisso certo que dê início às negociações na Sessão Especial do Comitê de Agricultura e garantir que a agricultura não seja deixada de lado no contexto da reforma da OMC”, insistiu.

Segundo ele, o Brasil está pronto para aceitar uma declaração final da conferência. Mas alertou que “a agricultura não pode ser tratada de forma diferente de outros setores, como bens e serviços industriais ou a economia digital”.

“De fato, o progresso na agricultura seria uma enorme contribuição para o sistema de comércio internacional baseado em regras, nivelando o campo em termos de eficiência e desenvolvimento”, disse.

Ele, porém, alertou que outros países defendiam “uma moratória na aplicação de tarifas de importação sobre transmissões eletrônicas, enquanto mantêm as tarifas agrícolas o mais altas possível”.

“Isso inevitavelmente levanta questões de equilíbrio e equidade. Ao abordar um mandato sobre agricultura, precisamos ir além da fixação em palavras específicas e evitar ficar presos a compromissos ou modalidades iniciais”, insistiu.

“Precisamos chegar a um consenso e concordar com uma base equilibrada para discussões e um plano de trabalho que possa recolocar a agricultura no radar da OMC”, afirmou.

*Jamil Chade/ICL


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