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Flavio: Fui encontrar com a tornozeleira em sua casa e me deparei com Vorcaro

O contato pessoal de Flavio com Vorcaro é uma imaginação doida. Não fui lá para conhecê-lo, fui me encontrar com a tornozeleira.

Por isso, digo e repito, a denúncia de que fui me encontrar com Vorcaro em sua casa, caiu no vazio. A iniciativa de visitar a tornozeleira foi minha e não comentei com ninguém do meu partido. Isso virou publicação no Metrópoles e se espalhou por todas as redes para atrapalhar minha vida.

Sigo afirmando que não tenho qualquer relação com Vorcaro, daí a minha serenidade, porque as acusações contra mim são muito frágeis.

Com mais essa onda contra mim, dá para imaginar como estou sendo perseguido.

Amanhã farão nova exploração de minha imagem. Mas repito, fui dar um fraterno abraço na minha amiga tornozeleira que protegia Vorcaro. Não fosse por ela, nós não nos encontraríamos tet a tet.

Um dia, todos saberão da verdade e virá à baila qual foi meu assunto naquela casa com a tornozeleira de Vorcaro.


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Política

Desespero: Após queda nas intenções de voto, Flávio Bolsonaro vai ao TSE para suspender pesquisa AtlasIntel

Parlamentar afirma que questão induziu os entrevistados a associá-lo a uma percepção negativa; CEO do instituto nega

A pré-campanha do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) entrou com uma representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo, de forma liminar, a suspensão da pesquisa Atlas/Bloomberg, divulgada nesta terça-feira (19).

A equipe do parlamentar argumentou que o instituto teria induzido os entrevistados a associar o senador Flávio Bolsonaro a uma percepção negativa ao reproduzir um áudio da conversa entre ele e o empresário Daniel Vorcaro antes das perguntas. A gravação foi divulgada na semana passada pelo Intercept Brasil e mostra o senador pedindo dinheiro ao dono do Banco Master para a produção do filme “Dark Horse”, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Segundo a coordenação jurídica responsável pela ação, o método utilizado comprometeu a imparcialidade do levantamento ao apresentar o conteúdo da conversa antes da coleta das respostas. “O pedido afirma que o instrumento não apenas mediu a opinião dos eleitores, mas apresentou estímulos capazes de influenciar a percepção do entrevistado antes de perguntas sobre imagem, rejeição e viabilidade eleitoral”, disse a pré-campanha de Flávio em nota.

No entanto, o CEO da Atlas, Andrei Roman, afirmou que a gravação não teve impacto nos cenários eleitorais testados. “O áudio é reproduzido depois da conclusão do questionário da pesquisa e, portanto, não tem nenhum impacto sobre os cenários eleitorais. A ideia é entender em tempo real o impacto do áudio sobre a percepção do eleitorado, com segmentação demográfica. AtlasIntel sempre mantém uma postura imparcial, que caracteriza nosso trabalho não apenas no Brasil, mas a nível global”, declarou em publicação no X.

A pesquisa
A pesquisa mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente em todos os cenários de primeiro e segundo turno testados para a eleição presidencial de 2026. O destaque do levantamento é a queda de seis pontos percentuais de Flávio em um eventual segundo turno contra Lula.

Agora, o petista aparece com 48,9% das intenções de voto, contra 41,8% do senador do PL. Na rodada anterior, realizada em abril, antes da divulgação da conversa entre Flávio e Vorcaro, o parlamentar tinha 47,8%, enquanto Lula somava 47,5%, o que indica uma oscilação negativa de seis pontos para o senador.

As conversas vazadas entre Flávio e Vorcaro também fizeram crescer a percepção de que aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) são os principais envolvidos no esquema de fraudes financeiras do Banco Master.

A pesquisa mostra que 43,3% dos entrevistados apontam os aliados de Bolsonaro como os mais envolvidos no caso. O índice representa uma alta de 15 pontos percentuais em relação ao levantamento realizado em março, quando esse grupo era citado por 28,3%, e as mensagens entre Vorcaro e Flávio ainda não tinham se tornado públicas. No mesmo período, caiu a parcela que atribui maior envolvimento a aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), saindo de 39,5% para 32,8%.

Entre os entrevistados que afirmaram ter conhecimento do vazamento das conversas entre Flávio Bolsonaro e Vorcaro, 51,7% disseram ver indícios de envolvimento direto do senador no escândalo do Banco Master. Outros 33,3% avaliaram que as conversas mostram uma tentativa legítima de obter apoio financeiro para a produção de um filme sobre Jair Bolsonaro. Já 12,1% disseram enxergar apenas uma relação de proximidade entre Flávio e o dono do banco, sem comprovação de ilegalidade.

*BdF


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Política

Flávio Bolsonaro e filme Dark Horse estariam na delação de Vorcaro e teriam função

Comentarista da GloboNews, revelou ter sido informado que os milhões repassados pelo dono do Master ao senador foram citados em sua delação premiada como sinal claro a um ministro do STF

Oescândalo Master ganhou um novo capítulo, aparentemente avassalador, na tarde desta segunda-feira (18). O jornalista e comentarista Octavio Guedes, da GloboNews, revelou uma reviravolta no caso que envolve o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master. Segundo Guedes, a polêmica história do repasse de R$ 61 milhões ao parlamentar, sob o pretexto de financiar o filme Dark Horse, já consta formalmente na proposta de delação premiada do banqueiro.

A estratégia por trás da inclusão desse anexo, no entanto, vai muito além de uma mera confissão: trata-se de uma manobra política cirúrgica para encurralar o relator do caso no Supremo Tribunal Federal, o ministro André Mendonça.

A “bomba”: xeque-mate no STF
Durante o programa Estúdio i, Octavio Guedes detalhou como a menção ao filho “zero um” de Jair Bolsonaro (PL) foi desenhada para criar um labirinto ético e político para Mendonça, magistrado que foi indicado à Corte pelo ex-presidente Jair Bolsonaro sob a alcunha de “terrivelmente evangélico” e que é profundamente submisso ao clã.

“A informação que eu tenho é que o filme e o dinheiro dado a Flávio Bolsonaro constavam, ou constam, na proposta de delação do Vorcaro… Então, estava lá essa história do filme, e que isso foi visto como uma manobra pra constranger o ministro André Mendonça… Veja bem, o Ciro Nogueira não tinha as provas necessárias pra falar do Ciro Nogueira, não tem nada sobre o Alcolumbre, mas o Alcolumbre a gente não sabe se tem ou não, mas do Ciro com certeza deveria ter… E por que se preserva o Ciro e deixa o Flávio? Na leitura que se faz, essa seria uma forma de constranger o ministro André Mendonça a recusar uma delação porque… Se ele recusa, o André Mendonça, vão dizer ‘ó lá, é porque tá entregando o Flávio Bolsonaro’… Ele ficaria constrangido em recusar… O André Mendonça dizendo ‘não quero essa delação’, vão dizer ‘ah, ele não quer essa delação porque tem o Flávio Bolsonaro, porque você foi indicado pelo Bolsonaro’”, explicou Guedes.

Se aceitar a delação contendo Flávio Bolsonaro, Mendonça autoriza uma investigação que asfixia o clã que o alçou ao STF. Se recusá-la, mesmo que por critérios estritamente jurídicos ou falta de consistência, será imediatamente acusado pela opinião pública e pela oposição de agir como um escudo blindado para proteger o filho do ex-presidente.

PF já sabe mais do que o delator oferece
A manobra do banqueiro, contudo, esbarra no avanço das investigações da Polícia Federal, que já mapeou a rota financeira do Banco Master e as conexões de Vorcaro em Minas Gerais e Brasília. De acordo com o comentarista da GloboNews, o ministro do STF não deve ceder facilmente ao blefe.

“O André Mendonça sabe que o que foi oferecido não tem nem 10% do que ele já sabe pela Polícia Federal”, complementou o jornalista.

O escândalo dos R$ 61 milhões e o filme Dark Horse
Para além do xadrez jurídico, o cerne do esquema envolve uma teia que mistura o mercado financeiro, o submundo das fraudes bancárias e o entretenimento. Investigações anteriores, acompanhadas de perto pela Fórum, apontam que o repasse milionário de Daniel Vorcaro a Flávio Bolsonaro foi mascarado por meio de contratos com a produtora do filme Dark Horse.

A empresa teria recebido, em sua conta e registro nos EUA, os R$ 61 milhões sob a justificativa de captação e produção cinematográfica. No entanto, o volume de dinheiro, a rapidez das transações e a total desconexão do senador com a indústria do cinema acenderam os alertas dos órgãos de controle financeiro (Coaf) e da PF. De acordo com a Forum, o montante é apontado pelos investigadores como um suposto pagamento de propina ou venda de influência política para favorecer os negócios do Banco Master junto a fundos de pensão e órgãos governamentais durante a gestão passada.

Agora, com as cartas na mesa, a proposta de delação de Vorcaro deixa de ser apenas uma peça jurídica e passa a ser uma arma de pressão política que coloca o STF e a família Bolsonaro, mais uma vez, no centro do furacão.


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Pesquisa

Pequisa Atlas: Lula amplia vantagem após escândalo de Flavio com Vorcaro

Governo cresce enquanto Flávio e Michelle Bolsonaro recuam nos cenários eleitorais

No principal cenário de primeiro turno testado pela pesquisa:

Lula: 47% (+1,5)
Flávio Bolsonaro: 34,3% (-1,8)
Renan Santos: 6,9% (+0,4)
Romeu Zema: 5,2% (-0,3)
Ronaldo Caiado: 2,7% (-0,2)
Augusto Cury: 0,4% (estável)
Aldo Rebelo: 0,2% (estável)
Branco/nulo: 1,4% (-0,1)
Não sabem: 1,9% (+0,2)

O dado mais relevante desse cenário é a consolidação de Flávio Bolsonaro como único nome efetivamente competitivo do bolsonarismo. O senador aparece muito à frente de Zema e Caiado, reforçando a dependência da direita em relação à família Bolsonaro.

Ao mesmo tempo, a pesquisa indica que o desgaste provocado pelo caso Daniel Vorcaro não ficou restrito ao noticiário político e já apresenta reflexos eleitorais. Enquanto Lula avançou no levantamento, Flávio Bolsonaro registrou queda.

A pesquisa também testou um cenário sem Flávio Bolsonaro e com Michelle Bolsonaro representando o campo bolsonarista.

Nesse quadro:

Lula: 47,8% (+1,3)
Michelle Bolsonaro: 30,4% (-2,4)
Renan Santos: 7,5% (+0,6)
Romeu Zema: 5,9% (-0,1)
Ronaldo Caiado: 3,1% (+0,2)
Branco/nulo: 2,4% (+0,1)
Não sabem: 2,9% (+0,3)

O levantamento sugere que, apesar da força da marca Bolsonaro, a transferência de capital político dentro da própria família encontra limites.

O cenário reforça uma preocupação crescente dentro da direita: trocar Flávio por Michelle ou outro nome pode significar risco real de perder competitividade e até de ficar fora do segundo turno.

Segundo turno
No segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o presidente também aparece na frente.

O cenário mostra:

Lula: 50,6% (+1,7)
Flávio Bolsonaro: 45,1% (-1,5)
Branco/nulo: 2,2% (-0,1)
Não sabem: 2,1% (-0,2)

Os números indicam que Lula preserva uma frente eleitoral mais ampla fora do núcleo petista, enquanto Flávio ainda encontra dificuldades para ultrapassar o teto do eleitorado bolsonarista mais fiel.

Os cruzamentos demográficos da pesquisa mostram que Lula segue especialmente forte entre os mais pobres, no Nordeste e entre eleitores que votaram nele em 2022. Já a direita continua mais forte entre evangélicos, eleitores de renda mais alta e nas regiões Sul e Centro-Oeste.

Outro dado importante é o enfraquecimento dos nomes alternativos da direita. Romeu Zema e Ronaldo Caiado aparecem fragmentando o eleitorado conservador, mas sem demonstrar capacidade real de liderar o campo oposicionista.

Na prática, a pesquisa sugere que o bolsonarismo entrou em um ponto de dependência da própria família Bolsonaro. Sem Jair Bolsonaro elegível, Flávio aparece como herdeiro natural do espólio político do ex-presidente, enquanto outros nomes seguem incapazes de ocupar plenamente esse espaço.

O levantamento ouviu 5.032 pessoas entre os dias 13 e 18 de maio, com margem de erro de um ponto percentual e nível de confiança de 95%.

*Com informações do ICL


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Política

Flavio foi pego de calça arriada porque Jair Bolsonaro virou peça de museu

Não se pode dizer que Flavio foi entregue a si mesmo. Há um imenso cordão de isolamento tentando separá-lo de si próprio.

Isso é um papel notável dos poucos que lhe restam como aliados. Lógico que, se já não tinham qualquer entusiasmo por sua modorrenta candidatura à Prsidência da República, dependendo cem por cento do espólio vigarista do pai e do antipetismo doentio de uma massa de idiotizados que foram imbecilizados durante décadas pela mídia, Flavio se transformaria num candidato viável, não por não ter qualquer proposta, coisa que seu pai nunca teve e, por isso mesmo, não se pode nem dizer que ele governou mal o país, ele simplesmente não governou.

Bolsonaro viveu na realeza do poder, nos luxuosos aposentos, graças aos esquemas que seus colaboradores coroados lhe serviram, ainda assim, o animal está preso e volta já já para a cadeia.

Dito isso, o desenho trágico do escandaloso vazamento do áudio de Flavio para Vorcaro, aponta para um beiço generaliado que, de estalão, está sendo dispensado pelos correligionários.

Flavio ainda não está num mato sem cachorro, mas não dispõe daquela matilha de vira-latas que serviram ao pai e, hoje, por osmose, não servem ao seu primogênito.

O fato essencial desse saboroso drama a que assistimos, é aquilo que todos, que tivssem a capacidade de enxergar o capítulo seguinte da derrota de Bolsonaro, saberiam o final.

Bolsonaro, um político historicamente medíocre, dito de boca própria, voltou para a sarjeta política. Para piorar, tentou dar um golpe violento com arquiteturas montadas para cometer ao menos t5rês assassinatos, de Lula, Alckmin e Moraes.

O resto, todos sabem, mas a questão do poder, da caneta, do uso da própria  imagem diante da mídia, a la Steve Bannon, para pautar as redações com sucessivos escândalos para cobrir o anterior, findou-se.

Sem qualquer relevância ou referência, Bolsonaro se transformou numa viola sem corda, muda, típica de quem virou carta fora do baralho como corpo, mas sobretudo como espírito. A moda Bolsonaro, foi-se.

O Gastão, que tinha uma orquestra de pelegos bancados pela Secom, hoje viram-lhe as costas. Sim, porque essa traição não é apenas com Flavio e, pricipalmente, com Jair Bolsonaro.

Essa é a principal característica dos pelegos. Aquela força hipnótica do poder lhes atrai, mas trai no primeiro cheiro de que a cadeira do rei mofou.

Fosse no tempo do seu pai na presidência que, aliás, proporcionou Vorcaro a montar um império de pilantragem, através do Banco Master, Flavio teria costas de chumbo, assim como se viu no seu inquérito da rachadinha, que deu em nada, assim como também no caso de Marielle e o porteiro que foi sufocado por Sergio Moro, a mando de Bolsonaro e assim se mantém.

Poderia citar aqui uma penca incalculável de situações em que Bolsonaro interferiu diretamente na defesa dos filhos e aliados e suas patifarias cretinas. Mas como se sabe, malandro demais vira  bicho.

Sem a carteira de presidente da República, Bolsonaro voltou a ser um punguista qualquer do baixo clero. Assim, não tem a menor condição de salvar o filho da forca, mesmo que a plebe bolsonarista, a serviço da indecência, balbucie nas redes frases ridículas, perebentas de tons cinza em apoio ao enrolado, o que fará dele um personagem cansado, caso insista na disputa presidenical.

Já falam por aí que ele deve disputar o Senado, mas outros apostam mesmo na Câmara Federal.

É o que lhe resta, porque o rei da milícia já não apita mais nada, nem mesmo no Rio das Pedras e Muzema, com a limpeza que está ocorrendo no Rio de Janeiro. pelo Desembargador Ricardo Couto.

Ou seja, fim, fu, fora Flavio!


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Política

O escândalo do Master que envolve Flavio e Eduardo Bolsonaro, é de polícia e não de política

Se Flavio Bolsonaro, com seu proselitismo barato, quer punir criança de 14 anos por crime, como sugere seu projeto, que quer a redução da maioridade penal para 14 anos, o que dizer, do ponto de vista policial, do envolvimento de Flavio (45 a.) e de seu irmão, Eduardo (41 a.) com um criminoso preso por desviar fortuna incalculável de dinheiro público?

Ridiculamente, dizer que a fonte dos R$ 134 milhões, é privada, é chamar de idiotas os brasileiros e as autoridades.

Isso, sem falar na folha corrida desses dois vigaristas. Flavio e as rachadinhas são coisas que se confundem, ou seja, peculato e formação de quadrilha, envolvimento com milícia e assassinos de aluguel como, Adriano da Nóbrega, do escritório do crime.

Eduardo, antes mesmo de entrar para a política, já era funcionário fantasma de ninguém mais, ninguém menos que Roberto Jefferson.

Como um e outro viraram deputado federal e senador debaixo das barbas da justiça? Esta é uma pergunta que tem que ser feita todas as vezes que se falar do clã Bolsonaro, somado às mil e uma formas do próprio pai, de cometer crimes no varejo e no atacado, o messmo que plantou a semente da vagabundagem em todos os filhos.

Nisso, não há qualquer dilema. assim como o pai, Flavio e Eduardo deveriam estar na cadeia, preventivamente, esperando um julgamento criminal, até porque, se Flavio acha que uma criança de 14 anos já tem discernimento do que é ou nao crime, imagina esses dois farrapos morais.

Lembrando que os dois confessaram o crime, mesmo tentando justificar o injustificável.

Então, que a justiça cumpra a sua parte para que se possa ver uma luz civilizatória destruída pelo governo Bolsonaro, com mãos de ferro, dentro das instituições, para facilitar a vida de bandidos manjados como os do clã.

Esperar que as urnas façam justiça nas eleições de outubro, é um acinte à inteligência nacional.


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Política

Mudou: Em nova versão de mentiras, Flavio admite que tem outras ligações dele para Vorcaro

Agora, Flavio admite outros contatos com Vorcaro, inclusive um videozinho.

Flavio, desde que estourou o escândalo de seu áudio para Vorcaro, cobrando uma dívida milionária, em função de acerto entre o banqueiro e o clã, segue o velho padrão de pilantras, explicar seus rolos criminosos de forma confusa para serem confusamente entendidos pela sociedade brasileira.

Resultado, toda hora o vigarista cai do galho.

Agora, ele diz que podem surgir, inclusive vídeos enviados ao banqueiro, garantindo que é um contato com um irmãozão dele para tratar de financiamento.

Novamente, Flavio tenta se defender do indefensável com versões ainda mais coprometedoras em meio ao escândalo que não para de surpreender quem observa suas falas que sassaricam pelos jornais televisivos e podcasts nas redes sociais.

Trocando em miúdos, cada vez que abre a boca com um novo lero lero, o caldo de Flavio só entorna. E se pesquisas mostram que, nas redes sociais, 70% do que se publica é contra o vigarista, a tendência é só piorar e muito diante da opinião pública.

Ou seja, é a velha questão que envolve os picaretas, se ficar quieto, afunda, se abrir a boca, afunda ainda mais.


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Política

Resposta de produtores de filme sobre Bolsonaro amplia crise de Flávio

Mario Frias e produtora negam dinheiro de Vorcaro no filme sobre Bolsonaro, mas não explicam destino de US$ 10,6 milhões citados pelo Intercept

As notas divulgadas pela produtora GOUP Entertainment e pelo deputado federal Mario Frias após a revelação de documentos, mensagens e áudios envolvendo Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro acabaram ampliando a crise política em torno do senador e do filme “Dark Horse”, cinebiografia de Jair Bolsonaro.

O principal ponto das manifestações divulgadas pelos responsáveis pelo projeto foi a tentativa de negar que recursos de Daniel Vorcaro ou do Banco Master tenham sido usados para financiar o longa. O problema é que as notas acabaram deixando sem resposta justamente o destino dos 10,6 milhões de dólares — cerca de R$ 61 milhões — apontados em documentos revelados pelo Intercept Brasil.

Segundo a reportagem, os valores teriam sido pagos entre fevereiro e maio de 2025 em seis operações relacionadas ao financiamento do projeto cinematográfico.

Na nota divulgada pela GOUP Entertainment, a produtora afirma que “não consta um único centavo proveniente do sr. Daniel Vorcaro, do Banco Master ou de qualquer outra empresa sob o seu controle societário” entre os financiadores do filme.

Mario Frias reforçou a mesma linha.

“Como já esclareceu a produtora GOUP Entertainment, não há um único centavo do sr. Daniel Vorcaro em Dark Horse”, afirmou o deputado federal e produtor executivo do longa.

O empresário Paulo Figueiredo Filho, neto do ex-ditador João Figueiredo e aliado da família Bolsonaro, também saiu em defesa do projeto nas redes sociais e afirmou que o filme não recebeu dinheiro de Daniel Vorcaro.

A mobilização de aliados para reforçar publicamente a negativa sobre os recursos acabou ampliando ainda mais o debate político em torno do caso, principalmente porque os documentos mencionados pelo Intercept Brasil apontam pagamentos milionários associados ao financiamento do filme.

A reportagem questionou a assessoria de Flávio Bolsonaro sobre esse ponto: se os valores mencionados nos documentos não foram destinados ao filme, para onde o dinheiro teria sido enviado? Até a publicação desta matéria, não houve resposta.

Outro ponto que chamou atenção foi o fato de Mario Frias ter afirmado que, “ainda que houvesse” dinheiro de Vorcaro no projeto, “não haveria problema algum”, alegando que se trataria de uma relação privada sem uso de dinheiro público.

A declaração foi vista por integrantes da oposição como uma mudança parcial na estratégia de defesa adotada inicialmente pelos envolvidos no caso. Primeiro, a linha das manifestações públicas buscou negar qualquer ligação financeira entre Vorcaro e o filme. Agora, além da negativa, a nova nota também sustenta que eventual aporte privado não configuraria irregularidade.

Na mesma nota, Mario Frias afirmou que Flávio Bolsonaro não possui participação societária no filme nem na produtora responsável pelo projeto.

“Seu papel limitou-se à cessão dos direitos de imagem da família e, naturalmente, ao peso que seu sobrenome agrega na hora de atrair investidores interessados em financiar um projeto desse porte”, escreveu.

A declaração acabou reforçando a percepção de que Flávio Bolsonaro participava das articulações para captação de recursos do longa, algo que ajuda a explicar os áudios revelados pelo Intercept Brasil em que o senador aparece cobrando pagamentos e relatando preocupação com a continuidade do projeto.

De acordo com Cleber Lourenço, ICL, as notas divulgadas pelos responsáveis pelo filme também deslocaram o foco da crise. Inicialmente, o centro da discussão estava na relação entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro. Agora, o debate passou a girar também em torno do destino dos recursos mencionados nos documentos revelados pela reportagem.


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Política

Valor que Flávio pediu a Vorcaro para filme sobre Bolsonaro é quatro vezes maior que o orçamento de O Agente Secreto

Senador pediu ao dono do Banco Master R$ 134 milhões para financiar Dark Horse, que romanceia a história do pai

O valor pedido por Flávio Bolsonaro (PL-RJ), senador e pré-candidato à presidência da República, ao dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, para financiar o filme Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), é mais de quatro vezes superior ao orçamento total do filme O Agente Secreto, que recebeu quatro indicações ao Oscar 2026, dezenas de outros prêmios e foi assistido por cerca de dois milhões de brasileiros.

Segundo a denúncia do site The Intercept, Flávio pediu R$ 134 milhões ao dono do Banco Master. Desse total, recebeu aproximadamente R$ 61 milhões. O custo total para produção de O Agente Secreto foi de cerca de R$ 28 milhões. O filme dirigido por Kleber Mendonça Filho, com Wagner Moura como protagonista, foi indicado ao Oscar de Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator e Melhor Direção de Elenco.

Os bolsonaristas pretendem lançar o filme sobre Bolsonaro em 11 de setembro, a pouco menos de um mês das eleições. O ex-presidente será interpretado pelo ator Jim Caviezel, conhecido por seu papel como Jesus Cristo em A Ressurreição de Cristo. O artista também é conhecido por declarações antivacina e apoio a teorias conspiratórias.

O roteiro de Dark Horse é de autoria do deputado federal Mário Frias (PL-SP), ex-secretário de Cultura e aliado próximo da família Bolsonaro. O parlamentar também é mencionado nas conversas como tendo participado das negociações dos recursos do Banco Master para o filme.

Segundo áudios, documentos e mensagens divulgados pelo site Intercept, dos R$ 134 milhões, cerca de R$ 61 milhões teriam sido pagos em seis operações. Os arquivos compreendem o período de fevereiro a maio de 2025.

“Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz! Abs!”, escreveu Flávio a Vorcaro, em uma mensagem enviada por um aplicativo de conversa em 16 de novembro de 2025, um dia antes de o banqueiro ser preso tentando fugir do país.

As conversas também indicam que o dono do Banco Master acompanhava pessoalmente o andamento dos pagamentos e atribuía prioridade ao filme em relação a outros compromissos financeiros.

Em outro áudio, Flávio cobra parcelas atrasadas de Vorcaro. “Apesar de você ter dado liberdade, Daniel, de a gente te cobrar, eu fico sem graça de ficar te cobrando. Mas, enfim, não é porque está num momento muito decisivo, aqui do filme. É como tem muita parcela para trás. […] Eu fico preocupado aqui com o efeito ao contrário (sic) do que a gente sonhou pro filme, né? Imagina a gente dando calote num Jim Caviezel, num Cyrus Nowrasteh, os caras, renomadíssimos lá no cinema americano mundial, pô, ia ser muito ruim, né? […] E agora que é a reta final, que a gente não pode vacilar, não pode não honrar com os compromissos aqui”, diz no áudio divulgado.

Flávio Bolsonaro admitiu, em nota, que pediu e recebeu dinheiro de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para financiar o filme sobre o pai.

“Conheci Daniel Vorcaro em dezembro de 2024, quando o governo Bolsonaro já havia acabado, e quando não existiam acusações nem suspeitas públicas sobre o banqueiro. O contato é retomado quando há atraso no pagamento das parcelas de patrocínio necessárias para a conclusão do filme. Não ofereci vantagens em troca”, diz um trecho da nota.

*BdF


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Política

Para Flavio, Ciro Nogueira foi de vice ideal a encosto radioativo

Flavio Bolsonaro elogiou Ciro Nogueira publicamente como seu “vice ideal” ou “vice dos sonhos”, destacando credenciais como lealdade ao Bolsonaro pai, origem nordestina, comando do PP (partido forte) e perfil para compor chapa. Isso foi dito em entrevistas recentes (antes da operação da PF).

Poucos dias depois, veio a operação da Polícia Federal (fase do Caso Master/Banco Master), com buscas e apreensões envolvendo Ciro Nogueira por suspeitas de propina/mesada de centenas de milhares de reais do banqueiro Daniel Vorcaro para favorecer o banco. Aí o discurso mudou: Flávio falou que foi só “cortesia”, que as acusações são graves, que não respondeu por atos de aliados e que agora prefere uma vice mulher com experiência.

Por que o “encosto radioativo”?

Timing ruim: A operação explodiu no meio das costuras para 2026. PP ainda é relevante (federação com União Brasil, base no Congresso), mas Ciro virou peso morto.

Flávio e outros (como Tarcísio) se descolaram rápido para evitar sangria na pré-campanha.

É o clássico da política: aliado vira “encosto” quando a PF bate à porta. Ciro era estratégico. Nordeste + máquina partidária, mas corrupção alegada vira veneno eleitoral. Flávio está em modo dano controlado — priorizando imagem de “novo” e evitando carregar investigados. A ver se o PP aguenta o tranco ou se rola realinhamento. Política 2026 já está quente.

Seja como for, para a campanha de Flavio, Ciro Nogueira, agora, é uma bactéria do detergente Ypê que faz a população se afastar dessa prateleira no mercado eleitoral.


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