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Travou: O esgoto digital do bolsonarismo não funciona mais

Os números das pesquisas mostram que os ataques vindos do esgoto digital da campanha de Flavio, bateu biela, e a máquina parece emperrada. Daí a comfusão mental de Flavio desdizendo tudo o que disse sobre privatizações, Bolsa Família, fim da isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil, e por aí vai.

Flavio não está somente perdendo musculatura eleitoral, é um processo sarcopênico de um discurso esgotado. A tal guerra cultural, que nada mais era do que a tradução de um sistema de massificação digital, que atacava adversários como inimigos que deveriam ser banidos da vida nacional, faliu, morreu, e não segura nem os votos prometidos que Flavio tinha até o escândalo do Banco Master grudar na sola do seu sapato com a lavagem de dinheiro justificada com a aura de um filme do pangaré do seu pai, deixando claro que Vorcaro teve muitos benefícios públicoa durante o governo Bolsonaro, a partir do clã.

Flavio, como bem disse Valdemar da Costa Neto, estava no áudio cobrando de Voraro o cumprimento do acordo em espécie um dia antes do irmãozão camarada ser preso e ficar impossibilitado de pagar a outra parte da fatura.

Se antes, durante o governo Bolsonaro, a máquina de assassinatos de reputação funcionava com a lubrificação de Carluxo e seu gabinete do ófio, patrocinado pela Secom, o bolsonarismo não consegue superar a limitação de operar sem os milhões de verba pública.

Para piorar, Flavio, como opositor, tem que apresentar propostas alternativas ao governo Lula, mas elas não apareceram, pior, Flavio resolve xerocar o discurso social de Lula e deu uma cruzeta como um nó na cabeça dos bolsonaristas renitentes.

O fato é que, sem ter grana para bancar a sujeira e dar estabilidade ao esgoto bolsonarista, todos os tiros de balas de prata que Flavio usou contra Lula, mascaram miseravelmente. Pior para o clã.

Lula, macaco velho, campeão de eleição presidencial, usou o limão para fazer limonada, trazendo para si o inverso do que a campanha de Flavio previa.

Na verdade, Flavio está totalmente perdido, seu cálculo eleitoral foi feito por algum analfabeto e o tal estilismo estratégico afunda amais rápido a sua canoa.

Não há algoritmo possivel sem dinheiro e, vendo a geladeira do bolsonarismo vazia, os algoritmos acharam melhor dormir para passar a fome.

Claro que isso deixa o militante fascista, órfão, totalmente sem rumo por conta do discurso enviesado de Flavio em “defesa do social”, o que por si só, é uma gigantesca piada. Mas não deixa de ser extremamente revelador, já que suas intenções de voto deram uma recuada pesada na mesma proporção em que Lula avança sobre parte considetável do chamado eleitor indeciso ou independente.

Flavio está ansioso, suando frio com risco de repetir a caganeira que protagonizou num debate para a prefeitura do Rio de Janeiro.

Não pode ficar em silêncio, pois seria confessar que não tem nem pedra para jogar na vitrine de Lula.

A campanha do 01 não é só insuficiente para conduzir o corrupitaço Flavio ao topo da disputa, o embrulho de bosta, que vinha sendo tratado como o novo filé mignon da Faria Lima, não foi suficiente para suprir o odor que exala seu passado recente, somado ao perfil de suas rachadinhas, foramção de quadrilha e peculato, sem falar na traição ao Brasil em pleno EUA de Trump.


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Bolsonarentos radicais em ira santa com Flavio rasgando a agenda neoliberal de Paulo Guedes

Quem foi o assessor zombeteiro de Flavio Bolsonaro que soprou a infeliz ideia de um candidato, em plena queda livre, defender a agenda justo de Lula, que não para de crescer, distanciando-se cada vez mais do 01?

A ira santa dos devotos mais xiitas do bolsonarismo, não tardou depois de sua arregada na Veja em que, literalmente, rasga a bíblia neoliberal de Paulo Guedes e abraça a vibe de esquerda contra a privataria da Petrobras, elogiando o Bolsa Família e a isenção do Imposto de Renda de quem ganha até R$ 5 mil.

Foi uma espécie de Estado mínimo é seusovo. Isso em plena sabatina da Veja.

No mesmo fórum, Flavio fechou o pacote de decalques dos programas de Lula, antes, seguindo a agenda de Paulo Guedes, Flavio prometia privatizar a Petrobras, agora, usou seu giroscópio numa mudança infrene de rumo, para afirmar jsutamente o oposto, só faltou o slogan, “o petróleo é nosso”.

Isso já bastaria para um aloprado verde e amarelo se jogar do vigésimo andar por ter bancado o otário esse tempo todo acreditando em Flavio.

Mas o irmãozão de Vorcaro achou pouco e, o que ele chamava de Bolsa Esmola, virou bandeira de sua campanha com todos os confetes e serpentinas em prol do Bolsa Família.

Diante de tempos bicudos, achou por bem soltar foguetes pela isenção do IR até $ 5 mil.

Ou seja, Flavio tentou rapinar as três principais vitrines econômicas do governo Lula.

Colunistas bolsonaristas chiaram e muito dessa guinada que Flavio deu, vestindo a farda de Lula, acusanddo-o de trair o legado econômico do pai em busca de votos.

Quem chiou mais forte foi aquele que Bolsonaro chamou de maluco quando se borrou inteiro na frente de Moraes e o convidou para ser seu vice.

Por isso, não se espantem se a rejeição de Flavio Rachadinha Master, na próxima pesquisa, apresentar um tombo ainda maior dentro da própria direita, porque não resta dúvidas de que sua fala na Veja recebeu alta rejeição dos bolsonaristas.

Resumo do bonde oportunista de Flavio, os passadores de pano até dizem que sua fala é só pragmatismo. E para ganhar de Lula, tem que roubar suas bandeiras, mas os mais pirados bolsonaristas chama isso de estelionato eleitoral e printam vários vídeos com Flavio sentando o pau no Bolsa Família.

Mas não tem jeito, Flavio escolheu ser um papel carbono de Lula, daqueles borralhos que aparecem numa nota de três vias.

Ninguém sabe como ele contornará isso. Os camisas verde e amarela do zap estão com a cara de, não é possível! Com balões de interrogação.

De qualquer forma, a agenda neoliberal de Paulo Guedes, nas mãos de Flavio, virou papel picado voando, o que levou a um surto instantâneo de quem sempre odiou o PT, justamente por conta dessa agenda.

Muitos deles já dizem que deu um boog mental em Flavio, outros chamam isso de rendição vergonhosa para Lula.


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Um Flavio Bolsonaro, feito por IA, tentou se passar por Lula em entrevista à Veja

Só faltou o candidato do PL se apresentar como Flavio Lula da Silva ou dizer que seu voto seria de Lula para a Presidência da República.

Dizem as más línguas que, nos bastidores, numa desesperada falta de noção do ridículo, Flavio decalcou as principais bandeiras de Lula, tentando se passar por ele, provocando infarto do miocárdio nos principais caciques do PL

Na verdade, Flavio posou de anjo bêbado ou sobrevivente de si próprio, dando a cada palavra um sentido diametralmente oposto a tudo o que ele defendeu na vida ao lado de seu pai.

Fez uma espécie de réquiem às vítimas de seu pai. Na verdade, foi um grande farrancho que não despertou qualquer interesse do eleitor.

Quando esse sujeito defendeu o Bolsa Família ou qualquer programa social para as camadas mais pobres da população? Por isso, nos bastidores, as gargalhadas soaram com sua fala medíocre de um pessimismo confessadamente entregue às baratas, típico de um peru de natal que morre às vésperas da eleição.

Isso dá o tom objetivo da bomba nuclear que o caso Vorcaro lhe caiu na cabeça.

Flavio se mostrou uma alma contada, e se não teve ninguém de sua campanha para controlar seu ímpeto sabujo, numa imitação grosseira de Lula, é porque foi jogo comninado com sua assessoria. Jogo de cartas marcadas, endereçado a um eleitorado que está cada dia mais depositando seus votos de confiança na reeleição de Lula.

Some isso aos escândalos que envolvem Flavio, Eduardo, Mario Frias, Karina da Gama com o Banco Master de Vorcaro, e o estrago está pronto.

O sujeito  não economizou na hora de tirar da manga uma imitação barata do seu principal adversário que nao para de crescer, enquanto Flavio não para de cair nas pesquisas.


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O mata-mata no campo reacionário

Sentindo cheiro de carniça na candidatura de Flavio, por motivos óbvios, a autofagia reacionária dos abutres neoliberais, seria fatal.

É bom que se diga que os dois touros sentados, Zema e Caiado, estão atolados em seus próprios redutos barrentos sem qualquer sinal de benefício com o escândalo dos irmãozões, Flavio e Vorcaro.

Flavio derrete, mas o espólio reacionário dos bolsonaristas não deu um grão de feijão para os dois mais velhacos da direita brasileira. A campanha dos dois, como mostram pesquisas, estão impávidas, empacadas, sem discurso, sem projeto, apenas da lenga lenga neoliberal do Estado mínimo contra qualquer benefício criado pelo governo Lula para a massa do povo.

Isso os três cavaleiros do apocalipse financeirista, incluindo, aí Renan Santos, atendem ao mesmo toque do diapasão da Faria Lima, que soa como apito de cachorro para atender os seus adestradores milionários.

Além de Renan Santo, que teve crescimento modesto nas pesquisas, Zema e Caiado passaram a atacar Flavio, porque virou galinha morta.

Os ditos conservadores estão vivendo essa panaceia autofágica que não produz exatamente uma oposição de ideias capaz de oferecer um projeto alternati o ao do governo Lula, além de uma velha retórica privatista que, para nós brasileiros, que conhecemos bem essa cantilena, sabemos que é o caminho do fracasso do país.

Na verdade, essa divisão dentro do campo reacionário não tem rigorosamente nada a ver com pontos de vista diferentes sobre o mesmo tema.

A coisa virou um vale-tudo pela disputa de uma bola murcha em que, cada um, a seu modo e gosto, chuta para onde o nariz aponta, sonhando com  os votos transferidos de Flavio, mas, com carisma zero, Zema e Caiado não veem qualquer sinal de  engajamento orgânico, seguem no mais do mesmo, andando em círculos e mordendo o próprio rabo.

Renan Santos se alimenta de farelo de porco e consegue um quilinhos a mais, mas não tem tutano para aproveitar o estado moribundo de Flavio, que deixa cada vez mais oco o destino dessa massaroca de oportunistas orbitar em torno da mesma carniça, enquanto Lula segue crescendo, reduzindo sua desaprovação e, consequentemente, aumentando a aprovação.


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Lula avança e Flávio afunda mais sob o peso da traição

Difícil imaginar um candidato a presidente da República mais claramente envolvido em crimes do que Flávio Bolsonaro. Difícil contemplar um candidato à reeleição que, ao final de seu terceiro mandato, esteja mais bem posicionado do que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Não é por outras razões que derrete aos olhos do país a candidatura do senador, enquanto a de Lula não apenas se sustenta como agora se avulta ainda mais, atraindo o precioso nicho dos eleitores independentes, que serão decisivos para o resultado final.

Na iminência da virada do primeiro para o segundo semestre deste ano eleitoral, o cenário é, portanto, dramático para o filho de Jair Bolsonaro. A crise da campanha bolsonarista está exposta pela pesquisa mais recente, a Genial/Quaest, que aliás pinta em cores mais dramáticas o quadro já exposto pelo levantamento anterior, do judicioso instituto Atlas, censurado escandalosamente pela autoridade que deveria, em tese, zelar pela isonomia do pleito, o presidente bolsonarista do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques.

No primeiro turno, Lula, em ascensão, tem 39% das preferências, contra 29% de Flávio, em queda. No segundo turno, também cresceu para 6 pontos a distância de Lula para Flávio, antes empatados.

Ao contrário das aparências, uma eleição não é um concurso sobre a identidade dos candidatos. Os eleitores, na verdade, escolhem o caráter, os valores que entendem ser os melhores para o país. Ao escolher por um presidente, o país decide que identidade assumir, com que ideias se associar.

Neste caso das eleições presidenciais e gerais de 2026, o Brasil parece estar optando claramente por se distanciar de Flávio Bolsonaro por este estar associado a pelo menos dois crimes muito graves, os quais o país não quer ver abonados nas urnas: o crime do roubo e o da traição à pátria.

A boa notícia é essa: o Brasil de maneira muito clara não deseja estar vinculado ao crime. Quem aparecer ligado à atividade criminosa, por corrupção ou por esfaquear o próprio país em benefício do inimigo, receberá a repulsa da população. Isso demonstra que há um repositório imenso de respeito e profundo amor à pátria, um orgulho nacional, em todas as camadas da população. Há um núcleo forte de valores implantado no espírito da cidadania e da nacionalidade. É em torno dele que se constitui o país ao longo do tempo e do território.

Flávio Bolsonaro extraiu recursos superfaturados de Daniel Vorcaro e do Banco Master e os destinou ao seu grupo. Desenvolveu um esquema de ocultação do desvio desses recursos sob a forma do financiamento ao filme Dark Horse, usado como biombo para esquentar valores na verdade destinados a sustentar a ação do grupo bolsonarista nos Estados Unidos. O desígnio, que está a ponto de ser atingido, é atrair tarifas e sanções contra o Brasil. Como forma de derrotar Lula, querem afundar o Brasil.

Os recursos que sustentam essa campanha foram desviados de pensionistas de Estados e municípios. Estes foram enganados por promessas de retornos miraculosos que obviamente eram mentirosos.

O esquema sustenta o ócio nababesco de Eduardo Bolsonaro em mansão no Texas, de onde opera, por frustração e vingança, por torcida contra o Brasil, um lobby para atrair sanções contra o comércio brasileiro e principalmente contra o Pix.

Ao menos temporariamente, a trampa funciona. Após serem recebidos por Trump, Flávio e Eduardo lograram que os Estados Unidos anunciassem tarifas de 25% sobre as importações de produtos brasileiros. São esses dois crimes, corrupção e traição, que causam agora tanta repulsa aos brasileiros, como atesta a pesquisa Genial/Quaest.

É só o começo.

A marca da vingança do eleitorado apenas ensaia seu percurso.

Lula melhorou e Flávio caiu ao longo de um largo espectro do eleitorado: entre os chamados independentes, os evangélicos, os que ganham de 2 a 5 salários mínimos, no Norte, no Nordeste e no Sudeste. Nessa faixa, perde apenas no Sul. Parte da base eleitoral bolsonarista se esfarela a ponto de o próprio comando já dar a eleição por perdida antecipadamente. Começa a chegar a conta da nova inconfidência.

Para Lula, afinal, aparece o reconhecimento do resgate construído a partir de condições iniciais tão adversas como a conspiração golpista.

*247


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Flavio se confessa derrotado

Ver Flavio Bolsonaro reconhecendo sua culpa de tudo o que lhe tem acontecido de ruim na pré-campanha, não tem preço.

O primogênito do sacripanta genocida derrete mais que sorvete no asfalto em brasa. O motivo, todos sabem, a vorcaria do Master que o tratorou.

O irmãozão camarada, amigo da bolsonarada, deu-lhe um pé no peito e até os eleitores mais fieis de Bolsonaro, já mandaram, aí não dá!

Pior, mesmo que aquele bando de oportunistas, que se fartaram da grana grossa da Secom, em seus áureos tempos de lambe-botas de Bolsonaro para justificar o cachê, dizem agora, em última análise, que Flavio é um corrupto, não vale nada, mas é o presente que temos, e justificam tal calhordice em coisas ainda piores como pauta de costumes às avessas, defendendo sempre o lado hegemônico, numa leviandade para provocar discussões fúteis e inúteis em busca sempre do cálculo político que eles julgam ser digno daquilo que reconhecem como ponta de lança, com troca de argumentos que beiram ao caos.

Embora cada vez mais perdido no emaranhado de péssimas notícias de sua pré-campanha, e com o terrivelmente evangélico dando aquela blindada padrão em Flavio, o sujeito não para de cair. sem qualquer anteparo retórico que possa ao menos reduzir a velocidade de sua queda.

A verdade é que a bomba Vorcaro/Master explodiu a candidatura de Flavio Bolsonaro dentro do próprio PL, numa invasão de verdades incontestáveis, vide a confissão cômica de Valdemar da Costa Neto em plena GloboNews, aumentando a perceepção da gravidade do esquema de corrupção que envolve todo o clã Bolsonaro, o que faz Flavio ser cada vez mais chamado de corrupto e mentiroso, sendo crucificado, inclusive, pelos pares, como fez o senador Girão no podcast daquele doutor com cara de carranca, que não iteressa sequer saber o nome, pois é daquelas peças de pior qualidade moral.

Então, quando Flavio ataca Lula, ele sai bastante derrotado pela própria língua.

Na realidade, é a prova de que, com seu sofrível discurso contra o presidente da República, diante da incapacidade e inutilidade para explicar o inexplicável sobre o áudio, o sujeito parece alcoolizado.

Ele, mais do que ninguém, sabe o que lhe deu a pernada, mas não sabe como ficar de pé novamente.

Na verdade, a cada dia que passa, Flavio e seus timoneiros de campanha se assustam com o tamanho do rombo feito no casco de sua canoa. Mas não tendo como explicar, ataca Lula dando soco no vento, pedindo pelo amor de Deus para que o trombone invisível, cornetado pela sociedade pare de buzinar em seu ouvido, porque, ao fim e ao cabo, ele se confessa derrotado para os fatos que, somados com sua lambança via Eduardo sobre o Pix e as tarifas de Trump contra o Brasil, hipertrofiaram ainda mais sua imagem negativa com os múltiplos escândalos de sua relação promíscua, corrupta e criminosa com o maior bandido do sistema financeiro da história do Brasil, Daniel Vorcaro e seu Banco Master.


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Evangélicos começam a abandonar Flávio e a olhar para Lula

Em apenas um mês, intenções de voto de Flávio entre evangélicos caíram de 61% para 52%, enquanto Lula avançou de 24% para 31%.

Durante anos, a extrema direita tentou tratar os evangélicos como curral eleitoral. Sua narrativa se apoiava em quatro pilares: conservadorismo moral, guerra cultural, antipetismo e instrumentalização religiosa. Foi com base nisso que, desde 2018, o bolsonarismo construiu nesse segmento uma base social poderosa, organizada e altamente mobilizada.

Agora, porém, surgem sinais de erosão no grupo que se consolidou como principal sustentáculo eleitoral do clã Bolsonaro. A nova rodada da pesquisa Quaest, contratada pela Genial Investimentos e divulgada nesta quarta-feira (10), revela uma movimentação expressiva entre os evangélicos brasileiros.

Na corrida presidencial, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) continua liderando nesse segmento. Mas a vantagem encolheu de maneira abrupta em apenas um mês. De maio a junho, suas intenções de voto entre evangélicos caíram de 61% para 52%. Ao mesmo tempo, Lula avançou de 24% para 31%. As mudanças, para um período tão curto, foram politicamente significativas, indo além da margem de erro nesse recorte, que é de quatro pontos percentuais.

Mais revelador ainda é o crescimento da aprovação do governo Lula entre evangélicos. Em abril, 28% aprovavam a gestão federal. Em junho, esse índice chegou a 35%. A desaprovação caiu de 68% para 60% no mesmo período.

A resposta da esquerda

Pela primeira vez desde a ascensão do bolsonarismo, o campo progressista parece ver brechas reais para dialogar com uma parcela expressiva do eleitorado evangélico sem partir da defensiva. O governo Lula, em especial, compreendeu que a disputa política no País passa necessariamente por esse universo.

De acordo com o Censo 2022, o Brasil possui aproximadamente 47,4 milhões de evangélicos, o que corresponde a 26,9% da população total do País. Institutos como o Datafolha apontam, em projeções mais recentes, que essa parcela continuou crescendo e já se aproxima de 30% a 32% da população brasileira, respondendo por mais de 60 milhões de pessoas.

Tratar esses milhões de trabalhadores como um bloco homogêneo, impermeável ou automaticamente reacionário sempre foi um erro grave e, em muitos casos, elitista. A carta divulgada pelo PT aos evangélicos na segunda-feira (8) mostra o empenho de desfazer qualquer leitura preconceituosa do governo Lula e do próprio campo progressista.

O documento, aprovado no 4º Encontro de Evangélicos do PT, rejeita o discurso de confronto religioso, além de enfatizar o respeito às igrejas, à liberdade de culto e à presença crescente dos evangélicos nas periferias e no mundo do trabalho. Em vez de aceitar passivamente a narrativa bolsonarista, a esquerda vai à disputa de valores, linguagem e presença social – e encontra terreno fértil.

Para o bolsonarismo, além do desgaste natural de oito anos de radicalização permanente, existem contradições morais que ficaram mais difíceis de esconder. Com o caso Daniel Vorcaro-Banco Master, Flávio Bolsonaro foi apanhado em incoerência com declarações anteriores.

A Quaest procurou medir esse desgaste, testando desde o conhecimento do caso até a percepção de ocultação de crimes. O prejuízo do clã Bolsonaro aparece em todos os recortes. Para um eleitorado que faz da integridade moral um critério central de escolha, ser pego numa mentira é uma ruptura de contrato simbólico.

Críticas à guerra cultural

A tentativa de intensificar a guerra religiosa também cobrou seu preço na Marcha para Jesus, em 4 de junho. Levantamento da consultoria Ativaweb DataLab, citado pela jornalista Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo, monitorou mais de 17 milhões de menções públicas ao nome do senador nas redes sociais nas primeiras 20 horas após o evento. O resultado foi acachapante: 51,9% das manifestações eram negativas.

Segundo os pesquisadores, muitas críticas vieram de cristãos incomodados com a transformação do evento religioso em palanque eleitoral agressivo. No palco da Marcha para Jesus, Flávio bradou sobre uma suposta “guerra espiritual” e prometeu expulsar o “mal” do governo. O candidato tentou vender uma profecia que, no fim, foi interpretada como instrumentalização da fé.

Além disso, a memória do governo de Jair Bolsonaro, entre 2019 e 2022, continua em disputa. A extrema direita utilizou o segmento evangélico naquele período como o principal pilar de sustentação e blindagem de sua agenda econômica regressiva. De acordo com o Vermelho, acreditavam que o apelo ao pânico moral e às fake news ajudaria a mascarar a destruição dos direitos trabalhistas e a fome.

Só que parte dos evangélicos privilegia questões concretas da vida cotidiana, como emprego, renda, estabilidade e proteção social. Nas periferias urbanas, onde o evangelicalismo cresceu entre trabalhadores precarizados, autônomos e famílias endividadas, medidas de alívio de renda possuem efeito político direto. Nesse terreno, o governo Lula possui ativos importantes, como a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda, o Desenrola 2.0, a melhora gradual do emprego e os programas sociais.

Não é exagero dizer que essa disputa pode definir o futuro político do país. A muralha evangélica do bolsonarismo mostra sinais de rachadura. Cabe à campanha de Lula reduzir a diferença para Flávio entre os evangélicos a um patamar administrável e impedir que os indecisos – hoje em 11% nesse segmento – migrem para o campo adversário.

Caso a extrema direita perca parte relevante do eleitorado evangélico – ou mesmo se deixar de vencer nesse segmento por margens esmagadoras –, as consequências podem ser profundas. Se a muralha continuar rachando, o bolsonarismo se distanciará da base social que o transformou em fenômeno nacional.


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Michelle dá um perdido em Flavio Bolsonaro: ‘No momento certo, eu o apoiarei’

Michelle ignora solenemente a campanha de Flavio Bolsonaro e frustra os estrategistas que queriam usá-la para atrair o eleitorado feminino.

No bom português, deu um chocolate amargo com pimenta para o clã, deixando claro que a república da milícia não pode contar com a figuraça que, segundo Mauro Cid, tem um passado podre, dando uma visão geral que, desde já, Michelle está de costas para Flavio e, consequentemente, para o maridão, Jair Bolsonaro.

O filho mais velho de Jair não pode contar com a ex-primeira dama do genocida.

Flavio, que despenca como paraquedista sem paraquedas, direto para se esborrachar no chão, numa velocidade supersônica, não pode contar com os cabelos de Michelle para se agarrar ao eleitorado feminino, muito menos mostra sinal de resgate de um eleitorado que quer cada vez mais distância do 01.

Falando em distância, o senador Girão meteu-lhe um alinha de impedimento dando um passo largo para frente, dizendo que não há como defender o rei do chocolate, afinal, a delação que o brasileiro viu, foi exercida pelo próprio Flavio contra si no vazamento do áudio caça-níquel com Daniel Vorcaro do Banco Master.

A essa altura dos fatos, além da repercussão das tarifas de Trump contra o Brasil, a entrega do Pix do pela-saco Eduardo ao laranjão americano, a cúpula sabe que os caminhos tortuosos que trilhou junto com Claudio Castro, seu office boy, ainda dará muita lã para o novelo do histórico de crimes do rei das mansões hollywoodianas.

De nada adianta a censura que Jair Bolsonaro, através de Nunes Marques, impôs sobre a pesquisa Atlas/Intel, porque a dispersão dos “fieis”, em busca de salvar a própria pele ainda mais de uma família de traidores, é inevitável, melhor dizendo, incondicional.

Na verdade, é onde Flavio está sofrendo com seus principais carrascos fantasiados de aliados.


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Política

Ministros do TSE detonam Nunes Marques por censurar pesquisa para ajudar Flávio

A decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, de suspender a divulgação de uma pesquisa da AtlasIntel/Bloomberg provocou divergências dentro da corte. Segundo o Estadão, ao menos dois magistrados reclamaram da liminar que interrompeu a circulação do levantamento que apontava queda de seis pontos percentuais nas intenções de voto do senador Flávio Bolsonaro (PL).

O caso será analisado pelo plenário do TSE ainda nesta semana. A expectativa é que a decisão sirva de referência para futuras disputas envolvendo pesquisas eleitorais e candidaturas durante a campanha de 2026.

Um terceiro ministro, ouvido sob reserva, afirmou não ver problemas na medida adotada pelo presidente da corte. Nos bastidores, integrantes do tribunal lembram que uma resolução aprovada pelo próprio TSE em 2024 estabelece que alegações de deficiência técnica ou manipulação de pesquisas devem ser acompanhadas por elementos de prova ou por pedido formal para produção de laudo técnico.

Segundo um dos ministros, a ausência desse tipo de comprovação torna a liminar questionável. O mesmo magistrado afirmou que a decisão é “muito preocupante” e declarou que o instituto responsável pelo levantamento é reconhecido no mercado e atende às exigências previstas na legislação eleitoral. A avaliação ocorre enquanto o tribunal discute os limites para contestação judicial de pesquisas registradas.

A ação que resultou na suspensão foi apresentada pelo Partido Liberal, que contestou a metodologia utilizada pela AtlasIntel. A legenda argumentou que a formulação das perguntas poderia influenciar as respostas dos entrevistados e causar prejuízo à imagem de Flávio Bolsonaro.

Ao conceder a liminar, Nunes Marques afirmou que havia indícios de comprometimento metodológico. Segundo o ministro, os elementos apresentados levantavam dúvidas sobre a regularidade da pesquisa e indicavam possível “contaminação das respostas”.

“Nos elementos trazidos aos autos após manifestação da representada reforçam, em juízo de cognição sumária, os indícios relevantes de comprometimento da metodologia da pesquisa impugnada, inclusive no cotejo com o questionários de outras pesquisas registradas no TSE pela mesma empresa”, escreveu o magistrado na decisão.

Aliados de Nunes Marques avaliam que a liminar poderá ser mantida pelo plenário do TSE. De acordo com o DCM, caso isso ocorra, a tendência é que a discussão seja levada ao Supremo Tribunal Federal (STF), onde poderá haver nova análise sobre a validade da suspensão e os critérios para contestação de pesquisas eleitorais.


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Nunes Marques mudou regra do TSE para censurar pesquisa um dia após Flávio Bolsonaro entrar com ação

Menos de 10 dias após assumir a Presidência do TSE, Nunes Marques mudou as regras e assumiu, em lugar de Estela Aranha, a relatoria da ação proposta por Flávio Bolsonaro para censurar pesquisa que mostrava derretimento da pré-candidatura após áudio com Vorcaro. Entenda.

Alçado à Presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com André Mendonça como vice, em 12 de maio, o ministro Kássio Nunes Marques fez uma dobradinha e mudou o regramento da corte para beneficiar Flávio Bolsonaro (PL-RJ) menos de 10 dias depois, na primeira representação sobre propaganda eleitoral irregular de um pré-candidato à Presidência em sua gestão.

A defesa de Flávio Bolsonaro (PL) entrou com representação no dia 19 de maio contra o Instituto AtlasIntel, no mesmo dia em que pesquisa mostrou sua pré-candidatura derretendo sob efeito do áudio e das mensagens trocadas com o banqueiro Daniel Vorcaro, do Master, revelados pelo site The Intercept no dia 13 do mesmo mês.

A jogada ensaiada, que passou pelo ecossistema bolsonarista, começou no dia anterior, quando Cláudio Dantas divulgou uma fake News em seu site dizendo que a “AtlasIntel reproduz áudio de Flávio em pesquisa eleitoral”.

Prontamente, Andrei Roman, CEO da AtlasIntel, explicou que o áudio foi “reproduzido depois da conclusão do questionário da pesquisa e portanto não tem nenhum impacto sobre os cenários eleitorais”

“A ideia é entender em tempo real o impacto do áudio sobre a percepção do eleitorado, com segmentação demográfica. AtlasIntel sempre mantém uma postura imparcial, que caracteriza nosso trabalho não apenas no Brasil mas a nível global”, explicou Roman no mesmo dia 18.

No entanto, Dantas havia comunicado o coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, o senador Rogério Marinho (PL-RN), que já antecipou, antes mesmo da divulgação da pesquisa, que iria “entrar com uma ação pedindo multa ao instituto que está fazendo uma indução negativa da pesquisa, para que isso não se repita”.

Protocolo no TSE
Assim que a pesquisa foi divulgada, confirmando o derretimento imprescindível de Flávio Bolsonaro nas pesquisas em razão do envolvimento fisiológico no escândalo do Banco Master, advogados que atuam na pré-campanha protocolaram a representação pedindo censura aos dados – somente entre evangélicos, a queda foi de 15 pontos, revelando o estrago. A ação foi direcionada a Nunes Marques.

No entanto, por se tratar de um processo de suposta “propaganda eleitoral”, a ação foi distribuída para ser relatada pela ministra Estela Aranha. Indicada por Lula para a corte eleitoral em razão do conhecimento em direito digital e fake news, Estela Aranha foi designada pela ex-presidente, Cármen Lúcia, como relatora natural das ações sobre propaganda eleitoral.

No entanto, menos de 24 horas depois, em 20 de maio, Nunes Marques editou uma portaria para designar, além da ministra, ele próprio e André Mendonça como possíveis relatores de ações sobre propagandas eleitorais.

A portaria nº 235, de 20 de Maio de 2026, foi a primeira mudança determinada por Nunes Marques, que determinou a designação “para exercer as funções de juiz auxiliar da propaganda eleitoral, além da Ministra Estela Aranha, anteriormente designada, e da Presidência que também participará da distribuição”, o “ministro Vice-Presidente André Luiz de Almeida Mendonça”.

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Nunes Marques ainda resolveu dar efeito retroativo à nova regra e tirou Estela Aranha da relatoria da ação protocolada por Flávio Bolsonaro. A representação foi sorteada entre os três e o próprio presidente do TSE ganhou a disputa, passando a relatar o caso a partir de então.

Em nota, o TSE confirmou a mudança da regra anterior e confirmou que Nunes Marques seria o relator do caso.

“A partir da chegada de uma petição endereçada à Presidência no processo sobre a pesquisa Atlas, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, analisou a distribuição dos casos sobre propaganda e designou os ministros que ficarão responsáveis por examinar ações nas eleições de 2026: o presidente, o vice André Mendonça e a ministra Estela Aranha. Houve a decisão de redistribuição do pedido do PL aos três, e a relatoria ficou com o presidente da Corte”, confirmou a assessoria à época.

O resultado foi visto nesta segunda-feira (8), quando Nunes Marques decidiu, em decisão monocrática, censurar a pesquisa em regime de urgência, atendendo ao pedido de Flávio Bolsonaro.

Tentativa de inibição
Na decisão, Nunes Marques busca inibir a análise das pesquisas que são feitas pelos diretores dos institutos ao citar uma entrevista de Andrei Roman, CEO da AtlasIntel, à CNN Brasil para justificar a censura.

Segundo o presidente do TSE, ao comentar as trocas de mensagens de Flávio Bolsonaro com Vorcaro, Roman teria reconhecido “o viés
político do conteúdo submetido aos entrevistados e externou juízo valorativo acerca do potencial de desgaste eleitoral do pré-candidato mencionado na representação”.

“Na ocasião, afirmou que o áudio envolvendo Flávio Bolsonaro seria “muito problemático para a imagem” do pré-candidato e revelaria “fatos extremamente graves”, capazes de comprometer “a viabilidade dele neste ciclo eleitoral e a permanência dele na corrida”, defendendo, ainda, a formulação das perguntas que associavam grupos políticos ao denominado “esquema de fraudes financeiras do Banco Master”, diz na decisão.

De acordo com Nunes Marques, a análise de Roman “corrobora os argumentos deduzidos” na ação movida por Flávio Bolsonaro.

A decisão monocrática atendeu a um pedido do Partido Liberal, que alegou indução de entrevistados, e proibiu o instituto de divulgar, impulsionar ou republicar o levantamento até nova deliberação da Corte.

O caso ainda precisa ser analisada pelos outros ministros e o plenário do TSE deve julgar o caso nesta terça-feira (9). O resultado é aguardado como uma prévia do perfil que a nova composição da Corte adotará ao longo do processo eleitoral.

Quem é Estela Aranha
Quando assumiu uma cadeira no Tribunal Superior Eleitoral em 1º de agosto de 2025, indicada pelo presidente Lula, a ministra Estela Aranha já carregava um currículo incomum para os padrões da Justiça Eleitoral.

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Advogada especializada em direitos digitais, proteção de dados e regulação de plataformas, ela construiu sua trajetória profissional muito mais próxima dos debates sobre tecnologia, desinformação e inteligência artificial do que dos tradicionais corredores do direito eleitoral. Foi justamente essa especialização que a transformou em uma das principais referências do país no enfrentamento à manipulação informacional nas redes.

A projeção nacional veio durante o terceiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva. No Ministério da Justiça, sob o comando de Flávio Dino, Estela assumiu papel central na formulação das políticas públicas voltadas ao combate à desinformação, aos discursos de ódio e à violência digital.

Foi a primeira titular da Secretaria de Direitos Digitais, criada em meio ao debate sobre a responsabilização das plataformas e à necessidade de respostas institucionais após os ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023. Seu trabalho a colocou no centro das negociações entre o governo brasileiro e as gigantes da tecnologia, tornando-a uma das vozes mais influentes do país na discussão sobre regulação das redes sociais.

A chegada de Estela ao TSE ocorreu justamente quando a Justiça Eleitoral passou a encarar um novo campo de batalha. Se nas eleições anteriores a preocupação era o disparo em massa de mensagens e a disseminação de fake news, o pleito de 2026 passou a ser marcado pelo avanço da inteligência artificial, da manipulação audiovisual e das campanhas digitais altamente segmentadas.

Nesse contexto, sua presença na Corte foi interpretada como uma aposta na especialização técnica para enfrentar os desafios da era digital. Não por acaso, tornou-se uma das magistradas mais acionadas em processos envolvendo propaganda eleitoral na internet, desinformação e uso de tecnologias emergentes na disputa política, transformando-se em personagem central de uma das frentes mais sensíveis da democracia brasileira contemporânea.

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