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Política

Após incitar manifestantes, EUA anunciam sanções contra autoridades do Irã

Em lista com mais de 20 nomes de pessoas e entidades punidas, se destacam comandantes policiais e da Guarda Revolucionária iraniana

O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos divulgou nesta quinta-feira (15/01) uma lista de autoridades do Irã que passam a estar sancionadas em função de sua participação na reação repressiva aos protestos registrados no país este ano.

A medida bloqueia todos os bens e ativos dos cerca de 23 sancionados sob jurisdição norte-americana e proíbe transações deles com cidadãos e residentes dos Estados Unidos.

Em comunicado, o governo norte-americano classificou as autoridades listadas como “arquitetos da brutal repressão do regime iraniano contra manifestantes pacíficos”.

Washington também disse que a medida visa desarticular “redes bancárias paralelas que permitem à elite iraniana roubar e lavar a receita gerada pelos recursos naturais do país”.

Entre os oficiais de segurança que sofreram a punição de Washington está Ali Larijani, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional (CSSN), órgão de aconselhamento da principal autoridade do país, o aiatolá Ali Khamenei.

Segundo a nota do governo norte-americano, “Larijani foi um dos primeiros líderes iranianos a incitar a violência em resposta às demandas legítimas do povo”.

Outros nomes destacados da lista são os de Mohammad Reza Hashemifar e Azizollah Maleki, comandantes das forças policiais da República Islâmica nas províncias do Lorestão e de Fars, além de Nematollah Bagheri e Yadollah Buali, comandantes da Guarda Revolucionária nas respectivas regiões, nas quais os Estados Unidos consideram que “foram cometidas múltiplas atrocidades contra civis”.

Além deles, foram punidas outras 18 pessoas e entidades que “desempenham papéis cruciais na lavagem de dinheiro proveniente da venda de petróleo e produtos petroquímicos iranianos para mercados estrangeiros”.

*Opera Mundi


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Mundo

EUA podem atacar o Irã ‘dentro de 24 horas’, diz agência

Os Estados Unidos estão retirando funcionários de suas bases instaladas no Oriente Médio por “precaução” após o Irã alertar os países vizinhos de que as estruturas seriam atacadas em caso de intervenção estrangeira, conforme uma fonte norte-americana informou nesta quarta-feira (14/01) à agência Reuters. Nos últimos dias, o presidente Donald Trump ameaçou Teerã de “ações muito fortes” caso houvesse registros de manifestantes mortos nos protestos em curso no país persa.

Ao veículo, dois oficiais europeus admitiram que uma intervenção militar norte-americana parecia provável. Um deles, por sua vez, alertou que um eventual ataque poderia ocorrer “nas próximas 24 horas”. Ainda segundo a Reuters, um funcionário israelense indicou que “parecia que Trump havia tomado a decisão de intervir”.

Na Base Aérea de Al Udeid, no Catar, a maior dos Estados Unidos na região, o governo catari confirmou em comunicado que as evacuações “estão sendo realizadas em resposta às atuais tensões regionais”, embora o Comando Central do Pentágono não tenha feito nenhum anúncio público de imediato.

Os protestos massivos no território iraniano começaram em 29 de dezembro. De caráter pacífico, os manifestantes, em sua maioria comerciantes, reivindicavam melhoria na situação econômica nacional – que incluem problemas como desvalorização do rial (moeda local) e inflação, decorrentes das sanções impostas pelo Ocidente.

No entanto, ao longo dos dias, os protestos se tornaram violentos, com registros de vandalismo e assassinatos, no que as autoridades locais denunciaram as manobras imperialistas de Washington e Tel Aviv (via serviço do Mossad), argumentando que ambos estavam orquestrando a participação de grupos armados infiltrados para gerar caos e, assim, servir de pretexto para intervenções armadas.

Recentemente, o presidente norte-americano publicou em suas redes sociais uma declaração que incitava uma intervenção militar no Irã, e pediu para que os manifestantes locais, a quem os chamou de “patriotas”, continuassem nas ruas para “tomar as instituições”. Além disso, o republicano anunciou a imposição de uma tarifa de 25% para parceiros comerciais do país persa, como medida punitiva contra Teerã.

Pentágono apresentou a Trump opções para alvos no Irã
De acordo com a apuração do jornal New York Times, o Pentágono apresentou uma ampla gama de opções a Trump para alvos no Irã, incluindo o programa nuclear iraniano e os locais de mísseis balísticos. O veículo também informou que outras opções, contudo, não estão descartadas, como por exemplo um ciberataque ou um ataque contra o aparato de segurança interna do Irã.

“Um ataque está a pelo menos alguns dias de distância e pode provocar uma retaliação vigorosa do Irã”, afirmou uma fonte ao NYT.

Segundo as autoridades do Pentágono, a Marinha dos Estados Unidos possui atualmente três contratorpedeiros lançadores de mísseis na região do Oriente Médio, incluindo o Roosevelt, que nos últimos dias entrou no Mar Vermelho. Além disso, a Marinha também possui pelo menos um submarino lançador de mísseis na região.

Ataque pode ser ‘maior erro’ dos EUA
O presidente do Comitê de Assuntos Internacionais da câmara baixa do Parlamento da Rússia, Leonid Slutsky, afirmou que uma intervenção militar norte-americana no Irã teria potencial de desestabilizar toda a região.

“Se a Casa Branca decidir por uma agressão contra Teerã, será o maior erro de Washington”, disse Slutsky, em comentário publicado pela agência estatal russa TASS. Também criticou que os protestos no Irã estão sendo alimentados por potências estrangeiras. “Políticos ocidentais efetivamente aprovaram isso ao pedir aos manifestantes que continuem os confrontos de rua e derrubem as autoridades legalmente eleitas”.

*Opera Mundi


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Mundo

Trump impõe taxa sobre quem exportar ao Irã; Brasil pode ser afetado

Medida é a primeira sinalização de que a Casa Branca irá escalar a pressão contra Teerã por conta dos protestos. Brasil vendeu mais de US$ 3 bi ao mercado iraniano e pode ser prejudicado.

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a imposição de tarifas de 25% sobre os produtos de todos os países que tenham algum tipo de comércio com o Irã. O Brasil, portanto, pode ser um dos afetados pelas novas tarifas.

Em 2024, o mercado iraniano consumiu mais de US$ 3 bilhões em produtos brasileiros e se tornou o quinto maior destino das vendas nacionais no Oriente Médio.

“Com efeito imediato, qualquer país que faça negócios com a República Islâmica do Irã pagará uma tarifa de 25% sobre todas as transações comerciais realizadas com os Estados Unidos da América. Esta ordem é final e irrecorrível. Agradecemos a sua atenção a este assunto!”, afirmou o presidente dos EUA.

A medida faz parte de uma escalada contra o regime em Teerã, diante dos protestos que ganham dimensões inéditas nos últimos dias. O objetivo é isolar o país, romper alianças que ainda possam existir entre os iranianos e parceiros comerciais, criar uma escassez no país e a falta de abastecimento, principalmente de itens essenciais.

Trump também espera cortar o governo iraniano de qualquer tipo de abastecimento de suprimentos que possa permitir que o regime seja viável economicamente.

Trump chegou a dizer que poderia usar força militar e também indicou que os iranianos estariam dispostos a negociar. Mas o gesto desta segunda-feira sinaliza que a Casa Branca decidiu iniciar uma ofensiva.

A medida, ainda que afete o Brasil, tem um impacto bem maior para outros parceiros como a China e Índia. O Irã ainda faz parte do Brics, depois que o bloco passou por uma expansão há dois anos.

No caso das exportações brasileiras, elas estão essencialmente concentradas no setor agrícola e representam 1% do comércio do país com o mundo.

Em 2025, as exportações de milho do Brasil ao mundo atingiram 41,59 milhões de toneladas, crescimento de 9,9% e com receita de US$ 8,6 bilhões. O Irã liderou as compras, seguido por Egito e Vietnã.

*Jamil Chade/ICL


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Jerusalem Post: EUA estudam intervenção no Irã após operação na Venezuela

Washington considera ajudar na derrubada do governo iraniano apoiando protestos, enquanto Israel estuda se captura de Maduro abre caminho para ação semelhante contra Teerã

Os Estados Unidos estão considerando uma intervenção direcionada para apoiar os manifestantes no Irã, enquanto Israel estuda se sua recente ação contra o presidente venezuelano Nicolás Maduro poderia criar um precedente aplicável ao governo iraniano, segundo informações do Jerusalem Post obtidas de diversas fontes.

O Irã vem vivenciando uma onda de protestos há vários dias, motivados pela tensa situação econômica e pela desvalorização da moeda nacional.

O artigo detalha que, inicialmente, Israel acreditava que os protestos contra o Líder Supremo do Irã, o Aiatolá Ali Khamenei, não eram grandes o suficiente para forçar uma mudança de governo. No entanto, a decisão de Washington de intervir na Venezuela provocou uma reavaliação estratégica em Jerusalém.

Paisagem em transformação
Embora as manifestações por si só sejam consideradas insuficientes para derrubar Khamenei, a possibilidade de fornecer assistência concreta ao movimento de oposição está sendo ativamente explorada. O Mossad israelense admitiu publicamente estar prestando auxílio aos manifestantes no terreno. Da mesma forma, a Ministra da Ciência e Tecnologia, Gila Gamliel, pediu ações concretas, e não apenas palavras de apoio.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu convocou uma reunião especial de segurança após a agressão militar dos EUA na Venezuela, e o ex-ministro da Defesa Benny Gantz pediu explicitamente uma intervenção.

Essa mudança marcante contrasta fortemente com a posição adotada em junho, quando tanto os EUA quanto Israel se opuseram à busca por uma mudança de regime no Irã, concentrando seus esforços no programa nuclear de Teerã. No entanto, eventos recentes alteraram o cenário. Embora nenhuma decisão final tenha sido tomada, fontes indicam que uma intervenção limitada está sendo considerada como uma opção viável para evitar a repressão aos protestos e permitir que o movimento cresça, sem recorrer a uma invasão militar em larga escala.

A agressão dos EUA e o sequestro de Maduro
Sob o pretexto de combater o narcoterrorismo, os EUA lançaram uma grande agressão militar em território venezuelano no último sábado, afetando Caracas e os estados de Miranda, Aragua e La Guaira. A operação culminou com o sequestro de Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores.

Caracas descreveu as ações de Washington como uma “agressão militar muito grave” e alertou que o objetivo dos ataques “não é outro senão o de se apoderar dos recursos estratégicos da Venezuela, particularmente seu petróleo e minerais, numa tentativa de quebrar à força a independência política do país”.

O presidente e a primeira-dama da Venezuela foram transferidos para o país norte-americano e estão atualmente detidos no Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, em Nova Iorque.

Maduro declarou-se inocente em sua primeira audiência perante o Departamento de Justiça dos EUA no Tribunal Distrital do Sul de Nova York, acusado de narcoterrorismo.

A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, tomou posse como presidente interina do país sul-americano.

Diversos países ao redor do mundo, incluindo a Rússia, pediram a libertação de Maduro e de sua esposa. Moscou condenou o ataque e afirmou que a Venezuela deve ter o direito de decidir seu próprio destino sem qualquer interferência estrangeira.

*Opera Mundi


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Após ataque na Venezuela, Trump ameaça ações em outros países

A bordo do Air Force One, presidente dos EUA citou considerar operações contra Colômbia, México e Irã; mencionando ‘fragilidade’ de Cuba e anexação na Groenlândia.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ampliou neste domingo (04/01) o leque de suas ameaças contra a soberania dos países, no dia seguinte à operação militar na Venezuela, que resultou no sequestro do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores.

Em conversas com jornalistas a bordo do Air Force One, ele disse considerar operações contra a Colômbia, México e Irã; mencionou a anexação da Groelândia e disse que em Cuba, não precisaria de ações, porque a Ilha já estaria fragilizada.

Ao ser questionado se sua administração poderia realizar uma ação semelhante à da Venezuela contra a Colômbia, Trump respondeu de forma direta: “parece bom para mim.” Ele acusou o presidente Gustavo Petro de envolvimento com o narcotráfico e disse que a Colômbia estaria sendo “governada por um homem doente que gosta de fabricar cocaína e vendê-la para os Estados Unidos.”

Em seguida, reforçou o tom de ameaça: “ele não vai continuar fazendo isso por muito tempo”. Trump também afirmou que o país abriga “fábricas de cocaína e fábricas de cocaína”, em referência às rotas de tráfico que cruzam o território colombiano.

O presidente colombiano Gustavo Petro respondeu às ameaças. Em sua conta no X, escreveu: “pare de me difamar, Sr. Trump”, ressaltando que em mais de meio século de vida política não existe nenhum registro que o vincule ao tráfico de drogas.

Petro afirmou trata-se de uma ameaça inaceitável e afirmou que “não é assim que se ameaça um presidente latino-americano que emergiu da luta armada e, posteriormente, da luta pela paz do povo colombiano.” Ele também descreveu a captura de Maduro como um sequestro e classificou a operação dos Estados Unidos como “aberrante.”

México e Cuba
As ameaças de Trump também incluíram o México e Cuba. Ele disse que as drogas estavam “entrando em massa” pelo México e que “vamos ter que fazer algo”, alegando que os cartéis mexicanos eram “muito fortes.”

Sobre Cuba, o presidente norte-americano sugeriu que não seria necessária uma intervenção militar direta porque a Ilha estaria fragilizada. “Não acho que precisamos de nenhuma ação”, disse. “Parece que está acontecendo.” E acrescentou: “não sei se eles vão resistir, mas Cuba agora não tem renda. Eles receberam toda a renda da Venezuela, do petróleo venezuelano.”

As declarações reforçaram comentários feitos mais cedo pelo secretário de Estado, Marco Rubio, que, ao ser questionado se Cuba seria o próximo alvo do governo, afirmou: “o governo cubano é um enorme problema” e, pressionado, acrescentou: “eles estão em grandes apuros, sim.”

Irã
Em relação ao Irã, em meio a protestos internos no país, o presidente norte-americano disse: “se começarem a matar pessoas como fizeram no passado, acho que vão ser muito atingidos pelos Estados Unidos.”

Durante uma conferência de imprensa nesta segunda-feira (05/01), o porta-voz iraniano do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Esmaeil Baqaei, condenou o ataque norte-americano contra a Venezuela. Ele declarou que o Irã “não está ligado a indivíduos, mas a princípios”, e afirmou que “o sequestro do presidente de um país não é motivo de orgulho nem é legal”.

*Opera Mundi


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Mundo

Israel escondeu o massacre que sofreu em ataques do Irã

O governo de Israel escondeu informações sobre os danos causados pelo Irã a instalações militares, usando para isso censura militar sobre jornalistas, inclusive correspondentes estrangeiros.

A denúncia foi feita pelo diário britânico Daily Telegraph, a partir de imagens de satélite obtidas pela Universidade de Oregon, nos Estados Unidos.

De acordo com a análise, seis mísseis iranianos penetraram o chamado Domo de Ferro e atingiram ao menos cinco instalações militares de Israel, as bases de Zipporit, Irtah, Glilot, Beit Nehemia e a base aérea de Tel Nof.

Oficialmente, o governo de Benjamin Netanyahu não confirmou nem desmentiu os ataques, sugerindo apenas que os danos não teriam sido significativos.

O sistema anti-mísseis de Israel, também conhecido como Cúpula de Ferro, era tido até recentemente como invulnerável.

Ao menos 36 outros mísseis iranianos não foram interceptados. De acordo com a análise publicada pelo diário britânico, no sétimo dia da Guerra dos 12 Dias o Irã obteve o maior sucesso, com uma taxa de penetração do Domo de Ferro de 16%.

Isso sugere que os iranianos adaptaram seu ataque, combinando drones e mísseis para saturar o sistema anti-mísseis de Israel.

Teerã teria começado a retaliação a Israel gastando seu estoque de mísseis antigos, para depois usar modelos mais sofisticados, como o míssel hipersônico Fattah-2.

18 mil km/hora
O Fattah-2, com alcance de 1.500 quilômetros, pode voar a até 18 mil quilômetros por hora.

Ele não faz uma trajetória balística, ou seja, não sai da atmosfera antes de despencar em solo.

Mísseis balísticos podem ser monitorados praticamente desde o seu lançamento, facilitando o trabalho da defesa anti-aérea.

O Fattah-2 faz trajetória horizontal e é manobrável.

O triplo sistema anti-mísseis de Israel pode interceptar mísseis de curto, médio e longo alcances. Faz isso de forma automática, depois que radares fixam a trajetória do míssil inimigo.

No caso do Fattah-2, no entanto, o míssil pode mudar de trajetória pouco antes de atingir o alvo.

De acordo com a análise do Daily Telegraph, o Irã acertou: sete mísseis na infraestrutura de produção de energia, inclusive a refinaria de Haifa; destruição parcial do Weizmann Institute, um dos centros de pesquisa mais importantes de Israel; danos ao Centro Médico da Universidade de Soroka; ataques em áreas densamente povoadas, que deixaram 15 mil pessoas sem teto, segundo a Forum.

Censura militar
Assim como Israel fez com o Hamas, em Gaza, desta feita foi o Irã que acusou Israel de esconder ativos militares entre a população civil. Não há como confirmar de forma independente tais acusações, usuais em tempos de propaganda de guerra.

O público em Israel continua desinformado sobre os danos causados pelo Irã à infraestrutura militar e de produção de energia do país.

Durante a Guerra dos 12 Dias, a censura militar imposta pelo governo de Benjamin Netanyahu ameaçou punir quem postasse nas redes sociais imagens de destruição em alvos militares ou considerados estratégicos em Israel. Isso também foi aplicado a jornalistas locais e correspondentes estrangeiros.

O governo de Israel guiou os repórteres até alvos supostamente civis, com o objetivo de destacar que o Irã estava fazendo uma retaliação indiscriminada.


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Irã anuncia execução de acusados de espionagem para Mossad

Agências de segurança iranianas prenderam 700 pessoas ligadas ao serviço de inteligência israelense.

Três homens foram executados nesta quarta-feira (25/06) na cidade de Úrmia, no noroeste do Irã, após serem condenados por espionagem em favor do Mossad, o serviço de inteligência israelense.

Edris Aali, Azad Shojaee e Rasoul Ahmad também foram acusados de muharebeh — crime contra Deus — além de “corrupção na Terra” por colaborar com um governo estrangeiro e praticar espionagem a serviço do regime sionista.

A Justiça iraniana intensificou a repressão contra espiões e elementos considerados inimigos após o ataque lançado por Israel em 13 de junho, sob ordens do premiê Benjamin Netanyahu.

Segundo as autoridades, os condenados mantinham contato com o Mossad a partir de um país vizinho e introduziram ilegalmente armamentos no Irã, escondendo-os como se fossem bebidas alcoólicas. A operação teria resultado na morte de militares, cientistas nucleares e mais de 600 civis durante ataques israelenses, o que justificou a sentença.

Durante o atual conflito entre Israel e a República Islâmica, os serviços de segurança e inteligência iranianos prenderam cerca de 700 pessoas suspeitas de colaborar com a inteligência israelense — uma das maiores ações de contraespionagem do país em anos recentes.

As detenções se concentraram nas províncias de Kermanshah, Isfahan, Khuzestan, Fars e Lorestan. Ainda não foram divulgados os presos em Teerã.

Somente na capital, mais de 10.000 drones de pequeno porte foram apreendidos, segundo fontes ouvidas pelo jornal libanês Al Mayadeen. As operações tinham como alvo redes afiliadas ao Mossad que operavam clandestinamente no território iraniano.

Entre as atividades de sabotagem atribuídas aos suspeitos estavam o uso de drones suicidas, a produção de granadas de mão, a espionagem de instalações militares sensíveis e a transmissão de informações estratégicas ao exército de ocupação israelense.

Esses números, baseados em relatórios oficiais da segurança e do Judiciário iraniano, não incluem casos envolvendo estrangeiros, indicando o foco das ações no combate a ameaças internas.

*Opera Mundi


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A famosa inteligência sionista que já havia falhado miseravelmente contra o Hamas, não sabia que o Irã a detonaria?

Se em 7 de outubro, debaixo das barbas do exército sionista, o Hamas invadiu Israel com armas obsoletas, para não dizer arcaicas e sequestrou vários israelenses, por que Israel fez um ataque ao Irã que, segundo os sionistas, tem tecnologia militar para produzir armas nucleares?

Quer coisa mais sem sentido! Isso é Inteligência aonde?

O fato é que Israel, em seu ataque ao Irã, reproduziu a derrota militar que teve com o Hamas em seu próprio território e, agora, não suportando o tranco do exército do Irã, correu para enfiar os EUA na guerra que começou, confessando-se incapaz de enfrentar a onça que cutucou com vara curta.

Sim, Israel está diante de uma segunda e vexatória derrota militar em menos de um ano.

Agora, avisa que voltará à rotina genocida em Gaza de assassinar civis desarmados, sobretudo crianças, bebês e mulheres para lhes roubar a terra como qualquer Estado colonialista e racista.

Esse fascismo rançoso de Israel, que recebe repúdio da opinião pública mundial, cada vez maior e mais intenso, tem que ser banido do chamado mundo civilizado. Essa falange sionista selvagem tem que ser aniquilada e enterrada como o Nazismo.


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Irã diz que Israel experimentou uma punição “severa e histórica”

O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, declarou que Israel foi forçado a interromper sua agressão militar após uma punição “severa e histórica”. Ele elogiou a “firmeza corajosa” do povo iraniano, afirmando que a vitória foi resultado da “unidade, calma e coesão” da população.

Pezeshkian destacou as enormes perdas de Israel e o impacto devastador das ofensivas iranianas, mesmo frente à censura israelense.

O presidente ressaltou que o objetivo de Israel e aliados ao atacar o Irã era destruir sua infraestrutura e o programa nuclear, além de pretender mudar o regime daquele país, porém, os ataques acabaram com a ilusão de uma “entidade invencível” e minaram seu prestígio, enviando uma mensagem clara sobre o alto custo do aventureirismo contra o Irã.

O conflito de 12 dias terminou com Israel anunciando, unilateralmente, o fim das hostilidades, conforme comunicado pelo presidente dos EUA, Donald Trump.

Durante o conflito, o Irã lançou centenas de mísseis e drones, atingindo alvos militares em Israel e ampliando ataques contra bases americanas, como Al-Udeid no Catar. A decisão de Israel de recuar foi influenciada por danos causados a centros militares e pela pressão política.

Apesar do cessar-fogo, as tensões permanecem altas, com analistas indicando potencial para novos confrontos. Pezeshkian concluiu seu discurso reafirmando a determinação do Irã em proteger sua soberania e alertando sobre as consequências para os agressores.


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Bando sionista sai menor da guerra entre Israel e Irã

A decadência econômica dos EUA e a irrelevância econômica do Estado terrorista de Israel, gritam!

Os sionistas, que comandam a orquestra manipuladora dessa elite de bandidos-terroristas planetários, se ainda mantêm suas estruturas nas sombras, suas estratégias geopolíticas começam a puir diante do sol do meio-dia.

Sim, o sionismo sai menor do que entrou na guerra que produziu.
Aliás, esse é o pai de todos os “sábios” que se arvoram em viver de todo tipo de desonestidade tóxica imaginando que são mais malandros do que eles próprios.

Se essa falange do inferno segue ainda dominando a paisagem institucional em parte do mundo, na vida real, ou seja, diante da população mundial, está cada dia mais desancada.

E não adianta os terroristas de Israel inundarem as redes com lindas mulheres, fantasiadas de soldados israelenses, com roupas marcando seus corpos, para tentar dar leveza a brutalidade terrorista dos sionistas.

Na verdade, elas pioram a situação, pois são mulheres associadas ao genocídio de crianças e bebês em Gaza, o que faz do sionismo algo ainda mais monstruosamente macabro.

Seja como for, a união de sionistas dos EUA com os de Israel que, na verdade, são um esgoto só, sai muito mais exposta diante dos olhos do mundo.

Tudo o que certamente essa seita secreta do inferno não queria.


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