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Nikolas Ferreira quer incitar uma guerra santa entre evangélicos e católicos

Para quem ainda não sabe, Bolsonaro já deu aval para Nikolas ser candidato a governador de Minas Gerais, porque, segundo reza a crença, vence a eleição nacional quem vence em Minas.

Seja como for, fora desse princípio apressado beirando o místicicismo eleitoral, em que uma espécie de crendice faz o estado de Minas ter a patente decisória do certame, Bolsonaro acha que a candidatura ao governo mineiro de Nikolas Ferreira, é um negócio maravilhoso.

Resultado, o negócio é fazer barulho para angariar engajamento. Dane-se se Nikolas não tem um projeto aprovado, mesmo levando uma grana dos cofres públicos como parlamentar inútil e vazio, não tendo, como nunca teve qualquer compromisso com o cargo e nem com o povo, além de seus milionários patrocinadores da Faria Lima, incluindo aqueles que não podem ser citados por motivos óbvios.

Nikolas tem farta experiência no quesito manipulação, sobretudo na questão religiosa. A coisa vem de berço. Desde pequeno, foi transformado numa espécie de Malafaia mirim, não para agradar os baixinhos como ele, mas para arrebatar peixes graúdos do ponto de vista do dízimo.

Ou seja, um toma lá, dá cá, uma pregação de resultados, nada de filosofias, humanismo ou coisa que o valha. é uma espécie de olho por olho, dente por dente, uma espécie de evangelistão neopentecostal. É troço de grosso calibre.

Nikolas não tem o menor pudor em votar sempre contra os pobres em favor dos ricos.

Esse monumento de hipocrisia, inversamente proporcional ao seu tamanho, consegue vitórias momentâneas e, como tal, tem o cérebro voltado para encabeçar, como um general, uma tropa fria com soluções estudadas e editadas para abastecer o ódio importado do bolsonarismo,

Daí sua hostilidade oficial contra o governo Lula, o STF e contra o petróleo brasileiro, melhor dizendo, o Estdo brasileiro.

Por isso sua desastrosa ação como deputado federal estabelece limites de muito claros, e é nessa combinação esquemática, onde se mistura política e religião da forma mais podre, é que Nikolas joga pedra na cruz e propõe um levante contra as forças do mal, numa suposta guerra espiritual, segundo seu próprio discurso. O mal, as trevas estão do lado dos católicos na figura dos padres para atacar e representar o figurino que está pintando.

Esse é o cálculo. É nessa mistificação e é com esse tipo de vigaristinha que toda vovó reacionária sonha casar sua netinha.

Nikolas tem sido citado de forma recorrente em vários capítulos desse país, digo, os mais cabeludos, como Banco Master, Igreja Lagoinha e seus respectivos donos, como André Valadão e Daniel Vorcaro. Soma-se a isso a fake news do Pix, protagonizada por Nikolas Ferreira que beneficiou enorme e inequivocadamente o PCC. Sem falar no primo traficante e no tio, pai do traficante, beneficiado com o orçamento secreto, via Nikolas Ferreira.

Está aí alguém que quer ser ainda pior que o Bolsonaro.

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Por que eles odeiam tanto os pobres?

Tanto Kim Kataguiri quanto Nikolas Ferreira dizem que se orgulham de terem vindo de regiões pobres do Brasil, o que, ao contrário de agregar valor às suas trajetórias, só piora a imagem de quem só vota contra os pobres e, em contrapartida, funcionam, no Congresso, como cães de guarda da oligarquia.

Aliás, para a elite, não importa quem consiga uma ascensão ao poder, desde que seja de direita, porque o padrão é sempre o mesmo. a busca por um Estado ausente para os pobres e presente no sentido de presentear a individualidade da papa fina do dinheiro grosso.

É aí que mora o fio da vida de quem tem a obra, na verdade, plena de apogeu, mantendo simples figuras do Congresso ou, dependendo de uma vitória da direita, aliados dentro do próprio governo.

Ou seja, nisso não há nenhuma história movediça e muito menos o cálculo político que vigaristas como esses dois fazem para figurar entre os políticos mais canalhas do Brasil não só porque votaram contra o programa do governo Lula, Gás do Povo, mas pelo simples prazer sádico de, em público, votarem contra quem eles dizem que já foram iguais.

Na realidade, esses dois inúteis, que recebem uma bolada milionária durante seus mandatos, não têm nenhum rabisco de projeto aprovado, pois são o retrato do encosto que suga o povo e valem tanto quanto a quantidade de projetos que aprovam, ou seja, zero.

Os dois deputados vivem do mesmo clube de interesses pessoais em que o estado de alma de ambos pinta na hora de votar o que está na cabeça de quem vive de uma conta simples, a de votar pelos interesses de quem manda por conta da força da grana.

Trocando miúdos, eles sempre votam a favor dos grandes. Essa é a obra prima dessas duas piranhas de um Congresso infestado delas, tendo como aliados, formais ou informais, do clã Bolsonaro que, no governo dele, devolveu 34 milhões de brasileiros ao mapa da fome que sequer tinham força para encarar as filas do osso.


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Nikolas Ferreira vota contra o Gás do Povo: vai para o raio que o parta!

Vai nessa equação uma mistura de vingança contra o povo pobre, por ser pobre e pela grande maioria votar em Lula. Portanto, é guerra.

Essa é a glória da direita, o orgulho de se vingar do povo e as delícias de produzir maldades, o que, certamente, deixa cada vez mais frágil e nu o político mais canalha do Congresso. E olha que estamos falando da ala podre, que é a de Nikolas, onde tem deputados comprovadamente corruptos, até acusados de assassinato e, lógico, aqueles que não têm a menor dificuldade de votar contra o povo, quem, no final das contas, paga as contas.

O interssante é que o mesmo Nikolas, assim como os bolsonaristas do Congresso que votaram contra o Gás do Povo e perderam, são os mesmos que atacam o STF, sobretudo Moraes, segundo eles, por prender pessoas pobres, desvalidas de qualquer garantia como camelôs, manicures e, na hora de votar um projeto social, levam a cabo a prática de segregar os já segregados.

É exatamente assim que agem os ratos como ele, mas o que é dele está guardado. E não demora para cair em desgraça pública como um Pablo Marçal da vida, que se vendia como a grandiloquente novidade política no Brasil. A diferença é que Nikolas está vivendo essa derrocada de uma maneira muito mais rápida que, com certeza, o jogará no chão.

A conferir.


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Política

Entre raios e trovões: Nikolas Ferreira na Mira da CPMI do INSS; Entenda a Ligação com o Banco Master

O cenário político e investigativo em Brasília ganhou novos contornos nesta semana com a divulgação de documentos sigilosos provenientes da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. O foco das atenções recai sobre o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), cujo contato telefônico foi identificado nos registros telemáticos de um dos principais investigados no esquema de fraudes previdenciárias. A descoberta lança luz sobre a complexa teia de relacionamentos que a comissão tenta desvendar, envolvendo instituições financeiras, lideranças religiosas e figuras públicas.

A presença do número de telefone de Nikolas Ferreira na agenda de contatos de Daniel Vorcaro, empresário e proprietário do Banco Master, gerou repercussão imediata nos corredores do Congresso Nacional e nas redes sociais. O fato coloca o parlamentar mineiro na órbita de uma investigação que apura desvios milionários através de descontos indevidos em folhas de pagamento de aposentados e pensionistas.

Para compreender a profundidade deste caso e o porquê de o nome de Nikolas Ferreira ter surgido nos autos, é necessário dissecar a estrutura da investigação, o perfil dos envolvidos e as implicações políticas e jurídicas desse cruzamento de dados.

A CPMI do INSS foi instaurada com o objetivo de investigar uma indústria de fraudes que penaliza a parcela mais vulnerável da população brasileira: os idosos. O esquema envolve a aplicação de descontos não autorizados em benefícios previdenciários, muitas vezes operados por associações e instituições financeiras de idoneidade questionável. Foi no curso dessas diligências que a quebra de sigilo telemático de Daniel Vorcaro foi autorizada.

Ao analisar o arquivo identificado como “WhatsApp Business Record”, os peritos da CPMI encontraram o número com final 0022, atribuído a Nikolas Ferreira. Este arquivo compila os contatos salvos ou sincronizados com a conta comercial de WhatsApp utilizada pelo banqueiro. A descoberta técnica é fria: ela prova que Vorcaro possuía o contato de Nikolas Ferreira.

Em uma investigação de alto nível, coincidências são tratadas com ceticismo. A CPMI busca mapear redes de influência. A pergunta que os investigadores fazem não é apenas “se” eles conversaram, mas “por que” o dono de um banco investigado por fraudes sistêmicas teria o contato pessoal de um dos deputados mais votados do país, como Nikolas Ferreira. Esse tipo de mapeamento de rede é fundamental para entender se houve sustentação política para as operações suspeitas do Banco Master e de suas afiliadas.

O Elo Religioso: Igreja Batista da Lagoinha

A análise dos documentos sugere que a conexão entre Nikolas Ferreira e o empresário Daniel Vorcaro pode não ser direta, mas sim mediada por instituições terceiras, especificamente no âmbito religioso. Nikolas Ferreira é membro público e notório da Igreja Batista da Lagoinha, uma das maiores denominações evangélicas do Brasil. A investigação aponta para a existência de braços financeiros ligados à instituição religiosa que podem ter servido de ponte para as operações investigadas.

Deputados da base governista e membros da CPMI já acionaram o Banco Central para cobrar esclarecimentos sobre a Clava Forte Bank S/A. A suspeita é que esta empresa, ligada à esfera de influência da igreja frequentada por Nikolas Ferreira, atue como uma instituição financeira ou fintech sem as devidas autorizações regulatórias. O requerimento parlamentar busca esclarecer se a Clava Forte mantém vínculos operacionais com o Banco Master ou com pessoas associadas a Daniel Vorcaro.

Nesse contexto, Nikolas Ferreira aparece como uma figura central devido à sua projeção dentro da comunidade da Lagoinha. A investigação tenta determinar se líderes religiosos e políticos foram utilizados, consciente ou inconscientemente, para legitimar ou facilitar a penetração desses serviços financeiros junto à base de fiéis e, consequentemente, no sistema previdenciário. A presença do contato de Nikolas Ferreira na agenda de Vorcaro pode ser um indício de que o empresário buscava, ou mantinha, canais de comunicação com a liderança política emergente desse segmento religioso.

A Defesa de Nikolas Ferreira: “Virei Criminoso?”

Diante da repercussão dos fatos, Nikolas Ferreira adotou uma postura de defesa agressiva e transparente. Em entrevista concedida à Rádio Itatiaia, durante uma manifestação do movimento Acorda Brasil, o deputado refutou qualquer envolvimento com as irregularidades investigadas. O parlamentar utilizou a ironia para desqualificar a associação feita pelos investigadores e pela imprensa.

Encontraram meu número nos contatos do Daniel Vorcaro e pronto, agora eu virei criminoso?”, questionou Nikolas Ferreira. A retórica do deputado foca na ausência de materialidade delitiva. Ter o número salvo na agenda de alguém, argumenta ele, não constitui crime nem prova de cumplicidade. Nikolas Ferreira desafiou as autoridades a aprofundarem as investigações sobre sua vida pessoal e financeira, colocando seus sigilos bancário e telefônico à disposição.

Podem virar minha vida de cabeça para baixo, não vão encontrar absolutamente nada”, declarou Nikolas Ferreira. Essa estratégia de “nada a esconder” visa blindar sua base eleitoral contra o desgaste de imagem. O deputado mineiro sabe que, no tribunal da opinião pública, a narrativa de perseguição política é uma ferramenta poderosa. Ao se colocar como alvo de uma tentativa de “associação indevida”, Nikolas Ferreira tenta transformar a suspeita em capital político, reforçando seu discurso antissistema.

Daniel Vorcaro e o Banco Master: O Centro do Furacão
Enquanto Nikolas Ferreira trabalha na contenção de danos políticos, a situação de Daniel Vorcaro e do Banco Master é de natureza jurídico-empresarial. O empresário teve múltiplas linhas telefônicas e contas de WhatsApp submetidas ao escrutínio da CPMI. O material onde o número de Nikolas Ferreira foi encontrado é apenas uma fração do volume de dados analisados.

O Banco Master tem sido alvo de questionamentos recorrentes sobre suas práticas de mercado, especialmente no que tange ao crédito consignado e às parcerias com associações de aposentados. A investigação busca entender se houve um esquema estruturado para ludibriar beneficiários do INSS, inserindo descontos em seus contracheques sem a devida autorização.

A conexão com figuras políticas como Nikolas Ferreira interessa à CPMI porque pode revelar como o banco buscava proteção ou expansão de seus negócios através de lobby político. Se Vorcaro tinha o número de Nikolas Ferreira, ele pretendia usá-lo? Houve tentativas de contato não registradas nessa extração específica? São perguntas que a comissão tentará responder nas próximas fases do inquérito.

O Papel da CPMI e os Próximos Passos
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito é um instrumento político por excelência. Diferente de um inquérito policial, que segue ritos estritamente técnicos, a CPMI navega pelas águas da política. A inclusão do nome de Nikolas Ferreira nos relatórios não é apenas um dado técnico; é um fato político.

Os relatórios técnicos elaborados após a quebra de sigilo têm como objetivo reconstruir fluxos de comunicação. A identificação de igrejas e líderes religiosos que podem ter se beneficiado do esquema é uma nova frente de apuração que promete gerar polêmica. Nikolas Ferreira, como uma das principais vozes do conservadorismo religioso no Congresso, torna-se um alvo natural dessa linha investigativa.

A oposição, liderada por figuras como Nikolas Ferreira, argumenta que a CPMI está sendo instrumentalizada para atingir adversários do governo. Já a base governista sustenta que a proteção aos aposentados exige a investigação de todos os atores, independentemente de sua patente política ou religiosa. O embate sobre a Clava Forte Bank S/A e sua relação com o Banco Master será crucial para definir se Nikolas Ferreira será apenas citado ou se será convocado a prestar esclarecimentos formais.

A Reação do Mercado e da Sociedade
O caso envolvendo Nikolas Ferreira e o Banco Master também reverbera no mercado financeiro e na sociedade civil. A credibilidade das instituições financeiras e a integridade dos representantes eleitos são pilares da democracia. Quando surgem suspeitas de que a fé das pessoas ou a vulnerabilidade dos idosos estão sendo exploradas para lucro ilícito, a resposta institucional precisa ser rápida.

Para Nikolas Ferreira, o episódio serve como um teste de resiliência. Sua base de apoio, altamente engajada nas redes sociais, tende a ver as acusações como ataques infundados. No entanto, o eleitor de centro e o mercado observam com cautela. A promessa de Nikolas Ferreira de que defende “cadeia” para qualquer envolvido, seja pastor, empresário ou político, é uma tentativa de manter a coerência de seu discurso de moralidade pública.

Análise Técnica: O Significado do “Vínculo Unilateral”
Do ponto de vista forense e digital, a distinção feita nos relatórios sobre o vínculo ser “unilateral” é vital para a defesa de Nikolas Ferreira. Em investigações modernas, metadados de aplicativos como WhatsApp Business fornecem um raio-x das interações. O fato de não haver registros de chamadas ou mensagens trocadas entre Nikolas Ferreira e Vorcaro no período analisado enfraquece a tese de conluio direto.

Contudo, investigadores experientes sabem que contatos sensíveis muitas vezes ocorrem fora dos canais digitais monitorados ou através de intermediários. É por isso que a CPMI foca agora na Clava Forte Bank e na estrutura da Igreja Batista da Lagoinha. Se houver um elo financeiro entre essas entidades e o Banco Master, a posição de Nikolas Ferreira como figura pública ligada a esses grupos exigirá explicações mais detalhadas do que a simples negativa de contato telefônico.

O Futuro de Nikolas Ferreira na CPMI
O aparecimento do número de Nikolas Ferreira nas investigações do INSS é um capítulo que está longe de ser encerrado. Embora a prova material de ilicitude não exista no momento, a conexão simbólica e a rede de relacionamentos exposta colocam o deputado sob holofotes indesejados.

A estratégia de Nikolas Ferreira de desafiar a quebra de seus próprios sigilos demonstra confiança, mas a política é feita de percepções. A CPMI continuará a puxar o fio da meada, investigando se a influência política foi usada para facilitar fraudes contra o INSS. Para Nikolas Ferreira, resta aguardar os desdobramentos e manter sua defesa baseada na inexistência de atos concretos. Para a sociedade, fica a expectativa de que a investigação seja técnica, imparcial e capaz de separar o joio do trigo, punindo quem de fato lucrou com o suor dos aposentados brasileiros, independentemente de quem tenha o número salvo na agenda.

Acompanharemos os próximos passos da CPMI e a evolução das apurações sobre a Clava Forte, o Banco Master e as possíveis implicações para o mandato e a reputação de Nikolas Ferreira.

*Gazeta Mercantil


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Política

Raio feriu mais de 89 pessoas, seis em estado grave e Nikolas Ferreira mantém ato sob forte chuva

Manifestação seguiu sob forte chuva; vídeo mostra momento em que descarga elétrica atinge pessoas durante caminhada. Manifestação seguiu sob forte chuva; vídeo mostra momento em que descarga elétrica atinge dezenas de pessoas durante caminhada.

Mesmo após um raio atingir mais de 30 pessoas e deixar pessoas feridas, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) manteve a realização de um ato político em Brasília neste domingo (25), sob forte chuva. O incidente ocorreu nas proximidades da Praça do Cruzeiro, onde estava previsto o encerramento da manifestação.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento exato em que a descarga elétrica atinge pessoas durante a caminhada do parlamentar.

De acordo com PlanNews, ao todo, dezenas de pessoas foram transportadas ao Hospital de Base, sendo seis em estado grave, de acordo com fontes na unidade de saúde, sendo 17 foram encaminhadas ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran).

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, a descarga elétrica caiu em meio à concentração de apoiadores, provocando pânico e correria generalizada. Mesmo após o incidente, o ato seguiu por um período, apesar da continuidade da chuva e dos riscos associados às descargas elétricas. Até o momento, não há um balanço oficial sobre o número total de feridos, embora conste que 89 pessoas foram atingidas, das quais 6 estão em estado grave.

Testemunhas relataram que várias pessoas sofreram choques elétricos no momento em que o raio atingiu a área da manifestação. Algumas vítimas caíram no chão logo após a descarga, e houve registros de pessoas desacordadas. O clima no local passou rapidamente de mobilização política para apreensão, enquanto participantes tentavam prestar socorro aos feridos.

As autoridades seguem acompanhando o caso e aguardam a consolidação das informações sobre o número de pessoas atingidas e o estado de saúde dos feridos, enquanto as imagens do vídeo que registra o momento da queda do raio reforçam a gravidade do ocorrido.

Matéria atualizada.


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Deputada Erika Hilton aciona PGR contra Flávio Bolsonaro e Nikolas por incitarem intervenção externa

Deputada aponta postagens motivadas por ação dos EUA na Venezuela

A deputada federal Erika Hilton protocolou, na manhã desta segunda‑feira (5), uma representação criminal na Procuradoria‑Geral da República (PGR) contra o senador Flávio Bolsonaro e o deputado federal Nikolas Ferreira. A iniciativa tem como foco publicações feitas pelos dois parlamentares nas redes sociais que, segundo a peça, defendem, estimulam ou sugerem a atuação de autoridades estrangeiras contra o Brasil, em afronta direta à soberania nacional, à ordem constitucional e às instituições democráticas.

De acordo com a representação, as postagens foram publicadas no contexto da ofensiva militar dos Estados Unidos contra a Venezuela, que resultou na captura e sequestro do mandatário venezuelano, Nicolás Maduro, por forças norte‑americanas. Segundo a deputada, esse cenário internacional foi explorado por Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira como pano de fundo para sugerir ou naturalizar a possibilidade de intervenção externa semelhante no Brasil.

A peça sustenta que as manifestações divulgadas pelos parlamentares não se enquadram no exercício regular da crítica política. O documento afirma que o conteúdo “extrapola o direito à livre manifestação do pensamento” ao construir uma narrativa que “submete o Estado brasileiro à jurisdição estrangeira”, sugerindo que o chefe de Estado brasileiro poderia ser investigado, processado, sancionado ou constrangido por autoridades de outro país, à margem dos mecanismos previstos na Constituição.

Erika Hilton destaca que esse discurso é veiculado de forma reiterada por meio de memes, montagens e imagens digitalmente manipuladas, estratégia que amplia o alcance da mensagem e reduz a percepção pública de sua gravidade. Para a deputada, a linguagem irônica e o tom aparentemente humorístico não descaracterizam o conteúdo político das postagens, mas funcionam como instrumento para banalizar a ideia de intervenção estrangeira e apresentá‑la como resposta legítima a disputas políticas internas.

No caso de Nikolas Ferreira, a representação menciona publicações que ironizam decisões do Supremo Tribunal Federal e questionam a legitimidade das instituições brasileiras, sugerindo que apenas a atuação de potências estrangeiras seria capaz de conter o atual cenário político. Em relação a Flávio Bolsonaro, o documento aponta postagens que reforçam a narrativa de colapso institucional no Brasil e associam o país a supostos mecanismos de investigação ou sanção conduzidos por autoridades norte‑americanas ligadas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Segundo a deputada, ao utilizar a recente intervenção norte‑americana na Venezuela como referência simbólica, as postagens difundem a ideia de que o Brasil estaria sujeito a um juízo externo, relativizando a autonomia do sistema jurídico nacional. A representação afirma que esse tipo de comunicação, quando praticado por agentes públicos com mandato eletivo, contribui para enfraquecer a confiança da sociedade nas instituições e legitimar discursos de ruptura democrática.

O documento sustenta ainda que as manifestações têm como efeito a deslegitimação de órgãos constitucionais responsáveis pela preservação do Estado Democrático de Direito, como o Supremo Tribunal Federal, a própria PGR, a Polícia Federal e o Congresso Nacional. Para Erika Hilton, ao reiterar esse discurso em redes sociais de grande alcance, os parlamentares estimulam soluções autoritárias incompatíveis com a Constituição de 1988 e reforçam narrativas internacionais de fragilidade institucional do país.

Nikolas e youtuber da esquerda trocam ofensas após montagem com Lula

Com base nesses elementos, a deputada solicita que a Procuradoria‑Geral da República instaure procedimento investigatório criminal para apurar a possível prática do crime de apologia ao golpe de Estado, previsto no artigo 359‑M do Código Penal. De acordo com Cleber Lourenço, ICL, A representação ressalta que nem a liberdade de expressão nem a imunidade parlamentar autorizam a defesa de ruptura institucional, tampouco a submissão do Brasil à tutela de potências estrangeiras, ainda que a mensagem seja apresentada sob a forma de humor, ironia ou crítica política.

A peça também destaca que Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira, por ocuparem cargos eletivos e possuírem grande alcance nas redes sociais, detêm responsabilidade institucional ampliada sobre os impactos de suas manifestações públicas. Segundo o documento, o discurso difundido por ambos tem potencial de produzir consequências políticas concretas, inclusive no plano internacional, ao alimentar campanhas de desinformação e narrativas que colocam em dúvida a capacidade do Brasil de resolver seus conflitos dentro das regras democráticas.

A Procuradoria‑Geral da República deverá agora analisar a representação e decidir se instaura investigação criminal ou se arquiva o pedido. Até a publicação desta reportagem, os parlamentares citados não haviam se manifestado publicamente sobre o conteúdo da iniciativa apresentada por Erika Hilton.


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Política

Erika Hilton sobre a chacina no Rio promovida por Claudio Castro

Cláudio Castro, até ontem, era aliado de TH Joias, que vendia fuzis para o Comando Vermelho.

Nikolas Ferreira é denunciado no STF por ligação com a Máfia dos Combustíveis.

Flávio Bolsonaro deu a Medalha Tiradentes para Adriano da Nóbrega, chefe da organização Escritório do Crime.

O senador Ciro Nogueira, presidente do PP, é acusado de receber propina do PCC.

Antonio Rueda, presidente do União Brasil, é acusado de ser dono oculto dos jatos executivos usados para transportar integrantes do PCC.

Não é a esquerda que passa pano pro crime organizado.

Nós só denunciamos que sacrificar policiais e inocentes em nome de operações midiáticas, desastrosas e feitas sem inteligência ou planejamento nunca vai acabar com o crime organizado.

Nós só denunciamos que, acabar com o crime organizado, na verdade, vai contra os interesses de muitos políticos que dizem combater o crime organizado.


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Pesquisa

Atlas/Intel: Nikolas Ferreira é rejeitado por 54% que afirmam não votar nele nem em Bolsonaro

Nikolas Ferreira, deputado federal pelo PL mineiro, já é tão rejeitado quanto o ex-presidente Jair Bolsonaro. Ambos os políticos são rejeitados pela mesma parcela do eleitorado – cerca de 54%. O dado é da pesquisa Latam Pulse, feita pelo instituto Atlas Intel. O levantamento foi divulgado nesta sexta-feira (24).

Ferreira, cuja atuação parlamentar é mais pautada pelas polêmicas em redes sociais do que pela proposição de matérias legislativas, vê sua rejeição crescer desde o início de 2025.

O top cinco dos políticos mais rejeitados conta ainda com Davi Alcolumbre (União-AP), senador e presidente do Senado, Hugo Motta, deputado federal e presidente da Câmara dos Deputados, e Ciro Gomes.

Hugo Motta (Rep-PB), deputado federal e presidente da Câmara dos Deputados, é o político mais rejeitado do Brasil. Motta é criticado por 83% dos eleitores.

Davi Alcolumbre é rejeitado por 68% dos eleitores, segundo a Atlas. O senador amapaense sofre com a onda de rejeição ao Poder Legislativo por conta de pautas como a anistia aos condenados do 08/01 e pela PEC para blindar políticos de investigações criminais.

Ciro Gomes, mesmo fora dos holofotes há quase cinco anos, é desprezado por cerca de 62% dos eleitores ouvidos pelo instituto. O ex-governador do Ceará anunciou sua filiação ao PSDB, num aceno à direita nordestina.

A pesquisa Atlas Intel ouviu 14.063 brasileiros adultos entre 15 e 19 de outubro de 2025, com recrutamento digital aleatório (Atlas RDR). A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos. Com DCM.


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Política

Neonazistas exaltam Nikolas Ferreira

Imagino a inveja no ninho de nazistas do MBL com essa exaltação dos nazistas a aura pesada de Nikolas. Isso não é pouca coisa

O artigo da Folha, intitulado “Neonazistas brasileiros elogiam Nikolas Ferreira após atentado à Charlie Kirk”, foi publicado nesta segunda, 15 de setembro de 2025 e discute a circulação de discursos e símbolos extremistas entre grupos de direita radical nos Estados Unidos e no Brasil, especialmente após o assassinato do influenciador conservador norte-americano Charlie Kirk.

A coluna Opinião se baseia em monitoramento de redes sociais fechadas, como grupos de Whatsapp e Telegram, para analisar como esses conteúdos se espalham.

Sobre o âmago do artigo da Folha
Conexões Transnacionais – O artigo destaca como o “groyper”, um subgrupo da alt-right americana que critica conservadores “mainstream” por serem insuficientemente racistas, influencia a extrema-direita brasileira.

No Brasil, isso se mistura com a “bolha da resenha”, que usa humor irônico para disseminar ódio.

Após a morte de Kirk, posts em português e inglês cruzaram fronteiras, com usuários brasileiros compartilhando conteúdos de Fuentes elogiando a “coragem” de Ferreira por sua campanha contra críticos de Kirk (ele pediu demissões de quem celebrou o atentado).

Discurso de Violência de Nikolas Ferreira
Os editores criticam postagens de Ferreira no X, como “Seja a extrema direita que eles tanto têm medo” (postado logo após o atentado), interpretadas como incitação à violência contra a esquerda.

Eles argumentam que isso alimenta um ciclo de ódio, similar ao que levou ao assassinato de Kirk por um extremista insatisfeito com sua “moderação”.

A coluna menciona que Nikolas Ferreira recebeu ameaças de morte em resposta, mas usa isso para pedir reforço na segurança, enquanto ignora o perfil do atirador (de extrema direita).

O artigo conclui que esses fluxos transnacionais de extremismo ameaçam a democracia, normalizando violência e polarização.
Bailez e Fakhouri, especialistas em análise de dados sociais, usam o caso para ilustrar como eventos nos EUA (como o de Kirk) são explorados no Brasil para recrutar em bolhas radicais.

No Brasil, isso se entrelaça com bolsonarismo, onde discursos anti-esquerda ganham tração, mas o atirador ser de extrema direita complica a narrativa de “vítima”.

O fato que ninguém tocou até agora é que Nikolas não comentou a condenação de Bolsonaro. Deu de ombros.

O motivo é um só.

Quer ser o herdeiro do nazismo bolsonarista e, pelo jeito, sua vibração bateu certinho com a vibração nazista.

Seja como for, está sublinhado que Nikolas quer ser o novo Bolsonaro, propagando mais ódio, rancor e raiva contra a esquerda, descendo mais fundo o nível do debate político no Brasil.

Se vai dar certo? Acho que não. Pelo contrário, na minha opinião, ele será cuspido da vida pública bem mais cedo do que imagina.


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Política

Nikolas Ferreira recebeu quase R$ 10 milhões para não aprovar um único projeto na Câmara dos Deputados

O pigmeu, X9 dos EUA no Brasil Nikolas Ferreira, em dois anos de mandato sem aprovar um cisco de projeto, vivendo só de molecagem nas redes sociais, já sugou dos cofres públicos quase 10 milhões.

Esse valor, a imensa maior parte do povo brasileira poderia passar a vida toda ralando de sol a sol tentando juntar cada centavo, que jamais chegaria perto dessa quantia. Talvez conseguiria esse feito épico em 20 encarnações.

Ou seja, um vagabundo público de corpo e alma, que nunca trabalhou na vida, vivendo de dízimos da igreja da família, e que tem zero escrúpulos, tem uma gama inteira de mordomias e privilégios gastos na surdina, montado em pelo no lombo do povo.

Agora, o inútil sem escrúpulos, deu para vigiar quem fala mal dos EUA e linkar os perfis de brasileiros com a embaixada dos EUA no Brasil para sancionar quem critica qualquer coisa dos EUA.

É para isso que Nikolas Ferreira centrifugou quase R$ 10 milhões de fortuna pública nesses dois anos de gandaia e sacanagem na Câmara dos Deputados.


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