Categorias
Política

Basta de palhaçada! A direita bolsonarista não tem projeto, só ódio e rancor.

Sexta-feira, em Curitiba, Flávio Bolsonaro e Sérgio Moro mostraram mais uma vez o que realmente são: parasitas políticos que sobrevivem de ódio destilado. Três horas de transmissão, 69 menções a Lula, 35 ao PT, 17 à “esquerda” e a palavra “proposta” citada uma única vez, de forma genérica e vazia. Isso não é campanha, é terapia de grupo para quem ainda baba de raiva do ódio que cultiva há anos.

O método é claro, baixo e covarde: xingar, ofender, cuspir. Chamaram Lula de “ladrão”, “lixo” e “chorume”. Atacaram a esposa do presidente. Falaram em “exorcizar” a esquerda. Tudo isso para esconder a miséria intelectual e a ausência completa de projeto para o país. Porque quando o eleitor pergunta sobre salário, saúde, escola, comida no prato e segurança, eles não têm resposta. Só têm mais ódio.

É a mesma farsa de 2018 e 2022. Tal pai, tal filho. Prometem fim da demarcação de terras indígenas, redução da maioridade penal, anistia para os golpistas do 8 de janeiro, privatização geral das estatais, desmonte do Estado e entrega total do país ao agronegócio e à mineração. Migalhas para o povo? Nenhuma. Zero. O povo que se foda, como sempre.

Enquanto isso, o Brasil lembra: durante a pandemia, Jair Bolsonaro chamou a morte de 1.860 crianças de 0 a 12 anos (e mais de 2.500 até 17 anos) de “insignificantes”. Insignificantes! Enquanto as famílias enterravam seus filhos, o “mito” seguia fazendo lives, negando a gravidade e “passando a boiada” sobre os trabalhadores.

E agora o filho quer herdar esse legado de ressentimento, ignorância e crueldade. Quer transferir o voto, o afeto e o ódio do pai para si, como se o Brasil fosse uma monarquia de araque onde o trono passa de pai para filho mesmo que ambos só saibam destruir.

Chega.

Essa direita não governa. Ela incendeia. Não propõe. Ela ofende. Não constrói. Ela destrói e depois culpa o PT pela fumaça. São especialistas em alto ruído e baixo caráter. Em 2026 querem repetir a mesma palhaçada: transformar o Brasil num grande grupo de WhatsApp raivoso enquanto o país sangra por falta de rumos.

Não vai colar de novo. O povo não é burro. Já viu essa peça barata e sabe o final: muito grito, muito ódio, muito “Deus, pátria e família” de fachada… e zero solução para a vida real.

Flávio, Moro e toda essa corja: o Brasil não aguenta mais ser palco da mediocridade de vocês.

Você, meu Camaradinha: mantenha a sua dignidade e lute até o fim, recuse-se a ser vítima.

*Luis Celso Ferreira dos Santos, nascido na cidade do Rio de Janeiro-RJ

Formado em Ciências Contábeis pela UFRJ, Aposentado pelo INSS, tendo trabalhado como Supervisor no Banco da Amazônia e também como Diretor Regional do SESC e do SENAC nos Estados do Acre e de Rondônia.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Política

A cinco meses da eleição, o único projeto da direita unificada é ódio, privatização, cortes de benefícios e a volta da escravidão

Entra ano, sai ano, entra década, sai década, e a direita não tem um mísero projeto para melhorar a vida dos brasileiros. É poder pelo poder.

Na agenda da direita, não podem faltar as famigeradas políticas de cortes de investimentos em áreas sociais que beneficiem a população. Privatização é mantra sagrado e cortes de direitos dos trabalhadores, e trabalho escravo para crianças está no DNA dessa gente desde as Capitanias Hereditárias.

Não é por acaso que eles se classificam como conservadores. Detalhe, quando assumem o poder e implementam essas pautas, jamais visitam e muito menos debatem o resultado da lambança.

Assim, essa gente se defende com ódio. As questões que afligem os brasileiros são colocadas de lado, porque as redações da grande mídia fazem parte desse ilusionismo porque servem aos patrões e aos patrocinadores que têm interesse numa política de redução do Estaeo para obter redução de impostos e maximizar seus luros.

Em síntese, essa é a gênese da direita no Brasil. Quando eles falam das privatizações, fazem questão de esquecer a privataria de FHC, porque depois de entregar todo o patrimônio em nome da estabilidade econômica, a inflação voltou a crescer, com cobrança de juros reais acima de 40%, penico na mão para o FMI e zero de reservas internacionais. Aliás, foi assim que FHC entregou o Brasil a Lula que, além de pagar o FMI, reduzir a inflação, acumulou reservas internacionais nunca vistas antes no Brasil.

Por isso o Brasil nunca mais teve uma crise econômica grave como ocorreu com os governos militares até a chegada de Lula ao poder, mesmo passando por governos trágicos dos golpistas, Temer e Bolsonaro, que fizeram muito esforço para detonar a economia brasileira. A coisa só não desandou em função das reservas internacionais que deram garantias a investidores estrangeiros no Brasil.

Agora vem a mesma direita, vendo que a taxa de desemprego é a menor da história, a valorização do salário mínimo, passa a atacar o Bolsa Família e, junto, a proposta da volta da escravidão infantil para reduzir o custo da mão de obra.

É louco isso? É, assim como é uma sandice querer privatizar a Petrobras para tirar do Brasil a autonomia do petróleo. Por isso a direita tem raiva da palavra soberania e assistimos Flavio Bolsonaro oferer as terras raras brasileiras para Trump, virando as costas para o próprio país.

Trocando em miúdos, a direita está paenas sendo a direita que não tem um olhar para a economia doméstica ou alcance para entender aq sua importância.

Os que se julgam proprietários do Brasil e seus representantes, sobretudo no Congresso, querem um Brasil exclusivo para os ricos, um Brasil importador não um país fa bricante, autônome, dono de seu próprio juízo e demanda, eliminando qualque4r possibilidade de busca por autonomia e independência.

Parece mentira, mas em plenp 2026, a direita segue a mesma cartilha neoliberal de Whasington 60 anos atrás.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://cat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Política

O ódio como identidade oculta

O amor de certa camada da sociedade por um pensamento aristocrata, mas sobretudo escravagista é, em forma e profundidade, a nova língua dos “moderados” de direita, leitores de livros cultos no porto do mar. Mas, na realidade, é o quadro mais vulgar da geografia social brejeira.

Na dissertação filosófica do nosso país, a argumentação pedregulhenta cria um gênero novo entre nós, no qual se romanceia penetrantes visões do idealismo moderno.

Isso é uma forma de ser um vassalo do sistema. Ao fim e ao cabo, trata-se de um influxo à francesa com uma musculosa língua hipertrofiada por anos de governo de direita no Brasil.

Na verdade, toda essa gente está batizada na cartilha do ódio como identidade.

A partir disso, um bate-papo informal, mesmo com a pequena burguesia assalariada, que se acha monarquia funcional, a frase dita em estalão quando se relembra todo um processo de entrega do patrimônio nacional, corrupção e uma teia de interesses que move a direita, entra sempre a mesma frase, “mas o Lula não é santo”.

Esse sujeito está tão contaminado pela identidade do ódio quanto o mais feroz estúpido, idiota, bolsonarista e, certamente, votou no dito cujo em 2018 e 2022 sob esse mesmo elástico moral.

Como sabemos, esse é o produto mais vendido na praça, com cinco faixas elásticas de moral seletiva. É uma espécie de reabilitação intestina que usa cada uma delas para uma espécie de resitência contra a realidade.

É o velho tucano enrustido que já foi um Fernando Collor hipercolorido. Pode não parecer, mas esse moderado, por um “mistério da vida”, é parte também da faixa elástica que define hoje uma eleição no Brasil.

Não há contra-argumento quando a direita explode, mas por uma contingência do cloreto de sódio do batismo, ele, que possui, em nome da boa estética, um anteposto de atitudes, revela-se como o novo e inteiriço militante de direita que faz de tudo para que sua insuspeita posição política não fique tão suspeita.

É um amor imortal e imoral que essa gente tem pelos liberais, gente que está tão doente na vida humana que veste um molde de figurino pré-estabelecido e persiste eterno na vulgaridade fácil da vida extraterrestre do mundo da política.

Usa um vento imaginário para transcrever ou reeditar as cartas documento das velhas seitas oligárquicas do Brasil, mas dissertam calmamente sobre o vazio da vida ao arrepio da realidade concreta.

A palavra chave nesse caso, é o desânimo com o pessimismo que verbaliza contra “tudo o que esta aí”. Mas infelizmente, esse zumbido, pouco ou nada percebido, pela sociedade brasileira é, na verdade, o resíduo final de uma direita que faz barulho silencioso contra qualquer avanço social no Brasil, mas principalmente contra o “tamanho do Estado”.

É essa gente que engorda a rejeição a Lula.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos noWhatsapp https://chat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh

Categorias
Política

Direita sopra diapasão da campanha que será a mais baixa da história. É daí para pior, muito pior

Historicamente, a direita nunca teve qualquer propósito, projeto de país ou sentido que busque fortalecer a economia, o desenvolvimento ou algo que o valha. Para essa gente, tudo é reduzir o tamanho do Estado, procrastinar o máximo possível qualqer sopro de desenvolvimento e vilipendiar a infraestrutura do país, liquidando, na bacia das almas, estatais estratégicas, seguindo a cartilha antinacional neoliberal de um império que não não tem  mais como parar em pé.

Mas a questão brasileira tem uma cartilha multiuso. Sim, Bolsonaro representou como ninguém o antipetismo, o anticomunismo, o desmonte das instituições, das estatais, da moeda brasileira, de qualquer política social, porque, junto a tudo isso, estão um racismo latente, que hoje, é um ativo político para parcela da sociedade, ódio de classe contra os pobres, homofobia e uma série de outras violências contra o cidadão que não esteja no perímetro social que contempla o domínio da oligarquia.

Para a direita, não existe um país, portanto, não tem sentido a contrução de uma política nacional, é um país que deve ser visto de forma cirurgiamente fragmentada para privilegiar somente as classes economicamente dominantes.

Nesse universo, há um padrão empresarial dominante de DNA flagorosamente escravocrata, daí a tara de moer direitos dos trabalhadores como se fossem peça de uma engrenagem que, danificada, troca-se por outra sem qualquer custo adicional. É uma espécie de padrão patrão.

Para essa gente, esse é o conceito de civilização que lhe interessa, onde se ataca direitos de muitos para manter privilégios de pouquíssimos.

O problema é que há um lado que resiste bravamente e combate essa visão oitocentista em pleno século XXI.

No Brasil, o sistema financeiro deu no deu com os maiores juros do mundo, justamente porque tem uma terra sedimentada para tal prática de explorção coletiva.

É tudo isso misturado que dá à direita o inapelável resultado de fracasso para o país, sempre. Mas isso insiste e se aprofunda no meio dos  abastados, porque os próprios são diretamente beneficiados pelo caos, pelo atraso, pela distopia, pelo conceito de terra arrasada.

Todavia, na campanha de 2026, em defesa de um candidato que a direita ainda nem tem, é que já foi colocado o cordão do boi tonto para produzir catarses, fakes, focos que produzam vertigens para que não haja debates, já que muitos dos argumentos utilizados pela direita, na prática, já cairam por terra há muito tempo.

Ou seja a manutenção do poder ou a retomada dele, que é o que se objetiva, tem apenas uma direção e usarão todas as armas de todos os calibres que  tiveren às mãos.

É bom que as ideranças progressistas mantenham a maior parte da sociedade, que quer o desenvimento do país, em alerta máximo, porque, pela inrodução dessa passeata de raios e trovões, a campanha da dirita será toda feita na base dos sermões religiosos e das procissões, como se viu neste domingo em Brasília, com resultado trágico para os apoiadores dessa insanidade histérica, que será recorrente porque não há outro caminho para essa gente percorrer.


Queridos leitores,

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://chat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk10

Categorias
Mundo

O combustível que move o sionismo é o ódio. Então, a única bandeira que sobrou para o bolsonarismo é a de Israel

Há muito, a bandeira do Brasil foi substituída pelas bandeiras de Israel e EUA nas manifestações antinacionais dos bolsonaristas.

Com a fala elogiosa de Trump a Lula, a bandeira americana some do mapa e fica apenas as de Israel pela afinidade dos fígados.

Bolsonarismo e sionismo vêm da mesma escola do ódio. Justifica-se aí a liga nessa mistura macabra.

Um mata e, o outro, cospe e roga praga. Os dois são o avesso do humano.

Ambos vivem da sobra do mal, onde a terra é um campo de guerra.

É o espelho do sionismo no bolsonarismo e vice-versa. Tanto lá quanto cá, essa gente se alimenta das cinzas de Gaza.

Despem-se juntos da mesma hipocrisia religiosa que maquia a alma do mal.


Queridos leitores,
Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/K8Zc6XOHkN258pOahSE1L1mode=ems_copy_c

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3Z

Categorias
Política

Contra o ódio dos ricos, o humor dos pobres

No Brasil, o humor sempre foi a principal arma dos pobres contra os ricos.

A galhofa, muito bem utilizada pelos memes que explodiram nas redes contra o Congresso, dominado pelos muito ricos, mas principalmente contra Hugo Motta, pelo mesmo motivo, não é nada novo e nem exclusivo.

É tradição cultural do povo brasileiro.

Os mais populares personagens dos programas de humor, novelas, e filmes foram os que caricaturaram a avareza antipovo e antipobre dos ricos no Brasil.

O programa de humor “primo rico e primo pobre”, interpretado pelos magistrais atores, Paulo Gracindo e Brandão Filho, era o principal quadro do programa Balança mas não cai, na Globo, na década de 1970.

Os filmes populares de Mazzaropi, que lotavam os cinemas, tinham perfil com a mesma chacota entre o roceiro Jeca Tatú, o político esperto, e os fazendeiros ricos.

As novelas “O Bem Amado”, protagonizada pelo prefeito de direita da cidade de Sucupira, Odorico Paraguaçu, interpretado por Paulo Gracindo, a ricaça Odete Roitman, interpretada pela enorme Beatriz Segall, na novela Vale Tudo, eram sucessos retumbantes da TV brasileira.

O mais famoso personagem de Chico Anísio foi Justo Verissimo, que caricaturava o político de direita com o bordão “Tenho Horror a Pobre”

Então, que os memes de esquerda continuem nessa pegada muito bem sacada e unificada numa mesma pulsação com o sentimento do povo, que sempre usou a arte do humor contra o ódio de classe dos ricos.


Apoie o Antropofagista com qualquer valor
PIX: 45013993768
Agradecemos imensamente

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/HlpAeWDAUrD8Qq1AjWiCK5

Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3Zg

Categorias
Política

O dia em que o pobre tiver 1% de ódio do rico que este tem do pobre, haverá uma revolução

A ideia dos escolhidos ou segregados por Deus é inacreditavelmente uma métrica psicológica que as elites carregam na alma.

Dá no que dá.

Isso é uma espécie de superioridade quase espiritual ou divina.

Essa mentalidade que pode ser chamada de psicologia da eleição divina é, de fato, uma métrica poderosa que molda a visão de mundo das elites e justifica, na cabeça delas, a desigualdade e o desprezo pelos pobres.

Tal ideia remonta conceitos como o “direito divino” dos reis na Europa medieval, quando uma nobreza acreditava que sua posição era ordenada por Deus.

No Brasil, isso ecoa em heranças coloniais, período em que a elite agrária se via como predestinada a liderar.

No contexto religioso, algumas interpretações de doutrinas (como certas particularidades do calvinismo ou da teologia das prosperidades) reforçam a ideia de que riqueza é sinal de vitória divina, enquanto a pobreza seria uma espécie de “castigo” ou falha moral.

A crença de ser “escolhido” alimenta um narcisismo coletivo nas elites.
Elas se enxergam como uma casta à parte, com direitos inatos a privilégios.

Isso cria uma barreira psicológica que desumaniza o pobre, visto como “não escolhido” ou “indigno”.

Essa mentalidade também serve como mecanismo de defesa, quando as elites se convencem de que sua riqueza é “merecida” por uma ordem divina ou cósmica e, claro, evitam questionar a injustiça do sistema que os beneficia.

Essa visão justifica atitudes de desprezo, perseguição ou indiferença, como a resistência às políticas de redistribuição como (Bolsa Família ou cotas), vistas como “favorecer os imerecidos” pobres.

No Brasil, isso pode ser observado em discursos que criminalizam movimentos sociais (como o MST) ou em falas que naturalizam a desigualdade, como se fosse “vontade de Deus”.

Nas redes, especialmente no X, é comum ver postagens de figuras influentes que reforçam tal narrativa, seja por meio de memes elitistas ou críticas aos “vagabundos” que “não querem trabalhar”.

O pobre, mesmo lidando cotidianamente com esse desprezo, raramente adota uma narrativa de “eleição divina” contra os ricos.
Uma revolta, quando acontece, tende a ser mais pragmática (por justiça ou sobrevivência) do que motivada por um ódio metafísico, o que  reforça a assimetria emocional que você gera.

Essa métrica psicológica das elites é, de fato, uma força poderosa, porque ela não só justifica a desigualdade, mas também cega a consciência dos privilegiados no que se refere à culpa ou à empatia.

É como se o pobre não fosse apenas financeiramente inferior, mas existencialmente “menor”.

Para piorar, a mídia industrial estimula essa visão praticada há décadas, utilizando a implacável lógica de que o mundo não é feito para os que lutam por direitos, mas para os que operam nas sombras pelos privilégios.

Categorias
Política

De onde vem o ódio que Nikolas Ferreira nutre contra os pobres?

Com o ódio que nutre pelos pobres, Nikolas Ferreira, quer acabar com o Pix

Bolsonaro e Nikolas Ferreira sempre trabalharam como um produto conjugado pra arrebentar a vida dos pobres.

Os dois são sádicos, sobretudo contra crianças pobres.

Não foi sem motivos que juntos durante os quatro anos de governo Bolsonaro, arquitetaram e praticaram cortes de gastos que ajudavam os pobres levando 34 milhões de brasileiros a mais absoluta miséria, pra morrer de fome.

Bolsonaro e Nikolas são duas espécies de cobras venenosas que só picam pés descalços.

Bolsonaro sempre disse que pobre não servia pra nada e tinha que morrer porque só vivia do dinheiro público.

Já Nikolas quer que o atual governo acabe com o PIX pra que os pobres não possam usar.

Por que Nikolas faz isso? Ele é patrocinado e trabalha para os muito ricos.

Os dois que vieram das trevas, acabaram com milhões de empregos, detonando a vida de milhões de trabalhadores e suas famílias.
Por isso odeiam Lula, porque Lula é o presidente que mais fala e faz pelos pobres.

Isso revolta esses dois, Bolsonaro e Nikolas que querem ver pobre queimando no inferno.

A politicagem que praticam sempre tem esse objetivo, matar pobre da pior forma possível. De fome!

Categorias
Opinião

Não suportando o repuxo, Bolsonaro usa Augusto Nunes de mula para disseminar ódio e fugir do depoimento na Polícia Federal

Bolsonaro, não satisfeito com o resultado trágico para a vida de muitos manifestantes do dia 8 de janeiro de 2023, convocados por ele, joga o depósito de trouxas contra o Estado como se fosse um bônus do que ocorreu com muitos bolsonaristas condenados a longos anos de cadeia.

Sim, Bolsonaro convoca manifestantes para cometerem crime contra o estado de direito, a polícia e a justiça, contra a constituição e, consequentemente contra a democracia, pedindo para os mesmos que promoveram os atos terroristas do dia 8 de janeiro, que se neguem a respeitar a lei em defesa de um projeto pessoal do próprio Bolsonaro de seguir cometendo crimes, numa espécie de federalização do mal, contra o sistema de segurança do Brasil.

As consequências disso, certamente virão contra essa espécie de tribunal particular que Bolsonaro criou, em que os poderes da República são julgados e condenados pelo próprio Bolsonaro.

Isso não vai prestar, não dar certo para Bolsonaro. A conferir.

Categorias
Uncategorized

Há uma gota de sangue em cada voto dado a Bolsonaro

O fato de Tarcísio de Freitas ganhar musculatura política no meio do bolsonarismo, mostra que essa seita tem como ideologia, a morte, o sangue, sobretudo de pretos e pobres, sublinhando que o racismo no Brasil é muito mais violento do que sugere o romantismo que acredita que aqui não há ódio racial como nos EUA.

Esse fato, lógico, é celebrado pelo fascismo, afinal, todo fascista é racista e tem na violência sua principal receita de ação, independente da avalanche de escândalos de corrupção que envolve o clã Bolsonaro, que é a principal fonte de ódio racial e de classe nesse país, sempre foi. Isso acontece de maneira integral, vide sua fala no Clube da Hebraica quando ainda candidato, dirigida aos negros quilombolas e aos índios.

Nisso não há nada de coerência, nazistas e fascistas são historicamente corruptos e violentos, justamente por não aceitar qualquer regra civilizatória, pois acredita que tira algum tipo de vantagem.

Nesse processo, há também a fabricação do racismo estrutural, herdado da escravidão que, até hoje, orienta o conceito civilizatório brasileiro, concentrado, sobretudo nos bairros periféricos e favelas onde se perpetua uma segregação idêntica ao nosso sombrio passado escravocrata.

Essa goma de ódio tem como principais ingredientes a raça e classe social.

Pior, a classe média, que deveria agir como mediadora desse conflito, não esconde sua preferência pelas classes dominantes em detrimento às camadas mais pobres da população que são imensamente maiores.

O resultado é esse que vemos, a saturação das relações políticas e sociais, alimentadas pela elite brasileira, tanto que apoiou Bolsonaro em 2018 e em 2022, nutrindo o ódio como valor de princípios para os praticantes dessa atividade social.

É preciso ter uma política ousada para mudar radicalmente esse quadro e banir por completo qualquer forma de discriminação, violência e ódio contra negros e pobres no Brasil.

Apoie o Antropofagista com qualquer valor

Agradecemos aos que formam essa comunidade e convidamos todos que possam a fortalecer essa corrente progressista. Seu apoio é fundamental.

Caixa Econômica, Agência: 0197

Operação: 1288
Poupança: 772850953-6
PIX: 45013993768

Agradecemos imensamente a sua contribuição