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Opinião

O trono do porco

O poder imbatível de Bolsonaro de produzir sujeira que assustou o país. Sujeira revelada por Janja e mostrada pela jornalista da GloboNews, Natuza Neri.

Claro, isso ainda vai render muito. A falta de cuidado exposta pela matéria é de quem levantou a tampa de um vazo entupido e o odor intenso que de lá emanou.

Foi uma forma diferente, porém prática de mostrar a residência oficial, o Palácio da Alvorada, antes da mudança casal, Lula e Janja.

É como dizer, saibam como encontramos esse Palácio.

Como se vê nessa cadeira abaixo, que Bolsonaro utilizava, nem ele, nem Michelle, tiveram o cuidado de remover as manchas da cadeira emporcalhada por Bolsonaro.

Na cadeira, vê-se um tecido imundo causado pela falta de asseio de um presidente da República.

A primeira pergunta a ser feita é, como esse porco algum dia se preocuparia com o meio ambiente do país? Como um sujeito desse cuidaria da Amazônia se o seu próprio assento, Bolsonaro borrava sem a menor preocupação ou cuidado com sua higiene?

Pelo jeito, seu manuseio com as peças que pertencem ao Palácio da Alvorada era pior que o asseio dos animais, destruindo até as características físicas dos móveis, tal o nível de imundície que o casal produziu.

Isso dá a exata noção do tipo de gente porca que comandou o país nos últimos quatro anos, e que se achava o dono do Brasil.

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Vídeo: Assista à direção Carluxo na farsa do porco comendo farofa

Muitos devem se perguntar, por que Hollywood ainda não descobriu Carluxo?

O 02 é um portento. No caso da facada, os dois detalhes, a falta de sangue no asfalto e no abdomen de Bolsonaro, certamente foi culpa do contrarregra que esqueceu o ketchup em algum lugar, assim como a faca do crime que arrumaram muito tempo depois do suposto atentado.

Aqui, nesta cena do porco comendo farofa, de forma mais impressionante, o império da imaginação do gênio Carluxo vigorou e Bolsonaro transformou-se na tradução do porco comendo farofa no dia em que o mundo descobre a esbórnia do cartão corporativo.

Então, como a imagem só produziu aversão, repúdio, repugnância de tão grotesca, a máquina de propaganda do fascista tirou do ar a lambança saída do miolo mole da cabeça de Carluxo, fazendo carreira de diretor de filme de comédia às avessas.

Mais paspalho que Carluxo, só o paizão para comprar todas as ideias malucas do pancado que ele tem em casa.

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Um porco comendo farofa fora de seu chiqueirinho

Bolsonaro engole mais um frango, agora com farofa.

Se o marketing era, como disse Carla Zambelli, mostrar que Bolsonaro era um homem do povo, ficou claro como a besta do planalto enxerga os mais pobres, como imundos, nojentos, asquerosos ou coisa pior.

Bolsonaro se fantasiou de porco à pururuca com farofa e tudo, para ser fotografado e filmado comendo frango e espalhando sujeira no chão.

Fico imaginando de quem foi a brilhante sacada de associar um porcalhão psicopata com o povo para atrair eleitores das camadas mais pobres da população.

Um sujeito, que aparece sem higiene espalhando lixo nas ruas do país lixo, é a cara de Bolsonaro e da burguesia que o elegeu. O que não deixa de ser também uma homenagem a Moro, afinal, este está mais imundo que o próprio lugar que Bolsonaro resolveu transformar em protótipo de seu chiqueiro.

Só faltou o bodegueiro Véio da Havan fazendo parceria na foto com o genocida imundo.

Outro que merecia uma vaga no retrato oficial do atual presidente da república, representando os três porquinhos do clã, é o bacorinho, Carluxo, para representar a sujeira que se produz no gabinete do ódio.

Enquanto Bolsonaro acumula sujeira, lama e imundície com suas obscenidades, ele também desvia a atenção do seu novo agrado ao mercado financeiro que o manteve até aqui na cadeira da presidência, aumentando 1% taxa Selic, logo no primeiro mês do ano jurando que está combatendo a inflação quando, na verdade, está enchendo as burras dos banqueiros e rentistas que sempre foram o principal foco de privilégios da política nefasta de Paulo Guedes que mergulhou o país numa crise econômica sem precedentes.

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Frango e porco também disparam, e preço não será como antes, diz associação

A disparada do preço da carne bovina após a abertura das exportações para a China aumentou o preço do frango e do porco também, usados como alternativa na mesa do brasileiro.

A alta dessas outras carnes também deve se intensificar com as festas de final de ano e seguir ao longo do primeiro semestre do ano que vem, segundo Ricardo Santin, diretor-executivo da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal), que representa produtores de suínos, aves e ovos. E a expectativa do setor é que os preços não voltem ao que era visto nos açougues e supermercados no ano passado.

Enquanto o preço do boi gordo em São Paulo subiu em média 35,5% em novembro em relação a outubro, o do porco avançou 13,3% e o do frango congelado, 17,8%, de acordo com dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) da USP.

Em alguns açougues visitados pelo UOL na capital paulista nesta semana, o preço do frango quase dobrou em menos de um mês, passando de R$ 8,90/kg para R$ 15,90. A alta da carne bovina também fez com que o governo passasse a analisar de perto o aumento do valor da ave.

A produção, porém, não vai acompanhar a alta, segundo Santin. O aumento na produção deve ser entre 1% e 2%, afirma.

“Vai ser uma pressão [no preço] bem forte agora, nos períodos de festa de fim de ano, quando as pessoas consomem mais, compram mais para seus churrascos, suas festas, mas ela continua pelo menos até a metade do ano que vem”, afirma. “Porque você não tem oferta maior que possa suprir esse aumento de exportação.”

Ainda assim, o diretor afirma que não há risco de desabastecimento desses produtos no Brasil.

Preços não devem voltar aos do ano passado

Na semana passada, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou que o preço da carne bovina não vai voltar ao nível anterior, por causa da falta de reajuste nos últimos três anos.

Ricardo Santin afirma que o mesmo vale para as carnes de frango e, principalmente, de porco. O preço da carne suína estava em baixa há mais de dois anos, reflexo da suspensão da importação pela Rússia em 2017, segundo o diretor da ABPA.

“[O preço] não volta mais [ao nível anterior], porque o custo de produção já não permite que você volte”.

“Por mais esforço que os produtores façam de aumentar a produção, eles não vão acompanhar a ânsia dos importadores”, afirma.

 

 

*Do Uol

 

 

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Agora, a baixaria é entre Joice Hasselmann e Carluxo

Não dá para economizar no termo para o que está acontecendo na guerra dentro do PSL entre a ala que apoia Bolsonaro e a que é contra. É baixaria em estado puro, como se vê nessa troca de insultos de baixo nível entre Carluxo e Joice.

A questão todos sabem, é o milionário fundo partidário. Esse é o governo da nova política que, resumindo na seca, pode-se dizer, sem medo de errar, que é o que existe de mais corrupto na história da república e de forma desavergonhada ao sol do meio-dia, sem que haja qualquer constrangimento de nenhuma das partes para se descer tão fundo nos verbos utilizados.

Se fosse no PT, essa briga encheria os jornais não com artigos de fundo ou tirinhas como tem ocorrido na grande mídia, a coisa tomaria a vida dos colunistas durante o ano. Não haveria folha de papel capaz de segurar tantas tintas contra Lula, Dilma e o PT para se criar um ambiente de destituição do governo por justa causa. Mas como é Bolsonaro que tem a alma feita da mesma argila neoliberal dos jornalões e revistonas, o destino de um absurdo desse fica no julgamento subvertido a um folhetim qualquer não à coisa séria que é.

Quem começou com os ataques nucleares foi o Carluxo, o chefe da guarda digital do pai. Carluxo postou uma sequência de imagens que continha um porco, um rato, uma cobra, uma galinha e uma lula. Sentido-se ofendida com a mensagem, Hasselmann respondeu publicando uma mensagem com três veados e três ratos.

A deputada está na ala do PSL que se voltou contra Bolsonaro e seus filhos, ficando do lado do grupo que defende o presidente do partido Luciano Bivar. A atitude da parlamentar fez com que ela perdesse o cargo de líder do governo na Câmara dos Deputados. Por sua vez, os caciques do partido tiraram dos filhos de Bolsonaro a presidência dos diretórios regionais de São Paulo e do Rio de Janeiro. Ou seja, ainda tem muitas reviravoltas nessa política de bueiro que a grande mídia, certamente, colocará apenas como um incômodo para o governo atual, assistindo a tudo de camarote, sem dar manchetes para essa barbaridade.

https://twitter.com/pirescarol/status/1185999868155834371?s=20

 

*Da redação