Categorias
Política

De traidor e judas de Bolsonaro a aliado de Flavio

Bolsonaro chamou Sergio Moro de traidor, mentiroso, traíra sem caráter e coisas do tipo várias vezes entre 2020 e 2022 e Flávio, por sua vez, reforçou o coro. Isso aconteceu principalmente depois que Moro saiu do Ministério da Justiça em abril de 2020, acusando Bolsonaro de tentar interferir na Polícia Federal para proteger familiares como no caso das “rachadinhas” do Flávio e indicações para PF. Bolsonaro rebateu chamando a versão de Moro de “mentira deslavada” e disse que o ex-juiz queria o cargo para se projetar politicamente, inclusive cogitando uma vaga no STF.

  • Moro era o símbolo da Lava Jato e, numa armação com Bolsonaro, prendeu Lula pavimentando o caminho de Bolsonaro para a presidência em 2018.
  • No governo Bolsonaro, a relação dos dois azedou rápido: Moro alegou falta de “carta branca” para o suposto combate à corrupção e interferência política. Bolsonaro negou e acusou Moro de ingratidão e ambição pessoal e por descobrir sua traição.
  • A PF investigou as acusações de Moro e, em 2022, concluiu alegando não ter provas de interferência ilegal por parte de Bolsonaro — o que ele usou para reforçar o “Moro é traíra e mentiroso”.

Bolsonaro e Moro se atacaram mutuamente com termos pesados porque viraram rivais políticos. Moro flertou com candidatura contra Bolsonaro em 2022. Isso não prova automaticamente que um ou outro seja podre, mas os dois, além de provar que a briga foi feia e que ambos jogam pesado no lamaçal da política de direita no Brasil.

Em 2026, por se tratar de política e de mau-caratismo, a história deu uma volta, Moro se aproximou novamente dos Bolsonaros, filiou-se ao PL (partido de Bolsonaro) e virou pré-candidato a governador por Paraná.

De traidor e Judas para aliado por conveniência eleitoral. Política não tem amizade eterna, só interesses momentâneos.

Um não confia no outro, e o outro não confia no um.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos noWhatsapp https://cat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh

Categorias
Política

Malafaia sugere traição de Tarcísio e diz que governador “quer Bolsonaro inelegível”

Braço direito de Jair Bolsonaro levanta suspeitas de que Tarcísio de Freitas tenha sido infiel.

Braço direito de Jair Bolsonaro, o empresário da fé Silas Malafaia levanta suspeitas de que Tarcísio de Freitas tenha sido infiel ao extremista. Em entrevista à coluna de Paulo Cappelli, no Metrópoles, Malafaia disse desconfiar de que Tarcísio atue nos bastidores para que Bolsonaro permaneça inelegível.

“O incômodo se dá pela suposta aproximação de Tarcísio com figuras rechaçadas por Bolsonaro, como o ministro do STF Alexandre de Moraes e o apresentador Luciano Huck. ‘Quem é amigo do meu inimigo, meu amigo não é’, disparou Malafaia. Ele critica, ainda, elogios do governador ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, com quem renegocia a dívida de SP com a União”, relata.

“Não tem só o Tarcisio. Tem o Tarcísio, tem o Ratinho Jr., tem o Ronaldo Caiado, tem o Romeu Zema. Todos governadores com excelente aprovação. Até maior que a dele.”, disse o empresário ao jornalista.

Categorias
Política

Lula vê traição de presidente do BC e tentativa de levar Brasil à recessão

Diálogo da autoridade monetária com o governo está estremecido depois de comunicado que sinaliza manutenção de juros altos.

De acordo com a Folha, o presidente Lula e ministros de seu governo consideram que o presidente do Banco Central, Roberto Campos, traiu a confiança que o governo depositava nele para dialogar e participar de um esforço conjunto para que o Brasil supere os problemas econômicos que hoje enfrenta sem passar por uma recessão.

No entendimento do mandatário e de sua equipe, o governo atual, com pouco mais de um mês no poder, não tem responsabilidade sobre o déficit fiscal e a inflação, que impulsionam as taxas de juros. E mereceria um voto de confiança em seu compromisso de levar o rombo para 1% neste ano, e de zerá-lo em 2024.

Mesmo diante das metas claras, dizem interlocutores diretos de Lula, o Banco Central não apenas manteve a taxa básica de juros (Selic) em 13,75% ao ano pela quarta reunião consecutiva —a primeira desde que Lula tomou posse—, como endureceu o discurso e disse que deve deixar as taxas em patamares altos por mais tempo.

Com essa mensagem, o BC estaria dificultando a recuperação do crédito e a atividade econômica no país, e colocando o Brasil na rota da recessão.

Lula e o governo acreditam que os alertas feitos pelo Copom foram muito além do que seria necessário. E passaram a desconfiar da atuação de Roberto Campos, indicado ao cargo por Jair Bolsonaro para um mandato de quatro anos.

Ministros de primeiro escalão começaram a evitá-lo. E o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que o elogiava, já mostrou contrariedade com sua atuação.

Lula tem afirmado, segundo os mesmos interlocutores, que Campos foi tratado com respeito e consideração, e que não houve reciprocidade por parte dele.

O presidente do Banco Central sempre foi alinhado com o bolsonarismo.

Apesar da autonomia da instituição, aprovada no governo passado, Campos chegou a ir a jantares de Bolsonaro com empresários organizados para apoiar as medidas econômicas adotadas pelo presidente e pelo então ministro da Economia, Paulo Guedes.

Campos até discursava nos encontros, e admitiu em um deles que recebia conselhos de não ir a eventos com políticos que integravam o governo.

Mas justificava: como os ministros de Bolsonaro eram ‘técnicos’, não haveria problema em se misturar com eles. A proximidade não macularia sua autonomia e independência.

O presidente do Banco Central se mantém próximo dos bolsonaristas. Foi à posse de Tarcísio de Freitas no governo de São Paulo e, até meados do mês, seguia em um grupo de WhatsApp que reúne ex-ministros de Bolsonaro.

Em entrevista à Rede TV! nesta semana, Lula deixou claro que está contrariado com Roberto Campos, a quem se referiu como “esse cidadão”.

“Quero saber do que serviu a independência do Banco Central. Eu vou esperar esse cidadão [Campos Neto] terminar o mandato dele para fazermos uma avaliação do que significou o banco central independente”, disse Lula.

O BC divulgou o comunicado em que subiu o tom e contrariou o governo Lula na quarta (1º), depois de manter a Selic em 13,75%.

O texto fazia alertas sobre as incertezas fiscais e a piora nas expectativas de inflação, que estão se distanciando da meta em prazos mais longos.

Sinalizava ainda que o BC deve deixar os juros no patamar atual por mais tempo —hoje o mercado prevê o início do afrouxamento monetário em setembro.

“O Comitê reforça que irá perseverar até que se consolide não apenas o processo de desinflação como também a ancoragem das expectativas em torno de suas metas, que têm mostrado deterioração em prazos mais longos desde a última reunião”, afirmava o comunicado.

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Agradecemos aos que formam essa comunidade e convidamos todos que possam a fortalecer essa corrente progressista. Seu apoio é fundamental nesse momento crítico que o país atravessa para continuarmos nossa labuta diária para trazer informação e reflexão de qualidade e independência.

Caixa Econômica Agência: 0197
Operação: 1288
Poupança: 772850953-6
PIX: 45013993768 – CPF

Agradecemos imensamente a sua contribuição

Categorias
Uncategorized

Bolsonaro traiu Janaína Paschoal

Como dizia Brizola, ” a política ama a traição e odeia o traidor”.

A traição e Bolsonaro são uma coisa só, todos sabem. Bolsonaro é tão traidor que, até em defesa do Datena com quem ele fechou acordo de apoio, traindo Janaína Paschoal, ele dá uma no cravo e outra na ferradura, após ser indagado por uma eleitora no cercadinho, de forma crítica, à aliança com Datena, e  Bolsonaro responde, “todo mundo tem defeito, até eu”, deixando claro que, em momento algum ele fazia defesa do candidato ao Senado por São Paulo com quem ele acabou de fechar acordo deixando Janaína na pista. Mais que isso, Bolsonaro, em outras palavras, ele quis dizer, Datena não vale nada, mas é nosso agora.

Dias atrás fez o mesmo com Daniel Silveira. Ele usou o mastodonte para fazer uma arenga com o STF, na tentativa de não deixar o gado dispersar, anunciando, através dos filhos, que Silveira seria o candidato dele ao Senado pelo RJ.

Poucos dias depois, ele jogou Silveira ao mar e abraçou a candidatura de Romário, porque julga ser mais vantajoso pra ele e, a partir daí, o gado nunca mais pronunciou o nome de Daniel Silveira nas redes.

Janaína, uma das figuras mais nefastas da política brasileira, surgiu da nata da história que golpeou Dilma. Contratada por Aécio para elaborar o pedido de impeachment, ela aproveitou a visibilidade na mídia para emburacar na política e se transformar em um dos símbolos do bolsonarismo.

Até dias atrás, ela e Carla Zambelli, da mesma estirpe, se engalfinharam nas redes para saber quem seria a candidata ao Senado por São Paulo. As duas picaretas se digladiaram, trocando insultos, bem ao estilo do bolsonarismo.

O fato é que Bolsonaro não quer saber da história, achou que, somar forças com Datena, lhe daria mais lucro e jogou a falsa maluca no lixo.

Bolsonaro traiu tanta gente, inclusive generais, que hoje é opositora ferrenha do genocida e, certamente, isso lhe custará não só a falta de apoio de antigos correligionários, mas de ferrenhos opositores no momento em que ele começa a sofrer uma anemia lenta que pode atingir pesadamente sua candidatura.

Siga-nos no Telegram

Agradecemos aos que formam essa comunidade e convidamos todos que possam a fortalecer essa corrente progressista. Seu apoio é fundamental nesse momento crítico que o país atravessa para continuarmos nossa labuta diária para trazer informação de qualidade e independência.

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Caixa Econômica Agência: 0197

Operação: 1288

Poupança: 772850953-6

PIX: 45013993768 – CPF

Agradecemos imensamente a sua contribuição

 

Categorias
Política

Bolsonaro já conta com a traição de Waldemar da Costa Neto, cacique do PL, se sua candidatura continuar desidratando

Segundo reportagem de UOL, Bolsonaro está com medo de Waldemar Costa Neto e o resto do PL darem uma traída básica no candidato do partido na hora H da eleição e apoiarem Lula.

Waldemar da Costa Neto é pragmático e não se apega em ideologias ou coloração partidária, quer estar onde o poder está. Se Bolsonaro continuar derretendo, haverá uma debandada do PL no desembarque de sua candidatura rumo a de Lula, e Bolsonaro já sabe disso.

Por trás dessa situação, estão as preferências e as escolhas de Costa Neto, condenado e preso no mensalão. Um dos principais expoentes do centrão, o presidente da legenda toma decisões pragmáticas para manter o partido no poder. Ou seja, não tem comprometimento com os políticos de fora do PL escorados no presidente.

Siga-nos no Telegram

Caros Leitores, precisamos de um pouco mais de sua atenção

Nossos apoiadores estão sendo fundamentais para seguirmos nosso trabalho. Leitores, na medida de suas possibilidades, têm contribuído de forma decisiva para isso. Agradecemos aos que formam essa comunidade e convidamos todos que possam a fortalecer essa corrente progressista. Seu apoio é fundamental nesse momento crítico que o país atravessa para continuarmos nossa labuta diária para trazer informação de qualidade e independência.

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Caixa Econômica

Agência: 0197
Operação: 1288
Poupança: 772850953-6

PIX: 45013993768

Agradecemos imensamente a sua contribuição

Categorias
Política

Caminhoneiros reclamam de traição de Bolsonaro e articulam paralisação

Caminhoneiros reclamam que o governo federal descumpriu uma promessa e retirou proteção à categoria ao permitir que empresas estrangeiras operem transporte terrestre no Brasil na votação do projeto da chamada BR do Mar. Além disso, segundo eles, o texto não avançou na questão dos incentivos tributários para a categoria. “Não somos contra o projeto até determinado ponto, mas fomos traídos pelo governo. Ele está deixando de lado quem o apoiou”, afirma Wallace Landim, o Chorão. A ideia de uma paralisação já começa a ser discutida.

O medo dos caminhoneiros é uma eventual concentração de mercado com a entrada de empresas estrangeiras. “Não somos contra o projeto até determinado ponto, mas fomos traídos pelo governo. Ele está deixando de lado quem o apoiou”, afirma Wallace Landim, o Chorão, presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava).

Uma greve dos caminhoneiros significa o fracasso do bolsonarismo perante a classe média. É mais um sinal de que a agenda entreguista do governo Bolsonaro não encontra respaldo popular. A dificuldade em elaborar políticas de estímulo ao mercado interno deixa o Brasil como um País pouco atraente para o trabalho e, em consequência, trava a retomada do crescimento econômico.

 

*247/Estadão

Siga-nos no Whastapp: https://chat.whatsapp.com/FDoG2xe9I48B3msJOYudM8

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Caixa Econômica: Agência 0197
Operação: 013
Poupança: 56322-0
Arlinda Celeste Alves da Silveira
CPF: 450.139.937-68
Agradecemos imensamente a sua contribuição