Eduardo Bolsonaro, a mando do pai e em parceria com outro filhote da ditadura, Paulo Figueiredo, opera como ganso, apontando o dedo aos inimigos dando a Trump os alvos para atirar e atingir o Brasil, Lula e o BRICS.
Lacaio como o pai, que foi expulso das Forças Armadas por alta traição, Eduardo teve como primeiro “emprego” a patente de fantasma no esquema de peculato de Roberto Jefferson.
Sua “missão” é esta, a de trabalhar pelos EUA contra o Brasil em troca de anistia para o pior, o mais frio, o bandido que mais matou brasileiros através da covid, golpista propagandista de torturador e que, incrivelmente ainda está livre, chamado Jair Bolsonaro.
Preso, o efeito dominó, será inevitável, porque trabalham como qualquer quadrilha, em bando. Pegando um, pega todos.
Eduardo, por sua vez, sai apontando o dedo para a direção que Trump tem que atirar, como fez com Moraes e outros ministros do STF e, agora, com Alcolumbre e Motta, que não querem saber de colocar o absurdo projeto de anistia para, a meu ver, o maior bandido da história do Brasil.
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Ghislaine Maxwell ‘respondeu a todas as perguntas’ em dois dias de entrevistas, diz advogado.
Maxwell, ex-associada do falecido financista Jeffrey Epstein, se encontrou pelo segundo dia consecutivo com uma alta autoridade do Departamento de Justiça na Flórida, enquanto o presidente Donald Trump dizia a repórteres em Washington que não estava considerando um perdão para ela.
Um advogado de Maxwell disse que ela “respondeu a todas as perguntas” feitas por Todd Blanche, o procurador-geral adjunto.
Blanche encerrou a entrevista com ela no início da tarde de sexta-feira, disse o advogado, acrescentando que Maxwell não buscou nem concordou com nenhum acordo com o governo Trump.
“Não pedimos nada”, disse o advogado David Oscar Markus aos repórteres após a entrevista na sexta-feira. “Não houve pedidos nem promessas.”
Em declarações a repórteres no início do dia, Trump foi questionado se concederia perdão a Maxwell ou comutaria sua pena. Ele disse que não havia considerado essa possibilidade.
“É algo em que não pensei. É realmente… não é recomendado”, disse ele. “É algo que me é permitido fazer, mas é algo em que não pensei.”
Os comentários de Trump e a entrevista de Maxwell ocorreram em um momento em que o governo enfrenta críticas intensas sobre a forma como lidou com o caso Epstein, inclusive de muitos apoiadores e aliados do presidente.
Epstein foi indiciado em 2019 por tráfico sexual e cometeu suicídio em uma prisão federal no mesmo ano. Suas conexões com muitas figuras poderosas e proeminentes — incluindo Trump e o ex-presidente Bill Clinton — ajudaram a alimentar teorias da conspiração sobre as circunstâncias de sua morte e a possibilidade de outros terem sido cúmplices de suas ações.
Maxwell, ex-namorada de Epstein, foi condenada por tráfico sexual em 2021 e sentenciada a 20 anos de prisão. Ela entrou com uma petição na Suprema Corte dos EUA para ouvir um recurso de sua condenação, embora o Departamento de Justiça tenha instado os juízes na semana passada a negar seu pedido e manter a condenação.
Este mês, o Departamento de Justiça e o FBI afirmaram em um memorando que uma “revisão sistemática” não conseguiu encontrar outras evidências que justificassem uma investigação criminal de terceiros.
O anúncio desencadeou uma crescente crise política para o governo Trump, atraindo forte resistência de alguns aliados do presidente. Ele tentou culpar os democratas, ao mesmo tempo em que criticava seus apoiadores pelo foco na questão.
Trump, falando com repórteres ao deixar a Casa Branca na manhã de sexta-feira, criticou o foco contínuo em Epstein.
“As pessoas deveriam realmente se concentrar em como o país está se saindo bem”, disse ele, acrescentando mais tarde que não tem “nada a ver com esse cara”.
Enfrentando uma reação implacável, Blanche anunciou esta semana que se reuniria com Maxwell, que está detido em uma penitenciária de segurança mínima em Tallahassee. Ele disse que a reunião seria realizada para discutir qualquer outra pessoa “que tenha cometido crimes contra vítimas”.
Em uma atitude incomum, Blanche — a segunda autoridade mais alta do Departamento de Justiça, encarregada de gerenciar suas operações diárias — foi à capital da Flórida para realizar a entrevista, passando a maior parte da quinta-feira e a primeira metade da sexta-feira conversando com ela. Antes de ingressar no governo, Blanche foi advogada pessoal de Trump durante seu caso de fraude em Manhattan.
Markus, seu advogado, disse que Maxwell foi questionada sobre talvez “100 pessoas diferentes”, embora não tenha dado mais detalhes sobre quem eram.
“Ghislaine respondeu a todas as perguntas que lhe foram feitas no último dia e meio”, disse ele aos repórteres. “Ela respondeu a essas perguntas com honestidade, com a verdade, da melhor forma possível. Ela nunca invocou um privilégio. Nunca se recusou a responder a uma pergunta. Estamos muito orgulhosos dela e orgulhosos de como foi o processo no último dia e meio.”
Não ficou claro se Blanche ou outras autoridades federais solicitariam mais informações a ela. O Departamento de Justiça não respondeu a uma mensagem solicitando comentários. Markus não respondeu a um pedido de comentários adicionais.
Markus reconheceu os comentários de Trump sobre clemência e disse: “Esperamos que ele exerça esse poder da maneira correta e justa”. (Washington Post)
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Não bastasse ser pedófilo, Trump é cafetão de menores prostituídas para serem servidas, em bandeja de ouro, a grandes milionários e caciques políticos americanos.
Dá para imaginar quw, junto a isso, há uma rede de chantagem e extorsão também armada por ele para colocar tanta gente comendo em sua mão.
É esse o produto do imperialismo decadente.
Um pedófilo que se acha imperador do planeta, sem falar em financiamento do genocídio de Israel em Gaza.
O sujeito é tudo de ruim, ou Bolsonaro não seria apaixonado por ele.
Vai cair, é questão de tempo. Pouco tempo.
A repercussão do caso Epstein já apontava que Trump estava até o pescoço nessa rede de pedofilia e prostituição de menores. Esta é a minha opinião.
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Qual justificativa Nikolas Ferreira apresenta para se calar diante das ameaças de Trump contra o PIX?
A Meta, do Facebook, plagia o silêncio de Nikolas dando pinote do assunto porque ela tem seu próprio “PIX” .
Por isso também ajudou e muito Nikolas a chegar nos “trocentos milhões de visualizações” de seu vídeo fake.
Ou seja, a central de fake, unificada para espalhar mentiras sobre o PIX, agora, faz cara de paisagem diante das ameaças fascistas de Trump contra o PIX aqui no Brasil.
Lógico que Nikolas, mesmo sem pegada, tenta criar pautas funestas e irrisórias na vã ideia de que isso pode fazer fumaça que cubra seu silêncio cúmplice.
O fato é que nem uma careta Nikolas fez para as ameaças de Trump contra o PIX, num inacreditável atestado de submissão ao presidente americano.
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Carta de presidente dos EUA a Jeffrey Epstein, revelada por jornal, expõe proximidade entre os dois; ex-presidente reage com ataques
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enfrenta uma crise interna. Parte de seus apoiadores queimaram bonés vermelhos do movimento Make America Great Again (Faça os EUA Grandes Outra Vez, em tradução livre) em protesto ao descumprimento de uma promessa de campanha: divulgar documentos da investigação contra o empresário Jeffrey Epstein, acusado de uma série de crimes sexuais, incluindo exploração de menores.
A indignação dos apoiadores vem açodada por uma revelação bombástica do Wall Street Journal, na última quinta-feira (17/07): uma carta que mostra a relação de proximidade entre os dois. A resposta de Trump veio em forma de ataque nas redes sociais: contra o jornal, que, segundo ele, publicou mentiras, e contra seus eleitores que o questionaram, que ele definiu como “ex-apoiadores” e “fracotes”.
Mas o começo da crise se deu em 5 de junho, quando o ex-apoiador de Trump e integrante do governo, Elon Musk, publicou em seu perfil no X (antigo Twitter), que Donald Trump seria parte da “lista de Epstein”, um possível documento com registro de pessoas relacionadas a Jeffrey Epstein em seu esquema de abuso sexual de menores: “Hora de soltar a verdadeira bomba: @realDonaldTrump está nos arquivos Epstein. Essa é a verdadeira razão pela qual eles não foram tornados públicos. Tenha um bom dia, DJT [Donald J. Trump]!”, escreveu Musk, em publicação que seria apagada logo depois. A denúncia, apresentada sem provas, ocorreu em meio a uma escalada de acusações nas redes sociais entre o presidente e seu ex-braço direito.
Jeffrey Epstein é um nome infame nos Estados Unidos. Próximo de pessoas influentes, ele foi um investidor multimilionário que ganhou as páginas de jornais em 2005, quando foi acusado de abuso sexual de menores de idade na Flórida. Em 2008, ele foi condenado à prisão pelo estado, após confessar ter solicitado prostituição de menores, em um acordo que lhe livrava de qualquer outra investigação federal. Após 13 meses de regime semiaberto, ele ficaria dez anos em liberdade, sendo novamente preso em 2019 – dessa vez, sob acusação de tráfico sexual de menores de idade. Em agosto de 2019, ele morre em sua cela no Centro Correcional Metropolitano, em Nova York.
Os processos judiciais reuniram o que é difícil conseguir de uma pessoa com o poder e influência de Epstein: provas. Ao longo dos processos, foram juntados registros de viagens, fotos, agendas de contatos, depoimentos e e-mails envolvendo o financista, seus amigos e associados. Estes documentos compõem os “arquivos Epstein”, citados por Musk e que colocaram a administração Trump nas cordas esta semana.
Parte dos documentos foram obtidos em um processo movido em 2015 por Virginia Giuffre, uma das principais vítimas de Epstein, contra Ghislaine Maxwell, cúmplice dele, presa por auxiliar Epstein em seu esquema de tráfico sexual. Os arquivos ficaram sob sigilo até 2024, quando passaram a ser revelados.
Eles incluem menções a quase 200 pessoas, envolvendo o nome de vítimas da rede de abuso estabelecida por Epstein, testemunhas, como funcionários e pilotos das aeronaves do investidor, parceiros de negócio e membros do círculo social dele, além de pessoas acusadas de participação nos crimes de prostituição de menores, tráfico sexual de menores e abuso sexual.
Aparecem nos registros nomes como o do Príncipe Andrew, membro da família real britânica, acusado de abuso sexual de Virginia Diuffre e participação em crimes de Epstein, o ex-presidente dos Estados Unidos envolvido em escândalos sexuais durante seu mandato, Bill Clinton, e o vizinho de Epstein na Flórida, Donald Trump.
Os documentos não fazem parte de uma única base, e não foram publicados na íntegra. Essa é a principal crítica de opositores políticos de Trump e, mais recentemente, de sua própria base política.
Em sua campanha à reeleição em 2024, Trump afirmou que, se eleito, divulgaria na íntegra todos os “arquivos Epstein” obtidos pela justiça. Depois de eleito, ele tentou dissuadir sua base, dizendo que parte de seus apoiadores foi enganada pela “esquerda lunática” por oito anos, que eles “não aprenderam a lição, e provavelmente nunca aprenderão” e que “esses fracotes” estão fazendo o trabalho dos democratas.
“Sua nova FARSA é o que chamaremos para sempre de Farsa do Jeffrey Epstein, e meus ANTIGOS apoiadores engoliram essa ‘merda’, com anzol, linha e tudo. Eles não aprenderam a lição, e provavelmente nunca aprenderão, mesmo depois de serem enganados pela Esquerda Lunática por 8 longos anos. Eu tive mais sucesso em 6 meses do que talvez qualquer Presidente na história do nosso País, e tudo sobre o que essas pessoas querem falar, com forte incentivo da Fake News e dos Democratas famintos por sucesso, é a Farsa do Jeffrey Epstein”, escreveu.
O ‘segredo maravilhoso’ de Trump e Epstein Trump subiu o tom contra apoiadores após o Wall Street Journal tornar pública, na última quinta-feira (17/07), uma carta escrita pelo presidente a Jeffrey Epstein em 2003. O conteúdo do documento foi tornado público pela primeira vez.
A carta, descrita pelo veículo como “obscena”, integra um livro montado em 2003 por Gislaine Maxhwell e dado a Epstein como presente de aniversário de 50 anos. A declaração de Trump aparece junto de fotos, cartas e cartões de outros amigos e associados do investidor.
Segundo jornal, Trump escreveu carta ‘obscena’ a Jeffrey Epstein, acusado de abuso de menores e tráfico sexual Tony Webster/Flickr
O jornal não publicou imagens do documento, mas o descreveu. Segundo a reportagem, a mensagem é escrita dentro de um desenho, aparentemente feito à mão com um canetão, do corpo de uma mulher. O texto retrata uma conversa entre Trump e Epstein, escrita em terceira pessoa. Leia abaixo, em tradução livre:
Narrador: “Deve haver mais na vida do que ter tudo”, começava o bilhete.
Donald: Sim, há, mas não vou te dizer o que é.
Jeffrey: Nem eu, já que também sei o que é.
Donald: Nós temos certas coisas em comum, Jeffrey.
Jeffrey: Sim, temos, pensando bem.
Donald: Enigmas nunca envelhecem, já reparou?
Jeffrey: De fato, isso ficou claro para mim da última vez que te vi.
Trump: Um amigo é uma coisa maravilhosa. Feliz Aniversário — e que cada dia seja outro segredo maravilhoso.
Trump teria assinado, diz o Wall Street Journal, com um “Donald” escrito de forma torta abaixo da cintura da mulher no desenho, mimetizando seus pelos pubianos.
A revelação fez Trump iniciar uma cruzada contra o jornal. Ouvido pelos jornalistas antes da reportagem ir ao ar, Trump disse nunca ter escrito a carta e que a matéria era mentirosa. “Este não sou eu. Isso é uma mentira. É uma reportagem fake do Wall Street Journal. Eu nunca fiz um desenho na minha vida. Eu não desenho mulheres. Não é minha linguagem, não são minhas palavras, não sou eu”, declarou. Ele ainda alertou que, se o texto fosse ao ar, “processaria o Wall Street Journal como processou todo mundo”.
Após a publicação da matéria, Trump foi às redes sociais, reforçando sua ameaça de processo e acusando o conteúdo de ser mentiroso. “O Wall Street Journal publicou uma carta falsa, supostamente para o Epstein. Essas não são as minhas palavras, não é o meu jeito de falar. Além disso, eu não faço desenhos. Eu disse ao Rupert Murdoch [dono da News Corp., empresa dona do Wall Street Journal] que era uma farsa, que ele não deveria publicar essa matéria falsa. Mas ele publicou, e agora vou processá-lo com tudo, e também o seu jornaleco de terceira categoria. Obrigado pela sua atenção a este assunto!”, Trump escreveu na quinta-feira (17/07).
Não é a primeira vez que Trump é apontado no círculo íntimo de Epstein. Em 2002, um perfil de Epstein incluiu uma fala de Trump sobre o amigo, que considerava “um cara fantástico”. “Conheço o Jeff há quinze anos. Um cara fantástico. É muito divertido estar com ele. Dizem até que ele gosta de mulheres bonitas tanto quanto eu, e que muitas delas são mais jovens. Não há dúvida sobre isso — o Jeffrey curte sua vida social”.
À época, o nome de Epstein aparecia apenas nas colunas sociais de jornais e ele era figurinha carimbada em eventos de Trump.
Mais de uma vez, Trump e Epstein foram fotografados juntos, incluindo suas companheiras, em Mar-a-Lago, o resort do presidente na Flórida. Apoiadores de Trump afirmam que Epstein só teve acesso às propriedades do presidente até 2007, quando o investidor, na esteira de sua primeira acusação criminal, teria sido banido dos espaços.
Não existem provas do banimento, mas os registros dos dois juntos também cessam nesta época. Em 2019, Trump disse, em uma coletiva de imprensa, que baniu Epstein de Mar-a-Lago, mas que “a razão francamente não faz nenhuma diferença”.
Assim como outras celebridades, Trump também costumava pegar carona no avião particular de Epstein, batizado de “Lolita Express”. O nome de Trump é encontrado em diversos registros de voo entre a Flórida, onde ambos possuíam casas, e Nova York, sede administrativa dos negócios de Trump, durante os anos 90.
A aeronave costumava ser utilizada também para voos às Ilhas Virgens Americanas, onde Epstein possuía uma ilha particular apontada como um espaço de abuso sexual de menores. Nunca foram divulgados registros que envolvam Trump e a ilha.
Na campanha eleitoral de 2024, Trump utilizou um jatinho que já havia sido de Epstein para cumprir agendas em quatro estados diferentes após seu próprio avião apresentar falhas no motor. A campanha do republicano disse ter fretado a aeronave de uma empresa do setor e não saber a quem pertencia anteriormente.
‘Nenhuma divulgação adicional seria apropriada ou justificada’ Em fevereiro de 2025, Trump indicou Pamela Bondi como procuradora-geral dos Estados Unidos – e chefe do Departamento de Justiça do país. No fim do mesmo mês, o órgão publicou, em uma cerimônia com influenciadores de extrema-direita, a “fase 1” dos arquivos de “Epstein”.
Sem novidades sobre o que já havia sido liberado ao longo dos anos, Bondi culpou o FBI, órgão de investigação federal dos Estados Unidos, por reter informações. À época, Kash Patel, diretor do FBI, disse que “não haverá acobertamentos, nenhum documento perdido e nada ficará por investigar”.
A promessa durou até 7 de julho, quando o Departamento de Justiça e o FBI publicaram um documento dizendo que, “após revisão exaustiva”, “não foram encontrados motivos para revisitar a divulgação” dos materiais.
Os órgãos alegam não terem sido encontradas relações com pessoas que justificassem a divulgação de documentos e que isso poderia fragilizar as vítimas de Epstein. “É a determinação do Departamento de Justiça e do FBI que nenhuma divulgação adicional seria apropriada ou justificada”, resume o documento.
Pressionado pela reportagem do Wall Street Journal, Trump publicou em suas redes sociais nesta quinta-feira (17/07) ter pedido ao Departamento de Justiça a publicação de “todos os depoimentos pertinentes” fornecidos ao grande júri – similar ao júri popular no Brasil – sobre o caso. Nenhum novo documento foi publicado até o momento.
*Brasil de Fato
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Usar como ferramenta de política econômica tarifas contra parceiros comerciais para reconfigurar uma dinâmica francamente decadente dos EUA é assinar confissão de derrota.
Gerenciar uma lógica avessa a própria ideia de mercado livre é assumir que não existe um mínimo de regra que paute esse pensamento destrambelhado.
Governar um país tentando inventar um outro país que não existe dentro dos termos impostos pelos idealizadores dessa lambança é conduzir os EUA para um enterro compulsório.
Seu governo, em apenas seis meses, já deu errado sob qualquer ângulo que se olhe, mas parece que os orientadores de Trump, ou querem lhe derrubar ou não têm a menor ideia do que estão propondo.
A popularidade de Trump despencou, antes mesmo do escândalo de pedofilia, que está bombando dentro e fora dos EUA.
Na verdade, o mau-humor de seu eleitorado virou um tijolo só por conta da abestalhada ideia de que as tarifas seriam boas para a sociedade americana, quando a realidade escancara o avesso.
Não é um projeto francamente neofascista que dará cabo de uma desordem capitalista tão latente quanto essa, que se arrasta, há décadas, nas terras do tio Trump.
As forças políticas e sociais, que apoiam Trump, estão cada dia mais ralas.
O apogeu dessa crise de credibilidade parece não ter fundo. Mesmo os mais desinformados ou fanáticos trumpistas, já começam a jogar a toalha.
Qualquer análise circunstanciada na realidade hoje dirá que Trump está a cada dia mais perto do seu prematuro fim de governo.
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Trump está sendo arrastado para o inferno pelo seu eleitorado mais fiel.
Nos EUA, grandes jornais, como o NYT, têm publicado muitas matérias diárias sobre esse escândalo, porque Trump não cumpre o que prometeu, apresentar a lista macabra de gente graúda que fazia parte da agenda da figura principal dessa rede, o bilionário, Jeffrey Epstein, que se suicidou após ser preso.
Muitos dos mais devotos apoiantes de Trump exigem a divulgação de mais informações sobre Jeffrey Epstein, acusado e condenado por abusos sexuais de menores e pela organização de uma rede de pedofilia.
O assunto criou uma rara ruptura na sua base de apoio.
O que Trump quer esconder?
Nos Estados Unidos, “a controvérsia não dá sinais de abrandamento”, admite ao Expresso John E. Jones, presidente do Dickinson College e antigo juiz distrital da Pensilvânia. Refere-se ao “caso” de tráfico humano e abusos sexuais praticados Jeffrey Epstein, com quem Donald Trump mantinha relação amigável.
Indícios dessa ligação têm estado no centro das polémicas, depois de Elon Musk, em ruptura com Trump, ter levantado a suspeita, há cerca de um mês, de que o Presidente americano estivesse implicado nos ficheiros do caso de pedofilia.
O fato é que Trump está embananado e ninguém consegue ver saída para ele.
Está na cara que não quer apresentar o que prometeu e deve ter motivos sérios e isso faz do seu eleitorado mais fiel o principal protagonista da caçada ao “xerife” universal, que acha que manda no mundo.
Seja como for, nesse mato tem coelho e dos gigantes.
Trump diz que processará jornal WSJ por publicar uma carta que escreveu ao pedófilo Epstein. Isso não muda em nada sua situação para melhor, é apenas joga mais gasolina na fogueira.
A reportagem, publicada na quinta-feira (17), afirma que Trump enviou a carta para Epstein em 2003.
O jornal diz que a correspondência fazia parte de um álbum comemorativo produzido por Ghislaine Maxwell, parceira de Epstein, para celebrar os 50 anos dele — anos antes de o bilionário ser preso por abuso sexual de menores.
A carta, atribuída ao atual presidente dos EUA, inclui uma mensagem datilografada dentro da silhueta de uma mulher nua desenhada à mão. A assinatura “Donald” aparece abaixo da cintura da figura. O texto termina com a frase: “Feliz aniversário — e que cada dia seja mais um maravilhoso segredo”.
Autoridades públicas, legisladores, especialistas e cidadãos comuns continuam profundamente interessados e preocupados com o caso Epstein”, disse o procurador-geral adjunto Todd Blanche no documento. “Afinal, Jeffrey Epstein é o pedófilo mais infame da história americana”
Em editorial, o governador de São Paulo e os conservadores são desafiados a abandonar de vez o sabotador que ameaça a soberania do país
Em um movimento que expõe as fraturas na direita brasileira, o jornal O Estado de S. Paulo publicou nesta terça-feira (15) um editorial que marca o rompimento definitivo com Jair Bolsonaro, jogando-o, nas palavras implícitas do texto, no lixo da história. Conservador por tradição, o Estadão foi o mesmo que, em 2018, classificou a eleição como “uma escolha muito difícil” entre Bolsonaro e o PT. Se antes hesitou, agora não há mais ambiguidade: ao associar-se às ameaças de Donald Trump contra o Brasil para tentar barganhar anistia e impunidade pelos processos de tentativa de golpe, Bolsonaro ultrapassou qualquer linha possível de defesa.
O texto vai além da crítica direta a Bolsonaro. Ele lança um ultimato às lideranças conservadoras, com recado explícito ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, exigindo que escolham de que lado estão — com o País ou com o bolsonarismo.
A publicação escancara não apenas o desgaste do ex-presidente, mas também o desconforto de setores históricos da direita com o caminho radical que o bolsonarismo impôs à política brasileira. Ao romper com o antigo aliado, o Estadão tenta resgatar uma bandeira de conservadorismo “responsável”, enquanto expõe as contradições de quem, por conveniência, ainda hesita em se afastar do ex-mandatário.
Bolsonaro, o falso patriota Jair Bolsonaro não está nem aí para o Brasil. É um patriota fajuto. Prova cabal disso – como se fosse necessária mais alguma – foi sua mais recente manifestação acerca da ameaça do presidente dos EUA, Donald Trump, de sobretaxar em 50% os produtos importados do Brasil caso os processos contra Bolsonaro sob acusação de tramar um golpe de Estado não sejam anulados.
Demonstrando preocupação apenas protocolar com os efeitos desastrosos da anunciada tarifa sobre a economia brasileira, Bolsonaro foi direto ao ponto: “O tempo urge, as sanções entram em vigor no dia 1.° de agosto. A solução está nas mãos das autoridades brasileiras. Em havendo harmonia e independência entre os Poderes, nasce o perdão entre irmãos e, com a anistia, também a paz para a economia”. Traduzindo: para Bolsonaro, basta que as “autoridades brasileiras” o livrem da cadeia para que seu amigão Donald Trump desista de castigar o Brasil.
A publicação deixou claros o método e as prioridades do ex-presidente. Longe de colocar o Brasil “acima de tudo”, como costuma repetir em seus comícios, Bolsonaro usou a perspectiva de prejuízo de setores estratégicos da economia brasileira – e da de São Paulo, em particular – como moeda de troca por sua própria liberdade.
Assim, o ex-presidente age como um sequestrador que dita as condições para liberar o refém em seu poder. O refém, no caso, é o Brasil, capturado por sua verborragia liberticida. Sua derrota na eleição de 2022 mostra que boa parte do País conseguiu sair do cativeiro, mas infelizmente ainda há alguns cidadãos aprisionados por sua retórica destrutiva.
Se é compreensível que Bolsonaro e sua grei estejam empenhados apenas em cuidar da própria vida, é cada vez menos tolerável que um punhado de políticos, a pretexto de herdar o capital eleitoral do ex-presidente, ainda hesite entre a lealdade ao padrinho e os interesses do Brasil. Esse episódio da agressão estúpida de Trump ao Brasil escancarou de vez a pusilanimidade dessa turma.
*Com o Cafezinho
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72% acreditam que Trump está ‘errado ao impor taxas por acreditar que há uma perseguição a Bolsonaro’
Uma nova pesquisa Genial/Quaest apontou um crescimento de 3 pontos percentuais na aprovação do governo Lula pelos brasileiros. O levantamento, realizado entre os dias 10 e 14 de julho e divulgado nesta quarta-feira (16), demonstrou a aprovação direta da população às respostas do presidente diante das tarifas anunciadas em 9 de julho por Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, aos produtos brasileiros.
A pesquisa também indica a queda da desaprovação. Enquanto 43% dos entrevistados aprovam o governo atual, 53% desaprovam. No último levantamento, de maio deste ano, a aprovação era de 40% e a desaprovação de 57%. A última vez que o governo apresentou um salto de aprovação ocorreu entre maio e julho de 2024, há um ano, quando havia crescido 4 pontos percentuais.
Além da avaliação sobre o governo, os entrevistados responderam diretamente sobre as ações dos EUA. 72% acreditam que Trump está “errado ao impor taxas por acreditar que há uma perseguição a Bolsonaro no Brasil”; 63% veem como incorreta a afirmação de que a relação comercial entre Brasil e Estados Unidos é “injusta”; e 79% afirmam que as altas tarifas vão prejudicar a vida dos brasileiros.
Além disso, 44% responderam que “Lula e o PT” estão fazendo o que é mais certo nesse embate. 29% afirmaram que o posicionamento correto seria o de Bolsonaro e seus aliados, enquanto 15% responderam “nenhum dos dois”.
Perfil dos entrevistados A mudança foi puxada, especialmente, pelo eleitorado feminino. Neste grupo, a desaprovação passou de 54% para 49%, enquanto a aprovação subiu de 42% para 46%. Entre os homens, a aprovação permaneceu estável, em 39%, enquanto a desaprovação caiu um ponto, passando de 59% para 58%.
Também foi perceptível a melhora na avaliação do governo para os eleitores com mais escolaridade. Enquanto os entrevistados com ensino superior completo demonstraram um salto de 12% na aprovação entre maio e julho deste ano, passando de 33% para 45%, e diminuição de 64% para 53% na desaprovação, o grupo com ensino médio completo diminuiu a aprovação de 37% para 35%.
Entre as pessoas com escolaridade até o ensino fundamental, a aprovação segue maior do que a desaprovação desde o início do governo, se aproximando de um empate técnico em maio deste ano. Na pesquisa atual, porém, a vantagem voltou a aumentar, com 51% de aprovação e 42% de desaprovação.
No recorte por religião, o grupo católico apresentou uma inversão recente: enquanto na última pesquisa a aprovação (45%) era menor do que o grupo que desaprova (53%), desta vez, a aprovação chegou a 51% e a desaprovação caiu para 45%. Entre os evangélicos, a desaprovação cresceu, passando de 66% para 69%. A aprovação, que era de 30%, foi para 28%.
*BdF
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Comunicado do governo norte-americano disse que sugestão ‘era apenas uma pergunta’ após ‘Financial Times’ revelar que países consideraram ofensiva.
A Casa Branca confirmou nesta terça-feira (15/07) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conversou com seu homólogo ucraniano Volodymyr Zelensky sobre a possibilidade de atacar Moscou.
Segundo um comunicado concedido pela secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, à emissora norte-americana ABC News, Trump e Zelensky discutiram a capacidade da Ucrânia em atacar a capital da Rússia e São Petersburgo, segunda maior cidade do país.
De acordo com o texto, os ataques seriam realizados por Kiev com armas fornecidas pelos Estados Unidos, mas não foram executados.
O posicionamento da Presidência dos EUA vem após uma reportagem do jornal britânico Financial Times noticiar que Trump havia questionado se a Ucrânia conseguiria atacar Moscou com mísseis norte-americanos de longo alcance.
O periódico publicou a informação também nesta terça-feira, com base em relatos de “pessoas informadas sobre as discussões”. Segundo o texto, Trump queria que os russos “sentissem a dor” e perguntou a Zelensky: “você pode atingir Moscou? … você pode atingir São Petersburgo também?”.
“Com certeza. Podemos, se você nos der as armas”, teria respondido o mandatário ucraniano na conversa realizada em 4 de julho.
O jornal britânico ainda escreveu que o diálogo “marca um afastamento acentuado da posição anterior de Trump sobre a guerra e sua promessa de campanha de acabar com o envolvimento dos EUA em conflitos estrangeiros”.
Por fim, Leavitt afirmou que o periódico “desviou a discussão totalmente fora do contexto”. “O presidente Trump estava apenas fazendo uma pergunta, não incentivando mais mortes. Ele está trabalhando incansavelmente para impedir a matança e acabar com esta guerra”, justificou a porta-voz.
Quando o ex-presidente dos EUA, Joe Biden (2021-2025), autorizou que a Ucrânia usasse de mísseis norte-americanos de longo alcance para atacar a Rússia, em novembro passado, Trump criticou a medida, prometendo que a reverteria durante seu mandato. A promessa não foi realizada e a autorização segue em vigor.
*Opera Mundi
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