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Política

O que levou Alcione ser exaltada após prisão domiciliar de Bolsonaro

Alcione passou a ser exaltada nas redes sociais desde que foi decretada a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro (PL), nesta segunda-feira, 4. Isso porque ela prometeu “fazer uma macumba” contra Donald Tump, ao qual o ex-presidente do Brasil é fiel aliado. Em participação no É de Casa, no sábado, 2, a cantora declarou: “Quero mandar um recado para o Trump: ele precisa deixar o Brasil em paz. Larga o Alexandre de Moraes, nosso ministro maravilhoso.

Eu hoje saindo daqui vou fazer uma macumbinha para o Trump. Aqui nessa terra tem uma coisa que ele não tem lá, macumba. Será que a macumba deles é boa? Vou fazer uma macumbinha para ele deixar o Brasilem paz”, reforçou.

Dois dias após a declaração, Bolsonaro teve a prisão domiciliar decretada. Na web, os internautas lembraram a coincidência e resgataram o vídeo recente de Alcione, afirmando que a macumba da maranhense causou “efeitos diversos”.

*Veja


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Política

Eduardo Bolsonaro quer a todo custo que Trump aplique novas sanções a Moraes

O “ajuda meu pai” sairá caro para Eduardo. É questão de tempo.

deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) se reuniu com representantes do Departamento de Estado dos Estados Unidos para discutir as sanções financeiras impostas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, com base na Lei Magnitsky, adotada durante o governo de Donald Trump.

De acordo com a coluna de Bela Megale no Globo, Eduardo apresentou traduções de reportagens da imprensa brasileira que, segundo ele, mostram como os bancos nacionais interpretam o alcance da sanção. De acordo com o parlamentar, o entendimento das instituições financeiras seria de que apenas operações em dólar estariam bloqueadas, permitindo movimentações em reais.

Segundo o que relatou aliados, Eduardo Bolsonaro afirmou que autoridades do governo Trump avaliam emitir um comunicado oficial aos bancos brasileiros para reforçar a extensão das sanções ou, até mesmo, adotar medidas punitivas contra as instituições que não cumprirem a restrição.

Eduardo Bolsonaro geraram forte reação no Supremo Tribunal Federal. Durante a reabertura dos trabalhos do Judiciário, nesta sexta-feira (1º), ministros da Corte saíram em defesa de Alexandre de Moraes e criticaram duramente a articulação internacional promovida pelo deputado.

STF reage fortemente

Sem citar nomes, o decano do STF, ministro Gilmar Mendes, classificou a ação como um “ato de lesa-pátria” e afirmou que “não é segredo para ninguém que os ataques à nossa soberania foram fomentados por radicais”. Ele completou: “Um deputado, na linha de frente do entreguismo, fugiu covardemente para os Estados Unidos para fomentar ataques ao STF”.


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Brasil Mundo

Arregou: ‘Lula pode conversar comigo quando quiser’, diz Trump sobre tarifaço

Presidente dos EUA sinaliza abertura para negociações diretas, mas afirma que ‘pessoas que comandam Brasil fizeram coisas erradas’

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (01/08) que aceita conversar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre as tarifas impostas pela Casa Branca a qualquer momento que o brasileiro quiser.

Em entrevista a jornalistas em Washington, ele foi questionado se estaria aberto a rever a sobretaxa de 50% cobrada sobre as exportações brasileiras em negociação direta com Lula.

“Ele pode falar comigo quando quiser. Vamos ver o que acontece, mas eu amo o povo do Brasil”, disse Trump.

Novamente questionado sobre a extensão da taxa definida por ele, a maior entre todos os parceiros comerciais dos EUA, o presidente americano complementou dizendo que “as pessoas que estão comandando o Brasil fizeram a coisa errada”.

Essa foi a primeira declaração de Trump sobre a disputa com o Brasil desde que assinou, na última quarta-feira (30/07), a ordem executiva para impor as tarifas comerciais que afetarão mais da metade das exportações brasileiras aos EUA.

Segundo a Casa Branca, as ações do governo brasileiro são uma ameaça “incomum e extraordinária à segurança nacional, à política externa e à economia dos EUA”. Quase 700 produtos, porém, ficaram isentos da barreira tarifária, que entrarão em vigor em 7 de agosto.

Lula se diz aberto ao diálogo
Nas redes sociais, Lula respondeu ao aceno de Trump e se disse aberto ao diálogo, mas reforçou que “quem define os rumos do Brasil são os brasileiros”.

“Neste momento, estamos trabalhando para proteger a nossa economia, as empresas e nossos trabalhadores, e dar as respostas às medidas tarifárias do governo norte-americano”, escreveu o presidente no X.

A jornalistas, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que a “recíproca é verdadeira” para uma conversa com Trump. “O presidente Lula estaria disposto a receber um telefonema dele quando ele quisesse também. E, conforme eu já disse anteriormente, é muito importante a gente preparar esse encontro, essa conversa”, disse Haddad.

Em declarações anteriores, o presidente brasileiro criticou o que chama de “chantagem inaceitável” por parte de seu homólogo americano. Em diferentes declarações, disse que Trump se considera o “imperador do mundo” e reiterou que não obedecerá ordens vindas do exterior.

Lula tem reiterado que o Brasil tenta negociar com Washington desde que as primeiras tarifas globais foram anunciadas por Trump. Em entrevista ao jornal americano The New York Times, argumentou que seus ministros têm encontrado portas fechadas na Casa Branca para desfazer o impasse.

No entanto, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, chegou a ser recebido pelo secretário de Estado americano, Marco Rubio, em Washington, para uma conversa inicial sobre o posicionamento dos dois países sobre o tema na última quarta-feira.

Também em Washington, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), afirmou que Lula já sinalizou que estaria disposto a negociar diretamente com Trump, mas que quer ser respeitado.

“Por mim, a possibilidade [de diálogo] está aberta, não tenho nenhum problema de dizer isso em nome do presidente Lula. É só organizar”, disse Wagner.

Moraes rebate Trump
O governo dos EUA também anunciou uma sanção contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, relator dos processos contra a tentativa de golpe de Estado no Brasil e que tem entre os réus o ex-presidente Jair Bolsonaro.

A medida foi rebatida por Moraes nesta sexta-feira, em sessão no STF. Ele afirmou que pretende ignorar as sanções e que a Corte não se submeterá a crivo estrangeiro em seus julgamentos.

*Opra Mundi

*Fotoarte: Portofino


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Brasil Mundo

Importância dos EUA para o Brasil é menor do que Trump pensa, diz Nobel de economia

Para Paul Krugman, Trump “pensa que manda no mundo, mas, sem querer, está dando uma lição sobre os limites do poder norte-americano”

O vencedor do prêmio Nobel de Economia Paul Krugman citou, mais uma vez, as excentricidades das ameaças tarifárias dos Estados Unidos contra o Brasil para criticar o presidente norte-americano Donald Trump.

Krugman, que já defendeu até o impeachment de Trump pelo uso político das tarifas no caso brasileiro, voltou a afirmar nesta sexta-feira, 1, que o confronto com o Brasil é o mais “descarado” – dentre vários – caso de ilegalidade na política internacional trumpista e criticou o que identifica como arroubos anti-democráticos do líder republicano.

Além disso, destacou os impactos positivos que o embate acabou tendo na popularidade do presidente Lula e, ainda, defendeu que o poder de barganha que os EUA têm sobre o Brasil sequer é tão grande qua…

“Aparentemente, nós precisamos do que o Brasil nos vende, e esta é uma confissão implícita de que, ao contrário do que Trump sempre diz, são os consumidores americanos e não os exportadores estrangeiros quem paga a tarifa”, provocou o economista em uma publicação em seu blog pessoal. “O confronto com o Brasil ilustra de uma maneira especialmente nítida as ilegalidades da onda de tarifas de Trump. Ilustra também, porém, a distância que existe entre a quantidade de poder que Trump aparentemente pensa que tem e a realidade”, acrescentou.

Participação pequena

Krugman, que recebeu o Nobel em 2008 por seus trabalhos mostrando como o comércio exterior ajuda a ampliar a eficiência e a variedade de produtos aos países, argumenta que, a despeito de os Estados Unidos serem o segundo maior comprador do Brasil, sua participação, na prática, não é tão grande.  “Na verdade, nós não temos um papel tão relevante no panorama geral das exportações brasileiras”, disse, mostrando os principais números da nossa balança comercial.

Atualmente, os Estados Unidos respondem por cerca de 12% das exportações brasileiras, ficando atrás da China, com 28%, e até mesmo da União Europeia que, caso considerada em bloco, leva outros 13%. “Trump e os seus assessores realmente acreditam que vão conseguir forçar uma nação com mais de 200 milhões de pessoas a abrir mão dos seus esforços em defender a democracia sendo que 88% do que ela exporta vai para outros países que não os Estados Unidos?”, questiona Krugman.

Tarifa recorde

No início de julho, em uma nova leva de aumentos de tarifas para dezenas de países, Donald Trump anunciou que iria elevar o imposto sobre as importações brasileiras dos 10% inicialmente previstos, a alíquota mais baixa da lista, para 50% – a mais alta entre todos os parceiros retaliados.

Diferentemente do que acontece com os demais, o Brasil já é deficitário no comércio com os Estados Unidos, quer dizer, os americanos já vendem mais para nós do que nós para eles. O país governado por Lula também foi o único a ter o aumento tarifário vinculado a razões políticas – as justificativas, que incluíram também uma ofensiva contra o Pix e sanções ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes são baseadas no que Trump define como uma perseguição política ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Que Trump é um inimigo da democracia e da punição a tentativas autoritárias nós já sabemos. Para além disso, é extremamente ilegal que um presidente dos Estados Unidos use tarifas como uma maneira de tentar influenciar a política interna de outra nação”, diz Krugman. “Basicamente tudo o que Trump tem feito no comércio internacional é ilegal, mas, no caso do Brasil, isso é completamente descarado”

*Veja


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Mundo

Trump envia dois submarinos nucleares após provocação da Rússia

Ex-presidente russo Dmitry Medvedev criticou ameaças de sanção dos EUA e reiterou poder bélico de Moscou

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira (01/08) o envio de dois submarinos com capacidade nuclear às “regiões apropriadas” em resposta ao que considerou como “declarações altamente provocativas” do ex-presidente e atual vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, Dmitry Medvedev.

No dia anterior, o político aliado do líder russo Vladimir Putin, disse que Washington deveria lembrar que Moscou usufrui de um sistema soviético de retaliação nuclear criado na Guerra Fria, conhecido como “Mão Morta”. O aparato altamente destrutivo foi criado pela União Soviética para disparar mísseis nucleares automáticos caso uma liderança fosse morta pelo Ocidente.

“Ordenei que dois submarinos nucleares fossem posicionados nas regiões apropriadas, caso essas declarações tolas e inflamatórias sejam mais do que apenas isso”, escreveu o mandatário norte-americano na plataforma Truth Social. “As palavras são muito importantes e muitas vezes podem levar a consequências não intencionais, espero que este não seja um desses casos.”

De acordo com a agência de notícias russa TASS, o Pentágono não respondeu de imediato sobre a localidade exata em que os submarinos norte-americanos foram posicionados.

Ainda no começo desta semana, em 28 de julho, Medvedev havia comentado pela plataforma X que os ataques de Trump, que incluem sanções à Rússia caso o país não solucione a guerra na Ucrânia dentro de um prazo encurtado de 50 para 10 dias, tratam-se de “uma ameaça e um passo em direção à guerra”.

“Trump está jogando o jogo do ultimato com a Rússia: 50 dias ou 10”, escreveu Medvedev. “Ele deveria se lembrar de 2 coisas: 1. A Rússia não é Israel ou mesmo o Irã. 2. Cada novo ultimato é uma ameaça e um passo em direção à guerra. Não entre a Rússia e a Ucrânia, mas com seu próprio país.”

O jornal britânico The Guardian classificou o ex-presidente russo como “um ávido fã do X”, afirmando que Medvedev “costuma postar ataques agressivos e curiosamente formulados contra países e líderes ocidentais”.

Vale ressaltar que Putin não respondeu ao mais recente prazo dado por Trump. No entanto, nesta sexta-feira (01/08), o presidente russo afirmou que queria uma “paz duradoura e estável”.

“Precisamos de uma paz duradoura e estável em bases sólidas que satisfaçam tanto a Rússia quanto a Ucrânia e garantam a segurança de ambos os países”, disse em coletiva.

*Opera Mundi


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Brasil Mundo

New York Times: ‘Ninguém desafia Trump como o presidente do Brasil’

Lula foi claro e direto, sem piscar, em entrevista ao New York Times: “não aceito ordens de Trump”

Em destaque principal no site do NYT, Lula ganha protagonismo mundial com sua postura firme em favor da soberania brasileira.

Trump quer atingir o BRICS, mas sobretudo, a China por não ter bala comercial para impedir que os chineses tratorem os EUA.

Toda essa fumaça feita contra o Brasil sairá muito mais caro aos EUA do que ao Brasil, tanto que a imprensa mundial, incluindo a americana, dá razão a Lula e critica a falta total de critérios de Trump para tentar, inutilmente, colocar um mata-burro na economia da China.

Na verdade, Bolsonaro, usado como boi de piranha por Trump, por este não ter apreço nenhum com Bolsonaro, só vai complicar ainda mais a vida do criminoso que já se encontra inelegível e de tornozeleira.


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Brasil Mundo

Pelo New York Times, Lula manda recado a Trump: ‘Brasil não será submisso’

“Em nenhum momento o Brasil vai negociar como se fosse um país pequeno diante de um país grande”, disse o presidente em sua primeira entrevista ao jornal americano em 13 anos

Às vésperas da entrada em vigor da sobretaxa de 50% sobre produtos brasileiros, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou duramente a decisão do presidente dos Estados Unidos Donald Trump. Em entrevista ao New York Times, Lula afirmou que o Brasil não teme a medida, mas exige ser tratado com respeito.

“Tenham certeza de que estamos tratando isso com a máxima seriedade. Mas seriedade não exige subserviência”, afirmou, para em seguida completar: “Trato todos com muito respeito. Mas quero ser tratado com respeito”.

O presidente brasileiro afirma ainda que Trump “talvez não saiba que aqui no Brasil o Judiciário é independente”, em referência às justificativas apresentadas pelos EUA para aplicar a tarifa de 50% ao Brasil a partir de sexta-feira (dia 1º) — a maior taxa entre todos os países do mundo que receberam retaliações americanas — de que o Supremo Tribunal Federal (STF) estaria fazendo uma “caça às bruxas” ao julgar o ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado.

Lula diz ainda que o Brasil “não vai negociar como se fosse um país pequeno diante de um país grande”:

“Sabemos do poder econômico dos Estados Unidos, reconhecemos o poder militar dos Estados Unidos, reconhecemos a dimensão tecnológica dos Estados Unidos. Mas isso não nos dá medo, isso nos causa preocupação”.

O presidente brasileiro destaca ainda, na entrevista, que os consumidores americanos é que vão pagar a conta da tarifa contra o Brasil, com produtos como café, carne suco de laranja e outros ficando mais caros.


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Política

O porco x o mal lavado

A direita segue tropeçando no próprio pé quando não na própria língua. Eduardo x Tarcísio animam o suicídio bolsonarista.

Eduardo Bolsonaro não para de postar idiotices desconexas para atacar o desconexo Tarcísio, num festival inacreditável e criação de lambanças digitais e analógicas.

cada postagem, o bananica adiciona uma bestagem a mais. É um nonsense total.

O que ele não aceita é que Tarcísio crie asas de ganso no episódio de rapapé dos EUA-Trump.

A glória de puxar o tapete do Brasil é dos Bolsonaro, grita o vigarista 03.

Em certa medida, destrói a língua de trapo do governador de São Paulo, Tarcísio, que comemorou a cangalha mais pesada que Trump colocou nas costas dos paulistas.

Deu ruim, ele tentou voltar, mas acabou “fondo”

O fato é que o burro tropica pelo cabresto de Bolsonaro pai. O filho, um trotão mental querendo montar, em pelo, no animal que governa SP, ainda consegue piorar colocando veneno no caminho do burro, numa espécie de matadouro político.

Que se matem!
Um, não vale nada. O outro, não vale o um.


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Brasil

Após revelação da ambição de Trump, Lula anuncia política de exploração das terras raras

O deputado federal Reginaldo Lopes propôs a criação de uma Frente Parlamentar Mista em Defesa das Terras Raras, Minerais Críticos e Estratégicos

Após a veiculação do interesse do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nas terras raras brasileiras, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou uma política de exploração do segmento, durante a cerimônia da inauguração de usina a gás natural no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (28).

“Ele não acredita na política do país, nas coisas que estão acontecendo no país. Ninguém joga dinheiro fora, muito menos quem tem muito dinheiro”, afirmou Lula. “Inventaram uma coisa nova chamada minerais críticos. Aí o pessoal fala terra rara. Tudo isso é coisa nova. Fiquei sabendo que os EUA vai ajudar a Ucrânia mas quer ter privilégios nos minerais. Li que os EUA tem interesse nos minerais críticos do Brasil. Ora, se é crítico, vou pegar ele pra mim. Porque vou deixar ele pegar? Então estamos construindo uma parceria dentro do governo. Vamos fazer primeiro um levantamento de todo tipo de riqueza que o país tem em todo seu solo e subsolo”, completou.

Aliado a isso, o líder do PT na Câmara dos Deputados, deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG), propôs a criação da Frente Parlamentar Mista em Defesa das Terras Raras, Minerais Críticos e Estratégicos. A proposta visa articular uma política pública robusta que coloque o Brasil como ator global nas cadeias produtivas de tecnologias limpas, energias renováveis e defesa nacional, tendo em vista que o Brasil é a terceira maior reserva mundial de terras raras.

“Esses minerais são centrais para a transição energética e a quarta revolução industrial. Precisamos parar de exportar matéria-prima bruta e começar a liderar a economia do futuro com inovação e soberania”, afirma Lopes.

Tecnologia, soberania e empregos qualificados
O requerimento destaca que os minerais críticos são insubstituíveis na fabricação de produtos estratégicos como turbinas eólicas, motores de alto desempenho, celulares, veículos elétricos, painéis solares e equipamentos de telecomunicação.

A proposta do deputado demonstra que a prospecção mineral no Brasil cobre apenas 29% do território nacional, o que dificulta o planejamento soberano sobre os recursos. A Frente Parlamentar pretende propor políticas para ampliar esse mapeamento, incentivar refino e beneficiamento nacional, e criar polos industriais tecnológicos com foco em sustentabilidade e agregação de valor.

“Esse projeto é sobre disputar o futuro. Não podemos seguir dependentes de commodities tradicionais enquanto o mundo disputa quem lidera a produção de tecnologia verde”, diz Lopes. “A transição energética global já começou. O Brasil tem tudo para liderar esse processo, mas para isso precisa tomar decisões políticas sérias e com visão de futuro”, conclui o parlamentar mineiro. Com Forum.

Eixos da proposta
A exploração estratégica das terras raras e minerais críticos, segundo o deputado, pode:

  • Atrair investimentos públicos e privados para a nova mineração;
  • Estimular polos industriais e parques tecnológicos;
  • Gerar empregos qualificados e diversificar a matriz econômica;
  • Reduzir a dependência de importações de alta tecnologia;
  • Proteger a soberania nacional em um cenário geopolítico cada vez mais competitivo;
  • Integrar políticas de sustentabilidade e segurança mineral.
  • Articulação ampla

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Política

A ordem nas redações da grande mídia é, se Lula é a favor do Brasil, nós somos contra

Quanto mais a mídia se depara com a realidade de não ter candidato para enfrentar Lula em 2026, mais escolhe o lado de Trump e EUA na guerra das tarifas.

A mídia vestiu a indumentária bolsonarista e desinforma a população jogando nas costas de Lula a responsabilidade da tarifa de Trump contra o Brasil.
O crescimento eleitoral de Lula e o aumento de sua popularidade, alertaram a mídia para um inevitável 4º mandato do presidente.

O pânico aumentou quando, numa dose máxima de realidade, verificou-se que Lula não tem e não terá candidato da direita para enfrentar em 2026

Agora, a ordem é adicionar o nome de Lula na lista dos “culpados” pela tarifa de 50% que Trump quer enfiar no Brasil.

Como sempre, a mídia edita a verdade visando produzir ângulos sobre o mesmo fato para que este possa ser entendido pela opinião pública a partir de seus interesses ideológicos, todos voltados a defender o neoliberalismo bíblico.


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