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Lava Jato: Gabriela Hardt arquivou suspeições contra ela própria após pegar processos do gabinete de Appio em segredo

Revelação de Eduardo Appio consta em novo livro de Sálvio Kotter

O primeiro encontro entre Rodrigo Tacla Duran e o juiz Eduardo Appio, titular da 13ª Vara Federal de Curitiba, revelou o comprometimento dos funcionários com os interesses da Lava Jato. No livro “Tudo por dinheiro: A ganância da Lava Jato segundo Eduardo Appio”, Sálvio Kotter narra que Appio dedicava terças-feiras para atender a advogados de casos da Lava Jato. Durante uma audiência solicitada por Tacla Duran, que defendia a própria causa, ele alertou Appio sobre a juíza substituta Gabriela Hardt, que estaria atuando em seus processos.

Appio, cético, considerou a afirmação absurda, já que a atribuição dos processos da Lava Jato era exclusiva do juiz titular. Tacla Duran já era conhecido por ter denunciado, em 2017, uma tentativa de suborno por parte da Lava Jato. Ele alegou que Carlos Zucolotto, padrinho de Moro, exigiu R$ 5 milhões para facilitar um acordo de delação. Desde então, Tacla Duran reside na Espanha, tentando anular as ações contra ele.

Com a saída de Moro, a responsabilidade sobre o caso foi para Gabriela Hardt, que, segundo Appio, teria agido de forma ilegal ao retirar os processos de Tacla Duran para seu gabinete na Quarta-feira de Cinzas de 2023, enquanto Appio despachava normalmente. Naquele dia, sua assessora, Vanessa, entregou a Hardt documentos que Tacla Duran havia apresentado, apontando sua suspeição. Esses documentos indicaram que a juíza estava envolvida em conluio com o Ministério Público, afetando sua imparcialidade no julgamento do caso de Tacla Duran.

Os processos foram retirados do gabinete do juiz Appio e entregues a Gabriela Hardt, que arquivou as exceções de suspeição contra si e manteve tudo sob sigilo, sem que Appio fosse informado. Ao descobrir a situação, ele convocou sua assessora e o diretor de secretaria para apurar os fatos, e ficou surpreso ao constatar a veracidade das alegações de Tacla Duran. Com isso, Appio perdeu a única assessora disponível para ajudá-lo na 13ª Vara, anulou as decisões de Hardt e permitiu o prosseguimento das exceções de suspeição. Ele concluiu que Hardt agia como uma “extensão de Moro” na 13ª Vara, buscando garantir que Tacla Duran fosse preso e não ouvido pela Justiça.

O livro menciona que Hardt ganhou notoriedade ao condenar Lula no caso do Sítio de Atibaia, mas enfrentou críticas ao ser acusada de usar parte da sentença do caso Triplex, escrita por Moro. Appio também relatou que Hardt teve dificuldades para passar no concurso de juíza, sendo reprovada na prova de sentenças. Ela recorreu da nota à Justiça, com a ajuda da juíza Bianca Arenhart, que é citada por Hardt como responsável por seu sucesso no recurso.

Mais tarde, Arenhart se destacou por tentar impedir a remoção de Appio para a 13ª Vara, atacando a honra de seu pai. Atualmente, Hardt aguarda a decisão da Procuradoria-Geral da República sobre sua possível denúncia por envolvimento em uma organização criminosa associada à Lava Jato, que teria criado um esquema de recirculação de dinheiro com acordos de leniência. O Conselho Nacional de Justiça já votou a favor da abertura de um processo disciplinar contra ela, que foi afastada da 13ª Vara.

*Com informações do GGN

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Malafaia diz que ninguém queria dar golpe, mas chama de frouxos os generais que não aderiram ao golpe

Falar merda até papagaio fala.

Mas confessar que tentaram dar o golpe e só não aconteceu porque os generais não toparam, como, aos berros histriônicos, Malafaia confessou, chamando os generais de frouxos, aí é caso de cadeia.

Não só pela confissão de tentativa de golpe, como incitação ao golpe.

Eu não sabia que basta ter uma carteirinha de pastor, que qualquer pilantra, ladrão, vagabundo, pode falar o que quiser, quando quiser e de quem quiser, confessar crime e afrontar a constituição convocando as Forças Armadas para dar golpe, que nada acontece com o delinquente.

Foi isso que fez Malafaia, na Paulista, nesse último domingo e nada aconteceu com ele.

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Hugo Motta sobre a pressão por anistia: ‘não contem comigo para ampliar crise’

Presidente da Câmara rejeita dar prioridade ao projeto de anistia

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), comentou sobre a manifestação de apoiadores de Jair Bolsonaro na Avenida Paulista, que ocorreu no domingo (6). Apesar de não citar diretamente a proposta de anistia aos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro de 2023, Motta enfatizou a importância de abordar a questão com “serenidade e responsabilidade”, evitando intensificar a tensão entre os Poderes.

Ele defendeu uma sensibilidade para corrigir possíveis excessos nas punições, ressaltando a necessidade de encontrar soluções responsáveis sem agravar a crise institucional atual. O deputado rejeitou pressões das ruas e da Câmara, afirmando que não cederá a movimentos que possam desestabilizar as instituições.

O pastor Silas Malafaia, um dos organizadores do ato, criticou Motta por sua influência na resistência dos líderes partidários em acelerar a tramitação da proposta de anistia, que enfrentou oposição, inclusive entre o Centrão. O impasse não se deveu apenas à falta de apoio de Motta, mas também ao estilo “autoritário” do líder do PL, Sóstenes Cavalcante.

Ao ser questionado sobre ofensas recebidas, Motta se limitou a dizer que já havia se manifestado e não fez mais comentários. Em um discurso na Associação Comercial de São Paulo, ele reiterou que a Câmara não deve se restringir a uma única pauta, afirmando que “o Brasil é muito maior que isso”.

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Vídeo: Hugo Motta põe PL da anistia debaixo do tapete e envia duro recado aos bolsonaristas

Presidente da Câmara afirmou que o projeto que visa perdoar os golpistas do 8 de janeiro não é uma “prioridade”.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), participou no sábado de um evento em torno da PEC 66, que visa estabelecer novo prazo de parcelamento para os débitos dos municípios com a Previdência. Na ocasião, ele foi questionado por jornalistas sobre o PL da anistia.

Dessa maneira, Hugo Motta deixou claro que o PL da anistia não é uma matéria de interesse do Brasil e que há outras propostas mais importantes para serem discutidas e votadas, e que são de interesse do país, e não apenas de um grupo específico — no caso, os bolsonaristas.

“Quem se dispõe a presidir a Câmara dos Deputados tem que entender que aquela é uma função de muitos interesses legítimos de partidos que serão trazidos e colocados. Vamos com muita cautela, muita serenidade, conduzir essa discussão [anistia aos golpistas]. O Partido Liberal, o PL, está colocando a anistia como prioridade, é um direito do partido colocar, é um direito do partido obstruir e é um direito do presidente da Câmara lutar para que a pauta não fique obstruída”, iniciou Hugo Motta.

Em seguida, Hugo Motta enviou um duro recado para Bolsonaro e para o PL. “Nós temos outros projetos importantes também. Não dá pra achar que a pauta de um partido só é a única pauta que é interessante para o país. Nós temos outras pautas importantes, como o projeto de lei da reciprocidade, que nós aprovamos, que posiciona o Brasil numa condição de se autodefender dessas novas tarifas americanas, que o governo americano anunciou esta semana. Então, é dessa forma que nós vamos conduzir a Casa: com equilíbrio, com firmeza e sempre buscando colocar os interesses do país à frente de qualquer interesse político e interesse pessoal”, concluiu.

Confira:

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Chorume da direita mostra sua total decadência no beija-mão de um defunto político numa Paulista oca

Quem postou fotos de Bolsonaros ao lado de candidatos a candidatos à Presidência da República em 2026, fez promoção às avessas daquelas figuras toscas dependentes de um fracassado.

A direita, sem discurso, despencou mais que Bolsonaro.

O chorume da direita tenta viver uma vida dupla de adulação e repulsa com o falecido genocida, porque não tem vida própria.

Os lordes da direita “cordial” estão mais arruinados politicamente do que o falecido bolsonarismo, como se viu no beija-mão na Paulista, despovoada e traumatizada com a dura realidade

Não é Bolsonaro que não deixa a direita crescer, como vende a grande mídia, mas a direita é que não tem cacife para seguir um caminho próprio, porque não tem quadro para tanto. Faliu!

A patética disputa pela herança política de Bolsonaro como revelou a Paulista neste domingo, governadores e senadores de direita desesperados à caça de pulga magra.

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Pedágios, CPTM e isenção do IR mostram que paulistas erraram feio entre Tarcísio e Haddad

As três iniciativas que dominaram as discussões da semana passada evidenciam as divergências entre os dois blocos políticos em conflito no Brasil. O governo Lula, representado pelo ministro Fernando Haddad, anunciou a isenção do Imposto de Renda para milhões de brasileiros com baixa renda. Em contrapartida, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, enfrenta dificuldades para explicar um polêmico pacote de pedágios que será implementado no interior do estado, além de tentar justificar a privatização das novas linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), que levanta preocupações após o fracasso da Via Mobilidade.

No interior de São Paulo, aumentaram as reclamações sobre os pedágios que serão introduzidos na região do Circuito das Águas, afetando 33 cidades com mais de 30 pórticos. Essa insatisfação se intensifica após queixas relacionadas aos pedágios da região de Mogi das Cruzes e da Baixada Santista, onde as cobranças começarão em novembro. Quanto aos trens, manifestantes invadiram a Secretaria de Transporte Metropolitano em protesto contra a proposta de privatização que poderia se expandir para mais linhas, após falhas recorrentes e quebras nas linhas 8 e 9 na Grande São Paulo. Tarcísio está considerando expandir esse modelo para as linhas 11, 12 e 13 da CPTM.

Enquanto Tarcísio adota medidas que encarecem o transporte público em São Paulo, o governo Lula busca aliviar o custo de vida dos cidadãos em nível nacional. A proposta de aumento da isenção do Imposto de Renda feita por Haddad ganhou apoio até mesmo de parlamentares da direita, ao passo que Tarcísio não demonstra disposição em promover melhorias para pessoas em situação financeira difícil. Essa contradição nas abordagens revela um aspecto importante do debate político atual.

Essas propostas ressaltam a disparidade entre Tarcísio, associado ao bolsonarismo, e Haddad, representante do lado progressista. A isenção do Imposto de Renda promove uma justiça fiscal ao fazer uma cobrança mais elevada sobre aqueles que têm mais, e menos sobre os que têm menos, o que pode ajudar a mitigar a desigualdade social. Em contraste, as privatizações defendidas por Tarcísio tendem a encarecer os serviços públicos, exacerbando a exclusão social e ampliando a desigualdade, funcionando como uma forma de tributação regressiva.

Esse modelo de concessões, ao transferir a responsabilidade de serviços essenciais do Estado para empresas privadas, provoca um aumento nos custos por conta da necessidade de retorno financeiro dessas empresas. Mesmo com subsídios governamentais, como os observados nas linhas 4, 5, 8 e 9, o encarecimento dos serviços é inevitável. O serviço público, sob administração estatal, consegue manter custos mais baixos, enquanto as empresas privadas costumam elevar esses custos, exigindo mais do usuário no momento do uso, semelhante a tributações sobre o consumo que desconsideram a capacidade financeira dos cidadãos.

Em suma, as iniciativas discutidas na semana passada evidenciam uma divisão clara entre abordagens progressistas e conservadoras em relação à política fiscal e ao gerenciamento de serviços públicos no Brasil, refletindo como as decisões políticas impactam diretamente o cotidiano da população.
A proposta de Tarcísio para implantar pedágios em rodovias revela a hipocrisia de suas promessas eleitorais. Durante a campanha, ele afirmou em diversos eventos que não imporia pedágios nas rodovias locais, mas com seu projeto atual, fica claro que isso não é viável se o objetivo é privatizar. Para que as privatizações sejam sustentáveis, é fundamental expandir a rede de pedágios e aceitar os aumentos constantes nas tarifas de transporte, tanto em ônibus quanto em trens, que são comuns em administrações que não se preocupam com a justiça social.

As justificativas apresentadas por Tarcísio evidenciam o erro de sua abordagem, especialmente se comparadas às propostas do Ministro Haddad. Em uma entrevista, Tarcísio questionou: “Como vou investir R$6 bilhões nessas rodovias de outro jeito?”. Embora tenha um orçamento de R$375 bilhões, maior que o PIB de países como Colômbia, Chile, Hong Kong ou Portugal, ele opta por não utilizar esses recursos para tal fim e parece incapaz de identificar alternativas orçamentárias.

A visão política de Tarcísio não inclui a busca por formas de tributação que sejam mais justas, que taxem mais aqueles que possuem maior riqueza ou que sonegam impostos. Ele parece querer convencer a população de que as privatizações, que excluem pessoas do acesso aos serviços e aumentam a desigualdade social, são uma solução natural. Fica claro que suas políticas beneficiam prioritariamente os mais ricos, que seriam os mais afetados por uma verdadeira reforma.

Em contrapartida, Haddad se destaca como um exemplo de como abordar essas questões, buscando reduzir desigualdades. Sua intenção de combater a sonegação fiscal foi o primeiro passo, e sua proposta de aumentar as isenções do Imposto de Renda para quem ganha até R$5 mil mensais ressalta as diferenças entre sua abordagem e a de Tarcísio.

A visão retrógrada e limitada de Tarcísio deteriora as condições de vida em São Paulo. Além das questões econômicas e de desigualdade, seu governo afeta negativamente o serviço de transporte. A falta de planejamento e investimentos adequados faz com que todas as iniciativas sejam vistas como “ativos a serem privatizados”, sem priorizar o transporte coletivo em detrimento do individual, ou procurar tarifas de pedágio mais justas. Isso contraria a orientações da Lei Federal que preveem um plano integrado de ferrovias e transporte coletivo, segundo Rafael Calabria, Forum.

A deterioração do transporte público e o aumento das tarifas vêm ocorrendo há anos. A pergunta que fica é: será que os paulistas, como o sapo em uma panela que se aquece lentamente, só perceberão o problema quando já for tarde demais? Os aumentos graduais e a deterioração dos serviços ocultam a exclusão gerada pelos pedágios, limitando as viagens e isolando cidades interioranas. A reflexão necessária é: quando finalmente despertaremos para essa realidade?

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“extrema direita fracassa novamente em sua sórdida tentativa de desestabilização”, diz Jorge Messias sobre ato de Bolsonaro

O ministro-chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, usou as redes sociais neste domingo (6) para se manifestar após o ato promovido pela extrema direita na Avenida Paulista, em São Paulo-SP. O protesto, que contou com a presença de Jair Bolsonaro, além de governadores e deputados da oposição, teve como foco a defesa do projeto que tramita na Câmara dos Deputados e que propõe anistiar os envolvidos nos atos golpistas de 8 de Janeiro.

Na postagem, Messias qualificou o evento como “Parada Brasil do Atraso” e disse que o ato é “um desserviço à população brasileira e uma afronta às nossas instituições”.

Ele também cobrou dos bolsonaristas que apresentem propostas para melhorar a vida do povo brasileiro e avaliou que o protesto foi mais um “fracasso” da extrema direita “em sua sórdida tentativa de desestabilização das instituições democráticas”.

Por Jorge Messias, no XA Parada Brasil do Atraso é um desserviço à população brasileira e uma afronta às nossas instituições. É capitaneada por extremistas e falsos moderados, numa salada sem identidade e sem rumo.

Enquanto no Brasil real o povo está voltado para trabalho, emprego e renda, e preocupado com as consequências do tarifaço global dos Estados Unidos, o Brasil paralelo da extrema direita promove uma agenda absolutamente desvirtuada das demandas urgentes do país.

Não vi bandeiras em defesa de nossa soberania, de nossos trabalhadores e empresários, ou de projetos fundamentais ao povo, como o da isenção do IR para quem ganha menos de 5 mil reais e que beneficia mais de 20 milhões de brasileiros.

Por isso, mais uma vez a extrema direita fracassa em sua sórdida tentativa de desestabilização das instituições democráticas. 247.

O Brasil é dos brasileiros 🇧🇷

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Marinha desmente ataque a helicópteros propagado por Carlos Bolsonaro

Carlos Neves, prefeito de Niterói, também desmentiu notícia falsa propagada pelo vereador e filho do ex-presidente.

O vereador Carlos Bolsonaro (PL) — que já anda enrolado no STF nos inquéritos das fake news e das milícias digitais –, compartilhou uma notícia falsa, no sábado (5), sobre um suposto ataque a tiros a seis helicópteros da Marinha que sobrevoavam a cidade de Niterói durante um treinamento militar.

O filho 02 do ex-presidente Jair Bolsonaro reproduziu um vídeo com som intenso de tiros no momento em que as aeronaves cruzavam o bairro do Caramujo, seguido de uma mensagem velada, que tentava colocar o pai como vítima de perseguição política.

“Enquanto eles ficam perseguindo quem não faz nada, o terrorismo avança livremente. Só coincidência”, escreveu.

https://www.instagram.com/reel/DIEloYcgx5u/?utm_source=ig_web_button_share_sheet&igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==

Prefeito de Niterói também desmente ataque
O comando da Marinha e o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, correram para desmentir o boato, que teria sido criado com o uso de Inteligência Artificial (IA). Nas imagens, não é possível ver a fumaça dos tiros e nem o som dos helicópteros, apenas o barulho dos disparos, o que reforça a hipótese de manipulação.

Em nota à imprensa, a Marinha do Brasil disse que “não houve a percepção de tiros, conforme vídeo que circula nas mídias sociais”.

O comunicado acrescenta que os helicópteros mantinham um padrão de voo previamente estabelecido, compatível com as normas de segurança e com os órgãos de controle de tráfego aéreo.

ataque

*Tempo Real

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Malafaia defende Glauber Braga e enfurece bolsonaristas

Pastor Silas Malafaia surpreende aliados ao se opor à cassação do deputado do PSOL, gerando revolta entre apoiadores de Bolsonaro.

O pastor Silas Malafaia, na véspera do ato que organiza em São Paulo pela anistia aos golpistas e a Jair Bolsonaro, expôs um posicionamento que vem deixando bolsonaristas revoltados.

Malafaia se colocou contra a cassação do deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ), alvo de um processo na Câmara. Apesar de se referir ao parlamentar de esquerda como “asqueroso, nojento e linguarudo”, o pastor disse que ele não merece ser cassado.

“AO DEPUTADO GLAUBER BRAGA DO PSOL ! Você é um camarada asqueroso, nojento e linguarudo , que já me caluniou e difamou . Minha consciência e caráter não dependem do que as pessoas são , fazem e falam . É um absurdo querer cassar seu mandato pelas asneiras que você falou . Você merece uma punição . CASSAR SEU MANDATO , NÃO”, escreveu Malafaia.

A publicação deixou bolsonaristas revoltados. Muitos acusam o pastor Silas Malafaia de estar fazendo “jogo duplo”, conforme é possível observar nos comentários da postagem. Com Forum.

Confira a íntegra do discurso de Glauber Braga:

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O silêncio da grande mídia sobre desvios bolsonaristas mantém a alienação extremista

O silêncio operado pela mídia corporativa é o ato ideológico mais grave e podre na manutenção da alienação promovida pela (extrema) direita.

É quem impede a consciência sobre os desvios do bolsonarismo e normaliza a nocividade por trás de violências contra o país e o brasileiro.

A ocultação tem método e propósito – blinda os aliados para respaldar um modelo compartilhado de sociedade sob cabresto do mercado.

Ou seja: elitista, desigual e concentrador – em essência, desumano, antipopular e antinacional.

A omissão sobre a matança de crianças e jovens pela violenta polícia de Tarcísio de Freitas e a cogitação de golpe por Ciro Nogueira é ilustrativa.

A mídia atenua ou esconde a fascistização em SP para fantasiar moderação de um sujeito notável pelo estímulo à selvageria policial.

Na bifurcação entre a vida de pobres e negros e a imagem do governador, não há hesitação – a mudez editorial sacrifica os descartáveis.

O menosprezo à confissão do senador em favor dos ricos segue a toada – cala o absurdo para naturalizar a mamata fiscal às custas de quem pouco tem.

A conivência anestesia a opinião pública e valida delírios bolsonaristas de eficiência e retidão – mentiras embrulhadas como virtude para recrutar fanáticos.

O silêncio midiático aliena – é um eco da podridão.

*Tiago Barbosa/247