Categorias
Uncategorized

Empresa de bolsonarista obriga funcionários a usar camisa pró-Bolsonaro

Funcionários de transportadora afirmam que foram obrigados a vestir camisa de apoio ao governo e a postar nas redes sociais.

Segundo Guilherme Amado, Metrópoles, empregados da Transportes Bertolini, em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, foram obrigados a vestir camisetas verde-amarelas com a inscrição “Meu partido é o Brasil”. Além disso, segundo relatos feitos à coluna sob a condição de anonimato, os funcionários foram instados a postar fotos nas redes sociais com a blusa.

Fundador e sócio administrador da empresa, Irani Bertolini já participou de eventos ao lado de Jair Bolsonaro e é simpático ao presidente. Irani integra a diretoria da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística, que concedeu uma medalha de “mérito do transporte” para Bolsonaro em 2021. Em dezembro, a entidade recebeu o deputado federal Eduardo Bolsonaro na sede da associação.

Irani Bertolini também defendeu Ricardo Salles quando o Ministério Público Federal apontou que o então ministro do Meio Ambiente seria responsável pelo desmonte dos órgãos ambientais do país. Em uma live, Bertolini disse ser “fã” de Salles.

A coluna não conseguiu contato com Irani Bertolini nem com a Transportes Bertolini. O espaço segue aberto a manifestações.

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Agradecemos aos que formam essa comunidade e convidamos todos que possam a fortalecer essa corrente progressista. Seu apoio é fundamental nesse momento crítico que o país atravessa para continuarmos nossa labuta diária para trazer informação e reflexão de qualidade e independência.

Caixa Econômica Agência: 0197

Operação: 1288

Poupança: 772850953-6

PIX: 45013993768 – CPF

Agradecemos imensamente a sua contribuição

Categorias
Uncategorized

Fala de Lula após os atos insanos de 7 de setembro, coloca Bolsonaro nas cordas

Bolsonaro, neste 7 de setembro, falou para o seu pasto. Pra variar, suas primeiras vítimas são sempre os cavalos.

Por isso, Bolsonaro fez questão de vestir a carapuça como representante máximo do machismo brasileiro, pilhando seu pastio com os três gritinhos, imbrochável, imbrochável, imbrochável, mostrando o que é a tal tradicional família brasileira para aquela legião de diabos que, inutilmente, foi, de maneira desesperada, tentar rebocar uma candidatura que revela um esgarçamento pesado e que, não é segredo para ninguém, anda mais trôpega do que nunca.

Depois do seu grande espetáculo de baixarias, comum às origens das trevas, Bolsonaro afundou em seu inferno, o bolsonarismo foi para sua toca e a mídia se encheu de críticas das mais variadas ao 7 de setembro particular de Bolsonaro, transformando o Brasil num estadinho sem a menor importância no planeta.

Lula, que até então, havia escrito poucas linhas no twitter, enquanto outros candidatos haviam gravado falas contra as atitudes de Bolsonaro, grava um vídeo que abriu uma verdadeira avenida na defesa de Bolsonaro e enfiou uma bola atrás da outra, num rodopio político que beira o genial.

Não só isso, a fala de Lula foi muito bem pensada, foi profissional, criando primeiro, uma linha de impedimento quando o ex-presidente deu um passo à frente e esvaziou totalmente o discurso de Bolsonaro, iniciando a partir de então, um contra-ataque fulminante que o levará às cordas até o dia 2 de outubro.

E por que podemos afirmar isso? Porque Lula conseguiu transmitir um conjunto de questões que Bolsonaro tem verdadeiro horror.

A fala de Lula não deixou espaço para Bolsonaro buscar uma saída. Foi literalmente um tratamento de choque a partir de uma ciência política muito bem manejada para, não só responder à emporcalhada fala de Bolsonaro em seu palanque, mas um contra-ataque que desaguou numa verdadeira armadura de gesso para Bolsonaro, pior, num novelo que amarrou os pés, as mãos e a boca do genocida que deve desaparecer da mídia por vários dias no momento em que mais precisará dela.

O melhor da excelente fala de Lula em que aparece sóbrio, elegante, seguro, muitíssimo bem articulado, foi desafiar o então presidente a parar de comparar o Brasil à Venezuela ou à Nicarágua, num desafio mortal de comparar o seu governo ao de Lula, coisa que sabemos, é tudo o que Bolsonaro não quer, porque o placar já vem pronto.

E se ainda existia alguma esperança de Bolsonaro tentar cinicamente utilizar o tema corrupção contra Lula, e Lula mostrou os dentes, expondo claramente a ele um arsenal inconteste de práticas de grossa corrupção e banditismo que foi reservado contra todo o clã, quando cita Queiroz e, por tabela, a própria Michelle, além os 107 imóveis, sendo que Lula carregou na ênfase dos 51 comprados com dinheiro vivo, dinheiro que Bolsonaro não tem como explicar a origem, coisa comum nos contraventores que praticam esse mesmo tipo de crime para lavar dinheiro.

Podem apostar, isso bateu como um tijolo na testa de Bolsonaro, empurrou-lhe para as cordas e dali não sai mais.

A conferir.

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Agradecemos aos que formam essa comunidade e convidamos todos que possam a fortalecer essa corrente progressista. Seu apoio é fundamental nesse momento crítico que o país atravessa para continuarmos nossa labuta diária para trazer informação e reflexão de qualidade e independência.

Caixa Econômica Agência: 0197

Operação: 1288

Poupança: 772850953-6

PIX: 45013993768 – CPF

Agradecemos imensamente a sua contribuição

Categorias
Uncategorized

A nova pesquisa presidencial do Datafolha

Uma nova pesquisa presidencial do Datafolha será divulgada na noite de sexta-feira, oito dias após a última feita pelo instituto. Será realizada em dois dias, entre amanhã e a própria sexta-feira. O instituto entrevistará presencialmente 2.676 pessoas acima de 16 anos em 191 cidades de todos os estados brasileiros. A margem de erro é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

Será a primeira pesquisa feita depois do 7 de Setembro bolsonarista e também da inflexão dos programas de rádio e TV do presidente, que passaram a adotar desde terça-feira uma pegada de ataques pesados a Lula.

O evento eleitoral de ontem do presidente serviu justamente para isso: propaganda de sua candidatura e demonstração de força. A pesquisa poderá dar alguma resposta sobre o quanto toda a movimentação de ontem foi útil para o imbrochável marido da princesa.

O levantamento poderá medir ainda o impacto no eleitorado do noticiário acerca da compra dos 51 imóveis em dinheiro vivo feita por Bolsonaro e familiares nas últimas décadas. De acordo com um monitoramento da própria campanha do presidente, o noticiário sobre essa farra imobiliária atingiu sua imagem.

Além de perguntas sobre intenção de voto para presidente da República, a pesquisa tentará medir o que pensa o brasileiro sobre temas correlatos: o grau de rejeição e de conhecimento do eleitor em relação a cada um dos candidatos e em quem ele pretende votar no segundo turno (neste caso, apenas com as opções de Lula e Bolsonaro).

Será avaliado também o grau de aprovação do brasileiro a respeito do governo Bolsonaro, e se o eleitor confia no presidente.

Há outras perguntas que também estão destinadas a suscitar respostas polêmicas. O Datafolha questionará o entrevistado a respeito de que candidato mente mais nesta campanha (e aquele que mente menos); qual deles defende mais a mulher (e quem mais a ataca); qual deles defende mais os cristãos (e qual os ataca mais); quem defende mais a democracia (e quem mais a ataca); e, finalmente, aquele que mais defende a família (e, claro, quem mais a ataca).

O instituto vai também medir o pulso da população em relação ao Auxílio Brasil de R$ 600. Vai perguntar se ele deve ser mantido em 2023 — e qual dos candidatos terá mais chance de mantê-lo no valor atual.

No último Datafolha, divulgado em 1º de setembro, mantinha-se o resultado das pesquisas de maio, junho e julho e agosto, ou seja, Lula (45%) aparecia com uma distância folgada em relação a Jair Bolsonaro (32%), embora ela tenha encurtado a cada novo levantamento.

*Lauro Jardim/O Globo

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Agradecemos aos que formam essa comunidade e convidamos todos que possam a fortalecer essa corrente progressista. Seu apoio é fundamental nesse momento crítico que o país atravessa para continuarmos nossa labuta diária para trazer informação e reflexão de qualidade e independência.

Caixa Econômica Agência: 0197

Operação: 1288

Poupança: 772850953-6

PIX: 45013993768 – CPF

Agradecemos imensamente a sua contribuição

Categorias
Uncategorized

Vídeo – Lula: “Bolsonaro me ataca, ao invés de explicar como juntou 26 milhões em dinheiro vivo para comprar 51 imóveis”

Em vídeo publicado nas redes sociais, o ex-presidente Lula, candidato a presidente do PT, comentou os atos convocados por Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, neste 7 de setembro.

Lula lembrou que “nunca utilizamos um Dia da Pátria para campanha eleitoral” e disse que Bolsonaro se aproveitou das celebrações do Bicentenário da Independência para o discurso de ódio.

“Ao invés de discutir os problemas do Brasil, Bolsonaro me ataca, ao invés de explicar como a sua família juntou 26 milhões em dinheiro vivo para comprar 51 imóveis. O Brasil precisa de amor, não de ódio”, enfatizou Lula.

Categorias
Uncategorized

Bolsonaro usa discurso de 7 de Setembro no RJ para inflar violência contra as esquerdas

A apoiadores, Bolsonaro chamou Lula de “quadrilheiro” e falou em “extirpar” principal adversário nas eleições da vida pública.

O presidente Jair Bolsonaro (PL) transformou o evento de 7 de Setembro na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, em um grande comício pela sua reeleição e aumentou o tom nos ataques à esquerda.

Bolsonaro citou o ex-presidente Lula (PT) em suas falas, afirmando que o principal adversário nestas eleições é “corrupto” e “quadrilheiro”. O líder de extrema-direita afirmou que gente como Lula deve ser “extirpada” e que, com “esquerdistas”, não há diálogo possível.

“Esse tipo de gente tem que ser extirpada da vida pública. Eu peço a vocês que não tentem convencer um esquerdista. Façam o contrário, fale para ele convencer você a ser esquerdista. Veja os argumentos dele, o que eles têm a falar para vocês”, disse o presidente a apoiadores.

“(Os esquerdistas) são cabeças vazias, pessoas que não têm nada a acrescentar. E depois, se ele tentar te convencer, diga para ele onde ele está errado, porque eu sou o presidente da república de 215 milhões de brasileiros”, ressaltou.

“Não adianta a esquerda nos atacar, não estamos do lado da Venezuela, tampouco do lado da Nicarágua, que prende padre, expulsa freiras e fecha rádios e televisões católicas”, afirmou o presidente aos seus apoiadores.

Bolsonaro ainda fez alusão a um “outro lado, que assina cartinhas, não respeita a nossa Constituição”, atacando os movimentos em defesa da democracia e do Estado Democrático de Direito e os abaixo-assinados divulgados no mês de agosto pela USP, Fiesp e outras instituições.

Notícias falsas a dar e a vender

O discurso bolsonarista também foi recheado de fake news, como ao afirmar que o Brasil é “referência ao mundo todo”.

“Ordenaram lá trás com a política do fique em casa a economia a gente vê depois: atendemos 68 milhões de pessoas com o auxilio emergencial”, disse Bolsonaro, criticando a política adotada por prefeitos e governadores para combater a pandemia de covid-19.

“Nosso povo estava condenado a passar fome, atendemos aos mais humildes, aos mais necessitados”, disse o presidente do país que voltou ao Mapa da Fome durante seu mandato.

Mesmo assim, Bolsonaro continuou inflando seus feitos ao afirmar que o país terá uma inflação “menor do que a da Europa, do que até mesmo os Estados Unidos” e, ecoando o discurso do ministro Paulo Guedes, afirmou que os números brasileiros “invejam o mundo tudo”.

“Hoje vocês sabem que o Brasil está decolando, o Brasil está no rumo certo, o Brasil hoje além de referência é admirado por todos os países”, disse o presidente que raramente viajou ao exterior para reuniões bilaterais, pois praticamente nenhuma autoridade quis recebe-lo.

Bolsonaro também afirmou que foi o governo dele o responsável por “levar água aos nossos irmãos nordestinos por meio da transposição do rio São Francisco”, mesmo que boa parte das obras tenha sido executada durante os governos petistas.

Mesmo com todos os casos de uso de dinheiro vivo para a compra de imóveis por sua família e pelo sigilo de 100 anos em diversas informações federais, Bolsonaro afirmou que “nosso governo respeita a população – são três anos e meio sem corrupção”.

Ideologia de gênero e contra o aborto

O presidente também manteve o discurso duro pela tradição, como a ala mais radical de seus apoiadores defende.

“Nós fomos um governo e sabemos que nosso estado é laico, mas o seu presidente é cristão”, disse Bolsonaro. “Nós defendemos a vida desde a sua concepção, não existe no nosso governo a ideia de legalizar o aborto”.

Além de afirmar que não pretende sequer discutir a legalização das drogas, Bolsonaro afirmou que “o nosso governo respeita crianças em sala de aula, não admitimos levar avante a ideologia de gênero” e que “a escola é lugar do garoto buscar conhecimento, educação quem dá é o pai e a mãe”.

*Com GGN

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Agradecemos aos que formam essa comunidade e convidamos todos que possam a fortalecer essa corrente progressista. Seu apoio é fundamental nesse momento crítico que o país atravessa para continuarmos nossa labuta diária para trazer informação e reflexão de qualidade e independência.

Caixa Econômica Agência: 0197

Operação: 1288

Poupança: 772850953-6

PIX: 45013993768 – CPF

Agradecemos imensamente a sua contribuição

Categorias
Uncategorized

Ministros do STF são “mortos” em manifestações bolsonaristas e carregados em caixões

Extremistas saíram às ruas neste 7 de setembro, dia da Independência do Brasil, com bandeiras como o fim do STF, em apoio a Jair Bolsonaro e contra as urnas eletrônicas.

Na avenida Paulista, no período da tarde, um grupo carregava um caixão com a foto do ministro do STF e presidente do TSE, Alexandre de Moraes.

Moraes recentemente expediu mandado de busca e apreensão em residências de empresários bolsonaristas, incluindo Luciano Hang, braço direito de Bolsonaro, que estavam tramando um golpe de estado caso Lula fosse eleito.

https://twitter.com/J_LIVRES/status/1567555368527532033?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1567555368527532033%7Ctwgr%5E9534de4d84acbd34efe73ee8ace5209667b2f13f%7Ctwcon%5Es1_c10&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.brasil247.com%2Fbrasil%2Fministros-do-stf-sao-mortos-em-manifestacoes-bolsonaristas-e-carregados-em-caixoes

*Com 247

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Agradecemos aos que formam essa comunidade e convidamos todos que possam a fortalecer essa corrente progressista. Seu apoio é fundamental nesse momento crítico que o país atravessa para continuarmos nossa labuta diária para trazer informação e reflexão de qualidade e independência.

Caixa Econômica Agência: 0197

Operação: 1288

Poupança: 772850953-6

PIX: 45013993768 – CPF

Agradecemos imensamente a sua contribuição

Categorias
Uncategorized

Alvo de operação da PF, Meyer Nigri recusa convite de Bolsonaro para o 7 de setembro

Empresário foi aconselhado a evitar exposição e desgaste com Supremo Tribunal Federal.

Segundo O Globo, o empresário Meyer Joseph Nigri, fundador da construtora Tecnisa, recusou o convite do presidente Jair Bolsonaro para participar da cerimônia de 7 de setembro em Brasília. O empreiteiro foi alvo de busca e apreensão da Polícia Federal (PF) sob a suspeita de compartilhar mensagens defendendo um golpe de Estado. A operação foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), com base em uma reportagem publicada pelo site Metrópoles.

Meyer foi um dos oito empresários investigados pela PF convidados por Bolsonaro para participar das comemorações do Bicentenário da Independência do Brasil. Outro deles foi Luciano Hang, dono da varejista Havan — que permaneceu ao lado do presidente durante boa parte do evento e acompanhou de perto o discurso do mandatário em cima de um trio elétrico.

Sob pressão, Nigri foi aconselhado por pessoas próximas a recusar o convite para evitar exposição e desgaste com o ministro Alexandre de Moraes. A pessoas próximas, o em foi Luciano Hang, dono da varejista Havan — que permaneceu ao lado do presidente durante boa parte do evento e acompanhou de perto o discurso do mandatário em cima de um trio elétrico.

Nigri entrou na mira da PF após ter repassado uma mensagem que “defendia a contagem paralela de votos nas eleições por uma comissão externa”. O empresário, segundo os investigadores, criticou três ministros do STF os quais acusou de “aumentar a desconfiança de fraudes preparadas por ocasião das eleições”. Ao rebater as suspeitas, os advogados do empreiteiro alegaram que Nigri rechaça “qualquer envolvimento com associação criminosa ou práticas que visam à abdicação do estado democrático ou preconizam golpe de Estado” e reafirma a sua “crença na democracia e seu respeito incondicional aos Poderes constituídos da República”.

De acordo com um relatório produzido pelo juiz auxiliar de Moraes, Nigri teria “apagado alguns conteúdos das suas redes sociais”, o que reforçaria a necessidade de o empresário ser alvo de busca e apreensão para evitar a ocultação de “dados importantes para a continuidade das investigações”. A pessoas próximas, o empreiteiro disse que só tem um perfil no Instagram no qual não costuma postar.

A operação envolvendo empresários bolsonaristas tem sido criticada pelo presidente e seus aliados. Na terça-feira, o chefe do Poder Executivo classificou a ação de busca e apreensão como “covardia” e disse que os alvos da investigação são “pessoas honradas”.

— Eu convidei os oito empresários para estarem comigo amanhã, aqui no 7 de Setembro. Se não for possível, que vão no Rio de Janeiro. Convidei. São pessoas honradas. Duas têm contato comigo — disse o presidente durante a sabatina na Jovem Pan. Bolsonaro mantém uma relação próxima com Nigri e Hang.

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Agradecemos aos que formam essa comunidade e convidamos todos que possam a fortalecer essa corrente progressista. Seu apoio é fundamental nesse momento crítico que o país atravessa para continuarmos nossa labuta diária para trazer informação e reflexão de qualidade e independência.

Caixa Econômica Agência: 0197

Operação: 1288

Poupança: 772850953-6

PIX: 45013993768 – CPF

Agradecemos imensamente a sua contribuição

Categorias
Uncategorized

Uma arruaça contra a certeza de derrota

“Mas ele não dispõe de condições para dar golpe, ainda que os militares estivessem dispostos”.

Tereza Cruvinel – Há um ano, na noite de 6 de setembro, as falanges bolsonaristas tentaram invadir o STF. Hoje vamos dormir nos perguntando o que acontecerá amanhã. Nas redes sociais os apoiadores de Bolsonaro estão novamente pedindo golpe e incitando-o a agir “agora ou nunca”, mas o que Bolsonaro fará será uma grande arruaça eleitoral tentando ofuscar a perspectiva de derrota.

Desesperado com a proximidade da derrota e o fracasso da estratégia de comprar o voto dos pobres com auxílios oportunistas, ele sequestra a data nacional e faz uso criminoso das Forças Armadas para tocar o terror e intimidar o Brasil democrático com a indagação: golpe agora ou depois do pleito. Na mídia estrangeira fala-se que pode haver aqui agora um 6 de janeiro como o de Trump.

Mas durmamos em paz. Bolsonaro conta com os apoiadores que estão em febril atividade nas redes sociais. Conta com os ruralistas que estão mandando seus tratores para Brasília. Com os evangélicos que usam o púlpito para acusar Lula de preparar a implantação do comunismo, a aprovação do abordo e da liberação das drogas. Malafaia preparou-lhe o grande trio elétrico do alto do qual ele falará em Copacabana.

Bolsonaro tem isso mas não dispõe de condições para dar um golpe, ainda que os militares estivessem dispostos a esta aventura. Não teria apoio dos Estados Unidos nem de qualquer país que importa no mundo, nem da elite econômica nacional que de fato conta, nem da sociedade civil que em agosto falou alto em defesa da democracia. E nem dos pobres, que votarão maciçamente em Lula.

Mas ele fará uma grande arruaça, e em arruaças tudo pode acontecer. Tanto é que ele preferiu não levar a mulher Michelle, agora ativa na campanha, a Copacabana. “O ambiente pode ficar confuso na praia”, teria dito. Mas os outros ele exporá à confusão, para que sirvam a seu objetivo. Algo pode acontecer quando uma massa extremista se reúne com um ídolo que não tem coragem (nem condições) para fazer o que ela pede.

O que ele quer de fato com a massa é dar uma grande demonstração de força para reduzir a vasta expectativa de vitória de Lula. Ou a crescente percepção de sua derrota. Segundo a pesquisa Ipec de ontem, 5 de setembro, 53% acreditam que o ex-presidente será vitorioso, número bem acima de seu índice de preferência, 44%. Já Bolsonaro, com 31% de intenção de votos, é visto como vencedor por apenas 33%. Entre seus eleitores, 12% acreditam na vitória de Lula.

A percepção de que um candidato será derrotado tem implicações eleitorais. Estimula o desembarque de aliados e empurra eleitores para quem tem chance de ganhar. Levando milhares à Esplanada, à avenida Paulista e à praia de Copacabana ele tentará convencer de que ainda está forte e chegará ao segundo turno para derrotar Lula.

O segundo turno pode ou não acontecer. Como disse Lula, falta “um tiquinho” para ele ganhar no primeiro. Mas mesmo que tenhamos o segundo turno, é difícil, para não dizer impossível, que Bolsonaro recupere os eleitores que teve em 2018, ainda mais depois da distância que, segundo o Ipec, Lula acaba de alcançar em São Paulo e em Minas.

Então, aturemos a arruaça deste 7 de setembro, e tudo que ele dirá, inclusive contra as instituições, apesar dos apelos dos auxiliares para que foque apenas no pleito e em Lula.

Em 2023, poderemos celebrar como se deve os 201 anos da independência, com os símbolos devolvidos à Nação, com valores como soberania e democracia restabelecidos, com a prevalência de que precisamos construir um país para todos.

*Com 247

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Agradecemos aos que formam essa comunidade e convidamos todos que possam a fortalecer essa corrente progressista. Seu apoio é fundamental nesse momento crítico que o país atravessa para continuarmos nossa labuta diária para trazer informação e reflexão de qualidade e independência.

Caixa Econômica Agência: 0197

Operação: 1288

Poupança: 772850953-6

PIX: 45013993768 – CPF

Agradecemos imensamente a sua contribuição

Categorias
Uncategorized

“Nunca tivemos a chance de resolver no primeiro turno como temos nestas eleições”

Lula diz que falta “um tiquinho” para liquidar a eleição no primeiro turno e pede maior presença da campanha nas ruas.

O ex-presidente Lula (PT) afirmou na manhã desta terça-feira (6) que a campanha à presidência e a militância petista não devem ter “vergonha” de afirmar que querem liquidar a fatura das eleições 2022 no primeiro turno, em 2 de outubro.

Segundo Lula, é a primeira vez em toda sua trajetória nas eleições que ele está tão próximo de vencer no primeiro turno.

“Faltam 26 dias e eu quero dizer que de todas as eleições que participei, nunca tivemos a chance de resolver no primeiro turno como temos nestas eleições. E não temos que ter vergonha de dizer isso. Se o cara que tem 1% quer ir para o segundo turno, por que não queremos ganhar no 1º turno, se falta apenas um tiquinho, um tiquinho”, disse Lula.

Pesquisa Ipec divulgada na noite anterior mostra que as investidas de Jair Bolsonaro (PL) para conquistar o eleitorado de baixa renda e crescer nas pesquisas não surtiram efeito. Mesmo com o pagamento do Auxílio Brasil turbinado, redução no preço dos combustíveis e outras benesses aprovadas por ocasião das eleições, Bolsonaro oscilou 1 ponto para baixo e está hoje com 31% de intenções de voto, ante 44% de Lula. Em votos válidos, o petista tem 50%.

O leve crescimento de candidatos da terceira via, como Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) são determinantes para empurrar a eleição para o segundo turno.

Lula, então, cobrou que a campanha nas ruas seja intensificada. “O que precisamos é aumentar nossa capacidade de trabalho. Quantos votos eu consegui, com quantos adversários eu conversei e quantos eu convenci. Nós ainda não demos visibilidade à campanha na rua. A campanha deve ser vitoriosa, mas precisa ter a marca da participação social”, justificou.

As declarações de Lula ocorreram nesta manhã em São Paulo, durante reunião do conselho político da campanha, na presença do candidato a vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), da presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, entre outras lideranças.

*Com GGN

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Agradecemos aos que formam essa comunidade e convidamos todos que possam a fortalecer essa corrente progressista. Seu apoio é fundamental nesse momento crítico que o país atravessa para continuarmos nossa labuta diária para trazer informação e reflexão de qualidade e independência.

Caixa Econômica Agência: 0197

Operação: 1288

Poupança: 772850953-6

PIX: 45013993768 – CPF

Agradecemos imensamente a sua contribuição

Categorias
Uncategorized

Situação eleitoral difícil pode levar Bolsonaro a gesto desesperado

A chance de produzir confusão é grande, mas a de sucesso, baixa.

Hélio Schwartsman – Escrevo esta coluna algumas horas antes do tão antecipado 7 de Setembro. A situação do presidente Jair Bolsonaro é muito difícil. Apesar de ter recebido do Congresso licença para gastar várias dezenas de bilhões de reais em programas de má qualidade e grande apelo eleitoral, ele não dá sinais de reação nas pesquisas. Houve, é verdade, mexidas pró-Bolsonaro em algumas regiões e grupos populacionais, mas, no cômputo geral, os números indicam uma persistente estabilidade do quadro, com Lula abrindo mais de dez pontos percentuais de vantagem sobre o rival.

O risco de derrota iminente e a possibilidade de, fora do cargo, ser processado e encarcerado devem estar deixando Bolsonaro nervoso. Como a atual estratégia não está dando muito certo, ele pode ver-se tentado a fazer algo diferente. E o 7 de Setembro pode ser a ocasião, o que deveria deixar todos os democratas preocupados.

Se Bolsonaro ainda não desferiu um golpe, foi mais por falta de oportunidade do que de apetite. O presidente, seus filhos e alguns de seus amigos já manifestaram em mais de uma oportunidade que não têm nenhum apreço pela democracia. O que joga a favor das instituições é uma outra característica psicológica do capitão reformado: Jair Bolsonaro nunca se notabilizou pela valentia nem pela confiança. Não acredito, portanto, que ele tenha um plano detalhado de tomada do poder. Para elaborar um, ele teria de ter se exposto diante de potenciais apoiadores, o que envolve riscos que ele prefere evitar.

Sua chance de virar a mesa depende, assim, de contingências fora de seu controle. Ele até pode lançar discursos inflamados que estimulem arruaças, na esperança de que a violência se generalize. Se isso acontecesse, haveria a oportunidade de baixar medidas de exceção, que poderiam até incluir o adiamento das eleições. São muitos “ses”. A chance de produzir confusão é grande, mas a de sucesso, baixa.

*Folha

Apoie o Antropofagista com qualquer valor acima de R$ 1,00

Agradecemos aos que formam essa comunidade e convidamos todos que possam a fortalecer essa corrente progressista. Seu apoio é fundamental nesse momento crítico que o país atravessa para continuarmos nossa labuta diária para trazer informação e reflexão de qualidade e independência.

Caixa Econômica Agência: 0197

Operação: 1288

Poupança: 772850953-6

PIX: 45013993768 – CPF

Agradecemos imensamente a sua contribuição