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A cada show, a onda cresce: “olê, olê, olá, Lula” e “fora Bolsonaro”

Seria inevitável.

Show do Titãs em Brasília.

Confira:

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Privatização da Eletrobras: ministro do TCU Vital do Rêgo dirá em seu voto que estatal está sendo ‘saqueada’

O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Vital do Rêgo irá devolver o processo de privatização da Eletrobras ao plenário da Corte nesta quarta-feira (18). O blog apurou que Vital será contrário a privatização e alegará que a estatal esta sendo “saqueada” e “entregue pela metade do preço”.

O governo aguardava o aval definitivo do TCU sobre a privatização da Eletrobras desde o mês de abril. Em fevereiro, a corte aprovou a primeira fase do processo de privatização que consistia na análise do chamado “bônus de outorga”.

Agora, os ministros votarão a segunda e ultima fase em que o tribunal avalia o modelo de venda proposto pela União, incluindo faixa de valor das ações a serem ofertadas na bolsa de valores. Esta etapa estava prevista para o dia 20 de abril, mas foi suspensa por 20 dias devido à concessão de vista coletiva (mais tempo para análise do processo pelos ministros).

Em seu voto, Vital deverá apontar que existem, pelo menos, seis erros e irregularidades importantes no processo de privatização da estatal. No entanto, apesar do voto contrário do ministro, a expectativa é que a privatização da Eletrobras seja aprovada no plenário. O governo pretende concluir o processo no fim de junho ou julho.

*Com G1

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CASSADO: Alesp cassa mandato do deputado Mamãe Falei, Arthur do Val, que fica inelegível

A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) decidiu, por unanimidade, cassar o ex-deputado Arthur do Val (União) nesta terça-feira (17/5). Com isso, ele fica inelegível por oito anos.

Eleito na rabiola do bolsonarismo, o fascista Mamãe Falei, foi cassado depois do vazamento de uma mensagem em que dizia que as mulheres ucranianas eram fáceis por serem pobres.

O áudio caiu como uma bomba na sociedade, e um dos mais destacados fascistas do MBL, que apoiou Bolsonaro em 2018, além de cassado, ficou inelegível por oito anos.

O plenário manteve a deliberação do Conselho de Ética que decidiu que Mamãe Falei quebrou o decoro parlamentar ao proferir falas sexistas sobre mulheres ucranianas no início de março. O caso foi revelado pela coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles.

Em 20 de abril, Arthur do Val renunciou ao mandato. Entretanto, a Casa encarou a renúncia como uma manobra para evitar a inelegibilidade, e manteve o processo contra ele.

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MP Eleitoral abre investigação contra casal Moro e determina oitiva

Na última sexta-feira (13), o Ministério Público Eleitoral ordenou que o casal Sergio Moro e Rosângela Moro seja investigado por causa da transferência do domicílio eleitoral. O ex-juiz e sua esposa trocaram o título de Curitiba para São Paulo, mas há indícios que os dois não tinham residência fixa no estado paulista.

“Na Notícia de Fato, que foi formulada pela empresária Roberta Moreira Luchsinger, constam as principais suspeitas a respeito da inexistência de vínculo eleitoral com o Município de São Paulo, que pudesse justificar as transferências realizadas por eles no Cadastro Eleitoral (Sistema ELO), como já registrado anteriormente”, diz trecho da decisão.

“A conclusão a se extrair do exposto, portanto, é que a instalação de investigação sobre os fatos, diante do vínculo domiciliar alegado pelos Noticiados e do documento apresentado para comprová-lo no Cadastro Eleitoral (contrato de aluguel firmado pouco antes dos pedidos de transferência), é medida que se impõe, para que o episódio seja apurado e oportunamente avaliado pelo Ministério Público Eleitoral”, acrescenta o relatório.

A decisão destaca que é preciso que um cidadão tenha, no mínimo, três meses de residência fixa e há indícios que Moro e Rosângela não teriam esse tempo em São Paulo para justificar a mudança.

O promotor do caso informou que as explicações do ex-juiz e sua esposa não convencem. Por isso ele vê a “necessidade de aprofundamento das investigações para melhor compreensão dos fatos”. Os dois terão ainda que prestar depoimento.

“Pelo menos nesta fase investigatória, quando ainda não foram ouvidas testemunhas e colhidos eventuais elementos comprobatórios complementares, não se pode aceitar o fraco argumento de Sergio Moro de que tem vínculo com a cidade de São Paulo porque recebeu honrarias”, diz trecho da decisão.

“Solicito também o encaminhamento ao Ministério Público Eleitoral do número do procedimento investigatório no prazo de 10 dias, e indico para auxiliar nos trabalhos as seguintes diligências: oitiva dos profissionais do setor administrativo, inclusive síndico e responsável pela locação, bem como de funcionários e moradores dos locais indicados; oitiva dos investigados e pessoas por eles apontadas como eventuais testemunhas que comprovem o vínculo efetivo com a cidade de São Paulo. constatação no local do alegado domicílio eleitoral por investigadores da Política Federal, registrando a diligência em relatório com fotografias”, completa.

Moro é acusado junto com a esposa, Rosângela, pela Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo (PRE-SP) por suposta prática de crime eleitoral na transferência de seus domicílios eleitorais para São Paulo. A denúncia foi feita pela empresária Roberta Luchsinger e encaminhada ao Ministério Público Eleitoral do estado junto com uma notícia-crime.

A acusação afirma que o ex-juiz e a esposa fizeram a mudança de domicílio sem haver “qualquer vínculo” com São Paulo. Ambos se filiaram ao União Brasil e pretendem se candidatar à Câmara dos Deputados ou ao Senado Federal.

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Bolsonaro: Os brasileiros viviam melhor no tempo de Lula

O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou, nesta segunda (16), concordar que, no governo do ex-presidente Lula, os brasileiros viviam melhor. A declaração foi dada a seus apoiadores na porta do Palácio do Alvorada.

Ele culpa as medidas de distanciamento social adotadas durante a pandemia de covid-19 para salvar vidas e a guerra na Ucrânia pela situação da economia sob seu governo ser pior do que durante a gestão do petista.

“Falaram ‘no tempo dele [Lula], o povo vivia um pouco melhor do que hoje’. É lógico que vivia, concordo! Temos um pós-pandemia, do ‘fique em casa’, economia a gente vê depois, uma guerra, entre outros problemas”, afirmou Bolsonaro.

O comentário ocorreu em um momento em que ele acusava a gestão dos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff de corrupção. E afirmou que a vida poderia ter sido ainda melhor se não houvesse desvio de recursos públicos.

“Mas lá atrás, se se vivia melhor, poderia ter vivido muito, mas muito melhor ainda se não tivesse roubado tanto”, afirmou.

Bolsonaro vem sofrendo o impacto da inflação sobre a aprovação de seu governo e, portanto, de seus índices eleitorais.

Com a alta no preço do leite, da batata, do óleo de soja, do pão francês, da carne, do etanol, do diesel, o Brasil registrou a maior inflação para o mês de abril desde 1996, com o IPCA marcando 1,06%. A queda no poder de compra dos trabalhadores continua sendo a principal dor de cabeça de Jair Bolsonaro no caminho para a reeleição.

De acordo com o Dieese, o custo dos alimentos em abril cresceu nas 17 capitais avaliadas mensalmente pelos instituto. Com isso, o preço da cesta básica chegou a assustadores R$ 803,99 em São Paulo, R$ 788 em Florianópolis, R$ 780,86 em Porto Alegre e R$ 768,42 no Rio de Janeiro.

A última edição da pesquisa Genial/Quaest apontou que subiu de 51% para 59% os que avaliam que piorou a sua capacidade de pagar as contas nos últimos três meses.

Em novembro de 2021, 73% consideravam que a economia tinha piorado. Desde então, esse índice estava caindo até que estabilizou em 62%. Uma das razões para isso é que, enquanto 35% apontavam a economia como o maior problema do país em fevereiro, hoje já são 50% – um misto de arrefecimento da pandemia com a corrosão do poder de compra.

Os mais afetados são os pobres, que não contam com reservas e para quem a inflação traz fome. Lula se mantém com 56% de intenções de votos entre quem ganha até dois salários mínimos – Bolsonaro oscilou de 24% para 22% entre abril e maio nesse grupo. Já entre quem ganha mais de cinco salários por mês, Bolsonaro vence Lula por 43% a 36%.

A pesquisa aponta que a desaprovação ao governo Bolsonaro entre os que recebem o Auxílio Brasil de R$ 400 vinha caindo, mas também parou. Oscilou um ponto para cima, de 47% para 48% em um mês, dentro da margem de erro de dois pontos. A inflação vem comendo o benefício.

*Leonardo Sakamoto/Uol

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Bolsonaro traiu Janaína Paschoal

Como dizia Brizola, ” a política ama a traição e odeia o traidor”.

A traição e Bolsonaro são uma coisa só, todos sabem. Bolsonaro é tão traidor que, até em defesa do Datena com quem ele fechou acordo de apoio, traindo Janaína Paschoal, ele dá uma no cravo e outra na ferradura, após ser indagado por uma eleitora no cercadinho, de forma crítica, à aliança com Datena, e  Bolsonaro responde, “todo mundo tem defeito, até eu”, deixando claro que, em momento algum ele fazia defesa do candidato ao Senado por São Paulo com quem ele acabou de fechar acordo deixando Janaína na pista. Mais que isso, Bolsonaro, em outras palavras, ele quis dizer, Datena não vale nada, mas é nosso agora.

Dias atrás fez o mesmo com Daniel Silveira. Ele usou o mastodonte para fazer uma arenga com o STF, na tentativa de não deixar o gado dispersar, anunciando, através dos filhos, que Silveira seria o candidato dele ao Senado pelo RJ.

Poucos dias depois, ele jogou Silveira ao mar e abraçou a candidatura de Romário, porque julga ser mais vantajoso pra ele e, a partir daí, o gado nunca mais pronunciou o nome de Daniel Silveira nas redes.

Janaína, uma das figuras mais nefastas da política brasileira, surgiu da nata da história que golpeou Dilma. Contratada por Aécio para elaborar o pedido de impeachment, ela aproveitou a visibilidade na mídia para emburacar na política e se transformar em um dos símbolos do bolsonarismo.

Até dias atrás, ela e Carla Zambelli, da mesma estirpe, se engalfinharam nas redes para saber quem seria a candidata ao Senado por São Paulo. As duas picaretas se digladiaram, trocando insultos, bem ao estilo do bolsonarismo.

O fato é que Bolsonaro não quer saber da história, achou que, somar forças com Datena, lhe daria mais lucro e jogou a falsa maluca no lixo.

Bolsonaro traiu tanta gente, inclusive generais, que hoje é opositora ferrenha do genocida e, certamente, isso lhe custará não só a falta de apoio de antigos correligionários, mas de ferrenhos opositores no momento em que ele começa a sofrer uma anemia lenta que pode atingir pesadamente sua candidatura.

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Octávio Costa: ABI vai apoiar Lula porque não pode se omitir neste momento

O jornalista Octávio Costa, novo presidente da Associação Brasileira de Imprensa, explicou, em entrevista ao 247, por que a entidade decidiu abraçar a candidatura Lula. “É democracia contra o fascismo. Foi a ABI que pediu o impeachment de Collor. Não há imparcialidade neste momento. A única opção viável é Lula e não poderíamos nos omitir”, disse ele.

Na entrevista, Octávio também falou sobre a necessidade de valorizar o jornalismo, democratizar os meios de comunicação, recriar a comunicação pública e de garantir a segurança dos profissionais. “A grande imprensa tem a visão das elites”, disse ele. “A ABI é a casa do jornalista, mas também defende uma visão popular da sociedade”.

O novo presidente também explicou por que a ABI defende a volta da exigência do diploma e disse que o novo estatuto prevê a associação de comunicadores. “Vamos buscar novos associados e o alvo principal são os jovens”, afirmou. “A ABI tinha um efeito mobilizador muito grande no passado e precisamos retomar sua força. Precisamos ter o órgão vivo novamente”.

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Bolsonaro já perdeu a eleição

Cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém e, em eleições existem muitas variantes, mas convenhamos, Bolsonaro está sem condições de desfivelar a corda que está no pescoço.

Não vamos ficar aqui falando que a alcatra na era Lula, virou osso na de Bolsonaro, o filme é muito maior, mais do que isso, a sociedade, neste momento sente uma fincada dos dentes da inflação que vai direto na veia do pescoço e chupa todo o seu sangue.

Lógico, qualquer brasileiro comum que vai ao supermercado, toma-se de pânico, já que os famintos acionistas da Petrobras têm um apetite insaciável e, claro, Bolsonaro não tem peito para acabar com essa vampirização que, num efeito cascata, contamina toda a cadeia produtiva no Brasil, não só a alimentação, mas sobretudo a alimentação, porque não há como sobreviver sem se alimentar. E não há mais o que cortar da lista de compra para se ter uma refeição minimamente aceitável, quando o assunto é nutrição.

As proteínas estão pela hora da morte e, sem elas, não há saco vazio que pare em pé. Mais do que isso, não há arte econômica possível para reverter um quadro desse sem operar uma política que ao menos, por um período e de forma subjetiva, consiga atravessar na frente desse diabólico sistema em que Bolsonaro e Guedes enfiaram o Brasil que, de um lado, precisa suprir os abutres que ainda sustentam seu apoio a um genocida, mostrando que não tem qualquer escrúpulo que possa se colocar acima do lucro, o que naturalmente, produz um apartheid social imposto pela inflação infrene gerada por essa filosofia e, do outro lado, mais do que o medo justificado de não ter emprego, em pouco tempo, quem ainda o tem, vê que o salário, como revelou o IBGE, depois de anos e anos, desvalorizou em relação a nossa própria moeda.

Trocando em miúdos, não há espaço para enfiar esse elefante dourado, e isso fica bastante claro no tipo de abordagem que os bolsonaristas profissionais fazem nas redes sociais, que diz o seguinte: você votará em Bolsonaro em 2022? Diga apenas sim ou não para não tumultuar.

Qual o significado disso? A resposta é simples, quem ainda quiser apostar nessa praga do Egito tropical, aposte como um súdito que suportará ainda mais castigos. E quem não vota, não queira explicar os motivos.

Pois bem, meus senhores e minhas senhoras, está pronta a pintura da derrota de Bolsonaro, porque sua campanha está em concordância com a oposição, sobretudo a de esquerda, porque Bolsonaro não tem rigorosamente uma fagulha de feitos do seu governo para ser colocada ao menos em questão.

Os absurdos que ele cometeu em seu governo servem de material para a edição de uma enciclopédia.

Quando pegamos tudo isso e analisamos friamente, sem qualquer salto alto, na máxima humildade, não tem como fugir da conclusão de que Bolsonaro está amarrado, imprensado, inviabilizado, sem ter ninguém ou algo que o liberte desse suplício.

E ao contrário de ter alguma recuperação até outubro, Bolsonaro perderá a mesma quantidade de musculatura que, por cultura do seu governo, a maioria da população está perdendo pela escassez de uma boa alimentação em sua mesa, sem falar nos miseráveis que hoje foram incluídos por Bolsonaro no mapa da fome.

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FUP promete ‘maior greve da história’ se Bolsonaro tentar privatizar a Petrobras

Sem coragem para mudar a política de preços da Petrobras, governo Bolsonaro usa privatização como “espantalho” para desviar as atenções.

O coordenador-geral da Federação Única dos Petroleiros (FUP-CUT), Deyvid Bacelar, afirmou nesta quinta-feira (12) que o presidente Jair Bolsonaro (PL) verá “a maior greve da história da categoria”, caso avance na intenção de privatizar a Petrobras. Trata-se de mais uma tentativa do governo de desviar a atenção da atual política de preços da estatal, que vem provocando a explosão dos preços dos combustíveis no Brasil. Bacelar ressalta que a privatização da maior empresa brasileira também não é solução para reduzir os preços aos consumidores.

“Ao invés de buscar um ‘bode expiatório’ para enganar a população, fingindo preocupação, Bolsonaro deveria assumir o papel de mandatário e acabar com essa política de preços covarde, que vem levando o povo cada vez mais à miséria”, afirmou pelo Twitter.

O coordenador-geral da Federação Única dos Petroleiros (FUP-CUT), Deyvid Bacelar, afirmou nesta quinta-feira (12) que o presidente Jair Bolsonaro (PL) verá “a maior greve da história da categoria”, caso avance na intenção de privatizar a Petrobras. Trata-se de mais uma tentativa do governo de desviar a atenção da atual política de preços da estatal, que vem provocando a explosão dos preços dos combustíveis no Brasil. Bacelar ressalta que a privatização da maior empresa brasileira também não é solução para reduzir os preços aos consumidores.

O coordenador-geral da FUP lembrou que os petroleiros já aprovaram estado de greve, no final do ano passado, contra as ameaças de privatização da Petrobras. “Bolsonaro, repito: você vai ver a maior greve da história da categoria petroleira caso ouse pautar a privatização da Petrobras”.

*Com RBA

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Governo Bolsonaro é o que mais promoveu mortes por covid no mundo

Covid teve no mundo todo, mas condimentada pelas duas violências centrais que atingiram o Brasil até aqui, foram mais de 664 mil mortos, não há comparação.

Essas duas violências estão no abandono pelo governo dos Brasileiros à própria sorte que, ao contrário de tentar expandir uma política de vacinação, Bolsonaro fez de tudo para atrofiar, pior, fez isso com total consciência de que a pandemia geraria um assassinato em massa, porque muitos brasileiros não tiveram nem como se refugiar do vírus tal o estímulo pela contaminação que Bolsonaro, ardilosamente projetou.

Ainda pior foi pagar veículos de comunicação, como a Jovem Pan, para desinformar, disseminar mentiras e desacreditar o isolamento, mesmo parcial, já que o Brasil não fez lockdown.

Tudo regido por Bolsonaro que, de boca própria, reconstruia uma narrativa ampliada pelos piores mercenários da mídia para afrontar a OMS, o Butantã e a Fiocruz. Nem Trump arrastou tanta gente para a morte quanto Bolsonaro, foram mais de 400 mil mortos, porque, mesmo sendo negacionista, investiu pesado na descoberta de vacinas.

Ou seja, Bolsonaro cometeu um crime muito mais grave, mesmo sabendo que os EUA passaram de 1 milhão de mortos por covid, mas aqui no Brasil tem o SUS e, junto, o PNI (Plano Nacional de Imunização), considerado o mais eficaz do planeta, além de ter a cultura de vacinação.

Isso, sem dizer que os EUA não têm um sistema público de saúde, que é privada a absurdamente cara e, muito menos um projeto de imunização em massa.

Poderia ficar aqui mostrando uma série de crimes cometidos por Bolsonaro, mas como essa história é recente e a CPI do genocídio escancarou os crimes promovidos por Bolsonaro, a nós só cabe gesticular para que a oposição, mas sobretudo o PT, nas eleições, sublinhe com caneta piloto que Bolsonaro não só permitiu a disseminação do vírus como trabalhou diuturnamente promovendo aglomerações para que o máximo de pessoas se contaminassem para, segundo a estúpida filosofia do genocida, chegar à imunidade de rebanho.

Resultado, o governo Bolsonaro conseguiu o feito de ser o que mais produziu mortes por covid.

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