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Opinião

O tigre de papel, Donald Trump, amarelou

Trump saiu do palanque eleitoral, mas segue no picadeiro. O que é bem pior.

“Tigre de papel” é uma expressão chinesa que se refere aos bonecos usados nas festas do ano novo lunar, o Tet, carregados por populares pelas ruas e que, na tradição chinesa, servem para espantar os maus espíritos.

Mao Zedong apresentou pela primeira vez a sua noção dos americanos como tigres de papel numa entrevista com a jornalista americana Anna Louise Strong, em agosto de 1946:[3]

A bomba atómica é um tigre de papel que os reacionários estadunidenses utilizam para assustar as pessoas. Parece terrível, mas, na verdade, não é. Claro que a bomba atómica é uma arma de extermínio em massa, mas o resultado de uma guerra é decidido pelo povo, não por um ou dois novos tipos de armas. Todos os reacionários são tigres de papel. Na aparência, os reacionários são aterradores, mas, na verdade, não são tão poderosos.[4]

Noutra entrevista de 1956 com Strong, Mao usou a frase “tigre de papel” para descrever novamente o imperialismo americano:

Na aparência, é muito poderoso, mas, na verdade, não é nada a temer; é um tigre de papel. Por fora um tigre e, por dentro, é feito de papel, incapaz de resistir ao vento e à chuva. Acredito que não é mais que um tigre de papel.

Não é a isso que estamos assistindo agora com Trump?

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Mundo

Dow Jones recua após China dar uma mata-leão em Trump

Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta terça-feira (4) após a China aplicar tarifas duras sobre as importações dos EUA, em retaliação às taxas dos EUA sobre as exportações de Pequim.

O presidente do Federal Reserve Bank of Chicago, Austan Goolsbee, disse que o banco central deveria proceder com mais cautela na redução dos custos de empréstimos em meio à crescente incerteza introduzida pela administração Trump. Outros, como Raphael Bostic, Mary Daly e Philip Jefferson, do Fed, devem falar mais tarde hoje.

Veja o desempenho dos mercados futuros:

  • Dow Jones Futuro: -0,26%
  • S&P 500 Futuro: -0,21%
  • Nasdaq Futuro: -0,14%
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Mundo

China revida e dá um troco pesado em Trump

China dá o troco em Trump com direitos aduaneiros sobre importações de energia e investigação à Google

A China anunciou esta terça-feira que vai aplicar tarifas sobre uma série

de produtos norte-americanos, bem como lançar uma investigação antitrust sobre a empresa norte-americana Google.

O anúncio foi feito depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter anunciado a aplicação de direitos aduaneiros de 10% sobre os produtos chineses.

O Ministério do Comércio chinês (MOFCOM) afirmou que iria impor uma tarifa de 15% sobre o carvão e os produtos de gás natural liquefeito (GNL), bem como uma tarifa de 10% sobre o petróleo bruto, o equipamento agrícola e os automóveis de grande cilindrada.

“O aumento unilateral dos direitos aduaneiros por parte dos Estados Unidos viola gravemente as regras da Organização Mundial do Comércio”, declarou o ministério. “Não só é inútil para resolver os seus próprios problemas, como também prejudica a cooperação económica e comercial normal entre a China e os EUA”.

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Política

The Guardian destaca trabalho de Lula contra mineração ilegal na Amazônia: “A esperança voltou”

Com Lula, promessa de resgatar a tribo Yanomami do abismo vira realidade, com taxas de fome e mortalidade infantil caindo.

Dois anos após ter subido a rampa do Palácio do Planalto com um representante indígena no grupo de minorias que o acompanhava, o presidente Lula parece ter colocado em prática suas promessas de ajudar os povos indígenas a recuperar a dignidade e a segurança, assumindo o compromisso de lutar contra a mineração ilegal na Amazônia. A avaliação é do jornal The Guardian, que foi convidado a visitar uma aldeia e acompanhar os trabalhos do governo na região.

“A esperança voltou”, disse Maurício Ye’kwana, um líder indígena recentemente nomeado responsável pela saúde na região Yanomami pelo Ministério da Saúde.

Segundo a reportagem de Tom Phillips, os relatos das lideranças indígenas são de esperança e gratidão porque o governo finalmente passou a olhar para a preservação das etnias, em vez de fazer vista grossa e deixar os mineradoras ilegais ameaçar territórios, saúde e o futuro dos indígenas.

“Hoje o povo Yanomami não chora mais porque nossas crianças não estão mais morrendo”, disse Júnior Hekurari à reportagem do The Guardian. Segundo ele, seu povo “foi levado à beira da destruição nos últimos anos, quando dezenas de milhares de garimpeiros ilegais invadiram suas terras e o governo anterior do Brasil os abandonou à própria sorte.”

O governo anterior é o governo de Jair Bolsonaro, onde os povos Yanomamis experimentaram como é viver “à beira do abismo”. Enquanto com Lula há relatos de que “as coisas estavam melhorando”, “as taxas de fome e mortalidade infantil estavam caindo e muitos garimpeiros tinham sido expulsos” dos territórios Yanomami, com Bolsonaro era justamente o contrário.

“Sob o governo de Jair Bolsonaro, o governo lavou as mãos de responsabilidade enquanto gangues criminosas de mineração invadiram a área indígena supostamente protegida, arrasando florestas, envenenando rios e aterrorizando comunidades indígenas que tinham pouco contato anterior com o mundo exterior. Centros de saúde do governo foram sequestrados ou queimados por mineradores e malária, desnutrição, violência sexual e doenças devastaram aldeias distantes, enquanto a administração de Bolsonaro se ocupava em desmantelar serviços de saúde indígenas e proteções ambientais”, descreveu o The Guardian, lembrando também que a população local passou a ter acesso a armas, o que aumentou também o conflito entre etnias.

Agora, tudo está em transformação. “As coisas estão melhorando”, disse Ye’kwana, descrevendo como as tropas fecharam muitas das minas de ouro e cassiterita da região. The Guardian, porém, relatou que ainda há minas irregulares operando na região. O desafio do governo é expandir essa batalha e zerar a mineração ilegal, para ajudar o território Yanomami a se reconstruir.

*GGN

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Mundo

China desenvolve ‘sol artificial’ e deixa Ocidente para trás na corrida energética

O Tokamak Supercondutor Avançado Experimental (EAST), apelidado de “sol artificial” da China, manteve uma operação de plasma de alto confinamento em estado estável por notáveis ​​1.066 segundos no dia 20 de janeiro, estabelecendo um novo recorde mundial e marcando um avanço na busca pela geração de energia de fusão.

A duração de 1.000 segundos é considerada um passo fundamental na pesquisa de fusão. O avanço, alcançado pelo Instituto de Física de Plasma sob a Academia Chinesa de Ciências (ASIPP), melhorou muito o recorde mundial original de 403 segundos, que também foi definido pelo EAST em 2023.

O objetivo final de um sol artificial é criar fusão nuclear da mesma forma que acontece com o sol, fornecendo à humanidade uma fonte de energia limpa e infinita e permitindo a exploração espacial além do sistema solar.

Cientistas globais trabalharam por mais de 70 anos tentando atingir esse feito. No entanto, somente após atingir temperaturas acima de 100 milhões de graus Celsius, sustentar uma operação estável de longo prazo e garantir a controlabilidade, um dispositivo de fusão nuclear pode gerar eletricidade com sucesso.

Os reatores de fusão são apelidados de “sóis artificiais” porque reproduzem o processo de geração de energia do Sol: dois átomos leves se fundem em um mais pesado, liberando grande quantidade de energia. No entanto, enquanto o Sol conta com uma pressão natural gigantesca, os reatores na Terra precisam compensar essa diferença com temperaturas muito mais altas que as do núcleo solar.

Os cientistas dos países ocidentais temem que a corrida esteja sendo definitivamente perdida para os chineses. O último avanço no Ocidente ocorreu em 2022 nos EUA, quando um reator da Instalação Nacional de Ignição conseguiu a ignição em seu núcleo usando outro método experimental. No entanto, o reator como um todo também consumiu mais energia do que gerou.

O Tokamak Supercondutor Avançado Experimental (EAST)

Cientistas da China explicam o funcionamento
Com essa última conquista, os pesquisadores da China se colocam muito à frente.

“Um dispositivo de fusão deve atingir uma operação estável com alta eficiência por milhares de segundos para permitir a circulação autossustentável do plasma, o que é crítico para a geração contínua de energia de futuras usinas de fusão”, disse Song Yuntao, diretor do ASIPP. Ele enfatizou que o novo recorde é de significância monumental, representando um passo crucial em direção ao desenvolvimento de um reator de fusão.

Gong Xianzu, chefe da divisão de Física e Operações Experimentais do EAST, disse que eles atualizaram vários sistemas do EAST desde a última rodada de experimentos. Por exemplo, o sistema de aquecimento, que anteriormente operava no equivalente a quase 70.000 fornos de micro-ondas domésticos, agora dobrou sua produção de energia, mantendo também a estabilidade e a continuidade.

Desde o início da operação em 2006, o EAST tem sido uma plataforma de teste aberta para cientistas chineses e internacionais conduzirem experimentos e pesquisas relacionadas à fusão.

A China se juntou oficialmente ao programa International Thermonuclear Experimental Reactor (ITER) em 2006 como seu sétimo membro. De acordo com o acordo, a China é responsável por cerca de 9 por cento da construção e operação do projeto — e o ASIPP é a unidade principal da missão chinesa.

O ITER, que está em construção no sul da França, será o maior dispositivo experimental de física de plasma de confinamento magnético do mundo e o maior reator experimental de fusão nuclear tokamak, quando concluído.

Nos últimos anos, a EAST tem continuamente alcançado marcos inovadores no modo de alto confinamento, que serve como modo fundamental para reatores de fusão experimentais, incluindo o ITER e o futuro Reator de Teste de Engenharia de Fusão da China (CFETR), fornecendo referências valiosas para a construção de reatores de fusão em todo o mundo.

“Esperamos expandir a colaboração internacional via EAST e levar a energia de fusão para uso prático pela humanidade”, disse Song.

Em Hefei, província de Anhui, no leste da China, onde o EAST está localizado, uma nova geração de instalações experimentais de pesquisa de fusão está em construção — com o objetivo de acelerar ainda mais a aplicação e o desenvolvimento da energia de fusão. Com ICL.

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Política

Alguém ficou pelo meio do caminho. Esse alguém, aponta pesquisa, é Bolsonaro

Não está fácil para ninguém.

No mundo umbralesco da direita nativa, jacaré não quer nem entrar na água, que fará nadar de costas, tal a quantidade de piranhas sedentas de sangue e poder.

Até o carcumido Malafaia que é um símbolo exclamativo daquilo que eufemicamente se convenciona chamar de estereótipo, pra não chamar de charlatão evangélico, parece ter tirado o time de campo e deu linha na pipa.

A gleba dos pormenores do mercado financeiro, está de bicho e já não casa tostão nos Bolsonaro.

Levantamento da Quaest mostrou o cantor Gusttavo Lima como oponente mais competitivo contra Lula em cenários para 2026.

Isso, é um fogo amigo dado por um tiro de canhão a queima roupa

Não demora, o agitador de manadas homofóbicas, Silas Malafaia engatará seu comboio para jogar todas as suas energias de ódio fecundo na calda estelar de Nivaldo Batista que usa como nome de guerra Gusttavo Lima.

Bolsonaro parece que quando jogou recentemente Carla Zambelli ao mar depois de ser cassada e denunciada ao STF pela PGR, esqueceu de soltar a mão da ex aliada e acabou puxado e seguindo o mesmo caminho do ralo.

O fato é que Jair Bolsonaro não é mais fator determinante pra direita de esgoto.

Gusttavo Lima ou Nivaldo Batista, é hoje mais barato e funcional para o ex-bolsonarismo profissional.

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Política

Lula pede a membros do PT para reforçar a polarização com Bolsonaro

Segundo o presidente, petistas devem ir para o enfrentamento nas redes, e fazer comparações com o governo bolsonarista.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez um pedido a parlamentares petistas da Câmara para que os deputados federais do partido fortaleçam a polarização com Jair Bolsonaro (PL).

Deputados que participaram do encontro relataram que o presidente afirmou ser o momento de os petistas partirem para o enfrentamento nas redes e compararem os dois primeiros anos do terceiro mandato de Lula com os dois anos iniciais da gestão Bolsonaro. A informação foi publicada no jornal O Estado de S. Paulo.

No último dia 27 de janeiro, a primeira pesquisa Genial/Quaest de 2025 apontou que a aprovação de Lula caiu de 52% em dezembro para 47% em janeiro. A avaliação negativa aumentou de 31% para 37% no mesmo período. Ao comentar os números, o presidente disse que pesquisas servem para orientar ajustes, e não para causar preocupação.

No caso de Bolsonaro, o ex-mandatário está inelegível por disseminação de fake news, após decisão do Tribunal Superior Eleitoral em 2023. O motivo foram declarações golpistas feitas em 2022, quando ele afirmou a embaixadores, em Brasília (DF), que o sistema eleitoral brasileiro não tem segurança contra fraudes.

Em 2010, Lula terminou seus dois mandatos consecutivos com aprovação popular recorde, conforme informou o Datafolha: 83% avaliaram a gestão como ótima ou boa. Para 13%, o governo foi regular, e 4% consideraram a administração ruim ou péssima.

Possível candidato em 2026, Lula concorreu em 2022 e venceu a eleição contra Bolsonaro por 50,9% (60 milhões de votos) a 49,1% (58 milhões de votos).

O petista ainda não confirmou sua candidatura para a próxima eleição. A ideia é não antecipar demais o pleito, e atrapalhar a agenda do governo. Na centro-direita, alguns nomes vêm sendo especulados, como os governadores de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos); de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil); e do Paraná, Ratinho Júnior (PSD) – pessedista que é filho do apresentador Carlos Roberto Massa, conhecido como Ratinho.

 

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Mundo

Em retaliação às medidas de Trump, Canadá rompe com empresa de Elon Musk que perde dezenas de bilhões

Província mais rica do Canadá confronta Trump e suspende contrato com Starlink, de Elon Musk.

Em resposta ao tarifaço dos EUA, decisão de Ontário pode provocar perdas bilionárias para os EUA; ‘não fazemos negócios com quem destrói nossa economia’, disse premiê Doug Ford.

A província de Ontário, a mais populosa e rica do Canadá, anunciou nesta segunda-feira (03/02) que vai suspender o contrato com os serviços de internet via satélite Starlink, fornecidos pela empresa SpaceX, do bilionário Elon Musk, atual chefe do Departamento de Eficiência Governamental dos Estados Unidos (DOGE).

A decisão foi tomada em resposta às ações do presidente dos EUA, Donald Trump, de tarifar mercadorias canadenses em 25%, apesar do longo histórico de cooperação e amizade entre os dois países.

“Vamos rasgar o contrato da província com a Starlink. Ontário não faz negócios com pessoas empenhadas em destruir nossa economia”, declarou o primeiro-ministro conservador da província, Doug Ford, que também vai banir companhias norte-americanas de licitações na região.

De acordo com Ford, as empresas sediadas nos EUA perderão “dezenas de bilhões de dólares” em novas receitas como resultado da sua decisão, e a população “só tem o presidente Trump para culpar”.

“O Canadá não começou essa briga com os EUA, mas pode acreditar que estamos prontos para vencê-la”, concluiu.

Segundo o jornal The New York Times, o contrato de Ontário com a SpaceX vale cerca de US$ 68 milhões (R$ 400 milhões) e havia sido assinado em novembro, com o objetivo de fornecer internet de alta velocidade para 15 mil imóveis e negócios rurais em áreas remotas.

A província responde por quase 40% do Produto Interno Bruto (PIB) e da população do Canadá, abrigando a cidade mais populosa do país, Toronto, e a capital nacional, Ottawa.

O recente tarifaço do governo Trump, que atingiu primeiramente o Canadá, o México e a China, e agora ameaça os países europeus, foi repudiado pelos respectivos governos. Em resposta, o premiê progressista do Canadá, Justin Trudeau, anunciou taxas retaliatórias contra uma série de produtos norte-americanos.

Já no domingo (02/02), Trump disse que “o Canadá deixa de existir como um país viável” e defendeu a anexação da nação ao afirmar que deve se tornar o “51º estado” dos EUA, com “impostos muito mais baixos e proteção militar muito melhor”.

*Opera Mundi

 

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Mundo

Trump, o cavalo detroia chinês

Uma das primeiras respostas às tarifas de Trump: comércio mundial quer excluir os EUA

À medida em que o presidente Trump ergue cercas e muros mais altos em torno do comércio global dos Estados Unidos, mais fundo vai ficando o foço entre o neofascista e um número crescente de países, incluindo aliados dos EUA, que estão fechando seus próprios acordos.

Lógico que a China vai se lambuzar nesse vácuo.

Como disse o NYT: Para a China, as ações de Trump trazem dor, mas também ganhos potenciais.

A premonição do NYT vai dando as caras.

As ações dos EUA caíram no sino de abertura, seguindo quedas nos mercados asiático e europeu.

Se Trump se move contra a China, afunda, se fica parado, afunda também.

Esse é o dilema do malvadão.

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Política

Em encontro com Lula, Hugo Motta colcou-se “100% à disposição” e Alcolumbre fala em “apoiar a agenda do governo”

Encontro ocorre após a eleição dos novos presidentes da Câmara e do Senado e marca compromisso de harmonia entre os Poderes.

No primeiro compromisso institucional após a eleição para o comando das Casas Legislativas, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), se reuniram nesta segunda-feira (3) com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto. O encontro, realizado dois dias após a definição do novo comando do Legislativo, simboliza um alinhamento entre os Poderes e um compromisso de cooperação institucional.

Durante a reunião, Hugo Motta enfatizou a disposição da Câmara para trabalhar em parceria com o Executivo, destacando a importância da harmonia entre os Poderes. “Esse é um momento que marca o início da caminhada deste próximo biênio. Hoje, no primeiro dia útil, estamos eu e o senador Davi fazendo esta visita institucional para dizer que a Câmara, e penso eu que também o Senado, estará à disposição para construirmos uma pauta positiva para o país”, afirmou Motta. O deputado também ressaltou a necessidade de manter um diálogo constante para avançar em temas prioritários. “Agradeço ao senhor [presidente Lula] mais uma vez, me coloco 100% à disposição para, juntos, trabalharmos em favor do nosso Brasil, porque quem ganha com isso são os mais de 200 milhões de brasileiros que dependem desse nosso relacionamento”, disse.

Alcolumbre reforçou a mensagem de cooperação, destacando que a função do Congresso é colaborar com o governo na formulação de políticas que atendam às demandas da população. “O Poder Legislativo não pode se furtar em ajudar o governo do Brasil a melhorar a vida dos brasileiros. Tenho certeza de que este é o espírito colaborativo e quero registrar publicamente, em nome dos meus colegas senadores, das minhas colegas senadoras, do Congresso Nacional, assim como tenho certeza e convicção de que o é sob a liderança do presidente Hugo, na Câmara dos Deputados”, afirmou.

O presidente do Senado também fez questão de destacar que o momento exige compromisso com a estabilidade política e avanços sociais. “Nosso país ainda tem muitas desigualdades. A gente não tem tempo de criar crise onde não existe, porque nosso tempo tem que ser aproveitado integralmente para entregar para as pessoas”, disse Alcolumbre, reforçando a necessidade de um Legislativo ativo na formulação de políticas públicas.

A reunião também foi marcada por elogios de Alcolumbre às capacidades de articulação de Lula. O senador destacou a importância da colaboração entre os Poderes para que as iniciativas do governo possam avançar de maneira produtiva. “Precisamos apoiar a agenda do governo, precisamos debater na casa do povo, o Congresso, aprimorar todas essas agendas importantes que são prioritárias para o governo, inclusive participar mais, propondo mais iniciativas a partir do parlamento”, afirmou o presidente do Senado. Com 247.