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Mundo Política

Da devoção à frustração, mídia brasileira decepcionada com Milei, rebatiza o anarcocapitalista de ‘Bezerro de Ouro’

Em síntese a matéria do Globo de hoje, 19/ 10, detona Milei: “Imagem queimada, erosão econômica, escândalos de corrupção e estilo autoritário corroem fenômeno Milei”.

A reportagem analisa o esfarelamento acelerado da imagem do presidente argentino Javier Milei, que ascendeu como um fenômeno político antissistema em 2023, mas agora enfrenta uma “policrise” que ameaça suas ambições legislativas.

O texto destaca um clima de mal-estar social palpável nas ruas e conversas informais, sinalizando riscos de um resultado trágico nas eleições legislativas de 26 de outubro.

Segundo o jornalão dos Marinho, que estendia tapete vermelho pra Milei, apesar de promessas de recuperação, a gestão de Milei registra decepção generalizada.

Pesquisas mostram que nenhum setor do governo tem aprovação positiva superior à negativa, com apenas 34% dos argentinos crendo em melhorias futuras.

O dólar sobe, reservas do Banco Central são queimadas para conter a desvalorização do peso, e sinais iniciais de recessão agravam o cenário, complicando planos de expansão da bancada da La Libertad Avanza (LLA) no Congresso.

Escândalos de Corrupção

Uma série de denúncias abala o círculo íntimo de Milei, contradizendo sua bandeira anticorrupção.

Destaques incluem o “Karinagate” (envolvendo a irmã Karina Milei em supostas propinas na Agência Nacional de Deficiência) e a renúncia do principal candidato em Buenos Aires, José Luis Espert, por ligações com narcotraficantes.

Esses casos viralizaram nas redes, elevando menções negativas e erodindo a confiança pública.

Estilo Autoritário

O tom agressivo e radical de Milei, criticado por agressões verbais até a pessoas com deficiência, gera rejeição crescente.

Analistas como Mario Riorda, da Universidade Austral, apontam essa postura como catalisadora do mal-estar, somada a erros de gestão.
Ou seja, para O Globo, Milei está morto.


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Depois de apoiar aferradamente a eleição de Bolsonaro, Merval, o mais hipócrita dos hipócritas, o chama de louco

Está cansativo ver a turma do “quem peidei” fazendo cena pior do que a da Carminha no vale a pena ver de novo da novela “Avenida Brasil”.

Quem é louco, Bolsonaro ou os Marinho, para quem Merval Pereira assina a sua coluna?

FHC, depois de quebrar o Brasil três vezes, dizimando estatais com a sua privataria, entregou o Brasil aos frangalhos a Lula. Saiu do governo tão desmoralizado pela porta dos fundos do Palácio do Planalto que pegou um avião para Paris e lá ficou numa praça jogando milho para os pombos.

Naquele período, o Brasil sofreu um baque, uma decadência que o colocou na 14ª posição entre as economias globais. A coisa foi tão feia que FHC conseguiu detonar a cadeia têxtil de A a Z, e digo isso, referindo-me até mesmo às marcas piratas. Sim, FHC conseguiu conseguiu essa proeza depois do “sucesso” do real quando, artificialmente, o dólar chegou a custar R$ 0,86 do real.

Isso aconteceu até vir o estouro do boiada, a super desvalorização da nossa moeda, da noite para o dia, a disparada dos juros e o apagão geral do seu governo diante dos salários congelados e da precarização da indústria nacional.

A Globo tem a cara de pau de tratar  Fernando Henrique Cardoso como o pai da estabilidade econômica no país. Isso depois de apoiar a ditadura militar, que produziu uma hiperinflação que estourou nos colos de Figueiredo, Sarney e Collor. Ou seja, os patrões do Merval têm dedo podre para escolher seus preferidos.

Por outro lado, Lula revolucionou, inverteu a lógica da economia brasileira, começando de baixo para cima, fazendo o dinheiro circular pesadamente nas camadas mais pobres da população, tirando 40 milhões de brasileiros da miséria e colocando o Brasil como a 6ª maior potência econômica do planeta.

Mas a Globo segue firme martelando que Lula quebrou o Brasil, que montou o maior esquema de corrupção da história das galáxias e toda a bobagem que só faz sentido para quem tem fígado podre a a alma amargurada, porque o povo que viveu o período de FHC e de Lula, sabe quem é quem.

Parece que a Globo, que ajudou a eleger Bolsonaro, através da condenação política de Lula, não aprendeu nada, achando que, ao chamar Bolsonaro de louco, agora, vai lhe tirar das costas o peso de ser a principal culpada do que aí está desse Brasil trágico, que só não está pior porque a população, com sua sabedora mantém uma desobediência civil, em sua grande maioria, aos apelos do miliciano que a Globo sabia muito bem que era o lixo do lixo da ditadura e, mesmo assim, resolveu anabolizar a sua candidatura.

Não venham agora, pela de boca de Merval Pereira, tentar mudar os fatos através uma falsa indignação.

Até dias atrás, enquanto os pobres empobreciam e os ricos faziam um banquete com as políticas de Guedes, a Globo era bolsonarista. E os ventos só mudaram porque, depois que Guedes cumpriu toda a agenda dos Marinho, a economia solou e o PIB agarrou no fundo da panela.

Assim, Guedes passou de bezerro de ouro ou vaca sagrada a azarão, a mula manca.

Para piorar, Bolsonaro, no desespero de salvar os filhos e a si próprio da cadeia, faz um discurso suicida em prol do vírus para salvar o mercado, o mesmo mercado tratado como o deus maior pela Globo. Na verdade, Bolsonaro sabe que, se o mercado perder com a pandemia do coronavírus, arranca-lhe, junto com os filhos, a calça pela cabeça com couro e tudo num estalar de dedos.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas