Categorias
Política

A soberania flácida – O fechamento das fronteiras ocidentais e o verniz da ditadura tropical

#SeFlávioVenceVocêPerde

O encerramento do ciclo eleitoral e as pressões internacionais que asfixiam a governabilidade do país demonstram que a estabilidade nacional depende de uma profunda e urgente recuperação da nossa autonomia de Estado. Nós não estamos discutindo no Brasil quem é corrupto e quem não é corrupto; nós estamos discutindo marcos civilizatórios. A encruzilhada histórica deste segundo turno exige escolher, de forma consciente e sem recuos, entre a sobrevivência da Democracia ou a rendição definitiva à barbárie.

A desfaçatez do debate político é desnudada quando confrontamos a assimetria internacional de soberania: enquanto a Casa Branca de Donald Trump impõe restrições implacáveis a delegações, atletas e árbitros da Fifa, e a Argentina de Javier Milei executa a deportação sumária de jornalistas brasileiros por mera incompatibilidade de simpatia política, o Brasil abre o Maracanã para a infraestrutura de transmissão e engenharia norte-americana da NFL a escassos dias de um pleito presidencial decisivo, operando sob uma tolerância flácida que confunde abertura de mercado com submissão geopolítica.

Essa paralisia em blindar o território corre em perfeita simetria com a inversão retórica das torcidas tribais e dos robôs digitais, que rotulam o atual governo de “ditadura” por tentar exercer o básico de sua regulação financeira e humanitária. O pacote de Medidas Provisórias lançado pelo Palácio do Planalto para extinguir o ralo financeiro das bets — que drenava R$ 60 bilhões da economia popular e destruía o consumo das famílias de baixa renda — foi transformado pelo marketing de guerrilha da extrema-direita em uma suposta “ofensiva autoritária” contra o lazer do povo. O silêncio corporativo da Rede Globo e o manifesto “Proibir não é proteger” estampado nos gramados pela CBF e pelo Flamengo provam que as elites econômicas preferem defender o suborno de suas planilhas publicitárias do que encarar a realidade dos fatos: a de que o mercado formal das apostas foi convertido pelo advogado Willer Tomaz no maior duto de lavagem de dinheiro do crime organizado, movimentando R$ 6,6 bilhões em transações brutas opacas.

A verdade por trás da narrativa da “falsa ditadura” reside na tentativa de ocultar as robustas e criminosas evidências capturadas pela Polícia Federal na Operação Sem Desconto. O vazamento de e-mails armazenados no iCloud provou que o senador e candidato Flávio Bolsonaro compartilhava o mesmo “usuário master” administrativo e cofre digital no Banco Santander que as empresas de Willer Tomaz, o operador acusado de liderar a máfia previdenciária que surrupiou R$ 6,3 bilhões de idosos humildes do INSS.

Para que essa barbárie dinástica continue operando sem freios, a oposição mobiliza emendas e avança no Senado com a PEC de desmonte criminal do STF, contando com a proteção e os amortecedores jurídicos de ministros indicados na gestão anterior, como André Mendonça e Kassio Nunes Marques. O “foda-se o mundo” de uma população reduzida a plateia alienada pelas Big Techs abre o caminho para que o Escritório do Crime suba a rampa do Planalto, transformando o país em um laboratório ultraliberal devastador.

Diante do rastro físico de sabotagem que incendeia laboratórios da UFPE e templos em Santa Catarina sob a tag da “Direita Terrorista”, o papel da cidadania consciente não pode ser o recuo ou o gesso do medo burocrático. Como o professor Marcos Inácio Fernandes ensina na obra histórica de seu livro “Sensibilização à Política”, o único antídoto contra o neofascismo e as intervenções de falsa bandeira do ocidente coletivo é a politização e a organização combativa das sentinelas de contra vigilância.

O segundo tempo da história exige acionar os nossos “olhos de lince” e fincar as “baionetas escaladas” nas calçadas e nas redes digitais. Atendamos ao refrão do manifesto de resistência da nossa própria memória cultural: é preciso estar atento e forte, não temos tempo de temer a morte! No dia 25 de outubro, que a força impessoal e soberana do voto enterre a dinastia miliciana e salve o que resta de dignidade e autonomia no solo da nossa Pátria. À luta pela Democracia e pela Soberania Nacional!


Queridos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3Zg%3D%3

Categorias
Política

DEMOCRACIA OU BARBÁRIE?

O Brasil está diante de uma escolha que ultrapassa a disputa entre candidatos, partidos e projetos eleitorais. O que está em jogo é o próprio sentido da democracia: de um lado, a defesa das liberdades, dos direitos sociais, da soberania popular e das instituições; de outro, o risco de normalizar o autoritarismo, a intolerância, a mudança na constituição, a violência política e a impunidade.

A história ensina que a democracia raramente é destruída de uma só vez. Ela começa a ser corroída quando a mentira se transforma em método, quando o ódio passa a ser instrumento de mobilização, quando a violência é relativizada e quando instituições e direitos são tratados como obstáculos aos interesses de quem deseja concentrar poder.

É nesse terreno que a sociedade precisa estar atenta. Não basta que a palavra democracia apareça nos discursos. É necessário observar as práticas, respeitar os resultados eleitorais, defender a liberdade de imprensa, garantir os direitos fundamentais e cobrar responsabilidade de quem exerce o poder.

Também é preciso denunciar a hipocrisia de quem invoca a liberdade apenas quando ela favorece os próprios interesses e despreza as regras democráticas quando o resultado das urnas contraria suas expectativas.

Uma democracia sólida não exige unanimidade. Exige convivência entre diferentes, respeito às leis, igualdade de direitos e compromisso com a solução pacífica dos conflitos.

A barbárie começa quando o adversário deixa de ser reconhecido como cidadão e passa a ser tratado como inimigo a ser eliminado da vida pública. E a democracia se enfraquece quando a sociedade se acostuma a isso.

Por isso, a pergunta não é retórica. É um chamado à consciência nacional: que país queremos construir? Um Brasil em que os direitos sejam garantias para todos ou um país em que prevaleçam a força, o medo e os privilégios?

A resposta não pertence a um único partido, líder ou instituição. Pertence à sociedade brasileira, que tem o dever de vigiar o poder, defender as liberdades e impedir que conquistas democráticas sejam tratadas como descartáveis.

Democracia ou barbárie? A escolha exige consciência, participação e compromisso com o Estado de Direito. Porque nenhuma democracia sobrevive por inércia — ela precisa ser defendida todos os dias.

Então, que a demoracia seja defendida pelo povo brasileiro!


Queridos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3Zg%3D%3

Categorias
Política

A hipocrisia da mídia, que já espancou a democracia, tenta acabar com ela por asfixia

Há momentos em que a hipocrisia deixa de ser apenas um vício editorial e passa a representar um risco concreto para a própria democracia. Quando veículos que deveriam exercer o papel de fiscalizar o poder escolhem seletivamente o que denunciar, o que esconder e contra quem direcionar seus holofotes, a imprensa deixa de cumprir sua função pública e passa a interferir no debate político.

O problema não está em criticar governos, partidos ou candidatos. Isso faz parte da democracia. O problema começa quando a régua muda conforme o personagem. Um fato grave que seria manchete contra um adversário desaparece quando envolve um aliado; uma denúncia recebe tratamento explosivo de um lado e silêncio constrangedor do outro; uma polêmica é transformada em escândalo quando interessa e em nota de rodapé quando incomoda.

Essa seletividade corrói a confiança pública. E uma democracia não sobrevive apenas de eleições, ela precisa de informação confiável, pluralidade, transparência e imprensa disposta a confrontar todos os poderes — inclusive aqueles que lhe são próximos.

Mas no Brasil, a grande mídia tem seu lado, sempre o mesmo, contra os pobres, contra os desvalidos. Com isso, manipula as eleições.

A mídia brasileira já cometeu erros históricos que tiveram consequências políticas profundas. Repetir a mesma lógica, agora sob novas embalagens e com novos personagens, significa brincar perigosamente com uma instituição que pertence à sociedade, não aos seus donos, acionistas ou interesses circunstanciais.

Quando a imprensa abandona a coerência para escolher quem merece ser investigado, quem merece ser protegido e quem deve ser destruído, ela não está apenas narrando a disputa política. Está ajudando a moldá-la.

Pior, compara o incomparável. Entre Lula e Flavio Bolsonaro, não há termo de comparação.

E é justamente aí que mora o perigo, uma mídia que já espancou a democracia pode, pela omissão, pela seletividade e pelo duplo padrão, contribuir para algo ainda mais grave — a sua morte por asfixia.


Queridos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3Zg%3D%3

Categorias
Política

Bolsonaristas, evangélicos, traficantes, estupradores: Uni-vos!

É isso que o bolsonarismo se transformou: um grande clube de proteção mútua para criminosos.

Enquanto o Brasil inteiro sofre com a violência, Jair Bolsonaro e seus aliados no Congresso trabalham descaradamente para afrouxar as leis e abrir as portas da cadeia mais cedo. Prova concreta é o PL da Dosimetria, lei que o próprio Bolsonaro apoiou e cuja derrubada do veto foi comemorada pela sua base. O resultado? Redução de pena e progressão de regime mais rápida para condenados por tráfico pesado, estupro e feminicídio.

Bolsonaro, que sempre se vendeu como o “homem da lei e da ordem”, agora ajuda a dar atalho para estupradores e feminicidas saírem mais cedo da prisão. O que começou como uma manobra para proteger os envolvidos no 8 de janeiro virou uma farra geral para beneficiar bandidos violentos.

A bancada evangélica, fiel de carteirinha de Bolsonaro, entra de cabeça nessa vergonha. Em vez de pregar a Bíblia, muitos pastores e deputados transformaram igreja em quartel-general político. Tentam criminalizar até mulher vítima de estupro que precisa abortar, enquanto defendem leis que aliviam a pena de estupradores e feminicidas. Para eles, o que vale não é a fé, é a lealdade cega: “nós, evangélicos” contra “eles”. Crime de aliado? Vira detalhe que se resolve.

E o cinismo não para. No Senado, bolsonaristas deram o recado direto durante a sabatina de Jorge Messias: “Nós aprovamos os ministros do STF, mas também podemos tirar”. Ameaça aberta, autoritária e cara de pau.

É o pacote podre completo:
• Bolsonaro apoiando lei que beneficia estuprador e feminicida;
• Igreja usada como escudo de impunidade e rede de proteção, e
• Ameaça explícita ao Supremo para mostrar quem manda de verdade.

Enquanto mães choram filhas assassinadas, famílias enterram filhos vítimas do tráfico e o povo vive apavorado nas ruas, Bolsonaro e sua tropa priorizam proteger “os seus” em vez de proteger o Brasil. Isso não é conservadorismo. Isso é uma aliança nojenta entre política, religião e impunidade.

Chega de hipocrisia! Chega de usar a Bíblia como salvo-conduto para bandido! Chega de Bolsonaro e seus aliados afrouxando a lei para proteger estuprador, feminicida e traficante enquanto posam de salvadores da pátria.

O Brasil não suporta mais essa palhaçada. Ou não devia mais suportar!!!

Lei tem que ser dura, igual para todos. Sem “nós” e “eles”. Sem proteção especial para aliado. Sem atalho para quem comete crime grave.

Quem atentou contra a democracia, quem estuprou, matou ou traficou tem que apodrecer na cadeia. Ponto final.

*Formado em Ciências Contábeis pela UFRJ, Aposentado pelo INSS, tendo trabalhado como Supervisor no Banco da Amazônia e também como Diretor Regional do SESC e do SENAC nos Estados do Acre e de Rondônia.

Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio

Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://cat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Política

Imprensa trata Flávio Bolsonaro como se ele não representasse risco à democracia

Ele tem os mesmos objetivos do pai, sempre apoiou todos os gestos extremos do ex-presidente, defende abertamente a intervenção do governo Trump

A imprensa brasileira sofre de uma doença que parece incurável: o “isentismo”. É a tentativa de parecer isenta mesmo diante de grupos e personagens que representam óbvia ameaça ao Estado Democrático de Direito.

Foi assim que Jair Bolsonaro e seus asseclas cresceram na campanha de 2018. Primeiro foram tratados como azarões anedóticos e depois aceitos como players comuns do jogo democrático. Estava na cara que não eram nada disso. Desde o início, o bolsonarismo mostrou as garras, cóm fake news, ofensas, ameaças aos adversários, agressões, exaltação à ditadura, desrespeito às instituições.

Bolsonaro nunca foi homem de meias palavras e em momento nenhum escondeu sua brutalidade, seu jeitão golpista. No máximo, repetia querer manter-se “dentro das quatro linhas da Constituição”, mesmo quando já estava bem longe delas.

Apesar disso, a maioria dos jornais, sites e emissoras preferiu dispensar a ele tratamento protocolar.

Até meados do mandato de Bolsonaro tinha editor que recomendava a seus jornalistas que não o classificassem como alguém de extrema direita. Apesar de todas as invencionices que o presidente despejava diariamente no cercadinho, demorou para que os veículos usassem em relação a ele o adjetivo “mentiroso”.

Deu no que deu: Bolsonaro teve espaço para liberar armas, bagunçar a educação, autorizar a devastação do meio ambiente, fazer campanha contra o processo eleitoral brasileiro, esculhambar a política externa, entupir a máquina pública de parasitas ideológicos, propiciar a morte de centenas de milhares de pessoas na pandemia e, como fecho de ouro, consumar a esperada tentativa de golpe de Estado, felizmente fracassada.

Nesse momento, justiça seja feita, a grande imprensa mudou de tom e foi fundamental para a derrota do golpismo.

Passado o susto, no entanto, o “isentismo” voltou.

Vários aliados na tentativa de derrubar a democracia recuperaram espaço na mídia. Estão por toda parte, usando a imprensa para atacar o governo e dar opiniões sobre o Brasil, como se quisessem o bem dos brasileiros.

É algo como imaginar Marcola, o chefão do PCC, dar entrevista com recomendações sobre Segurança Pública.

Um desses golpistas que recuperou prestígio na mídia é Flávio Bolsonaro, o senador pré-candidato da extrema direita à Presidência da República. O filho 01 de Bolsonaro é tratado nas manchetes como postulante comum ao Planalto, sem ressalvas.

O noticiário mostra as estratégias eleitorais de Flávio, a montagem de sua equipe de campanha, as críticas que faz a Lula, o esforço para se mostrar como “moderado”, o desempenho nas pesquisas, as dancinhas constrangedoras que arrisca em cima dos palanques, Brasil afora (clara campanha antecipada, nas barbas do TSE).

O noticiário só não destaca o principal: Flávio Bolsonaro é tão golpista quanto o pai.

Tem os mesmos objetivos, sempre apoiou todos os gestos extremos do ex-presidente e dos irmãos, defende abertamente a intervenção do governo Trump no Brasil (como reiterou em recente visita aos Estados Unidos), louva ditadores, ataca as instituições.

Alguém tem dúvida disso?

A grande diferença é que não propaga seus ideais autoritários aos gritos e palavrões, como fazia o pai. Nesse sentido, é mais palatável — e por isso mais perigoso.

Pode-se argumentar que é da lógica jornalística ouvir todos os grupos políticos, até mesmo os golpistas. Isso pode ser verdadeiro, desde que imprensa não abra mão do senso crítico. E é o que está ocorrendo: o candidato bolsonarista tem se beneficiado do “isentismo” da mídia para passar-se por democrata.

Quando todos acordarem — inclusive a imprensa –, mais uma vez poderá ser tarde demais. Assim como Trump 2 tem sido mais devastador para os Estados Unidos e para o mundo, Bolsonaro 2 será bem mais perigoso para o Brasil.

Que tal usar a lógica das embalagens de cigarro, aquelas que alertam para os riscos do fumo para a saúde? A cada aparição do candidato extremista deveria ser exibida uma imagem dos vândalos do 8 de Janeiro, com a mensagem: “Cuidado, bolsonarismo faz mal à democracia brasileira”.

Na falta desse recurso, o simples exercício do senso crítico no jornalismo já seria uma boa notícia.

*Chico Alves/ICL


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos noWhatsapp https://cat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh

Categorias
Brasil Mundo

EUA perdem para o Brasil no quesito Democracia pela primeira vez

EUA deixam de ser democracia liberal, pela primeira vez em 50 anos

No principal informe publicado sobre a saúde da democracia no mundo, Brasil e EUA vão em sentidos contrários no fortalecimento do estado de direito. Se o país lidera no processo de democratização, os americanos perdem, pela primeira vez em 50 anos, seu status de democracia liberal.

Segundo o relatório sobre Democracia do Instituto V-Dem, da Universidade de Gotemburgo, o retrocesso está acontecendo agora em democracias consolidadas e a democracia nos EUA está se deteriorando a uma “velocidade sem precedentes”.

Mas, no caso do Brasil, o país segue numa tendência oposta e, hoje, está classificado como mais democrático que os EUA.

Em sua edição de 2026, o ranking apresenta o Brasil na 28ª posição no mundo. Já os EUA caíram da 20ª posição para o 51º lugar. O país que sempre exportou a democracia ainda deixou de ser classificado como uma democracia liberal e é apenas uma democracia eleitoral, hoje.

De acordo com o informe, quase um quarto das nações do mundo está passando por um retrocesso democrático, ou autocratização, em 2025, e seis dos dez novos países em processo de autocratização identificados no Relatório sobre Democracia de 2026 estão na Europa e na América do Norte.

Entre eles estão países grandes e influentes como Itália, Reino Unido e EUA. “O fato de muitos países populosos e economicamente poderosos estarem se autocratizando é especialmente preocupante. Vários desses países têm o peso econômico e político para remodelar organizações internacionais, normas e comércio, efetivamente remodelando a ordem global. Acho que já estamos vendo o efeito disso”, diz Staffan Lindberg, líder do estudo.

Uma das constatações é de que a democracia dos EUA está atualmente em um processo de deterioração muito mais rápido do que qualquer outra democracia nos tempos modernos.

“Em apenas um ano, a pontuação dos EUA no índice V-Dem de Democracia Liberal caiu 24%, enquanto sua classificação mundial caiu do 20º para o 51º lugar entre 179 nações”, disse.

Os aspectos liberais da democracia mostram o maior declínio nos EUA. O segundo mandato do presidente Donald Trump pode ser resumido como uma rápida concentração de poderes na presidência, de acordo com o relatório.

“O atual governo dos EUA tem minado os mecanismos institucionais de controle e equilíbrio, politizado o funcionalismo público e os órgãos de fiscalização, e intimidado o judiciário, além de atacar a imprensa, a academia, as liberdades civis e as vozes dissidentes”, afirmou Lindberg.

“As eleições de meio de mandato americanas de 2026 serão um teste crucial para a qualidade das eleições e da democracia nos Estados Unidos. Se os indicadores eleitorais também piorarem, os EUA irão piorar ainda mais”, diz Lindberg.

Brasil é destaque positivo: reverteu autocratização
Se Trump conduz os EUA para uma situação alarmante, o Brasil lidera o grupo que atravessa um processo de democratização.

“Entre os países em processo de democratização, o Brasil é de longe o maior em termos de população, seguido pela Tailândia e Polônia. Os três representam uma reviravolta, ou seja, estão se recuperando da autocratização da última década e restaurando seus níveis iniciais de democracia”, destaca.

Na avaliação dos especialistas, a autocratização no Brasil “foi revertida antes de um colapso democrático”.

“A autocratização do Brasil começou com o impeachment da presidente Dilma Rousseff e acelerou após a eleição do populista de direita Jair Bolsonaro em 2018. Ataques à mídia, tentativas de minar as eleições, o legislativo e o judiciário se seguiram. A reviravolta ocorreu quando Luís Inácio Lula da Silva, apoiado por uma coalizão de nove partidos, venceu as eleições de 2022”, destacou.

No entanto, a sociedade brasileira permanece profundamente polarizada, e as eleições de 2026 serão decisivas para o futuro. Bolsonaro, porém, está impedido de exercer o cargo após ser condenado por abuso de poder e tentativa de golpe.

Raio-X da democracia no mundo

  • A democracia retornou aos níveis de 1978 para o cidadão médio global. Os ganhos da “terceira onda de democratização”, iniciada em 1974 em Portugal, foram quase erradicados.
  • O nível de democracia para o cidadão médio na Europa Ocidental e na América do Norte está no seu nível mais baixo em mais de 50 anos, principalmente devido à autocratização em curso nos EUA.
  • Os EUA perdem seu status de democracia liberal de longa data — pela primeira vez em mais de 50 anos.
  • O mundo tem 92 autocracias e 87 democracias no final de 2025.
    74% da população mundial (6 bilhões) agora vive em autocracias.
    Apenas 7% da população mundial (600 milhões) vive em democracias liberais.

Eis os países que lideram o ranking da democracia global

  • Dinamarca
  • Suécia
  • Noruega
  • Suíça
  • Estônia
  • Irlanda
  • Costa Ric
  • Finlândia
  • França
  • Bélgica
  • República Tcheca
  • Austrália
  • Uruguai
  • Nova Zelândia
  • Alemanha
  • Chile
  • Luxemburgo
  • Países Baixos
  • Áustria
  • Letônia

Jamil Chade/ICL


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://chat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh

Categorias
Mundo

Sumiço de provas contra Trump nos arquivos Epstein é ‘assustador para democracia’

Ligações do republicano com criminoso sexual têm sido ocultadas, enquanto outros nomes aparecem, aponta o professor

Nesta quinta-feira (26) aconteceu o depoimento de Hillary Clinton no caso Jeffrey Epstein, no qual a ex-secretária de Estado afirmou não se lembrar de ter conhecido o financista e sugeriu que os senadores deveriam questionar o próprio Trump sobre suas ligações com a rede criminosa. “O que é preocupante é que as ligações óbvias com Trump têm sido disfarçadas e deixadas de lado. É isso que precisaria ser investigado. Inclusive, quando Hillary faz essa relação, ela sabe muito bem para onde está levando a conversa”, aponta Paulo Borba Casella, professor de direito internacional público da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).

Ao Conexão BdF, ele destaca a gravidade do envolvimento de tantas personalidades com a rede criminosa de Jeffrey Epstein. “É um número enorme de pessoas. Até o Noam Chomsky aparece. É assustador ver os tentáculos da rede Epstein e o estrago que já fizeram”.

O professor revela um fato ainda mais alarmante: “A gente teve a informação recente de que parte dos arquivos que relacionam Trump a possíveis agressões sexuais contra mulheres não estão mais disponíveis nos relatórios das investigações”.

Sobre as implicações legais para o presidente, Casella é enfático. “Ele não é um réu primário. Já foi acusado de outros delitos sexuais e já pagou grandes quantias em casos anteriores para se livrar de processos por mulheres que tinham sido assediadas e mesmo atacadas por ele.”

Para o professor, o desaparecimento das provas é um escândalo democrático. “O que é assustador para um regime democrático, como se diziam até agora, é que essas informações relativas ao atual dirigente sumam dos arquivos. Isso é escandaloso e nunca poderia ser aceito.”

A pressão sobre o Irã
Sobre a escalada contra o Irã, Casella contextualiza a posição estadunidense que agem por procuração para supostamente proteger seu aliado na região, que é Israel. “Mas tem também uma coisa altamente destrutiva por parte dos Estados Unidos em quererem atacar o Irã. Querem fazer do Irã o que fizeram há algumas décadas com o Iraque, que foi arrasado pelos Estados Unidos.”

“Esse duplo padrão é inaceitável. Israel tem um programa nuclear que não deixa ninguém fiscalizar, ao arrepio dos acordos internacionais de monitoramento e de visitas periódicas pela Agência Internacional de Energia Atômica. Esse jogo de pressão com parâmetros totalmente desiguais em relação a situações parecidas é absolutamente injustificável”, aponta.

O professor lembra que já havia um acordo firmado com o Irã durante a gestão Obama. “Quem jogou fora esse acordo foi o próprio Trump, com aquela arrogância e falta de cuidado. Disse que o acordo não era bom e que ele ia negociar um muito melhor. Estamos vendo esse ‘muito melhor’ agora.”

Ele conclui que a postura estadunindense é inaceitável sob qualquer ponto de vista. “Nenhum país pode se sentir confortável e aceitar publicamente esse tipo de pressão. ‘Olha, eu boto todo o meu poder militar e se você não negociar, vai ficar muito ruim para você.’ A inércia da comunidade internacional em torno de mais essa agressão americana é assustador e preocupante.”

Sobre a capacidade militar dos EUA, Casella pondera. “Análises dizem que toda essa mobilização cenográfica de porta-aviões e aviões teria poder de fogo por alguns dias, mas não seria o suficiente para um conflito prolongado.”

“De cara, dispara o preço do petróleo, dispara o preço do ouro e da prata. Cria-se uma enorme apreensão com relação aos 20% do comércio de petróleo e gás que passam pelo Estreito de Hormuz. O regime iraniano já disse que, se atacado, poderia restringir ou fechar a passagem, pelo menos temporariamente”, contextualiza.

Para Casella, os efeitos seriam globais: “Se esse ataque abusivo, descabido e provavelmente ineficaz acontecer, pode apostar que tem confusão que repercute para o mundo inteiro, principalmente na região, mas com reflexos para todo o planeta.”

*BdF


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://chat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-os no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-os no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk10

Categorias
Política

Ironizando Bolsonaro após ida para a Papudinha, Lula alerta “se não formos espertos, a mentira vencerá a verdade”

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez um alerta direto sobre o ambiente político e informacional do país às vésperas do próximo ciclo eleitoral. Ao discursar nesta sexta-feira (16), Lula destacou os riscos da disseminação de notícias falsas e afirmou que a desinformação pode comprometer o debate público e o julgamento da sociedade sobre os rumos do Brasil.

Durante sua fala, o presidente enfatizou que o país se aproxima de um momento decisivo e que será necessário atenção redobrada para separar fatos de mentiras. O discurso foi feito em evento oficial do governo federal, e o alerta veio acompanhado de um balanço dos indicadores econômicos e sociais do atual mandato, segundo informações divulgadas a partir da íntegra da fala presidencial.

“É preciso lembrar que vai ter uma eleição. E é importante se lembrar que se a gente não for esperto, a mentira vencerá a verdade. Fique esperto”, afirmou Lula. O presidente ressaltou que a desconstrução de narrativas é um processo simples, enquanto a reconstrução exige esforço e responsabilidade, especialmente diante do cenário herdado no início de 2023.

Lula citou resultados que, segundo ele, demonstram a recuperação do país nos últimos anos. “Eu sei como pegamos esse país em 2023. Nós terminamos o terceiro ano do mandato com a menor inflação acumulada em quatro anos da história do Brasil, com o maior aumento da massa salarial, com o maior número de trabalhadores com carteira assinada, com o menor desemprego da história do Brasil e com a maior exportação da história do Brasil. Com apenas três anos”, declarou.

Na sequência, o presidente defendeu que a população faça comparações objetivas entre diferentes períodos e projetos políticos. “E vamos fazer um comparativo. Quem é melhor? Estamos chegando à hora da verdade”, disse. Para Lula, a decisão eleitoral deve ser baseada em dados concretos e não em conteúdos distorcidos que circulam nas redes sociais e em aplicativos de mensagens.

O presidente também fez um apelo para que os cidadãos verifiquem a origem das informações que recebem, especialmente por meio do WhatsApp. “Quando vocês receberem uma notícia do WhatsApp, se certifique se o canalha que passou para vocês não está reproduzindo uma coisa que outro canalha fez”, afirmou, ao criticar a cadeia de desinformação que se retroalimenta nesses meios.

“Ninguém que ensina algo sério tem milhões de seguidores… o Bolsonaro tinha 30 milhões”.

Além do tema eleitoral, Lula abordou o crescimento das apostas digitais no Brasil, relacionando o fenômeno a preocupações sociais e econômicas. Ele lembrou posições históricas de setores religiosos contrários a jogos de azar e afirmou que, na prática, o problema se agravou com a popularização das plataformas digitais. “O cassino entrou na casa da gente, para criança de dez anos pegar o telefone do pai e jogar, com essa quantidade de bets que foram criadas, que está tomando conta do futebol, da publicidade e da corrupção”, disse.

O presidente citou ainda a atuação do Banco Central diante do setor. “Vocês estão vendo o trabalho do Banco Central tentando fazer com que essa gente pague pelo menos imposto nesse país”, afirmou, ao associar o avanço das apostas online a desafios regulatórios e fiscais.

Ao longo do discurso, Lula reforçou a necessidade de vigilância democrática, responsabilidade no consumo de informação e atenção aos impactos sociais de novos fenômenos econômicos, em um cenário que, segundo ele, exigirá escolhas conscientes da sociedade brasileira.


Queridos leitores,

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.

Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://chat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-no no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1O

Categorias
Política

7 de setembro: atos defenderão a soberania e a democracia no Brasil

Neste 7 de Setembro, movimentos sociais, partidos políticos, centrais sindicais e organizações populares vão às ruas para resgatar o verdadeiro sentido da independência: o Brasil é do povo brasileiro, e é o povo quem deve decidir os rumos do país. Confira o atos em dezenas de cidades em TVT News.

Mobilizações do 7 de setembro
As mobilizações são convocadas pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, pelo Fórum das Centrais Sindicais e pelo tradicional Grito dos Excluídos e das Excluídas. A Central de Movimentos Populares (CMP), que liderou os protestos pelo Fora Bolsonaro em 2021, é uma das principais articuladoras dos atos neste 7 de Setembro.

Em 7 de setembro, estão previstos protestos em 32 cidades de todas as regiões do país. O maior será em São Paulo, às 9h, na Praça da República. As principais bandeiras incluem: justiça tributária com taxação dos super-ricos; isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês; redução da jornada semanal de trabalho sem corte de salários; fim da escala 6×1; defesa do meio ambiente; e nenhuma anistia para os golpistas.

7-de-setembro-atos-soberania-e-democracia-no-brasil-projecoes-no-museu-nacional-da-republica-em-alusao-as-comemoracoes-da-independencia-do-brasil-celebrada-em-7-de-setembro-foto-ricardo-stuckert-pr-tvt-news
Na semana em que se inicia o julgamento de Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF), os movimentos populares reforçam nas ruas a defesa da democracia e reafirmam a necessidade de punição e prisão para Bolsonaro e seus aliados golpistas.

“Há 31 anos construímos o Grito dos Excluídos no Brasil. Mas, neste ano, diante dos ataques à nossa soberania e democracia, precisamos transformar o 7 de setembro em um dia histórico. É hora de afirmar que quem manda no Brasil é o povo brasileiro”, afirma Raimundo Bonfim, coordenador nacional da CMP.

Grito dos Excluídos (@grito.dos.excluidos) • Instagram photos and videos

Os movimentos denunciam que setores da extrema-direita e grupos ligados ao ex-presidente Bolsonaro estão tentando sequestrar o sentido do 7 de setembro. Em vez de defender o Brasil, apoiam medidas como o tarifaço de 50% imposto por Donald Trump, que ameaça destruir milhares de empregos ao atingir exportações brasileiras. Também atacam instituições democráticas, espalham fake news e tentam, mais uma vez, insuflar o autoritarismo no país. “Não aceitamos ingerências nem golpes contra a democracia. O Brasil não é quintal dos EUA. É preciso defender nossas riquezas, nossa autonomia e nossos direitos sociais”, reforça Bonfim.

Além disso, os atos do 7 de setembro serão uma demonstração de resistência ao avanço do fascismo e de afirmação de um projeto de país baseado na democracia, na justiça social e na participação popular. “Este 7 de Setembro não é de comemoração, é de denúncia. Vamos às ruas para dizer que a independência só é verdadeira com soberania popular e justiça social”, conclui Bonfim.

Confira os locais de ato em 7 de setembro na sua cidade

  • AL – Maceió | Praça da Faculdade, às 08h
  • AM – Manaus | Av. Eduardo Ribeiro com Avenida 7 de setembro (até a Praça da Polícia) de 8h à 09h
  • AP- Macapá | Concentração: ‘Hospital do Amor’ – R. Carlos Daniel, 456 – Infraero II, às 7h
  • BA – Salvador | Campo Grande, às 9h
  • BA – Souto Soares | Concentração na Praça Raul Soares, às 09h
  • CE – Fortaleza | Praia do Futuro, às 8h
  • DF – Brasília | Praça Zumbi dos Palmares (CONIC), às 10h
  • ES – Espírito Santo | concentração na Praça Portal do Príncipe, às 8h30
  • GO – Goiânia | Praça do Trabalhador, às 8h30
  • MG – Belo Horizonte | Praça Raul Soares, às 9h
  • MS – Campo Grande | Cruzamento da Rua 13 de maio com Dom Aquino, às 8h
  • MT – Cuiabá | Praça Cultural do Bairro Jardim Vitória, 7h30
  • MT – Cáceres | Salão da Matriz São Sebastião, Rua Rodrigues Alves, 201, Cidade Nova, às 07h
  • PA – Belém | Concentração na avenida. Mal. Hermes, 3 – Campina (Escadinha do cais do Porto), às 9h
  • PE – Recife | Parque 13 de maio, às 9h
  • PE – Recife | Pedal Grito dos Excluídos – saída às 09h do Prq. da Jaqueira, rumo ao Prq. 13 de Maio
  • PI – Teresina | Concentração na Ponte da Avenida Frei Serafim (JK), 7h
  • PR – Apucarana | Concentração Avenida Curitiba (próximo Supermercado Amigão), 08h30
  • PR – Cascavel l | Calçadão (na Avenida Brasil, esquina com Padre Champagnat), 08h30
  • ]PR – Curitiba | Rua Desembargador Oscar Carvalho e Silva, Vila Pantanal, às 09h
  • PR – Curitiba | Praça Tiradentes, 10h
  • PR – Maringá | Praça Raposo Tavares, 08h30
  • PR – Umuarama | Praça Paulo VI (Praça da Catedral), 9h
  • PR – Ponta Grossa | Em frente ao Cemitério Municipal – Av. Balduino Taques, 09h30
  • RS – Porto Alegre | Ponte de Pedra, Largo do Açorianos, 14h
  • RJ – Rio de Janeiro | Rua Uruguaiana com avenida Presidente Vargas (metrô), Centro, às 9h
  • RN – Mossoró | Ginásio Pedro Ciarlini, 07h
  • RN – Natal | Praça da Flores, Petrópolis, às 9h
  • RR – Boa Vista | Palco Aderval da Rocha, em frente à Praça Germano Sampaio, no bairro Pintolândia, às 15h30
  • SC – Blumenau| Rua Presidente John Kennedy (ao lado do Teatro Carlos Gomes), às 8h
  • SC – Chapecó | Praça Central (ao lado da Catedral Santo Antônio), às 14h
  • SC – Florianópolis | Parque da Luz, às 08h30
  • SE – Aracajú | Praça da Catedral Metropolitana de Aracajú, em meio ao desfile das escolas, às 09h
  • SP – Aparecida | concentração no porto e segue em caminhada até a basílica, a partir das 7h – (organização: Pastoral da igreja de Aparecida)
  • SP – Campinas | Concentração na Praça do Largo do Pará, às 9h
  • ]SP – Mauá/ABCDMRR | Início com Santa Missa – Santuário Imaculada Conceição: Praça Mons. Alexandre V. Arminas 01, Bairro Matriz, 08h30
  • SP – Santana do Parnaíba | Largo da Matriz, s/n, Centro, às 14h
  • SP – São Paulo | Praça da Sé, a partir das 7h00, com café da manhã para as pessoas em situação de rua – ato às 9h e 10h30 caminhada para o centro.
  • SP – São Paulo | Praça da República, às 9h
  • SP – São Sebastião | Rua da praia – São Sebastião – 9h

*TVTNews


Apoie com qualquer valor
PIX: 45013993768
Agradecemos aos nossos leitores

Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/K8Zc6XOHkN258pOahSE1L1?mode=ems_copy_c

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3Z

Categorias
Política

Bolsonaro comandou outra tentativa de golpe no Congresso e tentará outros até ser condenado e preso

Bolsonaro comandou tentativas de golpe de Estado dia 8 de janeiro de 2023 e, agora, está incluindo em sua folha corrida outra tentativa relacionada ao Congresso.

Isso é algo extremamente grave, sério e amplamente discutido no Brasil.

As informações disponíveis até o momento, mantendo a objetividade e evitando especulações, é que Bolsonaro conquistaria a vitória se promovesse uma guerra contra o congresso a favor de sua absurda anistia.

Ou seja, ele foi mais uma vez o comandante de uma nova tentativa de golpe mirando dois poderes da República, Congresso e STF, com a ridícula ameaça de impeachment de Moraes e sabe-se lá mais quem.
Plano “Punhal Verde e Amarelo 2.0

Partidos da base aliada do governo Lula cansaram de esperar uma reação de Hugo Motta, e protocolaram um pedido para que a Mesa Diretora da Casa suspenda, por seis meses, os mandatos deputados golpistas que estavam no comando da balbúrdia.

Esses pulhas seguiram as ordens de Bolsonaro, mesmo em prisão domiciliar, porque o que não faltou foi pombo correio na nova investida golpista de Bolsonaro contra a democracia brasileira.

O fato é que, enquanto não for julgado, condenado e preso, o rato vai tentar outros golpes.


Apoie o Antropofagista com qualquer valor
PIX: 45013993768
Agradecemos imensamente

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/EDwMnaR2cC27mPiXJEH24i?mode=ac_t

Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3Zg