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Estadão denuncia Flavio, mas alivia para o que é ainda pior, que é a academia do crime dentro do Congresso

O editorial do Estadão foi extremamente ácido com o 01 do clã mais bandido da história do Brasil. Mas em certa medida, o editorial está chutando cachorro morto.

É fato que a direita sempre trablahou, dento do Congresso, como garçom da elite brasileira, uma elite que, a cada dia, vem se revelando mais podre e antinacional, por isso mesmo, mostra como o poder da grana é a fórmula de sucesso dos filhotes da escória herdeira da aristocracia cafeeira, escravocrata e ladra.

Na verdade, isso deixa claro quanto custa até hoje para um pais de pouco mais de cinco séculos, sendo quase quatro em que viveu da escravidão feroz dos negros.

Esse é um ponto da histótia do qual a elite econômica desse país quer distância. O Estadão não foge à regra, não associará a escória do dinheiro grosso ao mais corrupto amontoado de vigaristas, assassinos, ladrões, corruptos de direita que dominam o Congresso Nacional, sobretudo depois da chegada de Cunha à presidência da Câmara. Lembrando que Cunha foi tratado não só pelo Estadão, mas por toda mídia industrial como herói nacional, por reger o golpe contra Dilma.

Qualquer enciclopedista sério lembrará que, a partir da farsa do mensalão, seguida da farsa da Lava Jato, em que a justiça no Brasil era feita através de manchetes dos jornalões, sob o julgamento do tribunal da mídia.

É desse filão de aspectos espúrios que nasce Cunha prsidente da Câmara, festejado pelas redações como o novo herói nacional por ter colocado a cabeça de Dilma Rousseff a prêmio, numa escandalosa cumplicidade com empresários e barões da mídia que avançaram, com sangue nos olhos, sobre a presidenta do Brasil.

De lá para cá, com um de seus ilustres herdeiros, Arthur Lira, o Brasil viu, sem a menor hesitação, quem regularizou a corrupção da direita dento do Congresso.

Essa gente, praticamente, criou uma língua nacional própria com todo tipo de velhacos que, a príncípio, causou surpresa e o desencadeamento disso só piorou com o afrouxamento de uma parcela da sociedade que verdadeiramente serviu de avalista para o estupro dos cofres públicos.

Tudo, absolutamente tudo, com a complacência de veículos da envergadura eonômica do Estadão, num silêncio sob medida para os interesses das classes eocnomicamente dominantes.

É correto o Estadão afirmar que o clã Bolsonaro não gerou nada de bom para o país. assim como diz o periódico, em seu editorial, que ninguém pode se surpreender com as mentiras de Flavio. O que ele não diz é que Flavio e o clã estão longe de ser exclusividade nessa esbórnia da direita que atua no Congresso Nacional.

Pior, não cita seus patrocinadores, nem do sistema produtivo, menos ainda do sistema financeiro, que formam uma verdadeira academia do crime, que se transformou naquela choldra parlamentar.

Ou seja, por mais duras e verdadeiras que teenham sido as palavras do Estaxdão, ainda assim foi extremanente seletivo e generoso com a escória de direita que hoje atua no Conresso, irrigada pelos milionaríssomos desse país.

Mídia de banco é mídia de banco.


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Sem uma palavra crítica a Alcolumbre, mídia ataca Lula confessando-se derrotada por ele no primeiro turno

Lula está em 48,6 a 48,7% dos votos válidos, segundo a mais recente pesquisa CNT/MDA, afirmando que Lula está a 1,3 ou 1,4 ponto percentual de liquidar a eleição já no dia 2 de outubro, primeiro tuno.

A coisa é tão séria que simplesmente a mídia hegemônica, com toda a liberdade de imprensa, omitiu vergonhosamente essa pesquisa do instituto que mais acertou em 2022.

Isso é de uma violência manipuladora que jamais estaria no menu de uma imprensa séria. Dar resultados de pesquisas eleitorais que agradam à mídia, é muita canalhice, mas também explica o apoio à quadrilha Bolsonaro ligada ao bando que está sendo defenestrado pelo  governador interino do Rio de janeiro, Ricardo Couto, que mistura milícia com tráfico, com escritório do crime, contravenção de toda ordem que a política carioca, berço do bolsonarismo e por isso dominado pelo clã, é escancarada.

Então, O Globo, por exemplo, o maior jornalão em circulação no país, não por acaso com sede no Rio de Janerio, fala em revés de Lula, em derrota de Lula ou qualquer coisa negativa de Lula, o que nos faz lembrar as matérias desse mesmo periódico em prol de Collor, contra Lula, mas sobretudo contra o povo, principalmente quando o caçador de marajás caçou as contas correntes e as poupanças do povo brasileiro com três dias de páginas inteiras de exaltação dos Marinho ao “feito” de Collor.

É sobre isso que falamos, assim como o powerpoint de Andreia Sadi e as falácias da lavajatista, Malu Gaspar, sem falar em Merval Pereira, porque este, não tem graça.

Na verdade, Grupo Globo, Folha, Estadão, em defesa da agiotagem nacional, está naquela cruzada de todos ou tudo contra Lula, porque não têm a coragem de dizer o fato concreto, são todos contra os trabalhadores, os pobres e os miseráveis.

Na realidade, essa gente só está contra Lula, ou seja, contra o povo, isso a cinco meses da eleição. Imagina quando estiver a uma semana o que essa gente sapecará nos jornalões contra o presidente da República para que não exerça o seu quarto mandato.


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A mídia e o segredo da invenção

A rota mais fácil para o paraiso da manipulação são os cortes e recortes dos fatos.

Com a chegada da inteligência artificial, a mídia estrutura seus textos com altos percentuais de termos e adjetivos que se travestem de análise para marcar, com certos tipos de frases, a estrutura clássica da dominação emocional.

Os modelos de liguagens reproduzem muito bem exatamente esse padrão para ter o mínimo de probalidade de uma palavra ou expressão ser mal interpretada contra os hábeis manipuladores da mídia.

Ou seja, toda a formulação de uma matéria passa por um filtro para ter a precisão cirúrgica que atinja o alvo. Soma-se a isso os motivos centenários dessa forma de escrita por encomenda para servir como mercadoria política em prol das classes dominantes.

No Brasil, a imprensa industrial, sobretudo das Organizações Globo, não se furta a usar todos os procedimentos para proteger seus objetivos e entregar a mercadoria pronta aos patrões, que são a sua rica clientela.

Esse é o padrão Globo de jornalismo, seguido pelo Estadão, Folha, Veja e congêneres.

Digo isso para alertar que, mais uma vez, a mídia de cartas marcadas seguirá sendo a mais agressiva, a mais extremista, despudorada e raivosa direita nacional. E será ela, como já está fazendo, quem tentará a todo custo convencer o eleitorado a repudiar a reeleição de Lula, seja com entrevistas combinadas com candidatos de direita, economistas de direita dos mais pândegos, para vender uma direita romanceada de moderada, enquanto pintam Lula como o diabo em forma de presidente.

Essa turma que está se estapeando entre si no campo da direita, tentando subir no pódium dos que odeiam o PT e seus candidatos, é titica perto da campanha que está estourando contra Lula na grande mídia, ao mesmo tempo em que tenta catapultar a candidatura de Flavio Bolsonaro.

A quebra de sigilo de Lulinha não encontrou qualquer ligação dele com o careca do INSS. Assim, uma mudança de rumo para atingir o objetico de atacar Lula, será feita e a charanga que usa o martelete contra o presidente durante 24 horas nos jornalões e TVs da grande mídia, seguirá apontando o dedo para um outro recorte para que os olhos da ´população fiquem parados, pensativos e imaginativos.

Essa mídia costureirazinha viverá, até a eleição deste ano, de tentativas sabidas de manipulações de sentimentos coletivos de forma pirata em busca do triunfo da direita que, consequentemente, busca, na prática, o fracasso da campanha de Lula.

Simples assim.

Que a campanha de Lula se prepare para a guerra da mídia que plantará todo santo dia uma semente de ódio contra a reeleição do presidente da República.


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Na cruzada pró-Tarcísio para a presidência, mídia sonega os milhões que Vorcaro casou na campanha de 2022 do pupilo

A mídia está carregando a mão quando o assunto é Banco Master, levantando a mão contra Toffoli, Lewandowski, unindo “descobertas” e utilizando a máquina publicitária, uma equação que desaparece com as relações de Tarcísio com Vorcaro, suas doações, assim como a de uma líder do PCC.

Ou seja, é uma falta de vergonha generalizada que qualquer ser pensante, saca que a fé dos apóstolos tarcisitas é interesseira. Por isso prima por sonegar o todo envolvendo Vorcaro e o Banco Master para produzir um caminho de flores para o escolhido que, certamente, no governo, produziria o que é do interesse dos barões da midia e afins.

Esse arremedo de jornalismo já mergulhou de cabeça na campanha de Bolsonaro no momento mais decisiv,o em 2018, colocando Haddad e Bolsonaro no mesto cesto, expondo uma abundância de cinisco que jorrou o título da jornalista Vera Magalhães no editorial do Estadão em que sapecou em garrafais “Uma Escolha Difícil”.

Lógico que foi um ataque cirúrgico a Haddad, já que Bolsonaro era um cagado de produzir congestão em quem ouvisse seu nome e fosse minimamente civilizado.

Isso é um tipo de ditadura gosmenta, que só é viável se houver muitos interesses em jogo. Não só isso, foram 4 anos de um governo assassino, que provocou de forma deliberada a morte de 700  mil brasileiros por covid e, por questão de princípio neoliberal, jogou na mais absoluta miséria 34 milhões de brasileiros que fazem parte da massa do povo.

O jornal panfleto de Tarcísio, agora, em plena campanha, tenta perfurar poços que façam a campanha de Flavio Bolsonaro se tornar inviável para que o nome de Tarcísio surja naturalmente como candidato, já que o bolostrõ depende, até a raiz do cabelo, da bênção de Jair Bolsonaro.

Então, é melhor abrir a gaveta e guardar o rolo de papel que tem anotações sobre as relações amigas entre Daniel Vorcaro e Tarcísio de Freitas e produzir geringonças editorializadas para abrir portas, de forma repugnante, ao aliado oficial do baronato midiático, da Faria Lima, do PCC, das fintechs e do próprio Vorcaro, até porque, junto da encomenda, vêm embalados Ciro Nogueira como vice e Rueda como presidente do União Brasil.


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Os ganhos ilimitados que o capitalismo promete aos incautos, esquece, o Estadão diz que o capitalismo é para os fracos

Ora, um sistema capitalista que acha populismo escandaloso um aumento real do salário mínimo de R$ 1.518,00 para R$ 1.621,00, presta?

Na hora de vender a apologia dos deuses da grana, os cultores potencializam a musculatura, pelo menos de forma visual, do capitalismo, picam com luva de pelica seus escritos quando são cobrados um pouquinho da divisão da riqueza do eldorado, não é ideologia, é um conto, conto do vigário.

Que mercado é esse, endeusado pelos seculares escravocratas, como é o caso do Estadão, que em 2026 não consegue produzir nada além de um salário de fome para a maioria do povo?

Bastou um cadico de nada de reajuste acima da inflação, para o Estadão arrotar não a vanguarda econômica, mas uma sarcopenia financeira provocada por uma merreca de dinheiro, direcionada a quem produz a riqueza. Essa gente acaba por colocar a algema nas próprias mãos. De um lado, vende um capitalismo produtor de riquezas, do outro, na hora de pagar a mão de obra, um patrao raquítico vendendo o almoço para comprar a janta e, qualquer coisa fora dessa maravilhosa matemática, é populismo.

Gostaria de saber o que realmente vale nessa história a despeito da categoria empresarial no Brasil, que não aguenta nem o próprio fardo, mas arrota que carrega o país nas costas.

Essa é a sonda fiel, é a régua que mede a pujança do capitalismo paratatá? Isso é um poço de iniquidade, é o livre mercado às avessas, com rvestimento alegórico de purpurinas e lantejoulas para um pequeno diabo perseguir a riqueza em seus investimentos regados de um indecoroso fracasso.

O Estadão precisa resolver de que lado ele está nessa história, das mihões de toneladas de ouro que o capitalismo promete aos capitalistas ou uma montanha de dívidas que, em pouquíssimo tempo, um trouxa que ouviu o canto da sereia capitalista, deparar-se com a sua produção de vertigem sistemática.

Ora, o Estadão não engana ninguém com seu editorial que arrota fábulas capitalistas e vomita debilidade na hora de pagar a mão de obra. venddendo uma bagagem degradante de um sistema que equivale à miséria do país.


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Alcolumbre rebaixa o Senado. Até tu Estadão?

A matéria do Estadão desta terça (2), não deixa dúvida, foi uma carraspana de um jornal francamente opositor histórico do PT.

Se, na medida das palavras, cobra razoabilidade, temperando sua fala, o Estadão, no seu editorial, cobra coerência do líder máximo do Congresso, Davi Alcolumbre.

Há nisso uma percepção clara de que o Estadão está mostrando a Alcolumbre que ele não está jogando contra Lula, mas sim, a favor, e que a torcida brasileira setá toda com o presidente Lula por razões óbvias, já que é atribuição do mandatário do país a escolha dos mnistros do STF.

Portanto, ]ão tem o menor sentido os faniquitos repetidos de Alcolumbre contra a indicação de Jorge Messias pela Presidência da Reúplica ao STF. É absolutamente constitucional

Na verdade, ele não só rebaixa o Senado, como sapecou o Estadão em garrafais, mas arrasta com ele a própria imagem de Rodrigo Pacheco que, se não é o sinônimo de unaniidade diante da população, não é alguém que carrega algo grave que o desabone.

O que parece é que Acolumbre usa o ex-presidente da casa como boi de piranha no Senado com as suas já pra lá de manjadas, técnicas fisiologistas para hipertrofiar sua musculatura políica dentro do governo Lula.

Para piorar, Alcolumbre escolheu a pior hor apara fazer isso, já que pesquisas apontam que cresceu mais de 700% a busca da população  brasileira por “Imposto de Renda” após pronunciamento do presidente Lula.

Seja como for, ver o Estadão dar um passa-moleque em Alcolumbre, em plena crise de narcisismo, não tem preço. É uma peroba que deve servir de sossega leão no presidente do Senado.


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Estadão critica a Câmara e pede a cassação de Eduardo Bolsonaro

Em editorial publicado nesta terça-feira (16), o Estadão acusa a Câmara dos Deputados de se tornar um “valhacouto de canalhas” se não cassar o mandato do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). O texto destaca a omissão da Câmara em relação às ações do parlamentar, que vive nos Estados Unidos desde o início de 2025 e tem sido acusado de atuar contra os interesses nacionais, endossando ameaças de intervenção estrangeira e conspirando contra o Brasil.

Ações de Eduardo Bolsonaro
Eduardo Bolsonaro está licenciado da Câmara e reside nos EUA, onde exerce atividades políticas e diplomáticas informais. Em 2025, ele tem acumulado faltas às sessões da Câmara (mais de um terço das presenças obrigatórias, o que pode levar à cassação por “abandono de função” a partir de março de 2026). Além disso, ele é investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por instigar sanções eonômicas dos EUA contra autoridades brasileiras, visando beneficiar o pai, agora condenado, por tentativa de golpe de Estado.

Em agosto de 2025, Eduardo endossou uma declaração da porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, que ameaçou ações militares dos EUA contra o Brasil (como envio de caças F-35 e navios de guerra) em retaliação à condenação de Jair Bolsonaro. Isso foi visto como apologia a intervenção estrangeira, violando o decoro parlamentar e a soberania nacional.

Manobra para evitar cassação

Em 16 de setembro de 2025, o PL indicou Eduardo como líder da minoria na Câmara, substituindo a deputada Caroline de Toni (PL-SC), que assumirá como vice-líder para exercer funções presenciais. Como líder, ele fica isento de faltas às sessões, o que é uma estratégia para blindá-lo de punição por ausências. Parlamentares da oposição, como o líder do PT Lindbergh Farias (RJ), criticaram a manobra como “imoral” e “traição à pátria”, reforçando pedidos de cassação.

Crítica do Estadão à Câmara
O editorial do Estadão, intitulado “O que falta para cassar Eduardo?”, é uma das críticas mais duras recentes à inação da Câmara. O jornal argumenta que preservar o mandato de Eduardo é uma falha “miserável” da Casa em honrar a representação popular, transformando-a em um refúgio para traidores.

Acusação de cumplicidade

“A cada dia que preserva o mandato de Eduardo Bolsonaro, um impatriota que se homizia nas prerrogativas de deputado licenciado, a Câmara falha miseravelmente em cumprir sua missão de honrar a representação popular.”

Referência à ameaça estrangeira

O jornalão cita o endosso de Eduardo à fala da Casa Branca como “infâmia” e quebra de decoro, questionando: “Se a apologia de uma intervenção militar estrangeira contra o País não se enquadra como quebra do decoro parlamentar, o vale-tudo está autorizado.”

Consequências para a Câmara

Se não agir, a Casa se tornará um “valhacouto de canalhas”, sujeita a conchavos partidários e cálculos eleitorais. O Estadão enfatiza que a cassação é “questão de honra institucional, apreço pela democracia representativa e respeito pelo Regimento Interno e pela Constituição”. A sociedade não pode assistir passivamente a representantes que conspiram contra o país.

Urgência

O texto cobra o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), por não avançar nos processos, apesar de ter enviado denúncias ao Conselho de Ética em agosto de 2025.

Essa crítica ecoa em redes sociais, com posts no X (antigo Twitter) chamando a manobra de “insulto à democracia” e exigindo “Eduardo Bolsonaro cassado”. Por exemplo, a deputada Talíria Petrone (PSOL-RJ) destacou que o PSOL protocolou pedido de cassação, argumentando que Eduardo atenta contra a democracia.

Vários partidos de oposição e o presidente Lula (PT) têm pressionado pela cassação de Eduardo por violação ao decoro, traição à soberania nacional e abuso de prerrogativas. Aqui vai um resumo em tabela dos principais avanços:

Cassação de Eduardo Bolsonaro

  • Maio/Julho 2025 | PT, PSOL | Representações no Conselho de Ética  Pedidos de cassação por ações nos EUA contra o Brasil; PT protocolou suspensão cautelar do mandato e bloqueio de salário. |
  • 10 de julho 2025 | PT (Lindbergh Farias e Humberto Costa) | Petição ao STF | Reforço para cassação por desrespeito aos deveres parlamentares; inclui notícia-crime por apologia à ditadura e incitação a crimes. |
  • 14 de agosto 2025 | PT e Lula | Pressão pública | Lula cobra base governista: “Ele está traindo o país”; PT reitera cassação por atuar contra interesses nacionais. |
  • 15 de agosto 2025 | Hugo Motta (Presidente da Câmara) | Envio ao Conselho de Ética | Quatro pedidos (3 do PT, 1 do PSOL encaminhados; Motta critica Eduardo, mas sinaliza oposição a exercício remoto do mandato. |
  • 21 de agosto 2025 | PT (Lindbergh Farias) | Pedido de suspensão preventiva | Bloqueio de remuneração (salário, cota parlamentar); cita violações constitucionais. |
  • 16 de setembro 2025 | Oposição (PT, PSOL) | Crítica à manobra de liderança | Lindbergh: “Manobra para blindá-lo”; exige cassação imediata. |
  • 16 de setembro 2025 | Estadão | Editorial | Cobra ação urgente da Câmara para evitar cumplicidade. |

Implicações e Próximos Passos

A crítica do Estadão reflete um consenso crescente na oposição e na imprensa de que a Câmara, sob Motta, prioriza acordos políticos em vez de punir traições. Se o Conselho de Ética aprovar a cassação, o plenário da Câmara votará; a perda do mandato tornaria Eduardo inelegível por 8 anos. Campanhas como a do PT e PSOL buscam mobilização popular para pressionar. Enquanto isso, Eduardo continua recebendo salário (R$ 46,3 mil/mês), mas verbas foram bloqueadas judicialmente em julho de 2025.

Se a consulta for sobre um post ou notícia específica no X, ou se houver mais detalhes (como um link), posso aprofundar com ferramentas adicionais. Caso contrário, isso resume o episódio central da crítica à Câmara e os pedidos de cassação.


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Quem tem razão sobre a importância do BRICS, EUA ou Estadão?

Se os norte- americanos andam vendo no BRICS o seu bicho papão, é só contratar o editorialista do Estadão, que o medo passa.

O jornalão, secularmente mais reacionário do Brasil, diz que o BRICS, como bloco econômico, não passa de miragem para ser postada em redes sociais.

Na verdae, para o periódico dos Mesquita, a preocupação de Trump com uma possível moeda do BRICS, é um medinho boboca, porque tudo não passa de uma visão turva, embaçada e distorcida da realidade.

O BRICS, para o Estadalhão, é um mero regabofe de paisecos sem importância nenhuma na geopolítica global.

Segundo o editorial, não há interação alguma entre os países que compõem o bloco formado por Brasil, Índia, China Rússia, África, entre outros.

Essa visão, antes de ser lida, tem que ser adicionada para se inteirar de onde o Estadão quer chegar.

Ele quer desclassificar Lula e, por tabela, os trabalhadores e os pobres brasileiros que o Estadão odeia há séculos.


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Estadão joga Bolsonaro aos peixes

Em editorial, o governador de São Paulo e os conservadores são desafiados a abandonar de vez o sabotador que ameaça a soberania do país

Em um movimento que expõe as fraturas na direita brasileira, o jornal O Estado de S. Paulo publicou nesta terça-feira (15) um editorial que marca o rompimento definitivo com Jair Bolsonaro, jogando-o, nas palavras implícitas do texto, no lixo da história. Conservador por tradição, o Estadão foi o mesmo que, em 2018, classificou a eleição como “uma escolha muito difícil” entre Bolsonaro e o PT. Se antes hesitou, agora não há mais ambiguidade: ao associar-se às ameaças de Donald Trump contra o Brasil para tentar barganhar anistia e impunidade pelos processos de tentativa de golpe, Bolsonaro ultrapassou qualquer linha possível de defesa.

O texto vai além da crítica direta a Bolsonaro. Ele lança um ultimato às lideranças conservadoras, com recado explícito ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, exigindo que escolham de que lado estão — com o País ou com o bolsonarismo.

A publicação escancara não apenas o desgaste do ex-presidente, mas também o desconforto de setores históricos da direita com o caminho radical que o bolsonarismo impôs à política brasileira. Ao romper com o antigo aliado, o Estadão tenta resgatar uma bandeira de conservadorismo “responsável”, enquanto expõe as contradições de quem, por conveniência, ainda hesita em se afastar do ex-mandatário.

Bolsonaro, o falso patriota
Jair Bolsonaro não está nem aí para o Brasil. É um patriota fajuto. Prova cabal disso – como se fosse necessária mais alguma – foi sua mais recente manifestação acerca da ameaça do presidente dos EUA, Donald Trump, de sobretaxar em 50% os produtos importados do Brasil caso os processos contra Bolsonaro sob acusação de tramar um golpe de Estado não sejam anulados.

Demonstrando preocupação apenas protocolar com os efeitos desastrosos da anunciada tarifa sobre a economia brasileira, Bolsonaro foi direto ao ponto: “O tempo urge, as sanções entram em vigor no dia 1.° de agosto. A solução está nas mãos das autoridades brasileiras. Em havendo harmonia e independência entre os Poderes, nasce o perdão entre irmãos e, com a anistia, também a paz para a economia”. Traduzindo: para Bolsonaro, basta que as “autoridades brasileiras” o livrem da cadeia para que seu amigão Donald Trump desista de castigar o Brasil.

A publicação deixou claros o método e as prioridades do ex-presidente. Longe de colocar o Brasil “acima de tudo”, como costuma repetir em seus comícios, Bolsonaro usou a perspectiva de prejuízo de setores estratégicos da economia brasileira – e da de São Paulo, em particular – como moeda de troca por sua própria liberdade.

Assim, o ex-presidente age como um sequestrador que dita as condições para liberar o refém em seu poder. O refém, no caso, é o Brasil, capturado por sua verborragia liberticida. Sua derrota na eleição de 2022 mostra que boa parte do País conseguiu sair do cativeiro, mas infelizmente ainda há alguns cidadãos aprisionados por sua retórica destrutiva.

Se é compreensível que Bolsonaro e sua grei estejam empenhados apenas em cuidar da própria vida, é cada vez menos tolerável que um punhado de políticos, a pretexto de herdar o capital eleitoral do ex-presidente, ainda hesite entre a lealdade ao padrinho e os interesses do Brasil. Esse episódio da agressão estúpida de Trump ao Brasil escancarou de vez a pusilanimidade dessa turma.

*Com o Cafezinho


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Estadão: Até quando a direita brasileira permitirá ser escrava de um desqualificado como Bolsonaro?

Editorial de hoje do Estadão
Aprendizes de Bolsonaro

Fiéis à desonestidade intelectual do padrinho, governadores bolsonaristas que aspiram à Presidência culpam Lula pela ameaça de tarifaço de Trump. A direita pode ser muito melhor que isso

A direita brasileira que se pretende moderna e democrática, se quiser construir um legítimo projeto de oposição ao governo Lula da Silva, precisa romper definitivamente com Jair Bolsonaro e tudo o que esse senhor representa de atraso para o Brasil. Não se trata aqui de um imperativo puramente ideológico, e sim de uma exigência mínima de civilidade, decência e compromisso com os interesses nacionais.

O recente ataque do presidente americano, Donald Trump, às instituições brasileiras, supostamente em defesa de Bolsonaro, é só uma gota no oceano de males que o bolsonarismo causa e ainda pode causar aos brasileiros. A vida pública de Bolsonaro prova que o ex-presidente é um inimigo do Brasil que sempre colocou seus interesses particulares acima dos do País. A essa altura, portanto, já deveria estar claro para os que pretendem herdar os votos antipetistas que se associar a Bolsonaro, não importa se por crença ou pragmatismo eleitoral, significa trair os ideais da República e arriscar o progresso da Nação.

Por razões óbvias, Bolsonaro não virá a público condenar o teor da famigerada carta de Trump a Lula. Isso mostra, como se ainda houvesse dúvidas, até onde Bolsonaro é capaz de ir – causar danos econômicos não triviais ao País – na vã tentativa de salvar a própria pele, imaginando que os arreganhos de Trump tenham o condão, ora vejam, de subjugar o Supremo Tribunal Federal e, assim, alterar os rumos de seu destino penal.

Nesse sentido, é ultrajante a complacência de governadores como Tarcísio de Freitas (SP), Romeu Zema (MG) e Ronaldo Caiado (GO) diante dos ataques promovidos pelo presidente dos EUA ao Brasil. As reações públicas dos três serviram para expor a miséria moral e intelectual de uma parcela da direita que se diz moderna, mas que continua a gravitar em torno de um ideário retrógrado, personalista, francamente antinacional e falido como é o bolsonarismo.

Tarcísio, Zema e Caiado, todos aspirantes ao cargo de presidente da República, usaram suas redes sociais para tentar impingir a Lula, cada um a seu modo, a responsabilidade pelo “tarifaço” de Trump contra as exportações brasileiras. Nenhum deles se constrangeu por tergiversar em nome de uma “estratégia eleitoral”, vamos chamar assim, que nem de longe parece lhes ser benéfica – haja vista a razia que a associação ao trumpismo provocou em candidaturas mundo afora.

Tarcísio afirmou que “Lula colocou sua ideologia acima da economia, e esse é o resultado”, atribuindo ao petista a imposição de tarifa de 50% sobre as exportações brasileiras aos EUA – muitas das quais saem justamente do Estado que ele governa. Classificando, na prática, a responsabilidade de Bolsonaro como uma fabricação, o governador paulista concluiu que “narrativas não resolverão o problema”, como se ele mesmo não estivesse amplificando uma narrativa sem pé nem cabeça.

Caiado, por sua vez, fez longa peroração, com direito a citação do falecido caudilho venezuelano Hugo Chávez, antes de dizer que, “com as medidas tomadas pelo governo americano, Lula e sua entourage tentam vender a tese da invasão da soberania do Brasil”. Por fim, coube a Zema encontrar uma forma de inserir até a primeira-dama Rosângela da Silva no script para exonerar Bolsonaro de qualquer ônus político pelo prejuízo a ser causado pelo “tarifaço” americano se, de fato, a medida se concretizar.

O Brasil não merece lideranças que relativizam os próprios interesses nacionais em nome da lealdade a um projeto autoritário, retrógrado e personalista. Até quando a direita brasileira permitirá ser escrava de um desqualificado como Bolsonaro? Não é essa a direita de um país decente. Não é possível defender o Estado Democrático de Direito e, ao mesmo tempo, louvar e defender um ex-presidente que incitou ataques às urnas eletrônicas, ameaçou as instituições republicanas, sabotou políticas de saúde pública e usou a máquina do Estado em benefício próprio e de sua família ao longo de uma vida inteira.
O Brasil precisa, sim, de uma direita responsável, madura e comprometida com o futuro – não de marionetes de um golpista contumaz.

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